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O Ulisses de Dante e a sua presença na cultura italiana do século XX

Marnoto, Rita
Fonte: Associação Portuguesa de Estudos Clássicos, Instituto de Estudos Clássicos da Universidade de Coimbra Publicador: Associação Portuguesa de Estudos Clássicos, Instituto de Estudos Clássicos da Universidade de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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A reelaboração da imagem de Ulisses feita por Dante na "Commedia" e a sua projecção na literatura italiana do século XX; Artigo crítico com bibliografia teórica

O mito de Ulisses em Se questo è un uomo

Mauro, Claudia Fernanda de Campos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Este trabalho parte do mito de Ulisses retomado por Dante e se concentra na leitura feita por Levi do canto dantesco , bem como da (re) elaboração da última aventura do herói grego no contexto da história pessoal do escritor. Trata-se de um moderno Ulisses apresentando uma visão moderna do Inferno. Em Dante, Ulisses está entre as almas condenadas a pagar eternamente seus pecados e, ao mesmo tempo, testemunhas e narradores, capazes de contar o processo da própria morte. Neste sentido, o viajante grego tornou-se , a partir da publicação da obra de memória do Holocausto escrita por Primo Levi, o símbolo do testemunho dos campos de concentração. O exemplo clássico da presença de Dante na narrativa de Levi é o capítulo XI do livro Se questo è un uomo , intitulado “Il canto di Ulisse”, onde prosa e poesia se encontram. O mito de Ulisses, que representa a exaltação do homem inteligente, ávido de conhecimento, que chega às portas do grande mistério da existência humana torna-se, em Levi, um instrumento didático. Recitar uma poesia assume, no universo do campo de concentração, o valor de um ato político e humano, uma afirmação coletiva dos valores que aquele sistema pretendia destruir.; This study goes from the myth of Ulysses presented by Dante Alighieri up to Primo Levi’s reformulation of the last adventure of the Greek hero...

O mito nas Heróides de Ovídio: epístola I (De Penélope a Ulisses)

Oréfice, Patrícia
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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The objective of this work is to carry out a study about some aspects of the myth in the book Heroides, written by the Latin author Ovid (43 b.C. – 17/18 A.D.). To do so, this study will focus on the Letter I (“From Penelope to Ulysses”) approaching not only the stylistic issues of the elegiac genre, but also, studying them in connection with the epistolary subgenre. Departing from some biographical remarks about the author and from studies made by scholars about this poet, this work seeks to address the myth and certain little explored features of this genre, as the use of rhetoric; Este trabalho tem por objetivo realizar um estudo sobre aspectos do mito na obra Heróides, escrita pelo autor latino Ovídio (43 a.C. – 17/18 d.C.). Para tanto, este trabalho ocupar-se-á da Carta ou Epístola I (“De Penélope a Ulisses”), abordando não só questões estilísticas do gênero elegíaco, mas, também procurando identificar traços característicos das epístolas. Através de um mapeamento da biografia do autor e em estudos feitos por pesquisadores a respeito do poeta, procurou-se abordar o mito e certos recursos pouco explorados desse gênero, como o uso da retórica

Um passeio com mito e história nA cidade de Ulisses, de Teolinda Gersão

Caretti, Ana Carolina da Silva; Gobbi, Marcia Valeria Zamboni
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 39-54
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La novela A cidade de Ulisses (2011), de la escritora portuguesa contemporánea Teolinda Gersão, nos presenta una Lisboa envuelta en mitos e historia. Este trabajo pretende inferir las relaciones entre estos dos campos del conocimiento y sus implicaciones para la construcción de los sentidos del texto. Teniendo en cuenta la leyenda que cuenta que la capital portuguesa fue fundada por Ulisses, el héroe homérico, la narrativa se vale de elementos míticos para, junto con el relato del personaje Paulo Vaz acerca de sus relaciones románticas con Cecília Branco y Sara, hacer referencia a cuestiones del pasado y del presente histórico portugueses, siempre de manera crítica. Buscamos, así, indagar, a través del mito, cómo se introduce la historia en el universo del texto.; O romance A cidade de Ulisses (2011), da escritora portuguesa contemporânea Teolinda Gersão, apresenta-nos uma Lisboa envolta em mitos e história, e este trabalho busca depreender as relações entre estes dois campos do conhecimento e suas implicações para a construção dos sentidos do texto. Considerando a lenda de que a capital portuguesa fora fundada por Ulisses, o heroi homérico, a narrativa lança mão de elementos míticos para, juntamente com o relato da personagem Paulo Vaz sobre seus relacionamentos amorosos com Cecília Branco e Sara...

