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Bioética e saúde coletiva: convergências epistemológicas; Bioethics and public health: epistemological convergences

Junges, Jose Roque; Zoboli, Elma Lourdes Campos Pavone
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva; RIO DE JANEIRO Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva; RIO DE JANEIRO
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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86.36%
Trata-se de uma discussão teórica sobre o estatuto da bioética a partir de suas convergências epistemológicas com a saúde coletiva, campos científicos inter-relacionados, surgidos no contexto da segunda ruptura epistemológica, questionadora da crítica ao senso comum própria da ciência moderna. A reaproximação com o senso comum na segunda ruptura significa considerar na metodologia os determinantes do ambiente e da subjetividade. Assim, em meio a esta segunda ruptura, a saúde coletiva e a bioética incluem os determinantes sociais e subjetivos em suas análises. Caracterizam-se por uma visão ampliada e complexa da saúde e das ações humanas envolvendo o ambiente, a vida e a saúde, com enfoque transdisciplinar em suas abordagens. Qual o significado dessas premissas para o estatuto epistemológico da bioética em sua convergência com a saúde coletiva? Enquanto ética, a bioética precisa ser crítica, mas não como na primeira ruptura da filosofia moral. Necessita ser crítica a partir da facticidade dos determinantes sociais que se manifestam nas iniquidades em saúde. Para integrar crítica e facticidade, o caminho é a hermenêutica que interpreta os significados construídos no real e a partir deles torna-se crítica. Esse seria o estatuto epistemológico apropriado para a bioética na interface com a saúde coletiva.; This is a theoretical discussion about the epistemological statute of bioethics based on its convergences with public health...

Percepção e utilização dos conteúdos de saúde coletiva por cirurgiões-dentistas egressos da Universidade Federal de Goiás; Perceptions and use of collective health by surgeon dentists egress from Federal University of Goiás

Badan, Denise Elisabeth de Campos; Marcelo, Vânia Cristina; Rocha, Dais Gonçalves
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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86.38%
A atualidade tem exigindo dos profissionais cirurgiões-dentistas o desafio de rever o conceito de atenção à saúde. As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) sugerem mudanças na graduação, incentivando a consolidação do SUS. Objetivou-se conhecer a percepção e utilização dos conteúdos de saúde coletiva na prática dos egressos de 2000 a 2002, do curso de odontologia da Universidade Federal de Goiás. Utilizou-se a metodologia da triangulação de técnicas. Encontrou-se que 83,3% dos egressos trabalham como cirurgião-dentista. Continuaram os estudos cursando pós-graduações e especializações (68,1%). Têm dúvidas sobre as ações em saúde coletiva, embora as pratiquem. Atuar no serviço público determinou realizações de mais práticas em saúde coletiva. Os principais entraves ao desenvolvimento de ações em saúde coletiva foram falta de recursos materiais complementares e dificuldade de valorização pela população. O conteúdo recordado principal foi a promoção da saúde (100%) e o mais utilizado foi a prevenção, seguida de educação em saúde. As práticas de estágio extramuros foram muito valorizadas. Conclui-se que há necessidade de maior clareza, durante a graduação, sobre o que sejam práticas em saúde coletiva e maior integração curricular na graduação em odontologia. _________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT; The present time is demanding for the dentists the challenge of reviewing the conception of health attention. The Brazilian National Curriculum Guidance (DCN) suggests changes in graduation...

