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Campanhas de promoção de saúde ocular : experiência do Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre; Ocular health promotion : the Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre experience

Araújo, Aline Lutz de; Zucchetto, Nicholas Miranda; Fortes Filho, João Borges
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
POR
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66.33%
Objetivos: Campanhas de promoção de saúde ocular têm sido promovidas por inúmeras instituições de ensino médico numa freqüência crescente devido à grande demanda de pacientes e necessidade de promoção e prevenção da saúde visual. Estas campanhas devem ser formuladas e planejadas previamente, com alocação de pessoal, recursos e logística de atendimento. Este estudo objetiva analisar três campanhas de promoção de saúde ocular, identificando os fatores necessários para que tais eventos atinjam seus objetivos sociais. Métodos: Estudo observacional descritivo, incluindo três campanhas de atendimento oftalmológico realizadas no ano de 2005. Resultados: As campanhas incluídas foram: (1) Atendimento oftalmológico aos alunos e familiares de uma escola pública, com triagem feita na escola e encaminhamento de 90 pacientes ao hospital. Observou-se alto índice de absenteísmo (45,5%) à consulta hospitalar. Foram prescritos óculos a 73% dos pacientes e 14,5% necessitaram de encaminhamento para exames ou reconsultas; (2) Screening e informação sobre glaucoma, realizado em uma feira de produtos agrícolas. Foram examinados 107 indivíduos e não foi detectado nenhum caso suspeito; (3) Avaliação da acuidade visual e refração de escolares carentes...

A inserção de enfermeiros da Estratégia de Saúde da Família (ESF) na investigação da acuidade visual em alunos; The inclusion of nurses of the Family Health Strategy in the investigation of visual acuity in students

Mayara Larissa Nilsen
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/12/2012 PT
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56.26%
Dentre as ações necessárias de promoção de saúde, destaca-se a promoção da saúde ocular, pois, segundo a Organização Mundial de Saúde, aproximadamente 70% dos casos de cegueira mundial poderiam ser evitados se fossem realizadas ações de promoção da saúde por meio de técnicas simples como a aplicação de testes para avaliar a acuidade visual. Considerando tais afirmações este estudo teve como objetivos: 1) Acompanhar a inserção do enfermeiro das Estratégias de Saúde da Família na avaliação da acuidade visual de crianças matriculadas na 1a série do ensino fundamental do município de Limeira; 2) Avaliar a acuidade visual dessas crianças. Método: Realizou-se estudo analítico com crianças da 1a serie do ensino fundamental de 05 escolas do município de Limeira/SP com a participação dos enfermeiros que atuam nas Estratégias de Saúde da Família. As variáveis investigadas foram: sexo, idade, identificação da escola, avaliação da acuidade visual, uso de lentes corretivas, valores da acuidade visual e os sintomas apresentados durante a avaliação. Os instrumentos utilizados foram à tabela de Snellen e um questionário que foi aplicado às crianças por meio de entrevista. Resultados: A amostra foi composta por 143 crianças...

Atenção à saúde ocular de crianças com alterações no desenvolvimento no município de Curitiba-PR; Attention to ocular health of children with developmental alterations in county of Curitiba-PR

Gabriela Cordeiro Corrêa do Nascimento
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/12/2014 PT
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66.41%
As alterações visuais podem causar impactos no desenvolvimento infantil e em funções diretamente relacionadas à visão, trazendo repercussões ao indivíduo e à sociedade. A literatura ressalta a alta incidência dessas alterações em pessoas com outras alterações no desenvolvimento. Este estudo objetivou conhecer, descrever e analisar a realidade da atenção à saúde ocular de crianças com alterações no desenvolvimento que frequentam serviços de intervenção precoce no município de Curitiba/PR. Para tanto, a pesquisa constituiu-se de um levantamento, exploratório e descritivo, que contou com a aplicação de questionários com representantes institucionais, profissionais da equipe dos serviços de intervenção precoce e mães ou cuidadores das crianças atendidas nestes serviços. Os dados obtidos receberam tratamento estatístico através dos softwares Sistema de Análise Estatística SAS 9.3, Wolfram Mathematica e Microsoft Excel. A amostra constituiu-se de 19 representantes institucionais, 142 profissionais do serviço de intervenção precoce e 273 mães ou cuidadores das crianças atendidas, totalizando 434 sujeitos. Em relação às instituições predominaram aquelas do 3º setor (47,4%), que atuam na área da educação (73...

