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(In)Sustentabilidade Financeira dos Sistemas Públicos de Segurança Social em Portugal: Previsões de Longo Prazo e Arquitectura de um novo Contrato Social entre Gerações

Bravo, Jorge
Fonte: Revista Economia e Segurança Social Publicador: Revista Economia e Segurança Social
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O sistema público de segurança social em Portugal (em particular o sistema de pensões) assenta genericamente numa lógica de financiamento em repartição contemporânea, no âmbito da qual é estabelecido em cada momento um contrato social implícito entre pelo menos três gerações: uma geração activa que financia as pensões e outras prestações da geração inactiva e reformada, na expectativa de ver no futuro as suas pensões financiadas pela geração que a antecede. A sustentabilidade económica e financeira de um sistema com estas características depende de um conjunto de condicionantes económicas (crescimento económico, desemprego estrutural, produtividade do trabalho, novas formas de contratação, etc.), demográficas (aumento da longevidade, redução da fecundidade, movimentos migratórios, permanência no mercado de trabalho, etc.), fiscais (carga fiscal, composição do esforço fiscal, incentivos à declaração de rendimentos do trabalho e outros, neutralidade económica do sistema, etc.) políticas (visão de curto prazo, descontinuidade das políticas, desconfiança em relação ao Estado, miopia geracional, etc.) e sociológicas (cultura previdencial, literacia financeira, desconfiança em relação aos mercados financeiros...

Verificação de requisitos de segurança de tratores agrícolas em alguns municípios do estado de São Paulo

Corrêa,Ila Maria; Yamashita,Rosa Yasuko; Franco,André Vinícius Favrim; Ramos,Hamilton Humberto
Fonte: Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO Publicador: Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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Um levantamento de informações foi realizado com o objetivo de avaliar as condições de segurança de tratores agrícolas novos e usados em alguns municípios do estado de São Paulo. Foram avaliados 487 tratores em uso em 270 propriedades agrícolas do estado de São Paulo e 31 tratores novos disponíveis em revendas e em exposição em feiras agrícolas, sendo inspecionados alguns requisitos de segurança relativos a posto de operação, acesso, comandos, proteção de partes móveis, disponibilização de avisos contra riscos de acidentes e requisitos necessários para tráfego em rodovias, previstos em documentos normativos nacionais e/ou internacionais. Verificou-se que os tratores em uso no campo não favorecem a segurança e o conforto do operador, enquanto que os tratores novos mostram tendência de atendimento aos requisitos de segurança e conforto, principalmente aqueles relacionados ao posto de operação e à proteção de partes ativas.

Condução de ações em saúde e segurança do trabalho em pequenas e médias empresas: análise de três casos

Costa,Denise da Conceição da; Menegon,Nilton Luiz
Fonte: Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO Publicador: Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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Construir ações relacionadas à saúde e segurança nas Pequenas e Médias Empresas (PME) não é tarefa fácil, uma vez que essas empresas precisam lidar com o provimento deficitário de informações, poucos recursos disponíveis e metodologias de ação desenvolvidas de acordo com as características das empresas de grande porte. Partindo de estudos de caso e de metodologia qualitativa, o presente estudo teve como objetivo investigar, em três PME do setor industrial, a maneira como ações de saúde e segurança são conduzidas - inclusive ações ergonômicas -, bem como as justificativas para sua forma de condução, utilizando, para tanto, entrevistas e questionários. A investigação comprovou que aspectos, tais como poucos recursos financeiros, pouco acesso à informação, cultura e o modelo gerencial assumido, exercem grande influência sobre a forma como as ações em Saúde e Segurança do Trabalho (SST) serão conduzidas, sendo que a Ergonomia, quando houver, será caracterizada pela condução perceptiva e informal das mudanças no local de trabalho. Concluiu-se que algumas normas e leis, assim como ferramentas ergonômicas, deveriam ser desenvolvidas e adaptadas às PME. Moldar as ações segundo as necessidades e limitações de cada empresa poderia facilitar sua utilização e assim promover uma melhora das condições de saúde e segurança nas PME.

Guia de referência para a segurança das infraestruturas críticas da informação

Brasil. Presidência da República. Gabinete de Segurança Institucional. Departamento de Segurança da Informação e Comunicações
Fonte: Livro Aberto IBCT Publicador: Livro Aberto IBCT
Tipo: Documento de planejamento
POT
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46.54%
151 p.; Documento referente a um guia que reúne métodos e instrumentos, visando garantir a Segurança das Infraestruturas Críticas da Informação, com relevantes aspectos destacados dada a complexidade do tema nos dias atuais.

