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"Traumatismos buco maxilo faciais por agressão: estudo em hospital da periferia do município de São Paulo" ; ORAL AND MAXILLOFACIAL TRAUMA IN ASSAULT: A STUDY IN A HOSPITAL ON THE OUTSKIRTS OF SÃO PAULO

Santos, Marco Aurelio Fernandes dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/12/2002 PT
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47.22%
RESUMO TRAUMATISMOS BUCO MAXILO FACIAIS POR AGRESSÃO: ESTUDO EM UM HOSPITAL DA PERIFERIA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO É alarmante o crescimento de todas as formas de violência no mundo atual, principalmente a agressão física, que no mais das vezes, provoca lesões oro-faciais. Este estudo preocupou-se em analisar 493 vítimas de traumatismos buco maxilo faciais cuja etiologia foi a agressão, atendidos no pronto-socorro do Hospital Municipal Dr. Alípio Correa Netto, periferia leste da cidade de São Paulo, entre dezembro de 2000 e novembro de 2001. Através da revisão dos prontuários, obtivemos dados relacionados a sexo, cor, idade, distribuição por meses, dias da semana e períodos do dia, mecanismos de trauma, lados afetados, tecidos moles atingidos, fraturas ósseas e dentárias, lesões associadas, tempo transcorrido entre o acidente e o atendimento inicial, destino do paciente e ocorrência policial. Verificamos que os mais atingidos foram homens, brancos, entre 21 e 30 anos de idade, com o principal modo de agressão sendo o soco. Janeiro, segundas-feiras e parte da tarde foram os períodos com mais atendimentos. A região mediana da face foi a mais atingida, e os ossos nasais os mais freqüentemente fraturados. Tanto as fraturas do complexo zigomático quanto as mandibulares tiveram maiores incidências no lado direito da vítima...

"Análise da ocorrência e classificação penal das lesões maxilofaciais do Instituto Médico Legal do Município de Taubaté" ; Analysis of the occurrence and criminal classification of the maxillofaciais injuries at the Legal Medical Institute of Taubaté.

Bastos, Katia Aparecida Bueno Santos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/07/2005 PT
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27.28%
Nesta pesquisa, foi realizado o levantamento da ocorrência de traumatismos faciais e dentários. A autora utilizou na sua amostra 1.374 laudos de vítimas de traumatismos faciais presentes nos arquivos do Instituto Médico Legal do Município de Taubaté. A maioria das vítimas de traumatismos faciais (61,4%) da amostra é do sexo masculino, na faixa etária dos 20 aos 29 anos de idade e o agente etiológico mais freqüente foi a violência interpessoal. Dos traumatismos faciais, 93,1% das vítimas tiveram lesões de tecido mole, 2,5% apenas lesões de tecido duro e 4,4% apresentaram lesões associadas de tecido mole e duro. No que tange aos tecidos duros, verificou-se que 54,3% das vítimas sofreram somente fraturas ósseas, 31,4% tiveram lesões dentárias e 5,2% traumatismos ósteo-dentários. Os traumatismos dentários ocorreram com maior freqüência no sexo masculino (54,8%) e idade entre 20 a 29 anos e predominou como agente etiológico a violência interpessoal. A maioria das vítimas (61,3%) de traumatismos dentários teve o envolvimento de um único dente. A avaliação do dano, presente nos laudos, classificou a maioria dos traumas dentários como sendo de natureza grave (45,2%). Verificou-se também que, após a vigência da lei de obrigatoriedade do uso do cinto de segurança...

Ferimento facial por projétil de arma de fogo: avaliação dos resultados e complicações de 52 pacientes tratados