Promoção da saúde ocular na escola: percepções de professores sobre erros de refração

Armond,Jane de Eston; Temporini,Edméa Rita; Alves,Milton Ruiz
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2001 PT
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56.12%
Objetivo: Identificar percepções de professores do sistema público de ensino, em relação aos erros de refração manifestados na idade escolar, a fim de subsidiar programas de treinamento para docentes, visando à detecção e posterior assistência a problemas oftálmicos de escolares. Métodos: Estudo transversal em população de professores de primeira série do ensino fundamental, de todas as escolas públicas da região sul do município de São Paulo. Aplicou-se questionário estruturado com base em estudo exploratório. Resultados: Foi obtida uma população de 545 sujeitos, distribuídos em 120 escolas. A população apresentou média de idade de 37,8 anos e média de tempo de magistério de 13,2 anos. A maioria (67,4%) não recebeu orientação sobre saúde ocular nos últimos três anos. Os professores distinguiram mais corretamente os sinais de miopia (70,8%) do que os de hipermetropia (42,9%) e astigmatismo (40,9%). Proporção significativa (48,5%) apontou sinais e comportamentos indicativos da presença de miopia no escolar; 40,9% apontaram dificuldades na leitura e na escrita, para a criança hipermétrope sem correção óptica. Na criança astigmata as manifestações mais mencionadas foram "vista embaçada" (45...

Campanhas de promoção de saúde ocular: experiência do Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre

Araújo,Aline Lütz de; Zucchetto,Nicholas Miranda; Fortes Filho,João Borges
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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66.29%
OBJETIVOS: Campanhas de promoção de saúde ocular têm sido promovidas por inúmeras instituições de ensino médico numa freqüência crescente devido à grande demanda de pacientes e necessidade de promoção e prevenção da saúde visual. Estas campanhas devem ser formuladas e planejadas previamente, com alocação de pessoal, recursos e logística de atendimento. Este estudo objetiva analisar três campanhas de promoção de saúde ocular, identificando os fatores necessários para que tais eventos atinjam seus objetivos sociais. MÉTODOS: Estudo observacional descritivo, incluindo três campanhas de atendimento oftalmológico realizadas no ano de 2005. RESULTADOS: As campanhas incluídas foram: (1) Atendimento oftalmológico aos alunos e familiares de uma escola pública, com triagem feita na escola e encaminhamento de 90 pacientes ao hospital. Observou-se alto índice de absenteísmo (45,5%) à consulta hospitalar. Foram prescritos óculos a 73% dos pacientes e 14,5% necessitaram de encaminhamento para exames ou reconsultas; (2) Screening e informação sobre glaucoma, realizado em uma feira de produtos agrícolas. Foram examinados 107 indivíduos e não foi detectado nenhum caso suspeito; (3) Avaliação da acuidade visual e refração de escolares carentes...

Promoção da saúde ocular e prevenção precoce de problemas visuais nos serviços de saúde pública

Sperandio,Ana Maria Girotti
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 PT
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76.39%
OBJETIVO: Verificar o conhecimento, atitudes e práticas em relação às ações básicas de saúde ocular de pediatras e enfermeiros de serviços de saúde pública. MÉTODO: A população estudada constituiu-se de pediatras e enfermeiros que trabalhavam nos centros de saúde do Município de Campinas, SP - Brasil, e atuavam com crianças de 0 a 12 anos de idade. As informações sobre conhecimento, atitudes e práticas foram colhidas através de questionários (para os pediatras) e de formulários (para os enfermeiros). RESULTADOS: A execução das ações básicas de saúde ocular em crianças não fazia parte da rotina de atividades dos pediatras e enfermeiros, provavelmente devido ao pouco conhecimento dessas ações. Dos 61 pediatras, 82,0% (50) e 91,0% dos 22 enfermeiros não souberam referir a idade em que se completa o desenvolvimento visual. Em relação à ambliopia, 86,8% (53) dos pediatras e 100,0% dos enfermeiros não souberam defini-la. CONCLUSÕES: A promoção da saúde ocular e a prevenção precoce de problemas visuais em crianças não representava uma prática constante desses profissionais vinculados aos serviços de saúde pública. Recomenda-se que se realize treinamentos e educação continuada na área de saúde ocular durante e após a formação universitária desses profissionais.

