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Tolerância do pepino enxertado à salinidade em ambiente protegido e controle da salinização do solo.; Salinity tolerance of grafted cucumber in greenhouse and control of soil salinization.

Blanco, Flávio Favaro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/02/2000 PT
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37.39%
A aplicação de fertilizantes via água de irrigação é prática comum para cultivos em ambiente protegido, o que pode resultar na salinização do solo se o manejo da irrigação não for adequado. Com isso, é de grande importância que se estabeleça a tolerância das culturas à salinidade e o controle eficiente da irrigação para cada cultura a fim de se promover a lixiviação do excesso de sais da zona radicular até um nível tolerado pelas plantas. O presente trabalho teve o objetivo de estabelecer um manejo adequado da fertilização e da irrigação para a cultura do pepino enxertado em ambiente protegido, visando o controle da salinidade do solo, e avaliar métodos de recuperação do solo salinizado. Para isso, foi conduzido um experimento em uma estufa de 110 m 2 para estudar o efeito de diferentes salinidades da água de irrigação (S1=1,58 dS.m -1, S2=3,08 dS.m -1 e S3=5,13 dS.m -1 ), diferentes lâminas de água (L0=1,00.ETc e L1=1,25.ETc) e duas frequências de aplicação da lâmina L1 (F1=em todas as irrigações e F2=quando a lâmina de irrigação acumulada em L0 for igual a 100 mm) no desenvolvimento vegetativo e produção do pepino, cv. Hokushin, enxertado em Cucurbita spp., híbrido Excite-Ikki. O manejo da irrigação foi realizado através de tensiômetros instalados a 15 e 30 cm de profundidade e da evaporação de um tanque reduzido...

Manejo da fertirrigação e controle da salinidade em solo cultivado com melão rendilhado sob ambiente protegido.; Fertirrigation management and control of the soil salinity under netmelon cultivation in greenhouse.

Dias, Nildo da Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/06/2004 PT
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37.2%
Com o objetivo de avaliar o uso de extratores de soluções do solo no auxílio ao manejo da fertirrigação e no controle da salinidade em solo cultivado com melão rendilhado, conduziu-se um estudo em ambiente protegido na área experimental do Departamento de Engenharia Rural da ESALQ/USP, localizado no município de Piracicaba, SP. Os tratamentos foram compostos da combinação de dois fatores: 6 níveis de salinidade inicial do solo (S1 = 1,0; S2 = 2,0; S3 = 3,0; S4 = 4,0; S5 = 5,0 e S6 = 6,0 dS m-1) e dois manejos de fertirrigação: tradicional e com controle da condutividade elétrica da solução do solo. O delineamento estatístico adotado foi o de blocos casualizados completos com 4 repetições, sendo os fatores estudados arranjados em um esquema fatorial de 6 x 2. A salinização inicial do solo se procedeu por meio da aplicação de soluções salinas preparadas a partir de fertilizantes, sendo que a quantidade de sais a ser adicionada foi determinada tomando por base uma curva de salinização artificial obtida previamente em laboratório. A condutividade elétrica da solução foi medida após o término de cada evento de irrigação, utilizando-se extratores com cápsulas porosas. Os resultados revelam que as produções total e comercial...

Resposta da Cultura do Agrião à Salinidade Utilizando um Sistema Hidropônico do Tipo NTF; Watercress crop to salinity using a NFT hidroponic system

