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Análise da doença óssea após o transplante renal estável: elevada prevalência de doença mista; Bone status after second year of stable graft function: a mixed bone disease

Neves, Carolina Lara
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/09/2007 PT
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Introdução: Os corticosteróides e a persistência do hiperparatiroidismo são os principais fatores envolvidos na perda de massa óssea de pacientes ao longo do primeiro ano de transplante renal (TR).Os estudos no TR tardio são muito contraditórios,uma vez que as populações avaliadas foram heterogêneas.Os resultados revelaram diminuição da formação e aumento da reabsorção óssea além de defeito na mineralização. Objetivos: 1) Avaliar o metabolismo mineral e o tecido ósseo após o segundo ano de transplante renal em pacientes com boa função do enxerto e sem fatores de risco para a perda de massa óssea. 2) Determinar os possíveis fatores determinantes da massa e remodelação óssea. 3) Estudar a atividade funcional dos osteoblastos in vitro. Métodos: Avaliamos 27 pacientes transplantados renais com idade entre 18 a 50 anos (36,4 + 8,9 anos) boa função do enxerto (clearance de creatinina > 50ml/min), recebendo o mesmo esquema imunossupressor desde o início do TR e doses mínimas de corticosteróides. Todos apresentavam função gonadal normal. Excluímos os pacientes submetidos a paratiroidectomia, que receberam tratamento prévio com cálcio, vitamina D ou bisfosfonato. Os pacientes foram submetidos a avaliação clínica...

Associação dos polimorfismos do CYP3A5 e da PGP com a farmacocinética do tacrolimus, nefrotoxicidade aguda e rejeição do enxerto após transplante renal; Association of CYP3A5 and PGP polymorphisms and haplotypes with tacrolimus pharmacokinetics, acute nephrotoxicity and allograft rejection after kidney transplantation

Cusinato, Diego Alberto Ciscato
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2012 PT
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Tacrolimus (TAC) é um fármaco imunossupressor muito utilizado na prevenção de rejeição aguda após o transplante de órgãos. Essa droga apresenta um índice terapêutico muito baixo e grande variabilidade intra e interindividual, sendo necessário programas de monitorização terapêutica para se otimizar a eficácia e limitar a toxicidade. O TAC é um fármaco substrato do CYP3A5 e transportado pela proteína de efluxo PGP e acredita-se que o polimorfismos genéticos (SNPs) destas proteínas estejam relacionados a alta variabilidade farmacocinética desta droga. Neste estudo, investigamos a influência dos polimorfismos destas proteínas sobre alguns parâmetros farmacocinéticos do TAC e também, na incidência de lesões renais e rejeição em receptores de transplante renal. Pacientes recebendo TAC a no mínimo 12 meses (n=108) foram genotipados (PCR real time) para os polimorfismos do CYP3A5*3 (rs776746) e do gene ABCB1 1236C>T (rs1128503), 2677G>T/A (rs2032582) e 3435C>T (rs1045642). Dados da concentração plasmática de vale (Co; ng/mL), dose diária normalizada (mg/dia por Kg do paciente) e a concentração plasmática do fármaco normalizada pela dose ingerida (Co/dose...

Estudo de polimorfismos de MTOR e PPP3CA em receptores de transplante renal e sua relação com a resposta a imunossupressores; Study of MTOR and PPP3CA polymorphisms in renal transplant recipients and its relationship with the response to immunosuppressive agents.

Salgado, Patricia de Cássia
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/10/2012 PT
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Os imunossupressores tacrolimo (Tac) e sirolimo (Srl) são amplamente utilizados no transplante renal. Estes medicamentos apresentam estreita faixa terapêutica e estão associados a uma vasta gama de efeitos colaterais. Polimorfismos de nucleotídeo único (SNP) parecem ter um impacto significativo sobre a farmacocinética dos imunossupressores. Com o objetivo de avaliar a associação de SNP nos genes PPP3CA e MTOR com a resposta farmacológica dos imunossupressores tacrolimo e sirolimo foram selecionados 156 indivíduos indicados para transplante renal entre os pacientes atendidos no Hospital do Rim e Hipertensão da UNIFESP. Esses indivíduos foram tratados com esquema imunossupressor baseado em tacrolimo ou convertido para sirolimo. Amostras de sangue foram coletadas antes do transplante para extração de DNA. As determinações das concentrações sanguíneas de Tac foram determinadas por chemiluminescent microparticle immunoassay (CMIA) e as concentrações sanguíneas de Srl foram obtidas pela técnica de HPLC (High- Performance Liquid Chromatography). Os polimorfismos do MTOR (c.1437T>C, T c.2997C>T e c.4731G>A) e PPP3CA (c.249G>A) foram identificados por PCR em tempo real. O polimorfismo PPP3CA c.246G>A não foi associado à dose diária de tacrolimo ou sirolimo. Já a concentração sanguínea de tacrolimo foi menor nos portadores do alelo A no terceiro dia e terceiro mês de estudo. Os polimorfismos do MTOR foram relacionados à concentração sanguínea corrigida pela dose de tacrolimo. Os portadores dos alelos raros G...

