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Apontamentos sobre ética e individualidade a partir da Mínima Moralia

Maia, Ari Fernando
Fonte: Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Psicologia Publicador: Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 151-177
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O artigo reflete sobre os conceitos de ética e de individualidade a partir da Mínima Moralia de T. W. Adorno para pensar as dimensões ética e normativa da Psicologia. Para isso recupera alguns elementos históricos do conceito de ética segundo Aristóteles, Hobbes, Rousseau e Kant para esclarecer a reflexão adorniana. A partir desta faz-se uma crítica as noções de individualidade e de autonomia no âmbito da Psicologia.; This article reflects upon the concepts of ethics and individuality of Mínima Moralia by T.W. Adorno, to consider the normative and ethic dimensions of Psychology. For this, historical elements of Ethics according to Aristoteles, Hobbes, Rousseau and Kant were rescued in order to clarify the reflections of Adorno. From this, a criticism is made based on the notions of individuality and autonomy in ambit of Psychology.

Ensino de filosofia no nível médio : por uma cidadania da praxis; The teaching of philosophy at school : to a praxis citizenship

Edson de Souza Almeida
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/06/2011 PT
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O presente trabalho se propõe a analisar o papel do ensino de Filosofia na formação dos estudantes para o exercício da cidadania, visto ser este preparo a principal justificativa para a recente reincorporação da disciplina em caráter obrigatório no currículo das escolas de Ensino Médio. Para tanto, optamos por uma abordagem histórica da noção de cidadania, partindo da Antiguidade grega, passando pela Época Moderna, com destaque para as formulações de Hobbes e Locke, e culminando com a análise de como ela se manifesta atualmente nas políticas educacionais brasileiras, sobretudo a partir do final dos anos 1990. Esta análise debruçou-se prioritariamente sobre os seguintes documentos oficiais: a Constituição Federal de 1988; a LDBEN (Lei nº 9394/96), que estabelece as novas bases do que seria uma educação para a cidadania; os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN); as Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN+); as Orientações Curriculares Nacionais, entre outros. Procuramos demonstrar que tais políticas não proporcionam aos educandos uma efetiva emancipação, posto que se baseiam em uma concepção individualista da cidadania, a ?cidadania nova?, proposta pelos ideólogos do neoliberalismo e voltada à satisfação dos interesses e necessidades do capital. Em contraposição a essa concepção...

Ética e política em Thomas Hobbes

Brondani, Clóvis
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2012; Na presente tese, são investigadas as relações entre ética e política no pensamento de Thomas Hobbes. A motivação inicial da pesquisa se encontra nas interpretações que procuram estabelecer um fundamento moral e religioso para a obrigação política hobbesiana. Um dos objetivos fundamentais deste trabalho consistiu na demonstração de que a teoria da obrigação de Hobbes está fundada no contrato e não numa suposta obrigação moral incondicional diante das leis naturais. A argumentação, para demonstrar essa tese, é a de que a obrigação diante das leis naturais não pode ser concebida como uma obrigação genuína, tendo em vista que, de acordo com o filósofo inglês, uma obrigação é genuína apenas quando ocorre o cancelamento do direito de agir conforme a vontade. Desse modo, as tentativas de derivar a obrigação incondicional diante da lei natural a partir da obrigação in foro interno ou da obrigação diante de Deus revelam-se incoerentes com a definição hobbesiana de obrigação. Contudo, afirmar que não existe uma obrigação moral fundamentando a obrigação política não implica negar a importância da reflexão ética na filosofia de Hobbes. Ao contrário - este é outro argumento fundamental desta tese -...

Arqueologia(s) do poder : espaço público : um projecto político, antropológico e poiético

Bastos, Fernando José Rodrigues Evangelista Machado
Fonte: Porto : [Edição do Autor] Publicador: Porto : [Edição do Autor]
Tipo: Tese de Doutorado
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Tomando como referência a noção de poder e a forma da sua manifestação no exercício político ao longo da história do pensamento, procura-se, através de um atlas civilizacional pautado por autores de menção incontornável - sofistas, Platão, Aristóteles, S. Agostinho, T. More, Maquiavel, Campanella, Hobbes, J-J Rousseau, Hegel, Marx e Nietzsche - fazer uma arqueologia que seja capaz de desconstruir os artefactos teóricos que formatam as nossas idiossincrasias no espaço público. Arqueologia que, a partir de uma leitura política da filosofia desses autores, tem por objectivo compreender as dinâmicas contemporâneas que ocorrem no espaço público contemporâneo. Tendo em conta as soluções, ou utopias, que o passado convocou, pretende-se olhar as contradições e as tensões entre o individual e o social, entre o círculo totalitário e o horizonte democrático que vão eclodindo num espaço que confronta governantes e governados. A democracia ocidental assenta na ideia de um contrato social e político banalizado pelo tempo e pela história. Tal realidade, em certa medida, favoreceu o esquecimento dos seus princípios genésicos provocando uma clara separação, se não oposição, entre uma democracia formal e uma democracia que...

