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Investigation of measles IgM-seropositive cases of febrile rash illnesses in the absence of documented measles virus transmission, State of São Paulo, Brazil, 2000-2004; Investigação dos casos de doenças febris exantemáticas com IgM reagente contra o sarampo na ausência de transmissão documentada do vírus do sarampo, Estado de São Paulo, 2000-2004

CICCONE, Flávia Helena; CARVALHANAS, Telma Regina Marques Pinto; AFONSO, Ana Maria Sardinha; FLANNERY, Brendan; WALDMAN, Eliseu Alves
Fonte: Uberaba Publicador: Uberaba
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Introdução: Revisar os casos de doenças febris exantemáticas com IgM reagente contra o sarampo, no estado de São Paulo, Brasil, durante os cinco anos seguidos a interrupção da transmissão do vírus do sarampo. Métodos: Nós revisamos 463 casos de doenças febris exantemáticas com IgM reagente contra o sarampo, no estado de São Paulo, Brasil, de 2000 a 2004. Indivíduos vacinados contra o sarampo 56 dias antes da coleta de amostra foram considerados expostos à vacina. Soros da fase aguda e de convalescença foram testados para a evidência de infecção de sarampo, rubéola, parvovírus B19 e herpes vírus 6. Na ausência de soroconversão para imunoglobulina G contra o sarampo, casos com IgM reagente contra o sarampo foram considerados falsos positivos em pessoas com evidência de outras infecções virais. Resultados: Entre as 463 pessoas com doenças febris exantemáticas que testaram positivo para anticorpos IgM contra o sarampo durante o período, 297 (64 por cento) pessoas foram classificadas como expostas à vacina. Entre os 166 casos não expostos à vacina, 109 (66 por cento) foram considerados falsos positivos baseado na ausência de soroconversão, dos quais 21 (13 por cento) tiveram evidência de infecção por vírus da rubéola...

"Levantamento da situação vacinal e avaliação sorológica para sarampo e varicela de crianças e adolescentes portadores de insuficiência renal crônica em tratamento conservador e dialítico" ; Immunization status analysis and evaluation of antibody titers against measles and varicella in 83 chronic renal failure children and adolescents in conservative and dialytic therapy

Fagundes, Simone Nascimento
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/01/2004 PT
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A infecção é causa de morbimortalidade no paciente com insuficiência renal crônica (IRC), facilitada pela uremia, que leva a resposta imune insuficiente, inclusive após a vacinação. Foram avaliadas a situação vacinal e a presença de anticorpos para sarampo e varicela, de 83 crianças e adolescentes com IRC. A adesão dos pacientes às vacinas foi BCG 100%, poliomielite 98,8%, DPT 97,6%, sarampo monovalente 96,4%, tríplice viral 88%, hepatite B 68,7%. Ausência de anticorpos para sarampo e varicela ocorreu em 14,5% e 26,5% dos pacientes. A susceptibilidade ao sarampo em vacinados, predominou acima de seis anos (P < 0,00001) e à varicela (infecção natural) abaixo de sete anos (P < 0,001). O renal crônico pediátrico deve receber esquema vacinal amplo, com avaliação periódica de títulos de anticorpos; Infections are a cause of morbidity and mortality in chronic renal failure (CRF) patients, facilitated by uremia, which promotes a deficient immune response and hinders response to vaccination. We evaluated the immunization status and antibody titers against measles and varicella in 83 CRF children and adolescents. Adhesion to vaccination was 100% BCG, 98,8% poliomyelitis, 97,6% DPT, 96,4% measles, 88% MMR, 68,7% hepatitis B. Non-detectable antibodies against measles and varicella occurred in 14...

Vigilância de síndrome febril exantemática: estudo descritivo de casos com anticorpos da classe IgM contra o sarampo, Estado de São Paulo, 2000 a 2004; Febrile exanthematic syndrome surveillance: descriptive study of cases with antibody of IgM class anti-measles, State of São Paulo, 2000 to 2004

