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A União Europeia após a queda do muro de Berlim

Vila Maior, Paulo
Fonte: Edições Universidade Fernando Pessoa Publicador: Edições Universidade Fernando Pessoa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 POR
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O artigo explora os efeitos endógenos e exógenos da queda do muro de berlim no processo de integração europeia: os desenvolvimentos na união europeia (ue) foram determinados por aquele acontecimento? e, em consequência, a ue projectou-se no exterior? O artigo identifica, nas conclusões, a esquizofrenia do processo de integração europeia: a ue é um gigante económico e um anão político. A ue não conseguiu assumir protagonismo no teatro das relações internacionais. todavia, esse diagnóstico não traduz um insucesso do processo de integração europeia. The article explores endogenous and exogenous effects of the berlin wall collapse on european integration. Did the fall of the berlin wall influenced european union (eu) developments? Did, henceforth, the eu played a role at the international level? the schizophrenia of european integration is emphasised, i.e., the eu as an economic giant and a political dwarf. Whether this is instructive of failure of the european project, notably for the absent international role of the eu, is the issue addressed in the conclusion.

Os interesses de Portugal no contexto das relações União Europeia – Mercosul

Pinto, Messias de Sá
Fonte: Edições Universidade Fernando Pessoa. CELA - Centro de Estudos Latino-Americanos Publicador: Edições Universidade Fernando Pessoa. CELA - Centro de Estudos Latino-Americanos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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Antes de ser Estado-membro da União Europeia (UE) Portugal não tinha relações comerciais nem investimentos significativos nos países da América Latina. Com a adesão de Portugal e Espanha, as relações entre a UE e o Mercosul tornaram-se mais fortes. Em 1995 foram iniciadas negociações entre a UE e o Mercosul com vista à criação de uma área de comércio livre entre os dois blocos. O Mercosul tinha passado a constituir uma zona de interesse estratégico tanto para a UE como para Portugal. Para a UE, o Mercosul representa um dos seus maiores mercados de exportação e o destino de investimentos significativos. Um acordo com o Mercosul seria determinante para o aumento da influência política e económica da UE naquela região e mostraria o interesse da UE em manter os seus fluxos de comércio e de investimento. O mesmo acordo garantiria os investimentos portugueses no Brasil e na Argentina e permitiria novos fluxos de comércio e de investimentos nos referidos países. Portugal had few flows of trade and investment with Latin-america counties before belonging to the European Union (EU). After the adhesion of Portugal and Spain to the EU, the economic relations between EU and Mercosul became stronger. In 1995...

A União Europeia e a segurança humana : um actor de gestão de crises em busca de uma cultura estratégica? : análise e considerações prospectivas

Xavier, Ana Isabel Marques
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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A partir de meados do século XX registou-se uma profunda mudança no modo como a segurança é estudada na literatura académica e como é conceptualizada e projectada pela cultura estratégica e praxis dos Estados. Nesse sentido, tem-se vindo a assumir a necessária interdependência entre a segurança Estatal e a segurança dos indivíduos e comunidades, para uma resposta eficaz perante as novas ameaças transnacionais. Um dos conceitos dos estudos críticos de segurança que se tem vindo a associar a esta abordagem é o de Segurança Humana (SH). A ausência de consenso na sua definição permite apenas identificar alguns elementos complementares centrados no indivíduo e na comunidade, deixando em aberto algumas críticas em relação à sua operacionalidade e inclusão na política externa dos Estados ou acção das Organizações Internacionais. Ora, uma das dimensões que esta dissertação pretende questionar é se o paradigma da Segurança Humana pode ser orientado para o desenvolvimento de uma cultura estratégica da União Europeia (UE) no domínio das missões de gestão de crises. Por outras palavras, esta reflexão questiona se a UE pode reforçar o seu estatuto de actor de gestão de crises internacionais, baseado num novo tipo de cultura estratégica alicerçada na SH. Deste modo...

Barreiras comerciais sobre os produtos agroindustriais brasileiros na União Européia. ; European Union trade barriers on brazilian agricultural products.

