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Importância das notificações/levantamento de risco para a segurança do doente

Santos, Ana; Neto, Cristina; Barreira, Ilda; Esteves, Isabel; Delgado, Sílvia; Preto, Leonel
Fonte: Ordem dos Enfermeiros - Secção Regional do Norte Publicador: Ordem dos Enfermeiros - Secção Regional do Norte
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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106.25%
A existência de um grupo de gestão do risco, numa instituição de saúde, pressupõe o estabelecimento documentado, de um conjunto de procedimentos e atuações que permite a identificação de perigos e a avaliação de riscos nas diferentes etapas dos processos de trabalho, bem como a adoção de medidas preventivas e/ou corretivas. A notificação, é um instrumento que permite visualizar e conhecer as possíveis falhas no sistema, possibilitando todo um histórico para posterior análise, como evidencia o ciclo PDCA (Plan, Do, Check e Act) do processo do Grupo de Gestão do Risco (GGR). Objetivos: Identificar os Riscos através do levantamento anual; Promover e consolidar uma cultura de qualidade e segurança do doente na ULSNE; Promover o incentivo de notificações/ eventos adversos; elaboração de plano de ação para colmatar as não conformidades detetadas. Método Expositivo; Pesquisa Bibliográfica; tratamento de dados referente aos levantamentos e notificações através da intranet da ULSNE. Risco clínico é tudo o que põe diretamente em causa a segurança do doente; Risco não clínico é o que põe em causa a saúde dos colaboradores, relacionados com toda a envolvente do doente, tal como: estrutura física, profissionais de saúde...

Avaliação da cultura de segurança do doente num centro hospitalar da Região Centro

Sousa, Anabela Marques de
Fonte: FEUC Publicador: FEUC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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96.4%
A cultura de segurança do doente é a forma como os profissionais de saúde, no seu ambiente de trabalho, agem por forma a tornar a prestação de cuidados ao doente mais segura. Conhecer a cultura de segurança de uma organização é importante para identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria na segurança do doente. Este estudo descritivo e correlacional teve como objetivo avaliar a cultura de segurança do centro hospitalar α, constituído por três unidades hospitalares e identificar prioridades de intervenção para as dimensões da segurança do doente que constituem oportunidades de melhoria. Como instrumento de recolha de dados utilizou-se o questionário “Hospital Survey on Patient Safety Culture”. A amostra é constituída por 310 profissionais de saúde. As dimensões da segurança do doente em que se obtiveram resultados mais positivos são o “Trabalho em equipa”, as “Expectativas do supervisor/gestor e ações que promovem a segurança do doente” e a “Aprendizagem organizacional – melhoria continua”. As dimensões consideradas de oportunidade de melhoria com intervenção prioritária são “Resposta ao erro não punitiva”, “Apoio à segurança do doente pela gestão” e “Frequência de notificação”. A frequência de notificação muito baixa...

A segurança do doente na transferência de responsabilidade entre enfermeiros: a importância da comunicação

Gomes, Luís Carlos Barata
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
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96.28%
A segurança do doente é hoje considerada uma questão prioritária nos cuidados de saúde. A comunicação, e especificamente a comunicação entre os profissionais de saúde, é consensualmente apontada como um dos determinantes da segurança do doente. A passagem de turno entre enfermeiros é um dos momentos mais comuns e reconhecidamente mais importantes de comunicação. Com este estudo pretendeu-se compreender de que forma os enfermeiros percebem a passagem de turno enquanto momento de comunicação, o grau em que a avaliam como determinante para a segurança do doente e para a qualidade dos cuidados de saúde, e que mudanças advogam tendo em mente a sua melhoria. Foi utilizada uma abordagem metodológica mista que integrou uma observação naturalista e uma entrevista-semiestruturada. Neste estudo participaram 44 enfermeiros de um serviço de internamento de adultos de um Hospital Privado. De forma geral, foi possível concluir que a passagem de turno é percebida como um evento fundamental para os enfermeiros, descrita como um processo com algumas limitações que se prendem com as falhas na comunicação, a falta de competências, o tempo, o espaço e, sobretudo, deficiências relacionadas com a informação. Como forma de melhoria deste processo foram referidas aspectos relacionados com a organização; estrutura de informação; competências de comunicação; motivação da equipa; e barreiras estruturais do espaço físico. Considera-se que estes resultados podem contribuir para a promoção da efectividade e eficiências das passagens de turno e...