Gomes, Lucas de Oliveira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/10/2009 PT
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Depois que a agricultura brasileira passou a ser destacada no cenário de das pesquisas científicas, o grande desafio passou a ser a padronização de produtividade em todo território nacional. Um dos principais focos vem sendo a região semi-árida pela sua escassez de água, tanto quantitativa quanto qualitativa, por ser uma região com baixo índice de precipitação e por suas águas subterrâneas normalmente serem águas salobras. Com este desafio nacional, vem se destacando a hidroponia em alguns Estados, pelo uso da água racionalmente. Com este aumento do uso da hidroponia vem aparecendo algumas dificuldades devido à falta de informações sobre este sistema. Contudo, estudos a ser realizados visando aumentar informações sobre uso de águas salobras em hidroponia, e também buscando informação sobre os níveis de resposta das culturas à salinidade, são de fundamental importância para aperfeiçoar os investimentos em produções hidropônicas, principalmente na região Nordeste do Brasil. Tendo em vista a falta de informação para a cultura do agrião hidropônico, o objetivo deste trabalho foi: averiguar a resposta à salinidade da cultura do agrião, em hidroponia e em solo; propor um manejo para a melhor utilização do sistema...

Níveis de salinidade e manejo da fertirrigação sobre o cultivo do tomateiro (Lycopersicon esculentum Mill) em ambiente protegido; Salinity control and fertigation management on the cultivation of tomato (Lycopersicon esculentum Mill) in greenhouse

Eloi, Waleska Martins
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/10/2007 PT
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37.28%
A necessidade crescente de aumentar a produtividade no setor agrícola levou ao acréscimo do uso de fertilizantes na produção de alimentos, ocasionando, entre outras coisas, a salinização do solo, as conseqüências para a saúde do homem e o impacto ambiental, não são totalmente conhecidas. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes níveis de salinidade no solo provocada pelo uso da fertirrigação, nas variáveis fenológicas e de produção do tomateiro cultivado em estufa; estudar a evolução da salinização do solo cultivado com tomateiro sob dois tipos de manejo da fertirrigação, o tradicional, baseado na marcha de absorção de nutrientes da cultura e o baseado no monitoramento da solução do solo, avaliando o funcionamento do uso de cápsulas porosas, como extratores de solução do solo, visando o controle da salinização. O experimento foi conduzido em duas etapas, sendo a primeira desenvolvida no Laboratório de Solos e a segunda realizada em estufa plástica, ambos localizados no Departamento de Engenharia Rural da ESALQ/USP, em Piracicaba. A primeira etapa consistiu de testes preliminares que possibilitaram a construção de curvas artificiais de salinização, visando à realização do processo de salinização artificial do solo. Na segunda etapa avaliou-se o efeito dos diferentes níveis iniciais de salinidade do solo e manejos aplicados. Os níveis iniciais de salinidade utilizados foram: S1 = 1...

Manejo da fertirrigação em ambiente protegido visando o controle da salinidade do solo para a cultura da berinjela; Fertigation management in a greenhouse for the soil salinity control in eggplant crop

Silva, Everaldo Moreira da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/01/2011 PT
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37.28%
Com o monitoramento periódico da solução do solo, pode-se determinar a condutividade elétrica e a concentração de íons específicos, essenciais à nutrição das plantas. Dentre as técnicas de extração da solução do solo, o extrator de cápsula porosa destaca-se pela praticidade em campo, baixo custo, fácil manejo e boa precisão. Com isso objetivou-se estudar os efeitos de diferentes níveis de salinidade do solo sobre as variáveis fenológicas e de produção da berinjela, cultivada em vasos e em ambiente protegido, e averiguar se a manutenção da condutividade elétrica em um determinado nível promove incremento da produção, quando contrastada com o manejo tradicional da fertirrigação. Conduziu-se um estudo em ambiente protegido na área experimental do Departamento de Engenharia de Biossistemas da ESALQ/USP, Piracicaba, SP. Os tratamentos foram compostos da combinação de dois fatores: 6 níveis de salinidade inicial do solo (S1 = 1,3; S2 = 2,4; S3 = 3,6; S4 = 4,5; S5 = 5,6 e S6 = 6,4 dS m-1) e dois manejos de fertirrigação: com controle da condutividade elétrica da solução do solo (M1), e o tradicional (M2), obedecendo a curva de absorção de nutrientes da cultura anteriormente estabelecida. O delineamento estatístico adotado foi o de blocos casualizados completos...

