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Infarto do miocárdio causado por lesão arterial coronariana após trauma torácico fechado; Myocardial infarction caused by coronary artery injury after a blunt chest trauma; Infarto de miocardio causado por lesión arterial coronaria post traumatismo torácico cerrado

LIMA, Márcio Silva Miguel; TSUTSUI, Jeane Mike; ISSA, Victor Sarli
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Relatório
POR
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Relatamos o caso de um indivíduo do sexo masculino de 29 anos de idade, vítima de um acidente de carro no qual sofreu trauma torácico fechado, evoluindo com insuficiência cardíaca congestiva. O paciente apresentava boa saúde previamente, sem sintomas de doença cardiovascular. Na avaliação inicial, o eletrocardiograma mostrou ondas Q nas derivações precordiais e o ecocardiograma mostrou disfunção ventricular esquerda importante. A angiografia coronária mostrou uma lesão na artéria coronária descendente anterior esquerda (ADE), com acinesia da parede anterior na ventriculografia com contraste. A tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPECT) com Tálio-201 não mostrou viabilidade. O paciente foi mantido em tratamento clínico com boa evolução.; We report the case of a 29-year-old man, victim of a car accident, who suffered a severe blunt chest trauma, with evolving congestive heart failure. He had previously had a good overall health status, with no symptoms of cardiovascular disease. At the initial assessment, the electrocardiogram showed Q waves in the precordial leads and the echocardiogram disclosed severe left ventricular dysfunction. Coronary angiogram showed a proximal left anterior descending coronary artery lesion...

Avaliação do uso do dispositivo de valvula unidirecional - DVU - para a drenagem pleural no atendimento pre-hospitalar

Alexandre Garcia de Lima
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/02/2006 PT
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O Atendimento Médico Pré-hospitalar tem ganho atenção e estímulo no Brasil nos últimos anos, e com o crescimento desta nova área de atuação médica, surgiram novos problemas a serem resolvidos. Um desses problemas é a drenagem pleural tubular fechada, pois o mecanismo de fluxo unidirecional mais comumente usado, o selo de água, é inseguro e pouco prático para o atendimento pré-hospitalar. Objetivos: Testar a eficiência e a segurança do DVU - Dispositivo de Válvula Unidirecional, para a substituição do selo de água na drenagem pleural tubular fechada em ambiente pré-hospitalar, através de parâmetros clínicos. Material e método: Foram utilizados 22 DVU em 21 doentes no período de tempo compreendido entre maio de 2002 e maio de 2004. Todos doentes foram atendidos pelo autor e por ele submetidos à colocação do DVU, vítimas de traumatismo torácico, penetrante ou fechado, ou com pneumotórax espontâneo com repercussão clínica. Resultados: Dezesseis (72,7%) ferimentos penetrantes da caixa torácica, três (13,6%) ferimentos torácicos fechados e três (13,6%) pneumotórax espontâneos foram incluidos no estudo. Houve melhora dos parâmetros aferidos como pressão arterial, freqüências cardíaca e respiratória e da propedêutica pleuro-pulmonar (ausculta e percussão torácicas); o débito de líquidos através da válvula foi em média de 700 ± 87...

Estudo estatistico dos traumatismos cranioencefalicos, toraxicos e abdominais, causados por acidentes de transito, em necropsias realizadas no periodo de 1981 a 1983 no Instituto Medico Legal de Santa Catarina.

