Página 1 dos resultados de 19 itens digitais encontrados em 0.005 segundos

Estudo da sugestionabilidade interrogativa numa amostra de jovens estudantes portugueses

Silva, Filipa Soares Ferreira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
26.69%
Dissertação de mestrado em Psicologia, área Psicologia Clínica e da Saúde (Psicologia Forense), apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação

Estudo da sugestionabilidade interrogativa em amostras da população forense adolescente e adulta, não institucionalizada

Neves, Daniela Sofia Reis
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
26.69%
Dissertação de mestrado em Psicologia Clínica e Saúde (Psicologia Forense), apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra

Uma nova escala de sugestionabilidade interrogativa análoga à GSS-1: estudo exploratório com uma amostra de jovens portugueses

Correia, Ana Raquel Póvoa
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
47.84%
Este estudo teve como objectivo principal perceber se existiriam diferenças de Sugestionabilidade Interrogativa (SI) quando a informação sobre um acontecimento é apresentada aos sujeitos verbalmente ou visualmente. Para tal foi criado um instrumento de medição da SI, baseado na Escala de Sugestionabilidade Interrogativa de Gudjonsson, com duas versões: uma versão visual, que consistia na apresentação de um vídeo sem som e uma versão verbal com a descrição oral do acontecimento apresentado no vídeo. Foram, então, comparadas duas amostras, uma respeitante à apresentação visual e a outra relativa à apresentação verbal da informação, constituídas por 40 adolescentes cada, dos 15 aos 18 anos de idade, com uma distribuição igualitária no que diz respeito ao género. Foi também explorada neste estudo a memória do acontecimento apresentado e a relação entre as medidas de SI e a inteligência não-verbal, a atenção seletiva, a desejabilidade social e variáveis de personalidade como o neuroticismo, a extroversão e a amabilidade. Os resultados obtidos revelaram que as duas amostras diferiam significativamente no que diz respeito às medidas de SI e também de memória. O grupo ao qual foi aplicada a versão verbal apresentou resultados médios mais elevados na memória e mais baixos na SI. Relativamente às correlações com as outras variáveis em estudo...

O papel de uma co-testemunha na sugestionabilidade interrogativa: influência do conhecimento das respostas de um indivíduo considerado credível no desempenho da GSS2

Correia, Patrícia Margarida Fernandes
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
68.06%
Quando uma testemunha é exposta a informações provenientes de outras fontes, nomeadamente co-testemunhas, observa-se a tendência dessa testemunha para incorporar tais informações no seu relato do acontecimento. O presente estudo procurou analisar a influência, na sugestionabilidade interrogativa, do conhecimento das respostas de uma outra pessoa considerada como credível. Para esse fim, recorreu-se a duas amostras, cada uma delas constituída por 36 estudantes universitários. A um dos grupos foram apresentadas as respostas sugestionadas à versão 2 da Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson (GSS2), as quais teriam sido dadas por uma pessoa considerada credível. O outro grupo foi submetido ao procedimento usual de administração da GSS2. Pretendeu-se, ainda, averiguar a forma como determinadas variáveis, tais como dimensões da personalidade, desejabilidade social, assertividade, ansiedade, autoconceito, necessidade de cognição e fé na intuição influenciam os resultados obtidos na GSS2. Além da GSS2, a ambos os grupos foram administrados, individualmente, os seguintes instrumentos de avaliação: o Inventário Clinico de Autoconceito; o Inventário da Personalidade NEO Revisto; o Inventário de Sintomas Psicopatológicos; o Inventário Estado-Traço da Ansiedade; a Escala de Necessidade de Cognição; a Escala Fé na Intuição; a Escala de Desejabilidade Social de Marlowe-Crowne; e o Inventário de Assertividade de Auto-Resposta. Os resultados obtidos revelam que a informação proveniente de outrem credível tem efeito no nível de sugestionabilidade interrogativa...

O desempenho de adultos jovens na GSS 2 será influenciado pelo conhecimento das respostas de outro adulto apresentado como não credível?

