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Pedagogia dos sécs. XIX e XX: reflexos na atual sociedade portuguesa

Guerreiro, Carla Alexandra do Espírito Santo; Castanheira, Manuel Luís Pinto
Fonte: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação Publicador: Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
POR
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Refletiremos sobre como determinados valores e ideologias se repercutem no sistema educativo e na sociedade portuguesa atual. Para tal faremos uma abordagem diacrónica, em que evidenciaremos figuras que marcaram a história da educação em Portugal, nos séculos XIX e XX. A forte influência da Escola Nova fez-se sentir em Portugal durante toda a 1.ª República e mesmo durante o período do Estado Novo. Os ideais dos seus principais precursores mantiveram-se sempre no horizonte, até aos nossos dias. (Destacaremos: João de Deus Ramos) e Pedagogos como Dewey, Décroly, Ferrière, Freinet, Vygotsky, Bruner e Piaget, entre outros.

Comunicação e sociedade : esfera pública digital – fragilidades e desafios [23, 2014]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2013 ENG
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Apesar de todas as críticas e limitações que lhe têm sido apontadas, a concepção de esfera pública apresentada por Jürgen Habermas tem permanecido como um conceito seminal no seio das reflexões científicas sobre as condições de funcionamento democrático das sociedades, assim como o papel dos media na promoção da deliberação e do confronto de alternativas. A transformação do paradigma dos meios de comunicação de massas acarreta mudanças assinaláveis em termos das práticas mediáticas e do papel de cidadão / consumidor / produtor. Os novos media, em particular a internet, colocam novos desafios teóricos, metodológicos e práticos à constituição de uma esfera pública digital. Os espaços públicos convencionais de discussão são confrontados com diversas formas de socialização, com organizações em rede e com novos canais de disseminação e troca de informação que colocam ‘velhas’ questões em termos de poder, regulação, cidadania, participação, auto-expressão e identidade. O facto de a internet colocar à disposição dos utilizadores uma série de novas ferramentas não significa que estas estejam a ser utilizadas para uma cidadania mais participada ou para uma capacitação dos novos produtores de conteúdos na rede. Formas organizacionais estruturais da sociedade...

Comunicação e sociedade : tecnologias criativas [22, 2012]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /12/2012 ENG
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Acreditamos que há um novo movimento cultural a ganhar forma. Este movimento está a criar uma “voz” através da qual qualquer um pode expressar e comunicar o que a sua imaginação consegue criar. É uma democratização da inovação e criatividade como nunca antes ocorreu. No centro deste movimento cultural emergente estão as tecnologias digitais que permitem o acesso a ferramentas sofisticadas para a criação de conteúdo rico em media, a partilha de ideias, discussão e distribuição. Desde os primórdios da humanidade que o Homem desenvolve ferramentas de suporte à expressividade: a tinta, objetos para esculpir, ou objetos de produção sonora, por exemplo. Essas e outras tecnologias de suporte à expressividade, que denominados aqui por tecnologias criativas, sempre foram a base para a comunicação humana, para sustentar a auto-realização, para elevar a auto-estima, para aumentar os laços comunitários, e assim criar uma sociedade melhor. Fazendo um salto para os últimos 30 anos, podemos apreciar o desenvolvimento e a convergência de uma série de tecnologias que levou a uma explosão do número de pessoas que cria e expressa-se através de meios digitais, levando à criação de enormes quantidades de conteúdos. Existe tanto conteúdo profissional e amador on-line que podemos aprender quase qualquer coisa apenas pesquisando tutoriais em vídeo...

Comunicação e sociedade : publicidade - discursos e práticas [19, 2011]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2011 ENG
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As transformações sociais, culturais e tecnológicas ocorrentes na contemporaneidade transparecem na publicidade sob o modo particular como os discursos, práticas e processos se agilizam. Novos comportamentos de consumo e de compra, novos usos e práticas, mas também atitudes cada vez mais plurais face à sociedade em geral, por parte de indivíduos que aparentemente não deixam de ser sensíveis às questões do ambiente, da solidariedade e da responsabilidade social, ao mesmo tempo que se mostram por vezes incoerentes nas suas acções, merecem hoje ser equacionados em termos de mudança e de adequação a novos paradigmas emergentes. A complexidade da interacção com os públicos e a natureza dos agenciamentos constituem desafios permanentes com os quais a publicidade hoje se depara. Diversas são as inquietações que o estudo da publicidade permite problematizar. Poderá falar-se de um quadro axiológico estruturado capaz de legitimar os discursos? Quais as eventuais contradições a que os discursos dão corpo? De que modo procuram os discursos concorrer para as representações sociais? Qual o papel dos indivíduos no (des)fazer do(s) sentido(s)? O que pensam os indivíduos da e com a publicidade? Que lugar ocupa a publicidade no seu quotidiano? Por outro lado...

