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Avaliação da microarquitetura de ossos trabeculares; Assessment of trabecular bones microarchitectures

Boffa, Ricardo Simionato
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/2014 PT
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16.76%
O termo estrutura cristalina entende-se como um conjunto de átomos periodicamente distribuídos no espaço, formando uma rede. O material composto, osso, contém uma parte orgânica formada por colágeno e uma parte inorgânica formada predominantemente por cristais de hidroxiapatita, que possui fórmula molecular Ca10(PO4)6(OH)2 em sua célula unitária. A estrutura cristalina da hidroxiapatita pode indicar a qualidade de ossos trabeculares, pela identificação do tamanho de cristalito, da microdeformação e da proporção de cálcio e fósforo nos três tipos de ossos: normal, osteopênico e osteoporótico. A osteoporose é definida pelo National Institutes of Health como uma desordem esquelética caracterizada pelo comprometimento da resistência óssea e aumento do risco de fratura. Objetiva-se avaliar e caracterizar a estrutura cristalina da matriz inorgânica de ossos secos trabeculares de vértebras de colunas de cadáveres humanos normais, osteopênicos e osteoporóticos por microscopia ótica, microscopia eletrônica de varredura e espectometria de energia dispersiva e difratometria de raios-X, utilizando o método de refinamento de Rietveld, balizando os resultados com os valores de microdureza. Foram utilizados ossos secos trabeculares de vértebras L1 de colunas de nove cadáveres humanos provenientes do Serviço de Verificação de Óbito da capital. Antes da coleta do material...

Avaliação da microarquitetura e biomecânica de ossos trabeculares normais, osteopênicos e osteoporóticos de vértebras humanas por técnicas de ensaios mecânicos, microtomografia de raios-X e homogeneização assintótica; Evaluation of microarchitecture and biomechanics of normal, osteopenic and osteoporotic trabecular bones from human vertebrae by mechanical tests, X-ray microtomography and asymptotic homogenization techniques

Cesar, Reinaldo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/11/2014 PT
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16.82%
Avaliação da "qualidade" da microarquitetura óssea contribui na prevenção e risco de fraturas associado a osteoporose. Amostras de ossos trabeculares de corpos vertebrais da região T12, L1 e L4 de 30 de indivíduos (cadáveres humanos), classificados pela técnica de ultrassonometria de calcâneo como normais, osteopênicos e osteoporóticos foram utilizadas. Os parâmetros histomorfométricos, físicos e mecânicos da microarquitetura analisados pela técnica de microtomografia de raios-X, ensaios mecânicos de compressão axial e nanoindentação. Baseado nestes parâmetros, constantes elásticas efetivas globais foram obtidas pela técnica homogeneização assintótica para estrutura tipo-placa. Teste ANOVA apresentou diferenças, muito e extremamente significativas para densidade linear estrutural (p = 0,017), grau de anisotropia (p = 0,042), auto valor (p = 0,045), número de Euler (p = 0,016), idade (p = 0,009), separação trabecular (p = 0,009), densidade de conectividade (p = 0,006), módulo de elasticidade (p = 0,001), tensão máxima no limite de resistência a fratura (0,001), índice de qualidade óssea do calcâneo (p = 0,0001), fração de volume ósseo (p = 0,0001), espessura trabecular (p = 0,0002), dimensão fractal (p = 0...

Avaliação da composição corporal em pacientes com a forma clássica da hiperplasia adrenal congênital por deficiência da enzima 21-hidroxilase; Assessment of body composition in patients with classic congenital adrenal hyperplasia due to 21-hydroxylase deficiency