Freitas, Rogerio Edivaldo de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/07/2004 PT
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Esta tese realizou-se com o intuito de melhor conhecer a proteção tarifária agrícola da União Européia (UE) e sua eventual associação com a Política Agrícola Comum (PAC). A hipótese implícita nesse trabalho é a de que há uma discriminação tarifária na pauta agrícola da UE; discriminação essa que estaria associada à estrutura da PAC. Nesses termos, o trabalho teve três objetivos complementares. Em primeiro lugar, buscou-se medir a magnitude das tarifas praticadas pela União Européia sobre os produtos agrícolas exportados pelo Brasil. Como segundo ponto, procurou-se identificar a existência de discriminação tarifária entre os grupos de produtos agrícolas presentes na pauta de tarifas do bloco europeu. E, por fim, avaliou-se a eventual existência de simultaneidade entre a proteção tarifária e as políticas domésticas de suporte à agricultura comunitária. A teoria visitada e os trabalhos já realizados com tal pano de fundo sugeriram que há grupos de produtos particularmente protegidos pelas tarifas agrícolas do bloco europeu. Esses mesmos trabalhos também apontaram para o caráter de permanência das políticas de apoio à agricultura da União Européia, mesmo após as reformas da PAC em 1992 e 2000. Tais políticas não são homogêneas; antes disso...

A influência da política agrícola comum na posição da União Européia nas negociações agrícolas do sistema multilateral de comércio GATT/OMC : análise comparada das rodadas Uruguai e Doha

Canesin, Carlos Henrique
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (Mestrado)-Universidade de Brasília, Instituto de Relações Internacionais, 2009.; O presente trabalho tem como objetivo determinar como opera a influência das diretrizes da Política Agrícola Comum (PAC) da Comunidade Econômica Européia (CEE) / União Européia (UE), com especial atenção para seus processos de reforma, sobre o processo de formação da posição negociadora da comunidade para as negociações multilaterais de comércio no âmbito do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) e da Organização Mundial do Comércio (OMC). Para a compreensão deste processo, estudaremos também como o sistema multilateral influencia a dinâmica da PAC, retroalimentando o processo. Os casos selecionados são os da formação e alterações da posição negociadora da CEE/UE durante as negociações da Rodada Uruguai do GATT e da Rodada Doha (das Ministeriais de Seattle até Hong Kong) da OMC. Nos ocupamos aqui apenas brevemente dos demais condicionantes para o comportamento da UE na mesa de negociações do GATT/OMC e atenção minoritária será dispensada aos demais atores participantes, não nos detendo sob problemas de formação de alianças nem nas dinâmicas alheias à CEE/UE nas negociações multilaterais. O foco desta pesquisa é explicar como a agenda de uma política intra-comunitária setorial como a PAC tem efeitos sobre a posição da UE no sistema internacional. A hipótese levantada é fruto de implicações teóricas e parcialmente derivada de uma análise contrafactual de que substanciais movimentações políticas...

Futuro da União Europeia: Organização Económica e Política no Contexto dos Desafios Pós-Euro

Alves, Rui Henrique Ribeiro Rodrigues
Fonte: Faculdade de Economia da Universidade do Porto; FEP Publicador: Faculdade de Economia da Universidade do Porto; FEP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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The existence of an important disequilibrium between the two faces economic and political of the process of European integration is the departing point of this thesis. By associating such disequilibrium with the major present deficits in the EU of competitiveness, growth and employment; of political weight; of participation and democratic legitimacy; of capacity for decision and action and the present model of political, institutional and economic organisation, we argue for a profound change in such model. In this context, we analyse several models that have been suggested for the case of the EU in the last years. A cost-benefit analysis is thus carried and based on the capacity of these models to deal with two essential binomials unity/diversity and flexibility/compromise. By adding several elements from the European history and the success shown by federal models in societies with large diversity, we argue for an evolution of the EU towards a highly decentralised Federation of Nation-States . This Federation should be based on a true Constitution whose characteristics we describe, together with those of a federal organisation. We also note that the evolution towards this model should be accompanied with important changes at the economic level. By comparing the theory of fiscal federalism with the current situation in terms of the definition and implementation of national fiscal policies and of the composition and use of the European budget...

A dimensão política da segurança para o ciberespaço na União Europeia : a agenda digital, a estratégia de cibersegurança e a cooperação UE-OTAN

