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Brasil, 2013: mais segurança alimentar

Hoffmann, Rodolfo
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 27/04/2015 POR
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86.66%
A divulgação, em 2014, dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2013, incluindo a pesquisa suplementar sobre segurança alimentar, permite atualizar as informações sobre esse tema relevante e analisar a evolução da segurança alimentar no País, comparando esses dados com os obtidos nas PNADs de 2004 e 2009. É clara a tendência de redução da insegurança alimentar. O ajuste de modelos de lógite para os dados de 2013 leva a reafirmar que os determinantes fundamentais da segurança alimentar de um domicílio são a renda domiciliar per capita, a escolaridade, a disponibilidade de água encanada, luz elétrica e esgoto apropriado e a estabilidade da renda (o emprego com carteira é mais favorável à segurança alimentar do que o emprego sem carteira ou o trabalho por conta própria). Modelos de lógite estimados agregando os dados de 2009 e 2013 permitem constatar que há parcela da redução da insegurança alimentar associada a mudanças que não foram apropriadamente captadas pelas variáveis explanatórias consideradas. Uma dessas mudanças favoráveis provavelmente é a redução na desigualdade da distribuição da renda. São, ainda, analisadas as frequências das respostas à pergunta sobre a atitude adotada quando faltou alimento.

Segurança Alimentar em uma Comunidade Rural no Alto Vale do Jequitinhonha/Mg

Nobre, Luciana Neri; Murta, Nadja Maria Gomes; Souza, Marcelo Mandacaru; Ferreira, Nayara Cristiane; Cardoso, Leandro de Morais; Hamacek, Fabiana Rossi
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 04/02/2015 POR
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86.6%
O presente estudo buscou descrever a situação de segurança alimentar vivenciada por famílias residentes na comunidade rural de Galheiros do município de Diamantina, situada no Alto Vale do Jequitinhonha, no Estado de Minas Gerais, Brasil. Foi utilizada a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar - EBIA - com 15 questões que refletem a insegurança alimentar em diferentes níveis de intensidade. Foram investigadas 28 famílias, e obtidas informações sobre renda familiar, renda per capita, condição sócio econômica, de moradia, de saneamento básico e consumo alimentar. A prevalência de insegurança alimentar encontrada na comunidade foi de 46,4%, sendo 32,14% leve, 3,6% moderada e 10,7% grave. Mais da metade das famílias (57,2%) viviam com o equivalente a ½ do salário mínimo por mês. A maioria das famílias (75,0%) relatou gastar com alimentação valores inferiores a R$ 350,00, e 53,6% relataram receber da união e/ou Estado algum tipo de benefício. Estes resultados demonstram que apesar de existir no Brasil políticas públicas de combate à fome, grande parte das famílias residentes em Galheiros, vive em vulnerabilidade social, assim sendo, são necessárias ações estruturantes para reverter tal quadro, tanto no que se refere à produção de alimentos...

A segurança alimentar de comunidades pesqueiras do Sudeste do Brasil: dimensões complementares e um exemplo com o robalo

Begossi, Alpina; Salivonchyk, Svetlana V.; Silvano, Renato Azevedo Matias.
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Amostragem. Formato: application/pdf
Publicado em 04/03/2015 POR
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86.61%
Este estudo inclui aspectos complementares da segurança alimentar através da ênfase na importância da trajetória do recurso, dentre outros. Os locais de estudo são Copacabana (Rio de Janeiro) e Paraty (RJ), bem como Bertioga (SP). Três exemplos (casos) ilustram esse estudo: 1) a escolha alimentar de populações da costa; 2) a extração de recursos marinhos considerados vulneráveis; e 3) a compreensão da biologia/ecologia dos recursos, ilustrada aqui através de dados primários sobre o robalo (Centropomus undecimalis). A escolha alimentar inclui a importância do tempo de manipulação no alimento (espécies de peixe, nesse caso). Peixes com menos espinhas são preferidos para consumo e venda; esses possuem também alta demanda no mercado. A extração de recursos vulneráveis é ilustrada através da pesca da garoupa (Epinephelus marginatus). Indivíduos imaturos de garoupa compõem a maioria da pesca de pequenas comunidades pesqueiras e demandas do mercado influenciam as decisões dos pescadores. O último caso, a extração de peixes que utilizam ambientes diversos, para reproduzir e para completar os seus ciclos de vida, é exemplificado através do peixe estuarino robalo (C. undecimalis), com base em dados primários. A importância do conhecimento sobre a reprodução de peixes no sentido de manter as comunidades pesqueiras e trabalhar na direção da segurança alimentar é uma conclusão desse estudo.