Ezequiel Moreira Gonçalves
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/02/2012 PT
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16.46%
Objetivos: a) Validar equações com base nas espessuras de dobras cutâneas (EDC) para estimar o percentual de massa gorda (%MG) e na impedância bioelétrica (BIA) para a massa isenta de gordura (MIG) em pacientes com hiperplasia adrenal congênita por deficiência da enzima 21-hidroxilase (HAC-D21OH); b) desenvolver equações específicas para estes pacientes para estimar o %MG e MIG, utilizando os valores determinados pela absorciometria por dupla emissão de raio X (DXA) como referência; e c) avaliar a relação entre os parâmetros da massa óssea (MO) determinados pela ultrassonometria quantitativa (QUS) das falanges proximais e sua capacidade de diagnosticar a baixa MO para a idade cronológica em comparação ao DXA em pacientes com HAC-D21OH. Casuística: Foram avaliados 71 pacientes de ambos os sexos, com idades entre seis e 27 anos. Métodos: Foram realizadas medidas antropométricas, de BIA, de DXA e de QUS em um mesmo dia. Foram testadas quatro equações (Eq. 1, 2, 3 e 4), previamente publicadas para a estimativa do %MG e quatro equações (Eq. 5, 6, 7, e 8) para a estimativa da MIG em kg, todas específicas para o sexo e faixa etária. Foram utilizados o teste t de Student, os parâmetros da regressão linear simples e a concordância entre os métodos para testar a validade das equações...

Ultrassonometria do calcâneo, densitometria óssea e morfometria vertebral em homens com idade acima de 60 anos

Barra, Filipe Ramos
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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37.74%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2012.; O objetivo principal deste estudo foi avaliar o desempenho da ultrassonometria do calcâneo na identificação de alterações vertebrais morfométricas em homens acima de 60 anos. Foi utilizado um banco de dados de homens atendidos no Programa de Diagnóstico e Prevenção de Osteoporose da cidade de São Sebastião-DF. Foi selecionada uma amostra de 96 homens sem doenças metabólicas que poderiam levar ao diagnóstico de osteoporose. Foram incluídos dados daqueles com resultados de densitometria óssea (coluna, fêmur e antebraço), radiografia da coluna vertebral e ultrassonometria do calcâneo. A densidade mineral óssea foi verificada por densitometria óssea por dupla emissão de raios X. A osteoporose foi definida por um T-score ≤ -2,5 desvios padrão na coluna lombar, fêmur proximal ou rádio 33% e um T-score ≤ -2,0 foi considerado como baixa massa óssea. As fraturas vertebrais foram analisadas em radiografias laterais da coluna torácica e lombar. Para todas as análises...

Ultrassonometria do calcâneo, densitometria óssea e morfometria vertebral em homens com idade acima de 60 anos; Quantitative ultrasound of the calcaneus, bone densitometry and vertebral morphometry in men over the age of 60 years

Barra, Filipe Ramos; Leite, André Ferreira; Figueiredo, Paulo Tadeu de Souza; Pereira, Fernando Borges; Paula, Ana Patrícia de
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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37.55%
Objetivos: Comparar a ultrassonometria do calcâneo com a densitometria óssea na avaliação de fraturas vertebrais morfométricas em homens acima de 60 anos. Sujeitos e métodos: Foram analisados 96 homens com mais de 60 anos por meio de densitometria óssea da coluna, fêmur e rádio, radiografia lateral da coluna torácica e lombar e ultrassonometria do calcâneo. Resultados: Cinquenta e um por cento dos homens apresentaram osteoporose e fraturas vertebrais. Foi observada correlação entre índice de stiffness e T-score da ultrassonometria e as densidades minerais ósseas (DMO) de todos os sítios. Quanto à presença de fraturas, identificou- se correlação com a DMO do rádio ultradistal e 33%. Por meio da curva ROC, observou-se acurácia da DMO do rádio UD na detecção de fraturas vertebrais. Conclusões: Nosso estudo mostrou correlação entre a ultrassonometria e a densitometria no diagnóstico de osteoporose em homens acima dos 60 anos. Também se identificou correlação entre fratura vertebral morfométrica e a DMO do rádio. ______________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT; Objectives: To compare calcaneal ultrasonometry and bone densitometry in the evaluation of morphometric vertebral fractures in men over 60 years of age. Subjects and methods: We studied 96 men over 60 years of age by means of bone densitometry of the spine...