Ulisses em Lisboa

Lusitano, Cândido
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Outros
Publicado em /11/2014 POR
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Esta ópera em três actos, e em verso, da autoria do árcade Cândido Lusitano, e cópia autógrafa de António José de Oliveira, copista profissional de textos de teatro, tem a presidir-lhe a circunstância de um festejo real, o nascimento de Dom José (1761-1788), príncipe da Beira e primogénito de Dona Maria I. No mesmo ano do nascimento, ou seja, em 1761, é publicado este texto laudatório, que surge acompanhado por um argumento inicial, omisso na cópia de António José de Oliveira, e por uma licença final. No âmbito do primeiro, são destacadas como fontes históricas da intriga Monarquia Lusitana, de Frei Bernardo de Brito, e Poema de Lisboa, de Resende. Já a licença é constituída por seis oitavas que enaltecem a importância do feliz nascimento para o futuro da lusitana pátria. Quanto à intriga da ópera, ela recupera o mito da fundação de Lisboa, pondo em primeiro plano a Gorgoris, rei dos lusitanos, também apelado de “O Melícola” por ter iniciado a extracção do mel, circunstância que merece uma cena da ópera, e um conjunto de personagens mitológicas: Aristeu, Ulisses, Calipso, etc. Propondo o heroísmo como panaceia para o mal do (suposto) fraco nascimento do enamorado Tágio, pretendente à mão de Elisa...

Ulisses e Hércules: desafios contemporâneos das Metrópoles de Lisboa e Barcelona ao nível do Desenvolvimento e da Competitividade Territorial

Marques, Bruno Pereira; Salvador, Regina
Fonte: Associação Portuguesa de Geógrafos e Departamento de Geografia da Universidade do Minho Publicador: Associação Portuguesa de Geógrafos e Departamento de Geografia da Universidade do Minho
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2014 POR
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Marques, B.P. e Salvador, R. (2014) "Ulisses e Hércules: desafios contemporâneos das Metrópoles de Lisboa e Barcelona ao nível do Desenvolvimento e da Competitividade Territorial", in Atas do XIV Colóquio Ibérico de Geografia, Guimarães, pp. 2741-2746, ISBN 978-972-99436-8-3 / 978-989-97394-6-8.; Lisboa (“Ulisses”) e Barcelona (“Hércules”) são duas cidades-metrópoles que, se por um lado, não são diretamente comparáveis, por outro, partilham algumas características comuns: têm uma dimensão demográfica semelhante; ambas são cidades marítimo-portuárias e, tal como a esmagadora maioria das cidades a nível mundial, enfrentam desafios crescentes ao nível do desenvolvimento e da competitividade territorial. Neste sentido, o presente texto representa o resumo do projeto de tese de doutoramento (em regime de cotutela internacional) em Geografia (U. Autónoma de Barcelona) e em Estudos Urbanos (U. Nova de Lisboa e ISCTE) que nos propomos desenvolver nos próximos anos. Pelo que os principais objetivos deste trabalho passam por: - Analisar e compreender as vantagens competitivas que os poderes políticos locais e metropolitanos têm em relação ao Estado Central no que se refere à criação de condições favoráveis à produtividade e competitividade das empresas; - Analisar novas formas de participação política democrática...

Ulisses e Aquiles repensando a morte (Odisséia XI, 478-491)

Assunção,Teodoro Rennó
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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Breve comentário de um trecho célebre do diálogo entre Ulisses e a psukhé de Aquiles no Hades (Odisséia XI, 478-491), a partir da discussão da hipótese de leitura de Karl Rüter que percebeu aí uma inversão dos papéis tradicionais dos dois heróis em tensão: Ulisses deplorando os sofrimentos do seu nóstos («retorno») e exaltando o kléos («glória») de Aquiles, e a psukhé de Aquiles, por sua vez, desprezando o seu kléos imperecível e valorizando, face ao estado ínfimo de morto, qualquer forma de vida (mesmo a socialmente mais baixa), ou seja: a continuidade da vida implícita no nóstos.