Fernandes, Aníbal Manuel da Costa
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 26/01/2015 POR
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Mestrado em Relações Internacionais.; A Cibersegurança é um conceito cada vez mais presente nas agendas dos mais variados atores e instituições ao nível político dos países da Comunidade Internacional e na disciplina de Relações Internacionais (RI). Na União Europeia (UE), a problemática dos assuntos relacionados com a segurança do quinto domínio de geoestratégia –o Ciberespaço– não é recente, datando de 2001. Essas preocupações surgiram como resultado do aparecimento de ações criminosas através da utilização de meios eletrónicos nos primórdios da Internet e da Web e foram devidamente sinalizadas pela INTERPOL. Com a implosão da União Soviética e países afins, o recrudescimento do crime organizado privilegiou o Cibercrime como modo de operações preferencial, devido ao anonimato e à dificuldade de atribuição e persecução criminal, –pela natureza insegura do Ciberespaço– e ao fácil retorno de investimento (ROI). O Conselho da Europa (CdE) é a primeira instituição política europeia que deteta a situação e trabalha arduamente no sentido de enquadrar o problema através da Convenção em 2001. A UE introduz a problemática da segurança na sua agenda política muito pelo aparecimento e aceitação dessa Convenção...

Segurança energética e mudanças climáticas na União Europeia

Romano,Giorgio
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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O estudo da economia política da energia é cada vez mais relevante para as Relações Internacionais em função do aumento da interdependência energética e da sua interação com os demais aspectos da agenda internacional, em particular as mudanças climáticas. Este trabalho pretende analisar os avanços e as dificuldades da política energética da União Europeia (UE). O objetivo é identificar os fatores que levaram a Comissão Europeia a articular, sobretudo a partir de 2005, um ativismo inédito na área de energia, apesar da inexistência de uma competência formal para o estabelecimento de uma política energética comum. Isso resultou em uma legislação europeia inovadora e ambiciosa, analisada e avaliada neste trabalho a partir de documentos oficiais, da literatura recente e de entrevistas qualitativas com cerca de vinte formuladores e analistas de política, realizadas em Bruxelas, em setembro de 2012. Ficou evidente que a discussão em torno da mudança climática alterou o olhar sobre a questão energética. O fato de a UE como um todo ser crescentemente deficitária no campo energético aumentou a relevância da questão da segurança e acabou também estimulando a busca de fontes alternativas, ao mesmo tempo em que condicionou suas relações externas...

Barreiras e regulamentos técnicos ao comércio dos biocombustíveis na União Européia

Gadret, Eduardo Trajano
Fonte: Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Publicador: Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Tipo: Trabalho apresentado em evento / Paper
POR
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8 f.; A promoção do uso dos biocombustíveis e o estabelecimento de um mercado global para esses produtos exigirão a superação de barreiras técnicas ao comércio derivadas de padrões, especificações, normas e regulamentos distintos nos mercados produtores e consumidores. É imperioso, portanto, acompanhar no plano internacional o delineamento das estratégias aplicadas para o fortalecimento das políticas públicas que promovam a expansão do uso energético das biomassas e dos biolíquidos por parte dos diferentes mercados nacionais. Neste sentido, a União Européia (UE) apresenta-se como mercado alvo chave a ser observado, na medida em que procura exercer um papel vanguardista no desenvolvimento técnico, de idéias e conceitos para a promoção do uso da energia proveniente de fontes renováveis, pela formulação de um plano de ação de longo prazo, cuja execução se concretizará por meio da aplicação de regulamentos técnicos com impactos sobre os biocombustíveis. Pretende-se então neste trabalho identificar as principais políticas regulatórias da UE, sobre cujas um entendimento a respeito da abordagem técnica regulatória será imprescindível para que não se configurem como barreiras técnicas desnecessárias ao comércio dos biocombustíveis brasileiros no mercado europeu.

Alerta exportador: um mecanismo de superação de barreiras técnicas e facilitação de comércio entre brasil – União Europeia

Corrêa, Rogério de Oliveira; Gadret, Eduardo Trajano; Pizetta, Diego Eugenio; Alves, Flávia Cristina Lima; Alves, Leonardo Pace; Bushatsky, Sulamita; Souza, Lígia Ferreira de; Cruz, Jorge Antonio da Paz
Fonte: Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia Publicador: Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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15 f. : il.; O objetivo deste artigo é ressaltar a importância do tema barreiras técnicas no comércio bilateral entre Brasil e a União Européia (UE), com foco nos instrumentos que o governo brasileiro tem disponibilizado para que as pequenas e médias empresas do Brasil possam acessar esse importante mercado, superando as dificuldades técnicas surgidas em regulamentos técnicos e procedimentos de avaliação da conformidade. Assim, serão apresentadas as atividades do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), o seu papel como Ponto Focal do Acordo de Barreiras Técnicas da Organização Mundial do Comércio (OMC), bem como as ferramentas e os serviços disponibilizados para que as empresas brasileiras superem barreiras técnicas às exportações, com especial ênfase no sistema Alerta Exportador. Finalmente, serão mencionados dentro do tema em questão alguns projetos especiais decorrentes da Cooperação Brasil-UE, visando a superar as dificuldades de acesso a mercado, intrínsecas aos regulamentos técnicos.