Farmacocinética da ciclosporina em pacientes portadores do vírus da hepatite C pré e pós-transplante renal

Wolffenbüttel, Luciano
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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A ciclosporina (CsA), a despeito da recente introdução de novas drogas imunossupressoras, permanece como a pedra angular da terapia antirejeição do receptor de enxerto renal. No Brasil, 30% dos pacientes em lista de espera para transplante renal são anti-VHC+, e observações prévias do nosso grupo sugerem uma farmacocinética da CsA alterada nesses pacientes. Com o objetivo de avaliar esta hipótese, dois estudos paralelos foram feitos: um estudo pré-transplante com 22 pacientes em hemodiálise aguardando transplante, 11 anti-VHC+ (ELISA3), 7 dos quais PCR+, e 11 anti-VHC-, que receberam uma dose única oral de 8 mg/kg de ciclosporina em microemulsão (CsA-ME); e um estudo no 15º dia pós-transplante, com 24 receptores consecutivos, 10 ELISA+ (6 PCR+) e 14 ELISA-, que receberam a dose oral de CsA em microemulsão indicada pela equipe assistente. Os parâmetros farmacocinéticos foram calculados a partir de 13 dosagens (tempo 0-12 h pós-dose) feitas por fluorimetria polarizada com anticorpos monoclonais (Abbot Laboratories, Illinois). Aqueles HbsAg+, com transaminases elevadas, diabéticos ou usando drogas que tivessem interação farmacocinética com a CsA foram excluídos. A análise estatística foi feita pelo teste t e Mann-Whitney. As variáveis demográficas com conhecida influência sobre a farmacocinética da CsA foram similares nos dois grupos. No estudo pré-transplante...

Transplante renal felino

Sena, Tânia Sofia da Conceição Carvalho
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 01/08/2013 POR
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Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; A doença renal crónica é a forma mais comum de doença renal em cães e gatos e leva a uma perda irreversível e progressiva da função e/ou estrutura renal. O transplante de órgãos representa o aperfeiçoamento das técnicas de cirurgia, em especial da anastomose vascular, e da imunologia, que sem estas ferramentas não seria hoje possível. O transplante renal em gatos é um possível tratamento para a doença renal crónica e doença renal aguda irreversível, sendo cada vez mais utilizado por todo o mundo. Tem como objectivo prolongar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes que a ele são submetidos e para que seja bem sucedido, é fundamental averiguar se o paciente em questão é um bom candidato a receptor. Apesar de ser uma opção dispendiosa e com muitos cuidados médicos associados, o transplante renal tem provado ser um método eficaz no tratamento de gatos com doença renal. O objectivo deste trabalho é dar a conhecer os aspectos relacionados com o transplante renal felino, de forma a que no futuro este faça parte da clínica animal no nosso país. No entanto, são ainda necessários muitos estudos nesta área, uma vez que a experiência existente é muito pouca.; Chronic kidney disease is the most common kidney disease in dogs and cats...

