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Grande queimado numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos – experiência de 20 anos

Francisco, T.; Nóbrega, S.; Valente, R.; Santos, M.; Pereira, G.; Estrada, J.; Serafim, Z.; Ventura, L.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2013 POR
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156.32%
Introdução: A abordagem inicial do grande queimado até à sua estabilização hemodinâmica e hidroeletrolítica é fundamental para diminuir a morbimortalidade. Material e Métodos: Estudo retrospetivo, descritivo e analítico, de todos os internamentos por queimadura numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos durante o período de 20 anos (Abril/1991 a Dezembro/2010). Avaliaram-se parâmetros nosodemográficos, agente causal, gravidade e extensão da queimadura, procedimentos, terapêutica, complicações e resultados. Resultados: Ocorreram 137 internamentos por queimadura correspondentes a 123 doentes e a 1,8% do total de internamentos na UCIP. A mediana de idade foi 3,6 anos e 62,4% era do sexo masculino. Verificou-se maior incidência em Agosto (13,0%). Foram agentes da queimadura: líquido fervente (38,1%), fogo (38,1%) e eletricidade (23,9%). A mediana da superfície corporal queimada foi de 30% (0,5-92,0%), com queimaduras do terceiro grau em 59,0% dos doentes. Necessitaram de ventilação mecânica 45,5% e de cateter venoso central 64,2% dos doentes. As complicações incluíram: sépsis (29,2%), falência respiratória (21,1%), falência cardiovascular (16,5%) e falência multiorgânica (18,8%). Verificou-se melhoria em 88...

Humanização dos cuidados de enfermagem numa unidade de cuidados intensivos de pediatria : perceção dos pais e dos enfermeiros

Boto, Maria do Carmo
Fonte: Repositório Comum de Portugal Publicador: Repositório Comum de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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136.34%
Uma Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos é o local ideal para tratar de crianças gravemente doentes, mas pode oferecer um dos ambientes mais agressivos, tensos e traumatizantes do hospital. Apesar do esforço que os enfermeiros possam realizar no sentido de humanizar os cuidados, esta é uma missão difícil, pois solicita atitudes contra um sistema tecnológico dominante. Este estudo teve como objetivo conhecer a opinião dos enfermeiros e dos pais das crianças internadas numa Unidade de Cuidados Intensivos de Pediatria perante a humanização do cuidar de enfermagem. Foi um estudo de abordagem qualitativa, do tipo exploratório, descritivo e transversal. A recolha de dados decorreu entre os meses de março e maio de 2011 e como instrumentos de colheita de dados foram utilizados um questionário e uma entrevista semiestruturada. A amostra foi constituída por 37 participantes, dos quais 32 pais e 5 enfermeiros. A análise dos dados dos questionários mostrou que a totalidade dos pais reconheceu que os enfermeiros trataram com educação e respeito, manifestaram disponibilidade e simpatia e usaram uma linguagem compreensível. Os pais ficaram satisfeitos com os cuidados de enfermagem e com a relação estabelecida com os enfermeiros e maioritariamente reconheceram terem sido acolhidos pelo enfermeiro. Quanto ao acompanhamento do filho...

Mortalidade numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos

Estrada, J; Vale, MC; Marques, A; Ventura, L; Santos, M; Vasconcelos, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 POR
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146.34%
Artigos descrevendo o movimento assistencial de Unidades de Cuidados Intensivos Pediátricos e analisando as respectivas mortalidades não são muito comuns. Este estudo retrospectivo tem como objectivo avaliar e analisar o movimento assistencial e a mortalidade da Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos (UCIP) do Hospital Dona Estefania (HDE) num período de 6 anos (0.4.04.91 e 03.04.97). Neste período houve 2987 internamentos na UCIP e foram registados 200 (6.70%) óbitos, os quais corresponderam a 40.48% dos 494 6bitos verificados no HDE. A análise estatística mostrou diferenças significativas, entre sobreviventes e falecidos, relativamente aos seguintes parâmetros: índice de gravidade (4.65 vs 21.42); probabilidade de morte (3,69% vs 39.97%); grau de intervenção terapêutica (14.70 vs 34.80); idade média (4.11 vs 3.33 anos), demora média (2.70 vs 8.86 dias); incidência de doença crónica (44.73 vs 62.79%); reinternamentos(2.20 vs 16.28%) e proveniencia - Serviço de Urgência / Outros Hospitais - (51.95 vs 25.58 / 18.87 vs 39.53%). Existia doença crónica em 108 (62.79%) dos falecidos (ligeira em 27.78% e significativa em 72.22%), salientando-se a cardíaca (27.78%), a do SNC (13.89%), e a relacionada com patologia do período neonatal (10.19%). A causa final de morte relacionou-se predominantemente com patologia infecciosa (40.70%)...

Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos: Um Lugar onde os Profissionais de Saúde Aprendem

Bártolo, E
Fonte: Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa Publicador: Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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156.45%
O texto foi elaborado a partir das principais conclusões de um estudo etnográfico realizado numa unidade de cuidados intensivos pediátricos; teve como objectivo caracterizar percursos e processos formativos de enfermeiros e médicos e, paralelamente, desenvolver a função formativa do contexto de trabalho, numa articulação estreita entre a prática clínica e a prática formativa. Centrou‑se na vivência dos próprios actores, nas suas características e interacções, nas estratégias de aprendizagem e no modo como desenvolvem a sua formação. Partimos do pressuposto de que estes profissionais de saúde são portadores de saberes que adquiriram no contexto de trabalho, através da experiência, da reflexão sobre a prática, das aprendizagens informais e não formais. Desenvolvemos a pesquisa em torno da questão central: Como se formam enfermeiros e médicos numa unidade de cuidados intensivos pediátricos? Por outras palavras, como é que enfermeiros e médicos aprendem cuidados intensivos pediátricos? Na tentativa de dar resposta a esta questão, apresentam‑se os percursos e processos de formação do aprender fazendo destes profissionais de saúde.

Reanimação Cardio-Respiratória numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos- Casuística de 24 Meses

Vale, MC; Macedo, A; Marques, A; Barata, D; Fernandes, I; Estrada, J; Ramos, J; Ventura, L; Santos, M; Valente, R; Vasconcelos, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1995 POR
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146.27%
Os autores analisam um grupo de doentes submetidos a reanimação cardio-respiratória, numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos, num período de dois anos. Todos os doentes reanimados pertenciam às classes CCS III e IV. Sobreviveram 22.7% dos reanimados, dois dos quais com graves sequelas neurológicas. Não houve sobrevivência nos doentes com reanimações superiores a 30 minutos e a maior percentagem de sobrevivência verificou-se nos casos de paragem respiratória primária. Verificaram-se diferenças significativas entre o PRISM médio de admissão dos doentes que necessitaram de reanimação e dos não reanimados. Considera-se que a elevada mortalidade verificada (77.3%) se deve ao facto da paragem cardio-respiratória na criança ser, regra geral, o acidente terminal de outras situações patológicas coexistentes.

Ventilação Mecânica numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos

Santos, M; Macedo, A; Vale, MC; Marques, A; Fernandes, I; Estrada, J; Ramos, J; Ventura, L; Valente, R; Barata, D; Vasconcelos, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1995 POR
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146.3%
Os autores fazem a análise dos doentes submetidos a ventilação mecânica na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos do Hospital de Dona Estefânia, num período de 33 meses, desde a sua abertura em Abril de 1991 até ao final de Dezembro de 1993. Neste período foram internadas na Unidade 1513 crianças, das quais 264 (17.4%) foram ventiladas. A idade dos doentes ventilados variou entre os 28 dias e os 15 anos (média = 2.9 anos). De acordo com o Sistema de Classificação Clínica (CCS), 44 (16.7%) dos doentes pertenciam à classe III e 220 (83.3%) à classe IV. Os índices médios de Intervenção Terapêutica (TISS) e do Risco Pediátrico de Mortalidade (PRISM), no primeiro dia, foram respectivamente de 29.5 (min. = 9; max. = 75) e de 13.6 (min. = 0; max. = 50) pontos. A insuficiência respiratória constituiu o principal motivo de ventilação e a modalidade preferida foi a pressão controlada, utilizada em 201 doentes — 76.1%. A duração média da ventilação foi de 123.7 horas (min. = 30 minutos; max. = 9624 horas). A taxa de ocupação dos ventiladores nos anos de 1991, 1992 e 1993, foi respectivamente de 47.8%, 36.4% e de 53.2%. Registaram-se complicações relacionadas com a ventilação em 52 crianças (19.7%)...