A afirmação militar da União Europeia : a arquitetura de gestão de crises e a capacidade de comando e controlo

Ferreira, José Alberto Martins
Fonte: FEUC Publicador: FEUC
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O Conselho Europeu de 19 e 20 de Dezembro de 2013 exortou os Estados Membros a aprofundarem a cooperação no domínio da defesa, aumentando a sua capacidade para conduzir missões e operações, salientando também a necessidade de melhorar as capacidades de resposta rápida da União Europeia (UE), através dos Battle Groups mais flexíveis e projetáveis. No âmbito da gestão de crises, a projeção rápida e eficaz dos meios civis e militares e a melhoria das capacidades de resposta rápida da UE depende do desenvolvimento da cooperação militar entre os estados membros e de uma maior institucionalização da sua dimensão militar, transferindo parte da sua soberania e legitimidade para o nível supranacional. A implementação de um Quartel General de nível militar estratégico permanente (Operational Headquarters) no Estado Maior da União Europeia dará à UE a coerência horizontal, entre a sua arquitetura institucional e os seus aparelhos burocráticos e, a criação de um Quartel General permanente de nível militar operacional (Force Headquarters) ou de vários, dependendo da vontade de cooperar dos 28 estados membros, a coerência vertical, com uma total integração entre ambos as estruturas de comando e controlo, dotadas de pessoal qualificado e disponível para planear...

A afirmação do Mercosul como competidor da União Europeia

Cavaleiro, António
Fonte: IESM Publicador: IESM
Tipo: Outros
Publicado em //2013 POR
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A presente investigação desenvolve-se pelo método hipotético-dedutivo, partindo da necessidade de verificar como acontece a afirmação internacional do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), sustentado no desempenho do Brasil, avaliando a capacidade deste Bloco económico para competir, no sistema internacional, com a União Europeia (UE), principalmente no domínio comercial e económico. Neste sentido, iniciaremos com o enquadramento desta integração regional do Cone Sul no âmbito da globalização, analisando a sua evolução, fortalecimento e alargamento ao longo dos tempos, identificando as condicionantes políticas, económicas e sociais que afetam o atingir de objetivos e a afirmação do MERCOSUL no contexto internacional, efetuando, ainda, comparações com a UE, relativamente à importância comercial e económica de cada um destes Blocos e inerente complementaridade. De seguida, perante a força motriz brasileira impulsionadora do MERCOSUL, identificaram-se os interesses do Brasil na integração regional da América do Sul, verificando-se que estes mecanismos permitem alcançar objetivos de crescimento e desenvolvimento. Evidenciaram-se as necessidades brasileiras de controlo e segurança do Atlântico Sul, de garantir a autonomia regional na gestão de crises e concretizar aspirações de afirmação e influência internacional. Posteriormente...

As implicações da Primavera Árabe na segurança e defesa da União Europeia

Loureiro, Nuno
Fonte: IESM Publicador: IESM
Tipo: Outros
Publicado em //2012 POR
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Em Dezembro de 2010, o vendedor ambulante tunisino, Mohamed Bouazizi, imolou-se pelo fogo em protesto, desencadeando o que ficou conhecido como a Primavera Árabe (PA). O presente trabalho reveste-se de uma importância fundamental, permitindo compreender melhor a PA, analisar as suas implicações na Política Europeia de Vizinhança (PEV) e perspetivar as suas consequências para a União Europeia (UE). Pretendemos assim, avaliar o impacte que a PA, terá no desenvolvimento da PEV, instrumento integrante da Ação Externa da União Europeia (AEUE) e enquadrado na Estratégia Europeia em Matéria de Segurança (EEMS). Para tal, como metodologia que orienta toda a investigação, seguimos a abordagem proposta por Quivy & Campenhoudt (2008), recorrendo essencialmente a fontes oficiais da União Europeia e a trabalhos e estudos científicos publicados por diversos autores de referência que abordam a temática em questão, procurando diferentes perspetivas de análise. Assim concluímos que: (i) o conceito de segurança subjacente à EEMS, é mais abrangente que o conceito tradicional, aliando a aplicação do instrumento militar aos outros instrumentos de poder como o diplomático, o político e o económico; (ii) a PEV atua ao nível político...

