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Polifarmácia: interações e reações adversas no uso de medicamentos por idosos; Polypharmacy: interaction and adverse reactions in the use of drugs by elderly people; Polifarmacia: interacciones y reacciones adversas en el uso de medicamentos por ancianos

SECOLI, Silvia Regina
Fonte: Associação Brasileira de Enfermagem Publicador: Associação Brasileira de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica
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116.02%
O artigo tem por objetivo refletir sobre a polifarmácia em idosos com ênfase nas reações adversas e nas interações medicamentosas. A vulnerabilidade dos idosos aos problemas decorrentes do uso de medicamentos é bastante alta, o que se deve a complexidade dos problemas clínicos, à necessidade de múltiplos agentes terapêuticos e às alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas inerentes ao envelhecimento. Deste modo, racionalizar o uso de medicamentos e evitar os agravos advindos da polifarmácia serão, sem dúvida, um dos grandes desafios da saúde pública desse século.; The article has for objective to reflect on the polypharmacy of the aged with emphasis in the adverse drug reactions and the drug-drug interactions. The vulnerability of the elderly to the problems related from the use as of drugs is pretty upswing, the one to in case that must the complexity of the problems clinical, at the must as of need pharmacotherapeutic interventions, and to the update pharmacokinetic and pharmacodynamic changes inherent to the aging. In this way, to rationalize the drugs utilization and to avoid the injury related to the polypharmacy will be, doubtless, one of the biggest challenges for public health in this century.; El artículo tiene el objetivo de reflejar sobre la polifarmacia en adultos mayores con énfasis en las reacciones adversas y las interacciones de los medicamentos. La vulnerabilidad de los adultos mayores a los problemas relativo del utilización del medicamento es muy alta...

Uso de medicamentos por pessoas com deficiências em áreas do estado de São Paulo

CASTRO, Shamyr Sulyvan; PELICIONI, Americo Focesi; CESAR, Chester Luiz Galvão; CARANDINA, Luana; BARROS, Marilisa Berti de Azevedo; ALVES, Maria Cecilia Goi Porto; GOLDBAUM, Moisés
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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116.01%
OBJETIVO: Analisar o consumo de medicamentos e os principais grupos terapêuticos consumidos por pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais. MÉTODOS: Estudo transversal em que foram analisados dados do Inquérito Multicêntrico de Saúde no Estado de São Paulo (ISA-SP) em 2002 e do Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital), realizado em 2003. Os entrevistados que referiram deficiências foram estudados segundo as variáveis que compõem o banco de dados: área, sexo, renda, faixa etária, raça, consumo de medicamentos e tipos de medicamentos consumidos. RESULTADOS: A percentagem de consumo entre as pessoas com deficiência foi de: 62,8% entre os visuais; 60,2% entre os auditivos e 70,1% entre os físicos. As pessoas com deficiência física consumiram 20% mais medicamentos que os não-deficientes. Entre as pessoas com deficiência visual, os medicamentos mais consumidos foram os diuréticos, agentes do sistema renina-angiotensina e analgésicos. Pessoas com deficiência auditiva utilizaram mais analgésicos e agentes do sistema renina-angiotensina. Entre indivíduos com deficiência física, analgésicos, antitrombóticos e agentes do sistema renina-angiotensina foram os medicamentos mais consumidos. CONCLUSÕES: Houve maior consumo de medicamentos entre as pessoas com deficiências quando comparados com os não-deficientes...

Uso de medicamentos do nascimento aos dois anos: Coorte de Nascimentos de Pelotas, RS, 2004