Ciccone, Flavia Helena
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/09/2007 PT
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Objetivo: Descrever os casos de síndrome febril exantemática, identificados no estado de São Paulo entre 2000 e 2004, visando identificar possíveis resíduos de fonte de infecção do sarampo. Métodos: Estudo descritivo. As definições são as utilizadas pelo Plano de Eliminação do Sarampo. O estudo incluiu casos notificados à vigilância da síndrome febril exantemática apresentando anticorpos IgM para sarampo pelas técnicas de ELISA e/ou ELISA de captura. Descreveram-se os aspectos clínicos e epidemiológicos segundo características de tempo, espaço e pessoa. Resultados: Estudaram-se 463 casos possíveis de sarampo; 64,1% e 29,8% foram classificados, respectivamente, como casos expostos e não expostos à vacina; 15,3% apresentaram clínica específica para sarampo e 12,1% apresentaram complicações. Os grupos etários mais representados foram: 9 a 11 meses (36,5%), um ano (32,8%) e cinco anos ou mais (15,2%). A distribuição no espaço e no tempo não sugere a ocorrência de casos relacionados entre si. Entre o final de 2000 e o início de 2002, os casos não expostos à vacina mantiveram-se em patamares elevados, coincidindo com a identificação de dois casos importados de sarampo. Conclusão: as limitações do estudo não permitem análises conclusivas a respeito da circulação do vírus do sarampo no estado de São Paulo...

Papel de vias de comunicação na eficácia da vacinação contra o sarampo na cidade de São Paulo; Communication channels role in measles vaccination in São Paulo city, Brazil.

Logullo, Patrícia Júlia
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/09/2001 PT
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Fatores associados com falhas na cobertura da vacinação contra o sarampo na cidade de São Paulo foram estudados por meio de entrevistas com pais ou responsáveis por 122 crianças de até cinco anos. Observou-se que a população conhece a doença e identifica a vacina com a idéia de proteção, mas não cumpre o calendário de vacinação e atrasa as doses da vacina contra o sarampo. Idade, região de origem ou de residência, status familiar ou nível educacional não mostraram associação com o cumprimento do calendário obrigatório (uma dose da vacina contra o sarampo deve ser aplicada dos 9 aos 11 meses e a segunda, aos 15 meses). A televisão é o meio de comunicação que mais informa os entrevistados sobre as Campanhas Nacionais de Multivacinação e o cartão de vacinação foi identificado como uma das vias de comunicação utilizadas para informar sobre a vacinação fora das Campanhas, na rotina. No entanto, nenhum meio de comunicação identificado no estudo pôde, significativamente, promover a mudança de comportamento da indife rença para o compromisso com o cumprimento do calendário, ou seja, adesão. A única variável significativamente relacionada com o atraso na vacinação, de até 20 dias, foi o sentimento de dó de aplicar injeções nas crianças (p = 0...

Prevalência de anticorpos contra sarampo, caxumba e rubéola antes e após vacinação de escolares com três diferentes vacinas triplices virais

Santos, Boaventura Antonio dos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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Objetivo: Avaliar a soroprevalência para sarampo, caxumba e rubéola em escolares antes e após a administração de três diferentes vacinas tríplices virais. Método: Para o presente estudo foram coletadas 692 amostras de sangue antes da vacinação e 636 amostras 21 a 30 dias após, nas quais foi realizada a pesquisa de anticorpos IgG pelas técnicas de enzimaimunoensaio (ELISA), com utilização dos kits comerciais Enzygnost® Behring, Marburg/Germany, para sarampo e caxumba, e Rubenostika® Organon Teknica, Holland, para rubéola. As amostras com resultados negativos e limítrofes para sarampo e caxumba foram posteriormente tituladas pelo teste de neutralização em placa e, as para a rubéola, pela técnica de inibição da hemaglutinação. As vacinas utilizadas foram: vacina A - E-Zagreb, L-Zagreb e Wistar RA 27/3 (Tresivac); vacina B - Moraten, J-Lynn e Wistar RA 27/3 (MMR II); e vacina C - Schwarz, Urabe AM-9 e Wistar RA 27/3 (Trimovax). Resultados: Quanto à prevalência de anticorpos IgG antes da vacinação, 79,2% (IC95%: 76,0 - 82,2) das amostras foram positivas para o sarampo. Para a caxumba e rubéola, os resultados positivos obtidos foram 69,4% (IC95%: 65,8 - 72,8) e 55,4% (IC95%: 51,6 - 59,2), respectivamente. Vinte e um a trinta dias após a administração das vacinas A...