Mortalidade numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos

Estrada, J; Vale, MC; Marques, A; Ventura, L; Santos, M; Vasconcelos, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2001 POR
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146.34%
Artigos descrevendo o movimento assistencial de Unidades de Cuidados Intensivos Pediátricos e analisando as respectivas mortalidades não são muito comuns. Este estudo retrospectivo tem como objectivo avaliar e analisar o movimento assistencial e a mortalidade da Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos (UCIP) do Hospital Dona Estefania (HDE) num período de 6 anos (0.4.04.91 e 03.04.97). Neste período houve 2987 internamentos na UCIP e foram registados 200 (6.70%) óbitos, os quais corresponderam a 40.48% dos 494 6bitos verificados no HDE. A análise estatística mostrou diferenças significativas, entre sobreviventes e falecidos, relativamente aos seguintes parâmetros: índice de gravidade (4.65 vs 21.42); probabilidade de morte (3,69% vs 39.97%); grau de intervenção terapêutica (14.70 vs 34.80); idade média (4.11 vs 3.33 anos), demora média (2.70 vs 8.86 dias); incidência de doença crónica (44.73 vs 62.79%); reinternamentos(2.20 vs 16.28%) e proveniencia - Serviço de Urgência / Outros Hospitais - (51.95 vs 25.58 / 18.87 vs 39.53%). Existia doença crónica em 108 (62.79%) dos falecidos (ligeira em 27.78% e significativa em 72.22%), salientando-se a cardíaca (27.78%), a do SNC (13.89%), e a relacionada com patologia do período neonatal (10.19%). A causa final de morte relacionou-se predominantemente com patologia infecciosa (40.70%)...

Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos: Um Lugar onde os Profissionais de Saúde Aprendem

Bártolo, E
Fonte: Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa Publicador: Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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156.45%
O texto foi elaborado a partir das principais conclusões de um estudo etnográfico realizado numa unidade de cuidados intensivos pediátricos; teve como objectivo caracterizar percursos e processos formativos de enfermeiros e médicos e, paralelamente, desenvolver a função formativa do contexto de trabalho, numa articulação estreita entre a prática clínica e a prática formativa. Centrou‑se na vivência dos próprios actores, nas suas características e interacções, nas estratégias de aprendizagem e no modo como desenvolvem a sua formação. Partimos do pressuposto de que estes profissionais de saúde são portadores de saberes que adquiriram no contexto de trabalho, através da experiência, da reflexão sobre a prática, das aprendizagens informais e não formais. Desenvolvemos a pesquisa em torno da questão central: Como se formam enfermeiros e médicos numa unidade de cuidados intensivos pediátricos? Por outras palavras, como é que enfermeiros e médicos aprendem cuidados intensivos pediátricos? Na tentativa de dar resposta a esta questão, apresentam‑se os percursos e processos de formação do aprender fazendo destes profissionais de saúde.

Reanimação Cardio-Respiratória numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos- Casuística de 24 Meses

Vale, MC; Macedo, A; Marques, A; Barata, D; Fernandes, I; Estrada, J; Ramos, J; Ventura, L; Santos, M; Valente, R; Vasconcelos, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1995 POR
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146.27%
Os autores analisam um grupo de doentes submetidos a reanimação cardio-respiratória, numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos, num período de dois anos. Todos os doentes reanimados pertenciam às classes CCS III e IV. Sobreviveram 22.7% dos reanimados, dois dos quais com graves sequelas neurológicas. Não houve sobrevivência nos doentes com reanimações superiores a 30 minutos e a maior percentagem de sobrevivência verificou-se nos casos de paragem respiratória primária. Verificaram-se diferenças significativas entre o PRISM médio de admissão dos doentes que necessitaram de reanimação e dos não reanimados. Considera-se que a elevada mortalidade verificada (77.3%) se deve ao facto da paragem cardio-respiratória na criança ser, regra geral, o acidente terminal de outras situações patológicas coexistentes.

