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Estados mentais e atitudes proposicionais: abordagens filosóficas da psicologia do senso comum; Mental states and propositional attitudes: philosophical approaches to folk psychology

Oliveira, Guilherme Sanches de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/05/2014 PT
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A literatura filosófica sobre a Psicologia do Senso Comum se estende desde a década de 1970, e abrange diversas questões sobre nosso entendimento interpessoal cotidiano, nossa capacidade de interação e coordenação de atividades, o arcabouço conceitual intuitivo que relaciona estados mentais e atitudes proposicionais a comportamentos, e os mecanismos cognitivos de leitura mental que nos permitem atribuir estados mentais a outras pessoas. Nesta dissertação eu examino o desenvolvimento histórico desta literatura, identificando dois debates distintos, o primeiro (principalmente entre Paul Churchland e Jerry Fodor dos anos 70 aos anos 90) tendo como foco a relação entre a teoria da Psicologia do Senso Comum e teorias científicas (da neurociência e das ciências cognitivas), e o segundo (o debate contemporâneo) tendo como foco os mecanismos cognitivos de leitura mental e o papel das atribuições de estados mentais e atitudes proposicionais nas teorias da cognição corporificada, situada e estendida. Além do exame histórico do que argumento serem dois debates distintos e da transição conceitual entre ambos, também apresento aqui minha crítica à abordagem eliminativista contemporânea de Matthew Ratcliffe e, como alternativa...

O senso comum pedagógico : práxis e resistência

Benincá, Elli
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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O tema abordado pela presente tese é o “Senso comum pedagógico: práxis e resistência”. É uma reflexão pedagógica provocada pela questão-problema teoria e prática. O problema é evidenciado quando projetos político-pedagógicos com objetivos inovadores e revolucionários não conseguem transformar-se em processos de mudança social. São discursos revolucionários gerando práticas políticas tradicionais. A reflexão tem como referência técnica o projeto de pesquisa “A relação teoria e prática no cotidiano dos professores”. A hipótese que direciona a pesquisa faz pressupor que o senso comum, ao inspirar e orientar a consciência prática, desconsidera o discurso; por isso, o discurso que não se sedimenta como consciência se torna ineficaz. Por outro lado, o senso comum tende a resistir aos processos de transformação social, principalmente quando regidos pela via da reflexão. A tese procura, num primeiro momento, perceber como o senso comum se faz presente na história da filosofia, enquanto reflexão filosófica. Numa segunda abordagem, são avaliados os sentidos que compõem o senso comum pedagógico. Trata-se da forma como são construídos a partir do cotidiano cultural e de como podem ser ressignificados. São os sentidos...

"Coisas que as pessoas sabem" : computação e territórios do senso comum

Wild, Rafael; Maurente, Vanessa Soares; Maraschin, Cleci; Biazus, Maria Cristina Villanova
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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A inteligência artificial constrói, através da computação, sistemas com capacidades especiais na medida em que são capazes de realizar tarefas elaboradas para as quais a inteligência humana seria, em princípio, essencial. Um desses sistemas, um projeto de longo prazo e larga escala conhecido como CYC, propõe- se a uma tarefa considerada muito difícil, que é a de representar e tornar utilizável computacionalmente o conhecimento de senso comum, isto é, conhecimento não especializado, de que as pessoas lançam mão no decorrer do dia a dia sem mesmo dar-se conta de que o estão utilizando. Para realizar este projeto, seus criadores partem de premissas não explicitadas, tais como a de que esse conhecimento é, em primeiro lugar, representável de alguma maneira formal. Examinaremos com atenção esse projeto, para tentar tornar visíveis algumas dessas premissas que consideramos importantes. Buscaremos mostrar, ademais, como o conhecimento ali expresso é marcado pela perspectiva dos seus criadores sobre o mundo e sobre o que se constitui como conhecimento válido.; The discipline of artificial intelligence has been able to build computational systems with remarkable abilities concerning some difficult tasks for which a human intelligence would otherwise be required. One of those systems...