Transplante renal : desigualdades no acesso

Oliveira, Paula
Fonte: Universidade Nova de Lisboa. Escola Nacional de Saúde Pública Publicador: Universidade Nova de Lisboa. Escola Nacional de Saúde Pública
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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RESUMO - Em Portugal estima-se que existam cerca de 14 mil insuficientes renais crónicos e estima-se que em 2025 sejam 24 mil. As alternativas de tratamento são: hemodiálise, diálise peritoneal ou o transplante renal. Das alternativas de tratamento, o transplante renal é considerado a melhor alternativa terapêutica proporcionando melhor qualidade de vida, aumentando a sobrevida dos doentes, caracterizando-se por ser menos oneroso e por apresentar melhor custo- efectivo, quando comparado com hemodiálise ou diálise peritoneal. Portugal situa-se entre os primeiros da Europa, relativo ao número de transplantes renais efectuados (56,1 por milhão de habitante), em 2010 efectuaram-se 573 transplantes renais. Apesar disso, muitos são os doentes que continuam em lista de espera a aguardar transplante, em média os doentes esperam cerca de dois a três anos por um transplante renal, quando o tempo ideal seria três a seis meses. Por outro lado, estudos internacionais demonstram que existem desigualdades no acesso ao transplante renal, assim à semelhança de outros países torna-se pertinente estudar a realidade portuguesa em relação à temática da desigualdade no acesso, dado o objectivo primordial do Serviço Nacional de Saúde de garantir a equidade nos cuidados de saúde. Este trabalho tem como objectivo principal avaliar se factores como o sexo...

Farmacodinâmica do cisatracúrio no transplante renal

Cavalcanti,Ismar Lima; Tardelli,Maria Angela; Rodrigues,Rita de Cássia
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2002 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A escolha do cisatracúrio, especialmente nos doentes com insuficiência orgânica, parece ser benéfica, devido a sua eliminação órgão independente de Hofmann e menor tendência a liberar histamina. Este trabalho tem como objetivo determinar, em doentes portadores de insuficiência renal crônica, a farmacodinâmica do cisatracúrio durante o transplante renal. MÉTODO: Foram estudados 30 pacientes divididos em dois grupos, 15 com função renal normal submetidos a cirurgia bucomaxilo-facial e 15 portadores de insuficiência renal crônica submetidos a transplante renal sob anestesia geral com etomidato, sufentanil e sevoflurano em concentrações entre 0,5 e 1% de fração expirada. Receberam dose venosa de 0,15 mg.kg-1 de cisatracúrio na indução e 0,05 mg.kg-1 todas as vezes que T1 recuperava 25%. A função neuromuscular foi monitorizada de forma contínua por aceleromiografia utilizando o padrão de estimulação seqüência de quatro estímulos, através da estimulação supramáxima do nervo ulnar. RESULTADOS: Os resultados referentes à farmacodinâmica do cisatracúrio mostram que o início de ação (4,1 e 4,9 min), a duração clínica (68,9 e 75,4 min) e o índice de recuperação (20,2 e 28 min) foram semelhantes entre os grupos normal e insuficiência renal...

Transplante renal em paciente pediátrico com associação de Vater: relato de caso

Costa,Antonio Paulo Nogueira; Bello,Carmem Narvaes
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A associação de Vater é uma alteração politópica que inclui várias má-formações, sendo a hipoplasia radial a alteração mais freqüentemente encontrada ao nascimento. O objetivo deste relato é apresentar caso de associação de Vater em criança submetida a transplante renal. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 11 anos, 23 kg, Hbs positivo submetido a esofagostomia com 30 horas de vida. Desde os 7 anos realiza hemodiálise, atualmente através de cateter atrial, por falta de outras vias de acesso. Submetido aos 11 anos a transplante renal com doador cadáver, sem intercorrências. Diurese adequada ao término das anastomoses vasculares. Drenagem de hematoma da fossa ilíaca D no primeiro dia de pós-operatório. Alta 21 dias após o transplante com função renal normal. CONCLUSÕES: A associação de Vater é uma ocorrência extremamente rara e complexa e o presente relato prende-se à realização, pela primeira vez, de transplante renal com doador cadáver em criança portadora desse defeito congênito, cujo resultado foi inteiramente satisfatório.

Reação anafilática durante transplante renal intervivos em criança alérgica ao látex: relato de caso

Potério,Glória Maria Braga; Braga,Angélica de Fátima de Assunção; Santos,Regina Maria da Silva Feu; Gomes,Ilka de Fátima Santana Ferreira Boin; Luchetta,Maria Inez
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A alergia ao látex vem se tornando frequente, atingindo pacientes e profissionais de saúde. O objetivo deste relato foi apresentar um caso de criança alérgica ao látex que desenvolveu crise anafilática durante anestesia para transplante renal e destacar algumas condutas multiprofissionais empregadas para diminuir o risco de choque anafilático após a reperfusão do transplante. RELATO DO CASO: Criança do sexo masculino, com 5 anos e 10 meses, P3 pela classificação da ASA, com história de alergia ao látex, diagnosticada após contato com bexigas de festa e confirmada por testes Rast específico para o látex e Prick teste, foi submetida a transplante renal intervivos, por insuficiência renal terminal em consequência de malformação urológica. Os cuidados para evitar a exposição da criança ao látex seguiram os protocolos para paciente alérgico ao látex, adotados pelo Serviço de Anestesia e de Enfermagem do Hospital das Clínicas da UNICAMP. Foram iniciados na véspera da operação com a limpeza terminal das salas cirúrgicas e a substituição de todos os produtos médico-hospitalares por produtos isentos de látex. Os equipamentos e materiais utilizados durante o procedimento possuíam laudo técnico de isenção completa de látex...