Ventilação Mecânica numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos

Santos, M; Macedo, A; Vale, MC; Marques, A; Fernandes, I; Estrada, J; Ramos, J; Ventura, L; Valente, R; Barata, D; Vasconcelos, C
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1995 POR
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146.3%
Os autores fazem a análise dos doentes submetidos a ventilação mecânica na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos do Hospital de Dona Estefânia, num período de 33 meses, desde a sua abertura em Abril de 1991 até ao final de Dezembro de 1993. Neste período foram internadas na Unidade 1513 crianças, das quais 264 (17.4%) foram ventiladas. A idade dos doentes ventilados variou entre os 28 dias e os 15 anos (média = 2.9 anos). De acordo com o Sistema de Classificação Clínica (CCS), 44 (16.7%) dos doentes pertenciam à classe III e 220 (83.3%) à classe IV. Os índices médios de Intervenção Terapêutica (TISS) e do Risco Pediátrico de Mortalidade (PRISM), no primeiro dia, foram respectivamente de 29.5 (min. = 9; max. = 75) e de 13.6 (min. = 0; max. = 50) pontos. A insuficiência respiratória constituiu o principal motivo de ventilação e a modalidade preferida foi a pressão controlada, utilizada em 201 doentes — 76.1%. A duração média da ventilação foi de 123.7 horas (min. = 30 minutos; max. = 9624 horas). A taxa de ocupação dos ventiladores nos anos de 1991, 1992 e 1993, foi respectivamente de 47.8%, 36.4% e de 53.2%. Registaram-se complicações relacionadas com a ventilação em 52 crianças (19.7%)...

Nível de ruídos em uma unidade de cuidados intensivos pediátricos

Carvalho,Werther B.; Pedreira,Mavilde L. G.; Aguiar,Maria Augusta L. de
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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146.41%
OBJETIVO: Verificar o nível de ruídos em uma unidade de cuidados intensivos pediátricos. MÉTODOS: Estudo observacional e prospectivo realizado em uma unidade de cuidados intensivos pediátricos de 10 leitos de um hospital universitário da cidade de São Paulo, Brasil. Os níveis de ruídos foram medidos por meio de equipamento instalado no corredor de acesso à unidade de cuidados intensivos pediátricos, posto de enfermagem, duas salas com três e cinco leitos, bem como nas unidades de isolamento. O equipamento utilizado foi calibrado para registrar a pressão do som em dBA, durante 24 horas, por 6 dias. Os dados foram analisados de acordo com as curvas gráficas registradas pelo equipamento. RESULTADOS: Foi identificado um nível basal de ruídos de 60 a 70 dBA, com pico de 120 dBA. Os níveis mais elevados foram identificados no período diurno, decorrentes da atividade e comunicação dos profissionais. CONCLUSÃO: Os níveis de ruídos identificados excederam as recomendações do International Noise Council, da Organização Mundial da Saúde. A educação sobre os efeitos prejudiciais de ruídos na audição humana e sua relação com o estresse constituem as bases para a implementação de programas de redução de ruídos.

Utilização de cateteres venosos centrais numa unidade de cuidados intensivos pediátricos; Percutaneous central venous line in a pediatric intensive care unit

Cardoso, B; Almeida, HI; França, I; Casella, P; Machado, MC
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 POR
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156.25%
A colocação de cateteres venosos centrais (CVC) em crianças é uma técnica com riscos consideráveis pelo que a sua indicação deve ser criteriosa e executada por profissionais experientes. Objectivos: 1) Estudar a incidência de complicações dos CVC e relacioná-las com factores de risco. 2) Auditar o protocolo em vigor desde 1998 na Unidade de Cuidados Intensivos do Departamento de Pediatria do HFF. Doentes e métodos: Durante 3 anos foram colocados 121 CVC em 88 crianças com uma duração total de cateterismo de 1198 dias; idade média de 39-95m, PRISM médio de 31.30 (25%) estavam ventilados e 23 (19%) tinham patologia cirúrgica. Os CVC foram colocados segundo a técnica de Seldinger, mais frequentemente nas subclávias; as crianças foram sedadas com midazolam e ketamina durante o procedimento. As complicações foram classificadas em imediatas ou tardias e estas últimas em infecciosas e não infecciosas. As complicações infecciosas foram classificadas segundo critérios do “ International Sepsis Forum” de Fevereiro de 2001. Para análise estatística foi utilizado o teste do Chi-quadrado. Resultados: 93 (76,8%) cateteres foram colocados nas veias subclávias, 15 (12,4%) nas femorais e 12 (9,9%) nas jugulares internas. 72 (59...

