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Intoxicação experimental por Tetrapterys multiglandulosa (Malpighiaceae) em ovinos

Riet-Correa,Gabriela; Terra,Fabiano F.; Schild,Ana Lucia; Riet-Correa,Franklin; Barros,Severo Sales de
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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Em uma propriedade no município de Roseira Velha, São Paulo, com histórico de doença cardíaca, abortos e sinais nervosos em bovinos, associados à ingestão de Tetrapterys multiglandulosa, foi observada fibrose cardíaca em um bezerro de uma semana de idade que apresentava apatia, fraqueza e insuficiência respiratória. Os objetivos desse trabalho foram determinar se a espécie ovina é sensível à intoxicação por T. multiglandulosa, descrever as alterações clínicas e patológicas da intoxicação e avaliar a utilização dessa espécie como modelo experimental para a intoxicação. Para determinar a toxicidade de T. multiglandulosa a ser utilizada em ovinos, foi realizado um experimento prévio em um bovino, sendo administrado 22g por kg de peso vivo (g/kg/pv) da planta verde durante 9 dias. Após 9 dias de ingestão o animal apresentou sinais nervosos e no 12º dia foi eutanasiado. Na necropsia não foram observadas lesões. No estudo histológico observou-se vacuolização (status spongiosus, espongiose) da camada profunda da substância cinzenta do córtex cerebral e da substância branca subcortical. Para a reprodução da enfermidade em ovinos foram utilizados 6 ovinos, machos, divididos em 3 grupos de 2 animais cada. Os Ovinos 1 e 2 do Grupo 1 receberam doses diárias de 6 g/kg/pv da planta seca por um período de 30 dias; os Ovinos 3 e 4 do Grupo 2 receberam doses diárias de 3 g/kg/pv por um período de 60 dias; e os Ovinos 5 e 6 do Grupo 3 serviram como controle. O Ovino 1 foi sacrificado aos 30 dias de administração da planta. Apresentou somente arritmia cardíaca e não foram observadas lesões significativas na necropsia. Os Ovinos 2...

Intoxicação de bovinos por Tetrapterys multiglandulosa (Malpighiaceae) em Mato Grosso do Sul

Carvalho,Nilton M.; Alonso,Luiz A.; Cunha,Taila G.; Ravedutti,Juliana; Barros,Claudio S.L.; Lemos,Ricardo A.A.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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68.2%
São descritos dois surtos da intoxicação espontânea por Tetrapterys multiglandulosa em bovinos e a reprodução experimental da toxicose em ovinos. Os dois surtos espontâneos ocorreram na mesma fazenda localizada no município de Bataiporã, Mato Grosso do Sul. O primeiro surto ocorreu em julho-outubro de 2004 e envolveu uma população bovina sob risco de 290 vacas prenhes que haviam sido introduzidas em um pasto de 60 hectares onde havia uma área de reserva legal, altamente infestada por T. multiglandulosa. Dessas, 230 vacas (79,3%) abortaram, pariram natimortos ou bezerros fracos que morreram alguns dias após o nascimento. Sete vacas adultas morreram. Uma vaca e um bezerro de 10 dias foram necropsiados. O segundo surto ocorreu em setembro-outubro de 2005, 40 dias após 285 novilhas de dois anos de idade terem sido introduzidas no mesmo pasto infestado por T. multiglandulosa onde ocorrera o primeiro surto no ano anterior. Nove novilhas adoeceram e morreram; três foram necropsiadas. Os sinais clínicos dos bovinos afetados, incluindo um bezerro de 10 dias de idade, consistiam de acentuada letargia, emagrecimento com distensão do abdômen (ascite), edema subcutâneo de declive, ingurgitamento e pulso venoso da jugular, dispnéia e arritmia cardíaca. Os achados de necropsia incluíam corações globosos e com câmaras cardíacas dilatadas...

Evolução e reversibilidade das lesões neurológicas e cardíacas em ovinos intoxicados experimentalmente por Ateleia glazioviana e Tetrapterys multiglandulosa

Almeida,Milton B.; Priebe,Amanda P.S.; Riet-Correa,Beatriz; Riet-Correa,Gabriela; Fiss,Letícia; Raffi,Margarida B.; Schild,Ana Lucia
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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68.07%
Para determinar a reversibilidade das lesões neurológicas e cardíacas nas intoxicações por Ateleia glazioviana e Tetrapterys multiglandulosa, as duas plantas foram administradas por via oral a 3 grupos de quatro ovinos cada. Nos Grupos 1, 2 e 3, quando os animais apresentaram sinais neurológicos de intoxicação com agravamento substancial do quadro clínico e possibilidade de morte, suspendeu-se a administração da planta. O Grupo 4 com dois ovinos foi utilizado como controle. Os ovinos do Grupo 1, que receberam A. glazioviana fresca colhida no outono na dose de 10g/kg por dia durante 6 dias e foram eutanasiados aos 8, 11, 16 e 21 dias após o início do experimento, apresentaram regressão dos sinais nervosos e progressão das lesões cardíacas. Os ovinos do Grupo 2, que receberam a mesma dose de A. glazioviana fresca, colhida na primavera por 8 dias e foram eutanasiados aos 9, 23, 38 e 68 dias apresentaram regressão dos sinais nervosos e não apresentaram lesões cardíacas, sugerindo que a planta é menos tóxica na primavera do que no outono. Os ovinos do Grupo 3, que receberam T. multiglandulosa seca e moída misturada à ração na dose de 10 g/kg durante 11 dias e foram eutanasiados aos 33, 33, 92 e 92 dias, apresentaram regressão dos sinais nervosos e as lesões cardíacas aos 92 dias foram menos severas que aos 33 dias. Esses resultados demonstraram que as lesões do sistema nervoso central são reversíveis após o fim da ingestão. Pelo contrário as lesões cardíacas são progressivas após o fim da ingestão...