Repensando os desafios de Ulisses a Fausto: a saúde, o indivíduo e a história

Melo-Filho,Djalma A. de
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1995 PT
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Em torno de duas sinédoques históricas, Ulisses e Fausto, o texto retoma a etimologia do termo saúde (do latim salute), tratando-a como uma unidade entre as "necessidades existenciais" e as "necessidades propriamente humanas", que desemboca no desafio de satisfazer o "conservar a vida" e, ao mesmo tempo, o "passar por cima de, saltando". Ambos os significados encontram-se, respectivamente, presentes na atitude de Ulisses em não sucumbir ante o canto das sereias e no desejo de Fausto em elevar-se da vida cotidiana. Criticam-se alguns aspectos da concepção marxista da filosofia da história e do marxismo-estruturalista de Althusser. Analisa-se, ainda, à luz da teoria marxista-helleriana, a hipótese de que o alvo do Relatório Final da 8ª Conferência Nacional de Saúde teria sido o homem-particular e não o indivíduo, pois a saúde ali é tratada apenas como uma "necessidade existencial", não objetivando o humano-genérico. Como desafio teórico, o texto, visando ao devir do indivíduo, recomenda, finalmente, a construção de "suturas epistemológicas" entre natureza/sociedade, entre vida cotidiana/universalidade e entre o jovem e o velho Marx.

Ulisses e Narciso: as faces da alma humana através do discurso mítico nas Enéadas de Plotino

Santos, Vanessa Alves de Lacerda
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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26.96%
This dissertation, witch studies the myth in Plotinus, attempts to set an approach to the comprehension of the mythic discourse as image related to the ethical process in the Enneads. In order to achieve it, the analysis of the mythic narrative will be employed in the philosophical context that has as a starting point a revisit of the platonic poetic conception. As central questions the notable mythological figures of Narcissus and Ulysses will be utilized to put into context the notion of the Plotinian soul and its endeavor of returning to the originary unity. Therefore, by following the course of both figures in their respective narratives, it conceives a possible relation of ascension and fall of the soul. The first part of this study intends to show Plato s interpretation on the myth and Plotinus standpoint in regard to it. Moreover, it observes Plato s criticism on poetry in the context of the Greek Paideia and the notion of the myth as image of the henological structure in Plotinus, who perceives in the myth its exemplifying nature. The second part attempts to structure Plotinus philosophy, contrasting Henology and Ontology, therefore exposing the three hypostases and the comprehension of the intelligible. The third part endeavors to display the sense of the myth...

A metáfora do mar : do imaginário de Ulisses aos homens dos dóris

Pernas, António José dos Santos
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2015 POR
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Dissertação de Mestrado em Estudos Comparados - Literatura e Outras Artes apresentada à Universidade Aberta; O objetivo desta dissertação, intitulada, “A metáfora do mar: do imaginário de Ulisses aos homens dos dóris” centra o seu ponto principal de estudo à volta do imaginário marítimo português. Num país com ligações estreitas com o mar, importa olhar para a viagem oceânica no sentido de explorar a condição odisseica na qual o real converge plenamente com o imaginário, desde os tempos de Homero a Luís de Camões e, tendo o seu alcance principal, num grupo de pescadores, conhecidos, como os homens dos dóris. Na contextualização desta dissertação traçou-se uma panorâmica sobre as vivências destes homens em alto mar, contrastando todo um sentido alegórico e simbólico, revestido, na figura do herói mítico, Ulisses. No regresso – imaginário de ausência – fundamentam estes homens o seu dia-a-dia, solitário, submisso e sacrificado, em prol da família que os aguarda, ansiosamente, em terra. Assumindo o sagrado, como uma forma de regresso, navegam, tal como Ulisses, pelo olhar e acabam por percorrer uma trajetória marítima e de vida, onde se descobrem, interiormente. Esta investigação acabou por concluir ser possível tecer analogias...