Ortiga, Jose Mauricio da Costa
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 12 p.| grafs.,tabs.
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Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Clínica Cirúrgica, Curso de Medicina, Florianópolis, 1984

Traumatismo hepático

Sousa, M
Fonte: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E. Publicador: Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E.
Tipo: Outros
Publicado em //2012 POR
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Trabalho realizado no contexto do estágio de Cuidados Intensivos do Internato Médico Complementar, sob orientação de Alfredo Leite; O fígado é o órgão mais afectado por traumatismos torácicos penetrantes, e o segundo órgão mais afectado por traumatismos abdominais fechados (78%).7 As causas mais frequentes de traumatismo hepático fechado são acidentes de viação (72%), quedas (12%) e lesões desportivas (5%), enquanto as causas mais frequentes de traumatismo hepático permanente são feridas por arma branca e por arma de fogo, felizmente, pouco frequentes na nossa realidade urbana.2 Já em 1908 Pringle escrevia: “As lesões hepáticas minor curam sem a necessidade de uma intervenção cirúrgica.” No entanto, foram necessárias várias décadas para que a estratégia fosse também alargada às lesões hepáticas major. Nos últimos 20 anos tem-se assistido a uma tendência crescente para o tratamento conservador (não cirúrgico) do traumatismo hepático fechado apresentando-se como a abordagem gold standard em 80-90% dos casos.2 As técnicas minimamente invasivas como a angiografia com embolização arterial, drenagem percutânea guiada por imagem e colocação de próteses poe colangio-pancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) premitiram tratar a grande maioria das complicações desta abordagem terapêutica...

Vias de acesso aos grandes vasos mediastinais no trauma torácico

Gonçalves,Roberto; Saad Júnior,Roberto
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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O traumatismo é a causa mais comum de mortes na população economicamente ativa e o trauma torácico é responsável direta ou indiretamente em um quarto destas mortes, aos quais as lesões de grandes vasos torácicos relacionam-se às mortes imediatas ou precoces no ambiente hospitalar. Dentro dos doentes que chegam vivos, pode-se dividi-los em estáveis ou instáveis, a via de acesso para a abordagem destes vasos irá depender desta situação, bem como de suas particularidades anatômicas, o que poderá implicar em incisões combinadas para uma adequada exposição. Neste artigo serão revisadas e discutidas as lesões destas estruturas e as vias acesso às mesmas.

Fratura bilateral de primeira costela em mergulho com colete salva-vidas

Sandri,Pietro de Almeida; Almeida,Joelmar César de; Sandri,João Luiz
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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As fraturas de primeira costela são incomuns e geralmente associadas a grandes traumas torácicos a ponto de servirem como associação com a gravidade do trauma. As fraturas isoladas bilaterais de primeira costela sem grandes traumas torácicos são raramente descritas na literatura. Os sintomas podem passar despercebidos e serem minimizados dificultando o diagnóstico desta condição. O presente relato mostra um trauma direto sobre a região supraclavicular com sintomas de contusão do plexo braquial numa queda de jet ski com uso de salva-vidas. É feita uma revisão da literatura mostrando as diversas faces do problema discutindo-se o tratamento desta condição.

Tratamento das lesões de aorta nos traumatismos torácicos fechados

Mioto Neto,Boulanger; Aun,Ricardo; Estenssoro,André Echaime Valentsissis; Puech-Leão,Pedro
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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46.82%
OBJETIVO: Rever a casuística, etiologia, lesões associadas, tipos de tratamento e evolução das lesões da aorta por trauma torácico fechado. MÉTODOS: Estudo retrospectivo em prontuário dos pacientes atendidos no Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo e tratados pelo Grupo de Cirurgia Vascular de janeiro de 2001 a junho de 2004. Foram analisados 10 pacientes, todos do sexo masculino, sendo sete com técnica endovascular e três com técnica operatória aberta. RESULTADOS: Quanto à localização, foram observadas oito lesões da aorta descendente junto ao istmo, uma lesão da aorta descendente na transição tóraco-abdominal e uma dissecção traumática da aorta. O intervalo de tempo para o tratamento cirúrgico foi, em média, de 10,62 ± 3,45 horas para os que receberam tratamento endoluminal e 28 ± 32,39 para os operados de forma convencional. Já o período de internação total variou de 9 a 180 dias (média de 23,33 ± 6,66 dias para os tratados com endoprótese e 42,55 ± 52,7 para os operados de forma convencional). Foram utilizadas uma endoprótese Excluder®, uma Apolo® e cinco Talent®. Dos pacientes operados, dois utilizaram bomba átrio femoral. Ocorreram dois óbitos, um entre os operados de forma convencional e um entre os operados com endopróteses. CONCLUSÕES: As lesões da aorta em casos de trauma torácico fechado são pouco freqüentes e geralmente associadas a um grande número de lesões associadas. O diagnóstico precoce e preciso é fundamental para a evolução do paciente. A correção com endopróteses nos pacientes estáveis do ponto de vista hemodinâmico apresenta-se como solução eficaz.

