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Indicadores biomecânicos da marcha de idosas em resposta ao treinamento de força; Biomechanical gait indicators of elderly women in response to strength training

Pinho, João Pedro dos Santos Ferreira Moreira de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/03/2012 PT
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116.22%
O inexorável declínio das capacidades motoras ao longo do envelhecimento propicia uma população idosa com diversas limitações funcionais. Dentre estas, a capacidade de locomoção, por estar associada ao risco de queda, tem sido objeto de estudo de diversos trabalhos. A adoção do treinamento de força e de potência como estratégia de intervenção para atenuar os efeitos negativos do processo fisiológico ou patológico do envelhecimento têm sido bastante discutidas. Contudo, os efeitos dessas intervenções em indicadores biomecânicos da marcha não foram ainda plenamente debatidos. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivo comparar os efeitos desses dois protocolos de treinamento nas capacidades funcionais e em parâmetros biomecânicos da marcha de idosas. Foram formados três grupos de estudo do sexo feminino, homogeneizados pela idade, índice de massa corporal e nível de atividade física: o grupo controle (GC: n=8, 69±4 anos de idade), o grupo força (GF: n=6, 67±4 anos de idade) e o grupo potência (GP: n=7, 68±4 anos de idade). Ao GC não foi induzida qualquer atividade extra à sua rotina. Já o GF e o GP foram submetidos a 12 semanas de treinamento de força e de potência, respectivamente, com periodicidade semanal de três sessões. Enquanto que o GF executou os exercícios propostos com velocidade moderada (70-90% de 1RM)...

Efeito do treinamento de força na estabilidade postural de mulheres idosas; Effect of strength trainning on postural stability of older women

Sousa, Patricia Nascimento de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/05/2006 PT
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116.29%
O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do treinamento de força muscular dos membros inferiores na estabilidade postural de mulheres idosas. As participantes (n =21) eram saudáveis, com idade entre 60 e 75 anos (M = 64,4 anos), e foram designadas a um grupo de treinamento (TF) ou a um grupo controle (CO). Esses grupos foram comparados em estabilidade postural e força antes e após um programa de treinamento de força para o grupo TF. A estabilidade postural foi avaliada em posturas eretas estáticas com apoio unipodal e bipodal, e em situações em que a estabilidade postural bipodal foi perturbada de forma previsível ou imprevisível. A perturbação previsível foi produzida por um movimento voluntário, por meio da elevação rápida com as mãos, de cargas conhecidas: 1 Kg, 3 Kg ou 5 Kg. A perturbação imprevisível foi produzida pela alteração inesperada da carga de 3 Kg para a carga de 1 Kg ou de 5 Kg antes de sua elevação. Os resultados indicaram aumento da força muscular após o treinamento de força. Quanto à estabilidade postural, nãob foram observadas diferenças significativas entre os grupos após o treinamento para as tarefas de apoio bipodal e apoio unipodal. A estabilidade postural foi afetada principalmente...

Expressão de genes envolvidos na sinalização da miostatina (GDF-8) em resposta a diferentes modelos de treinamento de força; Gene´s expression involved in myostatin signaling (GDF-8) in response to different types of resistance training

Santos, Audrei dos Reis
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/01/2013 PT
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106.33%
O treinamento de força promove hipertrofia muscular esquelética e aumento da capacidade de gerar força. É preconizado que a ocorrência dessas adaptações depende da especificidade do estímulo de treinamento. De acordo com esse princípio, é esperado que as respostas adaptativas fossem específicas ao estímulo aplicado. Entretanto, tem sido observado, por exemplo, que os modelos de treinamento de força e treinamento de potência, relacionados especificamente a adaptações centrais, induzem semelhantes ganhos em força e hipertrofia. Diante dessas evidências, surgiram questionamentos sobre a validade desse princípio. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito do treinamento de força e potência sobre a expressão do gene da miostatina (MSTN), associada ao controle do tamanho do músculo esquelético, e de genes relacionado a essa via de sinalização: FLST, FL3, GASP-1, ActIIB, SMAD-7 e FOXO-3A. Homens saudáveis, fisicamente ativos, foram randomicamente distribuídos, de forma balanceada, em três grupos: controle, força e potência. Os grupos treinados foram submetidos a oito semanas de intervenção (treinamento de força e treinamento de potência). Foram coletadas amostras de tecido muscular (vasto lateral) via biópsia percutânea nas condições pré e pós-treinamento. Essas amostras foram utilizadas para a análise da expressão de genes envolvidos na sinalização da MSTN por meio da PCR em tempo real. Não foi verificada alteração na expressão gênica de MSTN...