Dez estudos para violão, de Ulisses Rocha : uma análise do processo composicional da obra; Ten studies for guitar by Ulisses Rocha : a composicional analysis of the work

Ulisses Rocha Loureiro da Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/07/2015 PT
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Os 10 Estudos para violão escritos por mim em 1997 e publicados em 2000, foram o resultado de uma vivência prática, que exigia revisões constantes dos princípios técnicos utilizados em minhas experiências musicais, que ocorriam sempre na tentativa do equilíbrio entre a estética do violão clássico, do violão popular brasileiro e do jazz. Esta dissertação é uma análise do trabalho sobre tais estudos, desde o fator desencadeante do processo, até os elementos utilizados no âmbito técnico e musical, buscando relatar de forma detalhada as questões envolvidas na elaboração de uma obra artística de aplicação didática, além de uma avaliação dos objetivos alcançados em cada um dos casos, propondo uma reflexão em amplo espectro sobre a questão da composição de estudos para o instrumento.; 10 Studies for guitar written by myself in 1997 and published in 2000, are the result of practical experiences, requiring regular review of the fundamentals of technique used in my musical activity, which always occurred in an attempt to reach the balance between the aesthetics of classical guitar, the brazilian guitar and jazz. This thesis is an analysis of the work on such studies, considering the triggering factor of the process and the data used in the technical and musical contexts...

A relação do herói (anti-herói) de James Joyce com os elementos do Ulisses: uma entre as várias chaves do livro

Ornelas, Dayanne Morato
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
PT_BR
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Ulisses de James Joyce é uma obra complexa, que requer guias, mapas, e muita paciência do leitor na tentativa de entender o sentido geral da obra, segundo Larbaud, há na obra uma chave, que é de fundamental importância para o entendimento desse sentido geral. O presente trabalho consiste em uma análise do personagem Leopold Bloom e suas características de anti-herói e dos elementos utilizados por Joyce na construção do Ulisses (monólogo interior, fluxo de consciência, paródia moderna e o esquema do livro). O objetivo deste trabalho é fazer uma relação entre o personagem principal e esses elementos de modo a identificar a chave do livro. A relação feita demonstra que os elementos usados possuem uma função em relação ao personagem e que tudo isso junto constitui a chave do livro, o que Joyce quer nos fazer entender.; James Joyce’s Ulysses is a complex work, which asks for guides, maps and a lot of the reader’s patience in order to understand the general sense of the novel. Larbaud says there is a key in the novel, which is very important to understand this general sense. The present work consists of an analysis of Leopold Bloom and its anti-hero characteristics and of the elements used by Joyce in the construction of Ulysses (interior monologue...

Ulisses entre as artes visuais e a literatura. Um estudo de obras de José Roberto Aguilar e Lenir de Miranda; Ulysses between the visual arts and literature - A study on José Roberto Aguilar and Lenir de Mirandda's work

CAVALCANTE, Mário Mendes
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Cultura Visual; Processos e Sistemas Visuais, Educação e Visualidade Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Cultura Visual; Processos e Sistemas Visuais, Educação e Visualidade
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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The aim of this research is to investigate the possible relationships between visual arts and literature from the study of works produced by the Brazilian artists José Roberto Aguilar (1941-) and Lenir de Miranda (1945-). Both have appropriated the character Ulysses from Homer's Odyssey and produced works using painting. Based on a literature review focused on the history of art, contemporary art theory and intersemiotic translation studies, we focus our study around the concepts of appropriation and expanded field. We conclude that the literary signs are appropriated for the artists in the field expanded of contemporary art as a poetic possibility.; O objetivo dessa pesquisa é investigar as possíveis relações entre artes visuais e literatura a partir do estudo de obras produzidas pelos artistas brasileiros José Roberto Aguilar (1941-) e Lenir de Miranda (1945-). Ambos se apropriaram do personagem Ulisses, da Odisseia de Homero, e produziram séries de pinturas. Com base em uma revisão bibliográfica centrada na história da arte, na teoria da arte contemporânea e nos estudos de tradução intersemiótica, centramos nosso estudo em torno dos conceitos de apropriação e de campo ampliado. Concluímos que os signos literários são apropriados pelas artes visuais dentro do campo ampliado como uma possibilidade poética.