Soroprevalência de anticorpos contra o sarampo de uma determinada população infantil de Botucatu, SP

Godoy, Ilda de; Meira, Domingos Alves
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 259-264
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Esta pesquisa trata-se de um estudo de soroprevalência de anticorpos contra o sarampo, de uma determinada população infantil residente em Botucatu, SP, com o objetivo de avaliar o estado imunólogico, induzido quer por infecção natural, quer por meio de vacinação. Foram estudadas 101 crianças, sendo que todas receberam a vacina contra o sarampo. Os exames laboratoriais utilizados para avaliar a presença de anticorpos, nas amostras de sangue coletadas, foram o teste de Inibição de Hemaglutinação (IH) e o Ensaio imunoenzimático (ELISA). Os resultados do teste de IH, mostraram que 92,1% das amostras apresentavam anticorpos contra o sarampo. As amostras com títulos < que 1:4, quando estudadas pela IH, foram retestadas no mesmo laboratório por meio do ELISA, e somente duas mantiveram-se negativas para anticorpos contra o sarampo. Portanto, em 98% das amostras de soro das crianças estudadas os anticorpos contra o sarampo estavam presentes.; A study of the seroprevalence of measles antibodies was conducted in a population of children residing in Botucatu, SP, in order to asses their immunological status whether induced by natural infection or by vaccination. A total of 101 children were studied, all of which had been vaccinated against measles. The laboratory tests used to determine the presence of antibodies in the collected blood samples were hemagglutination inhibition (HI) and immunoenzymatic assay (ELISA). HI results showed that 92.1% of the samples presented antibodies against measles. Samples with titers <1:4 when studied by HI were retested by ELISA in the same laboratory and only two continued to be negative for measles antibodies. Thus...

Avaliação da cobertura vacinal e incidência do sarampo nos municípios de Santa Catarina no período de 1996 a 2000

Faversani, Maria Cristina de Sousa Santos
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 70 f.| tabs., grafs., mapas
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública.; O objetivo deste estudo foi relacionar a incidência do sarampo com cobertura vacinal, densidade populacional e circulação do vírus no município no ano anterior. Trata-se de um estudo ecológico, usando os municípios do Estado de Santa Catarina como unidade de análise. Os dados oficiais foram colhidos da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (fichas de investigação epidemiológica) e do Ministério de Saúde (DATASUS), no período 1996-2000. As coberturas de vacina contra sarampo foram inferiores aos níveis necessários de erradicação (95%) e controle (90%) em grande parte do estado de Santa Catarina antes e durante a epidemia de 1997, principalmente da segunda dose, prevista para 15 meses de idade com a vacina tríplice viral. Houve melhora nos anos seguintes, mas continuou faltando homogeneidade de cobertura. Também foi registrada uma tendência à diminuição da cobertura de controle ou seja, 90% ou mais, com a segunda dose da vacina tríplice viral no ano 2000. De uma forma geral, baixas coberturas vacinais foram associadas com maior incidência de sarampo. Porém...

Pesquisa de anticorpos contra o sarampo em crianças infectadas pelo HIV, após a imunização básica

Lindgren-Alves,Claudia R.; Freire,Lincoln M.S.; Oliveira,Rodrigo C.; Guerra,Henrique L.; Da-Silva,Edson E.; Siqueira,Marilda M.; Horta,Isabela Morgan; Queiroz,Claudia C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 PT
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37.96%
OBJETIVO: verificar a presença de anticorpos contra o sarampo em crianças com infecção perinatal pelo HIV e devidamente imunizadas. MÉTODOS: estudo de coorte retrospectivo realizado em Belo Horizonte, entre 1995 e 1996. Foram incluídas 21 crianças com infecção perinatal pelo HIV e 29 crianças imunocompetentes não-infectadas. Informações acerca da vacina contra o sarampo foram obtidas do cartão de imunizações dos pacientes. A pesquisa de anticorpos contra o sarampo foi realizada pelos testes de neutralização por redução de placa e dosagem de IgM pela técnica de ELISA. Adotou-se nível de significância de 5% em todas as análises estatísticas realizadas. RESULTADOS: a mediana de idade dos pacientes infectados pelo HIV foi de 44,5 meses, e das crianças não-infectadas, de 62,0 meses (P=0,64).Os grupos receberam em média 2 doses da vacina contra o sarampo. Todos os pacientes soronegativos para o HIV apresentaram títulos de anticorpos contra o sarampo superiores a 50 mUI/ml, enquanto 57,1% das crianças infectadas apresentaram títulos acima deste valor (P=0,0001). O título geométrico médio de anticorpos neutralizantes foi significativamente menor no grupo de crianças com infecção pelo HIV (433,5 mUI/ml) do que no grupo de não-infectados(1668...