Livro verde: segurança cibernética no Brasil

Brasil. Presidência da República. Gabinete de Segurança Institucional. Departamento de Segurança da Informação e Comunicações
Fonte: Livro Aberto IBCT Publicador: Livro Aberto IBCT
Tipo: Documento de planejamento
POT
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46.54%
63 p.; Trata-se de um livro que reúne propostas de diretrizes básicas, visando iniciar amplo debate social, econômico, político e técnico-científico sobre a Segurança Cibernética no Brasil, contemplando relevantes aspectos destacados, dada a complexidade do tema no cenário atual.

Brasil, 2013: mais segurança alimentar

Hoffmann, Rodolfo
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 27/04/2015 POR
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A divulgação, em 2014, dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2013, incluindo a pesquisa suplementar sobre segurança alimentar, permite atualizar as informações sobre esse tema relevante e analisar a evolução da segurança alimentar no País, comparando esses dados com os obtidos nas PNADs de 2004 e 2009. É clara a tendência de redução da insegurança alimentar. O ajuste de modelos de lógite para os dados de 2013 leva a reafirmar que os determinantes fundamentais da segurança alimentar de um domicílio são a renda domiciliar per capita, a escolaridade, a disponibilidade de água encanada, luz elétrica e esgoto apropriado e a estabilidade da renda (o emprego com carteira é mais favorável à segurança alimentar do que o emprego sem carteira ou o trabalho por conta própria). Modelos de lógite estimados agregando os dados de 2009 e 2013 permitem constatar que há parcela da redução da insegurança alimentar associada a mudanças que não foram apropriadamente captadas pelas variáveis explanatórias consideradas. Uma dessas mudanças favoráveis provavelmente é a redução na desigualdade da distribuição da renda. São, ainda, analisadas as frequências das respostas à pergunta sobre a atitude adotada quando faltou alimento.

Segurança Alimentar em uma Comunidade Rural no Alto Vale do Jequitinhonha/Mg

Nobre, Luciana Neri; Murta, Nadja Maria Gomes; Souza, Marcelo Mandacaru; Ferreira, Nayara Cristiane; Cardoso, Leandro de Morais; Hamacek, Fabiana Rossi
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 04/02/2015 POR
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46.5%
O presente estudo buscou descrever a situação de segurança alimentar vivenciada por famílias residentes na comunidade rural de Galheiros do município de Diamantina, situada no Alto Vale do Jequitinhonha, no Estado de Minas Gerais, Brasil. Foi utilizada a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar - EBIA - com 15 questões que refletem a insegurança alimentar em diferentes níveis de intensidade. Foram investigadas 28 famílias, e obtidas informações sobre renda familiar, renda per capita, condição sócio econômica, de moradia, de saneamento básico e consumo alimentar. A prevalência de insegurança alimentar encontrada na comunidade foi de 46,4%, sendo 32,14% leve, 3,6% moderada e 10,7% grave. Mais da metade das famílias (57,2%) viviam com o equivalente a ½ do salário mínimo por mês. A maioria das famílias (75,0%) relatou gastar com alimentação valores inferiores a R$ 350,00, e 53,6% relataram receber da união e/ou Estado algum tipo de benefício. Estes resultados demonstram que apesar de existir no Brasil políticas públicas de combate à fome, grande parte das famílias residentes em Galheiros, vive em vulnerabilidade social, assim sendo, são necessárias ações estruturantes para reverter tal quadro, tanto no que se refere à produção de alimentos...

A segurança alimentar de comunidades pesqueiras do Sudeste do Brasil: dimensões complementares e um exemplo com o robalo

