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Análise estrutural do emprego formal e informal na economia brasileira; Structural analysis of the formal and informal jobs in the Brazilian economy

Camargo, Fernanda Sartori de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/08/2006 PT
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66.18%
A reorganização econômica, caracterizada pelo processo de globalização, provocou alterações nas estruturas produtivas da economia brasileira e, conseqüentemente, mudanças no mercado de trabalho. Essas mudanças refletiram-se nas características setoriais de emprego, trazendo uma grande preocupação quanto às relações de trabalho e à crescente taxa de desemprego. A reorientação do modelo de desenvolvimento, que transitava de proteção ao setor industrial para uma economia aberta e a consolidação da moeda, a partir de 1990, originou profundas mudanças no mercado de trabalho brasileiro. Os postos de trabalho dos setores primário e secundário foram reduzidos, enquanto que, no setor terciário, houve aumento dos empregos, mas não suficiente para absorver todos os trabalhadores liberados dos demais setores. A participação dos trabalhadores no mercado informal no ano de 2003 representava cerca de 52%. Dessa forma, a questão de empregos no Brasil nos últimos anos tem se tornado cada vez mais discutida e questionada quanto à capacidade de gerar novos empregos e qual a qualidade desses empregos. O trabalho pretende discutir as características e evolução do pessoal ocupado procurando analisar a relação setorial entre os empregos formais e informais...

Restrição de crédito, setor informal e produtividade; Credit constraint, informal sector and productivity

Araujo, Julia Passabom
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2014 PT
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56.13%
A partir de um modelo padrão de empreendedorismo e crédito, como o proposto por Evans e Jovanovic (1989), este trabalho pretende analisar os efeitos de impostos e restrições de crédito sobre as escolhas ocupacionais dos agentes. Para tanto, adiciona-se ao modelo básico a possibilidade de coexistência de empreendedores atuando no setor formal e informal. A principal diferença entre estes reside no fato de que o setor formal está sujeito à cobrança de impostos e pode obter empréstimos mediante um colateral, dado por uma proporção da riqueza do agente. No setor informal não há incidência de impostos e todo o financiamento da empresa deve ocorrer via recursos próprios. Os dois setores também possuem funções de produção distintas. Além disso, são acrescentadas: alíquotas de impostos sobre o salário e rendimentos das empresas formais, bem como uma condição de equilíbrio geral no mercado de trabalho, já que os próprios empreendedores do modelo demandam este insumo. Cada indivíduo possui uma dotação de riqueza e talento empresarial. O modelo foi calibrado de acordo com algumas características da economia brasileira e em seguida foram realizadas simulações nos parâmetros de crédito e tributos. A partir das escolhas ocupacionais é possível mensurar os efeitos sobre eficiência...

Trabalhadoras domésticas : mercado de trabalho segmentado ou integrado?

Santos,Jankiel Aparecido Lima dos
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
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55.83%
Existe uma variedade de ensaios tratando do tema de segmentação do mercado de trabalho, porém todos utilizando a estratégia de avaliar diversas categorias de atividade conjuntamente, algo que tem tornado aparentemente mais árdua a obtenção de um consenso acerca da existência ou ausência de segmentação no caso brasileiro. Neste estudo, avalia-se apenas uma categoria específica, que é a de empregadas domésticas, na tentativa de se reduzir esta dificuldade, ao mesmo tempo em que se estuda um grupo relevante da força brasileira de trabalho, cujas representantes somam 1/6 dos postos de trabalho femininos ou 7% do total de pessoas empregadas no país. Desta forma, caso se consiga encontrar evidências robustas de que esta parcela significativa do mercado de trabalho seja segmentada, não se poderá supor que a sua totalidade tenha a característica de um mercado integrado. E esta é conclusão a que se chega por meio da aplicação de dois métodos (mínimos quadrados ordinários e a decomposição de Blinder-Oaxaca), reforçando a impressão geral de que existe diferencial de ganho entre os setores formal e informal, ainda que se faça o controle das características produtivas de cada grupo.