Oliveira, Sara Filipa Raposo de
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
38.13%
O contacto com outras testemunhas pode ter impacto na vulnerabilidade à sugestão. Este estudo procurou averiguar a influência do conhecimento das respostas de outro indivíduo, apresentado como não credível, na sugestionabilidade interrogativa, avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 2, recorrendo a uma amostra de 70 estudantes universitários. Procurou-se também estudar de que modo é que a sugestionabilidade interrogativa é influenciada por outras variáveis como a ansiedade, auto-conceito, neuroticismo, desejabilidade social, assertividade, necessidade de cognição e fé na intuição. Para tal, em complemento à GSS 2, foram aplicados os seguintes instrumentos de avaliação: Inventário de Personalidade NEO Revisto, Inventário Estado-Traço de Ansiedade, Inventário Clínico de Auto-Conceito, Escala de Desejabilidade Social de Marlowe-Crowne, Escala de Necessidade de Cognição, Escala Fé na Intuição e Inventário de Assertividade de Auto-Resposta. Os resultados obtidos mostram diferenças para ambos os grupos em medidas de sugestionabilidade interrogativa como “cedência 2”, “mudança” e “sugestionabilidade total”, revelando o grupo ao qual foram apresentadas as respostas de outro adulto não credível...

A influência do pensamento diversivo na sugestionabilidade interrogativa avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson

Castro, Patrícia André de
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
68.29%
Um dos principais propósitos da psicologia forense é a avaliação da credibilidade dos testemunhos. A sugestionabilidade interrogativa constitui um dos fatores de risco mais relevantes para a exatidão dos mesmos. Neste processo, a memória desempenha um papel importante, uma vez que é suscetível a erros, podendo-se criar memórias falsas ou deturpadas. O presente estudo debruçou-se sobre a sugestionabilidade interrogativa, avaliada por ambas as versões da Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson (GSS), recorrendo ao paradigma da diversão. Foram, então, comparadas duas amostras, cada uma constituída por 36 estudantes do ensino superior. No grupo experimental foi incluído um pensamento diversivo autobiográfico (recordação da casa de infância) entre a apresentação das duas narrativas da GSS, enquanto no grupo de controlo foi solicitada a leitura rápida de um texto. Os principais objetivos foram apurar se o pensamento diversivo prejudicaria a recuperação de informação recentemente aprendida (história da primeira GSS apresentada) e, consequentemente, aumentaria a sugestionabilidade interrogativa. Procurou-se, ainda, verificar se o grau de autoestima influenciaria este tipo de sugestionabilidade. Foram aplicadas...

A influência da sobrecarga cognitiva na sugestionabilidade interrogativa avaliada pela GSS-1

Dinis, João Manuel Borges
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
67.84%
O principal objetivo desta investigação consistiu em analisar diferenças ao nível da sugestionabilidade interrogativa (SI), avaliada pela GSS-1, em função da indução de sobrecarga cognitiva. Adicionalmente, procurou-se estudar de que forma é que este tipo particular de sugestionabilidade se correlacionava com variáveis como a autoestima, a complacência, a atenção/funções executivas e a capacidade da memória da fonte da informação dos participantes. Realizaram-se ainda análises exploratórias para perceber de que forma os resultados de SI, facultados pela GSS-1, são devidos à internalização efetiva da informação sugestiva e/ou ao fenómeno da complacência. Foram criados dois grupos, o grupo de controlo e o grupo experimental (no qual os participantes realizaram uma tarefa de span de dígitos com vista à indução de sobrecarga cognitiva), ambos constituídos por 30 jovens adultos de ambos os géneros, com idades entre os 21 e os 34 anos. Os resultados obtidos revelaram que a indução de sobrecarga cognitiva parece não influenciar os níveis de SI dos participantes, não se tendo observado diferenças estatisticamente significativas entre os dois grupos quanto às medidas de SI Cedência 1, Cedência 2, Alteração e Sugestionabilidade Total. Relativamente às correlações entre a SI e as outras variáveis em estudo...