Begossi, Alpina; Salivonchyk, Svetlana V.; Silvano, Renato Azevedo Matias.
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Amostragem. Formato: application/pdf
Publicado em 04/03/2015 POR
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46.54%
Este estudo inclui aspectos complementares da segurança alimentar através da ênfase na importância da trajetória do recurso, dentre outros. Os locais de estudo são Copacabana (Rio de Janeiro) e Paraty (RJ), bem como Bertioga (SP). Três exemplos (casos) ilustram esse estudo: 1) a escolha alimentar de populações da costa; 2) a extração de recursos marinhos considerados vulneráveis; e 3) a compreensão da biologia/ecologia dos recursos, ilustrada aqui através de dados primários sobre o robalo (Centropomus undecimalis). A escolha alimentar inclui a importância do tempo de manipulação no alimento (espécies de peixe, nesse caso). Peixes com menos espinhas são preferidos para consumo e venda; esses possuem também alta demanda no mercado. A extração de recursos vulneráveis é ilustrada através da pesca da garoupa (Epinephelus marginatus). Indivíduos imaturos de garoupa compõem a maioria da pesca de pequenas comunidades pesqueiras e demandas do mercado influenciam as decisões dos pescadores. O último caso, a extração de peixes que utilizam ambientes diversos, para reproduzir e para completar os seus ciclos de vida, é exemplificado através do peixe estuarino robalo (C. undecimalis), com base em dados primários. A importância do conhecimento sobre a reprodução de peixes no sentido de manter as comunidades pesqueiras e trabalhar na direção da segurança alimentar é uma conclusão desse estudo.

Avaliação de políticas e programas de segurança alimentar e nutricional no Brasil: uma análise a partir do Plano Plurianual (PPA 2012-2015)

Souza, Luciana Rosa de
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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O tema Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) tornou-se importante na agenda das políticas públicas brasileiras nos últimos anos. A gestão pública brasileira aprimorou-se muito com a implementação destas ações. Neste artigo, analisamos criticamente a política de SAN, em implementação no Brasil desde 2012. O estudo foi feito com base na relação planejamento versus execução orçamentária da política de SAN no Brasil, a qual sustentou-se na avaliação crítica do Plano Plurianual (PPA 2012-2015) que oferece um espectro do planejamento de médio prazo. Os avanços observados no planejamento desta política não foram suficientes para superar as falhas na alocação orçamentária, as quais foram evidenciadas pela análise da disponibilidade orçamentária alocada para cada programa que compõe a política de SAN. Apesar dos avanços observados no planejamento e execução da política de SAN no Brasil, ainda há necessidade de melhorias, especialmente no que concerne à questão orçamentária.

Segurança alimentar e nutricional e qualidade de vida em assentamentos rurais

Souza-Esquerdo, Vanilde Ferreira de; Bergamasco, Sonia Maria Pessoa Pereira; Oliveira, Julieta Teresa Aier de; Oliveira, Érika de Souza
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 03/02/2015 POR
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Os assentamentos rurais referem-se a um novo espaço em formação, onde muitos assentados optam inicialmente pelo plantio de gêneros alimentícios para a sua subsistência e depois para o mercado. Assim, a conquista da terra possui significados que vão desde o resgate à cidadania até a melhoria da condição de vida pela aquisição de bens, produtos e serviços. Nesse sentido, este trabalho objetivou analisar a reforma agrária enquanto uma política capaz de contribuir para a melhoria da qualidade de vida e promoção da Segurança Alimentar e Nutricional das famílias assentadas. Para tanto, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre o tema. São apresentados também os resultados preliminares da pesquisa em andamento “Segurança Alimentar no Campo”. Percebeu-se que a pobreza no meio rural tem uma ligação direta com a concentração fundiária. Apesar da precariedade dos assentamentos rurais, a vida dos assentados, quando comparada a de seus pais, está melhor. Além disso, a vida no assentamento possibilita condições de produção para o sustento da família, podendo assim garantir sua Segurança Alimentar e Nutricional.

Disponibilidade alimentar para famílias residentes na zona rural: situação de segurança ou insegurança alimentar e nutricional

Dutra, Luiza Veloso; Souza, Luiza Monteiro; Santos, Ricardo Henrique Silva; Priore, Silvia Eloiza
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa exploratória. Formato: application/pdf
Publicado em 23/02/2015 POR
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O objetivo deste trabalho foi analisar os alimentos disponíveis para consumo, sua origem e a situação de (in)segurança alimentar e nutricional de famílias da Zona da Mata de Minas Gerais. O estudo foi realizado com 10 famílias, totalizando 40 pessoas, das quais foram avaliados o peso e a estatura. Para investigação da disponibilidade de alimentos foi utilizado questionário contendo lista de procedência e quantidade mensal destes nos últimos 30 dias. Os resultados indicaram 62,5% de indivíduos eutróficos, 30% com excesso de peso e 7,5% com baixo peso, sendo a maioria dos casos de inadequação em mulheres. A média da disponibilidade calórica supre 156,5% da necessidade calórica das famílias, classificando todas em segurança. Das calorias disponíveis, 40,5% provinham da produção para o autoconsumo e a participação dos macronutrientes indicou carboidratos 50,6%, proteínas 11,5% e lipídeos 37,8%. Apesar da classificação de segurança, o excesso de calorias disponíveis é preocupante, pois a totalidade da sua ingestão pode agravar o quadro atual de 30% da população com excesso de peso e a qualidade dos alimentos disponíveis não apresentou a adequação esperada, tornando essas famílias mais propícias a apresentarem insegurança alimentar. É importante incentivar a produção para autoconsumo...

