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Análise de um novo critério de interpretação no diagnóstico diferencial das taquicardias de complexo QRS largo; Analysis of a new interpretation criterion for the differential diagnosis of wide QRS complex tachycardias

Santos Neto, Francisco Rodrigues dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/07/2015 PT
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47.58%
Introdução: O diagnóstico diferencial entre as taquicardias de complexo QRS largo é de grande importância, pois o diagnóstico incorreto pode acarretar terapias inadequadas e potencialmente fatais. Critérios eletrocardiográficos têm sido utilizados para diferenciar a taquicardia ventricular da supraventricular com aberrância de condução, usando-se medidas dos intervalos das ondas do QRS em milissegundos e padrões eletrocardiográficos peculiares, mas sua consequência direta é a dificuldade na memorização e em sua aplicabilidade clínica. Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar a acurácia diagnóstica de um novo critério eletrocardiográfico baseado no reconhecimento da negatividade do complexo QRS nas derivações DI, DII, V1 e V6, para o diagnóstico diferencial das taquicardias com QRS largo. Métodos: Foram avaliados 120 eletrocardiogramas de taquicardia ventricular ou taquicardia supraventricular com aberrância de condução por meio de dois métodos de avaliação: algoritmo de Brugada, que é composto por quatro passos, e um critério novo, composto por três passos para o diagnóstico. Os diagnósticos foram realizados com e sem conhecimento do dado clínico. As avaliações foram feitas por seis examinadores...

Sotalol no Tratamento da Taquicardia Fetal

Rebelo, M; Macedo, AJ; Nogueira, G; Trigo, C; Kaku, S
Fonte: Sociedade Portuguesa de Cardiologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Cardiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2006 POR
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47.4%
A taquicardia fetal é uma situação rara, que, quando mantida coloca em risco a vida do feto. O modo de tratamento não é consensual, existindo várias modalidades farmacológicas. O objectivo deste estudo foi avaliar a eficácia e segurança do sotalol no tratamento de taquicardias fetais. Material e métodos: Estudo retrospectivo, com base nos registos de consulta e entrevista às mães dos fetos com taquicardia supraventricular, referenciados ao Serviço de Cardiologia Pediátrica do Hospital de Santa Marta, durante um período de dez anos. Resultados: Foram diagnosticados oito fetos com taquicardia supraventricular, dos quais seis foram tratados com sotalol. A idade média de gestação na apresentação foi de 30 semanas. Nenhum feto apresentava cardiopatia estrutural, em dois verificou-se hidropisia fetal e outro apresentou hidrocefalia. A taquicardia era supraventricular em todos, sendo em dois por flutter auricular. Em todos os casos, excepto um, houve conversão a ritmo sinusal, não se registando efeitos secundários nas mães nem mortalidade fetal. No período neonatal em três crianças foram registados episódios de taquicardia supraventricular paroxística. Conclusão: O sotalol mostrou-se seguro e eficaz no tratamento das taquicardias fetais...

Taquicardia Juncional Recíproca Permanente: uma Taquicardia Incessante da Infância

Trigo, C; Paixão, A; Nogueira da Silva, M; Kaku, S
Fonte: Sociedade Portuguesa de Cardiologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Cardiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2003 POR
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57.21%
A taquicardia juncional recíproca permanente é uma forma de taquicardia supraventricular de reentrada pouco comum, embora constitua a causa mais frequente de taquicardia incessante em crianças. O seu carácter permanente causa disfunção ventricular esquerda e miocardiopatia dilatada e é de difícil controlo terapêutico. Objectivo: Rever as características clínicas mais significativas desta arritmia, a sua evolução e as opções terapêuticas actuais. Métodos: estudo retrospectivo, analisando a forma de apresentação e evolução, com particular relevo para a resposta à terapêutica farmacológica e alternativas terapêuticas. Doentes: Grupo de 5 doentes com o diagnóstico de taquicardia juncional recíproca permanente. Resultados: As crianças estudadas tinham idades compreendidas entre os 14 dias e os 12 anos. Três encontravam-se assintomáticas. O primeiro ecocardiograma demonstrou dilatação do ventrículo esquerdo e diminuição da fracção de encurtamento em uma das crianças. A terapêutica farmacológica foi inicialmente eficaz em todos os casos. Ao longo do seguimento (0,2-4,5 anos) a arritmia tornou-se refractária em um dos casos, pelo que se procedeu a ablação da via anómala por radiofrequência. Conclusões: A taquicardia juncional recíproca permanente tem diversas formas de apresentação. A terapêutica farmacológica é recomendada...