Anticorpos para os vírus da rubéola, do sarampo e da caxumba em crianças de São Paulo, Brasil

Carvalho,Renato Piza de Souza; Evans,Alfred S.; Grossmann,Luitgard; Pannuti,Cláudio Sérgio
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1976 PT
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37.73%
Foram dosados anticorpos inibidores da hemaglutinação para o vírus da rubéola, do sarampo e da caxumba, em amostras de soro de 166 crianças de elevado nível sócio-econômico, com idade de 6 a 12 anos, que freqüentavam, em 1969, uma escola primária na cidade de São Paulo, Brasil. A per-centagem de soros positivos foi de 49,3% para a rubéola, 88,2% para o sarampo e 79,4% para a caxumba. Através de interrogatório junto aos pais, observou-se significativa correspondência entre antecedentes clínicos positivos para sarampo e caxumba e presença de anticorpos circulantes (95,3% e 91,7%, respectivamente). Houve grande discordância quando os antecedentes clínicos ou vacinais para sarampo e caxumba eram negativos: 51,8% e 61,4% destas crianças possuíam anticorpos circulantes. Quanto à rubéola, não foi possível fazer-se tal correlação, pois a maioria das mães não sabia dar informações sobre esta doença, no passado.

Suscetibilidade da linhagem de células Vero a cepas vacinais do vírus do sarampo

Takata,Célia Sayoko; Kubrusly,Flávia Saldanha; Miyaki,Cosue; Mendes,Inácio França; Rizzo,Edda de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1994 PT
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A suscetibilidade da linhagem de células Vero ao vírus do sarampo é bem conhecida e sua utilização no controle da potência da vacina contra o sarampo é amplamente difundida. Com o objetivo de comparar a suscetibilidade de células Vero empregadas em titulações, amostras provenientes de dois laboratórios controladores (Vero IB e Vero INCQS), foram testadas frente a três cepas vacinais: Moraten, Schwarz e Biken CAM-70. Foram titulados 72 lotes de vacinas contra o sarampo, sendo 25 produzidos com a cepa Moraten, 24 com a cepa Schwarz e 23 com a cepa Biken CAM-70. A análise estatística dos resultados obtidos nas titulações, feita através dos testes Limites para uma Média e "t" de Student, mostrou que para as cepas Moraten e Biken CAM-70, as diferenças de títulos não foram estatisticamente significantes, o mesmo não ocorrendo com a cepa Schwarz, para a qual as células Vero IB se mostraram mais sensíveis.

Soroprevalência de sarampo entre pediatras de um hospital-escola

Guerra,Aline L; Rossi Jr,Alfio; Paiva,Luciana M; Sato,Helena K; Souza,Vanda AUF; Sakane,Pedro Takanori; Baldacci,Evandro R
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1999 PT
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INTRODUÇÃO: Em 1996-1997 ocorreu no Estado de São Paulo uma epidemia de sarampo. Uma das estratégias de controle da Secretaria do Estado da Saúde foi a vacinação dos profissionais da saúde. Nesse sentido objetivou-se avaliar a soroprevalência de sarampo entre os pediatras. MÉTODOS: Foram colhidas 150 amostras de sangue de médicos pediatras voluntários, as quais foram submetidas ao teste de ELISA. Um questionário sobre história de sarampo e situação vacinal foi respondido pelos pediatras estudados. RESULTADOS: A maioria dos pediatras 147/150 tinha títulos protetores; sendo 80,3% sem e 19,7% com história pregressa de sarampo. Em 2% dos pediatras as sorologias foram negativas. Nos sem história de doença, 67% afirmavam terem sido vacinados e 33% apesar de apresentarem títulos protetores ignoravam sua situação vacinal. Dos 79 médicos vacinados, 81% tinham recebido a vacina há pelo menos 25 anos e mantido títulos protetores. Dos 3 com sorologias negativas, um referia vacinação anterior. CONCLUSÕES: Apesar da elevada soroprevalência para sarampo, 2% de pessoas susceptíveis podem constituir grupo de risco para aquisição e disseminação da doença em situação epidêmica.