Gaetti-Jardim, Ellen Cristina
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 69 f. : il. + 1 CD-ROM
POR
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26.75%
Pós-graduação em Odontologia - FOA; Traumas faciais em decorrência de ferimento por projétil de arma de fogo produzem lesões pérfuro-contuso que podem variar de acordo com o calibre da arma usada, da distância a partir do qual o paciente é baleado e da textura do tecido atingido. O tratamento de lesões maxilo-faciais por projétil de arma de fogo é ainda controverso em relação ao momento ótimo para a intervenção. A maioria dos autores recomenda tratamento conservador como a restauração oclusal e bloqueio maxilomandibular; postulamos que muitas lesões faciais por projétil de arma de fogo podem ser tratadas precocemente com técnicas de cirurgia aberta e fixação com sistemas de placas e parafusos. Nesse sentido, estudo retrospectivo de 12 anos - 2001 a 2012 - foi realizado buscando avaliar os resultados e complicações nos pacientes tratados por ferimentos por projétil de arma de fogo no esqueleto facial, tendo como elemento comparativo o tratamento indicado/realizado para os mesmos, tanto os pacientes que receberam reparo imediato e redução aberta e os que receberam tratamento cirúrgico fechado. Justifica-se a realização deste trabalho, já que ferimentos por projétil de arma de fogo faciais normalmente são associados com fraturas expostas que requerem intervenção cirúrgica imediata para limitação do dano e que em muitos casos podem ser tratados primariamente de forma definitiva...

Prevalencia, tratamento e complicações dos casos de trauma facial atendidos pela FOP - Unicamp de abril de 1999 a março de 2004; Prevalence, treatment and complications of facial injuries evaluated by Piracicaba Dental School ? State University of Campinas, from April 1999 to March 2004

Bernardo Ferreira Brasileiro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/02/2005 PT
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26.96%
Este trabalho é baseado em um estudo observacional, prospectivo e longitudinal, com o objetivo de analisar a prevalência, as formas de tratamento e os índices de complicações dos casos de trauma de face atendidos pela Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) ? Unicamp, na cidade de Piracicaba e região, no período de abril de 1999 a março de 2004. Foram incluídos no estudo 1857 pacientes, cuja análise estatística descritiva demonstrou uma prevalência por indivíduos do gênero masculino (76,8%), da cor branca (58,6%), predominantemente na faixa etária de 21 a 30 anos (27%) e pertencentes ao grupo de pessoas economicamente ativas da população (52,3%). A etiologia mais freqüente destes traumatismos foram os acidentes de trânsito (45,8%), predominantemente os acidentes ciclísticos, fortemente caracterizados por baixos índices de uso de dispositivos de segurança. O atendimento inicial aos pacientes foi realizado principalmente pelo SUS (88,2%) e dentro de 48 horas após o trauma em 69,3% dos casos, sendo que 38,1% dos pacientes com indicação de tratamento cirúrgico foram operados entre 8 e 15 dias após o traumatismo. Dentre as fraturas faciais, houve predominância na região do terço médio da face (56...

Traumatismos faciais em pacientes idosos atendidos pela Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP; Facial injuries in elderly patients related to the Piracicaba Dental School - UNICAMP

Rafael Grotta Grempel
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/03/2008 PT
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47.04%
A expectativa de vida tem aumentado em todo o mundo e essa mudança social traz consigo um aumento no envolvimento de indivíduos idosos em acidentes, gerando conseqüências no âmbito social, econômico e governamental. Ressalta-se então a necessidade crescente de conhecimento profundo das alterações fisiológicas desse grupo de pacientes, bem como das peculiaridades dos traumatismos e conseqüências destes, que provavelmente irão alterar as prioridades clínicas e o protocolo de tratamento convencional. Esse trabalho foi baseado em um estudo observacional, prospectivo e longitudinal, objetivando avaliar as características epidemiológicas, específicas dos traumatismos faciais em pacientes idosos, atendidos pela Área de Cirurgia Bucomaxilo-facial da FOP-UNICAMP, enfatizando suas causas e conseqüências, bem como o conhecimento necessário relacionado aos cuidados e tratamento destes pacientes. Foram analisados todos os prontuários, específicos de trauma, do ano de 1999 a 2006, totalizando 145 pacientes com idade igual ou superior a 60 anos. A análise estatística descritiva revelou prevalência do gênero feminino (53,8%), da cor branca (80,7%), a maior parte não economicamente ativa (85,5%) e com idade média de 71...