Oliveira,Edilson Almeida de; Bertoldi,Andréa Dâmaso; Domingues,Marlos Rodrigues; Santos,Iná Silva; Barros,Aluísio J D
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 PT
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116.07%
OBJETIVO: Descrever a utilização de medicamentos em crianças aos três, 12 e 24 meses de idade. MÉTODOS: Estudo transversal utilizando dados da Coorte de Nascimentos de Pelotas, RS, de 2004. Foram incluídas 3.985 crianças aos três meses, 3.907 aos 12 meses e 3.868 aos 24 meses de idade. O desfecho considerado foi o uso de medicamentos pelas crianças nos 15 dias anteriores à entrevista. Informações sobre as variáveis independentes (medicamentos utilizados, fonte de indicação, forma de aquisição, regularidade do uso e grupos terapêuticos) foram coletadas por meio de questionário padronizado, em entrevista aos pais nos domicílios. RESULTADOS: As prevalências de uso de medicamentos aos três, 12 e 24 meses foram de 65,0% (IC 95%: 63,5;66,5), 64,4% (IC 95%: 62,9;65,9) e 54,7% (IC 95%: 53,1;56,2), respectivamente. Com o avanço da idade observou-se diminuição no número total de medicamentos utilizados e aumento na automedicação, essa última chegando a 34% aos 24 meses. Também, a freqüência do uso de medicamentos em caráter eventual aumentou e diminuiu a de uso contínuo. Os medicamentos foram adquiridos principalmente com recursos próprios e cerca de 10% foi adquirido pelo Sistema Único de Saúde. Observou-se mudança no perfil dos grupos terapêuticos mais utilizados em função da idade. Aos três meses...

Epidemiologia do uso de medicamentos entre idosos em area urbana do Nordeste do Brasil

Neves,Sabrina Joany Felizardo; Marques,Ana Paula de Oliveira; Leal,Marcia Carrera Campos; Diniz,Alcides da Silva; Medeiros,Tiberio Silva; Arruda,Ilma Kruze Grande de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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116.03%
OBJETIVO Analisar o uso de medicamentos entre idosos e os fatores associados. MÉTODOS Estudo transversal com 400 indivíduos maiores de 60 anos residentes na área de abrangência da Estratégia Saúde da Família, em Recife, PE, em 2009. Os indivíduos foram selecionados por amostra probabilística sistemática, com coleta de dados de base domiciliar. Foram avaliadas variáveis socioeconômicas e demográficas, estilo de vida, condições de saúde e nutricionais. A variável independente foi uso de medicamentos. O diagrama analítico envolveu análises estatísticas uni e multivariadas. RESULTADOS A prevalência de uso de medicamentos foi de 85,5%. A polifarmácia (> 5 medicamentos) ocorreu em 11% dos casos. Dos 951 medicamentos relatados, 98,2% foram por prescrição médica e 21,6% foram considerados inseguros para idosos. Os medicamentos de uso nos sistemas cardiovascular (42,9%), nervoso central (20,2%), digestório e no metabolismo orgânico (17,3%) foram os mais utilizados. O uso de polifarmácia associou-se à escolaridade (p = 0,008), à saúde autorreferida (p = 0,012), à doença crônica autorreferida (p = 0...

Estudo epidemiológico de base populacional sobre uso de medicamentos entre idosos na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

Loyola Filho,Antônio I. de; Uchoa,Elizabeth; Lima-Costa,Maria Fernanda
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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115.98%
Este estudo teve por objetivo investigar o consumo de medicamentos e fatores associados (sócio-demográficos, condições de saúde e uso de serviços de saúde) em uma amostra representativa de 1.598 pessoas com 60+ anos de idade, residentes na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A variável dependente foi o número de medicamentos consumido nas duas semanas precedentes. A prevalência do uso de medicamentos foi de 72,1% e a média de medicamentos consumidos igual a 2,18, predominando aqueles com ação sobre o sistema cardiovascular. O consumo de qualquer número de medicamentos apresentou associação independente com sexo feminino, idade (80+ anos), ter visitado um médico e apresentar alguma condição crônica. O consumo de maior número de medicamentos (5+) apresentou associações significativas com escolaridade (8+ anos, OR = 2,28) e pior auto-avaliação da saúde (razoável, OR = 5,45; ruim/muito ruim, OR = 5,35). Os resultados deste trabalho mostram que o tipo de medicamento consumido e os fatores associados a esse consumo foram muito semelhantes ao observado em outras populações, sugerindo que existe uma certa uniformidade no consumo e nos seus determinantes, entre populações diferentes.