Sotalol no Tratamento da Taquicardia Fetal

Rebelo, M; Macedo, AJ; Nogueira, G; Trigo, C; Kaku, S
Fonte: Sociedade Portuguesa de Cardiologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Cardiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2006 POR
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A taquicardia fetal é uma situação rara, que, quando mantida coloca em risco a vida do feto. O modo de tratamento não é consensual, existindo várias modalidades farmacológicas. O objectivo deste estudo foi avaliar a eficácia e segurança do sotalol no tratamento de taquicardias fetais. Material e métodos: Estudo retrospectivo, com base nos registos de consulta e entrevista às mães dos fetos com taquicardia supraventricular, referenciados ao Serviço de Cardiologia Pediátrica do Hospital de Santa Marta, durante um período de dez anos. Resultados: Foram diagnosticados oito fetos com taquicardia supraventricular, dos quais seis foram tratados com sotalol. A idade média de gestação na apresentação foi de 30 semanas. Nenhum feto apresentava cardiopatia estrutural, em dois verificou-se hidropisia fetal e outro apresentou hidrocefalia. A taquicardia era supraventricular em todos, sendo em dois por flutter auricular. Em todos os casos, excepto um, houve conversão a ritmo sinusal, não se registando efeitos secundários nas mães nem mortalidade fetal. No período neonatal em três crianças foram registados episódios de taquicardia supraventricular paroxística. Conclusão: O sotalol mostrou-se seguro e eficaz no tratamento das taquicardias fetais...

Taquicardia Juncional Recíproca Permanente: uma Taquicardia Incessante da Infância

Trigo, C; Paixão, A; Nogueira da Silva, M; Kaku, S
Fonte: Sociedade Portuguesa de Cardiologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Cardiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2003 POR
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A taquicardia juncional recíproca permanente é uma forma de taquicardia supraventricular de reentrada pouco comum, embora constitua a causa mais frequente de taquicardia incessante em crianças. O seu carácter permanente causa disfunção ventricular esquerda e miocardiopatia dilatada e é de difícil controlo terapêutico. Objectivo: Rever as características clínicas mais significativas desta arritmia, a sua evolução e as opções terapêuticas actuais. Métodos: estudo retrospectivo, analisando a forma de apresentação e evolução, com particular relevo para a resposta à terapêutica farmacológica e alternativas terapêuticas. Doentes: Grupo de 5 doentes com o diagnóstico de taquicardia juncional recíproca permanente. Resultados: As crianças estudadas tinham idades compreendidas entre os 14 dias e os 12 anos. Três encontravam-se assintomáticas. O primeiro ecocardiograma demonstrou dilatação do ventrículo esquerdo e diminuição da fracção de encurtamento em uma das crianças. A terapêutica farmacológica foi inicialmente eficaz em todos os casos. Ao longo do seguimento (0,2-4,5 anos) a arritmia tornou-se refractária em um dos casos, pelo que se procedeu a ablação da via anómala por radiofrequência. Conclusões: A taquicardia juncional recíproca permanente tem diversas formas de apresentação. A terapêutica farmacológica é recomendada...