Analise retrospectiva dos traumas faciais decorrentes de acidentes de transito em pacientes atendidos pela area de Cirurgia Buco-maxilo-facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba/UNICAMP no periodo de 1999 a 2007; Retrospective analysis of facial traumas due to traffic accidents in patients received ath the Oral and Maxilofacial Surgery Division of Piracicaba Dental Scholol - State University of Campinas between 1999 and 2007

Marcia Socorro da Costa Borba
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 01/02/2010 PT
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36.62%
O presente estudo retrospectivo teve por objetivo avaliar a complexidade dos traumatismos faciais decorrentes de acidente de trânsito considerando diagnóstico, tratamento e complicações e relacioná-los com o uso de dispositivos de segurança. Os dados foram coletados dos prontuários do arquivo da Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba/Unicamp no período de 1999 a 2007. A amostra foi de 657 pacientes dos quais 76,7% foram vítimas de acidente automobilístico e 23,3% de acidente motociclístico. Pacientes do gênero masculino e na faixa etária de 18 a 30 anos (63,7%) sofreram um maior número de acidentes de trânsito. Quanto à utilização do dispositivo de segurança de trânsito foi mais freqüente no gênero masculino e entre os motociclistas (73,8%). O tipo de trauma facial mais freqüente foram as fraturas ósseas (68,6%) localizadas no terço médio e na mandíbula. Em relação aos traumas associados à outros órgãos observou-se uma maior associação entre os traumas faciais e traumas ortopédicos, verificando-se uma maior freqüência (60,7%) em pacientes que não estavam utilizando nenhum tipo de dispositivos de segurança. O tratamento conservador foi o mais aplicado em 70...

Avaliação epidemiológica dos traumas faciais em pacientes idosos atendidos na Área de Cirurgia Buco-maxilo-facial da FOP-UNICAMP no período de abril de 1999 à dezembro de 2012; Epidemiologic avaluation of the facial trauma in elderly patients treated in the Maxillo-facial surgery Area FOP-UNICAMP in the april 1999 to december 2012 period

Castelo Pedro Vemba Cidade
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/11/2013 PT
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46.72%
Estudos atuais demonstram um aumento da população idosa mundial. No Brasil os idosos representam cerca de 9% da população, sendo aproximadamente 21 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Este trabalho analisou características epidemiológicas de pacientes idosos vítimas de trauma de face atendido pela Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) - Unicamp, na cidade de Piracicaba e região, no período de abril de 1999 a dezembro de 2012. A análise foi direcionada a dados relativos de variáveis populacionais como idade, gênero, cor, etiologia do trauma, lesões corporais na face ou não, incluindo fraturas de face ou não e fraturas associadas, tratamento instituído, tempo decorrido entre o trauma e o tratamento, além do período de proservação e complicações. Foram analisados dados dos pacientes, através de preenchimento de um formulário clínico especificamente elaborado para a anotação de dados relativos ao estudo de traumatismos faciais. Foram excluídos do trabalho pacientes com preenchimento incompleto das informações. Um total de 237 pacientes idosos foram avaliados, 127 (53,6%) pacientes do gênero masculino e 110 (46,4%) do gênero feminino, a queda foi a causa mais frequente com 146 casos (61...

Perfil epidemiológico do trauma de face dos pacientes atendidos no pronto socorro de um hospital público

Macedo,Jefferson Lessa Soares de; Camargo,Larissa Macedo de; Almeida,Pedro Fragoso de; Rosa,Simone Corrêa
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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36.72%
OBJETIVO: Avaliar os dados epidemiológicos e a localização dos traumas de face de pacientes atendidos no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), Brasília, Distrito Federal. MÉTODO: Trata-se de um estudo retrospectivo, realizado no pronto socorro do HRAN-DF, visando avaliar o perfil epidemiológico dos pacientes atendidos pela equipe da Unidade de Cirurgia Plástica vítimas de trauma de face no período de 1 de janeiro a 31 dezembro de 2004. RESULTADOS: O estudo compreendeu 711 pacientes, destacando-se o sexo masculino (72,8%). Quanto à causa, predominou a agressão física, seguida por acidente com veículos/motos. As quedas foram a causa predominante das lesões em crianças, mas verificou-se a participação cada vez maior da agressão física como mecanismo de trauma facial com o aumento da idade. A relação de homem:mulher foi de 3:1. A faixa etária mais atingida foi de 21 a 30 anos, representando 35,3% dos pacientes. As fraturas foram encontradas em 24,9% das lesões faciais. O nariz foi o local mais acometido nas fraturas de face (76,8%). CONCLUSÃO: A violência interpessoal foi a principal causa de trauma de face. A queda da própria altura mostrou-se como importante mecanismo de trauma nos extremos de idade.

