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Parâmetros inflamatórios, imunológicos e histopatológicos da administração prolongada da Ipomoea carnea em ratos: 1. Avaliação em animais adultos 2. Estudo perinatal; Inflammatory, immunological and histopathological parameters of prolonged administration of Ipomoea carnea in rats: 1. Evaluation of adult animals 2. Perinatal study

Hueza, Isis Machado
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/11/2006 PT
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16.83%
O presente estudo visou avaliar efeitos da I. carnea e de seus princípios ativos sobre a imunidade natural de ratos e, os efeitos de sua administração durante a gestação ou lactação às mães e os possíveis efeitos imunotóxicos sobre os filhotes quando adultos. Nas o resíduo da planta (RAF) foi diluído na água de bebida nas doses-alvo de 3,0 e 15,0g/kg de folhas secas da planta, durante 14 e 21 dias e por via oral, por gavage, na dose de 15,0g/kg, durante 14 dias, para avaliação da atividade de macrófagos (MO) peritoneais e das inflamações crônica e aguda, induzidas pelo BCG e pela carragenina, respectivamente. Os princípios ativos (suainsonina e calisteginas B1, B2, B3 e C1) foram administrados isoladamente em ratas, nas mesmas concentrações presentes em 15,0g/kg do RAF, durante 14 dias, para então avaliar a atividade macrofágica. Em ratas prenhes ou lactantes empregaram-se as doses de 1,0; 3,0; 7,0 e 15,0g/kg do RAF, por gavage. Ainda no estudo perinatal, foram realizados o cross-fostering para observação da passagem transplacentária da suainsonina, a amniocentese e a coleta de leite para quantificação deste alcalóide. As proles foram avaliadas até os 70 dias de vida, para avaliação da atividade macrofágica e das inflamações crônica e aguda. Foram realizados ensaios de imunotoxicidade...

Caracterização do parasitismo por Ornithodoros brasiliensis (Chelicerata: Argasidae) e da toxicose induzida em humanos e animais

Reck Junior, José
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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28.11%
Carrapatos são artrópodos hematófagos com ampla distribuição mundial, sendo capazes de parasitar quase todos os animais vertebrados terrestres. Estes parasitos causam grandes impactos em saúde pública e na produção animal por serem vetores de diversas doenças infecciosas e, também, pelos distúrbios diretos associados ao parasitismo. O Ornithodoros brasiliensis, conhecido popularmente como carrapato mouro, é uma espécie de carrapato somente encontrada no Brasil, e com distribuição restrita à região dos Campos de Cima da Serra no Rio Grande do Sul (RS). Desde os primeiros relatos, O. brasiliensis tem sido considerado um potencial risco à saúde pública no RS devido a ocorrência de parasitismo em humanos. Somado a isto, alguns relatos indicam que sua picada é capaz de induzir distúrbios locais e sistêmicos severos nas pessoas e animais parasitados, possivelmente enquadrando-se na definição de toxicose induzida pela picada de carrapatos. Depois de mais de 50 anos sem relatos sobre O. brasiliensis, recentemente, novos casos de parasitismo humano e animal foram observados na mesma região onde este carrapato foi originalmente descrito. O objetivo deste trabalho é caracterizar o parasitismo pelo carrapato O. brasiliensis...

Lead poisoningin cattle in southern Brazil; Envenenamento por chumbo em bovinos no sul do Brasil

Traverso, Sandra Davi; Loretti, Alexandre Paulino; Donini, Marco Aurélio; Driemeier, David
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
POR
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Em setembro de 2000, três novilhas, provenientes de um pequeno rebanho de bovinos de corte, apresentaram severa depressão, tremores musculares, ato de pressionar a cabeça contra objetos e de ranger de dentes, intensa salivação, cegueira e morte. Envenenamento por chumbo foi diagnosticado com base nos sinais clínicos e em função da presença de grandes concentrações de chumbo nos rins e no fígado de um dos animais afetados. Latas de tinta velhas, presentes no potreiro onde estavam os animais e cujo conteúdo extravasava através de fendas provocadas pela ferrugem, foram identificadas como a fonte de chumbo que causou a toxicose nos animais.