Comércio justo e segurança alimentar

Viegas, Isabel Fernandes Pinto
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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O objetivo deste trabalho é relacionar o conceito de Segurança Alimentar em áreas rurais à certificação de Comércio Justo (Fair Trade) e verificar se o Comércio Justo é um dos caminhos para se promover a melhoria das condições de Segurança Alimentar por intermédio da maior inserção de produtores agrícolas marginalizados. A metodologia adotada foi revisão bibliográfica relacionando segurança alimentar, desenvolvimento rural, tendências do comércio internacional com suas consequências e Comércio Justo, tratando possíveis interações e limitações. As tendências recentes têm acentuado as dificuldades das populações agrícolas de países subdesenvolvidos em relação à competitividade, acesso ao mercado e aumentado sua vulnerabilidade com relação ao acesso aos recursos que poderiam garantir-lhes Segurança Alimentar. O Comércio Justo é apresentado como uma alternativa de desenvolvimento agrícola. Os preços mais altos dos seus produtos são fundamentais para garantir a sobrevivência de produtores menos eficientes e competitivos do que os padrões estabelecidos em termos globais. Implica no reconhecimento pelo consumidor de aspectos sociais, ambientais e da qualidade do produto. Ao garantir a inclusão crescente de produtores agrícolas marginalizados...

A construção de capacidades e meios de vida na garantia da segurança alimentar do rural pernambucano

Nascimento, Amália Leonel; Gonçalves, Fabiana Cristina Lima da Silva Pastich; Maia, Sandra Regina; Schneider, Sérgio; Lira, Pedro Israel Cabral de
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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O trabalho teve como objetivo caracterizar a situação de (in)segurança alimentar do meio rural de Pernambuco e seus condicionantes, bem como, por meio da abordagem das capacidades e perspectiva dos meios de vida, buscar alternativas para a garantia da segurança alimentar e desenvolvimento rural do Estado. A insegurança alimentar na área rural de Pernambuco esteve relacionada à classe social, embora que não tão dependente da renda quanto no setor urbano. A localização geográfica e áreas de povoamento, bem como às características do chefe da família e/ou entrevistado (gênero, condições de trabalho, escolaridade), presença de criança e/ou adolescente no domicílio, número de refeições realizadas e acesso a saneamento básico, tratamento de água, participação em programas sociais e cooperativas também demonstraram associação. As informações sobre insegurança alimentar no rural pernambucano auxiliam na compreensão das mais variadas formas de vulnerabilidade e exclusão sofridas por essas famílias, bem como suas estratégias para a construção de capacidades e ampliação da qualidade e meios de vida no campo.

(In) segurança alimentar de comunidades quilombolas do Tocantins

Monego, Estelamaris Tronco; Peixoto, Maria do Rosário Gondim; Cordeiro, Mariana de Morais; Costa, Renata Medeiros
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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46.5%
Este estudo buscou identificar a prevalência e alguns determinantes de (In) Segurança Alimentar (IA/SA) nas famílias de 14 comunidades quilombolas do estado do Tocantins (Brasil). Foram estudadas condições de moradia, prevalência de insegurança alimentar obtida pela Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) e participação em programas de alimentação e de transferência de renda. Foram estudadas 696 (83,15%) famílias quilombolas, das 837 (100%) identificadas. A IA esteve presente em 589 (85,1%) famílias. Observou-se que 280 (40,2%) domicílios eram de adobe, apenas 177 (25,4%) possuíam coleta de lixo, 218 (31,3%) dispunham de abastecimento de água e 59 (8,5%) de esgotamento sanitário. Possuíam filtro de água e geladeira 455 (65,6%) e 384 (55,2%) famílias respectivamente. Receberam doação de alimentos 314 (45,8%) famílias e 333 (47,8%) não eram beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF). Apresentaram associação com IA a prática de “queimar ou enterrar o lixo”, “ter abastecimento de água por carro pipa ou diretamente do rio ou córrego”, “ter esgotamento a céu aberto”, “não possuir geladeira” e “ser beneficiário do PBF”. Conclui-se que a situação de insegurança alimentar é altamente prevalente nas comunidades quilombolas...