Sugestionabilidade em pessoas idosas : Um estudo com a Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson (GSS 1)

Cruz, Mónica Pedreiras; Pinho, Maria Salomé
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2014 POR
Relevância na Pesquisa
58.06%
O presente trabalho teve como principal objetivo compreender alguns fatores que influenciam a sugestionabilidade interrogativa em pessoas idosas. Neste âmbito, procurou-se analisar a existência de diferenças na sugestionabilidade interrogativa em função da idade, bem como averiguar a sua relação com variáveis cognitivas e de ansiedade. A amostra incluiu 52 adultos idosos (78-83 anos), e igual número de adultos mais novos entre 42 e 52 anos. Utilizaram-se os seguintes instrumentos de avaliação: Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1), Mini Mental State Examination, teste de Fluência Verbal de Categorias, subtestes Vocabulário e Memória de Dígitos da Escala de Inteligência para Adultos de Wechsler-III, Inventário de Ansiedade Estado-Traço para Adultos e Matrizes de Raven. Entre os grupos verificaram-se diferenças estatisticamente significativas nos resultados Cedência 1 e Mudança da GSS 1, Fluência Verbal, Memória de Dígitos e Ansiedade. No que respeita a valores de correlação moderados entre sugestionabilidade interrogativa e medidas cognitivas e de ansiedade, estes somente foram registados entre Sugestionabilidade Total e tempo de realização nas Matrizes de Raven, em ambos os grupos etários. Observou-se ainda que o conhecimento prévio...

Sugestionabilidade interrogativa em crianças de 8 e 9 anos de idade

Costa, André; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Universidade de Coimbra; Pinho, Maria Salomé; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Universidade de Coimbra
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/11/2012 POR
Relevância na Pesquisa
47.19%
Para estudar a influência das variáveis idade, inteligência, memória, ansiedade geral e desejabilidade social na sugestionabilidade avaliaram-se crianças de 8 e 9 anos de idade com o Bonn Test of Statement Suggestibility (BTSS). Em 145 crianças averiguou-se o efeito das variáveis memória e inteligência não verbal e, numa subamostra de 74 crianças, para além das variáveis referidas, considerou-se também a inteligência verbal, ansiedade geral e desejabilidade social. As crianças de 8 anos são mais sugestionáveis do que as crianças mais velhas. No grupo dos 8 anos, aquelas com melhores desempenhos ao nível da inteligência não verbal (medida pelas Matrizes Progressivas Coloridas de Raven – MPCR), e na evocação da história do BTSS são menos vsugestionáveis comparativamente às crianças com piores desempenhos nestas provas. De modo análogo, as crianças com 9 anos são tanto mais sugestionáveis quanto piores os desempenhos nas MPCR, evocação da história do BTSS e subtestes informação, vocabulário e aritmética da WISC–III. As crianças deste grupo etário que apresentam desejabilidade social elevada (avaliada pela RCMAS) são também mais sugestionáveis. Estes resultados são discutidos considerando a sua relevância para o âmbito forense.

Sugestionabilidade em pessoas idosas: Um estudo com a Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson (GSS 1)

Cruz, Mónica Pedreiras; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Pinho, Maria Salomé; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2014 POR
Relevância na Pesquisa
58.06%
O presente trabalho teve como principal objetivo compreender alguns fatores que influenciam a sugestionabilidade interrogativa em pessoas idosas. Neste âmbito, procurou-se analisar a existência de diferenças na sugestionabilidade interrogativa em função da idade, bem como averiguar a sua relação com variáveis cognitivas e de ansiedade. A amostra incluiu 52 adultos idosos (78-83 anos), e igual número de adultos mais novos entre 42 e 52 anos. Utilizaram-se os seguintes instrumentos de avaliação: Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1), Mini Mental State Examination, teste de Fluência Verbal de Categorias, subtestes Vocabulário e Memória de Dígitos da Escala de Inteligência para Adultos de Wechsler-III, Inventário de Ansiedade Estado-Traço para Adultos e Matrizes de Raven. Entre os grupos verificaram-se diferenças estatisticamente significativas nos resultados Cedência 1 e Mudança da GSS 1, Fluência Verbal, Memória de Dígitos e Ansiedade. No que respeita a valores de correlação moderados entre sugestionabilidade interrogativa e medidas cognitivas e de ansiedade, estes somente foram registados entre Sugestionabilidade Total e tempo de realização nas Matrizes de Raven, em ambos os grupos etários. Observou-se ainda que o conhecimento prévio...