Polioencefalomalacia experimental em bovinos induzida por toxicose por enxofre

Cunha, Paulo H. J.; Badial, Peres R.; Cagnini, Didier Quevedo; Oliveira-Filho, José P.; Moares, Lívia F.; Takahira, Regina K.; Amorim, Renée L.; Borges, Alexandre Secorun
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 41-52
POR
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O presente trabalho teve como objetivos avaliar os sinais clínicos, as concentrações do sulfeto de hidrogênio ruminal e as alterações anatomopatológicas associadas à intoxicação experimental por enxofre em bovinos. Foram utilizados dez bezerros mestiços leiteiros, sendo que quatro bovinos ingeriram ração sem sulfato de sódio (G1) e seis consumiram ração com sulfato de sódio (G2). Exames clínicos (temperatura retal, frequência cardíaca e respiratória e motricidade ruminal) e laboratoriais (hemograma, fibrinogênio, proteína plasmática, pH do fluido ruminal, concentração do sulfeto de hidrogênio ruminal, líquido cerebrospinal e histopatológico) foram realizados. A temperatura retal, frequência cardíaca, hemograma, fibrinogênio, proteína plasmática, pH do fluido ruminal e os valores do líquido cerebrospinal estavam dentro dos valores de referência para a espécie. Taquipnéia, hipomotricidade ruminal e elevados valores de sulfeto de hidrogênio ruminal foram observados nos bezerros do grupo G2. Um bezerro do grupo G2 apresentou sinais neurológicos e lesões histopatológicas de PEM. Dois animais de cada grupo foram eutanasiados. Lesões microscópicas foram observadas nos bezerros do G2. Histologicamente as alterações observadas foram necrose neuronal cortical e lesões hemorrágicas nos núcleos basais...

Intoxicação experimental por narasina em bovinos

Wouters,Angelica T. B.; Wouters,Flademir; Barros,Claudio S. L.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1997 PT
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Intoxicação por narasina foi induzida pela administração oral da droga a 11 bovinos. Desses, cinco tiveram morte espontânea, um foi sacrificado in extremis e outros cinco apresentaram sinais clínicos da toxicose, mas se recuperaram. Os sinais clínicos iniciaram entre 12 horas e 4 dias após ingestão da narasina e a duração do curso clínico variou de 24 horas até 9 dias. Houve anorexia, redução na intensidade e número de movimentos ruminais, fezes pastosas, ressequidas ou diarréicas. Os animais apresentavam relutância em movimentar-se, tinham andar incoordenado e rígido, e caminhavam arrastando as pinças dos membros posteriores. Em alguns a mastigação era lenta, com salivação abundante e havia disfagia. A intensidade dos sons cardíacos estava aumentada e, em um caso, ocorreu discreto pulso positivo da jugular. Alguns animais apresentaram depressão, gemidos, dispnéia, respiração abdominal e polidipsia. Em um caso houve mioglobinúria. As principais alterações observadas à necropsia localizavam-se no miocárdio e consistiam de áreas pálidas irregulares focais ou palidez difusa. Sinais de insuficiência cardíaca como edema pulmonar, hidrotórax, edema subcutâneo de declive e sangue coagulado no ventrículo esquerdo foram também observados. Alterações degenerativas representadas por áreas pálidas foram vistas nos músculos esqueléticos de 3 bovinos...

Intoxicação experimental por Baccharis coridifolia (Compositae) em bovinos

Varaschin,Mary Suzan; Barros,Claudio S.L.; Jarvis,Bruce B.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1998 PT
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17.52%
Treze terneiros receberam Baccharis coridifolia recém-colhida ou dessecada, em doses únicas que variaram entre 0,5 e 5g/kg. Um terneiro recebeu quatro administrações diárias de 0,5g/kg da planta dessecada. Dois terneiros não receberam a planta e serviram como controles. A planta foi colhida mensalmente de julho de 1991 a maio de 1992 e em março de 1993, e foi analisada para seu conteúdo em tricotecenos macrocíclicos. Quando em floração, as amostras dos espécimes macho e fêmea da planta foram analisadas e administradas aos terneiros separadamente. Os níveis de tricotecenos macrocíclicos e seus glicosídeos foram muito maiores nas plantas fêmeas em floração do que os níveis observados nas plantas não em floração e nas plantas machos em floração. Dez bovinos morreram espontaneamente ou foram sacrificados devido à toxicose. Dois terneiros que receberam a planta fêmea em floração, adoeceram e morreram, enquanto que três terneiros que receberam a planta macho em floração não adoeceram. Os sinais clínicos nos terneiros intoxicados foram anorexia, desidratação, atonia ruminal, tensão e dores abdominais, diarréia líquida, focinho seco, instabilidade dos membros posteriores e decúbito esternal. Os achados patológicos incluiram lesões necróticas no tubo gastrintestinal...