Avaliação da cultura de segurança do doente e propostas de melhoria

Pimenta, Lara Cristina
Fonte: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Publicador: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Mestrado em Gestão e Avaliação de Tecnologias em Saúde; A segurança do doente (SD) é um problema global que afeta países em todos os níveis de desenvolvimento. Embora seja difícil quantificar o problema, estima-se que, por ano, milhões de doentes em todo o mundo sofrem danos, lesões ou morte devido à prestação cuidados de saúde inseguros. A World Health Organization (WHO) publicou em 2009 o relatório Global Priorities for Patient Safety Research, em que estabelece quais as áreas mais deficitárias de investigação constando, entre outras, a deficiente implementação da cultura de segurança nos serviços de saúde e a existência de uma abordagem culpabilizante nos processos. A crescente complexidade dos sistemas de saúde, onde interagem fatores pessoais, profissionais, organizacionais, clínicos e tecnológicos potencialmente perigosos, ainda que eficazes, fazem da SD, um imperativo global. Esta apresenta-se como uma componente estruturante e uma variável incontornável da qualidade em saúde. Ter a segurança como principal aspeto da qualidade, combinando as suas técnicas, integrando-as numa só cultura, deve ser uma estratégia global das organizações de saúde. No relatório de um grupo de trabalho da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) para o Ministério da Saúde (MS)...

A Segurança do Doente em Cuidados Paliativos: Perceção dos Profissionais de Saúde

Ribeiro, Olivério; Cunha, Madalena; Duarte, João; Ferreira, Ana Luísa; Venício, Daniela
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2014 POR
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Resumo Enquadramento: A segurança dos cuidados de saúde prestados ao doente é fundamental para garantir a sua qualidade. Neste âmbito, estudou-se a segurança do doente em fim de vida na perspetiva dos profissional de saúde. Objetivo: Compreender as intervenções dos profissionais de saúde na deteção de erros e incidentes para a segurança dos doentes. Métodos: Estudo transversal com enfoque descritivocorrelacional, recorrendo-se a um questionário de segurança do doente, elaborado para o efeito, tendo por base a Classificação Internacional sobre Segurança do Doente da Direção-Geral da Saúde (2011). A amostra foi constituída por 146 profissionais de saúde que trabalham em unidades de saúde com doentes crónicos e paliativos. Resultados: Os profissionais na faixa etária mais jovem (≤27anos), do género feminino e com pós-graduação/especialização, são os que observam com maior frequência os incidentes/erros. Os profissionais que trabalham em unidades de saúde são os que mais incidentes/erros observam (O.M. 74.29; =.001) e o inverso acontece com os que trabalham em Unidades de Cuidados Paliativos (UCP), (O.M. 37.53, =.001). O “grau de gravidade do dano observado”, assumido como gravidade severa...

Segurança do Doente: da Teoria à Prática Clínica

Lage, MJ
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 POR
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96.27%
A investigação dos últimos 10 anos mostra que pelo menos 10% dos doentes admitidos em estabelecimentos hospitalares vão sofrer danos decorrentes da prestação dos cuidados de saúde. É da responsabilidade do profissional de saúde evitar que isso aconteça. No entanto, poucos profissionais registam os seus erros e menos ainda são os que os analisam, o que dificulta a aprendizagem e a prevenção de ocorrências semelhantes no futuro. Paradoxalmente, o primeiro passo para a criação de um sistema eficaz de promoção da segurança do doente é aumentar a visibilidade do erro e da lesão decorrentes dos cuidados de saúde. Para isso concorrem os sistemas de relatos de incidentes, as auditorias, a revisão de processos e a monitorização de indicadores clínicos. A análise dos dados obtidos permite identificar as áreas que necessitam de medidas de correcção, bem como planear a sua implementação. Em dois hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), o sistema de informação de segurança do doente conta, desde 2003, com cerca de 5 mil relatos de incidentes feitos pelos vários profissionais de saúde. A informação gerada, associada à que é fornecida pelas auditorias clínicas e pelos indicadores clínicos...