A participação dos stakeholders em processos de decisão da União Europeia – o caso da Estratégia da União Europeia para a cibersegurança

Matos, Pedro Carvalhais de Abreu
Fonte: Universidade Nova de Lisboa Publicador: Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /04/2015 POR
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A incompreensão sobre como funcionam os processos que conduzem às decisões na União Europeia (UE) e que representam hoje, principalmente, uma panóplia legislativa com impacto significativo no dia-a-dia dos cidadãos, das empresas e dos governos, é reconhecida pela própria Comissão Europeia a par duma existente desconfiança das pessoas na política, e o seu consequente distanciamento entre elas e as instituições. Para esta situação muito contribui o complexo xadrez de instituições da UE (Comissão Europeia, Parlamento Europeu, Conselho Europeu, Conselho da União Europeia, Tribunal de Justiça da União Europeia, Banco Central Europeu, Comité das Regiões, agências da União Europeia, etc.) com fronteiras pouco claras entre si no que respeita às áreas de intervenção, responsabilidades e competências, assim como a forma como são nomeados e/ou eleitos os seus representantes. Todas estas dúvidas por parte dos cidadãos acentuam não só um legítimo desconhecimento pelos mecanismos de decisão, pois variam de instituição para instituição e a informação e regras de funcionamento encontram-se dispersas por vários documentos, bem como enraízam uma desconfiança sobre os verdadeiros interesses nas decisões tomadas e...

EU NAVFOR Atalanta: o compromisso da União Europeia com a Segurança Global; European Union's Commitment towards Global Security

Silveira, João Almeida
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2015 POR
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Trabalho de projeto de mestrado em Políticas Comunitárias e Cooperação Territorial; A crescente complexificação do ambiente securitário mundial em concomitância com graves restrições orçamentais no seio dos Estados-Membros da União Europeia (UE), tornam imperativo um reforço da coordenação e cooperação europeias. Proteger os interesses e valores comunitários, assim como o bem-estar das populações europeias requer uma abordagem comum aos problemas securitários e capacidade de ação a nível global. Neste sentido é de crucial importância percebermos os desenvolvimentos e racional da Política Comum de Segurança e Defesa, bem como as estratégias adotadas pela UE, conducentes à proteção dos Estados-Membros perante as ameaças à sua segurança coletiva, por forma a percebermos o papel securitário comunitário e introduzirmos melhorias na sua ação. A partir de uma abordagem histórica, focalizada primordialmente nos desenvolvimentos militares do complexo securitário que afetam a UE, nas relações interestaduais entre os Estados-Membros, assim como na operação naval anti pirataria na Somália, EUNAVFOR Atalanta, analisamos o papel e contributo da UE para a segurança global. Verificamos que a evolução progressiva institucional...

A política agrícola comum (PAC) e o comércio internacional - estudo econométrico do efeito da PAC sobre as exportações agrícolas portuguesas para a União Europeia (1975-2012)

Vareta, Maria Leonor Salvador Cunha
Fonte: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto Publicador: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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Dissertação apresentada ao Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto para obtenção do Grau de Mestre em Empreendedorismo e Internacionalização Orientadora: Professora Doutora Maria Clara Ribeiro Coorientadora: Mestre Maria Luísa Verdelho Alves; A presente dissertação centra-se na temática da Política Agrícola Comum (PAC) e na sua influência sobre as exportações portuguesas de bens agrícolas com destino à União Europeia. Com a implementação da Política Agrícola Comum em Portugal, a agricultura passou a regular-se pelas regras e disciplinas aí estabelecidas, ficando a sua evolução condicionada à evolução da própria PAC. Assim, pretende-se numa primeira fase compreender a evolução da PAC, contextualizando as decisões tomadas, no quadro do próprio processo de integração e de alargamento da União Europeia (UE) e no âmbito do comércio internacional. Partindo de um estudo econométrico procura-se, em seguida, captar o efeito das modificações da envolvente económico-legal, designadamente das políticas e das medidas implementadas pela UE no âmbito da PAC, na evolução das exportações portuguesas de bens agrícolas com destino à UE, no período entre 1975 e 2012. Os resultados da investigação evidenciam uma relação significativa entre a evolução das exportações...