Epidemiologia das fraturas de face em crianças num pronto-socorro de uma metrópole tropical

Souza,Daniel Falbo Martins de; Santili,Cláudio; Freitas,Ronaldo Rodrigues de; Akkari,Miguel; Figueiredo,Marina Juliana Pita Sassioto Silveira de
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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36.49%
OBJETIVO: Realizar um estudo epidemiológico das fraturas de face em crianças em um serviço de urgência. MÉTODOS: Estudo retrospectivo de quarenta e dois pacientes com idades variando entre zero a 17 anos, portadores de fraturas de face, tratados no Setor de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Santa Casa de São Paulo, no período de janeiro de 2000 a dezembro de 2003. Os dados foram tabulados através das informações colhidas dos prontuários dos pacientes, tais como: idade, gênero, tipo de fratura, etiologia e sazonalidade. RESULTADOS: Entre os resultados encontrados, houve predominância do gênero masculino com 81% da casuística, a fratura de mandíbula foi a mais prevalente, com mais de 70% dos casos, os acidentes de trânsito e as quedas foram os agentes etiológicos que mais causaram fraturas. O verão foi a época do ano com mais casos de fratura e mais de 80% destas necessitaram de intervenção cirúrgica para o seu tratamento. CONCLUSÃO: É necessária uma política de prevenção com uma atenção especial aos acidentes de trânsito e às quedas, que foram os agentes etiológicos que mais causaram fraturas faciais.

Comparando a Classificação Internacional de Doenças em Odontologia e Estomatologia (CID-OE) com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10)

Silva,Olga M. P.; Lebrão,Maria Lúcia
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2001 PT
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26.84%
INTRODUÇÃO: Nos estudos epidemiológicos de morbidade é necessário se adotar um sistema de classificação de doenças. Na odontologia e nos traumatismos buco-maxilo-faciais pode-se usar a Classificação Internacional de Doenças em Estomatologia e Odontologia (CID-OE) mas, em alguns casos, esta classificação não é adequada. O objetivo deste estudo é comparar a aplicação da CID-OE com a aplicação da CID-10 na classificação de diagnósticos da área. MATERIAL E MÉTODOS: Foram analisados 2.372 casos atendidos em serviços de traumatismos buco-maxilo-faciais e emergências dentais no Município de São Paulo, Brasil, onde os diagnósticos encontrados foram codificados por ambas as classificações. RESULTADOS: A CID-OE especificou melhor 1.117 casos mas, em 267, não ofereceu possibilidade de codificação. Em 978 casos, o detalhamento dado pela codificação foi o mesmo em ambas as classificações.

Seis anos de atendimento em trauma facial: análise epidemiológica de 355 casos

Carvalho,Thiago Bittencourt Ottoni; Cancian,Launa Renata Londero; Marques,Caroline Gabriele; Piatto,Vânia Belintani; Maniglia,José Victor; Molina,Fernando Drimel
Fonte: Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervicofacial Publicador: Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervicofacial
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
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36.69%
Traumas faciais são frequentes em emergências requerendo o diagnóstico de fraturas e lesões associadas. OBJETIVO: Avaliar dados epidemiológicos de atendimento em trauma facial. MATERIAL E MÉTODOS: Foram revisados 335 prontuários de pacientes com trauma facial tratados pelo Serviço de Otorrinolaringologia, no período de Janeiro de 2002 a Dezembro de 2008. Os seguintes dados foram coletados: idade, gênero, etiologia, local anatômico da fratura, lesão associada, consumo de álcool, tratamento e hospitalização. FORMA DO ESTUDO: Estudo de casos retrospectivo em corte longitudinal histórico. RESULTADOS: A maioria dos pacientes são homens adultos jovens (p<0,005) com uma proporção masculino:feminino de 4:1 (p<0,05). Violência interpessoal é a causa mais prevalente de trauma facial (27,9%) seguida de acidente automobilístico (16,6%) (p<0,05). Mandíbula é o osso facial fraturado mais prevalente (44,2%) seguido pela fratura nasal (18,9%) (p<0,05). Houve consumo de álcool em 41,1% dos pacientes com uma proporção masculino:feminino de 11,2:1 (p<0,05). Setenta e sete por cento dos pacientes necessitaram de intervenção cirúrgica (p<0,05) e 84,5% foram hospitalizados (p<0.05). CONCLUSÃO: Homens adultos jovens são as vítimas mais prevalentes em trauma facial e a violência interpessoal é a responsável pela maioria das lesões faciais. A maioria dos casos de traumatismo facial está associada ao consumo de álcool. Estudos posteriores serão sempre necessários a fim de permitir uma clara compreensão da tendência na etiologia do trauma facial.