Efeito de modelos periodizados em treinamento de força nas adaptações funcionais, morfológicas e moleculares da musculatura esquelética; Effects of periodized strength training regimens on functional, morphological and molecular adaptations of skeletal muscle

Souza, Eduardo Oliveira de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/07/2014 PT
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116.22%
Tem sido sugerido que a periodização do treinamento de força (TF) é uma forma de se otimizar as adaptações induzidas pelo TF. O objetivo do presente estudo foi verificar o efeito de diferentes modelos de TF periodizados (PER) e não periodizado (NPER) nas adaptações funcionais, morfológicas e moleculares da musculatura esquelética. Trinta e quatro indivíduos fisicamente ativos (idade= 24,6 ±5,4 anos) foram divididos aleatoriamente aos grupos controle (C), não periodizado (GNP), periodizado linear (GPL) e periodizado ondulado (GPO) e submetidos a 12 semanas de treinamento. As medidas de força dinâmica máxima (1RM) e área de secção transversa muscular (ASTM) foram feitas nos momentos pré-treinamento, pós seis-semanas e pós 12-semanas. Biópsias musculares foram realizadas em quatro momentos diferentes, pré-treinamento, 24-horas após a primeira sessão de treinamento, 24-horas e 168-horas após a última sessão de treinamento. Após as seis semanas, os grupos GNP e GPO aumentaram os valores de 1RM, (17,0 ± 8,7%, p<0,0001 e 12,9 ± 9,9%, p< 0,01, respectivamente). Após as 12 semanas, os grupos GNP, GPL e o GPO aumentaram os valores de 1RM com relação aos valores pré-teste, (19,5 ± 13,2%, p<0,0001; 17,9 ± 13...

Efeitos de três diferentes programas de treinamento de força na qualidade de vida de idosas

Moraes, Kelly Cristina de Mello
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
POR
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106.33%
O processo de envelhecimento populacional está acontecendo em vários países. O conceito de envelhecimento abrange um conjunto de alterações que ocorrem progressivamente na vida adulta e que parecem estar associados com, a viabilidade do indivíduo. Nesta perspectiva, alguns estudos relacionam a atividade física regular, sistemática, com o processo de envelhecimento saudável, principalmente quanto ao seu impacto na qualidade de vida de idosos. Estudos revelam que o treinamento de força é essencial para o equilíbrio, para subir e descer escadas, para sentar e levantar de cadeiras, para a diminuição do risco de quedas, para a aquisição da capacidade funcional geral e para a mobilidade dos idosos. De certa forma, para a realização destas tarefas diárias, são necessários níveis moderados de força muscular, e esta passa a adquirir uma importância cada vez mais acentuada com o envelhecimento. Entretanto, aliado ao treinamento de força, o treinamento de potência e o treinamento de força reativa também contribuem para a promoção da qualidade de vida da terceira idade. Assim, o objetivo do presente estudo foi identificar se há diferenças nos efeitos provocados por três tipos de treinamento de força na qualidade de vida das idosas submetidas a doze semanas de treinamento de força. Participaram do programa de treinamento 45 indivíduos do sexo feminino...

