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Las trabajadoras de la salud: vida, trabajo y trastornos mentales

Noriega,Mariano; Gutiérrez,Guadalupe; Méndez,Ignacio; Pulido,Margarita
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 ES
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67.05%
Se estudió la relación entre condiciones de vida, trabajo y trastornos mentales en trabajadoras de la salud del Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS). La población se integró por médicas, enfermeras, personal de laboratorio y asistentes médicas (n = 170). La información principal se obtuvo de una encuesta, validada en población trabajadora mexicana. Se encontró que los trastornos mentales están relacionados con todos los ámbitos de la vida de las mujeres. En relación con el ámbito doméstico, se muestra que las mujeres con mayor morbilidad mental son: las que son madres; las que tienen un mayor número de hijos; aquéllas que no cuentan con ayuda para el trabajo doméstico; y las que tienen pareja. En relación con el trabajo asalariado, la morbilidad mental se encontró asociada con la duración de la jornada, el ausentismo y la falta de contenido del trabajo. El desarrollo de habilidades, la satisfacción y la creatividad fueron aspectos "protectores" o preventivos de trastornos mentales y de fatiga. Los principales riesgos y exigencias que actuaron como causantes de estrés fueron: el calor, el ruido, el esfuerzo físico, las posiciones forzadas y el trabajo intenso y repetitivo.

Esgotamento profissional e transtornos mentais comuns em agentes comunitários de saúde; Burnout syndrome and common mental disorders among community-based health agents; Agotamiento profesional y trastornos mentales comunes en agentes comunitarios de la salud

SILVA, Andréa Tenório Correia da; MENEZES, Paulo Rossi
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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67.05%
OBJETIVO: Estimar a prevalência da síndrome do esgotamento profissional e de transtornos mentais comuns em agentes comunitários de saúde, identificando fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com 141 agentes comunitários atuantes há pelo menos seis meses em unidades básicas de saúde do município de São Paulo (SP), em 2006. Os participantes responderam a três questionários: um sobre características sociodemográficas, socioeconômicas, da saúde e do trabalho; o Self Reporting Questionnaire; e o Maslach Burnout Inventory, que permite medir três dimensões da síndrome do esgotamento profissional: exaustão emocional, despersonalização e decepção. A regressão logística multivariada foi usada para verificar associações entre variáveis. RESULTADOS: No total, 24,1% dos entrevistados apresentaram síndrome do esgotamento profissional. Níveis moderados ou altos de esgotamento profissional foram observados em 70,9% dos participantes para exaustão emocional, em 34% para despersonalização e em 47,5% para decepção. A prevalência de transtornos mentais comuns foi 43,3%. Foram observadas associações positivas entre as dimensões de esgotamento profissional. Presença de transtorno mental comum associou-se independentemente com maiores níveis de exaustão emocional e decepção. CONCLUSÕES: A alta freqüência de níveis intensos de esgotamento profissional e a elevada ocorrência de transtornos mentais comuns encontradas entre os agentes comunitários de saúde suscitam a necessidade de estratégias de intervenção no cotidiano desses indivíduos e de novas investigações sobre a dimensão e determinantes do esgotamento profissional.; OBJECTIVE: To estimate the prevalence of the burnout syndrome and of common mental disorders among community-based health agents...

El estigma de los trastornos mentales : discriminación y exclusión social

Magallares Sanjuan, Alejandro
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2011 SPA
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66.94%
Los trastornos mentales generan una serie de disfunciones a nivel psicológico que impiden a la persona que lo padece el realizar una vida cotidiana normal. La literatura revisada pone de manifiesto que una de las áreas que más se ve afectada por la aparición de esta enfer-medad es la social. El objetivo de este artículo es dar a conocer a la comunidad científica los múltiples problemas de exclusión social a los que se somete a las personas con trastor-nos mentales. De acuerdo a la revisión realizada, las personas aquejadas por enfermedades mentales sufren discriminación en el trabajo, en las relaciones interpersonales, en los pro-pios hospitales y en los medios de comunicación. En el artículo se pone de manifiesto que esta exclusión social genera importantes problemas para el bienestar psicológico de la per-sona que sufre el rechazo. Por último, se señalan alguna de las posibles estrategias a utili-zar para remediar esta situación.; Mental disorders generate a series of malfunctions on a psychological level that avoid the person who suffers them from performing a normal daily life. The literature reviewed re-veal that one of the areas most affected by the occurrence of this disease is the social. The aim of this paper is to inform the scientific community the problems of social exclusion that people with mental disorders have to suffer. According to the review carried out...