Um Caso Clínico de Taquicardia Supraventricular num Recém-Nascido

Monteiro, José Paulo; Matos, Deolinda; Primo, Manuel
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 25/09/2014 PT
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67.28%
Os autores apresentam um caso clínico de taquicardia supraventricular paroxística num recém-nascido com 13 dias de vida. É discutida a apresentação clínica inespecífica neste grupo etário, com ênfase no diagnóstico diferencial da sepsis neonatal e o carácter urgente da situação. São enumeradas as atitudes terapêuticas face a uma taquicardia supraventricular. O papel da adenosina é salientado, quer no diagnóstico diferencial destas situações, quer como fármaco de 1.a linha na terapêutica de urgência deste tipo de arritmia.

Taquiarritmias supraventriculares no feto : experiência de uma unidade de referência em cardologia fetal; Fetal supraventricular tachyarrhythmias. experience of a fetal cardiology reference center

Zielinsky, Paulo; Dillenburg, Rejane Frota; Lima, Gustavo Glotz de; Zimmer, Lucia Pellanda
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
POR
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57.23%
Objetivo - Avaliar a forma de apresentação, diagnóstico e tratamento das taquiarritmias supraventriculares fetais, através do relato de uma série de casos acompanhados em um centro terciário de cardiologia fetal. Métodos - São descritos 25 casos de taquiarritmia supraventricular diagnosticados intra-útero, no período de janeiro/89 a outubro/97, em uma população compreendendo 3117 gestantes. Resultados - Foram diagnosticados 17 casos de taquiarritmia supraventricular e 8 casos de flutter atrial fetal. As idades gestacionais variaram de 26 a 40 semanas. Doze fetos apresentavam hidropisia no momento do diagnóstico (6 com taquicardia supraventricular (TSV) e 6 com flutter atrial). Quatro fetos com TSV apresentavam cardiopatias estruturais (dois casos de anomalia de Ebstein e dois com comunicação interventricular). Todos os fetos foram internados na Unidade de Cardiologia Fetal para monitorização e tratamento. Entre os 17 fetos com TSV, 12 apresentaram reversão da arritmia após administração de digoxina, mas esta medida não foi eficaz em nenhum paciente com flutter. Dois pacientes com TSV e seis com flutter necessitaram interrupção da gestação para cardioversão elétrica pós-natal. A mortalidade foi de 3/17 no grupo da TSV (incluindo dois pacientes com anomalia de Ebstein) e de 0/8 no grupo com flutter. Conclusão - As taquiarritmias supraventriculares fetais são eventos raros na população geral. Entretanto...

Evaluación costo efectividad de adenosina versus verapamilo en el tratamiento agudo de la taquicardia paroxística supraventricular en pacientes adultos

Pavez del Puerto, Juan Enrique
Fonte: Universidad de Chile; CyberDocs Publicador: Universidad de Chile; CyberDocs
Tipo: Tesis
ES
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37.46%
Memoria para optar al título de Químico Farmacéutico; Antecedentes: La incorporación de nuevos medicamentos más efectivos pero de mayor costo que los mantenidos en el arsenal farmacoterapéutico, plantea un problema dado que los recursos son siempre limitados. Un estudio costo efectividad es una gran ayuda para la toma de decisión, que en esta memoria de titulo se plantea entre adenosina y verapamilo para remisión a ritmo sinusal de la taquicardia paroxística supraventricular aguda en pacientes adultos que llegan a urgencia del Hospital Clínico de la Universidad de Chile (HCUCH). Objetivos: Determinar la relación costo-efectividad de adenosina versus verapamilo en el tratamiento agudo de Taquicardia Paroxística Supraventricular (TPSV), en pacientes adultos atendidos en el servicio de urgencia. Hipótesis: La adenosina tiene una mejor relación costo-efectividad que verapamilo en el tratamiento de la TPSV en pacientes adultos en urgencia. Metodología: Mediante búsqueda bibliográfica en bases de datos se encontraron 8 estudios comparativos entre adenosina y verapamilo, de estos estudios se obtuvieron los datos de probabilidad de éxito, y se utilizó el valor máximo del rango de probabilidad de éxito obtenido entre ellos para las respectivas terapias...