O conhecimento do senso comum e os limites da inteligência artificial

Pilan, Fernando Cesar
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 100 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Filosofia - FFC; Neste trabalho investigamos o papel cognitivo e epistêmico do conhecimento do senso comum no âmbito das discussões contemporâneas acerca da mente. Além disso, analisamos em que medida o conhecimento do senso comum se coloca como um limite ao alcance dos modelos mecânicos da Inteligência Artificial (IA). Com tais objetivos, em um primeiro momento apresentamos a pseudo dicotomia episteme/doxa assumida pela tradição filosófica, destacando a influência desta tradição em áreas contemporâneas de investigação da mente como a Ciência Cognitiva e a Inteligência Artificial. Como alternativa a este tipo de epistemologia dicotômica, apresentamos algumas vertentes filosóficas epistemologicamente continuístas como as propostas de T. Reid, G. Moore, J. Dewey e G. Ryle. Para estas vertentes, o conhecimento do senso comum é entendido como cognitivamente eficiente no âmbito cotidiano da vida, em especial, em atividades nas quais não temos o total controle consciente e intencional. A partir deste debate inicial sobre as capacidades cognitivas do conhecimento do senso comum...

Ciência, senso comum e revoluções científicas: ressonâncias e paradoxos

Francelin,Marivalde Moacir
Fonte: IBICT Publicador: IBICT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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Revisa alguns aspectos da constituição do conhecimento científico, como, por exemplo, sua definição, sua relação com a filosofia, com a religião e com o mito; segundo, descreve algumas características de eventos que se desenvolveram e ainda se desenvolvem a partir de novos conceitos em torno da própria ciência, tais como o (novo) senso comum e algumas discussões (Thomas Kuhn e Karl Popper) sobre as revoluções científicas. Estabelece que a gênese científica relaciona-se às manifestações cotidianas, modificando-se e distinguindo-se em suas múltiplas interpretações.

Senso comum, ciência e filosofia: elo dos saberes necessários à promoção da saúde

Rios,Ediara Rabello Girão; Franchi,Kristiane Mesquita Barros; Silva,Raimunda Magalhães da; Amorim,Rosendo Freitas de; Costa,Nhandeyjara de Carvalho
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
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No processo de evolução, a humanidade acumulou saberes que foram sistematizados como conhecimentos. A Filosofia nos auxilia nas funções teóricas e práticas a chegar a uma concepção do universo por meio da auto-reflexão.O senso comum contribui para que a ciência progrida. A partir de problemas do cotidiano das pessoas, surge a necessidade de pesquisar, de aprofundar interpretações dos achados e propor soluções para superar as dificuldades enfrentadas pela população. A ciência existe para esclarecer aspectos problemáticos do senso comum, fornecer respaldo aos questionamentos e fundamentar cada conhecimento produzido em resposta às demandas. Assim, os conhecimentos envolvidos nesta reflexão pretendem beneficiar uma articulação entre as formas básicas de conhecimento e desenvolver uma compreensão satisfatória da promoção da saúde, numa visão compartilhada e conscientizadora da mudança de paradigmas no sistema de saúde. Compreendemos que a promoção da saúde constitui um componente indispensável neste processo, tendo como foco central de suas intervenções o indivíduo pertencente a uma comunidade nas suas múltiplas relações, especialmente entre o contexto comunitário e a dimensão subjetiva, propiciando-lhe um resgate da cidadania.

A ciência e as idas e voltas do senso comum

Paty,Michel
Fonte: Universidade de São Paulo, Departamento de Filosofia Publicador: Universidade de São Paulo, Departamento de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2003 PT
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Não podemos conceber a compreensão e a comunicação de idéias sem fazer referência ao senso comum. Porém, por outro lado, todo conhecimento novo que seja importante precisa ultrapassar o senso comum e, portanto, romper com ele. Essas duas exigências, aparentemente contraditórias, podem ser conciliadas? E, se for o caso, de qual maneira? Devemos, na verdade, reconhecer que, quando conhecimentos novos são adquiridos e bem compreendidos, assimilados, completamente inteligíveis, e até ensinados; quando neles nos baseamos para avançar na direção de conhecimentos ainda mais novos, estes que foram adquiridos participam da constituição de um senso comum, modificado, diferente do precedente, mas que tem tanto direito quanto este à qualificação de " senso comum ", exatamente no mesmo sentido que o antigo. Desta maneira, o senso comum se enriquece pela assimilação dos conhecimentos científicos. Mostraremos como ele beneficia-se, de fato, das "ampliações" da racionalidade que permitem compreender de que maneira o progresso do conhecimento torna-se possível. Vários exemplos examinados na área da física contemporânea (com a teoria da relatividade e a teoria quântica) ajudarão a explicitar concretamente a tese assim resumida. Estas considerações têm implicações éticas...