Doença cardiovascular e fatores de risco cardiovascular em candidatos a transplante renal

Gowdak,Luís Henrique Wolff; Paula,Flávio Jota de; Giorgi,Dante Marcelo Artigas; Vieira,Marcelo Luís Campos; Krieger,Eduardo Moacyr; Lima,José Jayme Galvão De
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
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OBJETIVO: Determinar a prevalência de doença cardiovascular (DCV) e de fatores de risco tradicionais em portadores de insuficiência renal crônica em avaliação para inclusão em lista para transplante renal. MÉTODOS: Foram submetidos à avaliação clínica e exames complementares 195 pacientes com insuficiência renal crônica dialítica e comparados a grupo de 334 hipertensos pareados por idade. As equações de Framingham foram usadas para o cálculo do risco absoluto (RA); o risco relativo (RR) foi calculado tendo como referência o risco absoluto da coorte de baixo risco de Framingham. RESULTADOS: Do total, 37% apresentaram algum tipo de doença cardiovascular na avaliação inicial, sendo que arteriopatia obstrutiva (23%) foi a mais prevalente. Excluídos os pacientes com doença cardiovascular, em relação aos fatores de risco tradicionais, houve diferença significativa quanto à pressão arterial sistólica e colesterol total (maiores no grupo de hipertensos) e às prevalências de homens, diabetes e tabagismo, maiores no grupo de insuficiência renal crônica, que apresentou maior grau de hipertrofia ventricular esquerda, menor pressão arterial diastólica e menor prevalência de história familiar de doença cardiovascular e obesidade. O risco relativo para doença cardiovascular dos pacientes com insuficiência renal crônica foi mais elevado em relação à população controle de Framingham porém não diferiu da observada no grupo de hipertensos. CONCLUSÃO: Em candidatos a transplante renal é significativa a prevalência de doença cardiovascular e de fatores de risco tradicionais; as equações de Framingham não quantificam adequadamente o risco cardiovascular real e outros fatores de risco específicos desta população devem contribuir para o maior risco cardiovascular.

Fatores de risco cardiovascular em pacientes pediátricos após um ano de transplante renal

Carvalho,Líndia Kalliana da Costa Araújo Alves; Lima,Shirley Mendonça; Carneiro,Vanessa Ayres; Leite,Renata Fabiana de; Pereira,Aline Maria Luiz; Pestana,José Osmar Medina
Fonte: Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo Publicador: Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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OBJETIVO: Identificar a frequência de diabetes mellitus e a presença de fatores de risco cardiovascular em pacientes pediátricos após um ano de transplante renal. MÉTODOS: Estudo retrospectivo, de cunho documental e exploratório, realizado de janeiro de 2000 a janeiro de 2006, abrangendo 111 prontuários de pacientes pediátricos (0 a 18 anos incompletos) submetidos a transplante renal no Hospital do Rim e Hipertensão e no Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo. RESULTADOS: Foram analisados 111 pacientes, 50,5% utilizavam anti-hipertensivos antes do transplante renal. Um ano após este número caiu para 28%. No pré-transplante 13,5% pacientes apresentaram sobrepeso e após um ano não houve alteração importante (12,6%). O número de pacientes obesos aumentou 50% após um ano de transplante renal. Aproximadamente 1% das crianças desenvolveram diabetes mellitus pós-tranplante renal. CONCLUSÃO: A presença de excesso de peso (sobrepeso e obesidade), hipertensão arterial e diabetes mellitus são freqüentes em pacientes pediátricos pós-tranplante renal.