Intoxicação experimental por Ateleia glazioviana (Leg.Papilionoideae) em ovinos

Stigger,Adriana Lücke; Barros,Claudio S. L.; Langohr,Ingeborg Maria; Barros,Severo S.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2001 PT
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16.83%
Sete ovelhas receberam as folhas de Ateleia glazioviana em doses predeterminadas. Um outro ovino serviu de controle. As quantidades totais (g/kg/peso corporal) de planta consumidas pelos ovinos foram 75 por 60 dias (Ovino 6), 125 por 25 dias (Ovino 4), 130 por 13 dias (Ovino 7), 150 por 60 dias (Ovino 5), 180 por 18 dias (Ovino 3), 330 por 33 dias (Ovino 2) e 375 por 25 dias (Ovino 1). Seis ovinos receberam folhas verdes e o Ovino 7 recebeu folhas dessecadas. Cinco ovinos (Ovinos 1-4 e 7) desenvolveram sinais clínicos 8 a 16 dias após a primeira administração da planta. A evolução do quadro clínico foi de 6 a 50 dias e os sinais clínicos incluíram apatia, perda do apetite, taquicardia e taquipnéia. Os ovinos afetados apresentavam relutância em mover-se, cabeça baixa, instabilidade dos membros pélvicos e andar cambaleante. Alguns dos ovinos afetados apoiavam o corpo contra a parede da baia. Os Ovinos 1, 3 e 4 morreram espontaneamente; movimentos de pedalagem precederam a morte. Os Ovinos 2 e 7 foram submetidos à eutanásia com sinais clínicos avançados da toxicose. Os Ovinos 5 e 6 não adoeceram e foram sacrificados junto com o controle 103 dias após a primeira administração da planta. Todos os ovinos foram necropsiados e vários órgãos...

Intoxicação experimental por cebola, Allium cepa (Liliaceae), em gatos

Fighera,Rafael A.; Souza,Tatiana M.; Langohr,Ingeborg; Barros,Claudio S. L.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 PT
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A intoxicação por cebola é relatada em várias espécies animais em muitas partes do mundo. O princípio tóxico (n-propil dissulfito) presente na cebola causa a transformação da hemoglobina em metemoglobina. Para estudar os achados laboratoriais, de necropsia e histopatológicos da intoxicação por cebola em gatos, cinco gatos de quatro meses de idade receberam cada um uma dose única de 10g/kg de cebola desidratada por via oral. Um outro gato de mesma idade não recebeu a refeição com cebola e serviu como controle. Todos os cinco gatos desenvolveram sinais clínicos da toxicose; um deles morreu dentro de 24 horas após a ingestão da cebola. Os sinais clínicos incluíram apatia, taquicardia, taquipnéia e cianose. Os achados laboratoriais se caracterizavam por anemia hemolítica associada a corpúsculos de Heinz e metemoglobinemia. Os principais achados de necropsia foram esplenomegalia e sangue de cor marrom. Os achados histopatológicos foram hemossiderose e hematopoese extramedular no baço e fígado.

Intoxicação de bovinos por Tetrapterys multiglandulosa (Malpighiaceae) em Mato Grosso do Sul

Carvalho,Nilton M.; Alonso,Luiz A.; Cunha,Taila G.; Ravedutti,Juliana; Barros,Claudio S.L.; Lemos,Ricardo A.A.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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16.83%
São descritos dois surtos da intoxicação espontânea por Tetrapterys multiglandulosa em bovinos e a reprodução experimental da toxicose em ovinos. Os dois surtos espontâneos ocorreram na mesma fazenda localizada no município de Bataiporã, Mato Grosso do Sul. O primeiro surto ocorreu em julho-outubro de 2004 e envolveu uma população bovina sob risco de 290 vacas prenhes que haviam sido introduzidas em um pasto de 60 hectares onde havia uma área de reserva legal, altamente infestada por T. multiglandulosa. Dessas, 230 vacas (79,3%) abortaram, pariram natimortos ou bezerros fracos que morreram alguns dias após o nascimento. Sete vacas adultas morreram. Uma vaca e um bezerro de 10 dias foram necropsiados. O segundo surto ocorreu em setembro-outubro de 2005, 40 dias após 285 novilhas de dois anos de idade terem sido introduzidas no mesmo pasto infestado por T. multiglandulosa onde ocorrera o primeiro surto no ano anterior. Nove novilhas adoeceram e morreram; três foram necropsiadas. Os sinais clínicos dos bovinos afetados, incluindo um bezerro de 10 dias de idade, consistiam de acentuada letargia, emagrecimento com distensão do abdômen (ascite), edema subcutâneo de declive, ingurgitamento e pulso venoso da jugular, dispnéia e arritmia cardíaca. Os achados de necropsia incluíam corações globosos e com câmaras cardíacas dilatadas...

