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Adaptação dos inventários de sexismo moderno para Portugal : O Inventário de Sexismo Ambivalente e o Inventário de Ambivalência em Relação aos Homens

Costa, Pedro Alexandre; Oliveira, Raquel V.; Pereira, Henrique Marques; Leal, Isabel Pereira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2015 POR
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37.94%
A relação entre homens e mulheres é única e composta por desigualdade e preconceito dirigido aos membros do sexo oposto. Enquanto a forma hostil de sexismo foi já muito estudada, o sexismo moderno é caracterizado pela simultaneidade de formas hostis e benevolentes de preconceito, e por isso conceitualizado como Sexismo Ambivalente. O objetivo deste estudo foi adaptar o Inventário de Sexismo Ambivalente (ASI) e o Inventário de Ambivalência em relação aos Homens (AMI) para a população Portuguesa, e avaliar as suas propriedades psicométricas. Ambos os inventários foram administrados a 258 estudantes universitários (31% homens e 69% mulheres), com uma média de idade de 27 anos. As análises fatoriais confirmatórias revelaram evidência da multidimensionalidade de ambos os inventários, validade fatorial, convergente e discriminante, e fiabilidade interna. Os homens revelaram níveis mais elevados de hostilidade e de benevolência dirigido às mulheres, as mulheres revelaram maiores níveis de hostilidade dirigida aos homens. A hostilidade em relação aos homens aumentou com a idade, enquanto a benevolência diminuiu. O preconceito hostil e benevolente foi maior em pessoas com menos anos de escolaridade. Religiosidade correlacionou significativamente com os índices de sexismo benevolente. Foi assim demonstrada a validade e confiabilidade da adaptação dos Inventários de Sexismo Moderno em Portugal.; ABSTRACT: The relationship between men and women is rather unique and composed by inequality and prejudice towards members of the opposite sex. Whilst hostile sexism has been well studied...

O stress das mulheres com problemas de fertilidade e a sua adesão ao sexismo ambivalente

Santos, Inês Patrícia Hilário Campos dos
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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A infertilidade num casal prejudica a vida de ambos quer em termos pessoais como relacionais do próprio casal, o que provoca um grande sofrimento psíquico. Os principais objetivos deste estudo foram analisar o stress das mulheres com problemas de fertilidade associado à baixa auto-estima sexual e a outros indicadores do bem-estar; e perceber se existe uma relação entre a adesão ao sexismo ambivalente, principalmente entre o sexismo benevolente e o stress deste grupo de mulheres. Para que esta investigação fosse possível, foram recolhidos 64 questionários de mulheres que passaram pela problemática de infertilidade, em que 44 mulheres com problemas de fertilidade presentemente e 20 mulheres que tiveram problemas de fertilidade. O questionário foi disponibilizado em formato online na página da Associação Portuguesa de Fertilidade, neste constava uma Escala de Emoções; a Escala de Satisfação com a Vida – Life Satisfaction; “The Global Measure of Sexual Satisfaction, GMSEX”; Escala de Auto-Estima de Rosenberg; SSEI – Short Form; Inventário de Problemas associados à Fertilidade (IPF); e o ISA – Inventário de Sexismo Ambivalente. Pode-se salientar que com os diferentes resultados obtidos se verificou que o stress das mulheres com problemas de fertilidade está realmente associado à baixa auto-estima sexual e existe uma relação entre a adesão do sexismo benevolente e o stress do presente grupo. Os resultados obtidos foram discutidos de acordo com um quadro concetual que sugere que o stress influencia as mulheres que vivenciam esta problemática.

Combate ao sexismo em livros didáticos: construção da agenda e sua crítica

Rosemberg,Fúlvia; Moura,Neide Cardoso de; Silva,Paulo Vinícius Baptista
Fonte: Fundação Carlos Chagas Publicador: Fundação Carlos Chagas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 PT
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O artigo tem por objetivo descrever e problematizar a construção da agenda sobre "sexismo no livro didático" em cenário internacional e nacional. Para tanto, efetua uma revisão crítica da literatura desde a década de 1960 até a contemporaneidade, dando especial ênfase a permanências e mudanças, bem como a tensões detectadas na implementação de políticas que visam o combate ao "sexismo" nos livros didáticos.

