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Na escola se aprende que a diferença faz a diferença

Bento,Berenice
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
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16.81%
Neste artigo, problematizo os limites das instituições sociais em lidar com os sujeitos que fogem às normas de gênero. Deter-me-ei principalmente nas respostas que a escola tem dado aos/às estudantes que apresentam performances de gênero que fogem ao considerado normal.

O sexo sem lei, o poder sem rei: sexualidade, gênero e identidade no cotidiano travesti

Jimenez,Luciene; Adorno,Rubens C. F.
Fonte: Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu Publicador: Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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27.49%
Neste trabalho propomos questionar como são construídos e validados os discursos acerca de sexualidade, gênero e identidade sexual, a partir da história de vida de três irmãos homossexuais nascidos no interior do nordeste brasileiro. Ainda jovens, migraram para a cidade de Diadema - São Paulo, onde se tornaram, no decorrer de alguns anos, travestis e profissionais do sexo. A percepção da homossexualidade foi relatada como parte da infância, e sentida como uma força natural. Já, as transformações realizadas sobre o corpo decorrentes da travestilidade, a decisão pela prostituição, a orientação sexual (por homem ou por mulher), e a construção de uma identidade sexual (gay ou travesti), apareceram como instâncias dissociadas entre si e relacionadas à busca da valorização pessoal e social diante do estigma atribuído ao gay afeminado, pobre e migrante. A religiosidade afro-brasileira e a gramática yorubá assumiram relevância para a constituição desta possibilidade identitária.

"Se pudesse ressurgir, viria como o vento". Narrativas da dor: corporalidade e emoções na experiência da travestilidade

Figueiredo,Adrianna
Fonte: Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM/IMS/UERJ) Publicador: Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM/IMS/UERJ)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
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37.84%
O artigo se propõe a avaliar, através da pesquisa empírica feita com um grupo de sete travestis, dos 23 aos 40 anos, residentes na cidade de Recife (PE), como são realizadas e reinventadas as táticas de modificações corporais vividas como elementos centrais de identificação emocional na experiência da travestilidade. Por meio das narrativas da dor, procura-se perceber como são agenciadas duas linguagens nas redes afetivas das travestis, formuladas de acordo com uma dupla qualificação da dor. Segundo o que chamamos de linguagem de satisfação, nota-se que a dor, os riscos e o perigo imbricados nos procedimentos metamórficos de autoconstrução corporais, quando postos em contraponto com a satisfação de seus resultados, são significados como insuficientes diante do desejo de transformação. Em contraste, a linguagem política, em que se utiliza um expediente comum, baseado nas compartilhadas histórias de abjeções sociais, faz uso do conteúdo simbólico de negatividade e desfavor da dor quando se trata de significar emocionalmente seus relacionamentos com a sociedade mais ampla.

Se pudesse ressurgir eu viria como o vento: Das narrativas da dor:um estudo sobre práticas de modificações corporais e afetividades na experiência da travestilidade

Figueiredo Soares da Silva, Adrianna; Bivar Carneiro Campos, Roberta (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
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38.06%
Desde a modernidade, as sociedades contemporâneas ocidentais, vêm sugerindo um imaginário poluidor próprio, principalmente através da institucionalização da heterossexualidade; da atmosfera naturalizante de corpos-sexuados; e do discurso médico e jurídico, que infere o normal e o anormal. As travestis parecem se encontrar no limiar de muitos desses significantes poluidores, não fazendo parte dos corpos que importam, dos corpos sexuados e inteligíveis, onde usualmente a questão da travestilidade e tomada em sua dimensão grotesca e erotizada; e sua hibridez, ou ainda a própria possibilidade de existência desta hibridez, se torna fator revelador da não linearidade necessária entre desejo sexual, gênero e corpo. Demonstram, assim, a carne viva, numa performance social pulsante, o caráter manufaturado dessas representações, que são a todo momento articulados entre si, através de identificações de gênero experienciadas tanto através de questões cognitivas, relacionadas a idéia de eusdesejantes e da autoconstrução, quanto à questões mais objetivas, as quais revelam a reiteração de dispositivos de sexualidade e de matrizes culturais de percepção do indivíduo, que o ajudam a formular o imaginário sobre si e sobre o mundo. Assim as experiências emocionais...