Intoxicação por organofosforados em búfalos (Bubalus bubalis) no Rio Grande do Sul

Grecco,Fabiane Borelli; Schild,Ana Lucia; Soares,Mauro Pereira; Raffi,Margarida Buss; Sallis,Eliza Simone Viégas; Damé,Maria Cecília
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 PT
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Descreve-se um surto de intoxicação por organofosforados (ORFs) em búfalos (Bubalus bubalis) na região sul do Rio Grande do Sul. Os animais foram submetidos à aplicação de Expertan® pour-on (clorpirifós) na dose de 12mg/kg de peso animal para controle de infestação por piolhos e desenvolveram sinais clínicos de intoxicação em um período variável entre 7-45 dias após a exposição ao produto. Os sinais clínicos caracterizaram-se por anorexia, diarréia, salivação intensa, incoordenação motora, tremores musculares, paresia e paralisia flácida, decúbito lateral e morte. Em conseqüência da intoxicação morreram 61 búfalos de um total de 267 animais sob risco. Foram realizadas três necropsias de búfalos que morreram 24-72 horas após o início dos sinais clínicos. As lesões macroscópicas caracterizaram-se por congestão e hemorragias intestinais, enfisema e edema pulmonares. Não foram observadas alterações microscópicas significativas em nenhum dos animais. Apesar da ausência de alterações histológicas no sistema nervoso central e periférico, os achados epidemiológicos, clínicos, macroscópicos e toxicológicos sugerem o diagnóstico de neurotoxicidade tardia induzida por ORFs.

Doenças de bovinos no Sul do Brasil: 6.706 casos

Lucena,Ricardo B.; Pierezan,Felipe; Kommers,Glaucia D.; Irigoyen,Luiz Francisco; Fighera,Rafael A.; Barros,Claudio S.L.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2010 PT
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As doenças que acometem bovinos na região Sul do Brasil foram analisadas através de um estudo dos protocolos de necropsia de 6.706 bovinos examinados pelo Laboratório de Patologia Veterinária da Universidade Federal de Santa (LPV-UFSM), Rio Grande do Sul, de 1964-2008. Desses, 20,9% foram necropsias realizadas no LPV-UFSM e 79,1% foram amostras de tecidos submetidos por veterinários de campo. Dos 6.706 exames, 62,9% tinham diagnóstico conclusivo. A autólise ou material insuficiente foram as principais razões para a ocorrência de casos com diagnóstico inconclusivo. A intoxicação por Senecio spp. foi a principal causa de morte de bovinos neste estudo. As plantas tóxicas e as toxiinfecções juntas, responderam por 22,8% dos casos com diagnóstico conclusivo. As doenças inflamatórias e as parasitoses juntas contribuíram com mais de 30% das doenças de bovinos e a tristeza parasitária bovina foi a principal doença nessa categoria. As demais categorias distribuíram-se na seguinte ordem: neoplasmas e lesões tumoriformes (13,87%), doenças causadas por agentes físicos (2,7%), doenças metabólicas e nutricionais (2,46%), distúrbios circulatórios (1,4%), doenças degenerativas (1,1%), distúrbios do desenvolvimento (0...