Taquicardia supraventricular en un recién nacido después del tratamiento con salbutamol nebulizado: A propósito de un caso

Say,Birgul; Degirmencioglu,Halil; Gozde Kanmaz Kutman,Hayriye; Uras,Nurdan; Dilmen,Ugur
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2015 ES
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67.11%
La taquicardia supraventricular (TSV) es el tipo de arritmia sostenida más frecuente en los recién nacidos y lactantes. En general, la presentación de la TSV en los recién nacidos es sutil y, a menudo produce insuficiencia cardíaca congestiva. A pesar del amplio uso de los agonistas p2, su toxicidad ha sido cuestionada. En varios estudios se informó un aumento de la incidencia de arritmias cardíacas en los pacientes que reciben estos agentes, y en otros estudios se hallaron tasas elevadas de muerte cardiovascular asociada con el uso de agonistas p2 nebulizados y orales, como el salbutamol, que se utilizan para tratar el broncoespasmo en los recién nacidos con diversas enfermedades. Informamos un caso de TSV después de la administración de salbutamol nebulizado a un recién nacido.

Daño reversible del nodo auriculoventricular durante la crioablación de una vía accesoria parahisiana en un niño con preexcitación intermitente

Moltedo,José M.; Cannon,Bryan C.; Kertesz,Naomi J.; Fenrich Jr,Arnold L.
Fonte: Revista argentina de cardiología Publicador: Revista argentina de cardiología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 ES
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36.85%
El daño del nodo auriculoventricular (NAV) constituye una de las potenciales complicaciones de la ablación por radiofrecuencia de vías accesorias parahisianas. La crioterapia, con la potencial reversibilidad a temperaturas no extremas, puede constituir una alternativa en la ablación de estas vías. Un niño con preexcitación intermitente con una vía accesoria parahisiana y crisis de taquicardia paroxística supraventricular fue sometido a un estudio electrofisiológico y la crioablación permitió la eliminación de la vía accesoria con preservación de la integridad del NAV.

Taquicardia ectópica congénita de la unión: Tratamiento farmacológico en el primer año de vida

Benjamín,Mónica N.; Infante,Juan; Olmedo,Julián; Abello,Mauricio; Moltedo,José M.
Fonte: Medicina (Buenos Aires) Publicador: Medicina (Buenos Aires)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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46.87%
La forma congénita de la taquicardia ectópica de la unión (TEU) es una arritmia poco frecuente que suele presentar dificultades en su manejo farmacológico, con altas tasas de morbilidad y mortalidad. El objetivo de este trabajo fue informar la experiencia en el seguimiento y el tratamiento de esta forma de taquicardia supraventricular en pacientes menores de un año. Se identificaron siete pacientes con TEU congénita en 28 meses de seguimiento entre 2008 y 2010. El diagnóstico fue realizado en el primer día de vida en cuatro pacientes y dentro de los 150 días de vida en los 3 restantes. Sólo dos presentaron miocardiopatía dilatada. Ninguno presentó cardiopatía estructural. Se utilizó amiodarona en todos los pacientes, en un caso como única droga, asociándose a propanolol en cuatro. En un paciente se asoció flecainida a estos dos fármacos y en otro se la combinó con amiodarona. En un tiempo de seguimiento con un rango de 1-28 meses (media 12.2 meses, mediana 9.75 meses) en tres de los pacientes se consiguió obtener ritmo sinusal alternante con taquicardia nodal lenta; ninguno presentó efectos adversos secundarios a la medicación, ni deterioro de la función ventricular. Hubo sólo una muerte en el grupo estudiado. En conclusión...

Taquiarritmias supraventriculares fetales refractarias al tratamiento inicial

Malvino,Eduardo; Bruno,Mario C.; Gallo,Juan P.; Medrano,Juan C.; Ferrante,Daniel
Fonte: Medicina (Buenos Aires) Publicador: Medicina (Buenos Aires)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 ES
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46.98%
Las arritmias fetales representan un motivo infrecuente de ingreso a la unidad de cuidados intensivos. Se presenta tres casos de gestantes entre 27 y 32 semanas, con el diagnóstico de taquiarri-tmias supraventriculares fetales sostenidas, que exhibían fracaso en el intento inicial de reversión con digoxina. Dos casos con taquicardia supraventricular respondieron favorablemente cuando se asoció flecainida. Un feto hidrópico con aleteo auricular y bloqueo 2:1 no revirtió con la asociación de flecainida ni amiodarona a la digoxina y requirió la interrupción de la gestación en la 30ª semana. El neonato presentó disfunción tiroidea transitoria atribuida a la administración de amiodarona.