Tudo é interseccional?: Sobre a relação entre racismo e sexismo

Kerner,Ina
Fonte: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento Publicador: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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37.51%
O artigo propõe a diferenciação de quatro modos de relação entre racismo e sexismo. O primeiro estabelece semelhanças; o segundo, diferenças entre eles; o terceiro, acoplamentos entre ambos, e o quarto, cruzamentos, entrelaçamentos ou intersecções. Um modelo crítico que abarque semelhanças, diferenças, ligações e intersecções permite uma compreensão das relações entre racismo e sexismo mais abrangente do que a tentativa de formular a relação em apenas uma dimensão.

Correlatos valorativos do sexismo ambivalente

Belo,Raquel Pereira; Gouveia,Valdiney V.; Raymundo,Jorge da Silva; Marques,Célia Maria Cruz
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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37.91%
O presente estudo teve como objetivo principal conhecer em que medida os valores humanos se correlacionam com o sexismo ambivalente e suas dimensões hostil e benévola. Participaram 301 pessoas da população geral de João Pessoa, provenientes de diferentes classes sociais. Suas idades variaram de 18 a 72 anos (m=29,5; dp=11,58), sendo a maioria do sexo feminino (54,2%), católica (56,8%), solteira (53,2%) e com curso superior (53,5%). Estas responderam o Inventário de Sexismo Ambivalente e o Questionário dos Valores Básicos, além de uma lista com 5 perguntas sócio-demográficas. Os resultados podem ser sumarizados como segue: 1) as duas dimensões do sexismo (benévolo e hostil) se mostraram diretamente correlacionadas entre si; 2) os homens mostraram maior pontuação em sexismo hostil do que as mulheres, embora não diferenciassem em termos do sexismo benévolo; 3) os participantes com pouco estudo, com uma religião definida (católica ou protestante) e de classe social baixa se mostraram mais sexistas; e, finalmente, 4) aqueles com maior pontuação nos valores normativos (obediência, religiosidade) apresentaram maior índice de sexismo, enquanto que os que o fizeram nos valores suprapessoais (beleza e conhecimento) obtiveram as menores pontuações nesta forma de expressão do preconceito. Estes resultados corroboram a concepção de que pensamentos...

Adaptação dos inventários de sexismo moderno para Portugal: o inventário de sexismo ambivalente e o inventário de ambivalência em relação aos homens

Costa,Pedro Alexandre; Oliveira,Raquel; Pereira,Henrique; Leal,Isabel
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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37.94%
A relação entre homens e mulheres é única e composta por desigualdade e preconceito dirigido aos membros do sexo oposto. Enquanto a forma hostil de sexismo foi já muito estudada, o sexismo moderno é caracterizado pela simultaneidade de formas hostis e benevolentes de preconceito, e por isso conceitualizado como Sexismo Ambivalente. O objetivo deste estudo foi adaptar o Inventário de Sexismo Ambivalente (ASI) e o Inventário de Ambivalência em relação aos Homens (AMI) para a população Portuguesa, e avaliar as suas propriedades psicométricas. Ambos os inventários foram administrados a 258 estudantes universitários (31% homens e 69% mulheres), com uma média de idade de 27 anos. As análises fatoriais confirmatórias revelaram evidência da multidimensionalidade de ambos os inventários, validade fatorial, convergente e discriminante, e fiabilidade interna. Os homens revelaram níveis mais elevados de hostilidade e de benevolência dirigido às mulheres, as mulheres revelaram maiores níveis de hostilidade dirigida aos homens. A hostilidade em relação aos homens aumentou com a idade, enquanto a benevolência diminuiu. O preconceito hostil e benevolente foi maior em pessoas com menos anos de escolaridade. Religiosidade correlacionou significativamente com os índices de sexismo benevolente. Foi assim demonstrada a validade e confiabilidade da adaptação dos Inventários de Sexismo Moderno em Portugal.