Avaliação de políticas e programas de segurança alimentar e nutricional no Brasil: uma análise a partir do Plano Plurianual (PPA 2012-2015)

Souza, Luciana Rosa de
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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86.55%
O tema Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) tornou-se importante na agenda das políticas públicas brasileiras nos últimos anos. A gestão pública brasileira aprimorou-se muito com a implementação destas ações. Neste artigo, analisamos criticamente a política de SAN, em implementação no Brasil desde 2012. O estudo foi feito com base na relação planejamento versus execução orçamentária da política de SAN no Brasil, a qual sustentou-se na avaliação crítica do Plano Plurianual (PPA 2012-2015) que oferece um espectro do planejamento de médio prazo. Os avanços observados no planejamento desta política não foram suficientes para superar as falhas na alocação orçamentária, as quais foram evidenciadas pela análise da disponibilidade orçamentária alocada para cada programa que compõe a política de SAN. Apesar dos avanços observados no planejamento e execução da política de SAN no Brasil, ainda há necessidade de melhorias, especialmente no que concerne à questão orçamentária.

Segurança alimentar e nutricional e qualidade de vida em assentamentos rurais

Souza-Esquerdo, Vanilde Ferreira de; Bergamasco, Sonia Maria Pessoa Pereira; Oliveira, Julieta Teresa Aier de; Oliveira, Érika de Souza
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 03/02/2015 POR
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86.61%
Os assentamentos rurais referem-se a um novo espaço em formação, onde muitos assentados optam inicialmente pelo plantio de gêneros alimentícios para a sua subsistência e depois para o mercado. Assim, a conquista da terra possui significados que vão desde o resgate à cidadania até a melhoria da condição de vida pela aquisição de bens, produtos e serviços. Nesse sentido, este trabalho objetivou analisar a reforma agrária enquanto uma política capaz de contribuir para a melhoria da qualidade de vida e promoção da Segurança Alimentar e Nutricional das famílias assentadas. Para tanto, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre o tema. São apresentados também os resultados preliminares da pesquisa em andamento “Segurança Alimentar no Campo”. Percebeu-se que a pobreza no meio rural tem uma ligação direta com a concentração fundiária. Apesar da precariedade dos assentamentos rurais, a vida dos assentados, quando comparada a de seus pais, está melhor. Além disso, a vida no assentamento possibilita condições de produção para o sustento da família, podendo assim garantir sua Segurança Alimentar e Nutricional.

Comércio justo e segurança alimentar

Viegas, Isabel Fernandes Pinto
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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86.66%
O objetivo deste trabalho é relacionar o conceito de Segurança Alimentar em áreas rurais à certificação de Comércio Justo (Fair Trade) e verificar se o Comércio Justo é um dos caminhos para se promover a melhoria das condições de Segurança Alimentar por intermédio da maior inserção de produtores agrícolas marginalizados. A metodologia adotada foi revisão bibliográfica relacionando segurança alimentar, desenvolvimento rural, tendências do comércio internacional com suas consequências e Comércio Justo, tratando possíveis interações e limitações. As tendências recentes têm acentuado as dificuldades das populações agrícolas de países subdesenvolvidos em relação à competitividade, acesso ao mercado e aumentado sua vulnerabilidade com relação ao acesso aos recursos que poderiam garantir-lhes Segurança Alimentar. O Comércio Justo é apresentado como uma alternativa de desenvolvimento agrícola. Os preços mais altos dos seus produtos são fundamentais para garantir a sobrevivência de produtores menos eficientes e competitivos do que os padrões estabelecidos em termos globais. Implica no reconhecimento pelo consumidor de aspectos sociais, ambientais e da qualidade do produto. Ao garantir a inclusão crescente de produtores agrícolas marginalizados...