Epidemiología del traumatismo torácico grave

Cordero Lorenzana, María Lourdes
Fonte: Universidade da Corunha Publicador: Universidade da Corunha
Tipo: Tese de Doutorado
SPA
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26.82%
[Resumen] Objetivo: Características del traumatismo torácico grave en UCI. Mortalidad. Material y método: Análisis descriptivo retrospectivo, univariado y regresión de 100 variables en 1174 pacientes con traumatismo torácico grave (1993-2010). Resultados: Más varones (4:1) de 43,5±18,9 años. 96,5% de traumatismos torácicos cerrados y 89% asociado. Lesiones óseas frecuentes: fracturas costales (71,2%) y claviculares (17,9%). Otras: contusión pulmonar (44%), hemotórax (41,7%) y neumotórax (31,6%). Mortalidad: 231 pacientes (19,6%), más en varones (75,3%, p=0,048) y edad mayor (47,5±21,9 vs. 42,4±17,9; p=0,004). Más por atropello (26,8% vs. 14,3%, p<0,001) y por moto (13,9% vs. 10,3%, p<0,001). Análisis univariado: Mortalidad mayor en traumatismo asociado (94,8% vs. 87,6%; p=0,002; OR 2,57). Contusión pulmonar (44,6% vs. 41,0%; p=0,033; OR 1,36) y rotura diafragmática (3,03% vs. 1,06%, p=0,025; OR 2,90). Con insuficiencia respiratoria (85,7% vs. 74,4%, p<0,001; OR 1,94), más en SDRA (60,9% vs. 12,3%, p<0,001; OR 11,09). Regresión logística: Edad avanzada (OR 1,02; p<0,001), SDRA (OR 6,74; p<0,001), sepsis (OR 2,82; p<0,001), ventilación mecánica (OR 30,94; p<0,001) y traumatismo craneoencefálico asociado (OR 4...

Thoracic injuries in urban infants and children.

Baffes, Thomas G.; Department of Surgery. Mount Sinai Hospital. Chicago. Illinois. USA.; Paniker, V. G.; Department of Surgery. Mount Sinai Hospital. Chicago. Illinois. USA.; Kroger, Elliot; Department of Surgery. Mount Sinai Hospital. Chicago. Illinois.
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; article; article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/1980 ENG
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26.82%
Os AA. acentuam a maior frequência dos vários tipos de traumatismos torácicos seguindo as diferentes etiologias e idades dos doentes. Assim, realçam os traumatismos resultantes do parto, os torácicos fechados, as feridas do tórax. Fazem também uma menção especial a aspiração e deglutição de corpos estranhos estabelecendo a comparação entre os traqueobrônquicos e os esofágicos. Finalmente fazem referência às fracturas da coluna e as queimaduras.

Comprobando la integridad del trayecto pedicular torácico: ¿es valido el uso del palpador pedicular? Técnica en cadáveres