Estudo de fatores associados à incidência de fraturas por fragilidade óssea em mulheres na menopausa

Costa, Adriana de Mattos V. da
Fonte: Instituto Fernandes Figueira Publicador: Instituto Fernandes Figueira
Tipo: Dissertação
PT_BR
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36.91%
Introdução: O aumento na ocorrência de fraturas secundárias à fragilidade óssea representa um significativo problema de Saúde Pública, já que corresponde a um importante aumento na morbidade, mortalidade e nos custos de mulheres na pós menopausa. Objetivos: Avaliar os fatores relacionados à ocorrência de fraturas em mulheres pós-menopausa acompanhadas em uma unidade básica de saúde. Metodologia: Foi realizado um estudo de coorte prospectivo, na ilha de Paquetá/RJ no ano de 2011. Através do banco de dados já existente, as mulheres foram localizadas por telefonemas e comparecimento no hospital local. As pacientes selecionadas foram submetidas a um questionário estruturado de avaliação de fatores relacionados à fragilidade óssea. Resultados: A incidência de fratura por fragilidade óssea encontrada foi de 21%, tendo como sitio principal o antebraço com 13%. A idade média da população foi de 72 anos com DP ± 9,0. No grupo de pacientes fraturadas 50% tinham entre 65 e 79 anos sugerindo ser essa faixa etária mais susceptível as fraturas por fragilidade óssea. Das pacientes que tiveram a Ultrassonometria óssea de calcâneo alterado, 22 % tiveram fraturas nesse período. Foi calculado o RR= 1,13 (IC95%: 0,48 - 2...

A ultrassonometria óssea e o risco de fraturas em idosas

Oliveira, Patricia Pereira de; Marinheiro, Lizanka Paola Figueiredo; Wender, Maria Celeste Osório; Mendes, Jackson Bossoni; Roisenberg, Felipe
Fonte: Associação Medica Brasileira Publicador: Associação Medica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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47.01%
Objetivo: Verificar a prevalência de risco de fratura estimada pela ultrassonometria óssea de calcâneo (UOC) em uma população de idosas e sua associação com fatores de risco. Métodos: Estudo transversal com amostra selecionada aleatoriamente e submetida a questionário estruturado sobre fatores de risco para fratura e UOC. Resultados: Foram estudadas 168 mulheres brancas, menopausadas, com média de idade de 69,56 ± 6,27 anos; 81% da população de estudo tinha exame alterado, sendo 41% consideradas de maior risco. As mulheres com exames alterados tinham menor peso, altura e IMC, e tinham menores valores de SOS, BUA, BQI e T-score. Após ajuste, o IMC manteve significância para UOC alterada (OR = 3,37, IC 1,19-9,56, p = 0,02) e a história prévia de fraturas para UOC da faixa de maior risco (OR = 4,44, IC 1,16-16,96, p = 0,03). Conclusão: Observamos alta prevalência de risco para fraturas determinado pela UOC, superior ao de outros estudos brasileiros, e sua associação com IMC e história prévia de fraturas.

O uso da ultrassonometria óssea de calcâneo Sonost 2000 para rastreamento de populações em risco para fraturas vertebrais

Oliveira, Patricia Pereira de; Marinheiro, Lizanka Paola Figueiredo; Wender, Maria Celeste Osório; Roisenberg, Felipe
Fonte: ACRL Publications Publicador: ACRL Publications
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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47.17%
Introdução  e  Objetivos:  A  ultrassonometria  óssea  de  calcâneo  (UOC)  é  capaz  de  estimar  o  risco  para  fraturas  por  fragilidade  de  forma  semelhante  a densitometria  óssea.  Embora  existam  muitos  dispositivos  no  mercado,  o  Sonost  2000  tem  sido  amplamente  utilizado  em  campanhas  de  saúde  em nosso  país,  ainda  que  não  existam  dados  na  literatura  que  comprovem  ou  comparem  sua  acuracia  com  os  modelos  mais  amplamente  pesquisados. Este estudo tem por objetivo verificar o poder deste aparelho para discriminar fraturas vertebrais por fragilidade óssea em uma população de mulheres brasileiras  na  pós­menopausa.  Metodologia:  Foi  feito  estudo  transversal  com  149  mulheres  brancas  menopausadas  selecionadas  aleatoriamente. Todas  responderam  um  questionário  estruturado  sobre  história  médica,  fizeram  radiografia  de  coluna  (RX)  e  UOC  entre  maio  e  dezembro  de  2007. Resultados:  A  prevalência  de  fraturas  nos  raios  X  foi  de  49,7%  (n=74).  De  acordo  com  o  T­score  da  UOC,  79,9%  tinham  exame  alterado.  Mulheres com  fratura  radiográfica  eram  mais  idosas...

