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Saúde ambiental no contexto da estratégia saúde da família; Environmental Health in the context of the Family Health Strategy

Ribeiro, Tânia Márcia Lopes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2013 PT
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66.35%
Segundo relatório sobre a situação da saúde no mundo, da OMS em 2006, cerca de ¼ da carga global de doença decorre de causas ambientais evitáveis. Partindo do pressuposto que a interface saúde-ambiente está ainda inserida de forma incipiente na prática da saúde, torna-se relevante a obtenção de conhecimento sobre o modo como a Saúde Ambiental está incorporada, de fato, na assistência à saúde na lógica da Atenção Primária à Saúde (APS) em modelo de atenção da Estratégia Saúde da Família (ESF). O objetivo deste estudo foi analisar a inserção da Saúde Ambiental nos 8 (100%) serviços da ESF de um município do interior de Minas Gerais, à luz de fatores ambientais priorizados para ações no campo da Vigilância em Saúde Ambiental, pela OPAS/OMS e pelo Subsistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental (SINVSA). Trata-se de um estudo exploratório-descritivo e de abordagem mista (qualitativa e quantitativa). A geração de dados foi realizada por meio de grupos focais (GF), entrevistas e análise documental. Os GF e entrevistas foram realizados com 40 (45,97%) sujeitos das equipes de saúde da família desta investigação. Para a análise documental foi utilizado um Check List, construído a partir dos fatores de risco ambientais tomados como referência. Foram avaliados 132 (1...

Saúde ambiental na América Latina e no Caribe: numa encruzilhada

Periago,Mirta Roses; Galvão,Luiz Augusto; Corvalán,Carlos; Finkelman,Jacobo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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76.11%
É inegável que a discussão sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável tem progredido muito em décadas recentes. Contudo, ganhos globais não têm sido distribuídos de maneira uniforme, deixando grandes grupos populacionais excluídos, com conseqüências negativas à saúde. Também estamos começando a reconhecer problemas globais emergentes que causam impactos locais significativos, principalmente em populações pobres, tanto em áreas rurais como urbanas. A saúde ambiental está numa encruzilhada, em que novos modelos e parcerias são necessários. Este artigo explora essas questões especificamente em relação aos países latino-americanos e caribenhos.

Matadouros públicos e saúde ambiental em Sergipe

Silva,Genival Nunes; Madi,Rubens Riscala; Melo,Cláudia Moura de; Fonseca,Vania
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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76.22%
A incorporação da temática ambiental na saúde pública fez florescer mais recentemente a expressão saúde ambiental, relacionada à degradação do meio ambiente na escala mundial, como reflexo da atividade humana cujas consequências afetam a saúde da população. A produção de alimentos para consumo humano, além de afetar o meio natural, pode afetar, também, a saúde humana, devido ao processo de produção e comercialização. O abate de gado bovino, uma das principais fontes de proteína animal utilizada no Brasil, embora tenha legislação reguladora, muitas vezes é uma atividade que degrada o meio ambiente e compromete a saúde dos trabalhadores da cadeia produtiva e dos consumidores. Este estudo teve como objetivo geral identificar e avaliar os riscos ao meio ambiente e a saúde humana em decorrência da implantação e operação de matadouros públicos nos 75 municípios do Estado de Sergipe. Para o alcance desse objetivo, foram quantificados os matadouros municipais implantados e em operação no Estado, analisadas as condições físicas, sanitárias e tecnológicas, a existência de licenciamento ambiental e de supervisão veterinária do gado e das condições de abate e armazenamento da carne. Os dados foram levantados por observação direta em campo e junto ao cadastro da Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe. O estudo concluiu haver danos significativos ao meio natural...