No truque : transnacionalidade e distinção entre travestis brasileiras

Cecília Patrício, Maria; Parry Scott, Russell (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
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Este estudo tem como fundamental objetivo entender como e porque as travestis brasileiras circulam entre países, especificamente Brasil e Espanha. É umo categoria de análise para as travestis brasileiras que depois da primeira viagem à Europa, estruturada através de habitus, são nomeadas européias. Neste sentido, elas constróem uma identificação de brasileiras e travestis, com o intuito de se firmarem no mercado de trabalho, o que realmente vão realizar por lá. Para se manterem no mercado precisam ir à Europa, mas, além disso, precisam se manter no mercado europeu com distinção dentre as demais, pois, hierarquicamente se destacam mais quando alcançam maior proximidade com a cultura européia. Para se destacarem, participam de eventos e concursos que aumenta as páginas de seu curriculum enquanto pessoa e travesti. Assim, se mantém distintas e reconhecidas socialmente, principalmente entre os seus familiares, deixados no Brasil, assim como seus pares. No movimento transnacional, modificam-se em termos de nomeamentos de travestis para trans e transex em termos de comportamentos, adotando, neste trajeto ora uma negação da nacionalidade de brasileiras, ora um reforço desta identidade nacional, mas...

"Tá pensando que travesti é bagunça?" Repertórios sobre travestilidade, em contextos de criminalidade, por jornais de Pernambuco.

Carvalho, Bruno Robson de Barros; Medrado, Benedito (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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A presente pesquisa objetivou analisar a produção de modos de ser travestis, em contextos de criminalidade, pela mídia jornalística pernambucana. Os objetivos específicos foram: 1) identificar nomeações e posicionamentos de travestis nos jornais de Pernambuco e 2) refletir sobre como este tipo de produção discursiva constrói e reitera a travestilidade em zonas de abjeção. Visando dar conta dos objetivos, tomamos por base princípios e conceitos norteadores da Teoria Queer, especialmente no que se refere à “abjeção”. Do ponto de vista da psicologia social, nos baseamos nas contribuições do Construcionismo Social para o estudo das práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano. Este referencial teórico-metodológico orientou as análises produzidas sobre as notícias veiculadas em jornais. Como material empírico, trabalhamos com 33 notícias publicadas on-line pelos jornais de maior circulação na cidade do Recife, entre os anos de 1998 e 2012. Por meio da construção de mapas analíticos, agrupamos informações referentes a crimes, posições e nomeações sobre as travestis, veiculadas no material discursivo. Deparamo-nos com um escasso número de matérias sobre casos que envolvem travestis e pouca repercussão dos mesmos. Percebemos...

Gênero e Sexualidade

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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Gênero e Sexualidade é a unidade 1 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Nela é discutido o conceito de gênero e diversidade sexual abordando os estereótipos relacionados às identidades LGBT e problematizando de que forma isso produz agravos à saúde desta população, considerando as suas realidades no contexto da saúde e do cuidado. A unidade se divide em 5 temas: diversidade sexual e relações de gênero; sexualidades; travestilidade e transexualidade; determinantes sociais da saúde e a população LGBT; a dimensão de gênero e da diversidade sexual pelos profissionais de saúde.

Travestilidade e Transexualidade

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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27.84%
Travestilidade e Transexualidade é o terceiro livro da unidade 01 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "Gênero e sexualidade". Neste livro são abordados os conceitos de travestilidade, transexualidade, identidade de gênero e orientação sexual com foco na desconstrução dos estereótipos relacionados às identidades LGBT.

Femininos de montar - Uma etnografia sobre experiências de gênero entre drag queens

Santos, Joseylson Fagner dos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social; Antropologia Social Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social; Antropologia Social
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The paper presents a discussion about gender and body in the drag queens experience at Natal city (RN). From the different concepts that characterizes the identity processes on subjects who perform gender transformation (transvestites, transsexuals and female impersonators), the justification for studying the drag character is observed as a means to understand matters that are important when you take such a position. Therefore, there is a need for a linkage between the various concepts responsible for this definition, in addition to considering the historical and cultural process responsible for the creation of such categories, identities and stereotypes among these individuals. In this sense it will be possible to carry out a critical analysis on the different social loads present in each representation, and understand what is at stake in the attribution of classifications and terminologies that are applied to different expressions of metamorphosis. This ethnography considers the debate from a field research conducted at LGBT social establishments and other performance spaces of these people, verifying their dynamics in these places and investigating relationships between performers, personas and characters and also backstage scene in which they participate; Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; O texto apresenta uma discussão sobre corpo e gênero na experiência de drag queens na cidade de Natal (RN). A partir das diferentes concepções que marcam os processos identitários sobre sujeitos que realizam transformação de gênero (travestis...