Fatores psicossociais do trabalho e transtornos mentais comuns em eletricitários; Factores psicosociales del trabajo y trastornos mentales comunes en electricistas; Psychosocial factors of work and mental disorders in electricians

Souza, Suerda Fortaleza de; Carvalho, Fernando Martins; Araújo, Tânia Maria de; Porto, Lauro Antonio
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2010 POR; ENG
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67.17%
OBJETIVO: Identificar aspectos psicosociales del trabajo asociados a trastornos mentales comunes en trabajadores del mantenimiento de equipos y líneas de transmisión de energía eléctrica. MÉTODOS: Estudio transversal realizado con 158 trabajadores del sector de mantenimiento de una empresa de energía eléctrica en el Noreste de Brasil. Las variables independientes principales fueron los aspectos psicosociales del trabajo, medidos según el modelo demanda- control (trabajo pasivo, trabajo activo, trabajo con baja exigencia y trabajo con alta exigencia), y la variable dependiente fue la prevalencia de los trastornos mentales comunes, medida por el Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20). Las relaciones entre las variables fueron analizadas en modelos de regresión logística múltiple, considerándose un nivel de significancia de 5%. RESULTADOS: La prevalencia de trastornos mentales comunes fue de 20,3%, variando según las cuatro categorías del modelo demanda-control. El grupo con trabajo de alta exigencia presentó prevalencia 2,7 veces mayor con relación al grupo con trabajo de baja exigencia, posterior al ajuste por las co-variables práctica de actividad física, ocio, escolaridad y apoyo social. CONCLUSIONES: La prevalencia de trastornos mentales comunes estuvo asociada a aspectos psicosociales presentes en el trabajo de los electricistas...

Agotamiento profesional y trastornos mentales comunes en agentes comunitarios de la salud; Burnout syndrome and common mental disorders among community-based health agents; Esgotamento profissional e transtornos mentais comuns em agentes comunitários de saúde

Silva, Andréa Tenório Correia da; Menezes, Paulo Rossi
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/10/2008 POR; ENG
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67.05%
OBJETIVO: Estimar a prevalência da síndrome do esgotamento profissional e de transtornos mentais comuns em agentes comunitários de saúde, identificando fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com 141 agentes comunitários atuantes há pelo menos seis meses em unidades básicas de saúde do município de São Paulo (SP), em 2006. Os participantes responderam a três questionários: um sobre características sociodemográficas, socioeconômicas, da saúde e do trabalho; o Self Reporting Questionnaire; e o Maslach Burnout Inventory, que permite medir três dimensões da síndrome do esgotamento profissional: exaustão emocional, despersonalização e decepção. A regressão logística multivariada foi usada para verificar associações entre variáveis. RESULTADOS: No total, 24,1% dos entrevistados apresentaram síndrome do esgotamento profissional. Níveis moderados ou altos de esgotamento profissional foram observados em 70,9% dos participantes para exaustão emocional, em 34% para despersonalização e em 47,5% para decepção. A prevalência de transtornos mentais comuns foi 43,3%. Foram observadas associações positivas entre as dimensões de esgotamento profissional. Presença de transtorno mental comum associou-se independentemente com maiores níveis de exaustão emocional e decepção. CONCLUSÕES: A alta freqüência de níveis intensos de esgotamento profissional e a elevada ocorrência de transtornos mentais comuns encontradas entre os agentes comunitários de saúde suscitam a necessidade de estratégias de intervenção no cotidiano desses indivíduos e de novas investigações sobre a dimensão e determinantes do esgotamento profissional.; OBJETIVO: Estimar la prevalencia del síndrome de agotamiento profesional y de trastornos mentales comunes en agentes comunitarios de salud...