Apontamentos sobre ética e individualidade a partir da Mínima Moralia

Maia,Ari Fernando
Fonte: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo Publicador: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1998 PT
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O artigo reflete sobre os conceitos de ética e de individualidade a partir da Mínima Moralia de T. W. Adorno para pensar as dimensões ética e normativa da Psicologia. Para isso recupera alguns elementos históricos do conceito de ética segundo Aristóteles, Hobbes, Rousseau e Kant para esclarecer a reflexão adorniana. A partir desta faz-se uma crítica as noções de individualidade e de autonomia no âmbito da Psicologia.

Da barbárie à vida social na teoria de Giambattista Vico: uma crítica ao contratualismo de Thomas Hobbes

Cavalcante, João Carlos Oliveira
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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Nesta dissertação, o objeto central da investigação consistiu na realização da contraposição entre a concepção de barbárie, do filósofo italiano Giambattista Vico, e o estado de natureza, defendido por Thomas Hobbes em sua filosofia política. Este trabalho tem o intuito de elucidar a concepção de Hobbes acerca do estado de natureza, na qual o pensador inglês se serviu de uma ideia de pacto que só se seria possível para sociedades mais desenvolvidas e que já tivessem constituído minimamente a vida social. Para esse autor, a primeira forma de vida em comum tornou-se possível apenas com o Estado Político, que foi criado artificialmente a partir da necessidade humana em sua busca pela felicidade, acessível somente em um estado de paz. Vico, posteriormente, insistiu no conceito de barbárie do intelecto, ou seja, um estágio em que o homem era bruto, devido à sua razão obscura e fantasiosa, e que foi se desenvolvendo gradativamente no decorrer da história até conduzir os indivíduos a uma vida social, sendo esta pré-requisito para a formação de um Estado. Durante nosso estudo, observamos que os autores admitem duas histórias paralelas, sendo uma a gentia e a outra cristã. Vico se dedicou à análise das gentes...

Kant y T. Hobbes. Pacto social y posibilidad de resistencia al poder político.

Mirete Navarro, José Luis
Fonte: Murcia: Universidad Publicador: Murcia: Universidad
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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A política na correspondência de Espinosa

Aurélio, Pires Diogo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2000 POR
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 O objetivo do artigo é discutir o pensamento político de Espinosa confrontando-o, por um lado, com o que poderíamos chamar a “ideologia dominante" da época,  o pensamento cristão, aqui examinado a partir da correspondência com o dinamarquês N. Stensen, e, por outro lado, com o quadro teórico em que a questão política está então a ser recolocada, o pensamento de Hobbes. Além da conhecida explicitação do que o distingue em relação a Hobbes (Carta L, a J. Jelles), é na Correspondência que Espinosa expõe a articulação entre a política e os grandes temas de sua metafísica, como são a doutrina da causa imanente e o binômio liberdade/necessidade. Lugar privilegiado de auscultação da opinião dominante e, por isso, exercício em si mesmo exemplarmente político, as cartas são também o espaço textual em que a metafísica se expõe às suas consequências políticas e a teoria se confronta com a prática, oferecendo uma visão de Espinosa que, se está longe do "positivista"  hobbesiano, não está menos longe do visionário afastado da realidade que o circunda e o condiciona.

Appointments on Ethics and Individuality Based on Minima Moralia; Apontamentos Sobre Ética e Individualidade a partir da Mínima Moralia

Maia, Ari Fernando
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1998 POR
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O artigo reflete sobre os conceitos de ética e de individualidade a partir da Mínima Moralia de T. W. Adorno para pensar as dimensões ética e normativa da Psicologia. Para isso recupera alguns elementos históricos do conceito de ética segundo Aristóteles, Hobbes, Rousseau e Kant para esclarecer a reflexão adorniana. A partir desta faz-se uma crítica as no­ ções de individualidade e de autonomia no âmbito da Psicologia.; This article reflects upon the concepts of ethics and individuality of Minima M oralia by T.W. Adorno, to consider the normative and ethic dimensions of Psychology. For this, historical elements o f Ethics according to Aristóteles, Hobbes, Rousseau and Kant were rescued in order to clarify the reflections of Adorno. From this, a criticism is made based on the notions of individuality and autonomy in ambit of Psychology.

The problem about the laws in Hobbes; O problema das leis em Hobbes

Villanova, Marcelo Gross; Universidade de São Paulo (USP)
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 26/06/2009 POR
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After the question “how could Hobbes write the natural law, if it is nowrittenlaw?” I’ll try to approach the relationship between natural and civil lawafter the instauration of the commonwealth. In this sense, I’ll pay attention tothe hobbesian distinction among “written law” and “written register” of law anda few consequences after this distinction. For example, if, how Hobbes says, thecorrect interpretation of natural law doesn’t depend on philosophers, but only onthe authority of commonwealth, would include itself the legitimation of theformulation of the natural laws? The paradox of the first question seems to beimportant, however, negligenced from hobbesian critical literature. Its intent is toinvestigate this negligence into better understanding his philosophical postulate,that includes important points like the “silence of law”, the right of self-defense,foro interno and foro externo, State and government.; A partir da pergunta "como poderia Hobbes escrever as leis naturais sendo elas,por definição, não-escritas?", tentarei abordar a relação entre as leis naturais e civisdepois da instauração da commonwealth. Para tal...