Caracterização do uso de medicamentos entre idosos de uma unidade do Programa Saúde da Família

Marin,Maria José Sanches; Cecílio,Luiz Carlos de Oliveira; Perez,Alexandre Eduardo W. Ugolini Ferrazoli; Santella,Fernando; Silva,Camila Batista Andrade; Gonçalves Filho,José Roberto; Roceti,Lidiane Cola
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2008 PT
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115.98%
O uso de múltiplos medicamentos é uma condição freqüente entre os idosos, que, apesar de necessária, na maioria das vezes, predispõe a riscos em relação aos efeitos adversos e à interação medicamentosa. No presente estudo foi proposto verificar as características do uso de medicamentos, entre os idosos, considerando o perfil sócio-demográfico, as classes medicamentosas mais utilizadas por eles e dados referentes à adesão. Trata-se de um estudo descritivo, realizado com 301 idosos da área de abrangência de um Programa Saúde da Família (PSF), por meio de um inquérito realizado no domicilio do idoso, seguindo roteiro previamente estruturado. Destaca-se, entre os idosos, o predomínio do sexo feminino, analfabetismo, alterações no estado cognitivo e dependências diversas. Apresentam, em média, 2,5 diagnósticos e utilizam 2,9 medicamentos/idoso. Alguns dos medicamentos são considerados de risco para a faixa etária. Dados de adesão aos medicamentos revelam dependência na administração, automedicação, esquecimento e conhecimento deficiente. Considera-se necessário acompanhamento sistemático dos idosos que utilizam múltiplos medicamentos, incentivo a medidas não-farmacêuticas, com ênfase nas ações educativas para mudança no estilo de vida...

Uso de medicamentos entre idosos residentes em áreas urbanas e rurais de município no Sul do Brasil: um estudo de base populacional

Dal Pizzol,Tatiane da Silva; Pons,Emilia da Silva; Hugo,Fernando Neves; Bozzetti,Mary Clarisse; Sousa,Maria da Luz Rosário de; Hilgert,Juliana Balbinot
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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116.02%
O objetivo foi verificar a prevalência de uso de medicamentos e de polifarmácia entre idosos de Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul, Brasil, e comparar as características sociodemográficas e de saúde associadas ao uso, segundo o local de moradia. Foi avaliada uma amostra aleatória de 811 idosos com 60 anos ou mais, moradores na área urbana ou rural. Dados sociodemográficos, doenças crônicas, qualidade de vida e medicamentos autorreferidos foram coletados em entrevistas presenciais. Associação entre local de moradia e uso de medicamentos ou polifarmácia, ajustada para potenciais confundidores, foi avaliada por regressão de Poisson com ajuste robusto da variância. A prevalência de uso de medicamentos e de polifarmácia foi maior entre os idosos urbanos. Morar na área urbana apresentou associação positiva e independente com uso de medicamentos (RP = 1,10; IC95%: 1,02-1,20) e polifarmácia (RP = 1,83; IC95%: 1,27-2,65). Morar na área urbana está associado à maior prevalência de uso de medicamentos e de polifarmácia entre idosos.

Fatores associados ao uso de medicamentos na gestação em primigestas no Município de Rio Branco, Acre, Brasil

Andrade,Andréia Moreira de; Ramalho,Alanderson Alves; Koifman,Rosalina Jorge; Dotto,Leila Maria Geromel; Cunha,Margarida de Aquino; Opitz,Simone Perufo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2014 PT
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115.98%
Estudo transversal, envolvendo 887 primigestas com o objetivo de analisar os fatores associados ao uso de medicamentos na gestação no Município de Rio Branco, Acre, Brasil. As informações tiveram como base uma entrevista e o cartão de pré-natal. Os medicamentos foram classificados de acordo com o Sistema Anatômico Terapêutico Químico (ATC), da Organização Mundial da Saúde, e com a categoria de risco do Food and Drug Administration (Estados Unidos). A média de idade foi 21 anos, a média do uso de medicamentos foi 2,42; os medicamentos mais consumidos foram os antianêmicos (47,5%), suplementos e vitaminas (18,7%), analgésicos (13,8%) e antibióticos (10,5%). Na categorização de risco, 69,3% pertenciam à categoria A; 22,3% à B; 7,6% à C e 0,8% à D. A chance de ter sido exposta à utilização de medicamentos de risco foi maior nas primigestas na unidade B (RC = 2,10; IC95%: 1,26-3,50), na faixa etária de 19 a 24 anos (RC = 2,79; IC95%: 1,58-4,93) e com prescrição médica (RC = 1,86; IC95%: 1,18-2,95). Os medicamentos essenciais foram menos utilizados entre as mulheres com maior renda familiar (RC = 0...