Aspectos regionais do comércio de bens entre o Brasil e a União Europeia; Texto para Discussão (TD) 705: Aspectos regionais do comércio de bens entre o Brasil e a União Europeia; Regional aspects of goods trade between Brazil and the European Union

Mendes, Constantino Cronemberger
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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As considerações sobre as especificidades do comércio externo nacional com a União Europeia (UE) não são tão óbvias quanto parece, e não é trivial a análise dos diversos padrões comerciais relacionados aos diversos comportamentos setoriais e regionais envolvidos. Não é por acaso, portanto, que a maioria das diversas análises sobre o comércio externo brasileiro é macroeconômica, no máximo setorial. Este estudo, porém, procura enfatizar as diferentes naturezas comerciais associadas a contextos específicos: setoriais e ou regionais/estaduais. A análise sobre as participações setoriais/estaduais (em nível nacional) no comércio total brasileiro com o bloco europeu conduzem a uma concentração comercial relativa nas regiões Sul e, particularmente, Sudeste. Entretanto, nas demais regiões do país, vários estados surgem com um comércio externo representativo, com níveis semelhantes ou maiores de participação que os estados daquelas regiões. Porém, mesmo nos estados com baixa participação no contexto nacional do comércio com a Europa, é possível identificar a importância do bloco europeu no contexto comercial local (regional ou estadual), o que afeta, consequentemente, sua estrutura produtiva. Em suma...

Ideias e interesses na política comercial brasileira : efeitos sobre as negociações entre o Mercosul e a União Europeia; Ideas and interests in brazilian trade policy : effects on the negociations between Mercosur and The European Union

Oliveira, Ivan Tiago Machado
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Boletim de Economia e Política Internacional - Artigos
PT-BR
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Este artigo busca analisar a economia política da política comercial no Brasil, dando enfoque a suas implicações para as negociações comerciais entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a União Europeia (UE). Assim, examinam-se continuidades e mudanças na relação entre interesses e preferências setoriais e a formulação da política comercial brasileira. Incorporam-se à análise os efeitos distributivos da política comercial externa, a definição de ganhadores e perdedores, que fazem dela foco de ação e de interesse de grupos econômicos e atores privados, os quais se mobilizam para influenciar as decisões em matéria de política comercial. Discute-se ainda a vinculação entre as estratégias de negociações comerciais do Brasil e sua política externa, que desvenda laços que ajudam na compreensão da dinâmica das negociações comerciais entre o Mercosul e a UE numa perspectiva brasileira voltada a temas e atores domésticos.; p. 31-42

Crise econômica ameaça liderança da União Europeia no debate sobre energia e mudanças climáticas; Economic crisis puts european leadership on energy and climate change into question

Schutte, Giorgio Romano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Tipo: Boletim de Economia e Política Internacional - Artigos
PT-BR
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Este trabalho pretende analisar os avanços e as dificuldades da Política de Energia e Clima da União Europeia (UE), diante do impacto da crise global iniciada em 2008. A Comissão Europeia articulou, sobretudo a partir de 2005, um ativismo inédito na área de energia, apesar da inexistência de uma competência formal para o estabelecimento de uma política energética comum. Esse movimento resultou em uma legislação inovadora e ambiciosa, analisada e avaliada neste trabalho. O fato de a UE ser crescentemente deficitária no campo energético aumentou a relevância da questão da segurança e acabou também estimulando a busca de fontes alternativas. A crise evidenciou o ainda frágil arcabouço institucional que, diante do contexto de recessão, acabou reforçando tendências centrífugas em torno de interesses e estratégias nacionais, ao mesmo tempo que complicou a realização dos investimentos necessários para avançar na implantação das políticas delineadas na área de energia e clima. O mesmo vale para os compromissos financeiros assumidos com países terceiros. Os problemas internos e a crescente falta de coerência entre o discurso e a prática comprometem o papel de liderança da UE.; p. 91-103

O sistema de preferências comerciais da União Européia; Texto para Discussão (TD) 742: O sistema de preferências comerciais da União Européia; The European Union system of trade preferences

Castilho, Marta Reis
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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As relações comerciais entre a União Europeia (UE) e seus parceiros se caracterizam pela existência de uma hierarquia de preferências e são regidas pela política comercial europeia, pelos diversos regimes especiais e pelos múltiplos acordos preferenciais. Este trabalho apresenta, em primeiro lugar, o quadro institucional das relações comerciais da UE e, em segundo lugar, examina a estrutura de proteção europeia. A análise das barreiras tarifárias e não-tarifárias impostas pela UE, segundo parceiro e produto, nos permite ordená-las de acordo com as condições de acesso ao mercado europeu, revelando assim a posição relativa de cada um dentro da hierarquia de preferências europeia.; 62 p. : il.