Ulisses, uma tragédia de Níkos Kazantzákis

Fonseca, Ísis Belchior da
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares
Publicado em 14/10/1997 PT
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Este artigo mostra o vivo interesse de Kazantzákis pelos poemas homéricos, destacando entre seus heróis a figura de Ulisses. Torna evidente a semelhança entre o "épos" homérico e a tragédia. Apesar do desrespeito e irreligiosidade do herói para com as divindades, manifestos no 1o. ato, verifica-se que os limites das concepções clássicas são resguardados na mudança posterior de atitude de Ulisses, quando se vê protegido por Atena.

JOSÉ MIGUEL SILVA E A IMORTALIDADE DE ULISSES; JOSÉ MIGUEL SILVA E A IMORTALIDADE DE ULISSES

Bernardes, Carolina Donega
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/05/2009 POR
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LARGAMENTE RETOMADO PELA TRADIÇÃO LITERÁRIA, O TEMA DA VIAGEM DE ULISSES CONFIRMA EM ALGUMAS OBRAS O IDEAL DO HERÓI NOSTÁLGICO QUE SE DIRIGE AO LAR EM CUMPRIMENTO DE SEU NÓSTOS; ENQUANTO QUE EM OUTRAS OBRAS REAFIRMA-SE O ÍMPETO DO ETERNO NAVEGADOR DE MARES. SEGUINDO ESSA TENDÊNCIA NA CONTEMPORANEIDADE, JOSÉ MIGUEL SILVA ENCONTRA NA ODISSÉIA HOMÉRICA A MATÉRIA E A FORMA PARA COMPOR ULISSES JÁ NÃO MORA AQUI (2002).; ALWAYS INVOKED BY THE LITERARY TRADITION, THE TRAVEL OF ULYSSES CONFIRMS, IN SOME WORKS, THE IDEAL OF THE NOSTALGIC HERO GOING BACK HOME IN ORDER TO ACCOMPLISH HIS NÓSTOS, WHILE IN OTHER WORKS IS REAFFIRMED THE IMPETUS OF THE ETERNAL SAILOR. CONTEMPORANEOUSLY, JOSÉ MIGUEL SILVA ALSO FINDS IN THE HOMERIC ODYSSEY THE MATERIAL AND THE FORM TO WRITE ULISSES JÁ NÃO MORA AQUI.

A Transgressão Moderna e Pós-utópica de Ulisses

Bernardes, Carolina Dônega
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 15/04/2009 POR
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Largamente retomado pela tradição literária, o tema da viagem de Ulisses em muitas de suas representações confirma o ideal do herói nostálgico que se dirige ao lar em cumprimento de seu nóstos, assim como, em outras, reafirma o ímpeto do eterno navegador de mares. Diversas são as representações da última viagem de Odisseu, entre elas a Divina Comédia de Dante, Ulisses de Joyce , Odisséia de Nikos Kazantzakis e Finismundo de Haroldo de Campos. Pretendemos, neste artigo, avaliar a retomada do mito homérico por Kazantzakis no contexto da modernidade e Haroldo de Campos na pós-modernidade; Always invoked by the literary tradition, the travel of Ulysses confirms, in some works,the ideal of the nostalgic hero bounded for home in order to achieve his nóstos, and, in other works, it reaffirms the impetus of the eternal sailor. Several are the representations of the last journey of Odyssey, including the Divine Comedy by Dante, Ulysses by Joyce and Odyssey by Nikos Kazantzakis. We intend in this article, to evaluate resumption of Homeric myth by Kazantzakis in the context of modernity and Haroldo de Campos in postmodernity.

A Síndrome de Ulisses; Ulisses Syndrome

Carvalho, Paula Beatriz Mitter
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 07/07/2009 POR
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“Síndrome de Ulisses” é o nome sob o qual Santiago Gamboa nos traz a estória de um jovem colombiano, chamado Esteban, que, indo a Paris a fim de tornar-se escritor e estudar literatura, acaba por nos apresentar ao mundo e à síndrome do imigrante. A partir daí, a nossa “viagem de Ulisses” será traçar caminhos de Paris a Ìtaca, da literatura à Psicanálise.; “Ulisses Syndrome” is the story in wich Santiago Gamboa brings us the tale of a young Colombian guy, called Esteban, whom, in going to Paris to become a writer and to study literature, ends up presenting to us the world and to the immigrant syndrome. From here, our “Ulysses journey” consists in tracing the way from Paris to Ítaca, from literature to Psychoanalysis.