(In) Segurança Alimentar: experiência de grupos focais com populações rurais do Estado de São Paulo

Sampaio, Maria de Fátima Archanjo; Kepple, Anne Walleser; Segall-Corrêa, Ana Maria; Oliveira, Julieta Teresa Aier de; Panigassi, Giseli; Maranha, Lucia Kurdian; Marin-Leon, Letícia; Bergamasco, Sonia Maria Pessoa Pereira; Perez-Escamilla, Rafael
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa exploratória. Formato: application/pdf
Publicado em 02/02/2015 POR
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O presente trabalho apresenta a experiência de grupos focais com participantes oriundos de populações rurais do Estado de São Paulo, que possibilitou analisar e elucidar a compreensão existente acerca dos conceitos utilizados pela Escala Norte-Americana para Medida de Segurança Alimentar (USDA Core Food Security Module, hoje denominada Household Food Insecurity Access Scale - HFIAS), previamente adaptada e validada para populações brasileiras urbanas. Essa fase qualitativa antecedeu e forneceu subsídios para realização da fase quantitativa do estudo de validação dessa escala para populações rurais. Foram realizados dois grupos focais, compostos, cada um, por 12 participantes, escolhidos e convidados para representar diferentes categorias da população rural paulista, incluindo: assentados, agricultores familiares tradicionais, trabalhadores assalariados e quilombolas. Os conceitos e palavras-chave investigados foram: “Segurança alimentar”; “Qualidade da alimentação”; “Alimentação saudável”; “Alimentação variada”; “Alimentação saudável e variada”; “Alimento suficiente”; “Condições para ter alimento suficiente: trocas, reserva, estoque, produção de alimentos para consumo e compra de alimentos”; “Dinheiro suficiente”; “Ficar sem nenhum dinheiro”; “Insegurança alimentar” e “Fome”. Os participantes expressaram uma compreensão abrangente sobre segurança alimentar...

Segurança alimentar e nutricional na região centro-oeste: particularidades e contrastes

Tinoco, Sarah Guerra Gama; Mendes, Juliana Frossard Ribeiro; Figueiredo, Aline Cristino; Costa, Ana Paula Rezende; Leão, Marília Mendonça; Santos, Leonor Maria Pacheco
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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46.54%
Trata-se de um estudo descritivo baseado em dados secundários que analisou a situação de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no Centro-Oeste (CO), a partir de indicadores da Matriz de monitoramento proposta pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Verificou-se que a região apresenta a maior produção de soja e carne bovina do país e a maior porcentagem de gastos com alimentação total. Em contraste, possui a maior concentração de renda, a menor disponibilidade de calorias do país e baixa aquisição de frutas e hortaliças. Para algumas culturas de frutas e vegetais registrou-se maior percentual de amostras contaminadas por agrotóxicos na Região CO, comparado à situação nacional. Para ambos os sexos a prevalência de déficit de peso em adultos foi maior se comparada à média do país; para o sexo masculino constatou-se maior prevalência de excesso de peso e obesidade e para as mulheres, uma menor prevalência, em comparação aos dados nacionais. Indicadores de baixo peso ao nascer, mortalidade infantil, aleitamento materno e acesso ao pré-natal foram melhores do que os do Brasil. Apesar do CO ocupar posição de liderança na produção agropecuária, é uma região de contrastes marcantes e muitos indicadores apontaram para situações que podem acarretar insegurança alimentar e nutricional.