Doença Meningocócica Invasiva: Aplicação do Base Excess and Platelets Score numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos Portuguesa; Invasive Meningococcal Disease: Application of Base Excess and Platelets Score in a Portuguese Paediatric Intensive Care Unit

Martins, Luis; Serviço de Cuidados Intensivos Pediátricos. Hospital Pediátrico. Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra. Coimbra. Portugal.; Mação, Patrícia; Serviço de Cuidados Intensivos Pediátricos. Hospital Pediátrico. Centro Hospitalar
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 30/06/2015 POR; ENG
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156.34%
Introdução: A infeção meningocócica tem uma elevada mortalidade e morbilidade. Recentemente foi desenvolvido um score de prognóstico para a doença meningocócica invasiva em idade pediátrica, baseado na contagem plaquetar e no excesso de base - o Base Excess and Platelets Score. O objetivo principal desde estudo foi avaliar a precisão prognóstica do Base Excess and Platelets Score em doentes admitidos em cuidados intensivos pediátricos por doença meningocócica invasiva.Material e Métodos: Estudo observacional, com colheita de dados retrospetiva, que incluiu um período de 13,5 anos (01/2000 a 06/2013). Foram analisados: mortalidade por doença meningocócica invasiva e fatores associados (disfunção de órgão e falência multi-órgão). Foi calculado o Base Excess and Platelets Score de forma retrospetiva, para avaliar a sua precisão na predição da mortalidade e foi comparado com o Paediatric Risk of Mortality e Paediatric Index of Mortality2.Resultados: Foram admitidas 76 crianças com doença meningocócica invasiva. O tipo de disfunção mais frequente foi a cardiovascular (92%), seguida da hematológica (55%). Cumpriram critérios de falência multi-órgão 47 doentes (62%). A mortalidade global foi de 16%. A disfunção neurológica e a renal foram as que apresentaram uma maior associação com a mortalidade...

Mortalidade numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos

Estrada, J.; Vale, M. C.; Marques, A.; Ventura, L.; Santos, M.; Vasconcelos, C.
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2014 PT
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146.34%
Artigos descrevendo o movimento assistencial de Unidades de Cuidados Intensivos Pediátricos e analisando as respectivas mortalidades não são muito comuns. Este estudo retrospectivo tem como objectivo avaliar e analisar o movimento assistencial e a mortalidade da Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos (UCIP) do Hospital Dona Estefânia (HDE) num período de 6 anos (0.4.04.91 e 03.04.97).Neste período houve 2987 internamentos na UCIP e foram registados 200 (6.70%) óbitos, os quais corresponderam a 40.48% dos 494 óbitos verificados no HDE.A análise estatística mostrou diferenças significativas, entre sobreviventes e falecidos, relativamente aos seguintes parâmetros: índice de gravidade (4.65 vs 21.42); probabilidade de morte (3,69% vs 39.97%); grau de intervenção terapêutica (14.70 vs 34.80); idade média (4.11 vs 3.33 anos), demora média (2.70 vs 8.86 dias); incidência de doença crónica (44.73 vs 62.79%); reinternamentos (2.20 vs 16.28%) e proveniência - Serviço de Urgência / Outros Hospitais - (51.95 vs 25.58 / 18.87 vs 39.53%). Existia doença crónica em 108 (62.79%) dos falecidos (ligeira em 27.78% e significativa em 72.22%), salientando-se a cardíaca (27.78%), a do SNC (13.89%), e a relacionada com patologia do período neonatal (10.19%). A causa final de morte relacionou-se predominantemente com patologia infecciosa (40.70%)...

