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Kant’s “Self” as a Being in the World

Faggion, Andrea; UEL / UEM
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 22/12/2015 POR
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De acordo com Kant, o idealismo é um “escândalo da filosofia”. Ao contrário de Hume, Kant não se satisfaz em notar que seres humanos não são capazes de abandonar suas crenças em coisas externas na vida prática. Kant pretende oferecer uma prova satisfatória da existência de coisas externas. Neste artigo, eu argumento que a prova definitiva da existência de coisas externas que Kant tem a oferecer está fundamentalmente conectada à sua nova concepção do eu empírico como um ser no mundo (Weltwesen), uma concepção que emerge na segunda edição da primeira Crítica e é completamente articulada nas Reflexões de 1788 em diante. Para mostrar isso, eu analiso a Refutação do Idealismo na Crítica ao Quarto Paralogismo da Psicologia Transcendental, a teoria kantiana da cognição de existências por inferência, a teoria crítica do “objeto” e a Refutação do Idealismo de 1787 em diante. Abstract According to Kant, idealism is a “scandal of philosophy”. Unlike Hume, Kant is not satisfied to point out that human beings are not capable of abandoning their belief in outer things in practical life. Kant aims to offer a satisfactory proof of the existence of outer things. My claim in this paper is that Kant’s definitive proof of the existence of outer things is fundamentally connected to his new conception of the empirical self as a being in the world (Weltwesen)...