A diversidade entra na escola: histórias de professores e professoras que transitam pelas fronteiras da sexualidade e do gênero

Almeida, Neil Franco Pereira de
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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O objetivo desta pesquisa foi compreender e problematizar aspectos da constituição identitária de professores e professoras que transitam pelas fronteiras das sexualidades e do gênero. Interessou-nos saber o que esses sujeitos que se auto-identificam como gays, travestis e lésbicas contavam de suas histórias de vida e o lugar ocupado pela profissão docente nesse processo, principalmente quando suas identidades sexuais e de gênero eram evidenciadas e interpretadas pelos diversos sujeitos que compõem a escola, sobretudo o corpo docente. Teoricamente, a pesquisa está embasada principalmente nas reflexões elaboradas pela teoria queer. Essa teoria estruturada sob uma proposta pós-identitária, propõe-nos pensar as identidades que se constituem a partir das diferentes manifestações das sexualidades e do gênero por suas ambigüidades, multiplicidade e fluidez, assim como construir novos enfoques sobre a cultura, o conhecimento, o poder e a educação. Além desse referencial, utilizamos como metodologia entrevista, questionário e análise documental. Entrevistamos três professores gays, duas professoras travestis e uma professora lésbica, principal foco do estudo. Esses sujeitos desempenham a profissão docente nas séries entre a fase introdutória e o pré-vestibular em escolas das redes municipal...

Grupo e Instituição: nas tramas de pathos, o percurso da desilusão

Xavier, Raquel do Prado
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Este trabalho surgiu de meu interesse pelas formações grupais. Escolhi como campo de pesquisa uma organização não governamental, cuja finalidade é abrigar pessoas portadoras do vírus da imunodeficiência humana (HIV) e sujeitos adictos. O objetivo da pesquisa foi fazer uma análise da mente institucional a partir do trabalho em grupo e do levantamento dos discursos da instituição. Ao longo da pesquisa, percorri por autores que corroboraram com a hipótese de que a mente grupal-institucional funciona analogamente à mente individual. Esta hipótese foi discutida e fundamentada na tese Freudiana de que assim como o psiquismo funciona como escudo protetor contra excessos de excitação oriundos do mundo interno e externo através da projeção, as instituições também podem fazê-lo ao servirem como depósito de conteúdos insuportáveis da mente de seus moradores. A pesquisa junto à instituição foi desenvolvida durante quatro meses com dezesseis encontros semanais de uma hora e trinta minutos cada. Foi utilizado o método psicanalítico, ancorado na relação transferencial pesquisador-pesquisa. A bizarrice foi apontada como característica da mente institucional pela presença da travestilidade em uma instituição de forte cunho religioso e pela forma como lidavam com o sofrimento psíquico através da naturalização e da indiferença. Na relação transferencial...

Quando eu pulei o muro: travestilidades em corpos-existências apesar dos silêncios da escola; When i jumped the wall: transvestites in bodies-existênces despite the silences in school

Fonte: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; DED - Departamento de Educação; UFLA; BRASIL Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; DED - Departamento de Educação; UFLA; BRASIL
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Dissertação apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Educação - Mestrado Profissional, área de concentração em Formação de Professores, para a obtenção do título de Mestre.

O sexo sem lei, o poder sem rei: sexualidade, gênero e identidade no cotidiano travesti; Sex without law, power without a king: sexuality, gender and identity in the travestite's daily life

JIMENEZ, Luciene; ADORNO, Rubens C. F.
Fonte: Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu Publicador: Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Neste trabalho propomos questionar como são construídos e validados os discursos acerca de sexualidade, gênero e identidade sexual, a partir da história de vida de três irmãos homossexuais nascidos no interior do nordeste brasileiro. Ainda jovens, migraram para a cidade de Diadema - São Paulo, onde se tornaram, no decorrer de alguns anos, travestis e profissionais do sexo. A percepção da homossexualidade foi relatada como parte da infância, e sentida como uma força natural. Já, as transformações realizadas sobre o corpo decorrentes da travestilidade, a decisão pela prostituição, a orientação sexual (por homem ou por mulher), e a construção de uma identidade sexual (gay ou travesti), apareceram como instâncias dissociadas entre si e relacionadas à busca da valorização pessoal e social diante do estigma atribuído ao gay afeminado, pobre e migrante. A religiosidade afro-brasileira e a gramática yorubá assumiram relevância para a constituição desta possibilidade identitária.; In this work we propose to question how the speeches on sexuality, gender and sexual identity are built and validated, emerging from the life story of three homosexual brothers who were born in the inland areas of the Brazilian northeast. When they were still young...