Comunicação e sociedade : modernidade e pós-modernidade [18, 2010]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /12/2010 ENG
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Opostos e complementares, os conceitos de modernidade e de pós-modernidade sobressaem na caracterização dos últimos séculos. O conceito de pós-modernidade dado, por sinal, azo a interpretações plurais, contraditórias e, por vezes, esfíngicas das sociedades contemporâneas. Para muitos autores, a pós-modernidade rompe com os desígnios e os símbolos da modernidade, mormente com o seu princípio de acção, a racionalidade instrumental, tomada como motor de um progresso ilimitado. Alguns dos traços típicos da pós-modernidade remetem, assim, para uma contestação dos princípios fundadores da modernidade: a fé na razão, nas virtudes do trabalho e no aperfeiçoamento ilimitado da humanidade. O declínio das metanarrativas, dos discursos filosóficos, religiosos, políticos e económicos que pautaram a modernidade, acompanha a erosão do princípio de emancipação (Lyotard). Dilui-se a perspectiva de uma história linear e redentora. O mesmo sucede com a crença na possibilidade de uma fundamentação da verdade (Vattimo) e com a tendência para delinear o projecto colectivo em termos de transformação social (Jameson, Sloterdijk). Assiste-se ao declínio da visão do indivíduo como ser autónomo, voluntário e consciente...

Comunicação e sociedade : comunicação, argumentação e retórica [16, 2009]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /12/2009 ENG
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O presente número de Comunicação e Sociedade é dedicado ao tema Comunicação, Argumentação e Retórica. Reúne um conjunto de textos em que são abordadas problemáticas relativas ao discurso argumentativo e ao papel da retórica no seio das práticas sociais. Apenas dois artigos se situam fora deste núcleo principal de estudos. Num deles, Rafael Paes Henriques interroga o modus operandi do Jornalismo na execução da sua tarefa de traduzir o que acontece para produzir sentido. Num segundo artigo, Paulo Faustino debruça-se sobre o mercado dos media em Portugal, analisando dinâmicas e tendências, são obstante o declínio da força da palavra em detrimento de uma cultura da imagem em que predominam a mediação tecnológica e os efeitos de mediatização, o facto é que, desde o final dos anos cinquenta do século XX, o tema da argumentação e da retórica se foi progressivamente afirmando no panorama cultural, acabando por assumir a identidade académica de uma área de estudos específica, embora essencialmente interdisciplinar. Os enfoques típicos da retórica estão essencialmente ligados às dimensões pública, social, persuasiva e contextual, que caracterizam o discurso humano em situações governadas pelos problemas da contingência...

Comunicação e sociedade : os 50 anos do telejornal [15, 2009]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /12/2009 ENG
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O Telejornal completa em 2009 exactamente 50 anos de vida, grande parte dos quais actuando sozinho como fornecedor quotidiano de uma perspectiva do país e do mundo a boa parte da população. Este facto merece, de per si, uma evocação que apele a uma maior atenção sobre o que foi o seu papel, para que se reforce o positivo, se descubram novos caminhos e se aprenda com os erros cometidos. Reflectir sobre o papel do Telejornal é ter em conta pelo menos três dimensões, a saber: i) como vemos esse programa diário, no seu modo de se conceber e apresentar; ii) que mundo é que o Telejornal nos dá a ver; iii) como é que o Telejornal nos vê a nós espectadores e à sociedade em que opera e que serve ou deve servir. Olhar para cada uma destas direcções de um ponto de vista diacrónico, tendo presentes os desafios e encruzilhadas do nosso hoje, corresponde a abrir outras tantas frentes de análise e de debate. Com a especificidade – que é também uma responsabilidade acrescida – de estarmos perante um programa que se inscreve e se destaca num serviço público de televisão. O que para alguns equivale a ser porta-voz e correia de transmissão de quem o sistema democrático colocou, em cada momento, a dirigir os assuntos do Estado...