Da racialização do sexismo ao sexismo identitário entre imigrantes na França contemporânea

Hamel,Christelle
Fonte: IMS-UERJ Publicador: IMS-UERJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2006 PT
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37.63%
Este texto examina a maneira como o racismo manipula a denúncia do sexismo e apresenta os efeitos desses discursos sobre as pessoas que são alvo de discriminação. Sustenta que, longe de diminuir as violências sexistas, as lógicas racistas que se escondem atrás do anti-sexismo tendem a reforçá-las. Nossa demonstração se apóia em dados recolhidos durante uma pesquisa sobre a experiência do racismo, sexualidade e a gestão dos riscos de infecção por HIV, conduzida entre 1997 e 2003 junto a 69 jovens, homens e mulheres, de idade entre 18 e 25 anos, na França.

??L??deres sexistas? Un estudio sobre la influencia del sexismo en los estilos de liderazgo

Garz??n Bello, Carolina; Jim??nez Dom??nguez, Dolores; Juan Moreno, Inmaculada; Luque Oliva, Cristina; Nav??o Garc??a, Rosa Mar??a; Pacheco Arco, Mireia; P??rez P??ez, Mar??a Jos??
Fonte: Universidad de Granada Publicador: Universidad de Granada
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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37.84%
Dos fen??menos psicosociales como son el sexismo y el estilo de liderazgo podr??an estar m??s relacionados de lo que parece a priori. El objeto de este estudio es analizar c??mo se relacionan ambas variables. Se espera que se revelen algunas de las diferencias existentes entre los distintos tipos de sexismo y su relaci??n con los distintos tipos de liderazgo. Para ver la relaci??n entre ambas variables se cont?? con una muestra de 140 participantes (70 mujeres y 70 hombres), de edades comprendidas entre 18 y 30 a??os. Los instrumentos empleados fueron el Test de Liderazgo de Kurt Lewin (1940) y la Escala de Sexismo Ambivalente (ASI) de Exp??sito, Moya y Glick (1998). Los resultados obtenidos mostraron una correlaci??n entre el sexismo hostil con el liderazgo autoritario, y que las diferencias de g??nero en cuanto al sexismo hostil eran mayores en hombres, no mostrando diferencias en el sexismo ben??volo.; Two psychosocial topics such as sexism and leadership style may be more related than it seems a priori. The purpose of this study is to analyze how they relate both variables. It is expected that this study will reveal some of the differences between the different types of sexism and its relation to the different types of leadership. To see the relationship between both variables had a sample of 140 participants (70 women and 70 men)...

Cierre cognitivo, sexismo y religiosidad: diferencias y similitudes entre grupos de adolescentes con distinta cultura

Moyano Pacheco, Manuel; Exp??sito Jim??nez, Francisca; Trujillo, Humberto M.
Fonte: Universidad de Murcia Publicador: Universidad de Murcia
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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37.72%
Desde el ??mbito de la cognici??n social motivada, la necesidad de cierre cognitivo emerge como una variable crucial para la mejor comprensi??n de las diferencias individuales en variables psicosociales asociadas a la cultura y, adem??s, susceptible de tener en cuenta en programas de intervenci??n cuyo objetivo vaya dirigido a modificar actitudes ancladas en el prejuicio y la discriminaci??n. En la presente investigaci??n se ha realizado un estudio de este constructo motivacional y su relaci??n con el sexismo y la religiosidad en una muestra de adolescentes cristianos y musulmanes, todos ellos residentes en un contexto social con un marcado car??cter multicultural. De acuerdo con los datos obtenidos, no se han encontrado diferencias entre musulmanes y cristianos en necesidad de cierre cognitivo y sexismo. Sin embargo, se han encontrado diferencias por sexo en sexismo hostil. La necesidad de cierre cognitivo correlacion?? de una forma estad??sticamente significativa con el sexismo (hostil y benevolente), y es un buen predictor. Los musulmanes puntuaron de una forma significativamente m??s elevada que los cristianos en los indicadores de religiosidad. Se discuten los resultados en el marco de investigaciones previas.; In the context of motivated social cognition...