Lesões perinatais em cordeiros induzidas pela administração de Tetrapterys multiglandulosa (Malpighiaceae) a ovelhas em diferentes estágios de gestação

Cardinal,Suzamar G.; Aniz,Ana C.; Santos,Bethânia S.; Carvalho,Nilton M.; Lemos,Ricardo A.A.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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67.95%
Foi realizada a intoxicação experimental em ovelhas em diferentes dias de gestação, 12 ovelhas foram dividas em quatro grupos. As ovelhas do Grupo 1 consumiram quatro doses de 5g/kg de folhas verdes durante quatro dias; ovinos do Grupo 2 consumiram duas doses de 10g/kg durante dois dias, o Grupo 3 consumiu uma dose de 20g/kg em um único dia e os ovinos do Grupo 4 não consumiram a planta (controle-negativo). Para testar a toxicidade da planta um ovino macho consumiu 5g/kg até manifestação dos sintomas. Não foram observados sinais clínicos da intoxicação nas ovelhas, mas três cordeiros tiveram morte perinatal, e um cordeiro morreu com três meses de idade; o ovino controle-positivo morreu após 38 dias de consumo diário da planta e os sinais clínicos foram taquipnéia, taquicardia, sonolência, incoordenação e fraqueza. Todos os quatro cordeiros e o ovino controle-positivo foram necropsiados e os achados de necropsia foram áreas esbranquiçadas no miocárdio, evidenciação do padrão lobular do fígado, pulmão vermelho enegrecido e rúmen acentuadamente distendido com presença de gases livres. Os achados histopatológicos foram fibrose cardíaca, necrose dos cardiomiócitos, congestão e edema pulmonar, congestão hepática centrolobular e degeneração esponjosa na região subcortical do encéfalo. Tetrapterys multiglandulosa demonstrou ser tóxica para os fetos ovinos em dosagens que não foram suficientes para induzir sinais clínicos nas ovelhas prenhes...

Experimental intoxication of pregnant goats with Tetrapterys multiglandulosa A. Juss. (Malpighiaceae)

Melo,M.M.; Vasconcelos,A.C.; Dantas,G.C.; Serakides,R.; Alzamora Filho,F.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2001 EN
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67.95%
Green leaves of Tetrapterys multiglandulosa A. Juss were fed to pregnant goats from day 35 of pregnancy. Five goats received 10g/kgBW (group I), five received 20g/kgBW (group II) and five were used as control (group III), and received only hay, fresh grass and commercial ration. All animals were clinically examined daily and submitted to ultrasonography every three days. Fetal death and vulvar catarrhal discharge with subsequent abortion were observed at the end of the second month of pregnancy in group II and at the third month of pregnancy in group I. Animals from groups I and II were slaughtered after abortion and necropsied. Goats from the control group were necropsied at the same time. The main lesions in the aborted goats were focal placentitis with early involution (apoptosis) and placentary coagulation necrosis, acute focal endometritis and vulvo-vaginal petechiae. All aborted fetuses were underdeveloped when compared to control fetuses, probably due to fetal malnutrition, since no congenital malformations could be noted. The majority of aborted fetuses showed some degree of autolysis, as fetal death occurred five and three days before abortion, in groups I and II, respectively. The most remarkable fetal lesions were focal or diffuse hemorrhages in the skin...

Apoptose no placentomo de cabras gestantes intoxicadas experimentalmente com cipó-preto - Tetrapterys multiglandulosa

Campos,P.P.; Vasconcelos,A.C.; Melo,M.M.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
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68.07%
Estudou-se a ocorrência de apoptose nos placentomos de cabras gestantes intoxicadas experimentalmente com o cipó-preto (Tetrapterys multiglandulosa A.Juss.). Analisou-se morfometricamente a intensidade do processo de apoptose nas células trofoblásticas em cabras controle (grupo III) e em animais submetidos a diferentes dosagens (grupos I e II) de cipó-preto. O grupo I foi composto por quatro cabras gestantes que receberam 10gramas/kg de peso vivo de folhas verdes da referida planta. No grupo II, quatro cabras gestantes receberam 20 gramas/kg de peso vivo de folhas verdes. A quantificação morfométrica da apoptose demonstrou que nas cabras tratadas a apoptose ocorreu com maior intensidade quando comparada com a obtida em animais do grupo-controle. Diferentes dosagens da planta (10 e 20g/kg PV) não foram um fator determinante para a maior ou menor ocorrência de apoptose, apesar de acarretar morte fetal e subseqüente aborto em momentos diferentes. A intensa apoptose em fase ainda inicial da gestação compromete funções normais da placenta, possibilitando uma explicação para a morte fetal e aborto observadas. Conclui-se que a T. multiglandulosa é tóxica para cabras gestantes nas doses de 10 e 20g/kg peso vivo ingeridas durante seis e duas semanas...