Perfil epidemiológico de 277 pacientes com fraturas faciais atendidos no pronto atendimento, pelo Serviço de Otorrinolaringologia do Hospital do Trabalhador em Curitiba/PR, no ano de 2010

Ykeda,Renier Barreto Arrais; Ballin,Carlos Roberto; Moraes,Rafael Souza; Ykeda,Ronnie Barreto Arrais; Miksza,Alana Farias
Fonte: Fundação Otorrinolaringologia Publicador: Fundação Otorrinolaringologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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46.97%
INTRODUÇÃO: Estudos epidemiológicos voltados para os traumatismos faciais são de grande interesse para o conhecimento de sua ocorrência em termos quantitativos e da gravidade que apresentam. OBJETIVO: Estudar o perfil epidemiológico dos 277 pacientes vítimas de fraturas faciais do Hospital do Trabalhador (HT) dando ênfase a variáveis como sexo, faixa etária, etiologia e sítios anatômicos das fraturas, comparando os achados clínicos com outros estudos da literatura. MÉTODO: Estudo retrospectivo, não randomizado por consulta a prontuários de 277 pacientes que foram atendidos no HT pelo serviço de Otorrinolaringologia durante o período de 01/01/2010 a 31/12/2010, vítimas de fraturas faciais. RESULTADOS: Dos 277 pacientes, 74,72% eram do sexo masculino e 25,27% do sexo feminino, índice 3:1. De acordo com a faixa etária, as fraturas foram assim distribuídas: 0-9 anos: 4,69%; 10-19 anos: 17,32%; 20-29 anos: 23,82%; 30-39 anos: 20,21%; 40-49 anos: 16,24%; 50-59 anos: 10,83%; 60-69 anos: 3,97% e 60-79 anos: 2,88%. A etiologia do trauma mais frequente foi a violência interpessoal com 36,45%, seguida pelas quedas com 23,09% e dos acidentes com veículos automotores com 17,32%. Quanto à localização, a fratura nasal foi a mais comum...

Trauma facial: análise de 194 casos

Silva,Joaquim José de Lima; Lima,Antonia Artemisa Aurélio Soares; Melo,Igor Furtado Soares; Maia,Rafael Costa Lima; Pinheiro Filho,Tadeu Rodriguez de Carvalho
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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36.62%
INTRODUÇÃO: O trauma facial tem crescido em importância para a Cirurgia Plástica, especialmente nas últimas quatro décadas, tendo estreita relação com o aumento de acidentes automobilísticos e violência urbana. O presente estudo objetiva traçar um perfil dos pacientes que sofreram esse tipo de trauma. MÉTODO: Foram analisados 194 casos de trauma facial atendidos em serviço de referência em Fortaleza (Ceará), entre 2005 e 2009. Os dados obtidos foram entrecruzados e classificados utilizando os programas Excel versão 2003 e Epi Info versão 6.04. RESULTADOS: A média de idade foi de 30,35 anos, variando de 4 a 71 anos. Os homens foram os responsáveis por 80,4%, e proporção homem/mulher foi de 4,1:1. Idosos e crianças corresponderam a 5,7%. Os traumas relacionados a acidentes de trânsito foram prevalentes (60,31%), com destaque para os acidentes com motociclistas, que representam 44,8% do total. Em segundo lugar, ficou a violência interpessoal, com 18,6%. A maioria dos pacientes era oriunda do interior do estado (57,2%), porém os da capital tiveram maior proporção de fraturas relacionadas à violência interpessoal (66,66%). O osso mais fraturado foi a mandíbula (30,49%), seguida pelo osso nasal (22,2%) e pelo zigoma (17...