Comunicação e sociedade : cidadania e literacias mediáticas [13, 2008]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2008 ENG
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Cidadania e Literacias Mediáticas e a temática central do presente número da revista Comunicação e Sociedade. As mudanças ocorridas, sobretudo a partir da segunda metade dos anos noventa, no ambiente mediático e, consequentemente, nas práticas sociais dos cidadãos, em particular das novas gerações, no que diz respeito as formas de produção, apropriação e usa dos novos média e ambientes digitais interactivos, conduziram a uma reconceptualização da educação para os media que os editores deste número consideraram importa discutir. Diversas instituições europeias e de outros continentes tem vindo a insistir na crescente importância e necessidade da literacia mediática, ainda que este conceito continue a suscitar debate e controvérsia. Com a abordagem desta temática nesta publicação, pretendeu-se reunir, sistematizar e actualizar conhecimentos pluri- e interdisciplinares que se tem produzido no domínio das literacias mediáticas. Os artigos coligidos apresentam uma diversidade de ângulos de análise da temática em questão.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Comunicação e sociedade : a regulação dos media em Portugal [11, 2007]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2007 ENG
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[Nota introdutória] Este número temático da revista Comunicação e Sociedade resulta do trabalho desenvolvido no âmbito da Conferência “A nova entidade reguladora no quadro das políticas de comunicação em Portugal”, que teve lugar na Universidade do Minho no dia 10 de Abril de 2006. Pensada para debater as políticas de comunicação e a regulação dos media no nosso país, esta conferência foi uma iniciativa do projecto Mediascópio, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, que procura acompanhar, com as ferramentas teóricas e metodológicas das Ciências da Comunicação, o panorama mediático português num quadro global. A entrada em funcionamento da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) serviu de mote a uma necessária reflexão crítica sobre os mecanismos de regulação mediática no nosso país.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Comunicação e sociedade : o ensino do jornalismo [5, 2004]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2004 ENG
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[Nota introdutória] O presente número de Comunicação e Sociedade tem o jornalismo como temática central. Tomamos o jornalismo como um campo de estudo não apenas das praticas profissionais ou da investigação sobre essas práticas, mas igualmente como discurso que enuncia e faz acontecer a vida social. Dentro do projecto programático desta revista, queremos romper com uma tendência "mediocentrica" de estudo dos media e do jornalismo, situando as problemáticas deste campo no jogo e no confronto com os restantes campos sociais. E nesse jogo e nessa aposta que o investimento das instituições de investigação e ensino nos estudos jornalísticos, meios comunicacionais assume, ele mesmo, um papel de serviço a sociedade e, dessa forma, adquire sentido. Damos destaque a um campo dos estudos jornalísticos que começa agora a ganhar mais visibilidade e pertinência entre nos: a formação dos jornalistas e, de modo mais largo, a formação em jornalismo. Quando a instituição de referenda neste âmbito - a Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos da América - assinala os cem anos de vida, e em dialogo com uma vastíssima experiência internacional corporizada por essa e muitas outras instituições de formação que o nosso recente percurso deve ser situado. Daí o termos inserido neste número trabalhos de docentes e investigadores de realidades que...

Comunicação e sociedade : comunicação e imaginário [4, 2002]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em //2002 ENG
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Com este volume sobre o imaginário social, a revista Comunicação e Sociedade define-se como revista temática nas Ciências da Comunicação. Grande parte dos artigos decorre de comunicações apresentadas ao Seminário «Comunicação e Imaginário», que o Núcleo de Estudos de Comunicação e Sociedade (NECS), unidade de investigação do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, realizou em Abril de 2002. Michel Maffesoli, José Bragança de Miranda, José Augusto Mourão, João Mário Grilo, Albertino Gonçalves e Moisés de Lemos Martins, colocando-se sob o signo da crise do moderno, interrogam, de diferentes maneiras, as figurações do humano projectadas pela articulação das novas tecnologias da imagem com os média e o imaginário, e interrogam também as consequências da confluência da técnica e da estética, que estetiza a experiência e realiza a cultura como controle. André Berten, Eduardo Prado Coelho, Carolina Leite, Luís Carmelo, Luís Filipe Teixeira e Alberto Filipe Araújo, por sua vez, figurando igualmente o humano, confrontam-nos com aquilo que nos é dado ainda esperar, pelo sonho da utopia do corpo e das ligações livres.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Comunicação e sociedade : economia política da comunicação e dos media [7, 2005]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2005 ENG
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[Nota de abertura] O presente número da revista Comunicação Sociedade é dedicado à Economia Política da Comunicação e dos Media. Ainda que no nosso país esta área esteja a dar os seus primeiros passos no contexto mais amplo das Ciências da Comunicação, há muito que a Economia Política deixou de ser marginal no estudo da comunicação e dos media, tanto nos Estados Unidos como na Europa. O desenvolvimento dos mercados associados às indústrias culturais e a crescente internacionalização das industriais mediáticas e das tecnologias da informação têm demonstrado a relevância teórica da Economia Política e têm apresentado igualmente um conjunto de novos desafios que importa equacionar. O estudo das comunicações e dos media não é, de facto, mais pensável sem a tentativa de compreensão das estruturas de mercado e das suas articulações com a esfera política, sem a interrogação da propriedade das empresas e dos actores que dominam os mercados nas chamadas sociedades livres, sem a análise cuidada das tendências e das contratendências, das forças e das tensões que sistematicamente reorganizam o poder comunicacional de que as esferas públicas estão dependentes. A Economia Política da Comunicação e dos Media é uma porta de entrada no campo que pode contribuir fortemente para a contextualização de outros saberes e de outras narrativas. Com este volume da Revista Comunicação e Sociedade...