Hobbes y la tragedia del lenguaje; Hobbes and the tragedy of language

Rinesi, Eduardo; UNGS – Universidad Nacional de General Sarmiento
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 26/06/2009 POR
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Lo que el título de este artículo designa como “la tragedia del lenguaje” constituyeuna de las dimensiones del “trasfondo trágico” sobre el que se recortan las líneasmayores de la gran teoría política moderna. Me gustaría mostrar que hay una dimensiónpropiamente trágica en el pensamiento de Hobbes y que una parte importante de la tragediacon la que lidia el autor del Leviatán es la que se refiere a las palabras y sus significados,e ilustrar este punto a partir de una comparación entre el tratamiento que da Hobbesal problema del lenguaje y el que puede encontrarse en una pieza literaria mayor del teatroisabelino: Hamlet, de Shakespeare, donde esa “tragedia del lenguaje” se expresa a travésde numerosos y célebres juegos de palabras. Eso nos permitirá, adicionalmente, ensayaruna reflexión sobre la relación entre la tragedia y la comedia, y observar el modo en que elpensamiento hobbesiano limita y dialoga con ambas.; There is a tragic dimension in Hobbes’ thinking, and an important partof that tragedy concerns to words and their meanings. We will try to show itcomparing Hobbes’ treatment on the problem of language with the one that canbe found in a major work of Elizabethan literature: Shakespeare’s Hamlet...

A Cidadania e o Pertencimento na Era da “Incompletez”

Tuzzo, Simone Antoniaci; de Figueiredo, Lívia Marques Ferrari
Fonte: Revista Observatório Publicador: Revista Observatório
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 25/12/2015 POR
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A coesão teórica entre cidadania e pertencimento é trabalhada na premissa de que para um indivíduo ser considerado e se sentir de fato cidadão ele deve, primeiramente, sentir-se pertencente socialmente ao seu meio e nele estabelecer relacionamentos. A expressão de ideias é fator que legitima a cidadania. Portanto, ser cidadão pressupõe poder relacionar-se, pressupõe ter voz, poder manifestar opiniões, dialogar, poder comunicar-se.PALAVRAS-CHAVE: Comunicação; cidadania; pertencimento; consumo; incompletez.  ABSTRACTThe theoretical cohesion between citizenship and belonging is crafted on the premise that for an individual to be considered and feel in fact citizen he must first feel socially belonging to their environment and it establish relationships. The expression of ideas is a factor that legitimizes citizenship. Therefore, being a citizen implies being able to relate to, presupposes a voice, be able to express opinions, dialogue, being able to communicate.KEYWORDS: Communication; citizenship; belonging; consumption; incompletez.  RESUMENLa cohesión teórica entre la ciudadanía y pertenencia se hace a mano en la premisa de que para que una persona sea considerada y se sienten de hecho ciudadano debe primero sentir social que pertenece a su entorno y establecer relaciones. La expresión de las ideas es un factor que legitima la ciudadanía. Por lo tanto...

Creating a space for politics: Territory and political theory.

Edgerton, Barton T
Fonte: London School of Economics and Political Science Thesis Publicador: London School of Economics and Political Science Thesis
Tipo: Thesis; NonPeerReviewed Formato: application/pdf
Publicado em //2008 EN
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Territory is an important part of contemporary political debates but there is an odd silence about the concept of territory in contemporary political theory. The unraveling of colonization and concerns over global justice should make territory a central aspect of political theory, yet it is not. This silence has the curious feature of recalling the original justifications for territorial acquisition. Because territory is neglected by contemporary thinkers, it is important to return to theorists such as Grotius, Hobbes, Locke, Pufendof and Kant for a critical engagement with the concept of territory. Understanding the arguments of these thinkers illuminate the presuppositions of present day theorists and contributes to the understanding of contemporary theoretical problems. The thesis is organized into eight chapters. The first two chapters consider the neglect of territory in political theory the role of territory in international law. This sets up the three middle chapters which are critical engagements with historical thinkers organized around three conceptions of territory: territory as possession, as property and as jurisdiction. Contemporary cosmopolitanism is inspired, in part, by unraveling of colonization and a concern for global justice. Chapter 6 considers the relationship between contemporary cosmopolitanism and the legacy of the historical conceptions of territory. The next chapter investigates the communitarian critique of cosmopolitanism and the role of identity in territorial claims. At first glance there seems to be good reasons for contemporary theory to presuppose or ignore territory. However...