O campo da Saúde Coletiva na perspectiva das disciplinas

Nunes,Everardo Duarte; Ferreto,Lirane Elize; Oliveira,Ana Luiza de Oliveira e; Nascimento,Juliana Luporini do; Barros,Nelson Filice de; Castellanos,Marcelo Eduardo Pfeiffer
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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86.34%
Este artigo aborda o campo da Saúde Coletiva a partir das disciplinas que estruturam a grade curricular dos cursos de pós-graduação da área da Saúde Coletiva, no ano de 2006. A partir do banco de dados dos programas, que incluem mestrado, doutorado e mestrado profissionalizante foram classificadas 1.171 disciplinas, no que denominamos de campos disciplinares, associando esta nomenclatura à noção de campo procedente das abordagens de Bourdieu. São descritos 28 campos disciplinares em três grandes blocos. Conclui-se que o campo da Saúde Coletiva apresenta uma grande diversidade de campos disciplinares, destacando-se pela frequência: Epidemiologia (16%); Ciências Humanas e Sociais em Saúde (7,9%); Didática (7,9%); Sistemas e Serviços de Saúde (7,4%); Ambiente e Saúde (7,2%); Políticas de Saúde (6,3%).

Dimensões qualitativas na produção científica, tecnológica e na inovação em Saúde Coletiva

Luz,Madel Therezinha; Mattos,Rafael da Silva
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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86.37%
Este artigo traz os resultados de uma avaliação qualitativa sobre a expansão da área da Saúde Coletiva a partir da produção dos anais dos congressos trienais de Saúde Coletiva, realizados entre 1997 e 2006 pela Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. O objetivo específico foi estimar o crescimento da importância da área no cenário científico e social brasileiro no último decênio, através da análise de aspectos e dimensões substantivas. A estratégia metodológica do estudo foi considerar a complexidade e a profusão de dados referentes às dimensões desse campo multidisciplinar (a cada dia mais interdisciplinar) de conhecimento e intervenção. A partir dessa perspectiva, realizaram-se análises e interpretações de fontes documentais, empregando-se referenciais teóricos, metodológicos e analíticos das ciências sociais e das técnicas estatísticas. Constatou-se que: (1) na última década, a área da Saúde Coletiva expandiu-se ao interior de suas três subáreas (Epidemiologia, Planejamento/Gestão e Serviços de Saúde e Ciências Humanas); (2) há uma tendência a maior interatividade entre os programas e com as comunidades e com as instituições; (3) existe um aumento da quantidade de autores que escrevem sobre o campo e de vários autores por artigo; (4) está em elaboração uma grande especialização interna ao interior das subáreas.

Epidemiologia e Saúde Coletiva: tendências da produção epidemiológica brasileira quanto ao volume, indexação e áreas de investigação - 2001 a 2006

Turci,Silvana Rubano Barretto; Guilam,Maria Cristina Rodrigues; Câmara,Maria Clara Coelho
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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86.36%
O presente artigo examina e interpreta as tendências da produção epidemiológica no Brasil, no contexto da Saúde Coletiva. Utilizou-se, como banco de dados, os Cadernos de Indicadores da Capes, no período de 2001 a 2006. Foram analisados 26 programas, sendo que os dez maiores tiveram sua produção bibliográfica em periódicos indexados examinada. Observou-se que a produção total de artigos epidemiológicos representou 40% da produção em Saúde Coletiva e 55% da produção em revistas internacionais, destacando-se Cadernos de Saúde Pública, Revista de Saúde Pública e Ciência & Saúde Coletiva. Os temas mais prevalentes foram nutrição em saúde pública, saúde materno-infantil e doenças infectocontagiosas, particularmente a aids. Saúde-trabalho-ambiente, saúde oral, violência e saúde do idoso vêm se consolidando como objeto de estudo da disciplina, enquanto estudos de meta-análise e geoprocessamento aparecem como ferramenta útil para os serviços de saúde. Conclui-se que há tendência de aumento da produção epidemiológica em publicações indexadas, abrangendo temáticas diversas e abarcando amplo espectro de aspectos relevantes para a política de saúde no país.