Moreno Mora, Daniel Fernando
Fonte: Facultad de Medicina Publicador: Facultad de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 23/07/2015 SPA
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36.73%
Introducción: En la práctica neuroquirurgica el uso de tornillos pediculares torácicos ha venido en aumento en el tratamiento de diferentes patologías de la espinales. Desde la descripción original, se confirma la adecuada canalización del trayecto mediante el uso del palpador, sin embargo la validez y seguridad de dicho instrumento es limitada y existe riesgo de complicaciones complejas. En este estudio se comprueba la seguridad y validez del uso del palpador para diagnosticar la integridad del trayecto pedicular torácico. Metodología: Se canalizaron pedículos torácicos en especímenes cadavéricos los cuales de manera aleatoria se clasificaron como normales (íntegros) o anormales (violados). Posteriormente cuatro cirujanos de columna, con diferentes grados de experticia, evaluaron el trayecto pedicular. Se realizaron estudios de concordancia obteniendo coeficiente Kappa, porcentaje total de precisión, sensibilidad, especificidad, VPP y VPN y el área bajo la curva ROC para determinar la precisión de la prueba. Resultados: La precisión y validez en el diagnostico del trayecto pedicular y localización del sitio de violación tienen relación directa con la experiencia y entrenamiento del cirujano, el evaluador con mayor experiencia obtuvo los mejores resultados. El uso del palpador tiene una buena precisión...

Valoración pronóstica de los signos observados en las imágenes de tomografía computerizada de lesiones viscerales asociadas a lesiones agudas de la aorta en pacientes politraumatizados

Gulías Soidán, Daniel
Fonte: Universidade da Corunha Publicador: Universidade da Corunha
Tipo: Tese de Doutorado
SPA
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27.01%
[Resumen]A pesar de los avances en la atención prehospitalaria, en la tomografía computarizada (Te) y en la cirugía y tratamientos endovasculares, los traumatismos torácicos contusos y las lesiones de la aorta (LTA) siguen siendo una fuente importante de morbimortalidad en pacientes con traumatismo cerrado. En los últimos años, la tomo grafía multidectector (TeMD) ha hecho posible adquirir imágenes con muy pequeño espesor de corte a una gran velocidad, facilitando la exploración de pacientes politraumatizados y la reconstrucción en cualquier plano de las imágenes obtenidas. Así hemos mejorado el diagnóstico de los síndromes aórticos agudos y sus lesiones acompañantes. A la luz de los hallazgos radiológicos, han surgido múl~iples clasificaciones de LTA que tratan de optimizar la asistencia a estos complejos pacientes. Este trabajo revisa retrospectivamente las LTA y lesiones torácicas acompañantes, tras los traumatismos cerrados registrados en nuestro hospital durante los últimos veinte años. Identificamos las lesiones y sus signos radiológicos más frecuentes, así como su posible asociación estadística con las LTA. Asimismo, comprobamos la utilidad en nuestro medio de distintas clasificaciones aórticas descritas en la literatura reciente y el cambio en el patrón de los mecanismos de lesión de la aorta que se vienen registrando en los últimos años.; [Resumo]A pesar dos avances na atención prehospitalaria...

THORACIC TRAUMA PROFILE OF ATTENDED VICTIMS AT HOSPITAL UNIVERSITÁRIO EVANGÉLICO DE CURITIBA (HUEC); PERFIL DOS PACIENTES VÍTIMAS DE TRAUMA TORÁCICO ATENDIDOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO EVANGÉLICO DE CURITIBA (HUEC)

Naufel Junior, Carlos Roberto; Faculdade Evangélica do Paraná - FEPAR; Talini, Carolina; Faculdade Evangélica do Paraná - FEPAR; Barbier Neto, Lydio; Faculdade Evangélica do Paraná
Fonte: Setor de Ciência da Saúde - Universidade Federal do Paraná Publicador: Setor de Ciência da Saúde - Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares; Estudo Epidemiológico; Research Formato: application/pdf
Publicado em 05/04/2014 POR
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36.96%
Introduction: Thoracic trauma demands special attention because of the changes in respiratory and cardiac dynamics. Most thoracic traumas are treated with chest tubes, only 15-30% require thoracotomy. Objective: To analyze the victims’ profiles of thoracic trauma. Materials and methods: Analysis of 98 medical records treated in a trauma service from January to December 2011, with thoracic involvement that required pleural drainage. Results: Eighty two patients were male and 16 were female. The mean age was 36,9 ± 16 years (from 9 to 83 years). Forty three (43,8%) were victims of penetrating trauma e 55 (56,2%) of blunt trauma. Fifteen patients had hemothorax, 23 pneumothorax and 55 hemopneumothorax. Sixty eight patients (69,4%) suffered associated lesions. The average length with the drain was 7 ± 6,2 days. The mean volume drained immediately was 401 mL (from 50 to 1050 mL). In 12 cases thoracotomy was performed. Seventy patients (71,4%) used antibiotic for an average of 4,6 ± 6,9 days. Twenty seven patients remained in intensive care unit, for an average of 10,3 ± 7,9 days. The mean time of hospitalization was 9,3 ± 8,4 days (from 1 to 48 days). Thirty one patients (31,6%) presented complications and 17 (17,3%) died. Conclusions: Thoracic trauma was more incident in men with age between 15 e 29 years...