Comunicação e sociedade : comunicação e sociedade [1, 1999]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em //1999 ENG
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[Introdução] Desprovida de representações credíveis, a grande urgência do presente encontra-se hoje seriamente comprometida. Vivemos um tempo em que as convicções se tornam moles e perdem os seus contornos. Os grandes dramas humanos são por nós mais teatralizados que pensados. Os nossos gestos são mais uma confissão de culpa e de impotência que a expressão de uma atitude solidária. A comunidade humana aproxima-se da ficção: nela cada vez mais se diz o que já se não faz. Ao iniciarmos Comunicação e Sociedade (uma série de Comunicação nos Cadernos do Noroeste) não queremos reduzir a comunicação a uma arte de bem comunicar», sem memória, sem compromisso, sem consciência. É nosso intuito favorecer o debate científico e democrático, com um espírito de rigor e de exigência, numa área das ciências sociais e humanas, de constituição relativamente recente, que compreende o estudo dos actos de comunicação socialmente elaborados, as significações neles inscritas, as relações e os fenómenos cognitivos que eles exigem, as representações socialmente partilhadas que lhes estão associadas e os efeitos destas representações nas relações sociais.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Portugal e a ‘sociedade da informação’ : alguns números

Pinto, Manuel
Fonte: Universidade do Minho. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) Publicador: Universidade do Minho. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2006 POR
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[Introdução] Os números valem o que valem. Há quem os considere como argumento bastante e definitivo ou como sinal de rigor. Neste texto, eles serão, sobretudo, tomados como sinais, sintomas ou indicadores de tendências. Não é este o contexto adequado para aprofundar conceitos. E o de “sociedade da informação” é precisamente um daqueles que, ainda que muito usado, ou talvez por isso mesmo, exija mais esforço crítico. Aqui tomá-lo-emos como referente de uma configuração sócio-cultural em mudança, com implicações ao nível local e global e com incidência na economia, na política e na cultura. A sociedade da informação é marcada pela convergência das redes de telecomunicações, da informática e de broadcasting e pelas tecnologias de informação e comunicação, traduzida em inovações e modos e estilos de vida com repercussão em todos os sectores da vida social. Mas, desejavelmente, as tecnologias são (ou não) instrumentais a uma vida social e individual em que a informação necessária e relevante circule para todos e ajude a comunicar melhor. É esse o cunho e o sentido que aqui se considera importante.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Ciência, sociedade e universidade

Goergen,Pedro
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1998 PT
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Este trabalho busca repensar a relação entre ciência, sociedade e universidade a partir das transformações que marcam a contemporaneidade. A hipótese é de que estas mudanças de níveis econômico, laboral e mesmo epistêmico afetam também o sentido da prática acadêmica. A partir da reflexão sobre os três conceitos que compõem o título do artigo - ciência, sociedade e universidade -, conclui-se que a universidade deve iniciar um processo de auto-avaliação que inclua seus próprios fundamentos, ainda modernos, na perspectiva do novo cenário. Esta reflexão básica deve constituir o ponto de partida para uma futura reforma universitária.

Da sociedade de massa à sociedade civil: a concepção da subjetividade em Gramsci

Semeraro,Giovanni
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1999 PT
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Um dos maiores desafios políticos e pedagógicos que batem à porta do século XXI, particularmente para o Brasil, é superar a condição de massa e fortalecer uma sociedade civil criativa que nasce das aspirações populares e busca autodeterminação, cidadania e participação ativa na gestão democrática do poder. A concepção original de sociedade civil delineada por Gramsci é uma fonte de inspiração fundamental para enfrentar os impasses atuais e construir uma sociedade livre e democrática.