Percepção e utilização dos conteúdos de saúde coletiva por cirurgiões-dentistas egressos da Universidade Federal de Goiás

Badan,Denise Elisabeth de Campos; Marcelo,Vânia Cristina; Rocha,Dais Gonçalves
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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86.38%
A atualidade tem exigindo dos profissionais cirurgiões-dentistas o desafio de rever o conceito de atenção à saúde. As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) sugerem mudanças na graduação, incentivando a consolidação do SUS. Objetivou-se conhecer a percepção e utilização dos conteúdos de saúde coletiva na prática dos egressos de 2000 a 2002, do curso de odontologia da Universidade Federal de Goiás. Utilizou-se a metodologia da triangulação de técnicas. Encontrou-se que 83,3% dos egressos trabalham como cirurgião-dentista. Continuaram os estudos cursando pós-graduações e especializações (68,1%). Têm dúvidas sobre as ações em saúde coletiva, embora as pratiquem. Atuar no serviço público determinou realizações de mais práticas em saúde coletiva. Os principais entraves ao desenvolvimento de ações em saúde coletiva foram falta de recursos materiais complementares e dificuldade de valorização pela população. O conteúdo recordado principal foi a promoção da saúde (100%) e o mais utilizado foi a prevenção, seguida de educação em saúde. As práticas de estágio extramuros foram muito valorizadas. Conclui-se que há necessidade de maior clareza, durante a graduação, sobre o que sejam práticas em saúde coletiva e maior integração curricular na graduação em odontologia.

Pesquisa qualitativa em saúde coletiva: panorama e desafios

Bosi,Maria Lúcia Magalhães
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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86.35%
Este artigo apresenta um panorama concernente a objetos nucleares no debate atual do enfoque qualitativo referido ao contexto cientifico brasileiro e, mais especificamente, ao campo da saúde coletiva. Partindo da demarcação de conceitos centrais à delimitação do objeto focalizado na análise, a autora recupera o cenário atual desta tradição de pesquisa na saúde, aponta um elenco de desafios, passando, então, à análise de cada um deles. Para tanto, a discussão transita entre os planos epistêmico, ético e operacional, em suas relações com o estatuto cientifico desse enfoque na saúde coletiva. Mediante um extenso conjunto de indagações associado a exemplos fundamentados na empiria, a análise evidencia que, a despeito da grande expansão verificada e dos aportes à saúde coletiva, a pesquisa qualitativa ainda se depara com vários desafios para a sua plena consolidação. Nesse sentido, demanda investimentos internos ao enfoque e, ainda mais fortemente, certas dinâmicas na interface com os demais núcleos que constituem o campo analisado. Não obstante os desafios, o artigo conclui sinalizando para a possibilidade de novos pactos na saúde coletiva, tal como vem ocorrendo no que concerne à construção de outras agendas importantes nesse campo...

Bioética e saúde coletiva: convergências epistemológicas

Junges,Jose Roque; Zoboli,Elma Lourdes Campos Pavone
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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86.36%
Trata-se de uma discussão teórica sobre o estatuto da bioética a partir de suas convergências epistemológicas com a saúde coletiva, campos científicos inter-relacionados, surgidos no contexto da segunda ruptura epistemológica, questionadora da crítica ao senso comum própria da ciência moderna. A reaproximação com o senso comum na segunda ruptura significa considerar na metodologia os determinantes do ambiente e da subjetividade. Assim, em meio a esta segunda ruptura, a saúde coletiva e a bioética incluem os determinantes sociais e subjetivos em suas análises. Caracterizam-se por uma visão ampliada e complexa da saúde e das ações humanas envolvendo o ambiente, a vida e a saúde, com enfoque transdisciplinar em suas abordagens. Qual o significado dessas premissas para o estatuto epistemológico da bioética em sua convergência com a saúde coletiva? Enquanto ética, a bioética precisa ser crítica, mas não como na primeira ruptura da filosofia moral. Necessita ser crítica a partir da facticidade dos determinantes sociais que se manifestam nas iniquidades em saúde. Para integrar crítica e facticidade, o caminho é a hermenêutica que interpreta os significados construídos no real e a partir deles torna-se crítica. Esse seria o estatuto epistemológico apropriado para a bioética na interface com a saúde coletiva.