"Coisas que as pessoas sabem": computação e territórios do senso comum

Wild,Rafael; Maurente,Vanessa; Maraschin,Cleci; Biazus,Maria Cristina
Fonte: Universidade de São Paulo, Departamento de Filosofia Publicador: Universidade de São Paulo, Departamento de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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A inteligência artificial constrói, através da computação, sistemas com capacidades especiais na medida em que são capazes de realizar tarefas elaboradas para as quais a inteligência humana seria, em princípio, essencial. Um desses sistemas, um projeto de longo prazo e larga escala conhecido como CYC, propõe-se a uma tarefa considerada muito difícil, que é a de representar e tornar utilizável computacionalmente o conhecimento de senso comum, isto é, conhecimento não especializado, de que as pessoas lançam mão no decorrer do dia a dia sem mesmo dar-se conta de que o estão utilizando. Para realizar este projeto, seus criadores partem de premissas não explicitadas, tais como a de que esse conhecimento é, em primeiro lugar, representável de alguma maneira formal. Examinaremos com atenção esse projeto, para tentar tornar visíveis algumas dessas premissas que consideramos importantes. Buscaremos mostrar, ademais, como o conhecimento ali expresso é marcado pela perspectiva dos seus criadores sobre o mundo e sobre o que se constitui como conhecimento válido.

Diálogos na dissertação escolar: um estudo sobre os enunciados de senso comum e de polêmica

Guariglia,Rinaldo
Fonte: LAEL/PUC-SP (Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Publicador: LAEL/PUC-SP (Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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Este estudo examina duas categorias dialógicas regidas pela argumentação nas redações argumentativas escolares, que respondem pela propagação de sentidos do senso comum (categoria de consenso) e de sentidos que se contrapõem ao senso comum (categoria de polêmica). Há três matrizes dialógicas observadas em redações escolares: os diálogos do sujeito-produtor com outras vozes sociais, com a proposta de redação e, principalmente, com o interlocutor-examinador. Esses diálogos inserem um conjunto de propriedades que ora são manifestações da categoria consensual ora da polêmica, e estão de acordo com o exercício argumentativo do texto. Entre as propriedades dialógicas estão a aplicação de noções generalizantes, a organização de enunciados descritivos, a observação de um raciocínio lógico formalizado, o rompimento com a proposta de redação, a inserção de enunciados interrogativo-retóricos e o uso de paráfrases extraídas da proposta.

As várias maneiras filosóficas de recorrer ao senso comum nas Luzes britânicas

Jaffro, Laurent
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2003 POR
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O artigo analisa os usos e figuras do senso comum na filosofia britânica do século XVIII, de Shaftesbury a Reid. Essa noção, longe de exprimir uma recusa da filosofia, serve para definir o estatuto dos argumentos e conceitos que compõem o discurso filosófico.

Anthony Giddens entre a hermenêutica e a crítica: o status do conhecimento de senso comum na teoria da estruturação

Peters, Gabriel
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Originais" Formato: application/pdf
Publicado em 07/12/2014 POR
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O artigo se debruça sobre a relação entre Ciência Social e saber de senso comum na teoria da estruturação de Giddens, apresentando-a como uma síntese de diferentes versões da “apologia” e da “crítica” do conhecimento social leigo nas Ciências Humanas. Tal síntese postula um “ponto de partida hermenêutico”, segundo o qual a elucidação de formas de vida depende do contato com os recursos simbólicos que tornam possível a um nativo participar dessas formas de vida, ao mesmo tempo em que defende que a interpretação hermenêutica deve ser combinada à objetivação de condições e efeitos societários que operam à revelia das intenções e/ou do conhecimento dos agentes. Contra os paladinos da “ruptura epistemológica” como passo primeiro da Ciência Social, Giddens abraça a tese de que o contato epistêmico com os saberes pragmáticos mobilizados pelos atores é requisito sine qua non para um retrato acurado de suas práticas. Contra a redução da análise social a um relatório de como os agentes leigos pensam e representam seus contextos coletivos, ele articula a mesma tese às tradicionais preocupações da Sociologia estrutural com circunstâncias não reconhecidas e consequências não intencionais da ação social. O sociólogo britânico delineia...