O poder da sugestionabilidade interrogativa na distorção mnésica de crianças; Memory distortion in children: the role of interrogative suggestibility

Cunha, Alexandra Isabel da Quintã; Albuquerque, Pedro Barbas; Albuquerque, Teresa Margarida Moreira Freire Barbas de
Fonte: Colégio Internato dos Carvalhos Publicador: Colégio Internato dos Carvalhos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 POR
Relevância na Pesquisa
47.36%
A sugestionabilidade é definida como o grau em que factores sociais e psicológicos influenciam a forma como codificamos, retemos e recuperamos determinadas memórias. Com a necessidade crescente de incluir nos processos judiciais o testemunho não corroborado de crianças, cria-se a possibilidade da recolha destes depoimentos poder estar sujeita a processos de sugestão. Conhecidos alguns factores internos relacionados com a sugestionabilidade (e.g., domínio da linguagem pelas crianças, nível intelectual, capacidade de memória, etc.), neste artigo abordaremos os factores externos que são dependentes das técnicas (e.g., entrevista) e dos técnicos (e.g., as suas crenças) que entrevistam estas crianças.; Suggestibility is defined as the degree to which social and psychological factors influence the way we code, retain and retrieve specific memories. With the increasing necessity to include children testimony in prosecutions’ processes, there is the possibility that children statements may be subject to suggestion. There are some known internal factors associated with suggestibility (e.g., language skills, intellectual development, memory capacity, etc.). In this paper we will discuss the external factors related to the interview (e.g....

Influência da familiaridade com procedimentos judiciais de interrogatório na sugestionabilidade interrogativa de reclusos reincidentes

Penajoia, Marta Sofia; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Pinho, Maria Salomé; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Dias, Isabel Teixeira; Estabelecimento Prisional
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/09/2015 POR
Relevância na Pesquisa
68.15%
O presente estudo teve como objetivo examinar se o contacto com procedimentos de inquirição usados pelo sistema de justiça criminal afeta a sugestionabilidade interrogativa, avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1). Foi também analisada a relação entre a sugestionabilidade interrogativa e outras variáveis psicológicas, designadamente a inteligência não-verbal, neuroticismo, desejabilidade social e simulação ou esforço insuficiente. Recrutaram-se dois grupos de indivíduos adultos, sendo um deles constituído por 42 reclusos com várias condenações e o outro por 42 sujeitos que nunca foram submetidos a inquirições judiciais. A ambos os grupos foram administrados, individualmente, além da GSS 1, os seguintes instrumentos: Matrizes Progressivas Estandardizadas de Raven, Inventário dos Cinco Fatores NEO, Escala de Desejabilidade Social de Marlowe-Crowne e Test of Memory Malingering. Os reclusos reincidentes revelaram menor sugestionabilidade interrogativa comparativamente aos sujeitos sem contacto com inquirições judiciais. Foram apenas observadas correlações significativas entre sugestionabilidade interrogativa e inteligência não-verbal e desejabilidade social, apresentando características diferenciadas em ambos os grupos. Estes resultados sugerem que tais variáveis devem ser tidas em consideração no momento da avaliação da credibilidade de depoimentos e confissões.

Estudo da sugestionabilidade interrogativa em reclusos

Penajoia, Marta Sofia Ferreira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
48.15%
O presente estudo teve como objectivo analisar a sugestionabilidade interrogativa, avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS1), recorrendo a duas amostras da população portuguesa, sendo uma delas constituída por 42 reclusos com várias condenações e a outra por 42 sujeitos sem contactos com sistema de justiça criminal. Pretendia-se perceber de que forma o contacto com procedimentos de inquirição usados pelo sistema de justiça criminal afecta a sugestionabilidade interrogativa, bem como a relação que se estabelece entre esta última e outras variáveis psicológicas, nomeadamente a inteligência não-verbal, neuroticismo, desejabilidade social e simulação ou esforço insuficiente. A ambos os grupos foram administrados, individualmente, além da GSS1, os seguintes instrumentos: Matrizes Progressivas Estandardizadas de Raven, Inventário dos Cinco Factores NEO, Escala de Desejabilidade Social de Marlowe- Crowne e Test of Memory Malingering. Os reclusos revelaram menor sugestionabilidade interrogativa, memória e inteligência não-verbal comparativamente aos sujeitos da outra amostra. Foram apenas observadas correlações significativas entre sugestionabilidade interrogativa e inteligência não-verbal e desejabilidade social...