Evolu??o e reversibilidade das les?es neurol?gicas e card?acas em ovinos intoxicados experimentalmente por Ateleia glazioviana e Tetrapterys multiglandulosa

ALMEIDA, Milton Begeres de; PRIEBE, Amanda Pantale?o da Silva; RIVERO, Beatriz Riet Correa; CORREA, Gabriela Riet; FISS, Let?cia; RAFFI, Margarida Buss; SCHILD, Ana Lucia
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Para determinar a reversibilidade das les?es neurol?gicas e card?acas nas intoxica??es por Ateleia glazioviana e Tetrapterys multiglandulosa, as duas plantas foram administradas por via oral a 3 grupos de quatro ovinos cada. Nos Grupos 1, 2 e 3, quando os animais apresentaram sinais neurol?gicos de intoxica??o com agravamento substancial do quadro cl?nico e possibilidade de morte, suspendeu-se a administra??o da planta. O Grupo 4 com dois ovinos foi utilizado como controle. Os ovinos do Grupo 1, que receberam A. glazioviana fresca colhida no outono na dose de 10g/kg por dia durante 6 dias e foram eutanasiados aos 8, 11, 16 e 21 dias ap?s o in?cio do experimento, apresentaram regress?o dos sinais nervosos e progress?o das les?es card?acas. Os ovinos do Grupo 2, que receberam a mesma dose de A. glazioviana fresca, colhida na primavera por 8 dias e foram eutanasiados aos 9, 23, 38 e 68 dias apresentaram regress?o dos sinais nervosos e n?o apresentaram les?es card?acas, sugerindo que a planta ? menos t?xica na primavera do que no outono. Os ovinos do Grupo 3, que receberam T. multiglandulosa seca e mo?da misturada ? ra??o na dose de 10 g/kg durante 11 dias e foram eutanasiados aos 33, 33, 92 e 92 dias, apresentaram regress?o dos sinais nervosos e as les?es card?acas aos 92 dias foram menos severas que aos 33 dias. Esses resultados demonstraram que as les?es do sistema nervoso central s?o revers?veis ap?s o fim da ingest?o. Pelo contr?rio as les?es card?acas s?o progressivas ap?s o fim da ingest?o...

Intoxica??o experimental por Tetrapterys multiglandulosa (Malpighiaceae) em ovinos

CORREA, Gabriela Riet; TERRA, Fabiano Fonseca; SCHILD, Ana Lucia; RIET-CORREA, Franklin; BARROS, Severo Sales de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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Em uma propriedade no munic?pio de Roseira Velha, S?o Paulo, com hist?rico de doen?a card?aca, abortos e sinais nervosos em bovinos, associados ? ingest?o de Tetrapterys multiglandulosa, foi observada fibrose card?aca em um bezerro de uma semana de idade que apresentava apatia, fraqueza e insufici?ncia respirat?ria. Os objetivos desse trabalho foram determinar se a esp?cie ovina ? sens?vel ? intoxica??o por T. multiglandulosa, descrever as altera??es cl?nicas e patol?gicas da intoxica??o e avaliar a utiliza??o dessa esp?cie como modelo experimental para a intoxica??o. Para determinar a toxicidade de T. multiglandulosa a ser utilizada em ovinos, foi realizado um experimento pr?vio em um bovino, sendo administrado 22g por kg de peso vivo (g/kg/pv) da planta verde durante 9 dias. Ap?s 9 dias de ingest?o o animal apresentou sinais nervosos e no 12? dia foi eutanasiado. Na necropsia n?o foram observadas les?es. No estudo histol?gico observou-se vacuoliza??o (status spongiosus, espongiose) da camada profunda da subst?ncia cinzenta do c?rtex cerebral e da subst?ncia branca subcortical. Para a reprodu??o da enfermidade em ovinos foram utilizados 6 ovinos, machos, divididos em 3 grupos de 2 animais cada. Os Ovinos 1 e 2 do Grupo 1 receberam doses di?rias de 6 g/kg/pv da planta seca por um per?odo de 30 dias; os Ovinos 3 e 4 do Grupo 2 receberam doses di?rias de 3 g/kg/pv por um per?odo de 60 dias; e os Ovinos 5 e 6 do Grupo 3 serviram como controle. O Ovino 1 foi sacrificado aos 30 dias de administra??o da planta. Apresentou somente arritmia card?aca e n?o foram observadas les?es significativas na necropsia. Os Ovinos 2...