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Tendências e causalidade dos incêndios florestais em Portugal

Nunes, Adélia; Lourenço, Luciano; Gonçalves, António Bento; Vieira, António
Fonte: Associação Portuguesa de Geógrafos e Departamento de Geografia da Universidade do Minho Publicador: Associação Portuguesa de Geógrafos e Departamento de Geografia da Universidade do Minho
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2014 POR
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Com o presente trabalho pretende-se analisar a distribuição espacial e detetar tendências de evolução, no período de 1980-2012, na densidade de ignições e na percentagem de áreas ardidas, a nível municipal. Procura-se, ainda, analisar a repartição das principais causas que estiveram na origem das ignições, entre 2001 e 2012, tendo por base os incêndios florestais cuja causa foi apurada. Os resultados obtidos mostram que a maioria dos municípios (82%) assinala uma tendência de acréscimo, estatisticamente significativa, no número de ignições enquanto a área ardida mostra tendências contraditórias em 40 % dos territórios concelhios, ou seja, em 35% verificou-se um aumento e em 5% um decréscimo. As causas que estiveram na origem dos incêndios florestais são dominantemente antrópicas. Os atos negligentes e intencionais representaram, respetivamente, 36,6 e 20,3%.

Incidência regional e tendências de evolução de incêndios em Portugal (1980-2013)

Nunes, A.; Lourenço, L.; Meira Castro, A.C.; Fernandes, S.
Fonte: RISCOS – Associação Portuguesa de Riscos, Prevenção e Segurança Publicador: RISCOS – Associação Portuguesa de Riscos, Prevenção e Segurança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2014 POR
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76.17%
Em pouco mais de três décadas (1980-2013) registaram-se, em Portugal continental, cerca de 745 mil ignições e uma área ardida que ronda 3,7 milhões de hectares. Todavia, quando se analisa a distribuição espacial dos incêndios verifica-se que há distritos especialmente suscetíveis à sua deflagração e outros mais favoráveis à propagação das chamas. A dicotomia Norte/Centro vs Sul de Portugal, tanto no número de ignições como na área ardida, é igualmente bem conhecida. Com o presente trabalho pretende-se analisar a distribuição espacial e detetar tendências de evolução temporal, no período de 1980-2013, tanto na densidade de ignições, como na percentagem de áreas ardidas a nível regional, e, ainda, definir o grau de similaridade existente entre os distritos que compõem Portugal continental, no que se refere à incidência de incêndios florestais. Os resultados referentes à densidade de ignições são perentórios quanto ao seu acréscimo pois, em todas as unidades territoriais, a correlação – baseada quer no coeficiente de Pearson quer no coeficiente de Spearman, de acordo com a análise - revela-se estatisticamente significativa. No que se refere às percentagens de superfície média incinerada...