Sugestionabilidade interrogativa em crianças dos 4 aos 9 anos: estudo normativo com o Bonn Test Statement of Suggestibility (BTSS) e análises de variáveis relacionadas com a sugestionabilidade

Ribeiro, Ana Catarina Mourão Alves
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
POR
Relevância na Pesquisa
68.29%
O interesse pelo estudo da sugestionabilidade interrogativa nas crianças tem vindo a fazer-se notar em psicologia do desenvolvimento. Neste sentido, a presente investigação tem como objetivo primordial obter informação normativa do desempenho de crianças portuguesas dos 4 aos 9 anos num instrumento de avaliação da sugestionabilidade interrogativa específico para crianças: The Bonn Test Statement of Suggestibility (BTSS). Adicionalmente, pretende-se averiguar em que medida as variáveis sexo, idade, inteligência não verbal, desempenho mnésico e problemas de comportamento externalizantes e internalizantes se correlacionam com a sugestionabilidade interrogativa. A amostra é constituída por 600 crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 9 anos, de ambos os sexos (50% do sexo masculino e 50% do sexo feminino), que frequentam creches, infantários ou escolas pré-primárias e escolas de 1º ciclo de ensino básico nos Distritos do Porto, Aveiro e Braga. No que que concerne aos resultados da análise em componentes principais verificou-se uma estrutura diferente do BTSS da que foi concebida pelos autores. Os resultados deste estudo demonstraram que no que respeita ao grau de sugestionabilidade, não existem diferenças estatisticamente significativas entre rapazes e raparigas. O mesmo se verificou em relação à idade...

A sugestionabilidade interrogativa em crianças : o papel da idade e das competências cognitivas

Cunha, Alexandra Isabel da Quintã
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em 09/11/2010 POR
Relevância na Pesquisa
68.23%
Tese doutoramento Psicologia (área de conhecimento em Psicologia Experimental e Ciências Cognitivas); Fruto do reconhecimento da necessidade crescente de uma abordagem mais rigorosa e de uma avaliação mais fundamentada dos testemunhos em contextos forenses, o final do séc. XX foi pautado por uma mudança significativa no campo de estudo das memórias falsas, assistindo-se ao aparecimento de um número considerável de investigações no domínio da sugestionabilidade. O paradigma da desinformação (misinformation effect) assume-se como aquele que mais se tem destacado ao nível dos contributos que os estudos modelados em contextos laboratoriais podem dar na avaliação da veracidade dos testemunhos em tribunal, promovendo uma compreensão mais ampla e aprofundada, não só das implicações do contexto em que os interrogatórios são levados a cabo e das técnicas de questionamento ou interrogatório a que as testemunhas são submetidas (Schooler & Loftus, 1986), mas também do impacto das diferenças individuais de personalidade e cognitivas no grau de sugestionabilidade evidenciado por cada indivíduo (Gudjonsson, 1983, 2003; Gudjonsson & Clark, 1986). No entanto, os resultados destes estudos não têm sido consensuais...

Sugestionabilidade em pessoas idosas: Um estudo com a Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson (GSS 1)

Cruz,Mónica Pedreiras; Pinho,Maria Salomé
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
Relevância na Pesquisa
58.06%
O presente trabalho teve como principal objetivo compreender alguns fatores que influenciam a sugestionabilidade interrogativa em pessoas idosas. Neste âmbito, procurou-se analisar a existência de diferenças na sugestionabilidade interrogativa em função da idade, bem como averiguar a sua relação com variáveis cognitivas e de ansiedade. A amostra incluiu 52 adultos idosos (78-83 anos), e igual número de adultos mais novos entre 42 e 52 anos. Utilizaram-se os seguintes instrumentos de avaliação: Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1), Mini Mental State Examination, teste de Fluência Verbal de Categorias, subtestes Vocabulário e Memória de Dígitos da Escala de Inteligência para Adultos de Wechsler-III, Inventário de Ansiedade Estado-Traço para Adultos e Matrizes de Raven. Entre os grupos verificaram-se diferenças estatisticamente significativas nos resultados Cedência 1 e Mudança da GSS 1, Fluência Verbal, Memória de Dígitos e Ansiedade. No que respeita a valores de correlação moderados entre sugestionabilidade interrogativa e medidas cognitivas e de ansiedade, estes somente foram registados entre Sugestionabilidade Total e tempo de realização nas Matrizes de Raven, em ambos os grupos etários. Observou-se ainda que o conhecimento prévio...