Uso de medicamentos potencialmente inapropriados por idosos do Município de São Paulo, Brasil: Estudo SABE

Cassoni,Teresa Cristina Jahn; Corona,Ligiana Pires; Romano-Lieber,Nicolina Silvana; Secoli,Silvia Regina; Duarte,Yeda Aparecida de Oliveira; Lebrão,Maria Lúcia
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2014 PT
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116%
Alguns medicamentos são considerados impróprios para o idoso, devido a alterações na farmacocinética e farmacodinâmica, por falta de eficácia terapêutica ou por um risco aumentado de efeitos adversos superando seus benefícios. Verificou-se a prevalência do uso de medicamentos potencialmente inapropriados, segundo os critérios de Beers, por idosos do Município de São Paulo, Brasil, participantes do Estudo SABE. Trata-se de um estudo transversal, de base populacional, cuja amostra de 1.254 indivíduos com 60 anos ou mais representava a população idosa do município no ano de 2006. Verificou-se a prevalência de 28% de uso de medicamentos potencialmente inapropriados. No modelo de regressão logística múltipla, as variáveis associadas ao uso foram uso de cinco medicamentos ou mais (p = 0,001), presença de duas ou mais doenças (p = 0,011) e sexo feminino (p = 0,007). Identificou-se o uso de 36 medicamentos potencialmente inapropriados, a maioria de venda sob prescrição. São necessários critérios específicos para a população brasileira e ampla divulgação da farmacologia clínica do idoso. Protocolos ou softwares para prescrição também podem auxiliar a prescrição racional para esse grupo.

Uso de medicamentos contínuos e fatores associados em idosos de Quixadá, Ceará

Silva,Gilmar de Oliveira Barros; Gondim,Ana Paula Soares; Monteiro,Mirian Parente; Frota,Mirna Albuquerque; Meneses,André Luis Lima de
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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115.99%
OBJETIVO: Analisar a polifarmácia (uso diário de dois ou mais) de medicamentos contínuos e seus fatores associados em idosos. MÉTODOS: Estudo seccional realizado com idosos residentes em área urbana do município de Quixadá-CE, no período de maio a dezembro de 2009. A amostra compôs-se de 384 indivíduos, com 60 anos ou mais, usuários de medicamentos contínuos. As variáveis estudadas foram as sociodemográficas, econômicas e das características de saúde e referentes ao uso de medicamentos. Para a análise da associação entre a variável dependente polifarmácia de medicamentos contínuos e as variáveis independentes foi elaborado um modelo de regressão logística. RESULTADOS: Os resultados mostram predominância de idosos do sexo feminino, faixa etária entre 60 e 69 anos, casados, ensino fundamental incompleto, sem exercer atividade remunerada, renda familiar de até um salário mínimo, habitando em moradia própria, residindo com até três pessoas. Constatou-se uma prevalência de 70,6% de polifarmácia em idosos, sendo mais elevada no sexo feminino (66,4%). Os fatores associados positivamente ao uso de dois ou mais medicamentos contínuos foram: renda familiar acima de um salário mínimo (OR 2,83; IC95% = 1...