De Shaftesbury a Kant: A ilustração entre a filosofia e o senso comum; From Shaftesbury to Kant. The enlightenment between philosophy and common sense

Pimenta, Pedro Paulo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/1998 POR
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O texto procura mostrar como um problema aparentemente formal surgido no âm- bito das preocupações caras à filosofia britânica – a adequação da exposição ao conceito filosófico – suscita a questão da relação, sempre problemática, entre a filosofia e o senso comum. A sugestão aqui esboçada é que essa discussão, tal como ela aprece em Shaftesbury e Hume, se encontra na gênese da formulação transcendental do conceito de finalidade na Filosofia Crítica de Kant.; The text’s main goal is to show how a seemingly formal problem which arises in the british philosophical ambient – the fitness between the philosophical concept and its exposition – leads to the question of the relationship between philosophy and common sense. The suggestion here is that this discussion, as it appears in Shaftesbury and Hume, is central to the genesis of the formulation of the transcendental concept of finality in Kant’s Critical philosophy.

Narratividade e senso comum : nas rimas dos versos de cordel; Narrativity and common sense : in the rhymes of the verses of cordel literature

Fernanda Moraes D'Olivo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/08/2015 PT
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Como se dá o funcionamento do efeito do senso comum nos cordéis que narram fatos que impactaram a grande mídia? Esta é a pergunta que orienta as reflexões e análises desta tese. Para respondê-la, foi necessário traçar um percurso que me permitisse entender a discursividade do senso comum no modo como o cordel, em sua materialidade, produz sentidos, ou seja, compreender o senso comum como efeito de sentido resultante do funcionamento da ideologia. Nesse percurso, foi importante a noção de narratividade (MARIANI, 1996), concebida como um processo simbólico que mobiliza a memória discursiva. O corpus deste trabalho é composto pelos cordéis Dilma Rousseff já é presidenta da nação e A invasão do Alemão, os quais foram escolhidos porque apresentam questões que marcam o social no que diz respeito à política e à violência. A partir da análise desses folhetos, compreendi que o senso comum, enquanto efeito de sustentação, tal como definido por Pêcheux (1975) funciona no modo da implicatura, o que marca a argumentação e a progressão narrativa configuradas nos folhetos, com um efeito de assertividade e de constatação. O efeito do senso comum produz um imaginário de generalização, apagando o confronto entre as diferentes formações discursivas e...

"Coisas que as pessoas sabem": computação e territórios do senso comum

Wild, Rafael; Maurente, Vanessa; Maraschin, Cleci; Biazus, Maria Cristina
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2011 POR
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A inteligência artificial constrói, através da computação, sistemas com capacidades especiais na medida em que são capazes de realizar tarefas elaboradas para as quais a inteligência humana seria, em princípio, essencial. Um desses sistemas, um projeto de longo prazo e larga escala conhecido como CYC, propõe-se a uma tarefa considerada muito difícil, que é a de representar e tornar utilizável computacionalmente o conhecimento de senso comum, isto é, conhecimento não especializado, de que as pessoas lançam mão no decorrer do dia a dia sem mesmo dar-se conta de que o estão utilizando. Para realizar este projeto, seus criadores partem de premissas não explicitadas, tais como a de que esse conhecimento é, em primeiro lugar, representável de alguma maneira formal. Examinaremos com atenção esse projeto, para tentar tornar visíveis algumas dessas premissas que consideramos importantes. Buscaremos mostrar, ademais, como o conhecimento ali expresso é marcado pela perspectiva dos seus criadores sobre o mundo e sobre o que se constitui como conhecimento válido.; The discipline of artificial intelligence has been able to build computational systems with remarkable abilities concerning some difficult tasks for which a human intelligence would otherwise be required. One of those systems...