Sobre a literatura da destruição e o Ulisses, de James Joyce

Durão, Fabio Akcelrud; Departamento de Teoria Literária, Unicamp
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/2013 POR
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O presente artigo, originalmente concebido como uma palestra,está dividido em duas partes. Na primeira, aborda uma criseatual da cultura, segundo a qual não é mais possível vislumbrar oque seria sua alteridade enfática: a cultura parece não ter outro.Após defender a necessidade de recuperação da negatividadepara o âmbito das artes, o texto volta-se para o Ulisses, de JamesJoyce, para argumentar que o núcleo do monólogo interior, atécnica narrativa que ao máximo representa a interioridadepsicológica, possui um traço inorgânico, que permeará o romanceem sua segunda parte. No entanto, a fragmentação do corpo dospersonagens e a recusa final do antropomorfismo não excluem ohumano. A conclusão é que, a partir de Ulisses, torna-se possívelimaginar o que seria a comunicação da dor.

La primera traducció de l’Ulisses a Espanya / A primeira tradução de Ulisses na Espanha

Iribarren i Donadeu, Teresa; Universitat Oberta de Catalunya
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 28/12/2012 POR
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HTTP://dx.doi.org/10.5007/1980-4237.2012n12p342Até 2006, toda a bibliografia sobre a recepção de James Joyce na Espanha mencionava a existência de apenas quatro traduções completas de Ulisses de James Joyce publicadas na Espanha: três em castelhano e uma em catalão. Porém o professor Alberto Lázaro descobriu em 2006 a existência de uma tradução completa, em catalão, do célebre romance de Joyce, assinada por Joan Francesco Vidal Jové. O mecanoscrito passou pela censura em 1996; por tanto, trata-se da primeira tradução realizada no Estado Espanhol. Embora a tradução tenha recebido o visto para ser editada, o mecanoscrito permaneceu esquecido durante muitos anos no Archivo General de la Administración. No artigo, estuda-se o processo de tradução, as vicissitudes do tradutor e dos exemplares da tradução e, finalmente, faz-se um breve comentário sobre a singularidade e o valor da versão de Joan Francesco Vidal Jové.-RESUMFins al 2006, tota la bibliografia sobre la recepció de James Joyce a Espanya consignava que només existien quatre traduccions completes de l’Ulisses de James Joyce publicades a Espanya: tres en castellà i una en català. Però el professor Alberto Lázaro va descobrir el 2006 l’existència d’una traducció com-pleta...

Repensando os desafios de Ulisses a Fausto: a saúde, o indivíduo e a história

Melo-Filho,Djalma A. de
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1995 PT
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Em torno de duas sinédoques históricas, Ulisses e Fausto, o texto retoma a etimologia do termo saúde (do latim salute), tratando-a como uma unidade entre as "necessidades existenciais" e as "necessidades propriamente humanas", que desemboca no desafio de satisfazer o "conservar a vida" e, ao mesmo tempo, o "passar por cima de, saltando". Ambos os significados encontram-se, respectivamente, presentes na atitude de Ulisses em não sucumbir ante o canto das sereias e no desejo de Fausto em elevar-se da vida cotidiana. Criticam-se alguns aspectos da concepção marxista da filosofia da história e do marxismo-estruturalista de Althusser. Analisa-se, ainda, à luz da teoria marxista-helleriana, a hipótese de que o alvo do Relatório Final da 8ª Conferência Nacional de Saúde teria sido o homem-particular e não o indivíduo, pois a saúde ali é tratada apenas como uma "necessidade existencial", não objetivando o humano-genérico. Como desafio teórico, o texto, visando ao devir do indivíduo, recomenda, finalmente, a construção de "suturas epistemológicas" entre natureza/sociedade, entre vida cotidiana/universalidade e entre o jovem e o velho Marx.