Estado nutricional e uso de medicamentos em idosos assistidos pela Estratégia Saúde da Família

Joany Felizardo Neves, Sabrina; Kruse Grande de Arruda, Ilma (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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116.07%
INTRODUÇÃO: O processo de envelhecimento leva a redução das funções biológicas que somadas a um estilo de vida inadequado estimula a ocorrência de doenças crônicas e alterações do estado nutricional o que consequentemente estimula o uso de medicamentos. Os idosos são a parcela da população mais medicalizada, porém nesse grupo o uso de medicamentos pode levar a resultados indesejados, e ainda afetar o estado nutricional, outrossim uma condição nutricional inadequada pode alterar a ação dos medicamentos, diminuindo sua eficácia terapêutica e/ou aumentando a probabilidade da ocorrência de efeitos colaterais, reações adversas e interações medicamentos-nutrientes. OBJETIVO: Avaliar o estado nutricional e sua relação com uso de medicamentos em idosos residentes em áreas adscritas a Estratégia Saúde da Família (ESF) do município do Recife. MÉTODOS: Estudo transversal com amostra de 400 indivíduos acima de 60 anos, residentes na área de abrangência da ESF em Recife/PE, selecionados por amostra probabilística sistemática. Os dados foram coletados em pesquisa domiciliar com aplicação de formulário e aferição de peso e estatura utilizados para composição do Índice de Massa Corporal que foi categorizado em baixo peso (IMC<22)...

Fatores associados ao uso de medicamentos na coorte de nascimentos de Pelotas 2004; Factores asociados al uso de medicamentos en la cohorte de nacimientos de Pelotas, Sur de Brasil (2004); Factors associated to medicine use among children from the 2004 Pelotas Birth Cohort (Brazil)

Oliveira, Edilson Almeida de; Bertoldi, Andréa Dâmaso; Domingues, Marlos Rodrigues; Santos, Iná S; Barros, Aluísio J D
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2012 ENG
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116.08%
OBJECTIVE: To identify factors associated to medicine use among children from the 2004 Pelotas Birth Cohort, Brazil. METHODS: Prospective study to evaluate medicine use in children aged 3, 12 and 24 months regardless of the reasons, therapeutic indication or class. The study included 3,985 children followed up at three months of age, 3,907 at 12 months, and 3,868 at the last follow-up time of 24 months. Mothers were interviewed to collect information on medicine use during the recall period of 15 days prior to the interview. The outcome was studied according to sociodemographic and perinatal variables, mother's perception of child's health and breastfeeding status. Crude and adjusted analyses were performed by Poisson regression following a hierarchical model. RESULTS: The prevalence of medicine use ranged from 55% to 65% in the three follow-ups. After controlling for confounders, some variables remained associated to medicine use only at the three-month follow-up with greatest use among children of younger mothers, those children who had intrapartum complications, low birthweight, were never breastfed and were admitted to a hospital. Greatest medicine use was also associated with being a firstborn child at 3 and 12 months; mother's perception of their child health as fair or poor and children whose mothers have private health insurance at 12 and 24 months; highest maternal education level at all follow-up times. CONCLUSIONS: Different variables influence medicine use among children during the first two years of life and they change as the child ages especially maternal factors and those associated to the child's health problems.; OBJETIVO: Identificar fatores associados ao uso de medicamentos nas crianças da coorte de nascimentos de 2004 de Pelotas...

Uso de medicamentos do nascimento aos dois anos: Coorte de Nascimentos de Pelotas, RS, 2004; Uso de medicamentos desde el nacimiento hasta los dos años: Cohorte de Nacimientos de Pelotas, Sur de Brasil, 2004; Medicine use from birth to age two years: the 2004 Pelotas (Brazil) Birth Cohort Study