A ciência e as idas e voltas do senso comum; Science and the comings and goings of common sense

Paty, Michel
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/03/2003 POR
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Não podemos conceber a compreensão e a comunicação de idéias sem fazer referência ao senso comum. Porém, por outro lado, todo conhecimento novo que seja importante precisa ultrapassar o senso comum e, portanto, romper com ele. Essas duas exigências, aparentemente contraditórias, podem ser conciliadas? E, se for o caso, de qual maneira? Devemos, na verdade, reconhecer que, quando conhecimentos novos são adquiridos e bem compreendidos, assimilados, completamente inteligíveis, e até ensinados; quando neles nos baseamos para avançar na direção de conhecimentos ainda mais novos, estes que foram adquiridos participam da constituição de um senso comum, modificado, diferente do precedente, mas que tem tanto direito quanto este à qualificação de " senso comum ", exatamente no mesmo sentido que o antigo. Desta maneira, o senso comum se enriquece pela assimilação dos conhecimentos científicos. Mostraremos como ele beneficia-se, de fato, das "ampliações" da racionalidade que permitem compreender de que maneira o progresso do conhecimento torna-se possível. Vários exemplos examinados na área da física contemporânea (com a teoria da relatividade e a teoria quântica) ajudarão a explicitar concretamente a tese assim resumida. Estas considerações têm implicações éticas...

Science and Common Sense: between ruptures and continuities; Ciência e senso comum: entre rupturas e continuidades

Germano, Marcelo Gomes; UEPB - Paraíba; Kulesza, Wojciech Andrzej; UEPB - Paraíba
Fonte: Imprensa Universitária - UFSC Publicador: Imprensa Universitária - UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2010 POR
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One important question related to the theoretical fundamentals ofeducational practices in popularization and publiccommunication of Science is the one concerning the difficultrelation between scientific knowledge and common senseknowledge. These are two forms of knowledge that seem toexclude themselves mutually at the level of the criteria they use toexplain the phenomena. If Science develops itself by contradictingcommon sense knowledge, how the popularization of scientificresults is possible at all? Is there a way back to common sensethat makes possible a dialogue between these two kinds ofdiscourse that strive to explain the same reality with so differentapproaches? In this study, Bachelardian epistemology is revisitedand, taking into account the opinion of other philosophers andscientists, we develop a critical standpoint that focuses andunderlines the importance of common sense in that old andpersistent discussion.; http://dx.doi.org/10.5007/2175-7941.2010v27n1p115Uma importante questão relacionada aos fundamentos teóricosdas práticas educacionais em popularização e comunicação públicada ciência refere-se à problemática relação entre conhecimentocientífico e saberes de senso comum. Duas formas de conhecerque parecem excluírem-se em seus critérios de explicaçãoda realidade. Se a ciência desenvolve-se em flagrante negaçãoaos saberes de senso comum...

Fora de cena: a loucura, o obsceno e o senso comum; Offstage: madness, the obscene, and common sense; Fuera de escena: la locura, lo obsceno y el sentido común

Martínez-Hernáez, Angel; Universitat Rovira i Virgili, Tarragona
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2012 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/1807-1384.2012v9n2p01Na história europeia, a loucura está associada com dois estados: o movimento e o confinamento. Estes estados aparentemente contraditórios convergem em um estado obsceno, no sentido etimológico da palavra: fora de cena. Neste artigo, baseado em dados etnográficos na rede de saúde mental de Barcelona, argumenta-se que o "estar obs-ceno" se produz quando a loucura desafia os processos sociais hegemônicos de persuasão que induzem a aceitar padrões de comportamento considerados adequados e a identificação dos pacientes com os interesses dos terapeutas. A loucura não desafia a razão, como normalmente se diz, senão o senso comum entendido como um sistema cultural. A natureza refratária da loucura conduz a uma gestão estigmatizante nos sistemas especialistas que procuram incorporar a experiência dos sujeitos afligidos em categorias nosológicas previsíveis.; Throughout European history, madness has been associated with two states: movement and confinement. These apparently contradictory states converge in an obscene state, in the etymological sense of the word: offstage. In this article, based on data from ethnographic work in the Barcelona mental health care network, it is argued that "being ob-scene" results when madness challenges hegemonic social processes of inculcation and persuasion that induce acceptance of behavioral patterns considered appropriate...