Crenças sobre saúde ocular entre professores do sistema público de ensino do Município de São Paulo, SP - Brasil

Armond,Jane de Eston; Temporini,Edméa Rita
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2000 PT
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76.35%
OBJETIVO: Verificar crenças em saúde ocular relacionadas ao uso de óculos, esforço visual e danos à visão por leitura em diferentes situações, para subsidiar programas de treinamento de professores. MÉTODOS: Levantamento de dados entre professores de primeira série do ensino fundamental, das escolas públicas da região sul do Município de São Paulo, SP -- Brasil. Foi obtida uma população de 545 sujeitos, distribuídos em 120 escolas. Elaborou-se questionário auto-aplicável, estruturado com base em estudo exploratório. RESULTADOS: A população apresentou média de idade de 37,8 anos e média de tempo de magistério de 13,2 anos. A maioria (67,4%) não recebeu orientação em saúde ocular nos últimos três anos. Quase a totalidade (99,4%) acreditava na necessidade do uso constante de óculos; 62,3% consideraram ser o uso intensivo da visão fator agravante de distúrbios oftalmológicos; conseqüências danosas à visão por ver televisão a menos de 2 metros foram admitidas por 95% dos docentes e 59,9% deles acreditavam ser prejudicial à visão assistir à televisão com luzes apagadas; 45,6% acreditavam que a leitura em veículos em movimento pode causar problemas de visão. CONCLUSÕES: Foram evidenciadas crenças populares relacionadas à saúde ocular...

A Universidade colaborando na construção de um projeto de promoção da saúde: relato de experiência de um grupo de alunos de Medicina da Unicamp, Campinas, SP, Brasil

Sperandio,Ana Maria Girotti; Souza,Thiago Ferreira de; Breno,Edson; Mendes,Leandro César; Pereira,Araceli Regina S.; Machado,Alexandre Cason; Mazon,Alice Jordão de Toledo; Verderost,Natália Reis; Galasso,Marcos Theóphilo; Zanaga,Letícia Pisoni; Azal
Fonte: Associação Brasileira de Educação Médica Publicador: Associação Brasileira de Educação Médica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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56.37%
Este trabalho foi realizado com o objetivo de oferecer aos estudantes de graduação em Medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) a vivência de ações de saúde pública, segundo princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da elaboração de um projeto coletivo de promoção da saúde ocular de crianças de 0 a 7 anos. Para isto, foi aplicado um questionário para levantar as necessidades em relação à saúde ocular em uma amostra da população usuária do Centro de Saúde Jardim Santa Mônica em Campinas (SP), em 2003. Nele, percebeu-se a falta de informações sobre cuidados básicos com os olhos e de recursos e qualificação profissional para diagnóstico e tratamento, bem como o desconhecimento dos direitos à saúde e a ausência de medidas preventivas, principalmente para crianças. Foi desenvolvido, então, um projeto de ação e aprendizado com alunos, professores, agentes comunitários de saúde e auxiliares de uma creche do bairro, formando uma equipe de trabalho. Foram realizadas oficinas com essa equipe, na perspectiva da promoção e proteção da saúde ocular. Para a sustentabilidade do projeto, o planejamento previu a criação de um banco de óculos para a doação de armações e garantia da confecção para as pessoas com dificuldades financeiras. A experiência da construção e da aplicação do projeto permitiu o conhecimento...

Carência de atenção à saúde ocular no setor público: um estudo de base populacional

Castagno,Victor Delpizzo; Fassa,Anaclaudia Gastal; Silva,Marcelo Cozzensa da; Carret,Maria Laura Vidal
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
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76.29%
Este estudo transversal de base populacional investigou a prevalência de utilização de serviços de saúde ocular e sua associação com fatores sócio-demográficos, necessidades em saúde e forma de financiamento da consulta. Avaliaram-se 2.960 indivíduos de 20 anos ou mais. Nos últimos cinco anos, 46% dos entrevistados e 30% daqueles com 50 anos ou mais não consultaram para os olhos. Dos que consultaram, 18% foram em óticas, e apenas 17% foram no setor público. O principal motivo foi não enxergar bem (69,5%). Falta de dinheiro (29%) e de tempo (24,6%) foram os principais motivos para ter deixado de consultar. Idade, escolaridade e nível econômico estiveram diretamente associados com ter consultado nos últimos cinco anos. Ser mulher, ter catarata, glaucoma e usar correção, bem como consultar no setor privado também estiveram positivamente associados com o desfecho. É preciso não só aumentar a participação do setor público, integrando a saúde ocular a todos os níveis de atenção, ampliando a participação de outros profissionais de saúde, como também intensificar o rastreamento de problemas oculares e a sua prevenção.