Lesiones penetrantes y transfixiantes en los traumatismos abiertos del tórax

Sosa Delgado,Diego; González López,José; Hernández Varea,José; Conde Castells,Luis; González Martínez,Pablo
Fonte: Revista Cubana de Medicina Militar Publicador: Revista Cubana de Medicina Militar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2001 ES
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47.23%
La gravedad y el peligro para la vida que acompañan a las lesiones penetrantes y transfixiantes del tórax y la necesidad de una respuesta inmediata con un diagnóstico y tratamiento precoz, motivaron a profundizar en el estudio de estos traumatismos, evaluar la aplicación oportuna del tratamiento quirúrgico, determinar los agentes vulnerantes causales, los órganos más afectados y las complicaciones. Se realizó un estudio retrospectivo en 116 pacientes atendidos en el Hospital Militar Central "Dr. Carlos J. Finlay" en un período de 4 años, con traumatismos abiertos del tórax; 80 pacientes presentaron lesiones penetrantes o transfixiantes. Se analizó la edad, el sexo, los agentes vulnerantes, las lesiones viscerales, la terapéutica y las complicaciones. Se comprobó que los pacientes del sexo masculino en la tercera década de vida fueron los más afectados, y como agentes vulnerantes predominaron los punzocortantes. El pulmón fue el órgano intratorácico más lesionado; el 97 % de los pacientes presentaron neumotórax, hemotórax o hemoneumotórax, asociado con un colapso pulmonar y compromiso respiratorio severo. Se realizó la toracotomía en el 37 % de los pacientes y su indicación se consideró siempre correcta. La sepsis de la herida traumática fue la complicación más frecuente.

Ruptura traumática de la aorta descendente torácica

González Sosa,Gabriel; Frías Espinosa,Jorge E; Crombet Gaínza,Irania; Montoya Cubas,Ivis Javier
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 ES
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46.93%
Los traumatismos torácicos graves (TT), ya sean abiertos o cerrados, pueden ocurrir secundarios a lesiones por arma de fuego, arma blanca, accidentes de tránsito, caídas de altura o compresiones torácicas por aplastamientos, entre otros y se han transformado en una causa importante de morbilidad y mortalidad, pero son las lesiones vasculares directamente responsables de un 20 a un 25 % del total de las muertes, causadas por estos traumatismos. La mayoría de los afectados por estas lesiones son personas jóvenes previamente sanas, fundamentalmente del sexo masculino. Se presenta un caso clínico de un paciente de 38 años de edad, con antecedentes de salud previos, que durante una riña, sufrió una herida en la región posterior del hemitórax derecho, por debajo del borde inferior de la escápula, penetrante en la cavidad torácica, ocasionada por un objeto corto punzante de fabricación artesanal, cuyo pedazo quedó dentro de esta cavidad, lo cual provocó una lesión de alrededor de 3 cm de longitud, aproximadamente a nivel de la aorta descendente torácica. El paciente fue intervenido quirúrgicamente de manera urgente, y se logró suturar la lesión vascular con éxito, proceder que casi nunca es posible debido al alto índice de mortalidad de este tipo de lesiones...