A construção de capacidades e meios de vida na garantia da segurança alimentar do rural pernambucano

Nascimento, Amália Leonel; Gonçalves, Fabiana Cristina Lima da Silva Pastich; Maia, Sandra Regina; Schneider, Sérgio; Lira, Pedro Israel Cabral de
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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86.61%
O trabalho teve como objetivo caracterizar a situação de (in)segurança alimentar do meio rural de Pernambuco e seus condicionantes, bem como, por meio da abordagem das capacidades e perspectiva dos meios de vida, buscar alternativas para a garantia da segurança alimentar e desenvolvimento rural do Estado. A insegurança alimentar na área rural de Pernambuco esteve relacionada à classe social, embora que não tão dependente da renda quanto no setor urbano. A localização geográfica e áreas de povoamento, bem como às características do chefe da família e/ou entrevistado (gênero, condições de trabalho, escolaridade), presença de criança e/ou adolescente no domicílio, número de refeições realizadas e acesso a saneamento básico, tratamento de água, participação em programas sociais e cooperativas também demonstraram associação. As informações sobre insegurança alimentar no rural pernambucano auxiliam na compreensão das mais variadas formas de vulnerabilidade e exclusão sofridas por essas famílias, bem como suas estratégias para a construção de capacidades e ampliação da qualidade e meios de vida no campo.

(In) segurança alimentar de comunidades quilombolas do Tocantins

Monego, Estelamaris Tronco; Peixoto, Maria do Rosário Gondim; Cordeiro, Mariana de Morais; Costa, Renata Medeiros
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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86.59%
Este estudo buscou identificar a prevalência e alguns determinantes de (In) Segurança Alimentar (IA/SA) nas famílias de 14 comunidades quilombolas do estado do Tocantins (Brasil). Foram estudadas condições de moradia, prevalência de insegurança alimentar obtida pela Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) e participação em programas de alimentação e de transferência de renda. Foram estudadas 696 (83,15%) famílias quilombolas, das 837 (100%) identificadas. A IA esteve presente em 589 (85,1%) famílias. Observou-se que 280 (40,2%) domicílios eram de adobe, apenas 177 (25,4%) possuíam coleta de lixo, 218 (31,3%) dispunham de abastecimento de água e 59 (8,5%) de esgotamento sanitário. Possuíam filtro de água e geladeira 455 (65,6%) e 384 (55,2%) famílias respectivamente. Receberam doação de alimentos 314 (45,8%) famílias e 333 (47,8%) não eram beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF). Apresentaram associação com IA a prática de “queimar ou enterrar o lixo”, “ter abastecimento de água por carro pipa ou diretamente do rio ou córrego”, “ter esgotamento a céu aberto”, “não possuir geladeira” e “ser beneficiário do PBF”. Conclui-se que a situação de insegurança alimentar é altamente prevalente nas comunidades quilombolas...

Segurança alimentar e nutricional e agroindústrias familiares: políticas públicas e ações locais

Gazolla, Marcio
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 27/04/2015 POR
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86.53%
O objetivo do trabalho é evidenciar as dificuldades que as agroindústrias familiares possuem para reproduzirem-se perante as instituições reguladoras da produção e consumo de alimentos. Isso faz com que elas contribuam em menor medida do que poderiam fazer com os processos de geração de segurança alimentar e nutricional (SAN) as populações, especialmente as locais de pequenos municípios. O trabalho foi realizado no Rio Grande do Sul (RS), no Norte gaúcho, utilizando-se uma metodologia quali-quantitativa, com dados primários e secundários de pesquisa. O artigo evidencia que as ações locais, tanto públicas como privadas, têm muito que avançar para viabilizar as reais necessidades das agroindústrias para que as mesmas possam efetivamente contribuir com a SAN. Uma das principais dificuldades que a atuação das entidades e instituições não consegue remover são os altos índices de informalidade que envolve as agroindústrias (mais de 72% das experiências existentes).

(In) Segurança Alimentar: experiência de grupos focais com populações rurais do Estado de São Paulo

Sampaio, Maria de Fátima Archanjo; Kepple, Anne Walleser; Segall-Corrêa, Ana Maria; Oliveira, Julieta Teresa Aier de; Panigassi, Giseli; Maranha, Lucia Kurdian; Marin-Leon, Letícia; Bergamasco, Sonia Maria Pessoa Pereira; Perez-Escamilla, Rafael
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa exploratória. Formato: application/pdf
Publicado em 02/02/2015 POR
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86.68%
O presente trabalho apresenta a experiência de grupos focais com participantes oriundos de populações rurais do Estado de São Paulo, que possibilitou analisar e elucidar a compreensão existente acerca dos conceitos utilizados pela Escala Norte-Americana para Medida de Segurança Alimentar (USDA Core Food Security Module, hoje denominada Household Food Insecurity Access Scale - HFIAS), previamente adaptada e validada para populações brasileiras urbanas. Essa fase qualitativa antecedeu e forneceu subsídios para realização da fase quantitativa do estudo de validação dessa escala para populações rurais. Foram realizados dois grupos focais, compostos, cada um, por 12 participantes, escolhidos e convidados para representar diferentes categorias da população rural paulista, incluindo: assentados, agricultores familiares tradicionais, trabalhadores assalariados e quilombolas. Os conceitos e palavras-chave investigados foram: “Segurança alimentar”; “Qualidade da alimentação”; “Alimentação saudável”; “Alimentação variada”; “Alimentação saudável e variada”; “Alimento suficiente”; “Condições para ter alimento suficiente: trocas, reserva, estoque, produção de alimentos para consumo e compra de alimentos”; “Dinheiro suficiente”; “Ficar sem nenhum dinheiro”; “Insegurança alimentar” e “Fome”. Os participantes expressaram uma compreensão abrangente sobre segurança alimentar...