Taquicardia de Coumel: Descripción de un caso clínico

Contreras Zúñiga,Eduardo; Zuluaga Martínez,Sandra Ximena
Fonte: Revista Costarricense de Cardiología Publicador: Revista Costarricense de Cardiología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 ES
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36.87%
Resumen Se presenta el caso de un hombre de 17 años, con taquicardia reciprocante permanente de la unión atrioventricular, que es una forma especial de taquicardia paroxística supraventricular, que se presenta en forma incesante y en la cual participa una vía accesoria de conducción lenta retrógrada. El paciente fue tratado con ablación por catéter con éxito.

Casos clínicos en Cardiología (n.º 13): diagnóstico diferencial de la taquicardia de QRS ancho: a propósito de un caso

Heras Sánchez,E.; Pérez-Lescure Picarzo,F. J.
Fonte: Pediatría Atención Primaria Publicador: Pediatría Atención Primaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/09/2014 SPA
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46.81%
Continuamos con la serie de casos clínicos en Cardiología pediátrica, revisando los motivos de consulta y datos exploratorios en las consultas de Pediatría de Atención Primaria presentados de forma breve y práctica. En este número se presenta una urgencia cardiológica en el centro de salud. Se trata de un niño de siete años que acude por palpitaciones de inicio brusco. Se discute cómo la historia, la exploración y los hallazgos electrocardiográficos nos orientan hacia el origen de una taquicardia que a su vez condicionará el tratamiento del paciente.

Taquicardia paroxística supraventricular en lactantes: A propósito de un caso

Ortiz Sanjuán,F.M.; Pastor Bataller,S.; Mas Lázaro,C.; Tomás Aguirre,B.; Calabuig Fresquet,A.; Salort Jiménez,I.
Fonte: Pediatría Atención Primaria Publicador: Pediatría Atención Primaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2009 SPA
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47.11%
La taquicardia paroxística supraventricular (TPSV) es la arritmia más frecuente en Pediatría y constituye una urgencia médica. Se presenta en un 0,1-0,4% de la población pediátrica, la mayoría de ocasiones como hallazgo casual o palpitaciones, siendo bien tolerada y en ocasiones de resolución espontánea. No obstante, suele requerir ingreso hospitalario preferentemente en una unidad de cuidados intensivos (UCI), ya que puede desencadenar arritmias malignas, insuficiencia cardiaca y miocardiopatía dilatada, sobre todo en lactantes. La evolución a muerte oscila del 1% en pacientes con cardiopatía al 0,25% en los pacientes sin cardiopatía asociada. El tratamiento basado en la realización de maniobras vagales y la administración de adenosina suele ser efectivo aunque recientemente ha venido constatándose la escasa eficacia de las dosis bajas de ATP (50-100 µg/kg), imperando una revisión de los protocolos actuales. En ocasiones, la primera asistencia es prestada en centros de Atención Primaria, incluso centros rurales con accesibilidad limitada a un centro hospitalario. A nuestro entender es básico que el médico de Atención Primaria conozca el manejo de esta patología y también que Enfermería sea adecuadamente entrenada...