Programa Embu Enxergando Melhor: uma proposta de atenção integral à saúde ocular em pré-escolares

Lapa,Maria Cecília S.; Freitas,Adriana Mavalli de; Pedroso,Glaura César; Furusato,Meiry Akiko; Ventura,Renato Nabas
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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66.31%
OBJETIVO: A visão desempenha um papel preponderante no desenvolvimento global da criança. A detecção e o tratamento precoce de problemas visuais são fundamentais para impedir a instalação de seqüelas sensório-motoras irreversíveis. Este estudo visou descrever um programa de atenção integral à saúde ocular de crianças, constituído por ações educativas, de prevenção, de assistência e de reabilitação. MÉTODOS: Estudo descritivo transversal, no qual se utilizaram dados do treinamento dos professores, da triagem visual realizada na escola e do exame oftalmológico e ortóptico de 23.374 crianças, de cinco a sete anos de idade, matriculadas na rede municipal de educação infantil do município do Embu, no período de 1994 a 2002. RESULTADOS: Foram capacitados 600 professores e testados 22.118 (95%) pré-escolares. Destes, 4.553 (21%) precisavam de exame oftalmológico e, deles, 3.016 (66%) compareceram à consulta. Dos examinados, 1.389 (46%) receberam prescrição óptica, 477 (16%), foram encaminhadas para tratamento ortóptico e 1.601 (53%) receberam alta. CONCLUSÕES: A triagem visual é uma prática eficiente para promover a saúde ocular de pré-escolares, na qual o professor é o elemento chave. Para o êxito destas ações...

Análise das condições de saúde ocular da população atendida no centro de referência em oftalmologia do hospital das clínicas/UFG; analysis of the heath conditions of the population treated at ophthalmology reference center for the clinical hospital UFG

ROCHA, Maria Nice Araujo Moraes
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde - Medicina Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde - Medicina
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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66.3%
There are few studies of epidemiological research in of Ophthalmology with the population of center-western Brazil. In order to identify the prevalence of the of eye diseases in the region, and specifically in Goiania and Goiás, that impact on blindness and visual impairment, this study analyzed 10,060 records randomly selected from patients seen at the Reference Center for Ophthalmology School of Medicine Federal University of Goiás ((CEROF/UFG), in From April 2009 to March 2010. There was a profile analysis of ocular morbidity in the target population in relation to disease group, acuity, age, sex and region of origin. The study also covered the distribution of queries in the four quarters of the year, elective and urgent, and the degree of visual impairment in the bands visual impairment and blindness. The predominant diseases in elective care in relation to the total sample of 10,060 patients were cataract (7.24%), pterygium (6.77%), allergic conjunctivitis (3.70%), dry eye (3,36%) , diseases of the retina and vitreous (3.23%), strabismus (2.64%) and glaucoma (1.94%). In urgent care were the most prevalent extraocular foreign body (25.5%), infectious conjunctivitis (23.6%), keratitis and and corneal ulcer (11.3%), pterygium and pingueculite (5.3%) and sub conjuntival hemorrhage (4.0%). There was higher prevalence of sex female (63.1%) and ages between 0-14 (26...

Saúde ocular de escolares do ensino fundamental; Ocular health of elementary education students

Monalisa Jaime Sbampato Souto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/08/2012 PT
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66.42%
A identificação de problemas visuais em escolares deve ser preventiva e independente da idade e da apresentação de sintomas. É comum avaliar-se somente a medida da Acuidade Visual, quando é reconhecido que a visão é um processo muito mais amplo do que ver nítido; as ações devem ser feitas visando à melhoria da saúde ocular e do desempenho escolar do aluno. Decorrente disso, o objetivo geral desta pesquisa foi: Investigar a saúde ocular dos escolares que frequentavam as quatro primeiras séries do Ensino Fundamental de uma escola estadual do município de Campinas/SP no ano letivo de 2011 e os objetivos específicos: Investigar se estes escolares apresentavam dificuldades visuais; Investigar a percepção destes escolares em relação às suas dificuldades visuais; Investigar a percepção de professores sobre as dificuldades visuais dos escolares em sala de aula. Foi realizado um estudo descritivo e analítico, tipo seccional por meio de três tipos de testes: Acuidade Visual, Acuidade Estereoscópica e Motilidade Ocular. A amostra constitui-se de 128 escolares. Foram encontrados 61 escolares (47,6%) com perda visual, ressaltando que a medida da acuidade visual foi feita independentemente da notificação de sintomas...