Internamento de Doentes Oncológicos na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos

Cardoso, L.; Farinha, N. J.; Cunha, F.; Gil-da-Costa, M. J.; Almeida, F.; Carreiro, E.; Ribeiro, A.; Carvalho, J.; Aparício, J.; Mota, T. C.; Norton, L.; Santos, L. Almeida
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2014 PT
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146.37%
O prognóstico da doença oncológica tem vindo a melhorar significativamente nas últimas décadas. A quimioterapia intensiva actual, a evolução da radioterapia, das técnicas cirúrgicas, dos cuidados per-operatórios e dos cuidados gerais de saúde contribuiram enormemente para esta melhoria. No entanto, aumentou a toxicidade dos tratamentos, condicionando uma maior morbilidade e aumento da necessidade de recurso à hospitalização nas Unidades de Cuidados Intensivos.Com o objectivo de melhorar o apoio futuro ao doente oncológico, efectuámos no presente trabalho a revisão das indicações de internamento em cuidados intensivos, as intercorrências e a evolução dos doentes.Foi realizada uma revisão retrospectiva dos processos referentes aos 89 internamentos de crianças com doença oncológica, admitidas na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos do H. S. João, de 01 de Junho de 1994 a 31 de Maio de 1999. Os internamentos corresponderam à admissão de 63 doentes oncológicos, 15 dos quais eiMiveram internados duas ou mais vezes. A doença oncológica de base foi tumor do sistema nervoso central em 30 doentes, leucemia em 22, neuroblastoma em 17, linfoma de Burkitt em 6, síndrome mielodisplásico em 3 e outros tumores sólidos em 11. Os principais motivos de hospitalização foram: pós-operatório em 45 casos (23 dos quais pós-neurocirurgia)...

Avaliação das Características da População de uma Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos (1995-2000)

Cunha, F.; Mota, T. C.; Pinto, A. Teixeira; Aparício, J.; Ribeiro, A.; Carvalho, J.; Carreiro, E.; Almeida, F.; Santos, L. Almeida
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 19/09/2014 PT
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146.29%
A preocupação da sociedade com o direito de utilização e acesso a cuidados de saúde com qualidade torna a avaliação da «qualidade» num aspecto com crescente importância nos sistemas de saúde.O presente estudo pretendeu avaliar as características da população assistida na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos do H. S. João (UCIP) durante um período de seis anos (1995-2000), bem como as taxas de mortalidade e de eficiência, de modo a permitir uma redefinição dos critérios de admissão e avaliação da qualidade dos serviços prestados. Foi efectuada a revisão das folhas de registo da pontuação do «Pediatric Risk of Mortality» (PRISM), utilizadas regularmente na UCIP.Do total de 1011 doentes avaliados verificaram-se 143 óbitos, correspondendo a uma taxa de mortalidade real, global, de 14,1%.A taxa de mortalidade prevista, a partir das probabilidades de morte individuais, foi de 15,6%. A taxa de mortalidade padronizada (TMP) foi de 0,905. A taxa de eficiência na admissão foi superior a 76,3%.A capacidade discriminativa do PRISM na nossa população, medida pela «Receiver Operating Characteristic», mostrou uma área sob a curva de 0,92 para a totalidade dos doentes avaliados, o que revela uma boa adaptação à nossa população...

Reanimação Cardio-Respiratória numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos Casuística de 24 meses

Vale, M. C.; Macedo, A.; Marques, A.; Barata, D.; Fernandes, I.; Estrada, J.; Ramos, J.; Ventura, L.; Santos, M.; Valente, R.; Vasconcelos, C.
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2014 PT
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146.26%
Os autores analisam um grupo de doentes submetidos a reanimação cardio-respiratória, numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos, num períodode dois anos.Todos os doentes reanimados pertenciam às classes CCS III e IV.Sobreviveram 22.7% dos reanimados, dois dos quais com graves sequelas neurológicas.Não houve sobrevivência nos doentes com reanimações superiores a 30 minutos e a maior percentagem de sobrevivência verificou-se nos casos deparagem respiratória primária.Verificaram-se diferenças significativas entre o PRISM médio de admissão dos doentes que necessitaram de reanimação e dos não reanimados.Considera-se que a elevada mortalidade verificada (77.3%) se deve ao facto da paragem cardio-respiratória na criança ser, regra geral, o acidenteterminal de outras situações patológicas coexistentes.