Tratamento da infecção pelo vírus da hepatite C em candidatos a transplante renal submetidos a diálise: impacto orçamentário no SUS

Silva,Frances Valéria Costa e; Peregrino,Antônio Augusto de Freitas; Costa-Couto,Maria Helena
Fonte: IMS-UERJ Publicador: IMS-UERJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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Trata-se de uma análise de impacto orçamentário derivada dos resultados do estudo "Custo-efetividade do tratamento da infecção pelo vírus da hepatite C em candidatos a transplante renal submetidos a diálise". Teve como objetivo estimar o impacto orçamentário da ampliação da oferta do tratamento da infecção pelo vírus da hepatite C (VHC) para candidatos a transplante renal. Para tal, foi construído um modelo de Markov, a fim de estimar o custo médio do tratamento de diferentes proporções da população-alvo. Foram estimados os casos prevalentes e incidentes da infecção na população em diálise, candidata a transplante renal, em um horizonte de tempo de dez anos. Com base nestas estimativas, foi calculado o valor a ser despendido pelo SUS para tratar a população-alvo em três cenários diferenciados, caracterizados pela proporção da população submetida ao tratamento. Os valores encontrados foram comparados com o gasto do sistema para garantia de terapias de substituição renal no período de um ano, identificando-se que o custo do tratamento de toda a população candidata a transplante, infectada pelo VHC, corresponde a 0,3% do valor despendido com TRS pelo SUS.

Comparação entre diagnósticos clínicos e histológicos no pós-transplante renal

Castro,M.C.R. de; Chocair,P.R.; Saldanha,L.B.; Nahas,W.; Arap,S.; Sabbaga,E.; Ianhez,L.E.
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1998 PT
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OBJETIVO: Para determinar o acerto obtido pelos diagnósticos efetuados em uma unidade de transplante renal, foram analisados 40 episódios de disfunção renal aguda que ocorreram no período pós-transplante. MÉTODOS: Os pacientes foram submetidos a biópsia renal por ocasião do episódio de insuficiência renal ao mesmo tempo em que o diagnóstico clínico era realizado pelos membros da equipe. RESULTADOS: Foram realizados 19 diagnósticos de necrose tubular aguda (NTA), 18 de rejeição celular aguda (RCA), dois de rejeição humoral (RH) e um de nefrotoxicidade (NTX) pela ciclosporina A (CyA). O diagnóstico de NTA foi confirmado pela histologia em 84,21%, o de RCA, em 83,33%, o de RH em 100% e o único diagnóstico de NTX realizado se apresentou como NTA à biópsia. No total, a clínica foi concordante com a histologia em 82,5% das vezes. CONCLUSÃO: Os autores concluíram que existe uma boa acurácia nos diagnósticos clínicos de RCA, NTA e RH realizados em um centro experiente em transplante renal.

Qualidade de vida e estratégias de enfrentamento em pacientes submetidos a transplante renal

Ravagnani,Leda Maria Branco; Domingos,Neide Aparecida Micelli; Miyazaki,Maria Cristina de Oliveira Santos
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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Este estudo teve como objetivo comparar qualidade de vida pré e pós-transplante renal e identificar estratégias de enfrentamento utilizadas após o transplante. Participaram 17 pacientes (nove mulheres e oito homens) com idade entre 23 e 55 anos (M = 38 anos; DP = 8), que responderam ao Inventário de Qualidade de Vida SF-36, ao Inventário de Enfrentamento e a um roteiro de entrevista (pré e pós-transplante). Não houve diferença significante entre a avaliação de qualidade de vida nos períodos pré e pós-transplante para as variáveis investigadas pelo SF-36. As principais preocupações apontadas foram efeitos colaterais das medicações, consultas médicas, alterações da imagem corporal e tempo de hospitalização. Estratégias de enfrentamento centradas na emoção foram as mais utilizadas, isto é, estratégias mais subjetivas para enfrentar dificuldades. O transplante renal não influenciou de forma significante a qualidade de vida destes pacientes.

El enfermero asistencial y educador en una unidad de trasplante renal: un desafío; O enfermeiro assistencial e educador em uma unidade de transplante renal: uma questão desafiadora