Correlação entre ultrassonometria quantitativa de calcâneo e densitometria óssea duo-energética de coluna e fêmur na avaliação óssea

Castro,Marise Lazaretti; Brandão,Cynthia; Yassuda,Mirna Yae; Martin,Luciana N.C.; Vieira,José Gilberto H.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1999 PT
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A densitometria óssea com raio X duo-energético (DEXA) é o método atualmente mais utilizado para medição de massa óssea; porém, a ultrassonometria óssea quantitativa (USQ) vem apresentando resultados promissores na predição de fraturas. Visando comparar DEXA e USQ, correlacionamos os resultados obtidos com estes métodos em pacientes rotineiramente encaminhados para realização de DEXA em nosso serviço. Estudamos 165 mulheres e 24 homens com idades entre 20 e 84 anos (Mi: 51 e 53 anos, para mulheres e homens respectivamente) com diagnósticos variados. Todos foram submetidos a medição da densidade mineral óssea (DMO) pela DEXA (Lunar DPX-L) em coluna lombar (LOMB) e em colo (COLO) e trocanter maior (TROC) e USQ em calcâneo (Lunar- Aquilles), onde foram considerados os parâmetros de velocidade do som (SOS) e atenuação do som (BUA). Houve correlação positiva significante entre as medidas de DMO em todos os sítios e SOS e BUA. Quando separamos por sexo, a melhor correlação foi observada nos homens, entre TROC e SOS, com r= 0,82. Quando separamos por idade, a correlação foi menor naqueles com mais de 50 anos, comparados aos com menos de 50 anos. Dentre os 89 pacientes considerados normais pela DEXA em LOMB, 29...

Ultrassonometria do calcâneo, densitometria óssea e morfometria vertebral em homens com idade acima de 60 anos

Barra,Filipe Ramos; Leite,André Ferreira; Souza,Paulo Tadeu de; Pereira,Fernando Borges; Paula,Ana Patrícia de
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 PT
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37.55%
OBJETIVOS: Comparar a ultrassonometria do calcâneo com a densitometria óssea na avaliação de fraturas vertebrais morfométricas em homens acima de 60 anos. SUJEITOS E MÉTODOS: Foram analisados 96 homens com mais de 60 anos por meio de densitometria óssea da coluna, fêmur e rádio, radiografia lateral da coluna torácica e lombar e ultrassonometria do calcâneo. RESULTADOS: Cinquenta e um por cento dos homens apresentaram osteoporose e fraturas vertebrais. Foi observada correlação entre índice de stiffness e T-score da ultrassonometria e as densidades minerais ósseas (DMO) de todos os sítios. Quanto à presença de fraturas, identificou-se correlação com a DMO do rádio ultradistal e 33%. Por meio da curva ROC, observou-se acurácia da DMO do rádio UD na detecção de fraturas vertebrais. CONCLUSÕES: Nosso estudo mostrou correlação entre a ultrassonometria e a densitometria no diagnóstico de osteoporose em homens acima dos 60 anos. Também se identificou correlação entre fratura vertebral morfométrica e a DMO do rádio.

Correlação entre a ultrassonometria óssea do calcâneo e a densitometria em mulheres pós-menopausadas com fraturas por fragilidade óssea