Intoxicação por alcaloides pirrolizidínicos em ruminantes e equinos no Brasil

Lucena,Ricardo B.; Rissi,Daniel R.; Maia,Lisanka A.; Flores,Mariana M.; Dantas,Antônio Flávio M.; Nobre,Verônica M. da T.; Riet-Correa,Franklin; Barros,Claudio S.L.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2010 PT
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17.52%
Casos de intoxicação por alcaloides pirrolizidínicos (APs) em ruminantes e equinos foram investigados retrospectivamente através do acesso aos arquivos de dois laboratórios de diagnóstico veterinário no Sul e Nordeste brasileiro. Os dados obtidos foram comparados com aqueles retirados da literatura concernentes a surtos dessa toxicose no Brasil, onde ela é associada com a ingestão de plantas que contêm APs dos gêneros Senecio, Crotalaria e Echium. Formas aguda e crônica da toxicose foram encontradas. A doença aguda foi observada em associação com a ingestão de Crotalaria retusa em ovinos e caprinos. C. retusa e Senecio spp. também foram responsáveis pela intoxicação crônica em bovinos, equinos e ovinos. A intoxicação por APs é uma importante causa de morte em animais pecuários no Brasil. Essa é a principal causa de morte em bovinos na região Central do Rio Grande do Sul e uma das principais causas de morte em equinos na Paraíba. A epidemiologia, os sinais clínicos, a patologia e a importância da intoxicação por APs são descritos e discutidos.

Polioencefalomalacia experimental em bovinos induzida por toxicose por enxofre

Cunha,Paulo H.J.; Badial,Peres R.; Cagnini,Didier Q.; Oliveira-Filho,José P.; Moares,Lívia F.; Takahira,Regina K.; Amorim,Renée L.; Borges,Alexandre S.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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16.83%
O presente trabalho teve como objetivos avaliar os sinais clínicos, as concentrações do sulfeto de hidrogênio ruminal e as alterações anatomopatológicas associadas à intoxicação experimental por enxofre em bovinos. Foram utilizados dez bezerros mestiços leiteiros, sendo que quatro bovinos ingeriram ração sem sulfato de sódio (G1) e seis consumiram ração com sulfato de sódio (G2). Exames clínicos (temperatura retal, frequência cardíaca e respiratória e motricidade ruminal) e laboratoriais (hemograma, fibrinogênio, proteína plasmática, pH do fluido ruminal, concentração do sulfeto de hidrogênio ruminal, líquido cerebrospinal e histopatológico) foram realizados. A temperatura retal, frequência cardíaca, hemograma, fibrinogênio, proteína plasmática, pH do fluido ruminal e os valores do líquido cerebrospinal estavam dentro dos valores de referência para a espécie. Taquipnéia, hipomotricidade ruminal e elevados valores de sulfeto de hidrogênio ruminal foram observados nos bezerros do grupo G2. Um bezerro do grupo G2 apresentou sinais neurológicos e lesões histopatológicas de PEM. Dois animais de cada grupo foram eutanasiados. Lesões microscópicas foram observadas nos bezerros do G2. Histologicamente as alterações observadas foram necrose neuronal cortical e lesões hemorrágicas nos núcleos basais...

Aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da intoxicação por aceturato de diminazeno em cães

Flores,Mariana M.; Pereira,Paula R.; Mazzanti,Alexandre; Kommers,Glaucia D.; Fighera,Rafael A.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2014 PT
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Os aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos da intoxicação espontânea por aceturato de diminazeno foram estudados em 10 cães. Em todos os casos, os cães afetados demonstraram sinais de síndrome tálamo-cortical, principalmente alteração do nível de consciência, tetraparesia, rigidez extensora e crise convulsiva. Em alguns casos, os cães acometidos apresentaram sinais de síndrome cerebelar, como tremores musculares generalizados de alta frequência e baixa amplitude, e/ou de síndrome vestibular, como ataxia, inclinação de cabeça e quedas. Esses sinais ocorreram entre 24 e 48 horas após o uso do fármaco injetável por via intramuscular e se mantiveram até a morte ou eutanásia dos cães (entre 1 e 7 dias). Tais sinais clínicos refletiam encefalomalacia hemorrágica focal simétrica, que afetava a medula oblonga, a ponte, a medular do cerebelo, o tálamo, o mesencéfalo, os pedúnculos cerebelares e os núcleos da base. Esse artigo: 1) descreve e discute essa forma de intoxicação medicamentosa tão pouco citada na literatura internacional e desconhecida da maior parte dos clínicos e patologistas veterinários brasileiros, 2) estabelece critérios clínicos e anatomopatológicos para o seu diagnóstico e...