Urgências em traumatismos dentários: classificação, características e procedimentos

Sanabe, Mariane Emi; Cavalcante, Lícia Bezerra; Coldebella, Cármen Regina; Abreu-e-Lima, Fabio Cesar Braga de
Fonte: Revista Paulista de Pediatria Publicador: Revista Paulista de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.6%
OBJETIVO: Discutir os aspectos das urgências odontológicas relacionadas aos traumatismos dentários, disponibilizando mais informações para médicos pediatras ou plantonistas de serviços de atendimento de urgências e emergências. FONTES DE DADOS: O levantamento dos dados foi realizado na base de dados Pubmed e Bireme, selecionando os artigos dos últimos 13 anos. As palavras-chave utilizadas foram: traumatismo dentário, dente decíduo e dente permanente. Os critérios de inclusão utilizados foram: artigos em inglês e português sobre incidência, prevalência e etiologia, guias de procedimentos e casos clínicos apenas de traumatismo dentário, sendo excluídos artigos de clareamento de dentes traumatizados, traumas faciais ósseos e casos clínicos de acompanhamento reduzido. SÍNTESE DOS DADOS: Os dados foram descritos de forma concisa para se tornar um guia de fácil leitura e rápido acesso em relação à conduta, necessidade de atendimento imediato e correta escolha de soluções para armazenagem dos dentes e fragmentos. CONCLUSÕES: O conhecimento sobre o assunto, a agilidade no tratamento de urgência e o correto encaminhamento do paciente proporcionam melhor prognóstico.; ABSTRACT - OBJECTIVE: The aim of this literature review is to discuss the clinical aspects of dental urgencies related to dental traumatisms...

Análise retrospectiva dos traumas faciais associados aos traumas cervicais dos pacientes atendidos na área de Cirurgia Buco-maxilo-facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba - UNICAMP, no período de 1999 a 2009; Retrospective analysis of facial traumas associated to cervical injuries in patients treated by the Oral and Maxillofacial Division, Piracicaba Dental School - UNICAMP, from 1999 to 2009

Paulo Maria Santos Rabêlo Junior
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/01/2011 PT
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26.84%
Este trabalho foi baseado em um estudo observacional, seccional, retrospectivo do tipo caso-controle, com o objetivo de analisar a prevalência e características epidemiológicas da associação entre traumas faciais e traumas cervicais nos pacientes atendidos pela Área de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP)-Unicamp, na cidade de Piracicaba e região, no período de abril de 1999 a dezembro de 2009. Um total de 3095 pacientes com trauma facial foi incluído na amostra. Pacientes apresentando trauma facial e alguma forma de trauma cervical concomitantemente corresponderam a 76 (2,5%) casos onde a análise estatística descritiva demonstrou uma prevalência por indivíduos do gênero masculino (81,6%), de cor branca (60,0%) predominantemente na faixa etária de 21 a 30 anos (27,9%). A etiologia mais frequente destes traumatismos foram os acidentes de trânsito (63,2%). Dentre as fraturas faciais, houve maior prevalência na região mandibular (57,5%), seguida pelas fraturas zigomáticas (30,0%). Estiveram também associadas aos traumatismos cervicais, as lesões de tecidos moles da face (39,4%) e dento-alveolares (7,8%) isoladamente. Nos pacientes do grupo estudo que concomitantemente apresentaram lesões traumáticas em outras áreas do corpo...

Traumatismos faciais em pacientes pediatricos e adolescentes : analise epidemiologica; Maxilofacial trauma in pediatric and adolescent patients : an epidemiological analysis

Jose Luis Muñante Cardenas
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2010 PT
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36.69%
Realizamos um estudo retrospectivo para analisar as diferentes características das fraturas faciais na população pediátrica atendida pela Área de Cirurgia Buco-Maxilo-facial da Faculdade de Odontologia de Piracicaba -UNICAMP entre 1999 e 2008. Foram analisados os prontuários de 2986 pacientes, dos quais 757 foram menores que 18 anos. Os seguintes parâmetros foram avaliados: idade, sexo, etiologia, localização e tipo de fratura, lesões associadas, tratamento e complicações. Resultados: Foram atendidos 530 crianças e adolescentes de gênero masculino (70,01%) e 227 do gênero feminino (29,99%), sendo os adolescentes o grupo etário mais afetado. As causas mais comuns das lesões foram os acidentes de bicicleta (220, 29,06%) e as quedas (215, 28,40%). O osso facial mais afetado por fraturas foi a mandíbula (112, 44,8%) e as lesões associadas mais freqüentes foram as lacerações e o trauma dentoalveolar. O tratamento foi cirúrgico em 75 casos (30%) e as principais complicações foram deiscência, hemorragia pósoperatória e infecção de material de fixação interna. Conclusões: Os acidentes de bicicleta e as quedas foram consideradas as principais causas de injurias maxilo-faciais. A mandíbula foi a mais afetada por fraturas. Estudos epidemiológicos de lesões faciais permitem o desenho das circunstâncias de risco e a identificação dos indivíduos mais sucetiveis. A avaliação da eficácia do tratamento instituído e a compreensão de suas complicações permite uma interpretação realista e coerente da melhor forma como estes doentes devem ser conduzidos; We performed a retrospective study to analyse the different characteristics of such fractures in the pediatric population of Piracicaba Region...