Moraes,Frederico Barra; Oliveira,Lindomar Guimarães de; Novais,Pierre de Souza; Melo,Murilo Rodrigues; Guimarães,Mara Lúcia Rassi
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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47.11%
OBJETIVO: Avaliar a correlação entre a ultrassonometria (US) do calcâneo e a densitometria (DEXA) em mulheres pós-menopausadas que já apresentavam uma fratura por fragilidade. MÉTODOS: Realizada coorte retrospectiva em 35 mulheres com fraturas osteoporóticas (punho ou coluna), deambulando, acima dos 40 anos, pós-menopausadas, sem tratamento prévio para osteoporose. Dessas, 16 com menos de 60 anos e 19 acima. Foram comparadas a Broadband Ultrasound Attenuation (BUA) e a Speed of Sound (SOS) com os sítios de DEXA (L1-L4, fêmur total, colo de fêmur e punhos), sendo utilizados dois valores de BUA diferentes como ponto de corte para osteoporose: BUA < 60dB/MHz e BUA < 64dB/MHz, e o SOS < 1.600m/s. O intervalo de confiança foi de 95%. Os valores da DEXA e US foram lançados em um gráfico de dispersão, sendo possível, através de regressão linear, estabelecer correlações. Em seguida, a amostra foi estratificada segundo faixas etárias (até 60 e acima ou igual 60 anos). Desta forma, os valores foram novamente confrontados e correlacionados. RESULTADOS: A melhor correlação obtida entre DEXA e US foi entre o T score do punho e BUA < 64dB/MHz, com sensibilidade de 92% e especificidade de 95%. Foram obtidas melhores sensibilidades em todos os sítios da DEXA quando a US foi realizada em pacientes acima dos 60 anos. O SOS compatível com osteoporose é < 1.592...

A ultrassonometria óssea e o risco de fraturas em idosas

Oliveira,Patricia Pereira de; Marinheiro,Lizanka Paola Figueiredo; Wender,Maria Celeste Osório; Mendes,Jackson Bossoni; Roisenberg,Felípe
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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47.01%
OBJETIVO: Verificar a prevalência de risco de fratura estimada pela ultrassonometria óssea de calcâneo (UOC) em uma população de idosas e sua associação com fatores de risco. MÉTODOS: Estudo transversal com amostra selecionada aleatoriamente e submetida a questionário estruturado sobre fatores de risco para fratura e UOC. RESULTADOS: Foram estudadas 168 mulheres brancas, menopausadas, com média de idade de 69,56 ± 6,27 anos; 81% da população de estudo tinha exame alterado, sendo 41% consideradas de maior risco. As mulheres com exames alterados tinham menor peso, altura e IMC, e tinham menores valores de SOS, BUA, BQI e T-score. Após ajuste, o IMC manteve significância para UOC alterada (OR = 3,37, IC 1,19-9,56, p = 0,02) e a história prévia de fraturas para UOC da faixa de maior risco (OR = 4,44, IC 1,16-16,96, p = 0,03). CONCLUSÃO: Observamos alta prevalência de risco para fraturas determinado pela UOC, superior ao de outros estudos brasileiros, e sua associação com IMC e história prévia de fraturas.

Relação entre os níveis de vitamina D sérica com resultados da ultrassonometria óssea do calcâneo em idosas que freqüentam o Parque do Idoso da cidade de Manaus - Amazonas

Ribeiro, Euler Esteves
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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36.82%
Introdução: o envelhecimento populacional aumenta o número de idosos e a prevalência de doenças como a. osteoporose que está associada a fraturas. Entre os fatores que poderiam diminuir o risco de fraturas está à exposição solar, diretamente relacionada com a produção da pró-vitamina D3. Entretanto, é questionado se mulheres que vivem em áreas tropicais, como a Amazônia, poderiam ter uma diminuição no risco de osteoporose e fraturas. Para este tipo de avaliação a ultrassonometria de calcâneo (USO) poderia ser uma boa alternativa, porque é barata, fácil de ser medida e não expõe os indivíduos à radiação. Objetivos: estimar a prevalência de três diferentes grupos de desvio-padrão (DP<-1, DP<-1<-2,5e DP<-2,5) determinados pela USO e sua associação com fatores biológicos, ambientais e de saúde relacionados à osteoporose em mulheres idosas que vivem na comunidade de Manaus-AM. Metodologia: estudo conduzido em duas fases. A primeira com um delineamento retrospectivo, observacional e descritivo. Na primeira, 997 mulheres fizeram o exame de USO de calcâneo e foram classificadas nos três grupos <-2,5, SD >-1<-2,5DP e SD <-1 analisando a sua associação com o índice de massa corporal (IMC) e idade. A seguir um estudo transversal...