Perfil das atitudes de formandos em enfermagem frente aos transtornos mentais no Brasil, Chile e Peru; Actitudes de alumnos de enfermería ante trastornos mentales en Brasil, Chile y Perú; Attitudes of graduate nursing students towards mental disorders in Brazil, Chile and Peru

Pedrão, Luiz Jorge; Galera, Sueli Aparecida Frari; Silva, Maria Concepcion Pezo; Cazenave Gonzalez, Angelica; Costa Júnior, Moacyr Lobo da; Souza, Maria Conceição Bernardo de Mello e; Senmache, Gricelda Uceda
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2005 POR
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67%
Este estudo teve por objetivo traçar um perfil de atitudes de formandos em enfermagem frente aos transtornos mentais em três culturas diferentes: Brasil, Chile e Peru. Para isso foi utilizada a escala de opiniões sobre a doença mental. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significantes no nível de 5% nos fatores autoritarismo, ideologia de higiene mental, restrição serial e visão minoritária, favoráveis aos estudantes brasileiros. No fator etiologia interpessoal, os resultados foram favoráveis aos estudantes peruanos e no fator etiologia de esforço mental, favoráveis aos chilenos. No fator benevolência não houve evidência estatística que afirmasse diferença. Esses resultados permitem concluir que os formandos brasileiros apresentaram atitudes mais positivas frente aos transtornos mentais, mostrando-se menos autoritários, restritivos e discriminadores que os chilenos e peruanos, portanto, com maiores possibilidades de desenvolverem condutas mais terapêuticas com a pessoa portadora dos transtornos referidos.; Este estudio tuvo como objetivo delinear un perfil de actitudes de alumnos en enfermería ante trastornos mentales en tres culturas diferentes: Brasil, Chile y Perú. Para esto, los autores utilizaron la escala de opiniones respecto a la enfermedad mental. Los resultados evidenciaron diferencias estadísticamente significativas (5%) en factores como autoritarismo...

Avances genéticos y moleculares en el estudio de trastornos mentales

Salamanca-Ortíz,Daisy Natalia; Vergara-Vergara,Jorge Yamit; Escobar-Córdoba,Franklin; Rodríguez-Gama,Álvaro; Caminos- Pinzón,Jorge Eduardo
Fonte: Revista de la Facultad de Medicina Publicador: Revista de la Facultad de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 ES
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66.96%
Actualmente, con el aumento de la disponibilidad de técnicas para la realización de estudios genéticos, han aparecido nuevas áreas del conocimiento como la epigenética y la farmacogenética. Estas nuevas áreas han permitido esclarecer las bases genéticas implicadas en la aparición de las enfermedades que afectan al ser humano. Dada su aplicación global, la psiquiatría no ha sido ajena al alcance de estas nuevas disciplinas, lo cual se refleja en el gran número de estudios realizados a nivel mundial que han relacionado la presencia de variantes genéticas en los individuos con la aparición de trastornos mentales específicos. De la misma forma, otros estudios han evidenciado que la efectividad de los tratamientos farmacológicos empleados en psiquiatría se correlaciona con polimorfismos en las enzimas encargadas de metabolizar dichos medicamentos. Por lo tanto, es importante que los psiquiatras conozcan los aspectos básicos de estas relaciones para obtener mejores resultados en el diagnóstico y tratamiento de los principales trastornos mentales.