Uma análise do comportamento dos setores formal e informal urbanos do mercado de trabalho brasileiro na década 1960-1970

Bulhões, Paulo Ney Silva
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xv, 77 f.| tabs.
POR
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55.8%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio-Econômico. Curso de Pós-Graduação em Adiministração.

Um modelo de mecânica estatística para o estudo de migração com três setores

Oliveira, Tharnier Puel de
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 210 p.| il., grafs., tabs.
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56.02%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, Programa de Pós-Graduação em Física, Florianópolis, 2014; Neste trabalho estudamos a dinâmica de migração entre diferentes setores econômicos nos países em processo de urbanização. Para além do modelo convencional de dois setores, rural e urbano, sub- dividimos o setor urbano em dois outros setores, formal e informal. O processo de migração é incentivado por diferenças econômicas entre os setores e por influências sociais. Além desses, foram incluídos também incentivos pessoais, não observáveis, que tornam o processo migratório aleatório. Esse modelo foi pouco estudado devido a sua complexidade analítica. Em nosso estudo, o modelo é baseado em agentes e o processo de migração acaba descrito como um modelo de spin com campos variáveis, o qual é estudado através de simulação numérica. Veremos que o predomínio da população urbana aparece em todos os casos analisados e também que o surgimento de uma população no setor informal é uma propriedade emergente de nosso modelo. Isolantes e supercondutores topológicos apresentam várias fases topológicas caraterizadas por diferentes números de Chern ou por estados de borda sem gap. Neste trabalho mostramos que vários métodos da informação quântica...

Mudanças estruturais e mobilidade ocupacional no mercado de trabalho metropolitano no peródo 1982-2002.

Vaz, Fábio Monteiro
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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46.15%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Economia, 2006.; A dissertação analisa a evolução do mercado de trabalho metropolitano no período 1982-2002 a partir da perspectiva teórica da segmentação. Supondo que os limites da segmentação no mercado de trabalho se ajustam próximos da linha que divide as ocupações em formais e informais, procura-se avaliar o impacto das mudanças estruturais dos anos 90 sobre o destino do trabalhador no mercado de trabalho e identificar quais os grupos de trabalhadores foram mais prejudicados nesse processo. A hipótese é de que a diminuição do emprego formal na indústria de transformação e o processo de informalização das relações de trabalho que se verificou em todos os setores nos anos 90 contribuíram para a intensificação da segmentação no mercado de trabalho, uma vez que aumentaram as barreiras à transição para o emprego formal e a probabilidade de permanência no setor informal. Além disso, pelo fato dos contornos da segmentação serem mais fracos entre setores de atividade, os trabalhadores mais prejudicados nesse processo não foram aqueles desligados da indústria durante o processo de reestruturação produtiva – que muito provavelmente conseguiram manter sua posição na ocupação no novo setor de inserção –...

Trabalho informal, gênero e raça no Brasil do início do século XXI

Araújo,Angela Maria Carneiro; Lombardi,Maria Rosa
Fonte: Fundação Carlos Chagas Publicador: Fundação Carlos Chagas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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55.94%
O artigo analisa a evolução do trabalho informal no Brasil, de 2001 a 2009, com base nas Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílio. Questões como "onde estão" os informais, "quem são", "quanto ganham" orientaram o estudo, tendo, além da comparação entre setor formal e informal, o gênero como foco. A heterogeneidade, marca do setor informal, é visível nos diversos setores econômicos, nas diferentes posições na ocupação, nas desiguais oportunidades de mulheres e negros em relação a homens e brancos. Apesar de o trabalho informal ter diminuído no Brasil durante a década, o pequeno crescimento registrado deveu-se ao ingresso das mulheres e, particularmente, das negras.