Surto de intoxicação por sal em ovinos no estado do Pará

Duarte,Marcos D.; Bezerra Júnior,Pedro S.; Lima,Danillo Henrique S.; Bomjardim,Henrique A.; Oliveira,Carlos Magno C.; Silva,Natália da Silva e; Faial,Kelson C.F.; Barbosa,José Diomedes
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2014 PT
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O presente trabalho relata um surto de intoxicação por sal em ovinos no Brasil, em uma propriedade no estado do Pará. De um total de 545 ovinos, oito animais adoeceram (1,46%) e quatro destes morreram (50%). A avaliação das instalações e do manejo indicaram como fatores predisponentes a ingestão excessiva de mistura mineral e a restrição hídrica. Os principais sinais clínicos foram decúbito, diminuição ou ausência da sensibilidade cutânea, ausência dos reflexos de ameaça, palpebral e auricular, midríase, nistagmo, opistótono, espasticidade de membros, sonolência e estupor. Havia ainda, timpanismo, diarreia, taquipneia, taquicardia, desidratação e poliúria. A evolução do quadro clínico nos animais que morreram variou de duas horas e meia a 48 horas. As médias das concentrações séricas de sódio e de potássio de 31 ovinos do mesmo lote afetado pela intoxicação, em amostras colhidas durante o surto, revelaram hipernatremia (190mEq/l) e hipercalemia (8,2mEq/l). À necropsia, observou-se em um animal, achatamento das circunvoluções cerebrais. Microscopicamente, neste animal, evidenciou-se vacuolização moderada do neurópilo, particularmente nas lâminas intermediárias do córtex cerebral, com aumento dos espaços perineural e perivascular. Nessas áreas foram observados ainda...

Lead poisoning in cattle in southern Brazil

Traverso,S.D.; Loretti,A.P.; Donini,M.A.; Driemeier,D.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 EN
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16.83%
Em setembro de 2000, três novilhas, provenientes de um pequeno rebanho de bovinos de corte, apresentaram severa depressão, tremores musculares, ato de pressionar a cabeça contra objetos e de ranger de dentes, intensa salivação, cegueira e morte. Envenenamento por chumbo foi diagnosticado com base nos sinais clínicos e em função da presença de grandes concentrações de chumbo nos rins e no fígado de um dos animais afetados. Latas de tinta velhas, presentes no potreiro onde estavam os animais e cujo conteúdo extravasava através de fendas provocadas pela ferrugem, foram identificadas como a fonte de chumbo que causou a toxicose nos animais.

AFLATOXICOSE EM SUÍNOS

Schoenau,Luciana Silveira Flôres; Varaschin,Mary; Salles,Mônica Weissmann Seabra; Santurio,Janio Morais; Barros,Claudio Severo Lombardo de
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1994 PT
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16.83%
RESUMO É descrito um surto de aflatoxicose em suínos Duroc de 2 a 6 meses, que consumiam ração contaminada por 519 ppb de aflatoxinas. A morbidade foi de 97%. A mortalidade foi alta, mas não determinada com exatidão. Os sinais clínicos incluíam recusa do alimento, pouco ganho ou perda de peso, diarreia e icterícia. Lesões subagudas e crônicas foram observadas em 4 porcos necropsiados. Nas lesões subagudas o fígado era escuro, com áreas centrolobulares hemorrágicas deprimidas, havia edema da parede da vesícula biliar e bile viscosa. Nos casos crônicos o fígado apresentava-se firme e amarelo-alaranjado. Havia líquido citrino nas cavidades e edema no cólon espiral. Havia avermelhamento da mucosa gástrica da região fúndica. Alterações subagudas eram necrose e hemorragias centrolobulares, hepatomegalocitose, fibrose e hiperplasia ductal. Nos casos crônicos havia fibrose, hiperplasia ductal, megalocitose e degeneração gordurosa hepatocelular. O diagnóstico de aflatoxicose foi feito baseado nos sinais clínicos, nos achados morfológicos e na presença de níveis significativos de aflatoxina na ração dos porcos (B1 = 484,3ppb, B2 = 110,8ppb, G1 = 343,7ppb e G2 = 99,2ppb). Frangos submetidos à mesma alimentação também desenvolveram lesões da toxicose.