Segurança Alimentar e Produção de Etanol no Brasil

Hoffmann, Rodolfo
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 03/02/2015 POR
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86.53%
O Brasil possui vantagens comparativas para a produção de etanol e deverá aproveitá-las, promovendo o crescimento econômico e contribuindo para o menor uso de combustíveis fósseis. É necessário cuidado com os aspectos ambientais e os impactos socioeconômicos do crescimento da produção de etanol, mas seus efeitos sobre a segurança alimentar no país deverão ser predominantemente benéficos. A insegurança alimentar no Brasil está fortemente associada à pobreza, que deverá ser reduzida com o aumento do emprego e da renda decorrentes do crescimento da agroindústria canavieira, superando os efeitos negativos associados a eventuais aumentos de preços de alimentos.

Segurança alimentar e nutricional e controvérsias científicas

Azevedo, Elaine de
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Revisão de literatura. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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86.53%
Esta pesquisa conceitual tem o objetivo de estabelecer um diálogo entre o estudo sociológico das controvérsias e a área de pesquisa em Segurança Alimentar e Nutricional (SAN). Para cumprir esse objetivo foram mobilizados autores da Sociologia da Ciência e do Conhecimento Científico que abordam as controvérsias científicas ilustradas aqui com diferentes controvérsias na área de SAN. O estudo aponta a recorrente premissa de que mais ciência não é capaz de promover consensos científicos; destaca a importância da democratização e mobilização do consumidor e aponta estratégias que possam contribuir para estimular a participação e a inserção desse ator na arena de dissolução das controvérsias em SAN.

Segurança alimentar e nutricional na região centro-oeste: particularidades e contrastes

Tinoco, Sarah Guerra Gama; Mendes, Juliana Frossard Ribeiro; Figueiredo, Aline Cristino; Costa, Ana Paula Rezende; Leão, Marília Mendonça; Santos, Leonor Maria Pacheco
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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86.59%
Trata-se de um estudo descritivo baseado em dados secundários que analisou a situação de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no Centro-Oeste (CO), a partir de indicadores da Matriz de monitoramento proposta pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Verificou-se que a região apresenta a maior produção de soja e carne bovina do país e a maior porcentagem de gastos com alimentação total. Em contraste, possui a maior concentração de renda, a menor disponibilidade de calorias do país e baixa aquisição de frutas e hortaliças. Para algumas culturas de frutas e vegetais registrou-se maior percentual de amostras contaminadas por agrotóxicos na Região CO, comparado à situação nacional. Para ambos os sexos a prevalência de déficit de peso em adultos foi maior se comparada à média do país; para o sexo masculino constatou-se maior prevalência de excesso de peso e obesidade e para as mulheres, uma menor prevalência, em comparação aos dados nacionais. Indicadores de baixo peso ao nascer, mortalidade infantil, aleitamento materno e acesso ao pré-natal foram melhores do que os do Brasil. Apesar do CO ocupar posição de liderança na produção agropecuária, é uma região de contrastes marcantes e muitos indicadores apontaram para situações que podem acarretar insegurança alimentar e nutricional.