Los efectos del sexismo no se olvidan ni inmediatamente ni permanentemente

Arjona Mart??n, Nuria; Garc??a-Ram??rez, Jos?? Miguel
Fonte: Universidad de Granada Publicador: Universidad de Granada
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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37.72%
Las situaciones de sexismo son un fen??meno social que aparecen en muchas de las situaciones sociales diarias, situaciones que pasan desapercibidas y algunas, mayoritariamente las situaciones de sexismo ben??volo, no son percibidas como situaciones sexistas y no cobran la suficiente importancia. El objetivo de este estudio es analizar c??mo se relaciona la necesidad de cierre cognitivo frente al sexismo ambivalente. Para ver la relaci??n entre ambas variables se cont?? con una muestra de 46 mujeres, estudiantes de Educaci??n de la Universidad de Granada, de edades comprendidas entre los 22 y 45 a??os. Los instrumentos utilizados fueron el Test revisado y adaptado de Necesidad de Cierre Cognitivo (Horcajo, Dar??o D??az, Gandarillas y Bri??ol, 2011) y la Escala de Sexismo Ambivalente (Glick & Fiske, 1996). Los resultados obtenidos demuestran que a las participantes les causa incertidumbre inmediata y permanente cualquier situaci??n sexista, ya sea hostil o benevolente.

Elaboraci??n y validaci??n del Inventario de Sexismo Ambivalente para Adolescentes

Lemus, Soledad de; Castillo, Miguel; Moya Morales, Miguel Carlos; Padilla Garc??a, Jos?? Luis; Ryan, Estrella
Fonte: Asociaci??n Espa??ola de Psicolog??a Conductual Publicador: Asociaci??n Espa??ola de Psicolog??a Conductual
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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37.78%
La Teor??a del Sexismo Ambivalente es uno de los principales referentes del an??lisis psicosocial del g??nero. El constructo sexismo ambivalente se ha relacionado con el mantenimiento de actitudes y comportamientos discriminatorios hacia la mujer. Desde el punto de vista te??rico se ha propuesto un modelo especulativo sobre el desarrollo de este tipo de sexismo, resaltando la adolescencia como etapa evolutiva clave. No obstante, hasta ahora no se contaba con un instrumento de medida adecuado a las caracter??sticas de la poblaci??n adolescente. Este trabajo instrumental desarrolla el Inventario de Sexismo Ambivalente (ISA) en adolescentes y aporta evidencias sobre la validez de sus mediciones. El trabajo instrumental incluye tres estudios independientes. El primer estudio consisti?? en la elaboraci??n y evaluaci??n cualitativa de los ??tems. En el segundo estudio se analiz?? la estructura factorial del ISA mediante procedimientos exploratorios y se mostr?? que la fiabilidad de las mediciones era adecuada. El tercer estudio aport?? evidencias sobre la dimensionalidad del inventario. El an??lisis factorial confirmatorio aval?? la consistencia de la estructura factorial del ISA en adolescentes con la propuesta por la teor??a del sexismo ambivalente. A su vez...

Sexismo ambivalente hacia hombres: Un estudio exploratorio con adolescentes mexicanos

Arenas-Rojas, Aldo Alexis; Rojas-Sol??s, Jos?? Luis
Fonte: Universidad de Granada Publicador: Universidad de Granada
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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37.78%
Revisado por: Jory Bolton. Trent University | Marzia Fiorini. Grupo de Investigaci??n: Aprendizaje y Desarrollo en Contextos Educativos. Universidad de Granada; El sexismo ambivalente hacia las mujeres ha sido investigado con mayor frecuencia en comparaci??n con las actitudes sexistas hostiles y benevolentes hacia los hombres. Por ello en esta investigaci??n se exploran las actitudes ambivalentes hacia hombres en adolescentes mexicanos. M??todo: Estudio descriptivo, transversal y cuantitativo donde cuarenta y tres mujeres y treinta siete hombres, con edades comprendidas entre 12 y 19 a??os (M=16.61, DT=1.20), contestaron el Inventario de Sexismo Ambivalente hacia Hombres. Resultados: El an??lisis estad??stico mostr?? que los chicos obtuvieron mayores niveles de sexismo benevolente hacia el hombre, mientras que en el sexismo hostil no se obtuvieron diferencias significativas entre hombres y mujeres. Conclusiones: Desde una perspectiva de g??nero inclusiva es pertinente continuar con el estudio del sexismo hacia las mujeres y los hombres con el fin de entender las din??micas subyacentes en la discriminaci??n hacia ambos sexos. Por lo tanto, las actitudes hacia los hombres no deben ser consideradas como un tema de investigaci??n irrelevante.; Abstract: The ambivalent sexism towards women has been investigated more frequently in comparison of the hostile and benevolent attitudes toward men. Thus...