Efeitos do treinamento de força na lipemia pós prandial em mulheres pós menopáusicas

Correa, Cleiton Silva
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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106.28%
Elevadas concentrações de tirglicerídeos (TAG) no período pós-prandial são associados com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares (DCV), bem como são responsáveis por mais de 23% da mortalidade em mulheres na menopausa. O treinamento de força (TF) é uma intervenção não farmacológica impregada na prevenção e redução dos múltiplos fatores de risco para o desenvolvimento de DCV. O exercício de força realizado em alto volume vem sendo apresentado como estratégia efetiva na redução da lipemia pós-prandial (LPP) em jovens. No entanto, a comparação entre alto e baixo volume do TF não havia sido investigado. Por esse motivo, o objetivo deste estudo foi comparar a resposta aguda e de 11 semanas de TF realizado em baixo e alto volume na força dinâmica máxima, espessura muscular, gasto energético e perfil lipidico de mulheres pós-menopáusicas. Trinta e nove mulheres pós-menopausicas saudáveis e destreinadas (59,5±4,8 anos de idade, massa corporal 69,6±9,1 kg, estatura 157,9±7,2 cm; IMC 27,6±4,1 kg•m2; circunferência da cintura 76,1±9,7 cm; VO2pico 18,7±1,4 mL•kg•min) foram aleatóriamente distribuídas em três grupos que realizaram a sessão de exercícios de força em: baixo volume (uma série) (BVEF...

Treinamento de força para pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica

Silva, Evelise Guimarães da; Dourado, Victor Zuniga
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 231-238
POR
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106.27%
Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica apresentam comumente fraqueza muscular periférica associada à intolerância ao exercício. Embora efetivo, o exercício aeróbio apresenta pouco ou nenhum efeito na fraqueza e atrofia muscular, além de não ser tolerado pela maioria dos pacientes com DPOC. Nesse sentido, o treinamento de força é opção racional para aumentar a força muscular, além de já ter se mostrado mais tolerável que o exercício aeróbio. O aumento de força muscular periférica é o benefício mais consistente do treinamento de força e, quando este é associado ao exercício aeróbio, não resulta em melhora adicional da capacidade de exercício, da dispnéia e da qualidade de vida. Contudo, observa-se que o treinamento combinado é fisiologicamente mais completo e pode ser uma opção de condicionamento físico mais diversificado. O treinamento de moderada a alta intensidade resulta em maiores adaptações fisiológicas, entretanto o exercício de baixa intensidade é tolerável, simples, de fácil execução domiciliar, não requer equipamentos sofisticados e resulta em benefícios significativos. Este exercício é indicado, sobretudo, para os pacientes com DPOC mais avançada. Finalmente, há evidências recentes de que o treinamento de força para os músculos do tronco é alternativa válida para melhorar a capacidade funcional de exercício e a função pulmonar em pacientes com DPOC. A presente revisão de literatura sugere a incorporação do treinamento de força como estratégia de rotina nos programas de reabilitação pulmonar. Pesquisas futuras são necessárias para avaliar os efeitos do treinamento de força na saúde mental...

Efeito de uma sessão aguda de treinamento de força no perfil metabólico de homens jovens: uma análise metabolômica; Effect of acute bout of resistance exercise on the metabolic profile of young men: a metabolomics approach

Ricardo Paes de Barros Berton
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/03/2015 PT
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116.12%
pós a realização de uma sessão de treinamento de força, diversos metabólitos são alterados. Adicionalmente, esta resposta metabólica está envolvida em uma complexa rede metabólica que induz a alteração de uma grande quantidade de metabólitos. Desta forma, a utilização de abordagens abrangentes como a metabolômica, torna-se essencial para o entendimento do exercício de forma global. Portanto, o presente estudo teve como objetivo investigar a resposta metabólica após uma sessão de treinamento de força, por meio da metabolômica. Foram recrutados 10 indivíduos jovens do sexo masculino, que realizaram dois exercícios para membros inferiores (leg press e cadeira extensora). O protocolo constitui de quatro séries de 10 repetições, a uma intensidade de 70% de uma repetição máxima, com intervalo de 60 segundos entre as séries e entre os exercícios. As coletas sanguíneas foram realizadas nos momentos, -60 minutos, pré exercício, cinco, 15, 30 e 60 minutos após o exercício. As análises sanguíneas foram realizadas por meio da ressonância magnética nuclear. Para a análise estatística foi utilizado a análise de componentes principais e ANOVA one way para mediadas repetidas. A análise de componentes principais evidenciou uma segregação de 47.7% nos três primeiros componentes principais. Adicionalmente...