Oliveira, Edilson Almeida de; Bertoldi, Andréa Dâmaso; Domingues, Marlos Rodrigues; Santos, Iná Silva; Barros, Aluísio J D
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2010 POR; ENG
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116.11%
OBJETIVO: Descrever a utilização de medicamentos em crianças aos três, 12 e 24 meses de idade. MÉTODOS: Estudo transversal utilizando dados da Coorte de Nascimentos de Pelotas, RS, de 2004. Foram incluídas 3.985 crianças aos três meses, 3.907 aos 12 meses e 3.868 aos 24 meses de idade. O desfecho considerado foi o uso de medicamentos pelas crianças nos 15 dias anteriores à entrevista. Informações sobre as variáveis independentes (medicamentos utilizados, fonte de indicação, forma de aquisição, regularidade do uso e grupos terapêuticos) foram coletadas por meio de questionário padronizado, em entrevista aos pais nos domicílios. RESULTADOS: As prevalências de uso de medicamentos aos três, 12 e 24 meses foram de 65,0% (IC 95%: 63,5;66,5), 64,4% (IC 95%: 62,9;65,9) e 54,7% (IC 95%: 53,1;56,2), respectivamente. Com o avanço da idade observou-se diminuição no número total de medicamentos utilizados e aumento na automedicação, essa última chegando a 34% aos 24 meses. Também, a freqüência do uso de medicamentos em caráter eventual aumentou e diminuiu a de uso contínuo. Os medicamentos foram adquiridos principalmente com recursos próprios e cerca de 10% foi adquirido pelo Sistema Único de Saúde. Observou-se mudança no perfil dos grupos terapêuticos mais utilizados em função da idade. Aos três meses...

Caracterização do uso de medicamentos entre idosos de uma unidade do Programa Saúde da Família

Marin,Maria José Sanches; Cecílio,Luiz Carlos de Oliveira; Perez,Alexandre Eduardo W. Ugolini Ferrazoli; Santella,Fernando; Silva,Camila Batista Andrade; Gonçalves Filho,José Roberto; Roceti,Lidiane Cola
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2008 PT
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115.98%
O uso de múltiplos medicamentos é uma condição freqüente entre os idosos, que, apesar de necessária, na maioria das vezes, predispõe a riscos em relação aos efeitos adversos e à interação medicamentosa. No presente estudo foi proposto verificar as características do uso de medicamentos, entre os idosos, considerando o perfil sócio-demográfico, as classes medicamentosas mais utilizadas por eles e dados referentes à adesão. Trata-se de um estudo descritivo, realizado com 301 idosos da área de abrangência de um Programa Saúde da Família (PSF), por meio de um inquérito realizado no domicilio do idoso, seguindo roteiro previamente estruturado. Destaca-se, entre os idosos, o predomínio do sexo feminino, analfabetismo, alterações no estado cognitivo e dependências diversas. Apresentam, em média, 2,5 diagnósticos e utilizam 2,9 medicamentos/idoso. Alguns dos medicamentos são considerados de risco para a faixa etária. Dados de adesão aos medicamentos revelam dependência na administração, automedicação, esquecimento e conhecimento deficiente. Considera-se necessário acompanhamento sistemático dos idosos que utilizam múltiplos medicamentos, incentivo a medidas não-farmacêuticas, com ênfase nas ações educativas para mudança no estilo de vida...

Fatores associados ao uso de medicamentos na gestação em primigestas no Município de Rio Branco, Acre, Brasil

Andrade,Andréia Moreira de; Ramalho,Alanderson Alves; Koifman,Rosalina Jorge; Dotto,Leila Maria Geromel; Cunha,Margarida de Aquino; Opitz,Simone Perufo
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2014 PT
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115.98%
Estudo transversal, envolvendo 887 primigestas com o objetivo de analisar os fatores associados ao uso de medicamentos na gestação no Município de Rio Branco, Acre, Brasil. As informações tiveram como base uma entrevista e o cartão de pré-natal. Os medicamentos foram classificados de acordo com o Sistema Anatômico Terapêutico Químico (ATC), da Organização Mundial da Saúde, e com a categoria de risco do Food and Drug Administration (Estados Unidos). A média de idade foi 21 anos, a média do uso de medicamentos foi 2,42; os medicamentos mais consumidos foram os antianêmicos (47,5%), suplementos e vitaminas (18,7%), analgésicos (13,8%) e antibióticos (10,5%). Na categorização de risco, 69,3% pertenciam à categoria A; 22,3% à B; 7,6% à C e 0,8% à D. A chance de ter sido exposta à utilização de medicamentos de risco foi maior nas primigestas na unidade B (RC = 2,10; IC95%: 1,26-3,50), na faixa etária de 19 a 24 anos (RC = 2,79; IC95%: 1,58-4,93) e com prescrição médica (RC = 1,86; IC95%: 1,18-2,95). Os medicamentos essenciais foram menos utilizados entre as mulheres com maior renda familiar (RC = 0...