Formação em Gestão de Risco e Segurança do Doente

Marinho, A; Barata, F; Bordalo, I; Tavares, L; Trindade, L; Lage, MJ; Ramos, S
Fonte: Gabinete de Gestão do Risco do Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Publicador: Gabinete de Gestão do Risco do Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE
Tipo: Outros
Publicado em //2013 POR
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106.12%
A Gestão do Risco define-se como a cultura, processos e estruturas que sustentam a gestão efetiva de potenciais oportunidades e efeitos adversos, implicando a definição e a utilização de vários instrumentos que permitem a identificação e a avaliação dos riscos (gestão de risco proactiva) e a deteção e análise de incidentes (gestão de risco reativa). A premência de disponibilizar formação sobre Gestão do Risco e Segurança do Doente a todos os profissionais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), criou a necessidade de encontrar múltiplas estratégias que permitam alcançar este objetivo. Desta forma a Equipa de Gestão do Risco do CHCL estabeleceu um programa de formação sobre este tema de forma a dar resposta às necessidades de formação neste âmbito em todas as áreas profissionais. Este programa de formação é realizado nos moldes tradicionais de ensino/aprendizagem com obrigatoriedade presencial, constando-se a necessidade de promover outras estratégias de formação modernas que atinjam o máximo de profissionais possível. Uma destas estratégias passa pelo planeamento e organização de formação e-learning nesta área com a finalidade de potencializar um modelo de ensino/aprendizagem não presencial.

Segurança do Doente: da Teoria à Prática Clínica

Lage, MJ
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 POR
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96.27%
A investigação dos últimos 10 anos mostra que pelo menos 10% dos doentes admitidos em estabelecimentos hospitalares vão sofrer danos decorrentes da prestação dos cuidados de saúde. É da responsabilidade do profissional de saúde evitar que isso aconteça. No entanto, poucos profissionais registam os seus erros e menos ainda são os que os analisam, o que dificulta a aprendizagem e a prevenção de ocorrências semelhantes no futuro. Paradoxalmente, o primeiro passo para a criação de um sistema eficaz de promoção da segurança do doente é aumentar a visibilidade do erro e da lesão decorrentes dos cuidados de saúde. Para isso concorrem os sistemas de relatos de incidentes, as auditorias, a revisão de processos e a monitorização de indicadores clínicos. A análise dos dados obtidos permite identificar as áreas que necessitam de medidas de correcção, bem como planear a sua implementação. Em dois hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), o sistema de informação de segurança do doente conta, desde 2003, com cerca de 5 mil relatos de incidentes feitos pelos vários profissionais de saúde. A informação gerada, associada à que é fornecida pelas auditorias clínicas e pelos indicadores clínicos...

Formação em Gestão de Risco e Segurança do Doente

Marinho, A; Barata, F; Bordalo, I; Tavares, L; Trindade, L; Lage, MJ; Ramos, S
Fonte: Gabinete de Gestão do Risco do Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE Publicador: Gabinete de Gestão do Risco do Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE
Tipo: Outros
Publicado em //2013 POR
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106.12%
A Gestão do Risco define-se como a cultura, processos e estruturas que sustentam a gestão efetiva de potenciais oportunidades e efeitos adversos, implicando a definição e a utilização de vários instrumentos que permitem a identificação e a avaliação dos riscos (gestão de risco proactiva) e a deteção e análise de incidentes (gestão de risco reativa). A premência de disponibilizar formação sobre Gestão do Risco e Segurança do Doente a todos os profissionais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), criou a necessidade de encontrar múltiplas estratégias que permitam alcançar este objetivo. Desta forma a Equipa de Gestão do Risco do CHCL estabeleceu um programa de formação sobre este tema de forma a dar resposta às necessidades de formação neste âmbito em todas as áreas profissionais. Este programa de formação é realizado nos moldes tradicionais de ensino/aprendizagem com obrigatoriedade presencial, constando-se a necessidade de promover outras estratégias de formação modernas que atinjam o máximo de profissionais possível. Uma destas estratégias passa pelo planeamento e organização de formação e-learning nesta área com a finalidade de potencializar um modelo de ensino/aprendizagem não presencial.