Avaliação do efeito sinérgico de um programa de treinamento de força supervisionado no controle da sintomatologia em mulheres com fibromialgia tratadas com amitriptilina

Machado, Aurélio Henrique
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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116.17%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2008.; Introdução: Fibromialgia é uma síndrome crônica, caracterizada por dor músculo-esquelética generalizada. A combinação de intervenções farmacológicas e o exercício físico têm sido aceito como componente fundamental no tratamento dos pacientes com fibromialgia. Objetivos: Avaliar o efeito sinérgico de um programa de treinamento de força supervisionado no controle da sintomatologia em mulheres com fibromialgia tratadas com amitriptilina em comparação com um grupo em uso de amitriptilina e fluoxetina. Métodos: A amostra foi composta por 39 mulheres em acompanhamento no ambulatório de fibromialgia do Hospital Universitário de Brasília. As pacientes foram divididas aleatoriamente mediante tabela de randomização em dois grupos de estudo e os pesquisadores clínicos não tinham conhecimento do grupo de cada paciente. Ao grupo fluoxetina composto de 21 pacientes, com média de 50,6 anos de idade, que utilizavam amitriptilina 25 mg duas horas antes de deitar, acrescentou-se 20 mg de fluoxetina às 10 horas da manhã, e ao grupo exercício, com 18 pacientes com média de 52,2 anos de idade também em uso de amitriptilina, foi associado o treinamento de força com pesos livres 3 vezes por semana. A avaliação de qualidade de vida foi feita através do FIQ e SF36 ao início e após 6 meses. Escalas numéricas de 0 a 10 foram obtidas para avaliação da dor...

Análises proteômicas do tendão calcâneo sob efeito do envelhecimento e treinamento de força

Barin, Fabrício Reichert
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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116.22%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ceilândia, Programa de Pós-graduação em Ciências e Tecnologias em Saúde, 2015.; O envelhecimento é descrito como um processo complexo, multifatorial, caracterizado pelo acúmulo de alterações deletérias nas células e tecidos, atuando negativamente na homeostase dos sistemas. Nessa perspectiva, o treinamento de força (TF) possui grande relevância clínica por se tratar de um mecanismo capaz de minimizar essas alterações inerentes ao envelhecimento. Porém, a base biológica e molecular desse contexto (envelhecimento e ações do treinamento de força - TF) no tecido tendíneo, ainda é pouco compreendida. Objetivo: identificar e caracterizar a distribuição das proteínas do tendão calcâneo (TC) de ratos e elucidar as suas funções para o melhor entendimento do processo de envelhecimento e do TF. Materiais e Métodos: foram utilizados 24 Rattus Wistar Novergicus Albinos, de 4 e 24 meses, divididos em quatro grupos experimentais: jovens (6), treinado jovem (6), senil (6) e treinado senil (6). O treinamento de força de 12 semanas foi realizado uma vez a cada dois dias. Primeiramente, os ratos foram adaptados ao protocolo de treinamento de força para escalarem uma escada vertical...