Ventilação Mecânica numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos

M., Santos; A., Macedo; M. C., Vale; A., Marques; I., Fernandes; J., Estrada; J., Ramos; L., Ventura; R., Valente; D., Barata; C., Vasconcelos
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2014 PT
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166.32%
Os autores fazem a análise dos doentes submetidos a ventilação mecânica na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos do Hospital de Dona Estefânia, num período de 33 meses, desde a sua abertura em Abril de 1991 até ao final de Dezembro de 1993.Neste período foram internadas na Unidade 1513 crianças, das quais 264 (17.4%) foram ventiladas.A idade dos doentes ventilados variou entre os 28 dias e os 15 anos (média = 2.9 anos).De acordo com o Sistema de Classificação Clínica (CCS), 44 (16.7%) dos doentes pertenciam à classe III e 220 (83.3%) à classe IV. Os índices médios de Intervenção Terapêutica (TISS) e do Risco Pediátrico de Mortalidade (PRISM), no primeiro dia, foram respectivamente de 29.5 (min. = 9; max. = 75) e de 13.6 (min. = 0; max. = 50) pontos.A insuficiência respiratória constituiu o principal motivo de ventilação e a modalidade preferida foi a pressão controlada, utilizada em 201 doentes — 76.1%.A duração média da ventilação foi de 123.7 horas (min. = 30 minutos; max. = 9624 horas).A taxa de ocupação dos ventiladores nos anos de 1991, 1992 e 1993, foi respectivamente de 47.8%, 36.4% e de 53.2%.Registaram-se complicações relacionadas com a ventilação em 52 crianças (19.7%), sendo a atelectasia a mais frequentemente observada.A mortalidade foi de 31.1%...

Satisfação dos pais com os cuidados de enfermagem. Aplicação da escala de apoio dos enfermeiros aos pais na Unidade de Cuidados Intensivos e Especiais Neonatais e Pediátricos, HFF

Sousa, M
Fonte: Enfermeiros Neonatologia Área de Lisboa Publicador: Enfermeiros Neonatologia Área de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2015 POR
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Atualmente, a percepção do cliente sobre os serviços de saúde é um factor motivador que afecta as decisões tomadas com vista à melhoria dos cuidados, havendo um foco nos cuidados centrados no cliente e na medição de resultados. Compreender a satisfação da criança e / ou família com os cuidados prestados é parte vital dos cuidados de enfermagem ao facilitar o desenvolvimento de estratégias na procura da excelência e da melhoria da qualidade (Latour, 2007), permitindo criar um ambiente colaborativo na unidade (Latour et al, 2009). A aplicação de escalas, validadas e fiáveis, podem contribuir para a aceitação da satisfação parental como um indicador de qualidade (Latour et al, 2009), essencial para a prestação de cuidados centrados na família. Compreendendo a importância da avaliação da satisfação parental com os cuidados de enfermagem, identificámos a necessidade de um instrumento específico ao contexto e sensível aos cuidados de enfermagem prestados na Unidade de Cuidados Intensivos e Especiais Neonatais e Pediátricos (UCIENP). Os estudos realizados sobre a satisfação dos pais nas UCIN’s relacionam a satisfação parental com a relação estabelecida com os enfermeiros e o apoio recebido...

Grande queimado numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos: experiência de 20 anos

Francisco,Telma; Nóbrega,Sara; Valente,Rosalina; Santos,Margarida; Pereira,Gabriela; Estrada,João; Serafim,Zínia; Ventura,Lurdes
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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Introdução: A abordagem inicial do grande queimado até à sua estabilização hemodinâmica e hidroeletrolítica é fundamental para diminuir a morbimortalidade. Material e Métodos: Estudo retrospetivo, descritivo e analítico, de todos os internamentos por queimadura numa Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos durante o período de 20 anos (Abril/1991 a Dezembro/2010). Avaliaram-se parâmetros nosodemográficos, agente causal, gravidade e extensão da queimadura, procedimentos, terapêutica, complicações e resultados. Resultados: Ocorreram 137 internamentos por queimadura correspondentes a 123 doentes e a 1,8% do total de internamentos na UCIP. A mediana de idade foi 3,6 anos e 62,4% era do sexo masculino. Verificou-se maior incidência em Agosto (13,0%). Foram agentes da queimadura: líquido fervente (38,1%), fogo (38,1%) e eletricidade (23,9%). A mediana da superfície corporal queimada foi de 30% (0,5-92,0%), com queimaduras do terceiro grau em 59,0% dos doentes. Necessitaram de ventilação mecânica 45,5% e de cateter venoso central 64,2% dos doentes. As complicações incluíram: sépsis (29,2%), falência respiratória (21,1%), falência cardiovascular (16,5%) e falência multiorgânica (18,8%). Verificou-se melhoria em 88...