Instituições e a informalidade no mercado de trabalho

Ulyssea,Gabriel
Fonte: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE Publicador: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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65.83%
O objetivo deste artigo é desenvolver um modelo que concilie os principais aspectos institucionais relativos à informalidade no mercado de trabalho. Trata-se de um modelo de matching com dois setores, formal e informal, que incorpora os principais tradeoffs que firmas e trabalhadores enfrentam ao decidir em que setor ingressar. O modelo apresenta uma inovação que o torna mais coerente aos principais fatos estilizados e às evidências empíricas mais recentes. Os resultados das simulações de políticas mostram que elevações no seguro-desemprego e reduções no imposto sobre a folha geram impactos positivos, porém reduzidos, sobre os principais indicadores do mercado de trabalho. Ao contrário, uma intensificação da fiscalização governamental leva a significativas reduções da informalidade, mas também provoca uma elevação substancial da taxa de desemprego e uma piora em outros indicadores do mercado de trabalho brasileiro.

A Inserção do migrante rural no mercado de trabalho urbano no Brasil: uma análise empírica da importância dos setores informal e formal

Ramalho,Hilton Martins de Brito; Silveira Neto,Raul da Mota
Fonte: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE Publicador: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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66.16%
Este artigo analisa a inserção do migrante rural-urbano no mercado de trabalho urbano no Brasil. Primeiro, fornece evidências sobre a importância do capital humano para a inserção do migrante brasileiro entre setores formal e informal. Em segundo lugar, investiga se o setor informal funciona como um estágio de transição para os migrantes à procura de um emprego melhor no setor formal e, em terceiro, examina se a alocação do migrante rural-urbano no mercado de trabalho reflete a sua melhor escolha possível, considerando os retornos esperados para as características individuais. Os resultados indicam que a probabilidade de ingresso do migrante no setor formal é diretamente relacionada com a dotação de capital humano, e que há barreiras à entrada em alguns segmentos. As evidências sugerem que boa parte dos migrantes ocupados como assalariados na economia informal procura, após certo tempo de vida nas cidades, um melhor emprego no setor formal.

Evolução do diferencial de rendimentos entre setor formal e informal no Brasil: o papel das características não observadas

Machado,Ana Flávia; Oliveira,Ana Maria Hermeto Camilo de; Antigo,Mariângela
Fonte: Instituto de Economa da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Economa da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
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56.05%
Este artigo investiga o diferencial de rendimentos entre setor informal e formal no Brasil urbano nos anos 1992, 1998 e 2004. Utiliza duas definições para o setor informal e formal, decompondo os diferenciais obtidos por meio de regressões quantílicas, segundo o método padrão de Oaxaca-Blinder. Pretende-se assim, por um lado, recorrer a conceitos distintos de setor informal, avançando na compreensão da estratégia do trabalhador embutida na escolha ocupacional. Por outro lado, investigar a evolução dos diferenciais de renda, isolando os efeitos das mudanças nas dotações dos atributos e dos retornos dos mesmos sobre o diferencial entre os dois setores, por quantis, no tempo, é mais uma forma de analisar o papel das características não observadas, elucidando o quão importante é a escolha ocupacional. A fonte de dados são as PNADs (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio) de 1992, 1998 e 2004. Os resultados obtidos mostram que os ocupados do setor informal nos quantis da base da distribuição, particularmente na definição onde são considerados somente os "conta própria", detêm retornos mais elevados por suas características não observadas, e essa tendência é crescente no período analisado.

Emprego e distribuição de renda nas regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro : anos 80