A cultura de segurança do doente em alunos do 4º ano dos cursos de tecnologias da saúde

Ricardo, Diogo
Fonte: Universidade Nova de Lisboa. Escola Nacional de Saúde Pública Publicador: Universidade Nova de Lisboa. Escola Nacional de Saúde Pública
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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RESUMO - O presente trabalho pretende estudar a cultura de segurança de doente em alunos do ensino superior, na área das tecnologias de diagnóstico e terapêutica. Esta problemática não tem sido abordada pela comunidade científica, pelo que o seu estudo é relevante. Os alunos que finalizam a licenciatura estão legalmente autorizados para intervir perante o doente, contudo, a sensibilidade que têm para as questões da segurança do doente deve ser analisada com o intuito de melhorar a sua preparação como futuros profissionais de saúde. Neste estudo participaram 180 alunos estratificados consoante o curso e sexo de modo a obter uma amostra representativa da população alvo. Foi constituído um questionário com 31 itens numa escala dicotómica que avaliam a cultura de segurança do doente em 7 dimensões – liderança, trabalho de equipa, a prática baseada na evidência científica, a comunicação, a aprendizagem, a justiça, e a prática clínica centrada no doente. Pode igualmente compor-se uma medida global de cultura de segurança do doente através do somatório das 7 dimensões. Os resultados evidenciam a existência de uma correlação positiva moderada entre as dimensões – Trabalho em equipa (0,660); Liderança (0...

Cultura de Segurança do Doente e Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica: Perceção dos Profissionais do Bloco Operatório

Mota, Ana Sofia de Carvalho
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 19/03/2015 POR
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96.3%
A segurança do doente (SD), constitui uma preocupação crescente das organizações de saúde e dos stakeholders deste sector. Neste desígnio, a Organização Mundial de Saúde assumiu a segurança cirúrgica como o "Segundo Desafio Global para a SD", através do programa "Cirurgia Segura, Salva Vidas", com a implementação da Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica (LVSC), como uma das estratégias. Admitimos que o sucesso do programa depende da Cultura de Segurança do Doente (CSD) e da valorização dos pressupostos da LVSC pelos profissionais implicados na sua implementação. Assim, pretendemos neste estudo: caracterizar a CSD percecionada pelos profissionais do BO dos hospitais em estudo, caraterizar a perceção dos profissionais sobre o contributo da LVSC para a SD, verificar se a perceção de CSD e do contributo da LVSC para a SD é influenciada por características socioprofissionais dos participantes e analisar a relação entre a CSD e o contributo da LVSC para a SD, percecionados pelos profissionais do BO. Utilizámos a versão portuguesa do questionário Hospital Survey on Patient Safety Culture, que avalia doze dimensões da CSD e um questionário, que desenvolvemos, sobre o contributo da LVSC para a SD. A amostra (n=117) é constituída por 57 enfermeiros...

Segurança do Doente - Perspetiva dos Profissionais de um Hospital da Região Centro