Acidentes em postos e sistemas retalhistas de combustíveis: subsídios para a vigilância em saúde ambiental

Gouveia,Jorge Luiz Nobre; Nardocci,Adelaide Cássia
Fonte: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES Publicador: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 PT
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76.18%
Os acidentes em postos e sistemas retalhistas resultam de forma imediata em danos graves à vida de pessoas, na contaminação do solo e da água. O objetivo deste trabalho foi discutir a importância da atuação conjunta dos órgãos ambientais e de saúde e subsidiar a estruturação do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental. A metodologia consistiu no estudo da literatura nacional e internacional; levantamento dos dados existentes em oito órgãos ambientais estaduais brasileiros sobre atendimentos emergenciais e análise de um caso ocorrido no município de Guarulhos, Estado de São Paulo, em janeiro de 2005. Os resultados revelaram que esses acidentes são importante causa de acidentes ambientais e há grande diferença na atuação dos diversos órgãos ambientais. Também demonstra que a estruturação da vigilância em saúde ambiental deve abordar a interface com outras instituições públicas envolvidas.

Saúde ambiental e saúde do trabalhador na atenção primária à saúde, no SUS: oportunidades e desafios

Dias,Elizabeth Costa; Rigotto,Raquel Maria; Augusto,Lia Giraldo da Silva; Cancio,Jacira; Hoefel,Maria da Graça Luderitz
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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76.2%
O texto busca contribuir para a discussão dos entrecruzamentos entre os campos da saúde ambiental e da saúde do trabalhador, referenciada no cenário brasileiro das relações produção/trabalho, ambiente e saúde e nas mudanças na organização do SUS, com destaque para o papel da atenção primária à saúde (APS), e se destina a contribuir para as discussões no processo de preparação da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (1ª CNSA), prevista para ser realizada em dezembro de 2009. São descritos, de modo sintético, aspectos históricos e conceituais desses campos, algumas das características compartilhadas e as ações esperadas do sistema de saúde, com destaque para o papel da APS e a importância do diálogo com o movimento social. Finalizando, são identificados pontos para uma agenda de trabalho comum.

Quem é quem na saúde ambiental brasileira? Identificação e caracterização de grupos de pesquisas e organizações da sociedade civil

Freitas,Carlos Machado de; Tambellini,Ana Maria Testa; Schultz,Gabriel Eduardo; Bertolini,Valéria Andrade; Franco Netto,Francisco de Abreu
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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76.19%
Neste artigo, apresentamos os resultados da primeira fase do projeto "Quem é quem na saúde ambiental brasileira". O objetivo deste projeto é identificar e caracterizar grupos de pesquisas e organizações da sociedade civil atuantes no campo da saúde ambiental, em condições de contribuir tanto ao fortalecimento de suas bases técnicas e científicas quanto a facilitar o diálogo com a sociedade civil organizada. A identificação ocorreu através informações disponíveis no CNPq (diretório dos grupos de pesquisas), na Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), no Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável (FBOMS) e na Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA). Os resultados foram apresentados e discutidos tendo como base a evolução temporal, a distribuição geográfica e as áreas de pesquisa e de atuação. As considerações finais apontam para o grande potencial de diálogo entre especialistas e não especialistas, governamentais e não governamentais, para criar as bases de uma comunidade ampliada de pares capaz de combinar políticas, conhecimentos, tecnologias e ações para a compreensão e busca de soluções para a constituição de uma saúde como pré-requisito e como resultado do bem estar e da vida plena.

Os desafios da geração do conhecimento em saúde ambiental: uma perspectiva ecossistêmica

Weihs,Marla; Mertens,Frédéric
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2013 PT
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76.15%
O artigo explora as oportunidades e as limitações da geração de conhecimento no campo da saúde ambiental. Argumenta que a compreensão da complexidade dos fatores que condicionam a saúde humana e dos ecossistemas demanda redefinições na tradicional distribuição de papéis e responsabilidades na pesquisa científica. Estas práticas de pesquisa encerram enfoques inter e transdisciplinares e a aplicação de uma abordagem ecossistêmica (ecosaúde). Desafios e oportunidades da aplicação da inter e transdisciplinaridade a problemáticas de saúde ambiental são discutidos e ilustrados por meio de dois estudos de caso que utilizam uma abordagem ecosaúde: uma experiência brasileira que trata da contaminação e exposição ao mercúrio na Amazônia, e outra nepalense, sobre a transmissão urbana de equinococose. Concluímos apresentando o potencial de uma abordagem ecosaúde na superação dos limites das práticas unidisciplinares e na valorização dos saberes e da participação local.