Manejo da fertirrigação em ambiente protegido visando o controle da salinidade para a cultura do tomate em solo franco-argiloso; Management of fertirrigation in a protected environment for the control of salinity for the tomato crop in sandy-clayey soil

Medeiros, Pedro Róbinson Fernandes de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/12/2010 PT
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37.3%
Em condições de ambiente protegido, o controle da salinidade e o manejo da fertirrigação se confundem, pois os sais fertilizantes utilizados na maioria das vezes são as principais causas de salinização. Com o monitoramento periódico da solução do solo, pode-se determinar a condutividade elétrica e a concentração de íons específicos essenciais a nutrição das plantas. Dentre as técnicas de extração da solução do solo, o extrator de cápsula porosa destaca-se pela praticidade em campo, baixo custo, fácil manejo e boa precisão. O objetivo desta pesquisa foi calibrar e avaliar o uso de extratores de cápsula porosa, para o monitoramento da solução do solo, visando auxiliar no manejo da fertirrigação e no controle da salinização, como também, estudar o efeito de diferentes níveis de salinidade, obtidos com base em curvas artificiais de salinização do solo, sobre a cultura do tomate utilizando a cultivar Débora Plus. As plantas foram submetidas aos seguintes tratamentos: seis níveis iniciais de salinidade do solo induzida por sais fertilizantes (S1 = 1,0; S2 = 2,0; S3 = 3,0; S4 = 4,0; S5 = 5,0 e S6 = 6,0 dS m-1) e dois tipos de manejo de fertirrigação, o tradicional (M1) e um manejo de fertirrigação com controle do nível de salinidade do solo durante todo o ciclo da cultura (M2); visando observar se o manejo M2 é capaz de manter a salinidade do solo a níveis desejados. O delineamento estatístico adotado foi o de blocos casualizados completos com quatro repetições...

Salinidade da água e do solo e sua influência sobre o arroz irrigado; Water and soil salinity and its influence on irrigated rice

Carmona, Felipe de Campos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.4%
As lavouras de arroz cultivadas nas Planícies Costeiras do Rio Grande do Sul podem ser afetadas pela salinidade, devido tanto à gênese dos solos, quanto à deposição de sais pela água da irrigação, especialmente da Laguna dos Patos. A salinidade do solo pode prejudicar a emergência e o desenvolvimento da cultura, o que pode ser agravado pela aplicação de fertilizante potássico. Este trabalho teve como objetivos: a) mapear a ocorrência de solos afetados por sais nas Planícies Costeiras do Rio Grande do Sul; b) determinar a possibilidade de uso da água para o cultivo de arroz irrigado nessas regiões; c) avaliar o efeito do manejo do cloreto de potássio sobre essa cultura em solos com diferentes níveis de salinidade; d) avaliar a dinâmica de cátions básicos na solução desses solos e, e) estabelecer o nível crítico à salinidade na emergência. Para o mapeamento da salinidade, foram coletadas 766 amostras de solo, para análise de indicadores de salinidade. A partir dessas amostras, estimou-se o volume de água possível de ser adicionado aos solos sem causar dano à cultura, em função da salinidade da água da Laguna dos Patos. A análise dos efeitos da salinidade e do manejo do potássio sobre a cultura e dessa sobre a dinâmica de cátions...

Influencia da salinidade e exposição ao ar na distribuição dos mexilhões Brachidontes darwinianus E B. solisianus em dois estuarios do litorial do estado de São Paulo