Sexismo y características del centro escolar: diferencias en función del tipo de centro; Sexism and school features: differences in terms of type of school

Aliri Lazcano, Jone; Garaigordobil, Maite; Martínez-Valderrey, Vanesa
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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37.72%
El estudio tuvo como objetivos explorar las diferencias, en actitudes sexistas y percepción del centro escolar de los y las adolescentes en función del tipo de colegio (público no religioso, privado no religioso y privado religioso); y analizar las relaciones entre ambas variables. Con un diseño descriptivo y correlacional, se administraron el Inventario de Sexismo Ambivalente para Adolescentes (de Lemus et al., 2008) y la Escala de Cultura Escolar (Higgins-D'Alessandro y Sadh, 1997). La muestra estaba configurada por 1.455 estudiantes de secundaria. Los resultados confirmaron que en general los y las adolescentes de colegios privados religiosos tenían puntuaciones más altas en sexismo. También se evidenció una percepción más positiva del colegio en estudiantes de colegios privados no religiosos. Finalmente, se hallaron correlaciones negativas entre sexismo ambivalente y cumplimiento de normas, y positivas entre sexismo ambivalente y relaciones entre profesores y estudiantes.; The aim of this study was to explore any differences in sexism and perceptions of school in terms of type of institution (state nonreligious, private nonreligious, private religious), and to analyze the relationship between sexism and perceptions of school. We used a descriptive correlational design and administered the Ambivalent Sexism Inventory for Adolescents (de Lemus et al....

Sexismo, personalidad, psicopatología y actividades de tiempo libre en adolescentes colombianos: Diferencias en función del nivel de desarrollo de la ciudad de residencia

Maite Garaigordobil; Universidad del País Vasco; María Rosalía Donado Badillo; Universidad del País Vasco
Fonte: Psicología desde el Caribe Publicador: Psicología desde el Caribe
Tipo: article; publishedVersion Formato: application/pdf; application/pdf
SPA
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37.63%
El estudio tuvo como objetivo analizar las diferencias entre los adolescentesde dos ciudades colombianas (Barranquilla y Bogotá) con nivelesde desarrollo distintos, en sexismo, rasgos de personalidad, competenciassociales, síntomas psicopatológicos y actividades de tiempo libre.La muestra fue de 846 adolescentes colombianos de catorce a dieciséisaños, 51,7% de Barranquilla y 48,3% de Bogotá (59,3% varones; 40,7%mujeres). Se administraron siete instrumentos de evaluación con garantíasde fiabilidad y validez, utilizando un diseño de investigacióndescriptivo y comparativo de corte transversal. Los resultados de losanálisis (MANOVA, T-test) confirmaron que: 1) Los adolescentes deambas ciudades tenían similares niveles de sexismo hostil y neosexismo,sin embargo, en sexismo benevolente, ambivalente y en ideología de rolsexual los de Barranquilla tuvieron puntuaciones significativamente superiores;2) Los adolescentes de Barranquilla manifestaron puntuacionessignificativamente superiores en autoconcepto, extraversión, amabilidad,responsabilidad, conductas de sensibilidad social, ayuda-colaboración,seguridad-firmeza en la interacción y liderazgo prosocial; mientras quelos de Bogotá tuvieron puntuaciones significativamente superiores enneuroticismo...