Considerações sobre o uso da epidemiologia nos estudos em saúde ambiental

Câmara,Volney de Magalhães; Tambellini,Anamaria Testa
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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76.18%
No Brasil, a Saúde Ambiental incorporou como situações de risco questões como saneamento, água para consumo humano, poluição química, pobreza, eqüidade, condições psicossociais e a necessidade de um desenvolvimento sustentável para preservar as gerações futuras. As metodologias para estudos epidemiológicos e ações de vigilância que dizem respeito à relação da saúde com estas questões são necessariamente mais diversas e complexas do que nas outras áreas da Saúde Coletiva. Neste documento são discutidas as informações sobre as características da exposição e dos efeitos à saúde que constituem os principais substratos para a definição do desenho e da factibilidade dos estudos epidemiológicos voltados para o campo da Saúde Ambiental. Também é enfatizado o uso da Epidemiologia no desenvolvimento de ações de vigilância através da definição de indicadores de saúde para um sistema de informação, e do desenvolvimento de atividades de monitoramento dos impactos das ações de mitigação e controle. Finaliza realçando a necessidade de um trabalho integrado interdisciplinar e intersetorial, os preceitos éticos que devem nortear estes estudos, e as principais características que devem influir na definição dos recursos humanos para a formação das equipes científicas e técnicas.

Política de informação em saúde ambiental

Augusto,Lia Giraldo da Silva; Branco,Alice
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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76.19%
É imprescindível uma política de informação em saúde ambiental capaz de monitorar as políticas públicas, os processos produtivos e todas as atividades econômicas, bem como as ações de intervenção que visem melhorar as condições ambientais e de saúde das populações. Este artigo busca discutir os princípios norteadores de uma política de informação em saúde ambiental que permite monitorar o desenvolvimento sustentável. Para tal as autoras partem de uma revisão bibliográfica referente às questões conceituais e controversas do desenvolvimento sustentável e às perspectivas metodológicas para o desenvolvimento de uma política de informação em saúde ambiental. Para as autoras, além da necessidade de se criar sistemas e serviços de informação e comunicação que proporcionem o alerta e o suporte indispensáveis às políticas intersetoriais, é fundamental que estas incorporem os elementos das ações sociais e da participação das comunidades na definição dos indicadores voltados para o monitoramento do desenvolvimento humano.

Saúde Ambiental & Saúde dos Trabalhadores: uma aproximação promissora entre o Verde e o Vermelho

Rigotto,Raquel Maria
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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76.15%
As relações entre saúde e ambiente e as possibilidades de uma aproximação teórica e prática entre os campos disciplinares da Saúde Ambiental e da Saúde dos Trabalhadores constituem o tema deste artigo. A primeira parte oferece uma visão panorâmica da relação saúde-ambiente, examinando algumas de suas abordagens e enfatizando o modo de produção e consumo e o modelo de desenvolvimento por ele delineado em cada sociedade como ponto-chave para a articulação entre as categorias trabalho, ambiente e saúde. Discute a identificação dos agravos à saúde relacionados ao ambiente e as dificuldades no estabelecimento destas relações, assim como alguns desafios epistemológicos e metodológicos que se apresentam para a investigação neste campo hoje. A segunda parte postula uma abordagem integrada entre produção, trabalho, ambiente e saúde, enquanto categorias fundamentais na definição do padrão de saúde e qualidade de vida da população, tendo como ponto de partida a incorporação sistêmica destas inter-relações nas políticas de desenvolvimento. A análise integrada dos processos produtivos na tríplice perspectiva de suas relações com o trabalho, o ambiente e a saúde é vislumbrada como um dos pontos de articulação das políticas públicas nestes campos...