Peralta, Teresa de Jesus de Almeida
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/07/2013 POR
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96.36%
A cultura de segurança do doente é a perceção que os profissionais de saúde têm sobre as características e ambiente da organização, que condicionam a segurança do doente. Conhecer essa cultura de segurança permite que os processos de melhoria contínua incidam nas áreas identificadas como prioritárias. Este estudo, descritivo-correlacional, teve como principais objetivos: conhecer a cultura de segurança do doente e a perceção dos profissionais sobre o contributo da implementação de normas da qualidade para a segurança. A amostra (n=323) é constituída pelos profissionais envolvidos diretamente na prestação de cuidados, nomeadamente enfermeiros (60,2%); assistentes operacionais (21,3%), médicos (9,5%); técnicos de diagnóstico e terapêutica (6%), assistentes técnicos e outros técnicos (0,8%). Destacam-se os seguintes resultados obtidos: as dimensões da segurança do doente com avaliação positiva, que constituem pontos fortes da instituição, são: "trabalho em equipa"; "aprendizagem organizacional/melhoria contínua"; "expetativas do supervisor/gestor e ações que promovam a segurança do doente" e "comunicação e feedback acerca do erro". As dimensões consideradas como oportunidade de melhoria são: "trabalho entre unidade"; "dotação de profissionais"; "frequência da notificação" e "resposta ao erro não punitiva". A cultura de segurança difere segundo a profissão...

Cultura de Segurança do Doente no Bloco Operatório

Gomes, Maria José Andrade Quintas
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/08/2013 POR
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96.39%
A Cultura de Segurança do Doente representa o conjunto de valores, atitudes, competências e padrões de comportamento de um grupo/organização, representando o modo como exerce a sua atividade. As políticas de saúde tendem para a sua implementação, paralelamente com a certificação e acreditação por entidades reguladoras. Desenvolvemos um estudo descritivo e correlacional com abordagem quantitativa, cujo objetivo é identificar a Cultura de Segurança do Doente no Bloco Operatório do Centro Hospitalar Oeste Norte e relacionar com a experiência profissional, a formação na área da segurança do doente e o grupo profissional. O instrumento de colheita de dados utilizado foi o questionário da Agency for Healthcare Reaserch and Quality, com doze dimensões da Cultura de Segurança do Doente, traduzido e validado para português. A amostra, constituída por 60 participantes, no final, considerou como positivo ?o trabalho em equipa?, ?as expectativas do superior e ações que promovam a segurança do doente?, ?aprendizagem organizacional-melhoria contínua? e as ?transições? e como negativo (aspetos críticos/problemáticos), o ?apoio à segurança do doente pela gestão? (28%) e a ?resposta não punitiva ao erro? (23%). Na análise inferencial não há evidência de resultados estatisticamente significativos da Cultura de Segurança do Doente em relação à ?experiência profissional?...

Cultura de Segurança do Doente e Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica: Perceção dos Profissionais do Bloco Operatório

Mota, Ana Sofia de Carvalho
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/03/2015 POR
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96.3%
A segurança do doente (SD), constitui uma preocupação crescente das organizações de saúde e dos stakeholders deste sector. Neste desígnio, a Organização Mundial de Saúde assumiu a segurança cirúrgica como o ?Segundo Desafio Global para a SD?, através do programa ?Cirurgia Segura, Salva Vidas?, com a implementação da Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica (LVSC), como uma das estratégias. Admitimos que o sucesso do programa depende da Cultura de Segurança do Doente (CSD) e da valorização dos pressupostos da LVSC pelos profissionais implicados na sua implementação. Assim, pretendemos neste estudo: caracterizar a CSD percecionada pelos profissionais do BO dos hospitais em estudo, caraterizar a perceção dos profissionais sobre o contributo da LVSC para a SD, verificar se a perceção de CSD e do contributo da LVSC para a SD é influenciada por características socioprofissionais dos participantes e analisar a relação entre a CSD e o contributo da LVSC para a SD, percecionados pelos profissionais do BO. Utilizámos a versão portuguesa do questionário Hospital Survey on Patient Safety Culture, que avalia doze dimensões da CSD e um questionário, que desenvolvemos, sobre o contributo da LVSC para a SD. A amostra (n=117) é constituída por 57 enfermeiros...