Prevalencia de trastornos mentales y uso de servicios: resultados preliminares del Estudio nacional de salud mental. Colombia, 2003

Posada-Villa,José A.; Aguilar-Gaxiola,Sergio A; Magaña,Cristina G; Gómez,Luis Carlos
Fonte: Revista Colombiana de Psiquiatría Publicador: Revista Colombiana de Psiquiatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 ES
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67.19%
Este estudio forma parte de la Encuesta mundial de salud mental (EMSM), de la Organización Mundial de la Salud (OMS) y describe la prevalencia de trastornos mentales, las variaciones en la distribución geográfica de los trastornos, los correlatos sociodemográficos y la utilización de servicios en la población urbana adulta. El Estudio nacional de salud mental Colombia 2003 (ENSM) se basa en un diseño probabilístico, multietápico y estratificado para cinco regiones del país, cuya población blanco fue la población no institucionalizada, que tiene un hogar fijo, de 18 a 65 años de edad y que vive en áreas urbanas. La tasa de respuesta ponderada fue de 87,7%. El instrumento utilizado es la versión computarizada de la Entrevista diagnóstica internacional compuesta (versión certificada 15), que proporciona diagnósticos de acuerdo con el DSMIV y la CIE-10. Alrededor del 56% de la muestra fueron mujeres, el 37% tenían entre 18 y 29 años, de las cuales el 26% reportó únicamente estudios primarios y el 45%, estudios secundarios. El 40,1% de la población reportó haber tenido alguna vez en su vida uno o más de los 23 trastornos basados en el DSM-IV, el 16,0% de la muestra evidenció trastornos mentales en los últimos doce meses y el 7...

Trastornos mentales más frecuentes: prevalencia y algunos factores sociodemográficos asociados

Campo-Arias,Adalberto; Cassiani Miranda,Carlos Arturo
Fonte: Revista Colombiana de Psiquiatría Publicador: Revista Colombiana de Psiquiatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 ES
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67.12%
Introducción: Los trastornos mentales constituyen un gran reto y una prioridad para la salud pública moderna, debido a su importante morbilidad en la atención primaria y a su considerable discapacidad. Objetivo: Revisar cuáles prevalencias de cualquier trastorno mental se han descrito a lo largo de la vida. Resultados: Al parecer, el bajo nivel educativo, una reciente caída del ingreso económico y una vivienda pobre son las únicas variables socioeconómicas que están asociadas significativamente a un incremento en la prevalencia de trastornos mentales, después del ajuste por otras variables confusoras. Conclusiones: Los trastornos mentales están entre las diez primeras causas de discapacidad en el mundo y a pesar de ello existe una tasa muy baja de personas con trastorno mental que recibe tratamiento adecuado, lo cual puede deberse a barreras como el estigma. Se requieren acciones comunitarias y gubernamentales para un mejor abordaje de los trastornos mentales.

Prevalencia de síntomas, posibles casos y trastornos mentales en víctimas del conflicto armado interno en situación de desplazamiento en Colombia: una revisión sistema/ática

Campo-Arias,Adalberto; Celina Oviedo,Heidi; Herazo,Edwin
Fonte: Revista Colombiana de Psiquiatría Publicador: Revista Colombiana de Psiquiatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2014 ES
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67.21%
Antecedentes: En Colombia el conflicto armado interno es problema de salud pública, dado que genera distintas formas de violencia (desapariciones, desplazamientos, masacres, torturas y violencia sexual). La violencia es un estresor que menoscaba la salud mental de la población colombiana; sin embargo, no hay precisión sobre la prevalencia de síntomas, posibles casos y trastornos mentales en personas víctimas de la violencia en situación de desplazamiento. Objetivo: Revisar la prevalencia de síntomas, posibles casos y trastornos mentales en víctimas del conflicto armado en situación de desplazamiento forzado en Colombia durante las últimas dos décadas (1994-2013). Método: Se llevó a cabo una revisión sistemática de los estudios disponibles publicados durante los últimos 20 años. Se tomaron como palabras clave "conflicto armado", "trastornos mentales", "salud mental", "prevalencia" y "Colombia". Se observó la frecuencia de síntomas, posibles casos y trastornos mentales. Resultados: Se incluyeron 13 estudios en los que participaron personas adultas. La prevalencia de síntomas se observó en un 9,9-63%; la de posibles casos, en un 21-97,3%, y la de trastornos mentales, en un 1,5-32,9%. Conclusiones: La prevalencia de síntomas...