Soroprevalência de anticorpos contra o sarampo de uma determinada população infantil de Botucatu, SP

Godoy,Ilda de; Meira,Domingos Alves
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2000 PT
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37.8%
Esta pesquisa trata-se de um estudo de soroprevalência de anticorpos contra o sarampo, de uma determinada população infantil residente em Botucatu, SP, com o objetivo de avaliar o estado imunólogico, induzido quer por infecção natural, quer por meio de vacinação. Foram estudadas 101 crianças, sendo que todas receberam a vacina contra o sarampo. Os exames laboratoriais utilizados para avaliar a presença de anticorpos, nas amostras de sangue coletadas, foram o teste de Inibição de Hemaglutinação (IH) e o Ensaio imunoenzimático (ELISA). Os resultados do teste de IH, mostraram que 92,1% das amostras apresentavam anticorpos contra o sarampo. As amostras com títulos < que 1:4, quando estudadas pela IH, foram retestadas no mesmo laboratório por meio do ELISA, e somente duas mantiveram-se negativas para anticorpos contra o sarampo. Portanto, em 98% das amostras de soro das crianças estudadas os anticorpos contra o sarampo estavam presentes.

Freqüência de sarampo, rubéola, dengue e eritema infeccioso entre casos suspeitos de sarampo e rubéola no estado de Pernambuco, no período de 2001 a 2004

Oliveira,Maria José Couto; Cordeiro,Marli Tenório; Costa,Fabianni Menezes; Murakami,Gabriela; Silva,Ana Maria Sinício da; Travassos,Risalva Correia; Magalhães,Vera
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
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37.85%
O estudo teve como objetivo verificar a freqüência de sarampo, rubéola, dengue e eritema infeccioso entre casos suspeitos de sarampo e rubéola, no estado de Pernambuco, Brasil. Foram testadas 1.161 amostras de soro coletadas no período de 2001 a 2004, para as quatro viroses, utilizando-se ensaios imunoenzimáticos para detecção de anticorpos IgM. Desse total, 276 (23,8%) amostras foram positivas para uma das quatro viroses analisadas. Foram detectados 196 (16,9%) casos positivos para dengue, 38 (3,3%) para eritema infeccioso (parvovírus B19), 32 (2,8%) para rubéola e 10 (0,9%) para sarampo. Entre os casos suspeitos de sarampo e rubéola, a infecção pelo vírus dengue foi a mais freqüente, seguida pelo parvovírus B19. A semelhança de manifestações clínicas entre as doenças exantemáticas contribui para dificultar o diagnóstico de sarampo, rubéola, dengue e eritema infeccioso, quando observados apenas os critérios clínicos. Deve-se salientar que os quatro testes utilizados foram insuficientes para diagnosticar 76,2% das doenças febris exantemáticas notificadas. Este é o primeiro estudo que evidencia a circulação de parvovírus B19 humano em Pernambuco.

Perfil epidemiológico do sarampo no Estado de Santa Catarina, Brasil, de 1996 a 2000

Faversani,Maria Cristina de Sousa Santos; Kupek,Emil; Westrupp,Maria Helena Bittencourt
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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37.93%
Este estudo ecológico, baseado nos dados secundários da vigilância epidemiológica e usando município como unidade de análise, mostrou que as coberturas da vacina contra sarampo foram menores de níveis necessários para erradicação (95%) e controle (90%) em grande parte do Estado de Santa Catarina, Brasil, antes e durante a epidemia de 1997, principalmente da segunda dose da vacina, prevista para 15 meses de idade dentro da vacina triviral. Houve melhora nos anos seguintes, mas continuou faltando a homogeneidade da cobertura. Baixas coberturas vacinais foram associadas com maior incidência de sarampo, mas, no ano epidêmico de 1997, surtos menores de sarampo ocorreram até em alguns municípios com coberturas acima de 95% no primeiro ano de vida, com maior concentração naqueles com baixa cobertura da vacina triviral. Cerca de 80% dos casos de sarampo no período de 1996-2000 ocorreram entre escolares e jovens adultos. A circulação do vírus do sarampo no ano anterior e a densidade populacional aumentaram o risco de sarampo. Dois casos importados em 2004 ilustram bem porque ainda não podemos falar de erradicação e sim de eliminação do sarampo no Estado.