Uso de medicamentos potencialmente inapropriados por idosos do Município de São Paulo, Brasil: Estudo SABE

Cassoni,Teresa Cristina Jahn; Corona,Ligiana Pires; Romano-Lieber,Nicolina Silvana; Secoli,Silvia Regina; Duarte,Yeda Aparecida de Oliveira; Lebrão,Maria Lúcia
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2014 PT
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116%
Alguns medicamentos são considerados impróprios para o idoso, devido a alterações na farmacocinética e farmacodinâmica, por falta de eficácia terapêutica ou por um risco aumentado de efeitos adversos superando seus benefícios. Verificou-se a prevalência do uso de medicamentos potencialmente inapropriados, segundo os critérios de Beers, por idosos do Município de São Paulo, Brasil, participantes do Estudo SABE. Trata-se de um estudo transversal, de base populacional, cuja amostra de 1.254 indivíduos com 60 anos ou mais representava a população idosa do município no ano de 2006. Verificou-se a prevalência de 28% de uso de medicamentos potencialmente inapropriados. No modelo de regressão logística múltipla, as variáveis associadas ao uso foram uso de cinco medicamentos ou mais (p = 0,001), presença de duas ou mais doenças (p = 0,011) e sexo feminino (p = 0,007). Identificou-se o uso de 36 medicamentos potencialmente inapropriados, a maioria de venda sob prescrição. São necessários critérios específicos para a população brasileira e ampla divulgação da farmacologia clínica do idoso. Protocolos ou softwares para prescrição também podem auxiliar a prescrição racional para esse grupo.

Uso de medicamentos do nascimento aos dois anos: Coorte de Nascimentos de Pelotas, RS, 2004

Oliveira,Edilson Almeida de; Bertoldi,Andréa Dâmaso; Domingues,Marlos Rodrigues; Santos,Iná Silva; Barros,Aluísio J D
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 PT
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116.07%
OBJETIVO: Descrever a utilização de medicamentos em crianças aos três, 12 e 24 meses de idade. MÉTODOS: Estudo transversal utilizando dados da Coorte de Nascimentos de Pelotas, RS, de 2004. Foram incluídas 3.985 crianças aos três meses, 3.907 aos 12 meses e 3.868 aos 24 meses de idade. O desfecho considerado foi o uso de medicamentos pelas crianças nos 15 dias anteriores à entrevista. Informações sobre as variáveis independentes (medicamentos utilizados, fonte de indicação, forma de aquisição, regularidade do uso e grupos terapêuticos) foram coletadas por meio de questionário padronizado, em entrevista aos pais nos domicílios. RESULTADOS: As prevalências de uso de medicamentos aos três, 12 e 24 meses foram de 65,0% (IC 95%: 63,5;66,5), 64,4% (IC 95%: 62,9;65,9) e 54,7% (IC 95%: 53,1;56,2), respectivamente. Com o avanço da idade observou-se diminuição no número total de medicamentos utilizados e aumento na automedicação, essa última chegando a 34% aos 24 meses. Também, a freqüência do uso de medicamentos em caráter eventual aumentou e diminuiu a de uso contínuo. Os medicamentos foram adquiridos principalmente com recursos próprios e cerca de 10% foi adquirido pelo Sistema Único de Saúde. Observou-se mudança no perfil dos grupos terapêuticos mais utilizados em função da idade. Aos três meses...