Efeito do treinamento aeróbio e do treinamento de força na composição corporal e metabólicos relacionados à aterosclerose em indivíduos diabéticos do tipo 2

Silva, Alexandre de Souza e
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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106.3%
Tese de Doutoramento em Ciências do Desporto; Os programas de treinamento aeróbio e de força demonstram bons resultados no controle das variáveis de risco cardiovascular em indivíduos diabéticos. No entanto, a influencia dos programas de treinamento nos níveis de homocisteína em indivíduos com diabetes do tipo 2 não está muito claro. Deste modo, esta tese teve como principais objetivos (i) analisar os efeitos do treinamento aeróbio e de força nos níveis de homocisteína; (ii) analisar os efeitos do treinamento aeróbio e de força nos metabólicos relacionados aterosclerose e (iii) analisar os efeitos do treinamento aeróbio e de força nas variáveis de composição corporal relacionadas aterosclerose. A amostra, constituída por 47 mulheres com diabetes do tipo 2 e idade entre 60 e 91 anos, sendo 15 no grupo aeróbio (média de idade 68,86±11,2), 14 no treino de força (média de idade 68,00±6,5 anos) e 18 no grupo controle (média de idade 67,61±6,0). Foram feitas avaliações bioquímicas e antropométricas, antes e após 16 semanas de treinamento. O treinamento foi realizado com 2 sessões durante a semana. A intensidade do treinamento aeróbio foi de 60-70% da frequência cardíaca máxima com 75 minutos cada sessão. As sessões de treinamento de força tiveram a duração de 50 minutos...

Treinamento de força versus hidroginástica: uma análise transversal comparativa da densidade mineral óssea em mulheres na pós-menopausa

Balsamo,Sandor; Mota,Licia Maria Henrique da; Santana,Frederico Santos de; Nascimento,Dahan da Cunha; Bezerra,Lídia Mara Aguiar; Balsamo,Denise Osti Coscrato; Borges,João Lindolfo Cunha; Paula,Ana Patrícia de; Bottaro,Martim
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 PT
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116.28%
INTRODUÇÃO: Há um grande número de estudos mostrando que o treinamento de força tem um efeito positivo sobre a densidade mineral óssea (DMO). Porém, existem poucos estudos comparando a DMO entre praticantes de hidroginástica e treinamento de força. OBJETIVO: Comparar, em uma análise transversal, a DMO de mulheres praticantes de treinamento de força com mulheres praticantes de hidroginástica, na pós-menopausa. MÉTODOS: A amostra foi composta de 63 mulheres, divididas em três grupos: treinamento de força (FORÇA: n = 15; 51,4 ± 2,7 anos), hidroginástica (HIDRO: n = 22; 54,5 ± 3,3 anos) e controles não treinadas (CONTROLE: n = 26; 52,0 ± 3,3 anos). Todas as voluntárias estavam em terapia de reposição hormonal há no mínimo um ano. Os grupos FORÇA e HIDRO treinavam há pelo menos um ano antes do início do estudo (média de anos de treinamento - FORÇA: 4,5 ± 2,0; HIDRO: 4,2 ± 2,2). RESULTADOS: O grupo FORÇA apresentou maior DMO de corpo total, colo femoral e coluna lombar L2-L4 quando comparado ao grupo-controle (todos P < 0,05). O grupo HIDRO apresentou maior DMO no corpo total, quadril total e coluna lombar L2-L4 quando comparado ao grupo-controle (todos P < 0,05). Entretanto, não foram observadas diferenças entre os grupos FORÇA e HIDRO em nenhum dos sítios avaliados. CONCLUSÕES: Estes achados sugerem que não apenas o treinamento de força...

Treinamento de força para pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica

Silva,Evelise Guimarães da; Dourado,Victor Zuniga
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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106.27%
Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica apresentam comumente fraqueza muscular periférica associada à intolerância ao exercício. Embora efetivo, o exercício aeróbio apresenta pouco ou nenhum efeito na fraqueza e atrofia muscular, além de não ser tolerado pela maioria dos pacientes com DPOC. Nesse sentido, o treinamento de força é opção racional para aumentar a força muscular, além de já ter se mostrado mais tolerável que o exercício aeróbio. O aumento de força muscular periférica é o benefício mais consistente do treinamento de força e, quando este é associado ao exercício aeróbio, não resulta em melhora adicional da capacidade de exercício, da dispnéia e da qualidade de vida. Contudo, observa-se que o treinamento combinado é fisiologicamente mais completo e pode ser uma opção de condicionamento físico mais diversificado. O treinamento de moderada a alta intensidade resulta em maiores adaptações fisiológicas, entretanto o exercício de baixa intensidade é tolerável, simples, de fácil execução domiciliar, não requer equipamentos sofisticados e resulta em benefícios significativos. Este exercício é indicado, sobretudo, para os pacientes com DPOC mais avançada. Finalmente, há evidências recentes de que o treinamento de força para os músculos do tronco é alternativa válida para melhorar a capacidade funcional de exercício e a função pulmonar em pacientes com DPOC. A presente revisão de literatura sugere a incorporação do treinamento de força como estratégia de rotina nos programas de reabilitação pulmonar. Pesquisas futuras são necessárias para avaliar os efeitos do treinamento de força na saúde mental...