Freqüência de sarampo, rubéola, dengue e eritema infeccioso em casos suspeitos de sarampo e rubéola no Estado de Pernambuco, no período de 2001 2004

José Couto Oliveira, Maria; Magalhães da Silveira, Vera (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.93%
O diagnóstico das doenças exantemáticas virais apresenta muitas falhas quando baseado apenas em critérios clínicos, principalmente nos países onde os casos de sarampo e rubéola são raros. Estudos realizados em diversos países apontam outras viroses determinantes de doenças exantemáticas confundidas com sarampo e rubéola. Para verificar a freqüência de sarampo, rubéola, dengue e eritema infeccioso dos casos suspeitos de sarampo e rubéola no estado de Pernambuco, no período de 2001 a 2004, foram analisadas 1.161 amostras de soro encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco. Ensaios imunoenzimáticos (ELISA), para detecção de anticorpos IgM específicos para os respectivos vírus foram utilizados. O diagnóstico laboratorial foi confirmado em 23,8% (276/1161) dos casos investigados. Destes, foram identificados como dengue, 16,9% (196/1161), parvovírus B19, 3,3% (38/1161), rubéola, 2,8% (32/1161) e sarampo, 0,9% (10/1161). Todos os exames positivos para sarampo e 44% dos positivos para rubéola foram decorrentes, provavelmente, de reação vacinal. Este é o primeiro estudo que evidencia a circulação de parvovírus B19 em Pernambuco, tendo sido observado que 92,1% dos casos positivos para esse agravo e 90...

Panencefalite Esclerosante Subaguda do Sarampo. Relação com a Infecção Precoce e o Esquema Vacinai

Brand, Ariane; Pereira, Paula; Neto, Ana Serrão; Palminha, J. Martins
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 25/09/2014 PT
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37.8%
A panencefalite esclerosante subaguda (PEES) é uma complicação tardia do sarampo, sobretudo se este surge abaixo dos dois anos de idade.No intervalo de 10 anos foram diagnosticados no serviço de Pediatria do Hospital S. Francisco Xavier (HSFX) oito casos de PEES, número significativo, o que levou os autores a fazerem uma revisão desta patologia relacionando a idade do sarampo, calendário vacinai, início e evolução da doença.Dos resultados salienta-se: 50% das crianças tiveram Sarampo até aos 6 meses. Uma criança foi vacinada aos 15 meses e teve sarampo três meses depois. Em média, a PEES iniciou-se pelos oito anos de idade e a maioria dos casos foi diagnosticada no estadio II da doença.Os autores, face aos resultados encontrados propõem uma reflexão sobre a data da primeira inoculação da vacina do Sarampo e o respectivo esquema de vacinação.

A ERRADICAÇÃO DO SARAMPO E O PAPEL DO LABORATÓRIO; MEASLES ERADICATION AND THE ROLE OF THE LABORATORY

Souza, Vanda Akico Ueda Fick de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/03/1999 POR
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37.89%
A disponibilidade de vacinas seguras e eficazes, a existência de apenas um tipo antigênico, a estabilidade antigênica, a restrição da doença à população humana e a facilidade de identificação clínica da maioria dos casos de sarampo, permitiram considerar o sarampo como a doença ideal para ser erradicada. Apesar dos esforços neste sentido, com início nos anos oitenta (80), o sarampo continua sendo um grave problema de saúde pública. De acordo com as estimativas da Organização Mundial da Saúde, ocorreram, no ano de 1997, mais de trinta (30) milhões de casos e cerca de um (1) milhão de óbitos por sarampo. Contudo, os dados indicam que a erradicação do sarampo é possível e tem-se uma meta estabelecida para o período de 2005 a 2010. O laboratório tem assumido um papel fundamental nas estratégias de controle e eliminação. O presente trabalho tem por objetivo discutir as diversas oportunidades de atuação do laboratório, assim como as técnicas que mais se adequam a cada finalidade.; The availability of safe and effective vaccines against measles virus, its monotypic antigenic stability, the restriction of the disease to human population and the easiness to clinically diagnosis measles cases led to consider measles an ideal candidate for eradication. Despite the efforts...