De Oliveira Furtado, AM.; De Souza, S.R. de O. e S.; Lopes de Oliveira, B.; Novaes Garcia, C.
Fonte: Murcia: Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia Publicador: Murcia: Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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Este es un estudio descriptivo, retrospectivo, de revisión bibliográfica, de carácter exploratorio relacionado con el papel asistencial y educador del enfermero en el trasplante renal. El estudio pretende hacer un levantamiento bibliográfico sobre el tema; discutir la importancia de las orientaciones del personal de enfermería durante el pre y pos-operatorio del trasplante renal y hacer el levantamiento de las principales orientaciones de enfermería en una unidad de trasplante renal en la literatura consultada. Hay una preocupación muy importante por parte de la enfermería para mantener el cuidado al trasplantado renal dentro y fuera del hospital. Las directrices abordan desde las cuestiones más simples a las más complejas, lo que es extremadamente importante durante el pre y postrasplante en un intento por lograr el éxito de las acciones.; Trata-se de um estudo descritivo, retrospectivo, de revisão bibliográfica, de caráter exploratório relacionada ao papel assistencial e educador do enfermeiro no transplante renal. O estudo objetiva realizar um levantamento bibliográfico acerca do assunto; discutir a importância das orientações dos enfermeiros durante o pré e pós-operatório de transplante renal e fazer o levantamento dos principais orientações de enfermagem em uma unidade de transplante renal encontrados nas literaturas consultadas. Há uma preocupação bem significativa por parte da enfermagem em manter o cuidado ao transplantado renal dentro e fora do âmbito hospitalar. As orientações abordam desde assuntos mais simples aos mais complexos...

Malformações Urológicas e Transplante Renal Pediátrico

Gomes, Clara; Mota, Conceição; Morais, Lurdes; Reis, Armando; Henriques, Castro; Pereira, Elói
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 24/09/2014 PT
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A uropatia malformativa congénita é uma causa importante de insuficiência renal crónica (IRC) terminal na criança. O objectivo deste estudo foi avaliar a influência da uropatia na evolução e complicações em 42 transplantes renais (TR) efectuados em 39 crianças entre 1985-1996. Dividiu-se a população em dois grupos de acordo com a etiologia da IRC: uropatia (n=22) e outros diagnósticos (n=17) e compararam-se vários parâmetros clínico-laboratoriais.A uropatia foi mais frequente no rapaz. A idade de transplante foi semelhante nos dois grupos embora a idade de diagnóstico de IRC tivesse sido mais precoce no grupo com uropatia.Verificaram-se episódios de rejeição aguda em 54% do grupo com uropatia e 37% no outro (p=ns). A incidência de infecção urinária após o transplante foi semelhante nos 2 grupos e maior nos primeiros 3 meses. Nenhum enxerto foi perdido por complicações urológicas. A depuração da creatinina apesar de ser discretamente inferior no grupo com uropatia não mostrava diferença significativa nos 2 grupos durante os 3 primeiros anos após o TR. A sobrevida actuarial do enxerto ao ano foi de 86 vs 88,5% e aos 5 anos foi 69 vs 80%, respectivamente no grupo com e sem uropatia (p=ns).A uropatia malformativa congénita não condicionou diferença significativa na evolução pós-transplante renal nesta população.

A reabilitação profissional como proposta de intervenção da terapia ocupacional no pós-transplante renal; Rehab work as proposed intervention in occupational therapy after renal transplantation

Cardoso, Jordana Santos; Cavalcante, Milady Cutrim Vieira; Miranda, Ana Teresa Mendes de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 28/04/2014 POR
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Introdução: O transplante renal possibilita a minimização das limitações impostas pela terapia dialítica e o retorno ou ingresso em atividade produtiva. Entretanto, apenaspequeno percentual dos pacientes é recolocado em atividadelaborativa. Objetivo: Descrever a proposta de atuação da Terapia Ocupacional (TO) voltada para a reabilitação profissional no Ambulatório de Pós-Transplante Renal de um Hospital Universitário. Procedimentos metodológicos: Relato de experiência sobre a atuação da TO junto a pacientes transplantados renais. Para tal foram utilizados protocolos e relatórios de TO além das fichas de avaliação terapêutica ocupacional aplicadas a estes pacientes. A coleta de dados foi realizada no período de junho a dezembro de 2011. Resultados: O comprometimento das áreas do desempenho ocupacional em pacientes renais é instalado durante a fase dialítica e perduram após a realização do transplante renal. A temática da manutenção, ingresso ou retorno ao trabalho ainda comparece de forma incipiente na fase pré-transplante. Fatores sociais, econômicos, psicológicos e línicos influenciam a adesão à reabilitação profissional. Conclusão: O sucesso das ações da TO poderá tornar os transplantados renais mais produtivos e reintegrados à sociedade reduzindo o custo social de seu tratamento.; Introduction: Kidney transplantation enables the minimization of the limitations imposed by dialysis and return or entry into productive activity. However...

