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Water stress and recovery in Eucalyptus: physiological profiles; Stress hídrico e recuperação em Eucalyptus: perfis fisiológicos

Correia, Barbara dos Santos
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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Em Portugal, cerca de 700,000 ha foram já plantados com clones de Eucalyptus globulus, selecionados pelas suas elevadas taxas de crescimento, alta produção de polpa e adaptabilidade ambiental. Contudo, a produtividade das plantações de E. globulus tem enfrentado sérias limitações, principalmente devido à fraca disponibilidade de água. A seca é um importante stress abiótico que afeta negativamente o crescimento e o desenvolvimento das plantas, causando um conjunto de respostas fisiológicas, bioquímicas e moleculares. Embora esteja disponível um grande número de estudos que descreve as respostas das plantas ao stress hídrico, apenas alguns trabalhos se debruçam sobre os mecanismos que permitem a recuperação. Além disso, vários estudos descrevem também como diferentes genótipos podem diferir na capacidade de lidar com a seca. Considerando que manter a produção durante o stress hídrico não é o mais relevante, mas sim a capacidade de sobreviver e recuperar rapidamente após a re-hidratação, o objetivo deste estudo foi compreender os mecanismos envolvidos na recuperação, de modo a selecionar coleções clonais adequadas a plantações sustentáveis num clima mediterrânico. Com essa finalidade, dois clones de E. globulus (AL-18 e AL-126) foram submetidos a um período de três semanas em stress hídrico...

Ecophysiological responses of olive (Olea europaea L.) to restricted water availability: limitations, damages and drought resistance mechanisms.

Bacelar, Eunice Luís Vieira Areal
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Tese de Doutorado
ENG
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Tese de Doutoramento em Engenharia Biológica; O stresse hídrico é o factor que mais limita a produção vegetal à escala mundial, reduzindo significativamente os lucros da actividade agrícola. Do ponto de vista ecofisiológico, designa-se por stresse hídrico qualquer limitação ao funcionamento óptimo das plantas imposta por uma insuficiente disponibilidade de água. As respostas das plantas à falta de água são complexas, envolvendo uma série de adaptações/aclimatações e efeitos nefastos, ou ambos. Por outro lado, à secura do solo associa-se uma forte evaporação causada pela secura do ar, elevada temperatura e elevados níveis de radiação durante o período estival, pelo que é frequente classificar este efeito conjunto de stresse estival. A oliveira (Olea europaea L.) é uma árvore de folhagem persistente, crescimento lento e grande longevidade. Conta-se entre as poucas plantas cultivadas de origem mediterrânea e a sua difusão é muito antiga. Julga-se que foi domesticada por volta de 3000−4000 anos antes de Cristo na Ásia Menor e a partir daí foi introduzida no Norte de África, Península Ibérica e resto do Sul da Europa pelas civilizações que sucessivamente ocuparam a região mediterrânica. Nos últimos 500 anos foi levada para as Américas...

Stresse térmico em plantas de trigo. Alterações na composição do grão

Oliveira, Karliana Silva
Fonte: Faculdade de Ciências e Tecnologia Publicador: Faculdade de Ciências e Tecnologia
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Tecnologia e Segurança Alimentar; O trigo mole é muito utilizado no sul de Portugal, onde está sujeito ao calor e à seca no final do seu ciclo, fatores fortemente limitantes da sua produção. A tolerância ao calor é um importante objetivo nos programas de melhoramento. Neste trabalho analisaram-se as alterações ocorridas na produção e na composição de 9 genótipos de trigo mole, previamente sujeitos a stresse térmico (temperaturas elevadas) após a floração (antese). As temperaturas elevadas aumentaram o peso do hectolitro (PH) em Nabão, Grécia e Restauração, e o peso de mil grãos (PMG) em Mocho de Espiga Branca e Transmontano. Em Nabão, Transmontano e Mocho de Espiga Branca ocorreu simultaneamente um acréscimo da produção de gãos (g/planta), refletindo uma maior adaptação ao calor do ponto de vista agronómico. O stresse térmico melhorou a cor e reduziu os teores de cinzas das farinhas de Grécia e Nabão (farinhas mais claras). Induziu o aumento dos açúcares solúveis em Gentil Rosso e Ardila (maior disponibilidade de substrato para as leveduras no processo de panificação). Observou-se uma redução do teor de lípidos e do seu grau de insaturação em Ardila e Mocho de Espiga Quadrada (menor risco de rancidificação). Os ácidos linoleico e linolénico aumentaram em Mocho de Espiga Branca e Mocho de Espiga Quadrada (ácidos gordos essenciais na dieta humana). Apesar da redução no teor proteico...