Trastornos mentales comunes derivados del trabajo en Navarra (2009-2012)

Moreno-Sueskun,Iñaki; García López,Vega
Fonte: Archivos de Prevención de Riesgos Laborales Publicador: Archivos de Prevención de Riesgos Laborales
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2015 SPA
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67%
Objetivo: Conocer la morbilidad mental poblacional de origen laboral y corregir el riesgo psicosocial de los casos notificados. Métodos: Mediante estudio piloto en un Centro de Salud Mental se identificaron los trastornos mentales comunes de origen laboral y se estimó la incidencia poblacional. Posteriormente describimos los casos notificados desde centros de salud, entre los años 2009 y 2012 adheridos al sistema de vigilancia epidemiológica ocupacional. Calculamos incidencias por variables sociolaborales. Se contrasta la asociación entre variables (Chi²), Razones de Prevalencia (RP) y concordancia de riesgos (índice Kappa). Se describe la comunicación de los casos a los Servicios de Prevención y su actuación. Resultados: En el estudio piloto el 17,5% de los trastornos fueron de origen laboral (7,2 por 1000 trabajadores/año). De los casos notificados se observa mayor incidencia en actividades económicas feminizadas, servicios y ocupaciones menos cualificadas. El 70% de los casos derivan de conductas hostiles y el 14,2% de factores organizativos. El 83,2% cursa con incapacidad temporal. Los directores-gerentes tienen mayor riesgo de sufrir acoso (RP 3,92 IC95% 2,35-6,53) que otros riesgos. En conjunto el 20% de los casos termina en despido...

Trastornos mentales en pacientes infectados por el virus de la inmunodeficiencia humana

Gallego Deike,L.; Gordillo Álvarez-Valdés,Mª V.
Fonte: Anales de Medicina Interna Publicador: Anales de Medicina Interna
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/11/2001 SPA
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66.93%
El objetivo del presente trabajo es proporcionar información precisa acerca de los principales trastornos mentales asociados a la infección por el VIH. Los resultados de los diferentes estudios apuntan hacia una alta prevalencia de trastornos psiquiátricos a lo largo de la vida en pacientes VIH positivos, mientras que son más discordantes acerca de la prevalencia de trastornos psiquiátricos en el momento de la evaluación. Son varios los factores asociados a esta mayor prevalencia en pacientes seropositivos, entre ellos destacan la historia psiquiátrica previa, factores relacionados con la propia evolución de la infección, factores psicosociales, y ciertas características sociodemográficas. Las intervenciones terápéuticas, psicofarmacológicas y/o psicológicas, variarán en función de los síndromes clínicos. La calidad de vida y cumplimiento terapéutico de estos enfermos en los que existe una alta morbilidad psicológica -psiquiátrica podrá mejorar ostensiblemente con una adecuada evaluación psicosocial e intervención, si procede, por los especialistas en salud mental.

El papel de la epidemiología en la investigación de los trastornos mentales

Borges,Guilherme; Medina-Mora,María Elena; López-Moreno,Sergio
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 ES
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67.26%
Los trastornos mentales, incluyendo los trastornos del uso de sustancias, hacen ya parte del panorama epidemiológico de México y seguirán en el escenario nacional por las próximas décadas, incrementando incluso su presencia como causa de enfermedad, discapacidad y muerte en nuestro país. Por lo tanto, el manejo epidemiológico de estos problemas se hace urgente. Este trabajo busca plantear el campo de estudio de la epidemiología de los trastornos mentales y sus limitaciones, haciendo énfasis en los elementos comunes de ésta con otras áreas más tradicionales de la epidemiología y en las aportaciones particulares de este campo epidemiológico a la psiquiatría en general y a la epidemiología en particular. Planteamos a continuación los diseños y problemas más comunes en este campo de la epidemiología, su utilidad para acciones de prevención, y señalamos los retos que nos esperan en el futuro. Una característica distintiva de esta área es que los trastornos mentales se manifiestan en dos niveles, como conducta (por ejemplo, una conducta compulsiva de lavarse las manos) y como elemento de la vida mental del sujeto (por ejemplo, el pensamiento obsesivo sobre las bacterias que se encuentran presentes en todos lados y que son una fuente constante de amenaza para algunos sujetos). Debido a esto...