Evaluación del efecto antiarrítmico de propafenona en niños con taquicardia paroxística supraventricular

Sandoval-Ramírez,Eunice; Juárez-Olguín,Hugo; Flores-Pérez,Carmen; Osnaya,Héctor; Bobadilla-Chávez,Jesús; Flores-Pérez,Janett
Fonte: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez Publicador: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 ES
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36.85%
Introducción. Las taquicardias supraventriculares (TSV) son arritmias tratadas con propafenona, debido a su utilidad en población pediátrica. Objetivo: evaluar el efecto antiarrítmico de propafenona, así como su farmacocinética en niños con TSV. Métodos. Se trata de un estudio prospectivo donde se incluyeron niños del servicio de cardiología con diagnóstico de TSV. La evolución clínica de los pacientes fue evaluada mediante monitoreo electrocardiográfico; además, se hizo un estudio farmacocinético de propafenona, utilizando un método de cromatografía de líquidos de alta resolución con detección por fluorescencia. Resultados. Se revisaron los expedientes de 85 niños con diagnóstico de TSV durante el período de 2000 a 2007; actualmente existen 11 pacientes que son tratados con propafenona, y en 3 de ellos se hizo el estudio farmacocinético. El estudio electrocardiográfico mostró trazos normales después del tratamiento con propafenona. Los parámetros farmacocinéticos del medicamento fueron similares a los reportados en estudios previos. Conclusiones. En los pacientes incluidos se observó remisión de la arritmia; además, sus parámetros farmacocinéticos fueron semejantes a los reportados en la literatura...

Seguimiento a largo plazo en 413 pacientes con vía accesoria atrioventricular sometidos a ablación con radiofrecuencia

Castañeda Mendoza,Roberto; Iturralde Torres,Pedro; Colín Lizalde,Luis; Kershenovich,Sergio; Guevara Valdivia,Milton; Arteaga,Diana; Rodríguez Chávez,Laura
Fonte: Academia Nacional de Medicina de México, A.C. Publicador: Academia Nacional de Medicina de México, A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 ES
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37.06%
Objetivo: se analizan los resultados clínicos y el seguimiento a largo plazo de los pacientes que fueron sometidos a ablación endocárdica mediante radiofrecuencia para el tratamiento de la taquicardia paroxística supraventricular por vía accesoria atrioventricular. Material y métodos: se incluyeron 413 pacientes a quienes se les realizó ablación con radiofrecuencia de vías accesorias atrioventricular de abril de 1992 a diciembre de 1995. Resultados: de los 413 pacientes seleccionados, 234 (57%) eran hombres y 179 (43%) eran mujeres, con edad promedio de 31.3 ± 16.3 años (límites 2 a 69 años). Se localizó un total de 437 vías accesorias atrioventriculares, 389 (93)% eran únicas y en 24 enfermos estuvieron presentes dos vías accesorias. La ablación tuvo éxito inmediato en 381 vías atrioventriculares (87%), durante el seguimiento promedio de siete años, se observó recurrencia de 51 vías atrioventriculares (13%), de estas 41 (80%) recurrieron en los primeros tres meses. A cincuenta y seis pacientes se les realizó una segunda sesión de ablación, con éxito de 35 (62.5%) y nueva recurrencia en 2 (5.7%). Son 365 vías accesorias (83.5) que permanecen sin recurrencia de taquicardia o preexcitación. Conclusiones: durante el seguimiento...

Ablación con catéter de las taquicardias auriculares focales guiada por mapeo electroanatómico

Gómez-Flores,Jorge; Jacobo-Ruvalcaba,Andrés; Márquez,Manlio F.
Fonte: Elsevier Publicador: Elsevier
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 ES
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36.87%
La taquicardia auricular focal es una taquicardia supraventricular que se origina en algún sitio auricular. Corresponde a 5% del total de las arritmias supraventriculares. Esta taquicardia puede ocurrir en sujetos con y sin cardiopatía estructural. La pueden causar diferentes mecanismos, como el automatismo anormal, la actividad desencadenada o una microrreentrada. La ablación con catéter desempeña un papel importante en el manejo de la taquicardia auricular focal, a tal punto que en estos momentos se considera el tratamiento de primera elección. El sistema de mapeo electroanatómico (CARTO) permite realizar una reconstrucción de la geometría de la cámara donde se origina la arritmia así como visualizar la secuencia de activación, lo que permite mejorar la eficacia de la ablación con catéter.