Campanha de saude ocular "olho no olho" : percepções de pais e educadores, Maceio-Brasil, 2000

Sheila Mota Cavalcante
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/03/2003 PT
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56.18%
Avaliou-se Campanha de saúde ocular dirigida aos escolares (Olho no Olho -2000), na perspectiva dos pais dos escolares da 1ª série do ensino fundamental, e dos educadores das escolas públicas estaduais envolvidas, na cidade de Maceió/AL. Realizou-se estudo analítico transversal a respeito das etapas da Campanha e aspectos sociais dos entrevistados, divididos em três grupos: o grupo I constituído por 263 pais dos escolares, escolhidos por amostra aleatória, de um universo de 1996 crianças encaminhadas à consulta médica, após triagem; o grupo II constituído por 141 professores, escolhidos por amostra aleatória de uma população de 364 professores desses escolares; o grupo III constituído por 62 diretores encontrados de uma população de 72 diretores das escolas participantes da Campanha. Na amostra do grupo I, observou-se alto índice de comparecimento dos escolares à consulta (89,35%) e dos seus responsáveis conduzindo-os (82,98% dos que compareceram). As consultas foram realizadas em mutirões em escolas (82,13%), mutirões no Hospital Universitário (15,74%) e em consultórios dos médicos (2,13%), tendo sido aprovada pelos pais a forma de mutirões nas escolas. A população alvo da Campanha apresenta baixo nível econômico e de escolaridade. O principal motivo para o não comparecimento dos escolares à consulta foi a falta de dinheiro para o transporte...

CONHECIMENTOS SOBRE SAÚDE OCULAR ENTRE PROFISSIONAIS DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO; KNOWLEDGE ON OCULAR HEALTH AMONG UNIVERSITY HOSPITAL STAFF

Temporini, Edméa Rita; Kara-José, Newton; Gondim, Éverton Lima; Dantas, Fernando Justino
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 30/03/2002 POR
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66.34%
 Observacional exploratório. OBJETIVO: Verificar conhecimentos sobre saúde ocular entre profissionais de diferentes categorias e áreas de especialidade em um hospital universitário. MÉTODOS: Aplicou-se questionário não-estruturado sobre afecções oculares (catarata, glaucoma e retinopatia diabética) e conduta em queimadura química ocular. RESULTADOS: A amostra foi formada por 122 sujeitos: 30 enfermeiros (24,6%), 52 auxiliares de enfermagem (42,6%), 24 auxiliares administrativos (19,7%) e 16 funcionários do serviço de oftalmologia (13,1%) que se dispuseram a participar da pesquisa. Afirmaram saber o que é catarata 83,3% dos enfermeiros e 75,0% do pessoal de oftalmologia. Entre os grupos não atuantes em oftalmologia observou-se definição incorreta dessa afecção. Resumo . Acrescentar: . O glaucoma é desconhecido por 79,1% dos funcionários administrativos do hospital; 37,6% do pessoal do serviço de oftalmologia declaram não saber a respeito de cura ou controle dessa afecção. O desconhecimento acerca das conseqüências do diabetes para o sistema visual foi observado em todos os grupos. CONCLUSÃO: O desconhecimento a respeito das afecções oculares ocorreu em todas as categorias. Sugere-se o desenvolvimento de programas de treinamento de funcionários hospitalares...