Eventos Adversos Associados às Práticas de Enfermagem Contributos para a Segurança do Doente

Amado, Raquel Maria Soares
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/06/2014 POR
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As questões relacionadas com a segurança do doente têm-se tornado numa prioridade por parte das organizações de saúde, uma vez que a sua negligência acarreta graves consequências para os doentes, para os profissionais e para as instituições. Equacionando que a existência de eventos adversos em contexto hospitalar é uma realidade, torna-se necessário descobrir não só os vetores que lhes dão origem, bem como as ações preventivas que se podem empreender, para uma prestação de cuidados de enfermagem de qualidade. Definiram-se como objetivos: Analisar a perceção dos enfermeiros sobre a frequência de práticas preventivas e falhas de segurança nos cuidados; Identificar a relação entre a perceção dos enfermeiros sobre a frequência de práticas preventivas e falhas de segurança nos cuidados e algumas variáveis socioprofissionais; Analisar a perceção dos enfermeiros sobre o risco de ocorrência de eventos adversos associados às práticas de enfermagem; Identificar a relação entre a perceção dos enfermeiros sobre o risco de ocorrência de eventos adversos associados às práticas de enfermagem e algumas variáveis socioprofissionais; e Identificar a relação entre a perceção dos enfermeiros sobre a frequência de práticas preventivas e falhas de segurança nos cuidados e a perceção sobre o risco de ocorrência de eventos adversos associados às práticas de enfermagem. Realizou-se um estudo de caráter quantitativo...

Perceção de suporte organizacional, engagement e segurança do doente

Cruz, Ana Margarida Reis Torgal
Fonte: FEUC Publicador: FEUC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Este trabalho pretende responder à questão de investigação “Qual a perceção de suporte organizacional que os trabalhadores da instituição têm, e qual a sua relação com o Engagement e com a segurança do doente?” A perceção de suporte organizacional não é mais do que a ideia que os trabalhadores têm sobre a forma como a organização valoriza, ou não, o seu trabalho e como contribui e cuida do seu bem-estar. O Engagement é o nível de energia positiva que os trabalhadores têm em relação à organização, sentindo-se totalmente integrados, motivados, comprometidos e perfeitamente competentes para resolver problemas que possam surgir no seu trabalho. A cultura de segurança do doente é a perceção que os trabalhadores têm sobre o ambiente e as características da organização, que vão condicionar a segurança do doente. A recolha de dados foi feita através de um questionário criado a partir de três questionários já existentes, Escala de Perceção de Suporte Organizacional (Survey of Perceived Organizational Support), Escala de Engagement no Trabalho, (Utrech Work Engagement) e o Questionário para a Avaliação da Cultura de Segurança do Doente em Hospitais (Hospital Survey on Patient Safety Culture). A amostra é constituída por 275 profissionais de saúde de diferentes categorias profissionais existentes na organização. Os dados foram analisados de acordo com os objetivos...

Checklist cirúrgica: contributo para uma intervenção na área da segurança do doente

Valido, Susana Cristina N.
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2011 POR
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Mestrado em Intervenção Sócio-Organizacional na Saúde - Área de especuialização: Políticas de administração e gestão de serviços de saúde.; A gestão do risco clínico e a segurança do doente são componentes essenciais no desenvolvimento de políticas de qualidade nas organizações de saúde. Estas dimensões assumem especial destaque no Bloco Operatório (BO) devido à sua dinâmica complexa, à qual está intrínseco um conjunto de actores com diferentes especificidades e funções, mas com um único objectivo: melhoria contínua da qualidade dos cuidados prestados. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, transversal, de abordagem quantitativa, cujo objectivo é analisar a opinião dos profissionais do BO (enfermeiros, anestesiologistas e cirurgiões) dos hospitais EPE do Alentejo, face à Checklist Cirúrgica, em particular, e às questões da segurança do doente, em geral. De um modo geral, verificou-se que os profissionais estão sensíveis às questões da segurança do doente, manifestando uma opinião positiva quanto à Checklist Cirúrgica, bem como à sua implementação. Serão apresentadas as diferenças na opinião dos respondentes em função das variáveis independentes estipuladas, quanto à opinião sobre segurança do doente no BO...