Atividade sobre identidade de gênero e orientação sexual

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Página em HTML contendo atividade do curso Política Nacional de Saúde Integral LGBT.
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A Atividade sobre Identidade de Gênero e Orientação Sexual tem como objetivo provocar uma reflexão do aluno quanto aos conceitos que ele traz consigo relacionados a gênero e diversidade sexual, bem como suas implicações e pertinência no atendimento e acolhimento de pacientes LGBT.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Diferença entre construção biológica e construção de gênero

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Imagem Formato: Imagem colorida em formato .png
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Imagem ilustrativa sobre a diferença entre os conceitos de contrução biológica de gênero e construção social de gênero, bem como sua pertinência no âmbito da saúde.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Gênero e Sexualidade

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Backup Moodle em HTML da unidade 01 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
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Gênero e Sexualidade é a unidade 1 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Nela é discutido o conceito de gênero e diversidade sexual abordando os estereótipos relacionados às identidades LGBT e problematizando de que forma isso produz agravos à saúde desta população, considerando as suas realidades no contexto da saúde e do cuidado. A unidade se divide em 5 temas: diversidade sexual e relações de gênero; sexualidades; travestilidade e transexualidade; determinantes sociais da saúde e a população LGBT; a dimensão de gênero e da diversidade sexual pelos profissionais de saúde.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Nome Social: Cidadania e respeito

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ; Colorcine Produções Artísticas e Cinematográficas Ltda.
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Material audiovisual em cores com duração de 6:07 min.
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Obra audiovisual de ficção produzida para o Curso de Política Nacional de Saúde Integral LGBT (UNA-SUS UERJ), baseada em experiências reais ocorridas nas Unidades Básicas de Saúde do Sistema Único de Saúde - SUS.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Travestilidade e Transexualidade

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Backup Moodle em HTML do livro 3 da unidade 1 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
PT_BR
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Travestilidade e Transexualidade é o terceiro livro da unidade 01 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "Gênero e sexualidade". Neste livro são abordados os conceitos de travestilidade, transexualidade, identidade de gênero e orientação sexual com foco na desconstrução dos estereótipos relacionados às identidades LGBT.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

O atendimento no serviço do processo transexualizador e a questão: ambulatório X UBS

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ; Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde do Brasil - SGEP
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Material audiovisual em cores com duração de 2:58 min.
PT_BR
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O vídeo em questão apresenta entrevista com Rafaela Feitosa Damaceno, usuária do SUS e do serviço do Processo Transexualizador do HC - UFG, onde a mesma fala sobre o atendimento no serviço do Processo Transexualizador e sobre o fato de o atendimento aos transexuais ser dado somente nos ambulatórios, e não nas Unidades Básicas de Saúde.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Cinco Vidas: travestilidades, gênero, sexualidades e etnicidades no interior da Paraíba

Tota, Martinho
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 23/12/2015 POR
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Os principais estudos socioantropológicos produzidos no (ou sobre o) contexto brasileiro acerca de lésbicas, gays, travestis e transexuais tiveram como locus paisagens urbanas, metropolitanas, de modo que pouco sabemos sobre como pessoas vivenciam sexualidades e identidades de gênero que divergem da “matriz heterossexual” em espaços outros, como o mundo rural, as pequenas cidades do interior brasileiro ou territórios indígenas. Além disso, no caso específico dos trabalhos realizados sobre a temática travesti, observamos a recorrência da associação entre travestilidade e prostituição. Assim, este artigo objetiva – a partir das histórias de vida de cinco travestis indígenas, habitantes de cidades do interior do estado da Paraíba – fornecer uma contribuição no sentido de agregar outros elementos para os(as) estudiosos(as) da questão travesti, bem como matizar o problema da prostituição através de seus discursos e de suas peculiaridades biográficas.