Estudo retrospectivo da prevalência de fraturas faciais no planalto serrano catarinense

Paes, Jefferson Viapiana
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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47.23%
O presente estudo teve por objetivo realizar um levantamento epidemiológico das fraturas faciais ocorridas em pacientes admitidos no Serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres (Lages, SC, Brasil), no período de setembro de 2003 à agosto de 2008. Dentre os fatores analisados, destaca-se o etiológico, a região fraturada do esqueleto facial, em relação ao gênero, à idade e à procedência. Durante o período estudado, 492 pacientes foram admitidos com traumatismos bucomaxilofaciais, sendo identificadas 988 fraturas faciais; as ocorridas no osso mandibular foram as mais freqüentes, seguidas das fraturas no complexo zigomático. Os pacientes do gênero masculino sofreram, no mínimo, quatro vezes mais traumatismos de face, que os pacientes do gênero feminino. A faixa etária mais atingida foi dos 21 aos 30 anos de idade, seguidos do grupo dos 31 aos 40 anos de idade. Considerando os agentes etiológicos, os que mais ocasionaram fraturas faciais, foram acidentes automobilísticos, seguidos de agressões físicas e quedas de bicicleta. Dentro das condições do presente estudo, é possível concluir que esta pesquisa fornece dados para uma melhor elucidação dos principais agentes etiológicos de fraturas faciais e quais são os ossos mais acometidos na população estudada...

Caso Família Lima: Quiz

Hugo, Fernando Neves; Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. UNA-SUS/UFCSPA
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Quiz - Atividade Hot Potatoes.
PT_BR
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26.72%
Perguntas de múltipla escolha que abordam o diagnóstico, a classificação e a conduta quanto ao dano ao tecido periodontal.; 1.0; Ministério da Saúde; UNA-SUS/UFCSPA

Caso Marcos: Quiz.

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. UNA-SUS/UFCSPA; Hugo, Fernando Neves
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Quiz (atividade hot potatoes).
PT_BR
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Perguntas de verdadeiro ou falso que abordam a função da APS na rede de saúde. Trata do diálogo da APS com os serviços de urgência e do papel da atenção primária em casos de trauma orofacial.; 1.0; Ministério da Saúde; UNA-SUS/UFCSPA

Comparando a Classificação Internacional de Doenças em Odontologia e Estomatologia (CID-OE) com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10)

Silva,Olga M. P.; Lebrão,Maria Lúcia
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2001 PT
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INTRODUÇÃO: Nos estudos epidemiológicos de morbidade é necessário se adotar um sistema de classificação de doenças. Na odontologia e nos traumatismos buco-maxilo-faciais pode-se usar a Classificação Internacional de Doenças em Estomatologia e Odontologia (CID-OE) mas, em alguns casos, esta classificação não é adequada. O objetivo deste estudo é comparar a aplicação da CID-OE com a aplicação da CID-10 na classificação de diagnósticos da área. MATERIAL E MÉTODOS: Foram analisados 2.372 casos atendidos em serviços de traumatismos buco-maxilo-faciais e emergências dentais no Município de São Paulo, Brasil, onde os diagnósticos encontrados foram codificados por ambas as classificações. RESULTADOS: A CID-OE especificou melhor 1.117 casos mas, em 267, não ofereceu possibilidade de codificação. Em 978 casos, o detalhamento dado pela codificação foi o mesmo em ambas as classificações.