Formação pedagógica na pós-graduação stricto sensu em saúde coletiva

Corrêa,Guilherme Torres; Ribeiro,Victoria Maria Brant
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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86.36%
Esta pesquisa teve como objetivo discutir a relevância e a necessidade da formação pedagógica do professor universitário no campo da Saúde Coletiva. Discutiu-se a docência como uma prática que exige formação específica, pois é caracterizada por elementos complexos que vão além do domínio de determinado conteúdo. Ao assumir a pós-graduação stricto sensu como uma importante etapa para a formação do professor universitário, buscou-se identificar e caracterizar as disciplinas/práticas de formação pedagógica dos mestrados e doutorados acadêmicos em Saúde Coletiva. Para alcançar o objetivo do estudo tomou-se como base a teoria dos campos de Pierre Bourdieu e a teoria do currículo de Tomaz Tadeu da Silva. Os resultados apontam que a pós-graduação não toma a questão da formação pedagógica como objeto de interesse; e no que tange à Saúde Coletiva, aproximadamente 61% dos mestrados e 38% dos doutorados apresentam disciplinas/práticas de formação pedagógica, sendo que há uma tendência de formação técnica-instrumental, o que vai de encontro à história do campo da Saúde Coletiva. Conclui-se que há necessidade de se desenvolver uma cultura de valorização do ensino na universidade e na pós-graduação em Saúde Coletiva assumindo a complexidade da prática pedagógica em todas as suas dimensões.

Saúde e ambiente: uma reflexão da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - ABRASCO

Augusto,Lia Giraldo da Silva; Câmara,Volney de Magalhães; Carneiro,Fernando Ferreira; Câncio,Jacira; Gouveia,Nelson
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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86.35%
INTRODUÇÃO: O Brasil, apesar de sua extraordinária biodiversidade e do enorme potencial instalado para desenvolver ações integradas na temática do ambiente, não tem dado, do ponto de vista programático, a prioridade que o tema ambiente merece. A Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva-ABRASCO reconheceu a importância de organizar um Grupo Temático "Saúde e Ambiente" para, de maneira mais organizada, participar da luta pelo desenvolvimento sustentável, através da ação política no campo da saúde coletiva, em busca de ambientes saudáveis e da promoção da saúde. O OBJETIVO principal deste Grupo Temático-GT foi contribuir para que o tema da saúde ambiental seja internalizado no campo da Saúde Coletiva. MÉTODO: O Grupo escolheu três eixos para discussão em uma oficina do V Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em Curitiba, no ano de 2002. O RESULTADO do debate ocorrido foi apresentado segundo três eixos: identificação do campo teórico-conceitual em Saúde Ambiente; a política de saúde e ambiente; o caminho metodológico. A CONCLUSÃO foi apresentada no formato de uma agenda do GT para o biênio 2002-2004.

Saúde Coletiva: Revisitando a sua História e os Cursos de Pós-Graduação

Nunes,Everardo Duarte
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1996 PT
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86.42%
Neste trabalho, o autor analisa os principais aspectos da história da Saúde Coletiva e dos cursos de pós-graduação em Saúde Coletiva no Brasil, restritos ao Mestrado e Doutorado. A partir dos primeiros cursos, iniciados nos anos 70, verifica-se a sua paulatina ampliação até os dias atuais. No momento, existem no país 24 cursos, incluindo os denominados genericamente de Saúde Coletiva ou Saúde Pública, e os que se especializaram em Epidemiologia. Estão excluídos desta relação os cursos da área da enfermagem, odontologia social, administração em saúde e saúde da criança. São levantados alguns aspectos referentes aos fatores que foram importantes na emergência desses cursos, e que são tanto de ordem político-social, sanitários, como institucionais; a origem da denominação Saúde Coletiva; as discussões sobre o conceito de coletivo; os principais conteúdos que configuram a área. Nas Considerações Finais, ressalta-se o fato bastante atual da especialização na área da Saúde Coletiva, com a formação de áreas de concentração, das quais o destaque é a Epidemiologia; faz-se também referência às disciplinas consideradas como núcleo comum à área, destacando o papel das Ciências Sociais.