Traumatismo torácico bilateral: A propósito de 1 caso

Iglesias Pérez,Orlando; Rosales Olivera,Hugo; Reina Moreno,Camilo; Llópiz Salazar,Rolando Emilio; Aguirre Fernández,Roberto Eduardo
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 ES
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26.82%
Se presenta un caso de traumatismo torácico bilateral extenso con tórax batiente, el cual fue tratado con inmovilización de las partes blandas torácicas, con alambres de Steinman pasados de manera caudocefálica, lo que provocó la estabilización de la caja y el mejoramiento rápido de las funciones ventilatorias y se logró la retirada oportuna de la intubación endotraqueal y la eliminación del proceso séptico asociado, lo que por la severidad y la utilización de un sistema de fijación externa, lo hace un caso anecdótico e interesante, y permite inducir la utilización de esta forma de tratamiento en casos similares

Comportamiento de la atención integral de los traumatismos torácicos en el Hospital «Dr. Miguel Enríquez» (2006-2008)

Castellanos González,Juan Antonio; Leal Mursulí,Armando; Adefna Pérez,Radamés; Izquierdo Lara,Francoise; Ramos Díaz,Nélida
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 ES
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47.06%
INTRODUCCIÓN. Cerca del 15 % de los traumatismos torácicos requieren intervención quirúrgica y el 85 % puede ser tratado con procedimientos sencillos: observación, tubo de toracostomía y soporte ventilatorio. El objetivo de este trabajo fue analizar el comportamiento clínico-epidemiológico de la atención integral de los traumatismos del tórax, para buscar optimizarla. MÉTODOS. Se realizó un estudio descriptivo, con carácter retrospectivo-observacional, en pacientes con traumatismo torácico atendidos en el Hospital Universitario «Dr. Miguel Enríquez», entre enero del 2006 y diciembre del 2008. Se determinó el comportamiento de la actividad quirúrgica y se relacionó con el tiempo de intervención, desde el arribo de los pacientes al hospital hasta la cirugía, así como la aparición de complicaciones, principales causas de los traumatismos y el promedio de estadía posoperatoria. RESULTADOS. La mayoría de los pacientes fueron intervenidos entre los 15 y 20 min tras la llegada al hospital. Los traumatismos más frecuentes fueron las heridas por arma blanca, y las causas más frecuentes de la operación fueron los hemoneumotórax traumáticos. La complicación más común fue el choque hipovolémico durante el acto quirúrgico...

Tórax inestable: Fisiopatología, tratamiento

Llera Domínguez,Gerardo; Rabell Hernández,Sergio; Valls Martín,Arnaldo; Menéndez Guerrero,Aurelio
Fonte: Revista Cubana de Cirugía Publicador: Revista Cubana de Cirugía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1996 ES
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26.82%
Se reporta que el traumatismo de tórax tiene una alta mortalidad y el tórax inestable que es una modalidad, mostró en Cuba, en una serie de 1985 a 1988, el 25 %. Se indica que el tratamiento del tórax batiente ha ido cambiando de acuerdo con la fisiopatología que ha sido aceptada en cada momento. Se refiere que cuando se pensó que el problema principal era la inestabilidad torácica, los métodos usados fueron para inmovilizar. Posteriormente se utilizó la estabilización neumática interna, pero a largo plazo producía mortalidad por infección respiratoria y estenosis traqueales. Se destaca que con el concepto actual de que lo principal es la contusión pulmonar subyacente se seleccionan los pacientes y se ventilan sólo los que tienen función respiratoria comprometida, y los otros se tratan con fisioterapia y bloqueos o anestesia peridural para combatir el dolor. Se concluye en que a los pacientes que se ventilan es importante desacoplarlos tempranamente del respirador mecánico, para lo que son útiles los fijadores externos como el de Valls. En los pacientes que tienen que ser sometidos a una toracotomía se puede aprovechar para hacer una osteosíntesis