Comunidades Pesqueiras, Etnoecologia, Ecologia Humana e Segurança Alimentar: uma revisão de conceitos, modelos e ensino

Begossi, Alpina; Clauzet, Mariana; Dyball, Robert
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 04/11/2015 POR
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86.55%
A literatura sobre incentivos para conservar a biodiversidade frequentemente sobrepõe processos e resultados. Há necessidade de revisar os principais resultados, como governança e co-manejo; os principais processos, como confiança, legitimidade e transparência; os principais ‘drivers’ (motivadores, fatores impulsionadores) que podem ser positivos (incentivos, segurança alimentar, biodiversidade) ou negativos (poluição, pobreza); como ainda os instrumentos disponíveis para alcançar resultados, como processos colaborativos e conhecimento local (‘local ecological knowledge, LEK’). LEK é sugerida aqui como tendo um grande potencial dentro de processos colaborativos em comunidades pesqueiras. Um Modelo de Ecologia Humana (CAT – Modelos de Adaptação Cultural), adaptado a comunidades pesqueiras de pequena escala, é usado como ferramenta analítica no sentido de organizar processos de ‘feedback’ entre informação ecológica, processos colaborativos e segurança alimentar. Ilustramos a colaboração com os pescadores através de pesquisa realizada em Copacabana (Posto 6), Rio de Janeiro, no estudo de garoupas (Epinephelus marginatus). Avaliamos ainda os motivadores positivos que podem engajar os pescadores no co-manejo...

Segurança alimentar e nutricional e a construção de sua política: uma visão histórica

Custódio, Marta Battaglia; Furquim, Nelson Roberto; Santos, Greice Maria Mansini dos; Cyrillo, Denise Cavallini
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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86.55%
Estudos sobre a situação nutricional ressaltam a redução da prevalência de desnutrição no Brasil. Embora ainda existam casos de comunidades sob risco de déficit nutricional, também se verifica uma elevação de níveis de sobrepeso e obesidade no país. Persistem condições negativas que impactam o estado nutricional da população, como a elevada concentração de renda, altos níveis de analfabetismo funcional e discriminação social e racial. É importante conhecer a evolução histórica das políticas públicas voltadas para a questão alimentar e nutricional para aprimorar o debate em torno do combate à fome e à desnutrição. O Programa Fome Zero, lançado em 2003, foi concebido em torno de quatro eixos, a saber: o acesso aos alimentos; o fortalecimento da agricultura familiar; a geração de renda; e a articulação, mobilização e controle social. Além dele, a Lei Orgânica, instituída em 2006, contribuiu para a construção do arcabouço legal da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

(In)segurança alimentar e nutricional em pessoas que vivem com HIV/AIDS atendidas no serviço especializado em moléstias infecto-contagiosas de Limeira, SP

Rasteiro, Jésica Marroni; Oliveira, Julicristie M.
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa sócio-demografica. Formato: application/pdf
Publicado em 02/03/2015 POR
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86.55%
O objetivo deste estudo transversal foi investigar a prevalência de (In)segurança Alimentar e Nutricional (IAN/SAN) em pessoas que vivem com HIV/AIDS atendidas no Serviço Especializado em Moléstias Infecto-Contagiosas de Limeira, SP, (SEMIL). Foram recrutados indivíduos com idade superior a 19 anos, em Terapia Anti-Retroviral de Alta Efetividade (HAART) que foram entrevistados utilizando-se a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA), um questionário sócio-demográfico e um recordatório de 24h, além da realização da avaliação do estado nutricional. Participaram da pesquisa 102 indivíduos, sendo 56,9% homens e 43,1% mulheres. Observou-se prevalência de 51,0% de IAN e de 58,8% de desemprego. A idade média do grupo foi de 45 (±10,7) anos e a escolaridade em anos completos foi de 7,2 (±3,5) anos. Houve associação estatisticamente significante entre a situação de IAN/SAN e o consumo de carne e de doces, com maior proporção de consumo de carne em pessoas em SAN (p=0,0040) e de não consumo de doces em pessoas em IAN (p=0,0290). O grupo em SAN apresentou renda per capita de aproximadamente R$927,9 (±733,0), enquanto o grupo em IAN apresentou renda de R$544,8 (±335,7) mensais (p=0,0009). O grupo que não consumiu frutas apresentou uma renda per capita de R$622...

Redes de segurança alimentar e agricultura familiar: a merenda escolar como instrumento de desenvolvimento local

Paulillo, Luiz Fernando; Almeida, Luiz Manoel
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 03/02/2015 POR
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86.57%
O trabalho apresenta um caso concreto de formação de uma rede de capital social em torno da temática da segurança alimentar local, abarcando não somente as condições de saúde das pessoas, de higiene dos alimentos e da autenticidade da produção, mas também a melhora das condições de renda e emprego de pequenos agricultores e trabalhadores rurais. Este trabalho mostra que num município paulista foi possível desenvolver um programa de segurança alimentar com essa amplitude, através da inclusão do suco de laranja natural pasteurizado na merenda escolar. Este caso, ocorrido no centro do cinturão citrícola brasileiro, mostra como mecanismos institucionais desenvolvidos por meio de políticas públicas participativas e organizações locais podem promover o desenvolvimento rural local com possibilidades de inclusão social.