Uso de medicamentos contínuos e fatores associados em idosos de Quixadá, Ceará

Silva,Gilmar de Oliveira Barros; Gondim,Ana Paula Soares; Monteiro,Mirian Parente; Frota,Mirna Albuquerque; Meneses,André Luis Lima de
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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OBJETIVO: Analisar a polifarmácia (uso diário de dois ou mais) de medicamentos contínuos e seus fatores associados em idosos. MÉTODOS: Estudo seccional realizado com idosos residentes em área urbana do município de Quixadá-CE, no período de maio a dezembro de 2009. A amostra compôs-se de 384 indivíduos, com 60 anos ou mais, usuários de medicamentos contínuos. As variáveis estudadas foram as sociodemográficas, econômicas e das características de saúde e referentes ao uso de medicamentos. Para a análise da associação entre a variável dependente polifarmácia de medicamentos contínuos e as variáveis independentes foi elaborado um modelo de regressão logística. RESULTADOS: Os resultados mostram predominância de idosos do sexo feminino, faixa etária entre 60 e 69 anos, casados, ensino fundamental incompleto, sem exercer atividade remunerada, renda familiar de até um salário mínimo, habitando em moradia própria, residindo com até três pessoas. Constatou-se uma prevalência de 70,6% de polifarmácia em idosos, sendo mais elevada no sexo feminino (66,4%). Os fatores associados positivamente ao uso de dois ou mais medicamentos contínuos foram: renda familiar acima de um salário mínimo (OR 2,83; IC95% = 1...

Uso de medicamentos entre idosos residentes em áreas urbanas e rurais de município no Sul do Brasil: um estudo de base populacional

Dal Pizzol,Tatiane da Silva; Pons,Emilia da Silva; Hugo,Fernando Neves; Bozzetti,Mary Clarisse; Sousa,Maria da Luz Rosário de; Hilgert,Juliana Balbinot
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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O objetivo foi verificar a prevalência de uso de medicamentos e de polifarmácia entre idosos de Carlos Barbosa, Rio Grande do Sul, Brasil, e comparar as características sociodemográficas e de saúde associadas ao uso, segundo o local de moradia. Foi avaliada uma amostra aleatória de 811 idosos com 60 anos ou mais, moradores na área urbana ou rural. Dados sociodemográficos, doenças crônicas, qualidade de vida e medicamentos autorreferidos foram coletados em entrevistas presenciais. Associação entre local de moradia e uso de medicamentos ou polifarmácia, ajustada para potenciais confundidores, foi avaliada por regressão de Poisson com ajuste robusto da variância. A prevalência de uso de medicamentos e de polifarmácia foi maior entre os idosos urbanos. Morar na área urbana apresentou associação positiva e independente com uso de medicamentos (RP = 1,10; IC95%: 1,02-1,20) e polifarmácia (RP = 1,83; IC95%: 1,27-2,65). Morar na área urbana está associado à maior prevalência de uso de medicamentos e de polifarmácia entre idosos.

Epidemiologia do uso de medicamentos entre idosos em area urbana do Nordeste do Brasil

Neves,Sabrina Joany Felizardo; Marques,Ana Paula de Oliveira; Leal,Marcia Carrera Campos; Diniz,Alcides da Silva; Medeiros,Tiberio Silva; Arruda,Ilma Kruze Grande de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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OBJETIVO Analisar o uso de medicamentos entre idosos e os fatores associados. MÉTODOS Estudo transversal com 400 indivíduos maiores de 60 anos residentes na área de abrangência da Estratégia Saúde da Família, em Recife, PE, em 2009. Os indivíduos foram selecionados por amostra probabilística sistemática, com coleta de dados de base domiciliar. Foram avaliadas variáveis socioeconômicas e demográficas, estilo de vida, condições de saúde e nutricionais. A variável independente foi uso de medicamentos. O diagrama analítico envolveu análises estatísticas uni e multivariadas. RESULTADOS A prevalência de uso de medicamentos foi de 85,5%. A polifarmácia (> 5 medicamentos) ocorreu em 11% dos casos. Dos 951 medicamentos relatados, 98,2% foram por prescrição médica e 21,6% foram considerados inseguros para idosos. Os medicamentos de uso nos sistemas cardiovascular (42,9%), nervoso central (20,2%), digestório e no metabolismo orgânico (17,3%) foram os mais utilizados. O uso de polifarmácia associou-se à escolaridade (p = 0,008), à saúde autorreferida (p = 0,012), à doença crônica autorreferida (p = 0...