A centralidade dos movimentos sociais na articulação entre o Estado e a sociedade brasileira nos séculos XIX e XX

Bem,Arim Soares do
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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O texto aborda a relação dialética entre os movimentos sociais, o Estado e a sociedade brasileira nos séculos XIX e XX. A perspectiva central da abordagem identifica os movimentos sociais como "tradutores" dos complexos mecanismos de desenvolvimento da sociedade brasileira, revelando as áreas de carência estrutural, os focos de insatisfação, os desejos coletivos e permitindo a realização de uma verdadeira topografia das relações sociais do período analisado. Demonstra-se que os movimentos sociais não constituem fenômenos periféricos - como pressuposto nas representações hegemônicas -, mas são chaves explicativas para a compreensão e interpretação de cada período histórico da sociedade brasileira. O texto reconstrói a articulação entre forma e conteúdo dos movimentos sociais em sua relação com os determinantes históricos e discute as mudanças dos paradigmas teóricos nas décadas de 70, 80 e 90 do século XX.

Processo de ensino-aprendizagem na sociedade da informação

Cruz,José Marcos de Oliveira
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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A sociedade da informação tem colocado novos desafios ao processo de ensino-aprendizagem. A forma de se proceder em relação à construção do conhecimento mudou. O contato com as fontes de informações tornou-se mais dinâmico, obedecendo a uma lógica nunca vista anteriormente. O próprio saber tornou-se maleável e instável, necessitando de atualização constante. É com base no contexto dessa sociedade que se pretende refletir sobre processo de ensino-aprendizagem, introduzindo na discussão a perspectiva da bricolagem e da rizomática, que considera a construção do conhecimento diversificada, descentralizada e horizontalizada. Assim, analisar-se-á a relação entre informação e conhecimento, bem como as novas formas de se conceber e produzir o saber. Tal reflexão tem como finalidade pensar sobre os novos paradigmas produzidos pela sociedade da informação, bem como sua repercussão no processo de ensino-aprendizagem.

Três gerações de políticas públicas para a agricultura familiar e formas de interação entre sociedade e estado no Brasil

Grisa,Catia; Schneider,Sergio
Fonte: Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural Publicador: Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2014 PT
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Este artigo analisa a trajetória de construção de políticas públicas para a agricultura familiar no Brasil, procurando enfatizar as "gerações" ou referenciais de políticas públicas fortalecidos em alguns momentos-chaves, o modo como estes referenciais foram construídos e as relações entre Estado e sociedade civil. A análise aponta para a emergência, em períodos e contextos distintos, de três gerações ou referenciais de política pública para a agricultura familiar, sendo o primeiro pautado pelo fortalecimento do viés agrícola e agrário da categoria social; o segundo focado em políticas sociais e assistenciais e o terceiro, pela construção de mercados orientados pela segurança alimentar e pela sustentabilidade ambiental. Nesta análise também é destacado que as relações entre Estado e sociedade civil modificaram-se e complexificaram-se ao longo do tempo. De posturas críticas e reivindicativas, a sociedade civil passou a ser propositiva e, mais recentemente, também parceira na execução e cogestão das políticas públicas. Cabe destacar que as três gerações de políticas públicas e as diversas formas de relacionamento entre sociedade civil e Estado convivem atualmente nas arenas públicas.

Comunicação e sociedade : esfera pública digital – fragilidades e desafios [23, 2014]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2013 ENG
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Apesar de todas as críticas e limitações que lhe têm sido apontadas, a concepção de esfera pública apresentada por Jürgen Habermas tem permanecido como um conceito seminal no seio das reflexões científicas sobre as condições de funcionamento democrático das sociedades, assim como o papel dos media na promoção da deliberação e do confronto de alternativas. A transformação do paradigma dos meios de comunicação de massas acarreta mudanças assinaláveis em termos das práticas mediáticas e do papel de cidadão / consumidor / produtor. Os novos media, em particular a internet, colocam novos desafios teóricos, metodológicos e práticos à constituição de uma esfera pública digital. Os espaços públicos convencionais de discussão são confrontados com diversas formas de socialização, com organizações em rede e com novos canais de disseminação e troca de informação que colocam ‘velhas’ questões em termos de poder, regulação, cidadania, participação, auto-expressão e identidade. O facto de a internet colocar à disposição dos utilizadores uma série de novas ferramentas não significa que estas estejam a ser utilizadas para uma cidadania mais participada ou para uma capacitação dos novos produtores de conteúdos na rede. Formas organizacionais estruturais da sociedade...