Manejo de pacientes con trastornos mentales en servicios ambulatorios de Medicina General en tres hospitales de Lima.

De la Grecca Prevoo,Robert; Zapata Vega,María Isabel; Vega Dienstmaier,Johann; Mazzotti,Guido
Fonte: Revista Medica Herediana Publicador: Revista Medica Herediana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2005 ES
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67.03%
La literatura mundial describe diversos estudios sobre el manejo de trastornos mentales (TM) en servicios no psiquiátricos; sin embargo, en el Perú los estudios están básicamente dirigidos a determinar la prevalencia de trastornos mentales en población general o en población hospitalaria no-psiquiátrica. Objetivo: Obtener información sobre las características y actitudes de los médicos generales (MGs) y los patrones de manejo de pacientes con probables TM. Materiales y métodos: Se administró una encuesta a 73 médicos que trabajaban en servicios ambulatorios de medicina general en tres hospitales de Lima - Perú. Resultados: El 23% de los MGs recibieron algún curso de salud mental luego de haber concluido los estudios universitarios, 56% se siente confiado en su propia habilidad para diagnosticar un TM, 82% reporta interés en manejar médicamente a pacientes con TM y 66% de siente capaz de ayudarlos. Como práctica usual, 37% reporta realizar evaluación del estado mental (EEM), 48% dice preguntar sobre conducta sexual y 37% sobre historia personal y familiar de TM. La confianza en hacer un diagnóstico fue significativamente más elevada en MGs varones y en asistentes, pero el interés para manejarlos médicamente fue mayor en MGs mujeres. La actualización en salud mental en post-grado se asoció significativamente con la confianza en diagnosticar TM...

Frecuencia de trastornos mentales en alumnos del tercer año de la Facultad de Medicina de una universidad privada de Lima - 2006

Rodas Descalzi,Patricia; Santa Cruz Linares,Gabriel; Vargas Murga,Horacio
Fonte: Revista Medica Herediana Publicador: Revista Medica Herediana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 ES
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67.08%
El estudiante de medicina está sometido a numerosas fuentes de estrés que lo hacen más susceptible a sufrir una gran variedad de trastornos mentales. Todo ello ha sido tema de múltiples estudios. La MINI (M: Mini I: International N: Neuropsychiatric I: Interview) en formato escrito tiene 15 módulos que exploran diferentes diagnósticos y su versión peruana se ha validado recientemente. Objetivo: Determinar la frecuencia de trastornos mentales en los estudiantes de tercer año de medicina de una universidad privada. Material y métodos: Se aplicó la MINI con una ficha de recolección de datos, previo consentimiento informado a los alumnos de tercer año. Se accedió luego a los resultados de MILLON aplicado en el examen médico anual. Resultados: La tasa de respuesta fue 68,1%. Se encontró una frecuencia de trastorno mental de 41,8%, sobresaliendo el Trastorno de Ansiedad Generalizada (27,84%). La frecuencia de probable trastorno de personalidad fue 80% destacando el Compulsivo (48,5%). Conclusiones: Se obtuvieron frecuencias elevadas de trastornos mentales, siendo el más frecuente el Trastorno de Ansiedad Generalizada y el probable Trastorno Compulsivo de personalidad; los mismos que deben ser confirmados con entrevistas psiquiátricas posteriores. (Rev Med Hered 2009;20:158-164).