Exercício aeróbico, treinamento de força muscular e testes de aptidão física para adolescentes com fibrose cística: revisão da literatura

Chaves,Celia Regina Moutinho de Miranda; Oliveira,Cristiano Queiroz de; Britto,José Augusto Alves de; Elsas,Maria Ignez Capella Gaspar
Fonte: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira Publicador: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 PT
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116.12%
São reconhecidos os benefícios da prática do exercício físico regular para pacientes com fibrose cística. Entretanto, poucos estudos envolvem pacientes adolescentes. O objetivo deste artigo foi revisar os efeitos da prática regular de exercícios aeróbicos e de força e resistência muscular para adolescentes com fibrose cística. Os principais testes de aptidão física para esta faixa etária e a importância deles para melhora do prognóstico e tratamento da doença também foram avaliados. As informações foram coletadas a partir de livro-texto e artigos publicados na literatura nacional e estrangeira nas seguintes bases de dados: LILACS, MEDLINE/PubMed, Biblioteca Cochrane e SciELO, abrangendo o período de 1994 a 2004. Foram utilizados os termos "exercise" e "cystic fibrosis" para seleção dos artigos. Esta pesquisa demonstrou que a prática de exercício aeróbico e treinamento de força muscular melhoram a desobstrução da árvore brônquica, diminuem a queda progressiva da função pulmonar, aumentam a massa muscular e a resistência ao exercício, promovem o desenvolvimento ósseo e melhoram a auto-estima e a qualidade de vida. Os melhores resultados foram obtidos com os programas de treinamento assistido, devido a sua maior regularidade.

Efeito de diferentes doses de nandrolona associado ao treinamento de força sobre o perfil fenotípico e área de secção transversa do músculo de ratos

Verlengia,Rozangela; Prestes,Jonato; Asano,Ricardo Yukio; Silva,Wagner José da; Campos,Gerson Eduardo Rocha de; Cavaglieri,Cláudia Regina; Souza,Rodrigo Duarte de; Boff,Sérgio Ricardo; Alves,Silvia Cristina Crepaldi
Fonte: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo Publicador: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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116.05%
O presente estudo avaliou a influência de diferentes doses de decanoato de nandrolona (DN) associado ao Treinamento de Força (TF) sobre o fenótipo de fibras e área de secção transversa (AST) do músculo extensor longo dos dedos (EDL) em ratos "Wistar". Os animais foram divididos em sete grupos: controle (GC) e grupos de acordo com a concentração de DN (0,1, 1, 2, 5, 10 e 20 mg/kg) administrada intramuscular 3 vezes/semana. O TF consistiu de saltos em meio líquido (carga 50-70% do peso corporal) 3x/semana, durante cinco semanas. A associação do TF e DN promoveu ação modulatória sobre os tipos de fibras. Houve hipertrofia das fibras de contração rápida (tipo II) em comparação com as fibras de contração lenta (tipo I). Em conclusão, apesar da associação do TF com DN aumentar a AST muscular e alterar o fenótipo das fibras, não houve efeito gradual das doses mais altas.