Sexismo ambivalente, paternalismo masculino e ideología política en una muestra de adultos jóvenes de la ciudad de Lima; Ambivalent sexism, male paternalism, and political ideology in a sample of young adults in the city of Lima; Sexismo ambivalente, paternalismo masculino e ideologia política em uma amostra de adultos jovens da cidade de Lima (Peru)

Rottenbacher de Rojas, Jan Marc
Fonte: Pontificia Universidad Javeriana Cali Publicador: Pontificia Universidad Javeriana Cali
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; "Artículo revisado por pares"; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artículo Formato: application/pdf; application/pdf; application/pdf
SPA; ENG; POR
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38.06%
Objetivo: este estudio describe la relación entre el sexismo ambivalente, el autoritarismo de derecha (RWA) y la orientación hacia la dominancia social (SDO) en una muestra de adultos jóvenes de la ciudad de Lima (N= 117). Método: se realizó un estudio cuantitativo de tipo descriptivo-correlacional. Además, se utilizaron versiones traducidas al Español de dos escalas que evalúan la ideología política (RWA y SDO), y una escala de sexismo ambivalente de Glick y Fiske (1996, 1997) validada para la población mexicana. Resultados: se encontró una relación directa entre el sexismo ambivalente y ambas medidas de ideología política (RWA y SDO). Y puede observar que los hombres presentan una mayor tendencia hacia el paternalismo y el sexismo hostil. Los análisis de regresión lineal muestran que sólo el RWA ejerce una influencia directa sobre los componentes del sexismo ambivalente. No se encontró ninguna relación significativa entre la ideología política conservadora y el sexo. Conclusión: es posible sostener, con base en los resultados, que la ideología política conservadora está asociada al sexismo ambivalente. Esta modalidad de sexismo promueve los roles de género tradicionales, no de   manera abiertamente hostil...

Instrumento referente ?? escala de Sexismo no ambiente de trabalho

Corr??a, N??bia Rocha
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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37.63%
A presente pesquisa buscou desenvolver uma escala de medida para o sexismo no ambiente de trabalho. Foi criada uma escala com base no Invent??rio de sexismo ambivalente (Glick & Fiske, 1996) que avalia os estere??tipos assumidos por cada g??nero (masculino e feminino) a respeito das dimens??es do sexismo hostil e ben??volo, al??m de outros materiais, incluindo publica????es do pr??prio senso comum, que tamb??m nos auxiliaram a pensar sob a perspectiva dos estere??tipos reproduzidos sobre os g??neros nos ambientes comuns. Buscou se investigar na presente pesquisa de que maneira essa medida do preconceito sexista ainda ?? presente nos ??mbitos sociais, especialmente no ??mbito de trabalho por preconceitos ainda existentes e culturalmente compartilhados, j?? que ainda se observa uma diferen??a de cargos ocupados entre os g??neros nos diversos setores. A conclus??o do trabalho nos leva a crer que ainda tem muito a ser feito para corrompermos essas barreiras e preconceitos que se fazem ainda presentes, visando contribuir para um maior entendimento n??o s?? na ??rea acad??mica como tamb??m em outros setores.

Mulheres negras e escolariza????o: poss??veis implica????es do racismo e do sexismo nos processos educativos

Silva, M??rcia Regina Gomes da
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
PT_BR
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37.63%
Este estudo se dedicou a analisar as poss??veis implica????es do racismo e do sexismo no processo de escolariza????o de mulheres negras. A partir da fala das participantes buscou-se verificar como s??o percebidas as discrimina????es raciais e de g??nero no interior do contexto acad??mico. Participaram do estudo oito mulheres que se autodeclararam negras, com idades entre 27 e 48 anos. A metodologia utilizada ?? inspirada na epistemologia qualitativa. Foram realizadas oito entrevistas individuais semiestruturadas com apresenta????o de imagens previamente selecionadas. Para analisar os resultados foram constru??das tr??s categorias anal??ticas: (1) Implica????es do racismo e do sexismo na escolariza????o de mulheres negras na Educa????o B??sica; (2) Quest??es raciais e de g??nero no contexto acad??mico em discuss??o; (3) Ser mulher e negra na sociedade brasileira a partir da perspectiva das participantes. Os resultados da pesquisa indicaram que o racismo e o sexismo est??o fortemente presentes no cotidiano das entrevistadas. Para a maioria das participantes, a escola foi o primeiro contexto social em que as discrimina????es raciais foram percebidas por elas, sendo fonte de grande sofrimento ps??quico. As entrevistadas tamb??m ressaltaram a escassez de representatividade da comunidade negra nas universidades...