Prevalencia de trastornos mentales en adolescentes con cáncer

Rodríguez,Valentina; Sánchez,Claudia; Rojas,Nilda; Arteaga,Reina
Fonte: Casa publicadora Ateproca C.A Publicador: Casa publicadora Ateproca C.A
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 ES
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67.16%
OBJETIVOS: Se planteó evaluar la prevalencia de trastornos mentales en adolescentes con cáncer, a fin de conocer la presencia o no de estos trastornos. MÉTODOS: Se estudiaron 40 adolescentes con cáncer, del Instituto Oncológico “Dr. Luis Razetti”, a través de entrevistas clínicas estructuradas, realizando el diagnóstico según los criterios expuestos en el manual de los trastornos mentales y del comportamiento en niños y adolescentes (CIE-10). RESULTADOS: Se encontró que un 65 % de los adolescentes presenta diagnóstico psiquiátrico, de ellos 46 % con trastornos adaptativos, 42 % con episodios depresivos y un 12 % con trastorno de ansiedad generalizada, incluyendo primordialmente manifestaciones ansiosas depresivas, irritabilidad, preocupación excesiva y rabia. CONCLUSIÓN: Podemos observar la importancia de conocer las manifestaciones psicológicas y emocionales que se pueden presentar en el transcurso del tratamiento, así como los trastornos mentales en estos adolescentes, como parte del proceso de adaptación, lo que nos muestra la necesidad de un abordaje multidisciplinario, donde lo psicosocial juegue un papel fundamental, para de esa manera evitar que las manifestaciones o reacciones psicológicas consideradas normales para la situación...

Las trabajadoras de la salud: vida, trabajo y trastornos mentales

Noriega,Mariano; Gutiérrez,Guadalupe; Méndez,Ignacio; Pulido,Margarita
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 ES
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67.05%
Se estudió la relación entre condiciones de vida, trabajo y trastornos mentales en trabajadoras de la salud del Instituto Mexicano del Seguro Social (IMSS). La población se integró por médicas, enfermeras, personal de laboratorio y asistentes médicas (n = 170). La información principal se obtuvo de una encuesta, validada en población trabajadora mexicana. Se encontró que los trastornos mentales están relacionados con todos los ámbitos de la vida de las mujeres. En relación con el ámbito doméstico, se muestra que las mujeres con mayor morbilidad mental son: las que son madres; las que tienen un mayor número de hijos; aquéllas que no cuentan con ayuda para el trabajo doméstico; y las que tienen pareja. En relación con el trabajo asalariado, la morbilidad mental se encontró asociada con la duración de la jornada, el ausentismo y la falta de contenido del trabajo. El desarrollo de habilidades, la satisfacción y la creatividad fueron aspectos "protectores" o preventivos de trastornos mentales y de fatiga. Los principales riesgos y exigencias que actuaron como causantes de estrés fueron: el calor, el ruido, el esfuerzo físico, las posiciones forzadas y el trabajo intenso y repetitivo.

Los trastornos mentales en América Latina y el Caribe: asunto prioritario para la salud pública

Kohn,Robert; Levav,Itzhak; Almeida,José Miguel Caldas de; Vicente,Benjamín; Andrade,Laura; Caraveo-Anduaga,Jorge J.; Saxena,Shekhar; Saraceno,Benedetto
Fonte: Organización Panamericana de la Salud Publicador: Organización Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2005 ES
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67.13%
OBJETIVO: La creciente carga de trastornos mentales que afecta a las poblaciones de América Latina y el Caribe es demasiado grande para hacer caso omiso de ella. Por lo tanto, es una necesidad impostergable conocer la prevalencia de los trastornos mentales y la brecha de tratamiento, que está dada por la diferencia entre las tasas de prevalencia verdadera y las de las personas que han sido tratadas, que en algunos casos es grande pese a la existencia de tratamientos eficaces. Si se dispone de mayor informacion, se hace más factible 1) abogar mejor por los intereses de las personas que necesitan atención, 2) adoptar políticas más eficaces, 3) formular programas de intervención innovadores y 4) adjudicar recursos en conformidad con las necesidades observadas. MÉTODOS: Los datos se obtuvieron de estudios comunitarios publicados en América Latina y el Caribe entre 1980 y 2004. En esas investigaciones epidemiológicas se usaron instrumentos diagnósticos estructurados y se estimaron tasas de prevalencia. Las tasas brutas de diversos trastornos psiquiátricos en América Latina y el Caribe se estimaron a partir de las tasas media y mediana extraídas de los estudios, desglosadas por sexo. También se extrajeron los datos correspondientes al uso de servicios de salud mental para poder calcular la brecha en el tratamiento según trastornos específicos. RESULTADOS: Las psicosis no afectivas (entre ellas la esquizofrenia) tuvieron una prevalencia media estimada durante el año precedente de 1...