Rosebel Cunha Nalesso
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/01/1988 PT
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37.35%
Brachidontes darwinianus e B. solisianus são freqüentes em substratos rochosos de estuários do litoral do estado de São Paulo. A distribuição horizontal das duas espécies segue um gradiente de salinidade: B. Darwinianus ocorre nos locais de salinidades mais baixas enquanto B. solisianus prefere salinidades mais altas. Nos Locais de ocorrência, B. darwinianus ocupa os níveis inferiores de maré e B. solisianus o nível superior. Nos experimentos com salinidade ambas as espécies mostraram-se eurialinas, sendo que B. darwianus tolerou diluições maiores que B.solisianus, que foi mais tolerante às altas salinidades. Foram observadas diferenças intraespecíficas nos limites extremos de salinidade, dependendo da procedência dos animais. Posteriormente, verificou-se serem essas variações intraespecíficas devidas ao meio onde o animal estava habituado, pois indivíduos da mesma espécie, aclimados a diferentes salinidades, tiveram respostas à salinidades diferentes. Na flutuação de salinidade em laboratório, ambas as espécies mostraram-se osmoconformadoras, variando a salinidade do fluído perivisceral segundo as variações do meio e fechando a concha nas salinidades mais baixas, de acordo com as suas tolerâncias. B. solisianus é mais resistente à exposição ao ar do que B. darwinianus...

Efeito da salinidade na sobrevivência e no crescimento de juvenis de robalo-peva Centropomus parallelus

Maciel, Júlio Cesar
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vi, 28 f.| il., grafs., tabs.
POR
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37.28%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-graduação em Aquicultura; A salinidade pode mudar a quantidade de energia disponível para o crescimento dos peixes pela alteração do custo energético para a regulação iônica e osmótica. A salinidade também pode influenciar a atividade de enzimas digestivas, e afetar a performance de crescimento. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito da salinidade na sobrevivência, no crescimento e na atividade enzimática digestiva de juvenis de robalo-peva Centropomus parallelus. O experimento foi conduzido com quatro salinidades (0, 5, 15 e 35 ppt), em triplicata, com juvenis de 76 Dias Após a Eclosão (DAE) (peso de 0,35g), a uma densidade de 0,6 peixes/L. Foram realizadas biometrias no início, após 30 (106 DAE) e 50 dias (126 DAE) de experimento. Juvenis de robalo-peva apresentaram sobrevivência excelente nas salinidades de 5, 15 e 35 ppt, demonstrando a eurialinidade da espécie, o que está de acordo com sua ampla distribuição natural em diversos ambientes salinos. Mortalidade massiva ocorrida em 0 ppt pode ter sido decorrente do estresse de manuseio e de aclimatação dos peixes aos tanques experimentais em condição de água doce. Em relação ao crescimento...

Tolerância do maxixeiro, cultivado em vasos, à salinidade da água de irrigação

Oliveira,Francisco de Assis de; Pinto,Kayeshella Samantha de Oliveira; Bezerra,Francisco Mardones Sérvulo; Lima,Luan Alves de; Cavancante,Antônio Lucieudo Gonçalves; Oliveira,Mychelle Karla Teixeira de; Medeiros,José Francismar de
Fonte: Universidade Federal de Viçosa Publicador: Universidade Federal de Viçosa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2014 PT
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37.2%
O maxixeiro é uma cultura de grande importância nas regiões Norte e Nordeste do Brasil e a sua produção é oriunda, predominantemente, de plantas espontâneas. Em razão disso, são poucas as pesquisas sobre a cultura, principalmente no tocante ao efeito da salinidade. Este trabalho foi desenvolvido na Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), em Mossoró, RN, com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes níveis de salinidade da água de irrigação sobre o desenvolvimento e o rendimento do maxixeiro. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente ao acaso, com quatro tratamentos (níveis de salinidade da água de irrigação: S1-0,5; S2-2,0; S3-3,5 e S4-5,0 dS m-1). Foram realizadas cinco colheitas de frutos e, ao final do experimento, as plantas foram coletadas e foram analisadas as principais variáveis de desenvolvimento e de rendimento: comprimento do ramo principal, diâmetro do caule, número de folhas, área foliar, massas de matéria seca de folhas, hastes, frutos e total, número de frutos, massa média de frutos e produção. O maxixeiro apresentou-se como cultura sensível à salinidade. Houve respostas significativas para todas as variáveis avaliadas, as quais apresentaram reduções em seus valores...