Detecção de anticorpos IgM nas infecções primárias e secundárias pelo citomegalovírus em pacientes submetidos a transplante renal; Specific IgM antibodies in primary and secundary cytomegalovirus infections after renal transplantation

Pannuti, Cláudio Sergio; Boas, Lucy Santos Vilas; Amato Neto, Vicente; Angelo, Maria José de Oliveira; Sabbaga, Emil
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/10/1987 POR
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Foram acompanhados 27 pacientes submetidos a transplante renal para avaliação do comportamento dos anticorpos IgM e IgG CMV-específicos. Dos 27 casos estudados, 17 (63,0%) tinham anticorpos IgG, detectados pela reação de fixação de complemento (RFC), antes de serem submetidos ao transplante, e 10 (37,0%) eram soro negativos. A pesquisa de anticorpos IgM (técnica de imunofluorescência indireta) foi negativa em todas as amostras pré transplante. Num período de acompanhamento que variou de 28 a 425 dias (média de 115 dias) após o transplante, observou-se que 20 dos 27 (74,1%) apresentaram evidências sorológicas de infecçáo pelo CMV, ocorrendo a maioria dos casos (14/20, 70%) em pacientes que já tinham anticorpos para o CMV antes do transplante. A pesquisa de anticorpos IgM CMV-específicos foi positiva em 12 dos 14 pacientes com evidências sorológicas de reinfecção ou reativação da infecção pelo CMV, e em 100% (6/6) dos pacientes com infecção primária. Dentre os 10 pacientes acompanhados por mais de 4 meses, somente 1 (10%) negativou o IgM neste período.; Twenty-seven patients who underwent renal allograft transplants were periodically screened for the presence of IgM and IgG cytomegalovirus (CMV) antibodies. Before transplantation...

REVISIÓN INTEGRATIVA SOBRE EL PAPEL DEL ENFERMERO EN EL POSTRASPLANTE RENAL; INTEGRATIVE REVIEW ON THE ROLE OF NURSES IN POST-KIDNEY TRANSPLANT; REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE O PAPEL DO ENFERMEIRO NO PÓS-TRANSPLANTE RENAL

Souza da Silva, Antônia Ecivânia; Universidade Federal do Acre; Pontes, Ualison Oliveira; Universidade Federal do Acre; Genzini, Tércio; Coordenador do Serviço de transplante dos Hospitais Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Bandeirantes,
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 30/09/2014 POR; ENG
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O objetivo foi identificar o papel do enfermeiro no pós-transplante renal, evidenciando os principais cuidados a essa clientela. Para tanto, foi realizada revisão integrativa em setembro de 2013, tendo como fonte quatro bases de dados, usando os descritores: Transplante Renal, Assistência de enfermagem (processos, intervenções) e Pós-Transplante. Foram identificados 110 artigos dos quais 13 cumpriram os critérios de inclusão e foram separados em três categorias: Coordenação de Enfermagem; Assistência de Enfermagem; e Educação em Saúde. A literatura aponta a abrangência e importância da atuação da enfermagem na coordenação, assistência a cur to e longo prazo, ensino e pesquisa. A Sistematização da Assistência de Enfermagem mostrou ser de grande utilidade para subsidiar as intervenções de enfermagem e melhorar as respostas clínicas. Assim, são necessários mais estudos sobre a temática, principalmente sobre o aspecto educacional da atuação de enfermagem.; The objective was to identify the role of nurses in post-renal transplant, showing the main care for these patients. For this, an integrative review was conducted in September 2013, with four databases as sources, using the key words: Renal Transplant...

Carcinoma de células renales bilateral asincrónico tratado con nefrectomía radical bilateral y transplante renal: Informe de un caso

Rodríguez-Covarrubias,Francisco; Gabilondo-Navarro,Fernando
Fonte: Academia Nacional de Medicina de México, A.C. Publicador: Academia Nacional de Medicina de México, A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 ES
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El cáncer renal bilateral puede requerir nefrectomía bilateral y diálisis crónica. Sin embargo, una opción adecuada es el transplante renal. Aún existe controversia acerca del tiempo necesario para llevar a cabo el transplante y del papel de la terapia inmunosupresora en el riesgo de recurrencia. Presentamos un caso de cáncer renal bilateral asincrónico tratado con nefrectomía radical bilateral y transplante renal, después de 6 años sin actividad tumoral.