Prevalencia de vida y edad de inicio de trastornos mentales en el Perú urbano: Resultados del estudio mundial de salud mental, 2005

Fiestas,Fabián; Piazza,Marina
Fonte: Instituto Nacional de Salud Publicador: Instituto Nacional de Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 ES
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67.05%
Objetivos: Determinar la prevalencia de vida de 18 trastornos mentales y establecer el patrón que tienen dichos trastornos respecto a la edad de inicio, en cinco ciudades del Perú. Materiales y métodos. Como parte del Estudio Mundial de Salud Mental (EMSM), el estudio en Perú siguió un muestreo probabilístico, multietápico de personas entre 18 y 65 años de Lima Metropolitana, Chiclayo, Arequipa, Huancayo e Iquitos. Se administró la versión para computadora de la entrevista diagnóstica internacional compuesta (CIDI, Composite International Diagnostic Interview). Resultados. La prevalencia de vida de al menos un trastorno mental fue 29% (Error Estándar, EE 1,2), y la prevalencia de al menos dos y tres trastornos fue 10,5% (EE 0,7) y 4% (EE 0,4), respectivamente. Los trastornos de ansiedad fueron más frecuentes, con una prevalencia de 14,9% (EE 0,9), seguidos por los trastornos del humor con 8,2% (EE 0,5), trastornos de control de impulsos con 8,1% (EE 0,8) y trastornos por consumo de sustancias (5,8%; EE, 0,3). La edad de inicio tuvo fue más temprana para los trastornos de ansiedad (15 años) y los trastornos del control de impulsos (20 años). Las cohortes más jóvenes tuvieron más riesgo de tener un trastorno mental. Conclusiones. Casi un tercio de la población urbana adulta de cinco ciudades del Perú ha tenido alguna enfermedad psiquiátrica a un momento dado en su vida...

El papel de la epidemiología en la investigación de los trastornos mentales

Borges,Guilherme; Medina-Mora,María Elena; López-Moreno,Sergio
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 ES
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67.26%
Los trastornos mentales, incluyendo los trastornos del uso de sustancias, hacen ya parte del panorama epidemiológico de México y seguirán en el escenario nacional por las próximas décadas, incrementando incluso su presencia como causa de enfermedad, discapacidad y muerte en nuestro país. Por lo tanto, el manejo epidemiológico de estos problemas se hace urgente. Este trabajo busca plantear el campo de estudio de la epidemiología de los trastornos mentales y sus limitaciones, haciendo énfasis en los elementos comunes de ésta con otras áreas más tradicionales de la epidemiología y en las aportaciones particulares de este campo epidemiológico a la psiquiatría en general y a la epidemiología en particular. Planteamos a continuación los diseños y problemas más comunes en este campo de la epidemiología, su utilidad para acciones de prevención, y señalamos los retos que nos esperan en el futuro. Una característica distintiva de esta área es que los trastornos mentales se manifiestan en dos niveles, como conducta (por ejemplo, una conducta compulsiva de lavarse las manos) y como elemento de la vida mental del sujeto (por ejemplo, el pensamiento obsesivo sobre las bacterias que se encuentran presentes en todos lados y que son una fuente constante de amenaza para algunos sujetos). Debido a esto...