Sugestionabilidade interrogativa em crianças de 8 e 9 anos de idade

Costa,André; Pinho,Maria Salomé
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
Relevância na Pesquisa
47.19%
Para estudar a influência das variáveis idade, inteligência, memória, ansiedade geral e desejabilidade social na sugestionabilidade avaliaram-se crianças de 8 e 9 anos de idade com o Bonn Test of Statement Suggestibility (BTSS). Em 145 crianças averiguou-se o efeito das variáveis memória e inteligência não verbal e, numa subamostra de 74 crianças, para além das variáveis referidas, considerou-se também a inteligência verbal, ansiedade geral e desejabilidade social. As crianças de 8 anos são mais sugestionáveis do que as crianças mais velhas. No grupo dos 8 anos, aquelas com melhores desempenhos ao nível da inteligência não verbal (medida pelas Matrizes Progressivas Coloridas de Raven - MPCR), e na evocação da história do BTSS são menos sugestionáveis comparativamente às crianças com piores desempenhos nestas provas. De modo análogo, as crianças com 9 anos são tanto mais sugestionáveis quanto piores os desempenhos nas MPCR, evocação da história do BTSS e subtestes informação, vocabulário e aritmética da WISC-III. As crianças deste grupo etário que apresentam desejabilidade social elevada (avaliada pela RCMAS) são também mais sugestionáveis. Estes resultados são discutidos considerando a sua relevância para o âmbito forense.

Sugestionabilidade Interrogativa em Mulheres Vítimas de Violência Conjugal

Cunha,Diana; Pinho,Maria Salomé
Fonte: Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres - APEM Publicador: Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres - APEM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
Relevância na Pesquisa
57.61%
Considerando o aumento de casos de violência conjugal que chegam ao sistema de justiça, este estudo visou analisar a vulnerabilidade à sugestionabilidade de mulheres vítimas deste crime. Administraram-se individualmente, a 60 mulheres (30 vítimas de violência conjugal e 30 não vítimas), a Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 2, uma tarefa de Memória da Fonte, o Inventário de Assertividade de Auto-Resposta, o Brief Cope, o Inventário de Sintomas Psicopatológicos e o Inventário de Violência Conjugal. As participantes vítimas de violência conjugal revelaram-se menos sugestionáveis do que as participantes não vítimas. Este resultado pode explicar-se atendendo a sinais, muitas vezes presentes em vítimas de violência conjugal, como a hipervigilância e a desconfiança face aos outros.

Influência da familiaridade com procedimentos judiciais de interrogatório na sugestionabilidade interrogativa de reclusos reincidentes

Penajoia,Marta Sofia; Pinho,Maria Salomé; Dias,Isabel Teixeira
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 PT
Relevância na Pesquisa
68.22%
Reconhecida a necessidade de um estudo mais rigoroso e fundamentado de factores que influenciam a exactidão dos testemunhos em contextos forenses, temos assistido a um interesse crescente, por parte da comunidade científica, pelas condições de ocorrência da sugestionabilidade interrogativa. O presente estudo teve como objetivo examinar se o contacto com procedimentos de inquirição usados pelo sistema de justiça criminal afeta a sugestionabilidade interrogativa, avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1). Foi também analisada a relação entre a sugestionabilidade interrogativa e outras variáveis psicológicas, designadamente a inteligência não-verbal, neuroticismo, desejabilidade social e simulação ou esforço insuficiente. Recrutaram-se dois grupos de indivíduos adultos, sendo um deles constituído por 42 reclusos com várias condenações e o outro por 42 sujeitos que nunca foram submetidos a inquirições judiciais. A ambos os grupos foram administrados, individualmente, além da GSS 1, os seguintes instrumentos: Matrizes Progressivas Estandardizadas de Raven, Inventário dos Cinco Fatores NEO, Escala de Desejabilidade Social de Marlowe-Crowne e Test of Memory Malingering. Os reclusos reincidentes revelaram menor sugestionabilidade interrogativa comparativamente aos sujeitos sem contacto com inquirições judiciais. Foram apenas observadas correlações significativas entre sugestionabilidade interrogativa e inteligência não-verbal e desejabilidade social...