INTOLERÂNCIA CONTRA O LINGUISTA NO DISCURSO DO SENSO COMUM[1]

Bessa,José Cezinaldo Rocha
Fonte: Lingüística Publicador: Lingüística
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2015 PT
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Objetivamos, com este trabalho, demonstrar e analisar manifestações de intolerância contra o linguista que se expressam no discurso do senso comum. O presente trabalho encontra respaldo em estudos sobre variação linguística, norma, mídia e preconceito, segundo os postulados de Scherre (2005), Fiorin (2002), Bagno (2003, 2006, 2012), Faraco (2001, 2007) e Oliveira (2007), e sobre preconceito e intolerância linguísticos, conforme Leite (2008). O corpusanalisado se constitui de 157 comentários publicados por leitores do blog do jornalista Reinaldo Azevedo no contexto da acirrada polêmica em torno do livro didático “Por uma vida melhor”. Os resultados demonstram que a intolerância contra o linguista é um fato concreto em nossos dias, configurando, no discurso do senso comum, feições que vão desde a não aceitação das posições assumidas pelo linguista à desqualificação da própria figura desse profissional

Senso comum, ciência e filosofia: elo dos saberes necessários à promoção da saúde

Rios,Ediara Rabello Girão; Franchi,Kristiane Mesquita Barros; Silva,Raimunda Magalhães da; Amorim,Rosendo Freitas de; Costa,Nhandeyjara de Carvalho
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
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No processo de evolução, a humanidade acumulou saberes que foram sistematizados como conhecimentos. A Filosofia nos auxilia nas funções teóricas e práticas a chegar a uma concepção do universo por meio da auto-reflexão.O senso comum contribui para que a ciência progrida. A partir de problemas do cotidiano das pessoas, surge a necessidade de pesquisar, de aprofundar interpretações dos achados e propor soluções para superar as dificuldades enfrentadas pela população. A ciência existe para esclarecer aspectos problemáticos do senso comum, fornecer respaldo aos questionamentos e fundamentar cada conhecimento produzido em resposta às demandas. Assim, os conhecimentos envolvidos nesta reflexão pretendem beneficiar uma articulação entre as formas básicas de conhecimento e desenvolver uma compreensão satisfatória da promoção da saúde, numa visão compartilhada e conscientizadora da mudança de paradigmas no sistema de saúde. Compreendemos que a promoção da saúde constitui um componente indispensável neste processo, tendo como foco central de suas intervenções o indivíduo pertencente a uma comunidade nas suas múltiplas relações, especialmente entre o contexto comunitário e a dimensão subjetiva, propiciando-lhe um resgate da cidadania.

DO SENSO COMUM À CIÊNCIA: PARA O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, UMA TRANSIÇÃO DIFÍCIL DE SER COMPLETAMENTE COMPREENDIDA

Medeiros, Rômulo José Dantas
Fonte: Conexões Publicador: Conexões
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2008 POR
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Diante do grande debate já realizado referente às questões epistemológicas da educação física (EF), foi proposto no presente artigo uma diferente forma de análise: refletir e compreender o ponto de vista de um recém formado educador físico acerca da temática “do senso comum a ciência: uma transição possível à EF”. Tal ponto de vista foi desenvolvido textualmente como um “instrumento” de preparação para o processo de seleção do primeiro programa de mestrado em educação física da região norte/nordeste. Posterior a reflexão realizada, conclui-se que a referida transição incita preocupações associadas à valorização do profissional de EF. Essa valorização, por sua vez, precisa ser buscada pelo educador físico, estando esse, necessariamente, consciente de que sua intervenção não pode apresentar um caráter de cientismo, nem de credulidade. Palavras-Chaves: Epistemologia; Valorização profissional; Senso comum; Ciência COMMOM SENSE TO SCIENTIFIC KNOWLEDGE: FOR THE PHYSICAL EDUCATION PROFESSIONAL, A DIFFICULT TRANSITION OF COMPLETELY BEING UNDERSTOOD Rômulo José Dantas Medeiros Abstract Ahead the extensive debate already realized relative to physical education epistemologies questions...