Os Cursos de Saúde Coletiva no Brasil -Mestrado e Doutorado: Um Estudo sobre as Disciplinas Básicas

Nunes,Everardo Duarte; Costa,Péricles Silveira da
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1997 PT
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86.36%
Este artigo apresenta um estudo sobre as disciplinas básicas ministradas nos cursos de Pós-Graduação stricto sensuem Saúde Coletiva. Foi utilizado o esquema de classificação das áreas de conhecimento do CAPES/CNPq. São estudados 17 cursos de Mestrado e 9 de Doutorado. Os principais resultados apontam que em ambos os cursos há um equilíbrio nos dois grupos de conhecimentos: o das Ciências da Saúde e o das Ciências Humanas. Desses grupos de conhecimento destacam-se como subáreas: Epidemiologia, Planejamento e Administração em Saúde e Bioestatística. São também expressivas: Metodologia, Sociologia da Saúde e Epistemologia.

Os Cursos de Saúde Coletiva no Brasil -Mestrado e Doutorado: Um Estudo sobre as Disciplinas Básicas

Nunes,Everardo Duarte; Costa,Péricles Silveira da
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1997 PT
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86.36%
Este artigo apresenta um estudo sobre as disciplinas básicas ministradas nos cursos de Pós-Graduação stricto sensuem Saúde Coletiva. Foi utilizado o esquema de classificação das áreas de conhecimento do CAPES/CNPq. São estudados 17 cursos de Mestrado e 9 de Doutorado. Os principais resultados apontam que em ambos os cursos há um equilíbrio nos dois grupos de conhecimentos: o das Ciências da Saúde e o das Ciências Humanas. Desses grupos de conhecimento destacam-se como subáreas: Epidemiologia, Planejamento e Administração em Saúde e Bioestatística. São também expressivas: Metodologia, Sociologia da Saúde e Epistemologia.

Percepção e utilização dos conteúdos de saúde coletiva por cirurgiões-dentistas egressos da Universidade Federal de Goiás

Badan,Denise Elisabeth de Campos; Marcelo,Vânia Cristina; Rocha,Dais Gonçalves
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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86.38%
A atualidade tem exigindo dos profissionais cirurgiões-dentistas o desafio de rever o conceito de atenção à saúde. As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) sugerem mudanças na graduação, incentivando a consolidação do SUS. Objetivou-se conhecer a percepção e utilização dos conteúdos de saúde coletiva na prática dos egressos de 2000 a 2002, do curso de odontologia da Universidade Federal de Goiás. Utilizou-se a metodologia da triangulação de técnicas. Encontrou-se que 83,3% dos egressos trabalham como cirurgião-dentista. Continuaram os estudos cursando pós-graduações e especializações (68,1%). Têm dúvidas sobre as ações em saúde coletiva, embora as pratiquem. Atuar no serviço público determinou realizações de mais práticas em saúde coletiva. Os principais entraves ao desenvolvimento de ações em saúde coletiva foram falta de recursos materiais complementares e dificuldade de valorização pela população. O conteúdo recordado principal foi a promoção da saúde (100%) e o mais utilizado foi a prevenção, seguida de educação em saúde. As práticas de estágio extramuros foram muito valorizadas. Conclui-se que há necessidade de maior clareza, durante a graduação, sobre o que sejam práticas em saúde coletiva e maior integração curricular na graduação em odontologia.