Fernando Augusto Mansor de Mattos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/1994 PT
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56.31%
O debate sobre distribuição de renda no Brasil assume, nos anos 80, contornos bastante diferentes daqueles envolvidos neste mesmo debate nas décadas anteriores. Desde meados da década de 50, quando se intensificou o processo de industrialização, até o final dos anos 70, a economia brasileira apresentou índices de crescimento econômico sem precedentes. Esta realidade colocou para o debate sobre a questão distributiva a tarefa de avaliar as razões pelas quais algumas parcelas da população conseguiram se beneficiar mais do que outras durante aquele período de prosperidade econômica e crescimento da renda. A década de 80 marca uma ruptura daquele processo de crescimento econômico. Dentro da nova realidade de instabilidade econômica e perspectivas adversas de retomada do desenvolvimento em um ambiente de crônico processo inflacionário e falência do Estado é que se recoloca, nos anos 80, a questão da distribuição de renda. Portanto, na última década a concentração de renda ocorrida na economia brasileira foi acompanhada de uma nítida diminuição de rendimentos para uma camada bastante significativa da população trabalhadora, o que fez aumentar a tensão social tanto nas áreas rurais quanto nas áreas urbanas...

Imposto sobre trabalho e seu impacto nos setores formal e informal; Texto para Discussão (TD) 1218: Imposto sobre trabalho e seu impacto nos setores formal e informal; Payroll taxes and their impact on the formal and informal sectors

Ulyssea, Gabriel; Reis, Maurício Cortez
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-PT
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96.22%
O objetivo deste artigo é analisar os impactos dos encargos trabalhistas sobre o mercado de trabalho brasileiro. Para tanto, utilizamos um modelo com dois setores (formal e informal) e dois tipos de trabalhadores. A demanda por trabalho é determinada pela produtividade dos trabalhadores e a oferta é dada por curvas de salário específicas ao setor e grupo de qualificação. Os parâmetros do modelo são estimados a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 1992 a 2003. Os resultados das simulações mostram que reduções nos encargos levariam a uma queda significativa no grau de informalidade e contribuiriam para aumentos dos níveis de emprego e de rendimentos.; 27 p. : il.

Discriminação e segmentação no mercado de trabalho e desigualdade de renda no Brasil; Texto para Discussão (TD) 1288: Discriminação e segmentação no mercado de trabalho e desigualdade de renda no Brasil; Discrimination and segmentation in the labor market and income inequality in Brazil

Barros, Ricardo Paes de; Franco, Samuel; Mendonça, Rosane
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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46%
Neste trabalho avaliamos a contribuição de duas formas de discriminação (por gênero e cor) e três tipos de segmentação (espacial, setorial e entre os segmentos formal e informal) no mercado de trabalho para a redução do grau de desigualdade em remuneração do trabalho e em renda per capita. Com exceção da segmentação entre os segmentos formal e informal, todas as demais formas de discriminação e de segmentação declinaram ao longo da década e, em particular, ao longo do último quadriênio. Essa redução nas imperfeições do mercado de trabalho, com sua crescente integração, teve papel fundamental para explicar a queda da desigualdade de rendimentos do trabalho e da renda per capita. As quedas no grau de segmentação geográfica (em particular, a segmentação entre capitais e municípios do interior) e setorial foram os fatores que mais contribuíram para a redução recente dessa desigualdade. De fato, a redução no grau de segmentação geográfica contribuiu para explicar 11% a 22% da queda recente no grau de desigualdade em renda per capita e em remuneração do trabalho, respectivamente. A redução no grau de segmentação entre setores de atividade contribuiu para explicar 10% a 18% dessa queda recente no grau de desigualdade em renda per capita e em remuneração do trabalho...

Instituições e a informalidade no mercado de trabalho; Texto para Discussão (TD) 1096: Instituições e a informalidade no mercado de trabalho; Institutions and informality in the labor market

Ulyssea, Gabriel
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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55.74%
O objetivo deste artigo é desenvolver um modelo que concilie os principais aspectos institucionais relativos à informalidade no mercado de trabalho. Trata-se de um modelo de matching com dois setores, formal e informal, que incorpora os principais trade-offs que firmas e trabalhadores enfrentam ao decidir em que setor ingressar. O modelo apresenta uma inovação que o torna mais coerente em relação aos principais fatos estilizados e às evidências empíricas mais recentes. Os resultados das simulações de políticas mostram que o modelo pode ser utilizado para analisar os impactos de diferentes mudanças institucionais sobre variáveis fundamentais do mercado de trabalho brasileiro.; 22 p. : il.