Estratégias para a avaliação de um material educativo em saúde ocular; Strategies for evaluation of an educational material in eye health

Zombini, Edson Vanderlei; Pelicioni, Maria Cecília Focesi
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2011 POR
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76.31%
OBJETIVO: verificar a percepção e as opiniões de profissionais da saúde e da educação sobre um manual de saúde ocular destinado ao desenvolvimento de ações de educação e promoção da saúde. MÉTODO: optou-se por utilizar a técnica de grupo focal da metodologia qualitativa. Os dados obtidos em 4 grupos focais realizados foram agrupados nas seguintes categorias: a importância do estudo; a apresentação do material; a complexidade do assunto; a motivação e os resultados foram analisados por meio da análise do conteúdo de Bardin. RESULTADOS: os profissionais consideraram importante o assunto abordado e mostraram-se motivados a utilizarem o material como apoio pedagógico em suas atividades. Foram feitas várias sugestões, com destaque para a melhoria na redação do capítulo referente às estruturas do aparelho ocular, que se mostrava muito complexo e de difícil compreensão. CONCLUSÕES: no processo de elaboração de manuais destinados à educação em saúde é extremamente importante que o mesmo seja avaliado preferencialmente pelo público receptor a que o material se destina para que se consiga alcançar o objetivo proposto. A utilização da técnica de Grupo Focal para avaliação deste manual mostrou ser um instrumento sensível à detecção das opiniões e percepções dos profissionais sobre o material educativo elaborado...

AÇÕES ESTRATÉGICAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE VISUAL: RELATO DE UMA EXPERIENCIA; STRATEGIES ACTIONS FOR HEALTH PROMOTION AND PROTECTION: A WAY THAT MAYASSURE CHILDREN’S VISUAL QUALITY

Sperandio, Ana Maria Girotti
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2003 POR
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66.26%
O objetivo deste trabalho foi o de descrever os passas estratégicos para a consbução e a implantação de um projeto que envolveu ações de promoção e proteção da saúde das crianças de O a 7 anos, do município de Morungaba, SP, de 2000 a 2003. A área escolhida foi a da ocular. Contou-se com a participação de atares sociais locais – educação, saúde, ONG e famílias – que interagem, de alguma forma com essa população infantil. As estratégias básicas foram o planejamento do processo de trabalho com os representantes locais; participação da comunidade; realização de parcenas; intersetorialidade e capacitação sobre noções de saúde ocular para atores sociais (empoderamento). Os resultados qualitativos foram considerados os mais relevantes. Foram implementadas no Município a partir do projeto: ações de educação em saúde desenvolvidas com os atores sociais e destes, com as crianças população-alvo; ações intersetoriais e interinstitucionais— Prefeitura, Educaçào, Saúde, ONG e parcerias com empresas locais. A liderança politico-institucional local assumiu e desencadeou o projeto,  comprometendo-se com sua continuidade por meio da criação de uma lei, institucionalizando ações de promoçao da saúde oculare prevenção de problemas visuais para crianças moradoras do Municipio; ocorreu a articulação do setor público com o privado e o Projeto passou a apresentar condições para ser auto-sustentável. Quanto aos resultados quantitativos...

Crenças sobre saúde ocular entre professores do sistema público de ensino do Município de São Paulo, SP - Brasil; Ocular health beliefs among teachers in the public educational system, Brazil

Armond, Jane de Eston; Temporini, Edméa Rita
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/02/2000 POR
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76.41%
OBJETIVO: Verificar crenças em saúde ocular relacionadas ao uso de óculos, esforço visual e danos à visão por leitura em diferentes situações, para subsidiar programas de treinamento de professores. MÉTODOS: Levantamento de dados entre professores de primeira série do ensino fundamental, das escolas públicas da região sul do Município de São Paulo, SP -- Brasil. Foi obtida uma população de 545 sujeitos, distribuídos em 120 escolas. Elaborou-se questionário auto-aplicável, estruturado com base em estudo exploratório. RESULTADOS: A população apresentou média de idade de 37,8 anos e média de tempo de magistério de 13,2 anos. A maioria (67,4%) não recebeu orientação em saúde ocular nos últimos três anos. Quase a totalidade (99,4%) acreditava na necessidade do uso constante de óculos; 62,3% consideraram ser o uso intensivo da visão fator agravante de distúrbios oftalmológicos; conseqüências danosas à visão por ver televisão a menos de 2 metros foram admitidas por 95% dos docentes e 59,9% deles acreditavam ser prejudicial à visão assistir à televisão com luzes apagadas; 45,6% acreditavam que a leitura em veículos em movimento pode causar problemas de visão. CONCLUSÕES: Foram evidenciadas crenças populares relacionadas à saúde ocular...