O efeito da salinidade no desenvolvimento larval do caranguejo - uçá, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda: Ocypodidae) no Norte do Brasil

Simith,Darlan de Jesus de Brito; Diele,Karen
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
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37.28%
O presente trabalho estudou o efeito da salinidade na sobrevivência e na duração do desenvolvimento larval do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (do estuário do Rio Caeté, Norte do Brasil), até a fase de megalopa em sete tratamentos de salinidade (0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30). A salinidade afetou significativamente a sobrevivência das larvas zoea, no entanto não afetou a duração do desenvolvimento larval (20,77 ± 1,56 dias). Nas salinidades 0, 5 e 10 houve total mortalidade das larvas zoea. Somente a partir da salinidade 15 observou-se um desenvolvimento completo até a fase de megalopa. A taxa de sobrevivência foi maior em salinidade 30 (72%) e menor em 15 (16%). A reduzida taxa de sobrevivência das larvas zoea de U. cordatus, em salinidades baixas, indica a necessidade de dispersão larval do estuário para as águas costeiras onde as condições de salinidade para o desenvolvimento larval são mais favoráveis. Caso contrário se não houvesse a dispersão, a reduzida salinidade das águas estuarinas no período chuvoso, causaria uma elevada mortalidade, afetando desta forma o recrutamento, a manutenção e o crescimento da população de U. cordatus nos manguezais.

Variabilidade de indicadores fisiológicos de resistência à salinidade entre genótipos de cajueiro-anão e gigante

Ponte,Luiz Ferreira Aguiar; Ferreira,Osnan Soares; Alves,Francisco Abel Lemos; Ferreira-Silva,Sérgio Luiz; Pereira,Vanda Lúcia Arcanjo; Silveira,Joaquim Albenísio Gomes da
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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37.2%
O objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência à salinidade de genótipos de cajueiro dos grupos anão e gigante, em mudas em fase de enxertia, com o uso de indicadores fisiológicos. A germinação e o crescimento inicial de plântulas de dez genótipos de porta-enxertos foram avaliados sob duas condições de salinidade: irrigação do substrato com água destilada ou com solução de NaCl 50 mmol L-1, até o estádio de oito folhas maduras (28 dias após o plantio). As mudas foram irrigadas com solução nutritiva de Hoagland & Arnon por mais dez dias. Os indicadores fisiológicos de resistência - concentrações de Na+ e K+ e relação K+/Na+, em folhas e raízes - não diferiram entre os genótipos, na ausência ou na presença de salinidade. Os indicadores e as concentrações de prolina não se correlacionaram com a massa acumulada em raízes e folhas. Sob salinidade, os genótipos do grupo anão apresentaram maior massa radicular em comparação aos do grupo gigante, que tiveram maior alocação de massa em folhas. Houve baixa variabilidade genética dentro de cada grupo. Quanto ao crescimento de raízes e folhas, houve variabilidade entre os grupos, nas duas condições de salinidade.

Crescimento e níveis de solutos orgânicos e inorgânicos em cultivares de Vigna unguiculata submetidos à salinidade

Costa,Paulo Henrique A.; Silva,José V.; Bezerra,Marlos A.; Enéas Filho,Joaquim; Prisco,José T.; Gomes Filho,Enéas
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2003 PT
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37.24%
Os efeitos da salinidade no crescimento e nos teores de solutos orgânicos e inorgânicos foram analisados em sete cultivares de Vigna unguiculata. As plantas foram cultivadas em solução nutritiva sem NaCl (controle) e com NaCl a 75 mM (estresse salino), em casa de vegetação. Após 14 dias da semeadura, adicionou-se 25 mM de sal diariamente, durante três dias, perfazendo o total de 75 mM. A coleta foi realizada no 33º dia. A salinidade reduziu a matéria seca de todos os cultivares, sendo Pitiúba e Vita 5 os menos afetados e TVU o que sofreu maior redução. A suculência foliar e o índice de esclerofilia foram concordantes com o grau de tolerância, aumentando significativamente, em função da salinidade, apenas nos cultivares com menores reduções nas matérias secas. Contrariamente, a relação raiz/parte aérea teve maior aumento nos cultivares mais afetados. Os teores de Na+ e Cl- foliares aumentaram em resposta ao estresse salino, sendo o Na+ acumulado em níveis maiores nos cultivares mais afetados, especialmente no TVU. Os níveis de K+ foliar, que se mostraram mais elevados que os de Na+ e Cl-, foram poucos afetados pela salinidade, de modo que a relação Na+/K+ aumentou mais nos cultivares mais afetados e, possivelmente...