Efeito crônico do alongamento realizado antes ou após treinamento de força de isquiotibiais na flexibilidade e na força

Almeida, Paulo Henrique Foppa de
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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116.32%
Resumo: Introducao: A literatura indica que tanto o alongamento como o treinamento de forca podem aumentar a forca e a flexibilidade. Porem, nao se sabe se a realizacao concomitante das duas atividades pode incrementar estes ganhos. Objetivo: Verificar o efeito do alongamento realizado antes ou apos os treinos de forca dos musculos isquiotibiais na flexibilidade e na forca muscular. Metodos: Foram recrutados 35 militares (18,5 } 0,41 anos), os quais foram distribuidos de forma balanceada e aleatoria pela forca normalizada de isquiotibiais em 4 grupos: Treinamento de Forca (TF) (n=9) - exercicio para isquiotibiais duas vezes por semana, durante 8 semanas; Alongamento Antes (AA) (n=9) - alongamento dos isquiotibiais imediatamente antes do treinamento de forca; Alongamento Depois (AD) (n=9) - alongamento dos isquiotibiais imediatamente depois do treinamento de forca; Controle (CC) (n=8). O treinamento de forca consistiu de exercicio para os isquiotibiais, composto por 3 series de 8-12 repeticoes maximas. O alongamento foi realizado em posicao estatica para isquiotibiais em duas repeticoes, com duracao de 30 segundos e intervalo de 10 segundos. Foi utilizada a celula de carga e o teste de 1RM para medir a forca muscular e fotogrametria para medir a flexibilidade...

Treinamento de força para crianças e pré-adolescentes: uma metanálise sobre alterações do crescimento longitudinal, força e composição corporal, influenciadas pelo exercício resistido

Frois, Rafael Rodrigues de Sousa
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
PT_BR
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126.29%
Esta pesquisa teve como objetivo analisar o Tamanho do Efeito do Treinamento de Força sobre as variáveis força, composição corporal e crescimento longitudinal. Para tanto, foi realizada a busca de estudos sobre Treinamento de Força com crianças e pré-adolescentes, seguida de análise estatística dos dados relacionados às respostas do Treinamento de Força sobre crescimento longitudinal, força e composição corporal. Foram encontrados 22 estudos sobre as variáveis crescimento longitudinal, alterações na força de MMSS e MMII e composição corporal, utilizando diversas metodologias de TF em crianças e pré-púberes de 7 a 12 anos de idade. A análise de alteração da força de MMSS demonstrou-se favorável para os grupos experimentais (TE global = 0,83; IC 95% = 3,7/7,38). O mesmo ocorreu nas análises da força de MMII (TE global = 0,72; IC 95% = 5,5/12,51). O aumento de massa magra também revelou-se superior para os indivíduos que treinaram (TE global = 0,21; IC 95% = 0,6/2,7). Os ganhos de massa gorda foram superiores nos grupos experimentais (TE global = 0,41; IC 95% = 0,66/1,37). O nível de crescimento longitudinal foi superior para os grupos experimentais (TE global = 0,46; IC 95% = 1,4/2,4). Portanto, esta pesquisa sugere que o Treinamento de Força é uma intervenção favorável para ganhos de força e hipertrofia muscular em indivíduos de 7 a 12 anos de idade. Além disso...

A influência do treinamento de força sobre as capacidades funcionais de indivíduos idosos: uma revisão sistemática

Carvalho, Damaris Cristina de; Mendes, Grazielly de Souza Oliveira; Araújo, Priscilla Ferreira
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
PT_BR
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116.14%
As perdas decorrentes do processo de envelhecimento, que geram baixa capacidade nas funções, são favorecidas quando o idoso é pouco ativo. Entretanto, pela sua característica mantenedora e considerando o incremento das funções locomotoras e cardiovasculares, o exercício físico faz-se um agente preventivo. Pelo exposto, o objetivo deste estudo foi revisar na literatura especializada a influência do treinamento de força sobre as valências físicas relacionadas às capacidades funcionais de indivíduos idosos. Foi realizada uma revisão sistemática da literatura nacional e internacional, assim, a população deste estudo foi formada por 842 artigos indexados nas bases de dados LILACS, SciELO e Medline. Após a leitura dos resumos foram selecionados 23 artigos potencialmente elegíveis para a amostra; Por meio da análise crítica da literatura a amostra foi formada por 18 estudos. As melhoras significativas nas valências físicas: força máxima, potencia muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbia, permitem inferir deste estudo que o treinamento de força demonstrou-se um mecanismo efetivo contra a baixa capacidade funcional em idosos.; Educação de Física