Produtividade do trabalho nos setores formal e informal : uma avaliação do período recente; Labour productivity in the formal and informal sectors : an evaluation of the recent period

Squeff, Gabriel Coelho
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Carta de Conjuntura - Artigos
PT-BR
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106.19%
Este trabalho avalia a dinâmica dos setores formal e informal na última década a partir dos dados das Contas Nacionais. Especificamente, almeja avaliar a produtividade do trabalho no setor formal comparativamente ao informal, visando destacar em que medida o comportamento deste último contribuiu para a dinâmica da produtividade do trabalho agregada. Descreve a metodologia utilizada de construção dos dados e de decomposição da variação da produtividade do trabalho. Discute os principais resultados e apresenta algumas considerações finais.; p. 123-133

Diferencial de salários entre os setores público e privado: uma resenha da literatura; Texto para Discussão (TD) 1457: Diferencial de salários entre os setores público e privado: uma resenha da literatura; Wage differential between the public and private sectors: a review of the literature

Holanda, Ana Luiza Neves de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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65.96%
A literatura empírica sobre diferencial de salários entre os setores público e privado no Brasil apresenta evidências de que os trabalhadores do setor público recebem, em média, maiores salários do que os trabalhadores do setor privado. Ainda que pouco explorada no que diz respeito aos fatores determinantes na escolha setorial feita pelo trabalhador, os resultados apresentados na literatura nacional são importantes para um melhor conhecimento das características do mercado de trabalho do país. Este artigo apresenta uma resenha sobre o diferencial de salários entre os trabalhadores dos setores público e privado com base em três enfoques. O primeiro é a apresentação de forma sistematizada dos principais estudos empíricos realizados para o caso brasileiro. O segundo enfoque trata da correção de viés de autosseleção dos trabalhadores, metodologia muito utilizada na literatura sobre diferencial de salários. Em particular, serão apresentados alguns trabalhos que tratam do problema de autosseleção dos trabalhadores no contexto de diferencial entre rendimentos dos trabalhadores dos setores formal e informal no mercado de trabalho brasileiro. A maior parte dos modelos utilizados neste contexto são os modelos de regressão com mudança endógena (endogenous switching regression). A diversidade de aspectos sobre o tema diferencial de salários público e privado na literatura internacional torna complexa a tarefa de sistematizá-la. Nessa literatura...

A recente queda da desigualdade de renda e o acelerado progresso educacional brasileiro da última década; Texto para Discussão (TD) 1304: A recente queda da desigualdade de renda e o acelerado progresso educacional brasileiro da última década; The recent fall in income inequality and the rapid educational progress of the last decade Brazil

Barros, Ricardo Paes de; Franco, Samuel; Mendonça, Rosane
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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46%
Neste trabalho avaliamos a contribuição de duas formas de discriminação (por gênero e cor) e três tipos de segmentação (espacial, setorial e entre os segmentos formal e informal) no mercado de trabalho, para a redução do grau de desigualdade em remuneração do trabalho e em renda per capita. Com exceção da segmentação entre os segmentos formal e informal, todas as demais formas de discriminação e de segmentação declinaram ao longo da década e, em particular, ao longo do último quadriênio. Essa redução nas imperfeições do mercado de trabalho, com sua crescente integração, teve papel fundamental para explicar a queda da desigualdade de rendimentos do trabalho e em renda per capita. As quedas no grau de segmentação geográfica (em particular, a segmentação entre capitais e municípios do interior) e setorial foram os fatores que mais contribuíram para a redução recente dessa desigualdade. De fato, a redução no grau de segmentação geográfica contribuiu para explicar 11% a 22% da queda recente no grau de desigualdade em renda per capita e em remuneração do trabalho, respectivamente. A redução no grau de segmentação entre setores de atividade contribuiu para explicar 10% a 18% dessa queda recente no grau de desigualdade em renda per capita e em remuneração do trabalho...