Bioética e saúde coletiva: convergências epistemológicas

Junges,Jose Roque; Zoboli,Elma Lourdes Campos Pavone
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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86.36%
Trata-se de uma discussão teórica sobre o estatuto da bioética a partir de suas convergências epistemológicas com a saúde coletiva, campos científicos inter-relacionados, surgidos no contexto da segunda ruptura epistemológica, questionadora da crítica ao senso comum própria da ciência moderna. A reaproximação com o senso comum na segunda ruptura significa considerar na metodologia os determinantes do ambiente e da subjetividade. Assim, em meio a esta segunda ruptura, a saúde coletiva e a bioética incluem os determinantes sociais e subjetivos em suas análises. Caracterizam-se por uma visão ampliada e complexa da saúde e das ações humanas envolvendo o ambiente, a vida e a saúde, com enfoque transdisciplinar em suas abordagens. Qual o significado dessas premissas para o estatuto epistemológico da bioética em sua convergência com a saúde coletiva? Enquanto ética, a bioética precisa ser crítica, mas não como na primeira ruptura da filosofia moral. Necessita ser crítica a partir da facticidade dos determinantes sociais que se manifestam nas iniquidades em saúde. Para integrar crítica e facticidade, o caminho é a hermenêutica que interpreta os significados construídos no real e a partir deles torna-se crítica. Esse seria o estatuto epistemológico apropriado para a bioética na interface com a saúde coletiva.

Dimensões qualitativas na produção científica, tecnológica e na inovação em Saúde Coletiva

Luz,Madel Therezinha; Mattos,Rafael da Silva
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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86.37%
Este artigo traz os resultados de uma avaliação qualitativa sobre a expansão da área da Saúde Coletiva a partir da produção dos anais dos congressos trienais de Saúde Coletiva, realizados entre 1997 e 2006 pela Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. O objetivo específico foi estimar o crescimento da importância da área no cenário científico e social brasileiro no último decênio, através da análise de aspectos e dimensões substantivas. A estratégia metodológica do estudo foi considerar a complexidade e a profusão de dados referentes às dimensões desse campo multidisciplinar (a cada dia mais interdisciplinar) de conhecimento e intervenção. A partir dessa perspectiva, realizaram-se análises e interpretações de fontes documentais, empregando-se referenciais teóricos, metodológicos e analíticos das ciências sociais e das técnicas estatísticas. Constatou-se que: (1) na última década, a área da Saúde Coletiva expandiu-se ao interior de suas três subáreas (Epidemiologia, Planejamento/Gestão e Serviços de Saúde e Ciências Humanas); (2) há uma tendência a maior interatividade entre os programas e com as comunidades e com as instituições; (3) existe um aumento da quantidade de autores que escrevem sobre o campo e de vários autores por artigo; (4) está em elaboração uma grande especialização interna ao interior das subáreas.

Epidemiologia e Saúde Coletiva: tendências da produção epidemiológica brasileira quanto ao volume, indexação e áreas de investigação - 2001 a 2006

Turci,Silvana Rubano Barretto; Guilam,Maria Cristina Rodrigues; Câmara,Maria Clara Coelho
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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86.36%
O presente artigo examina e interpreta as tendências da produção epidemiológica no Brasil, no contexto da Saúde Coletiva. Utilizou-se, como banco de dados, os Cadernos de Indicadores da Capes, no período de 2001 a 2006. Foram analisados 26 programas, sendo que os dez maiores tiveram sua produção bibliográfica em periódicos indexados examinada. Observou-se que a produção total de artigos epidemiológicos representou 40% da produção em Saúde Coletiva e 55% da produção em revistas internacionais, destacando-se Cadernos de Saúde Pública, Revista de Saúde Pública e Ciência & Saúde Coletiva. Os temas mais prevalentes foram nutrição em saúde pública, saúde materno-infantil e doenças infectocontagiosas, particularmente a aids. Saúde-trabalho-ambiente, saúde oral, violência e saúde do idoso vêm se consolidando como objeto de estudo da disciplina, enquanto estudos de meta-análise e geoprocessamento aparecem como ferramenta útil para os serviços de saúde. Conclui-se que há tendência de aumento da produção epidemiológica em publicações indexadas, abrangendo temáticas diversas e abarcando amplo espectro de aspectos relevantes para a política de saúde no país.