Segurança alimentar e nutricional e tecnologias sociais em educação alimentar e nutricional: notas sobre um projeto de pesquisa e extensão

Amparo-Santos, Lígia; Soares, Micheli Dantas; Magalhães, Lilian Miranda; Reis, Amélia Borba Costa; Porcino, Débora Cruz; Santos, Michele Oliveira dos; Silva, Iane Carine Freitas da; Passos, Jasilaine Andrade
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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86.61%
Este ensaio pretende refletir sobre um projeto de pesquisa e extensão no campo de Tecnologias Sociais em Educação Alimentar e Nutricional com vistas a favorecer a ampliação da garantia da Segurança Alimentar e Nutricional e a promoção da alimentação saudável de comunidades populares. Partindo da compreensão que o empreendimento concilia marcos referenciais da educação a uma complexa trama de dimensões que conforma o fenômeno da alimentação humana, discutiremos, inicialmente, o cenário no qual o debate sobre a emergência de novas configurações de Educação Alimentar e Nutricional se desenha no campo das políticas públicas, culminando com a proposição de um marco referencial para o referido campo. Em seguida, serão apresentados os fundamentos teóricos e metodológicos que animaram a proposição do projeto. Neste quesito, o enfoque da discussão centra-se nos marcos referenciais da educação e das ciências sociais em saúde em diálogo com as ciências da nutrição. Posteriormente, descreve-se o contexto do estudo e a experiência de Educação Alimentar e Nutricional desenvolvida, ao lado de uma análise dos alcances e limites à luz dos princípios metodológicos propostos e efetivamente concretizados.

(In)Segurança alimentar e nutricional, autopercepção da saúde e uso de Agrotóxicos: o caso dos agricultores familiares de Ibiúna, São Paulo

Luz, Verônica Gronau; Siqueira, Carlos Eduardo Gomes; La-Rotta, Ehideé Isabel Gomez; Miquilin, Isabella de Oliveira Campos; Correa Filho, Heleno Rodrigues
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Exploratória. Formato: application/pdf
Publicado em 28/12/2015 POR
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86.55%
A utilização de agrotóxicos nas lavouras brasileiras aumentou junto à elevação média anual de 25,3% das notificações de intoxicações ocupacionais. O objetivo do estudo foi descrever aspectos sociodemográficos, de trabalho, saúde, uso de pesticidas e sua relação com a Segurança Alimentar e Nutricional em 107 domicílios de agricultores familiares em Ibiúna, SP.Foi aplicado questionário sobre a produção agrícola, uso de agrotóxicos, dados de trabalho, além da Escala Brasileira de Segurança Alimentar e Nutricional.Foram encontrados 46% de insegurança alimentar (leve ou moderada), baixa escolaridade (70,1%) e baixa renda (67,2% recebiam até um salário mínimo per capita). A população amostrada em Ibiúna apresentou 29,0% de autopercepção de saúde de regular a ruim. Os agricultores utilizavam 55 tipos diferentes de pesticidas, com grande proporção daqueles que contém na sua composição Paraquat, Glifosato e 2,4D. O uso de EPIs foi negado por 14,7% e 46,1% relataram uso parcial.Os agricultores de Ibiúna utilizavam grande quantidade de agrotóxicos, comprometendo a qualidade dos alimentos produzidos e a garantia da SAN. O “uso seguro” foi considerado impraticável em locais de redução da produção de Alimentos Básicos.

A política brasileira de segurança alimentar e nutricional: concepção e resultados

Belik, Walter
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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86.59%
O artigo discute a utilização do conceito de Segurança Alimentar e Nutricional no desenho do Projeto Fome Zero e a sua implementação a partir de diversos programas que tiveram início na década passada. Essa política pública é o resultado de uma trajetória histórica e de um novo contexto internacional no qual o combate à fome passou a ser associado ao reconhecimento de direitos por parte do Estado. Após apresentar alguns resultados o artigo conclui chamando a atenção para a necessidade de aperfeiçoar programas ligados ao abastecimento, educação alimentar e nutricional e agricultura urbana, de forma a viabilizar o funcionamento de um sistema integrado de Segurança Alimentar e Nutricional.