Influência da salinidade no crescimento de juvenis de Jenynsia multidentata Jenyns (Pisces)

Mai,Ana C. G.; Garcia,Alexandre M.; Vieira,João P.
Fonte: Sociedade Brasileira de Zoologia Publicador: Sociedade Brasileira de Zoologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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37.28%
Tendo em vista que as populações de Jenynsia multidentata Jenyns, 1842 aparentemente atingem maiores comprimentos na região estuarina da Lagoa dos Patos quando comparadas com o ambiente límnico adjacente, foi realizado um experimento laboratorial, visando a comparação das taxas de crescimento, do comprimento e peso total dos juvenis da espécie mantidos em duas salinidades (zero e 16). Quatro proles de diferentes fêmeas foram separadas, logo após o parto, em aquários de quatro litros, sendo que metade dos indivíduos de cada prole foi submetida a salinidade zero e a outra metade a salinidade 16. Quatro aquários foram mantidos a temperatura constante de 28°C e, outros quatro aquários sofreram modificação da temperatura no décimo oitavo dia de experimento, passando de 28 para 24°C. Após trinta e oito dias, todos os indivíduos foram medidos e pesados. Os indivíduos mantidos em temperatura constante e salinidade zero, quando comparados com os mantidos em salinidade de 16, apresentaram valores estatisticamente menores de comprimento total (CT16 = 23,5 mm; CT0 = 20,4 mm; p < 0,05) e peso médio (P16 = 0,151 g; P0 = 0,086 g; p < 0,05). Os indivíduos mantidos nos aquários que sofreram variação na temperatura também apresentaram diferenças significativas em ambas as medidas (CT16 = 21...

Tolerância aguda e crônica de adultos de beta, Betta splendens, à salinidade da água

Zuanon,Jener Alexandre Sampaio; Salaro,Ana Lúcia; Veras,Galileu Crovatto; Tavares,Mateus Moraes; Chaves,William
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 PT
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37.36%
Com o objetivo de avaliar a tolerância de Betta splendens à salinidade da água, realizou-se um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com seis concentrações de sal na água (0; 3; 6; 9; 12 e 15 g de sal comum/L de água), cada uma com cinco repetições (1 peixe/repetição). Fêmeas adultas de Betta splendens foram alojadas individualmente em aquários mantidos em estufa incubadora, a 26 ± 0,2 ºC e fotoperíodo de 12 horas. Os peixes foram alimentados até a saciedade, uma vez ao dia, com ração comercial. Foram mensurados o consumo diário de ração e a sobrevivência dos peixes a cada 12 horas. Para avaliar o efeito agudo da salinidade, foram calculados o tempo médio de sobrevivência e a salinidade letal mediana-96 horas, enquanto o efeito crônico (18 dias) foi avaliado pelo cálculo da salinidade máxima de sobrevivência e da salinidade letal mediana. O tempo médio de sobrevivência foi significativamente menor na salinidade de 15 g/L. A salinidade letal mediana-96 horas estimada foi de 11,88 g/L, a salinidade máxima de sobrevivência entre 6 e 7 g/L, e a salinidade letal mediana de 9,35 g/L. Observou-se interação significativa entre as salinidades da água e o tempo de alimentação. Considerando que é uma espécie de água doce...