Histopatología cardíaca en los traumatismos torácicos cerrados

Torres Sánchez,C.; Gómez Zapata,M.; Pérez Cárceles,M.D.; Osuna Carrillo de Albornoz,E.; Luna Maldonado,A.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2002 SPA
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36.55%
En el presente trabajo, hemos realizado un estudio de los hallazgos histopatológicos en las diferentes causas de fallecimiento, estableciendo como hipótesis de trabajo el hecho de que, la fisiopatología del miocardio debe reflejar los procesos cuantitativos y cualitativos que determinan el fallecimiento, ajustándose a la naturaleza del sufrimiento isquémico y/o anóxico (localizado o generalizado) y a la duración del mismo. Hemos estudiado un total de 59 cadáveres, 43 varones y 16 mujeres, de los cuales, 40 fallecieron por causas traumáticas y los 19 restantes por causas no traumáticas. Sus edades estaban comprendidas entre los 17 y 90 años, con una edad media de 51,31 años, y una media del intervalo postmortem de 13,68 horas (DS 8,7; rango 3-59 horas). Para el estudio histopatológico, se tomaron muestras de tejido cardíaco procedentes de: apex, cara anterior, lateral y posterior del ventrículo izquierdo, cara lateral del ventrículo derecho y zona medial del tabique interventricular, en dos niveles diferentes del corazón. Tras la fijación de las muestras y procesado, se tiñeron con hematoxilina-eosina y con naranja de acridina. Los resultados obtenidos, se sometieron a un estudio estadístico mediante el paquete estadístico SPSS.10.0 Nuestros resultados corroboran la utilidad de la técnica de la hematoxilina eosina para detectar la existencia de patología cardíaca previa al hecho causal del fallecimiento...

Reconstrucción de defectos torácicos de espesor total: Presentación de 8 casos de especial complejidad

Lasso,J.M.; Uceda,M.; Arenas,L.; Pérez Cano,R.
Fonte: Cirugía Plástica Ibero-Latinoamericana Publicador: Cirugía Plástica Ibero-Latinoamericana
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2009 SPA
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36.73%
Las lesiones de gran tamaño en el tórax, requieren casi siempre para su reparación plastias complejas, que en algunos casos han de combinar el uso de tejidos autólogos y/o materiales sintéticos. Por tanto, la reconstrucción de la pared torácica supone un desafío desde el punto de vista reconstructivo en el que es fundamental el papel de los cirujanos plásticos. Los grandes defectos torácicos suelen ser secundarios a exéresis tumoral (tumores parietales de origen primario o secundario), infecciones, radionecrosis, traumatismos y malformaciones congénitas. Si bien los principios de la reconstrucción del tórax exigen una escisión amplia de la lesión, desbridamiento de los tejidos desvitalizados o irradiados y control de la infección local, dichas actuaciones no podrían abordarse con seguridad si no dispusiéramos de un amplio arsenal de técnicas reconstructivas, capaces de aportar tejidos sanos y bien vascularizados o voluminosos y amplios en superficie, junto con soportes rígidos mediante materiales aloplásticos. Gracias a estos avances, en la mayoría de los casos conseguimos el objetivo con sólo una intervención, cuando hace unos años necesitábamos varios procedimientos quirúrgicos. Presentamos una muestra variada de la experiencia de nuestro Servicio en el tratamiento de grandes defectos del tórax...

Lesiones costales en antropología forense

Subirana,M.; Galtés,I.; Malgosa,A.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 SPA
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26.93%
Los traumatismos torácicos pueden provocar la muerte de forma directa o indirecta en homicidios, suicidios o accidentes. En antropología forense, la reconstrucción de los traumatismos torácicos ante la ausencia de tejidos blandos requiere conocimientos adecuados de los patrones de fractura de la parrilla costal. Los tipos de fractura que observamos en las costillas no están suficientemente explicados en la literatura médico forense clásica. Nuestro trabajo se ha centrado en la revisión de las lesiones por arma de fuego, traumatismos contusos y por arma blanca en la zona costal con la finalidad de simplificar este tema.