Uso de adenosina en taquicardia paroxística supraventricular en emergencia

GEROLAMI,ANDREA; DE LEONARDIS,DANIEL; PREGO,JAVIER
Fonte: Archivos de Pediatría del Uruguay Publicador: Archivos de Pediatría del Uruguay
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 ES
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37.2%
Resumen Se conoce la eficacia de la adenosina en el tratamiento de la taquicardia paroxística supraventricular sin compromiso hemodinámico. Objetivo: se propone analizar la respuesta al uso de esta droga en todos los niños que consultaron por esta causa en una emergencia pediátrica, independientemente de su estado hemodinámico. Material y método: se revisaron retrospectivamente 19 historias clínicas de niños entre 21 días y 14 años, que presentaron un total de 25 episodios de taquicardia paroxística supraventricular, en un período de 5 años y 7 meses. Se consideraron dos grupos de pacientes: uno sin repercusión hemodinámica (40%) y otro con repercusión hemodinámica (60%). Se consideró como respuesta positiva a la adenosina la reversión electrocardiográfica de la arritmia a ritmo sinusal, luego de un máximo de 3 dosis en el mismo episodio. Resultados: en el grupo sin repercusión hemodinámica de los 10 episodios tratados (siete niños), revirtió el 70%, luego de una a tres dosis de adenosina. En el grupo con repercusión hemodinámica, de los 15 episodios tratados (13 pacientes), revirtió el 93% luego de una a dos dosis de adenosina. Respuesta global positiva: 84%. No hubo muertes y no se observaron complicaciones ni efectos secundarios. Conclusiones: el tratamiento con adenosina en las taquicardias paroxísticas supraventriculares en la emergencia es efectivo en los dos grupos considerados y surge como una alternativa terapéutica aun en pacientes con compromiso hemodinámico

Taquicardia supraventricular en pediatría: Presentación clínica y manejo. Experiencia del servicio de cardiología hospital de Niños JM de los Ríos. Caracas, Venezuela. 2001-2011

Hermanni,Manfred; Marcano,Elka María; Sparano,Angelo; Machado,Livia; Guerra,Yajaira; Akel,George; Sotomayor,Darly; Rivas,Mayra Alejandra
Fonte: Sociedad Venezolana de Puericultura y Pediatría Publicador: Sociedad Venezolana de Puericultura y Pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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57.11%
Introducción: La taquicardia paroxística supraventricular (TPSV) representa la segunda causa más frecuente de arritmias en pediatría (1). Objetivos 1. Determinar las características clínicas y el tratamiento en la emergencia. 2. Evaluar la respuesta al tratamiento y los fármacos utilizados. Metodología: Estudio retrospectivo de 69 casos con ingreso en el Servicio de Cardiología del Hospital de niños JM de los Ríos de 2001-2011. Criterio de Ingreso: pacientes con Diagnóstico de TPSV que ingresaron a la emergencia. Resultados: Se seleccionaron 69 pacientes. Edad promedio: 5,9 años (DE ± 3,5). Dos con antecedentes de Cardiopatía Congénita (2,9 %). La frecuencia cardíaca media fue de 284 lat./min (DE ± 30,66). El diagnóstico más frecuente fue TPSV por reentrada, en 35 pacientes (51%); el resto de los pacientes presentaron Wolff Parkinson White (WPW). Cinco pacientes respondieron a maniobras vagales. El tratamiento de elección en la crisis aguda fue Adenosina, y en casos de fallar el tratamiento inicial y de inestabilidad hemodinámica se utilizó la cardioversión eléctrica (16 pacientes). Para mantenimiento se indicó: Betabloqueantes y Amiodarona siendo efectivos (60,8%). Cuatro pacientes necesitaron ablación por radiofrecuencia (1 paciente presentó recaída posterior al tratamiento). Conclusiones: La presentación clínica de la TPSV varía con la edad. La mayoría de pacientes respondieron al tratamiento con adenosina. El tratamiento de mantenimiento con Betabloqueantes y Amiodarona es efectivo.