Influ??ncia da salinidade no crescimento de juvenis de Jenynsia multidentada Jenyns (Pisces)

Mai, Ana Cec??lia Giacometti; Garcia, Alexandre Miranda; Vieira, Jo??o Paes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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37.28%
Tendo em vista que as popula????es de Jenynsia multidentata Jenyns, 1842 aparentemente atingem maiores comprimentos na regi??o estuarina da Lagoa dos Patos quando comparadas com o ambiente l??mnico adjacente, foi realizado um experimento laboratorial, visando a compara????o das taxas de crescimento, do comprimento e peso total dos juvenis da esp??cie mantidos em duas salinidades (zero e 16). Quatro proles de diferentes f??meas foram separadas, logo ap??s o parto, em aqu??rios de quatro litros, sendo que metade dos indiv??duos de cada prole foi submetida a salinidade zero e a outra metade a salinidade 16. Quatro aqu??rios foram mantidos a temperatura constante de 28??C e, outros quatro aqu??rios sofreram modifica????o da temperatura no d??cimo oitavo dia de experimento, passando de 28 para 24??C. Ap??s trinta e oito dias, todos os indiv??duos foram medidos e pesados. Os indiv??duos mantidos em temperatura constante e salinidade zero, quando comparados com os mantidos em salinidade de 16, apresentaram valores estatisticamente menores de comprimento total (CT16 = 23,5 mm; CT0 = 20,4 mm; p < 0,05) e peso m??dio (P16 = 0,151 g; P0 = 0,086 g; p < 0,05). Os indiv??duos mantidos nos aqu??rios que sofreram varia????o na temperatura tamb??m apresentaram diferen??as significativas em ambas as medidas (CT16 = 21...

Efeitos da salinidade sobre o comportamento iono-osmoregulat??rio e crescimento de juvenis do pampo Trachinotus marginatus

Anni, Iuri Salim Abou
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Disserta????o(mestrado) - Universidade Federal do Rio Grande, Programa de P??s???Gradua????o em Aq??icultura, Instituto de Oceanografia, 2011.; O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da salinidade sobre o comportamento iono e osmorregulat??rio, bem como o crescimento de juvenis de pampo Trachinotus marginatus. Um experimento foi realizado para estimar o ponto isosm??tico e as concentra????es i??nicas plasm??ticas do pampo. Os peixes (144,7 ?? 28,4 g e 19,6 ?? 2,0 cm) foram aclimatados durante quinze dias nas salinidades 4, 8, 12, 16 e 20 e amostras de sangue foram coletadas para an??lise da composi????o i??nica e osmolalidade plasm??tica. O ponto isosm??tico foi determinado pela regress??o linear entre a osmolalidade plasm??tica e a osmolalidade da ??gua. Em um segundo experimento, 320 peixes (2,14 ?? 0,29 g e 5,11 ?? 0,33 cm) foram aleatoriamente distribu??dos em 16 tanques (50L). Cada tratamento foi mantido nas salinidades 3, 6, 12 e 32 (quatro repeti????es cada), equivalente a 25, 50, 100 e 267% do ponto de isosm??tico. Durante o per??odo experimental (28 dias), os peixes foram mantidos a 28 ??C, pH 8,0, alcalinidade 135 mg CaCO3/L e satura????o de oxig??nio sempre superior a 90%. O consumo de oxig??nio foi medido em cada salinidade. O segundo arco branquial de 12 peixes foi coletado para an??lise da atividade da enzima Na+/K+-ATPase. O ponto isosm??tico do pampo foi determinado em 357...