Promoção da saúde ocular e prevenção precoce de problemas visuais nos serviços de saúde pública

Sperandio,Ana Maria Girotti
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 PT
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76.39%
OBJETIVO: Verificar o conhecimento, atitudes e práticas em relação às ações básicas de saúde ocular de pediatras e enfermeiros de serviços de saúde pública. MÉTODO: A população estudada constituiu-se de pediatras e enfermeiros que trabalhavam nos centros de saúde do Município de Campinas, SP - Brasil, e atuavam com crianças de 0 a 12 anos de idade. As informações sobre conhecimento, atitudes e práticas foram colhidas através de questionários (para os pediatras) e de formulários (para os enfermeiros). RESULTADOS: A execução das ações básicas de saúde ocular em crianças não fazia parte da rotina de atividades dos pediatras e enfermeiros, provavelmente devido ao pouco conhecimento dessas ações. Dos 61 pediatras, 82,0% (50) e 91,0% dos 22 enfermeiros não souberam referir a idade em que se completa o desenvolvimento visual. Em relação à ambliopia, 86,8% (53) dos pediatras e 100,0% dos enfermeiros não souberam defini-la. CONCLUSÕES: A promoção da saúde ocular e a prevenção precoce de problemas visuais em crianças não representava uma prática constante desses profissionais vinculados aos serviços de saúde pública. Recomenda-se que se realize treinamentos e educação continuada na área de saúde ocular durante e após a formação universitária desses profissionais.

Crenças sobre saúde ocular entre professores do sistema público de ensino do Município de São Paulo, SP - Brasil

Armond,Jane de Eston; Temporini,Edméa Rita
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2000 PT
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76.35%
OBJETIVO: Verificar crenças em saúde ocular relacionadas ao uso de óculos, esforço visual e danos à visão por leitura em diferentes situações, para subsidiar programas de treinamento de professores. MÉTODOS: Levantamento de dados entre professores de primeira série do ensino fundamental, das escolas públicas da região sul do Município de São Paulo, SP -- Brasil. Foi obtida uma população de 545 sujeitos, distribuídos em 120 escolas. Elaborou-se questionário auto-aplicável, estruturado com base em estudo exploratório. RESULTADOS: A população apresentou média de idade de 37,8 anos e média de tempo de magistério de 13,2 anos. A maioria (67,4%) não recebeu orientação em saúde ocular nos últimos três anos. Quase a totalidade (99,4%) acreditava na necessidade do uso constante de óculos; 62,3% consideraram ser o uso intensivo da visão fator agravante de distúrbios oftalmológicos; conseqüências danosas à visão por ver televisão a menos de 2 metros foram admitidas por 95% dos docentes e 59,9% deles acreditavam ser prejudicial à visão assistir à televisão com luzes apagadas; 45,6% acreditavam que a leitura em veículos em movimento pode causar problemas de visão. CONCLUSÕES: Foram evidenciadas crenças populares relacionadas à saúde ocular...

Carência de atenção à saúde ocular no setor público: um estudo de base populacional

Castagno,Victor Delpizzo; Fassa,Anaclaudia Gastal; Silva,Marcelo Cozzensa da; Carret,Maria Laura Vidal
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
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76.29%
Este estudo transversal de base populacional investigou a prevalência de utilização de serviços de saúde ocular e sua associação com fatores sócio-demográficos, necessidades em saúde e forma de financiamento da consulta. Avaliaram-se 2.960 indivíduos de 20 anos ou mais. Nos últimos cinco anos, 46% dos entrevistados e 30% daqueles com 50 anos ou mais não consultaram para os olhos. Dos que consultaram, 18% foram em óticas, e apenas 17% foram no setor público. O principal motivo foi não enxergar bem (69,5%). Falta de dinheiro (29%) e de tempo (24,6%) foram os principais motivos para ter deixado de consultar. Idade, escolaridade e nível econômico estiveram diretamente associados com ter consultado nos últimos cinco anos. Ser mulher, ter catarata, glaucoma e usar correção, bem como consultar no setor privado também estiveram positivamente associados com o desfecho. É preciso não só aumentar a participação do setor público, integrando a saúde ocular a todos os níveis de atenção, ampliando a participação de outros profissionais de saúde, como também intensificar o rastreamento de problemas oculares e a sua prevenção.