Resolución de conflictos de pareja en adolescentes, sexismo y dependencia emocional

Pradas Cañete, Eva; Perles Novas, Fabiola
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2012 SPA
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37.72%
La violencia en adolescentes es un tema de especial importancia en la actualidad, además es un tema poco tratado y estudiado, por estos motivos se decidió indagar en algunas de las variables que influyen en el modo de resolver los conflictos de pareja por parte de los ado-lescentes. El estudio tiene como principal objetivo establecer una relación entre las varia-bles sexismo y dependencia emocional y resolución de conflictos en adolescentes. La mues-tra está integrada por 608 adolescentes de cinco institutos de la ciudad de Málaga. Los da-tos del estudio fueron analizados aplicando pruebas paramétricas, índices de correlación y análisis de regresión. Los resultados muestran niveles más favorables en las chicas en el uso de la violencia en las relaciones de pareja, sin embargo se muestran niveles superiores en los chicos en la varia-ble sexismo. También aparecen diferencias estadísticamente significativas entre la depen-dencia, los conflictos propios y los de pareja. Además se muestra también una asociación positiva entre sexismo y dependencia. Por otra parte, las variables sexismo, dependencia y estrategias de resolución de conflictos en la pareja fueron predictores significativos de las estrategias de resolución de conflictos propias. Finalmente se observa una fuerte asociación entre los conflictos propios y los conflictos de pareja.; Violence among adolescents is a topic of particular importance at present...

Cierre cognitivo, sexismo y religiosidad: diferencias y similitudes entre grupos de adolescentes con distinta cultura

Moyano,Manuel; Expósito,Francisca; Trujillo,Humberto M.
Fonte: Anales de Psicología Publicador: Anales de Psicología
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/05/2013 SPA
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37.72%
Desde el ámbito de la cognición social motivada, la necesidad de cierre cognitivo emerge como una variable crucial para la mejor comprensión de las diferencias individuales en variables psicosociales asociadas a la cultura y, además, susceptible de tener en cuenta en programas de intervención cuyo objetivo vaya dirigido a modificar actitudes ancladas en el prejuicio y la discriminación. En la presente investigación se ha realizado un estudio de este constructo motivacional y su relación con el sexismo y la religiosidad en una muestra de adolescentes cristianos y musulmanes, todos ellos residentes en un contexto social con un marcado carácter multicultural. De acuerdo con los datos obtenidos, no se han encontrado diferencias entre musulmanes y cristianos en necesidad de cierre cognitivo y sexismo. Sin embargo, se han encontrado diferencias por sexo en sexismo hostil. La necesidad de cierre cognitivo correlacionó de una forma estadísticamente significativa con el sexismo (hostil y benevolente), y es un buen predictor. Los musulmanes puntuaron de una forma significativamente más elevada que los cristianos en los indicadores de religiosidad. Se discuten los resultados en el marco de investigaciones previas.

El papel de la cultura del honor, del sexismo y de los celos en la respuesta a la infidelidad de la pareja

Canto Ortiz,Jesús María; Moreno Jiménez,Pilar; Perles Novas,Fabiola; San Martín García,Jesús
Fonte: Escritos de Psicología (Internet) Publicador: Escritos de Psicología (Internet)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2012 SPA
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37.84%
En esta investigación han participado 170 estudiantes universitarios (80 hombres y 90 mujeres). El propósito de este trabajo fue analizar si la cultura del honor, el sexismo y el grado de celos influían en el tipo de infidelidad (sexual o emocional) que más afectaba a los sujetos. Los participantes respondieron a seis dilemas en los que se les planteaban el tipo de infidelidad que más les afectan (sexual o emocional), una escala sobre escala sobre cultura del honor, un inventario sobre sexismo y una escala sobre celos. Los resultados mostraron diferencias entre hombres y mujeres sólo en dos de los seis dilemas. Se analizó la influencia de la cultura del honor, del sexismo hostil, del sexismo benévolo y del grado de celos en la preocupación por la infidelidad sexual y la infidelidad emocional. Se obtuvo que las mujeres que se preocupaban más por la infidelidad sexual puntuaron más alto en cultura del honor, sexismo benévolo y celos.