Efeito da salinidade da água do mar no rendimento, composição e atividades biológicas de frações polissacarídicas da Chlorophyta Caulerpa cupressoides var. flabellata

Costa, Mariana Santana Santos Pereira da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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Seaweeds sulfated polysaccharides have been described as having various pharmacological activities. However, nothing is known about the influence of salinity on the structure of sulfated polysaccharides from green seaweed and pharmacological activities they perform. Therefore, the main aim of this study was to evaluate the effect of salinity of seawater on yield and composition of polysaccharides-rich fractions from green seaweed Caulerpa cupressoides var. flabellata, collected in two different salinities beaches of the coast of Rio Grande do Norte, and to verify the influence of salinity on their biological activities. We extracted four sulfated polysaccharides-rich fractions from C. cupressoides collected in Camapum beach (denominated CCM F0.3; F0.5; F1.0; F2.0), which the seawater has higher salinity, and Buzios beach (denominated CCB F0.3; F0.5; F1.0; F2.0). Different from that observed for other seaweeds, the proximate composition of C. cupressoides did not change with increased salinity. Moreover, interestingly, the C. cupresoides have high amounts of protein, greater even than other edible seaweeds. There was no significant difference (p>0.05) between the yield of polysaccharide fractions of CCM and its CCB counterparts, which indicates that salinity does not interfere with the yield of polysaccharide fractions. However...

O efeito da salinidade no desenvolvimento larval do caranguejo-u??, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda: Ocypodidae) no Norte do Brasil

SIMITH, Darlan de Jesus de Brito; DIELE, Karen
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O presente trabalho estudou o efeito da salinidade na sobreviv?ncia e na dura??o do desenvolvimento larval do caranguejo-u??, Ucides cordatus (do estu?rio do Rio Caet?, Norte do Brasil), at? a fase de megalopa em sete tratamentos de salinidade (0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30). A salinidade afetou significativamente a sobreviv?ncia das larvas zoea, no entanto n?o afetou a dura??o do desenvolvimento larval (20,77 ? 1,56 dias). Nas salinidades 0, 5 e 10 houve total mortalidade das larvas zoea. Somente a partir da salinidade 15 observou-se um desenvolvimento completo at? a fase de megalopa. A taxa de sobreviv?ncia foi maior em salinidade 30 (72%) e menor em 15 (16%). A reduzida taxa de sobreviv?ncia das larvas zoea de U. cordatus, em salinidades baixas, indica a necessidade de dispers?o larval do estu?rio para as ?guas costeiras onde as condi??es de salinidade para o desenvolvimento larval s?o mais favor?veis. Caso contr?rio se n?o houvesse a dispers?o, a reduzida salinidade das ?guas estuarinas no per?odo chuvoso, causaria uma elevada mortalidade, afetando desta forma o recrutamento, a manuten??o e o crescimento da popula??o de U. cordatus nos manguezais.; ABSTRACT: The present work studied the effect of salinity on the survival and duration of larval development of the mangrove crab...

Toler??ncia ?? salinidade avaliada em gen??tipos de arroz, cultivados ex vitro e in vitro; Tolerance to salinity available in rice genotypes cultivated in ex vitro and in vitro

Benitez, Let??cia Carvalho
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Biologia; Programa de P??s-Gradua????o em Fisiologia Vegetal; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Biologia; Programa de P??s-Gradua????o em Fisiologia Vegetal; UFPel; BR
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Plants under natural conditions are exposed to several environmental stresses which affect their metabolism. Among them, soil salinity is one of the most serious problems in irrigated agriculture. Trying to identify genetic variability for this character, the main goal of this work was to evaluate the germination and the initial development of plantlets of 10 rice genotypes under salt stress. The plantlets were cultivated ex vitro and in vitro, and many morphological characters were used to phenotype their responses. The investigations were performed ex vitro in the greenhouse and in vitro in culture media with NaCl concentrations of 0, 68, 136 and 204 mM added to a nutrient solution and to culture media, respectively. After 21 days from the beginning of each experiment, plantlet emergence and seed germination in vitro were evaluated. Other characters measured were shoot length, number of leaves, leaf area, root length, number of roots and fresh and dry mass of aerial part and radicular system. Analysis of variance, regression fitting, percentage of reduction and dissimilarity analysis were performed. The salinity damages were seen only at the initial phase of germination and plantlet emergence except on 204 mM concentration which was inhibitory to in vitro seed germination. All measured characters had their development reduced in saline substrate. The characters average shoot area...