Produtividade do trabalho nos setores formal e informal no Brasil : uma avaliação do período recente; Texto para Discussão (TD) 2084 : Produtividade do trabalho nos setores formal e informal no Brasil : uma avaliação do período recente

Squeff, Gabriel Coelho
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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106.24%
Este texto discute a evolução da produtividade do trabalho nos setores formal, informal e de outras unidades familiares segundo atividade econômica. Com base em um shift-share modificado que lida com o problema de perda de aditividade, verificou-se que a produtividade agregada cresceu 7% entre 2001 e 2009, em decorrência do setor formal – uma vez que as atividades informais contribuíram negativamente – e de contribuições positivas da produtividade nas atividades (efeito direto) e da composição das ocupações (efeito ocupação). Ao se excluírem atividades com elevada parcela de produção não mercantil e imputada, obtêm-se resultados distintos: crescimento da produtividade agregada de apenas 2,2%, menor contribuição positiva do setor formal e efeito direto negativo e efeito ocupação positivo. Deste modo, é premente a adoção de políticas públicas que reduzam a informalidade e que promovam uma mudança estrutural em prol de atividades econômicas de maior valor agregado.; 40 p. : il.

Instituições e a informalidade no mercado de trabalho

Ulyssea, Gabriel
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2008 POR
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75.98%
This paper aims to develop a model capable of reconciling some of the main institutional aspects relative to labor market informality. It is a two-sector, formal and informal, matching model that incorporates the main tradeoffs faced by workers and firms when deciding in which sector they will operate. The model presents an innovation that makes it more coherent with most stylized facts and recent empirical evidence. Policy simulation's results show that increasing unemployment benefits and reducing payroll taxes generate positive, although small effects over labor market indicators. However, intensifying government audition rates implies a substantial reduction of informality rates, but it also causes unemployment to increase and the deterioration of other important indicators in the Brazilian labor market.; O objetivo deste artigo é desenvolver um modelo que concilie os principais aspectos institucionais relativos à informalidade no mercado de trabalho. Trata-se de um modelo de matching com dois setores, formal e informal, que incorpora os principais tradeoffs que firmas e trabalhadores enfrentam ao decidir em que setor ingressar. O modelo apresenta uma inovação que o torna mais coerente aos principais fatos estilizados e às evidências empíricas mais recentes. Os resultados das simulações de políticas mostram que elevações no seguro-desemprego e reduções no imposto sobre a folha geram impactos positivos...

Rural Migrants in the Urban Labor Market in Brazil: An Empirical Analysis of the Role of Informal and Formal Sectors; A Inserção do Migrante Rural no Mercado de Trabalho Urbano no Brasil: Uma Análise Empírica da Importância dos Setores Informal e Formal

Ramalho, Hilton Martins de Brito; Neto, Raul da Mota Silveira
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 03/12/2012 POR
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76.25%
This paper provides an empirical analysis of the insertion of the rural-urban migrant into the urban labor market in Brazil. Three different aspects are specifically considered. First, it provides evidence for the importance of human capital to the insertion of Brazilian rural-urban migrants between formal and informal sector. Second, it investigates if the Brazilian informal sector can be considered as a transitory stage for the migrant who intends to work in the formal sector. Finally, it analyses if the observed insertion of Brazilian rural-urban migrant in the labor market reflects his best possible choice given expected returns to his individual characteristics. The results indicate that the migrant human capital is positively associated to the chance of being allocated to formal sector and that there are barriers to entry in some sectors. The set of evidence is also consistent with the idea that urban informal sector represent a temporary stage for the migrant who intends to work in the formal sector.; Este artigo analisa a inserção do migrante rural-urbano no mercado de trabalho urbano no Brasil. Primeiro, fornece evidências sobre a importância do capital humano para a inserção do migrante brasileiro entre setores formal e informal. Em segundo lugar...