Exantema após vacinação do sarampo: análise laboratorial de casos notificados em São Paulo; Rash after measles vaccination: laboratory analysis of cases reported in São Paulo, Brazil

Oliveira, Maria I; Curti, Suely P; Figueiredo, Cristina A; Afonso, Ana MS; Theobaldo, Márcia; Azevedo, Raymundo S; Durigon, Edison L
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2002 ENG
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37.93%
OBJETIVO: O diagnóstico diferencial de doenças exantemáticas causadas por vírus é geralmente difícil, e equívocos não são raros, especialmente depois da introdução da vacina contra o sarampo e a rubéola. Um estudo laboratorial foi conduzido com o objetivo de estabelecer o diagnóstico etiológico de casos de exantema em crianças que receberam a vacina contra o sarampo. MÉTODOS: Soros de casos de exantema em crianças que receberam vacina contra o sarampo, em 1999, foram analisados para anticorpos IgM contra os vírus do sarampo, da rubéola e do parvovírus humano B19 (HPV B19), por técnicas comerciais de Elisa, e o herpes vírus humano tipo 6 (HHV 6), por técnica comercial de imunofluorecência. A viremia para cada um desses vírus foi testada pela reação em cadeia da polimerase (PCR). RESULTADOS: Foram notificados, em 1999, 17 casos de crianças com exantema pós-vacinal. A idade das crianças era de nove a 12 meses (mediana, dez meses). Uma amostra de sangue colhida para investigação laboratorial foi obtida para cada criança. O tempo decorrido entre a aplicação da vacina e o aparecimento do exantema variou de um a 60 dias. Os resultados da sorologia das 17 crianças sugeriram o seguinte diagnóstico etiológico para o exantema: 17...

Soroprevalência de sarampo entre pediatras de um hospital-escola

Guerra,Aline L; Rossi Jr,Alfio; Paiva,Luciana M; Sato,Helena K; Souza,Vanda AUF; Sakane,Pedro Takanori; Baldacci,Evandro R
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1999 PT
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37.8%
INTRODUÇÃO: Em 1996-1997 ocorreu no Estado de São Paulo uma epidemia de sarampo. Uma das estratégias de controle da Secretaria do Estado da Saúde foi a vacinação dos profissionais da saúde. Nesse sentido objetivou-se avaliar a soroprevalência de sarampo entre os pediatras. MÉTODOS: Foram colhidas 150 amostras de sangue de médicos pediatras voluntários, as quais foram submetidas ao teste de ELISA. Um questionário sobre história de sarampo e situação vacinal foi respondido pelos pediatras estudados. RESULTADOS: A maioria dos pediatras 147/150 tinha títulos protetores; sendo 80,3% sem e 19,7% com história pregressa de sarampo. Em 2% dos pediatras as sorologias foram negativas. Nos sem história de doença, 67% afirmavam terem sido vacinados e 33% apesar de apresentarem títulos protetores ignoravam sua situação vacinal. Dos 79 médicos vacinados, 81% tinham recebido a vacina há pelo menos 25 anos e mantido títulos protetores. Dos 3 com sorologias negativas, um referia vacinação anterior. CONCLUSÕES: Apesar da elevada soroprevalência para sarampo, 2% de pessoas susceptíveis podem constituir grupo de risco para aquisição e disseminação da doença em situação epidêmica.

Perfil epidemiológico do sarampo no Estado de Santa Catarina, Brasil, de 1996 a 2000

Faversani,Maria Cristina de Sousa Santos; Kupek,Emil; Westrupp,Maria Helena Bittencourt
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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37.93%
Este estudo ecológico, baseado nos dados secundários da vigilância epidemiológica e usando município como unidade de análise, mostrou que as coberturas da vacina contra sarampo foram menores de níveis necessários para erradicação (95%) e controle (90%) em grande parte do Estado de Santa Catarina, Brasil, antes e durante a epidemia de 1997, principalmente da segunda dose da vacina, prevista para 15 meses de idade dentro da vacina triviral. Houve melhora nos anos seguintes, mas continuou faltando a homogeneidade da cobertura. Baixas coberturas vacinais foram associadas com maior incidência de sarampo, mas, no ano epidêmico de 1997, surtos menores de sarampo ocorreram até em alguns municípios com coberturas acima de 95% no primeiro ano de vida, com maior concentração naqueles com baixa cobertura da vacina triviral. Cerca de 80% dos casos de sarampo no período de 1996-2000 ocorreram entre escolares e jovens adultos. A circulação do vírus do sarampo no ano anterior e a densidade populacional aumentaram o risco de sarampo. Dois casos importados em 2004 ilustram bem porque ainda não podemos falar de erradicação e sim de eliminação do sarampo no Estado.