Cultura de segurança do doente pediátrico : perceção dos profissionais de saúde

Leça, Andrea Patrícia Correia
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 25/02/2015 POR
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Introdução: A segurança do doente encontra-se no topo das prioridades das agendas políticas de saúde a nível mundial, sendo um dos grandes desafios para a saúde no século XXI, particularmente a da criança pela sua vulnerabilidade. A cultura de segurança é o coletivo de valores, perceções e atitudes de um grupo face à segurança. Em Portugal a Direção-Geral da Saúde (2013) declara que o questionário sobre “Avaliação da Cultura de Segurança do Doente nos Hospitais Portugueses” deve ser aplicado em 2014 nos hospitais do Sistema de Saúde. Objetivo: O nosso objetivo geral é caracterizar a perceção dos profissionais de saúde sobre a cultura de segurança do doente pediátrico. Metodologia: É um estudo descritivo, transversal e correlacional, de abordagem quantitativa. A amostra (n=91) é constituída por enfermeiros (67.0%), médicos (18.7%) e assistentes operacionais (11.0%). Resultados: Destacam-se enquanto fortes as dimensões “Trabalho em equipa”, “Aprendizagem organizacional – melhoria contínua”, “Feedback e comunicação acerca do erro” e “Perceções gerais sobre a segurança do doente”, sendo consideradas como oportunidades de melhoria as dimensões “Resposta ao erro não punitiva”...

Cultura de segurança do doente pediátrico num centro hospitalar da zona norte

Guimarães, La-Salete Maria Carneiro Barros
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 25/03/2015 POR
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96.35%
Enquadramento: O doente pediátrico, pelas características inerentes ao seu desenvolvimento e crescimento está mais suscetível a sofrer eventos adversos. Torna-se importante que todos os profissionais orientem a sua prática de cuidados no sentido de construir e assegurar uma cultura de segurança do doente, de modo a alcançarem melhores níveis de segurança e de qualidade nos cuidados à criança. Objetivo: Identificar fatores que influenciam a perceção da cultura de segurança do doente pediátrico num centro hospitalar da região Norte. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo-correlacional e transversal, realizado a partir da aplicação da escala Hospital Survey on Patient Safety Culture (Agency for Healthcare Research and Quality, 2014), a uma amostra de 80 profissionais de saúde. São maioritariamente do sexo feminino (88,8%), com idades entre os 25 e os 61 anos, tendo a maioria entre 13 a 20 anos de experiência na prestação de cuidados à criança (30,0%%). Resultados: Do total da amostra, 81,3% não fez qualquer notificação de eventos/ocorrências nos últimos 12 meses. Apenas a dimensão “Trabalho em equipa” se revelou ser um ponto forte, as dimensões “Dotação de profissionais”, “Apoio à segurança do doente pela gestão”...

Cultura de Segurança do Doente percecionada por enfermeiros em hospitais distritais portugueses

Fernandes,António Manuel Martins Lopes; Queirós,Paulo Joaquim Pina
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2011 PT
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Contexto: a Cultura de Segurança do Doente (CSD) apresenta-se como uma componente estruturante da Qualidade em Saúde. Os enfermeiros, atendendo às suas crenças, competências e características do seu desempenho, influenciam-na em definitivo. Objetivos: caracterizar a Cultura de Segurança do Doente percepcionada por enfermeiros, em hospitais distritais. Metodologia: estudo quantitativo, descritivo-analítico e transversal, realizado a partir de questionário sobre CSD. Resultados: dos 136 profissionais incluídos, 55,1% tem menos de 44 anos. Quatro dos doze fatores da CSD revelaram-se “críticos/ problemáticos” e um “forte”. Dos 42 indicadores, cinco apresentam um percentual muito bom de respostas positivas (> 75%) e catorze apresentam-se “críticos/problemáticos”, com um percentual positivo inferior a 50%. Somente 46% dos enfermeiros atribui o grau de “muito bom” ou “excelente” à Segurança do Doente no seu serviço. O grupo dos 23-43 anos apresenta um percentual positivo inferior em nove fatores e superior num. Conclusão: a CSD apresenta-se como um fator crítico da Qualidade dos Cuidados, ao revelar apenas um fator forte. Estes profissionais revelaram-se céticos, sendo os mais novos menos positivos na sua apreciação. A Cultura identificada é caracterizada pelo paradigma da punição e ocultação do erro...