Embates em torno da segurança e soberania alimentar: estudo de perspectivas concorrentes

Marques, Paulo Eduardo Moruzzi
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2015 POR
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46.54%
A propagação da noção de soberania alimentar nos últimos anos leva a pensar nos pontos de vista em jogo no campo de debate sobre os problemas alimentares. Deste modo, é possível identificar que a polissemia em torno da noção de segurança alimentar deixa margem para ambivalências, o que provoca descontentamentos. É nestas circunstâncias que a defesa da soberania alimentar ganha terreno, noção favorável à diversidade das agriculturas do mundo e propícia ao reconhecimento de seus múltiplos papéis. Aqui, trata-se de uma releitura da evolução dos sentidos e das concorrências em torno da segurança alimentar a fim de evidenciar as razões que conduzem a construção da noção de soberania alimentar. Ademais, as estratégias de agricultores familiares brasileiros são examinadas em termos de perspectivas de soberania alimentar.

A Segurança Alimentar no Brasil: Proposição e Usos da Escala Brasileira de Medida da Insegurança Alimentar (EBIA) de 2003 a 2009

Segall-Corrêa, Ana Maria; Marin-Leon, Letícia
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 10/02/2015 POR
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46.54%
Mesmo com os avanços observados na diminuição das desigualdades sociais no Brasil, ainda é grande o contingente de pessoas que vivem em situação de insegurança alimentar. Este trabalho descreve os resultados do uso da Escala Brasileira de Medida da Insegurança Alimentar a partir do seu processo de validação até os inquéritos de abrangência nacional, sua utilização por gestores municipais e, também, para produção acadêmica em diversas universidades. Por fim aponta a relevância da EBIA, como um instrumento auxiliar das políticas públicas de combate à fome no Brasil. Esse trabalho descreve o uso de métodos mistos de investigação, para a validação da EBIA, métodos qualitativos (painéis de especialistas e grupos focais) e quantitativos (inquéritos amostrais de população), em estudo multicêntrico, que envolveu quatro regiões do país, áreas rurais e urbanas e 6 instituições de pesquisa, 5 nacionais e uma norte americana. O principal resultado deste trabalho foi conseguir disponibilizar para os gestores públicos uma ferramenta, a Escala Brasileira de Medida da Insegurança Alimentar e Fome no Brasil – EBIA. Isto possibilitou a realização do primeiro diagnóstico nacional de acesso à alimentação em termos de qualidade e quantidade...

Segurança dos alimentos em serviços de alimentação do setor de turismo

Andrade, Marcel Levy de; Sturion, Gilma Lucazechi
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Revisão de literatura. Formato: application/pdf
Publicado em 04/11/2015 POR
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O setor de turismo no Brasil está em expansão devido, principalmente, à inclusão do país na agenda internacional de grandes eventos. Esses eventos são caracterizados pelo aumento da demanda dos turistas e pela procura de serviços relacionados ao setor. O deslocamento dos indivíduos e a maior exposição da população aos alimentos destinados ao pronto consumo em serviços de alimentação contribuem para a incidência de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA). Surtos de origem alimentar, geralmente, estão associados ao conhecimento insatisfatório dos manipuladores em relação às práticas adequadas de higiene em diferentes ramos de serviços de alimentação, inclusive no setor de turismo. Além disso, outros fatores como recrutamento inadequado de pessoal, insuficiente capacitação técnica de gerentes e manipuladores e pouco interesse e comprometimento dos gestores em desenvolver programas da qualidade e segurança dos alimentos, aumentam os riscos à saúde dos consumidores. Por isso, é importante verificar quais as necessidades e dificuldades dessas empresas para caracterizar e direcionar os esforços e diminuir as não conformidades encontradas neste setor. Nesse contexto, o objetivo do trabalho é caracterizar os serviços de alimentação do setor de turismo em relação aos problemas enfrentados pelas empresas no tocante à segurança dos alimentos.

A política brasileira de segurança alimentar e nutricional: concepção e resultados

Belik, Walter
Fonte: Segurança Alimentar e Nutricional Publicador: Segurança Alimentar e Nutricional
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Descritiva. Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2015 POR
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O artigo discute a utilização do conceito de Segurança Alimentar e Nutricional no desenho do Projeto Fome Zero e a sua implementação a partir de diversos programas que tiveram início na década passada. Essa política pública é o resultado de uma trajetória histórica e de um novo contexto internacional no qual o combate à fome passou a ser associado ao reconhecimento de direitos por parte do Estado. Após apresentar alguns resultados o artigo conclui chamando a atenção para a necessidade de aperfeiçoar programas ligados ao abastecimento, educação alimentar e nutricional e agricultura urbana, de forma a viabilizar o funcionamento de um sistema integrado de Segurança Alimentar e Nutricional.