Efeito de diferentes doses de nandrolona associado ao treinamento de força sobre o perfil fenotípico e área de secção transversa do músculo de ratos; Effect of different doses of nandrolone associated with resistance training on muscle phenotypic profi le and cross-sectional area of rats

Verlengia, Rozangela; Prestes, Jonato; Asano, Ricardo Yukio; Silva, Wagner José da; Campos, Gerson Eduardo Rocha de; Cavaglieri, Cláudia Regina; Souza, Rodrigo Duarte de; Boff, Sérgio Ricardo; Alves, Silvia Cristina Crepaldi
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/03/2013 POR
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O presente estudo avaliou a influência de diferentes doses de decanoato de nandrolona (DN) associado ao Treinamento de Força (TF) sobre o fenótipo de fibras e área de secção transversa (AST) do músculo extensor longo dos dedos (EDL) em ratos "Wistar". Os animais foram divididos em sete grupos: controle (GC) e grupos de acordo com a concentração de DN (0,1, 1, 2, 5, 10 e 20 mg/kg) administrada intramuscular 3 vezes/semana. O TF consistiu de saltos em meio líquido (carga 50-70% do peso corporal) 3x/semana, durante cinco semanas. A associação do TF e DN promoveu ação modulatória sobre os tipos de fibras. Houve hipertrofia das fibras de contração rápida (tipo II) em comparação com as fibras de contração lenta (tipo I). Em conclusão, apesar da associação do TF com DN aumentar a AST muscular e alterar o fenótipo das fibras, não houve efeito gradual das doses mais altas.; The aim of the present study was to evaluate the influence of different doses of nandrolone decanoate (ND) associated with Strength Training (ST) on the phenotype of fibers and cross-sectional area (CSA) of the extensor digitorum longus (EDL) in Wistar rats. The animals were divided into seven groups: control (CG) and the groups according to the dose of ND administered (0...

Effect of strength training on muscular strength-aerobic performance relationship for competitive swimmers; Efeito do treinamento de força na relação força muscular-desempenho aeróbio de nadadores competitivos

Carvalho Barbosa, Augusto; Universidade Estadual de Campinas.; Carvalho de Moraes, Rafael; Universidade Estadual de Campinas.; Andries Júnior, Orival; Universidade Estadual de Campinas.
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares",; Avaliado por Pares; Descritiva Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 23/11/2007 POR; ENG
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The aim of this study was to verify the effects of strength training on the muscular strength-aerobic erformance relationship. Sixteen swimmers were assigned to control (CG) or experimental (EG) groups and underwent seventeen weeks of swimming training. Swimmers in the EG also performed dry land strength training (DLST), lasting twelve weeks, and aiming to develop power. A 10 minutes test (T10) was taken before and after the 12 weeks of DLST, in order to evaluate aerobic resistance, one maximum voluntary contraction (1MVC) and maximum repetition in 30s (REM) using 70% of 1MVC, where total weight was calculated. Total weight, T10, and 1MVC were all normalized for body mass. There was no signifi cant correlation between percent changes in T10 and dry land muscle strength, despite signifi cant increases being detected in dry land muscle strength. It can be concluded that nonspecifi c training does not improve aerobic performance in swimming.; O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos do treinamento de força na relação força muscular fora da águadesempenho aeróbio dentro da água. Dezesseis nadadores foram divididos em grupos controle (GC) e experimental (GE), e submetidos a dezessete semanas de treinamento dentro da água. O GE também realizou um treinamento de força fora da água (TFFA)...