Intoxicação experimental por gentamicina em cães

Dantas,Antônio Flávio Medeiros; Kommers,Glaucia Denise; Hennemann,Carla Rosane de Aguiar
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1997 PT
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A toxicose experimental por gentamicina foi estudada em 11 cães. Dez cães receberam 10mg/kg de gentamicina por via intramuscular, 3 vezes ao dia, durante 14 dias. Outro cão recebeu a mesma dose por 10 dias. Os cães foram submetidos à eutanásia e necropsiados no 11°, 15°-19°, 21°, 27° e 37° dias do experimento. Os principais sinais clínicos foram anorexia, apatia, poliuria, polidipsia, diarréia, vômito e oligúria. Os achados laboratoriais foram enzimúria, cilindrúria, azotemia e isostenúria. As lesões macroscópicas eram restritas aos rins, que estavam acentuadamente pálidos, tumefeitos e macios. Dois cães desenvolveram edema perirrenal discreto. Ao exame histológico do rim, dez cães tinham necrose tóxica aguda restrita aos túbulos contorcidos proximais. Regeneração das células epiteliais desses túbulos foi observada nos rins de todos os cães, principalmente na cortical externa, variando de mínima a acentuada e associada a dilatação acentuada da luz tubular. Aos 37 dias os rins apresentavam-se morfologicamente recuperados. Não foram observadas lesões glomerulares, nem lesões extra-renais de uremia. Concluiu-se que a gentamicina, na dose e frequência administradas, foi tóxica para todos os cães...

Intoxicação experimental por nitrato/nitrito em bovinos suplementados com nitrato de cálcio encapsulado

Silva, Jordanna de Almeida e
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Ciência Animal (EVZ); Escola de Veterinária e Zootecnia - EVZ (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Ciência Animal (EVZ); Escola de Veterinária e Zootecnia - EVZ (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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The objective of this research was to identify clinical and laboratory findings caused by the ingestion of calcium nitrate, encapsulated or conventional in different doses in cattle. Were used five bovines, cannulated, Nelore breed, male, with an average body weight of 500 kg were maintained during the entire experimental period in individual stalls with individual troughs for food and water. The experiment consisted of 75 days divided into five periods of 15 days. In each period the first 13 days were used for adaptation of the diet (Phase 1) followed by two days of collections (Phase 2). The experimental design was a latin square and the experimental groups were divided in the following way: not containing added nitrate in the diet (G1). 1.82% calcium nitrate and ammonium decahydrate without encapsulation in dry diet supplying 15% nitrogen (G2), 3.64% calcium nitrate and ammonium decahydrate without encapsulation in dry diet supplying 30% of nitrogen (G3), 2.58% calcium nitrate and ammonium decahydrate with encapsulation in dry diet providing 15% nitrogen (G4), 5.16% calcium nitrate and ammonium decahydrate with encapsulation in the dietary dry matter providing 30% nitrogen (G5). Data were analyzed using the R software (The R Development Core Team...

Surto de intoxica??o por sal em ovinos no estado do Par?

DUARTE, Marcos Dutra; BEZERRA J?NIOR, Pedro Soares; LIMA, Danillo Henrique da Silva; BOMJARDIM, Henrique dos Anjos; OLIVEIRA, Carlos Magno Chaves; SILVA, Nat?lia da Silva e; FAIAL, Kelson do Carmo Freitas; BARBOSA NETO, Jos? Diomedes
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O presente trabalho relata um surto de intoxica??o por sal em ovinos no Brasil, em uma propriedade no estado do Par?. De um total de 545 ovinos, oito animais adoeceram (1,46%) e quatro destes morreram (50%). A avalia??o das instala??es e do manejo indicaram como fatores predisponentes a ingest?o excessiva de mistura mineral e a restri??o h?drica. Os principais sinais cl?nicos foram dec?bito, diminui??o ou aus?ncia da sensibilidade cut?nea, aus?ncia dos reflexos de amea?a, palpebral e auricular, midr?ase, nistagmo, opist?tono, espasticidade de membros, sonol?ncia e estupor. Havia ainda, timpanismo, diarreia, taquipneia, taquicardia, desidrata??o e poli?ria. A evolu??o do quadro cl?nico nos animais que morreram variou de duas horas e meia a 48 horas. As m?dias das concentra??es s?ricas de s?dio e de pot?ssio de 31 ovinos do mesmo lote afetado pela intoxica??o, em amostras colhidas durante o surto, revelaram hipernatremia (190mEq/l) e hipercalemia (8,2mEq/l). ? necropsia, observou-se em um animal, achatamento das circunvolu??es cerebrais. Microscopicamente, neste animal, evidenciou-se vacuoliza??o moderada do neur?pilo, particularmente nas l?minas intermedi?rias do c?rtex cerebral, com aumento dos espa?os perineural e perivascular. Nessas ?reas foram observados ainda...