Pesquisa qualitativa em saúde coletiva: panorama e desafios

Bosi,Maria Lúcia Magalhães
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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Este artigo apresenta um panorama concernente a objetos nucleares no debate atual do enfoque qualitativo referido ao contexto cientifico brasileiro e, mais especificamente, ao campo da saúde coletiva. Partindo da demarcação de conceitos centrais à delimitação do objeto focalizado na análise, a autora recupera o cenário atual desta tradição de pesquisa na saúde, aponta um elenco de desafios, passando, então, à análise de cada um deles. Para tanto, a discussão transita entre os planos epistêmico, ético e operacional, em suas relações com o estatuto cientifico desse enfoque na saúde coletiva. Mediante um extenso conjunto de indagações associado a exemplos fundamentados na empiria, a análise evidencia que, a despeito da grande expansão verificada e dos aportes à saúde coletiva, a pesquisa qualitativa ainda se depara com vários desafios para a sua plena consolidação. Nesse sentido, demanda investimentos internos ao enfoque e, ainda mais fortemente, certas dinâmicas na interface com os demais núcleos que constituem o campo analisado. Não obstante os desafios, o artigo conclui sinalizando para a possibilidade de novos pactos na saúde coletiva, tal como vem ocorrendo no que concerne à construção de outras agendas importantes nesse campo...

Saúde e ambiente: uma reflexão da Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva - ABRASCO

Augusto,Lia Giraldo da Silva; Câmara,Volney de Magalhães; Carneiro,Fernando Ferreira; Câncio,Jacira; Gouveia,Nelson
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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INTRODUÇÃO: O Brasil, apesar de sua extraordinária biodiversidade e do enorme potencial instalado para desenvolver ações integradas na temática do ambiente, não tem dado, do ponto de vista programático, a prioridade que o tema ambiente merece. A Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva-ABRASCO reconheceu a importância de organizar um Grupo Temático "Saúde e Ambiente" para, de maneira mais organizada, participar da luta pelo desenvolvimento sustentável, através da ação política no campo da saúde coletiva, em busca de ambientes saudáveis e da promoção da saúde. O OBJETIVO principal deste Grupo Temático-GT foi contribuir para que o tema da saúde ambiental seja internalizado no campo da Saúde Coletiva. MÉTODO: O Grupo escolheu três eixos para discussão em uma oficina do V Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em Curitiba, no ano de 2002. O RESULTADO do debate ocorrido foi apresentado segundo três eixos: identificação do campo teórico-conceitual em Saúde Ambiente; a política de saúde e ambiente; o caminho metodológico. A CONCLUSÃO foi apresentada no formato de uma agenda do GT para o biênio 2002-2004.

Formação pedagógica na pós-graduação stricto sensu em saúde coletiva

Corrêa,Guilherme Torres; Ribeiro,Victoria Maria Brant
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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Esta pesquisa teve como objetivo discutir a relevância e a necessidade da formação pedagógica do professor universitário no campo da Saúde Coletiva. Discutiu-se a docência como uma prática que exige formação específica, pois é caracterizada por elementos complexos que vão além do domínio de determinado conteúdo. Ao assumir a pós-graduação stricto sensu como uma importante etapa para a formação do professor universitário, buscou-se identificar e caracterizar as disciplinas/práticas de formação pedagógica dos mestrados e doutorados acadêmicos em Saúde Coletiva. Para alcançar o objetivo do estudo tomou-se como base a teoria dos campos de Pierre Bourdieu e a teoria do currículo de Tomaz Tadeu da Silva. Os resultados apontam que a pós-graduação não toma a questão da formação pedagógica como objeto de interesse; e no que tange à Saúde Coletiva, aproximadamente 61% dos mestrados e 38% dos doutorados apresentam disciplinas/práticas de formação pedagógica, sendo que há uma tendência de formação técnica-instrumental, o que vai de encontro à história do campo da Saúde Coletiva. Conclui-se que há necessidade de se desenvolver uma cultura de valorização do ensino na universidade e na pós-graduação em Saúde Coletiva assumindo a complexidade da prática pedagógica em todas as suas dimensões.