Boletim Epidemiológico Observações: Vol. 3 (2014), Número Especial 4, Saúde Ambiental

Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Anotação
Publicado em /12/2014 POR
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86.19%
Ficha técnica: Diretor: Fernando de Almeida; Editores: Carlos Matias Dias, Elvira Silvestre; Conselho Editorial Científico: Carlos Matias Dias, Manuela Cano, Jorge Machado, Manuela Caniça, Peter Jordan, Sílvia Viegas, Cláudia Niza; Revisão científica: Manuela Cano, Saúde Ambiental; Maria Antónia Calhau, Alimentação e Nutrição; Carlos Matias Dias, Epidemiologia; Cristina Furtado, Doenças Infeciosas; Peter Jordan, Genética Humana; Periodicidade: trimestral.; Número Especial dedicado à Saúde Ambiental do Boletim Epidemiológico Observações. Observações é uma publicação científica trimestral do INSA, IP, que visa contribuir para o conhecimento da saúde da população, os fatores que a influenciam, a decisão e a intervenção em Saúde Pública, assim como a avaliação do seu impacte na população portuguesa. Através do acesso público e gratuito a resultados científicos gerados por atividades de observação em saúde, monitorização e vigilância epidemiológica, é dada especial atenção à disseminação rápida de informação relevante para a resposta a temas de relevo para a saúde da população portuguesa, tendo como principal alvo todos os profissionais, investigadores e decisores intervenientes na área da Saúde Pública em Portugal.

Avaliação econômica e tomada de decisão em saúde ambiental; Evaluación económica y toma de decisiones en salud ambiental; Economic evaluation and decision-making in environmental health

Gutiérrez Zúñiga, Cristina; Hernández Peña, Patricia; Ortiz Guerrero, Claudia; Zurutuza Fernández, Rocío; Santos-Burgoa, Carlos
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/1994 SPA
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76.27%
Devido à crescente deterioração ambiental e as suas possíveis conseqüências para a saúde da polulação,torna-se necessário priorizar o desenho e instrumentação de políticas que controlem as atividades econômicas, considerando a proteção à saúde humana e ao próprio ambiente. É preciso que essas políticas considerem a factibilidade econômica das alternativas de proteção existentes. Não obstante, pela quantidade de interesses na área ambiental, outros fatores como o social e o político também devem ser considerados. A avaliação econômica tem sido vista como fundamental para a tomada de decisões nessa matéria. Foi analisada a capacidade desta ferramenta para organizar de forma sistemática e comparável os custos e os benefícios de alternativas para a solução dos problemas ambientais.Foram sintetizadas as principais características dos estudos de custo-benefício e custo-efetividade,as formas de avaliação econômica do ambiente e as particularidades desta área para a aplicação dessas técnicas de análise. Foram analisados os limites encontrados nessas ferramentas para calcular os custos não monetários dos riscos ambientais e dos danos conseqüentes à saúde, como a dor, o sofrimento ou a incapacidade de pessoas economicamente inativas...

Saúde ambiental na América Latina e no Caribe: numa encruzilhada; Environmental health in Latin America and the Caribbean: at the crossroads

Periago, Mirta Roses; Galvão, Luiz Augusto; Corvalán, Carlos; Finkelman, Jacobo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/12/2007 POR; ENG
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76.1%
É inegável que a discussão sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável tem progredido muito em décadas recentes. Contudo, ganhos globais não têm sido distribuídos de maneira uniforme, deixando grandes grupos populacionais excluídos, com conseqüências negativas à saúde. Também estamos começando a reconhecer problemas globais emergentes que causam impactos locais significativos, principalmente em populações pobres, tanto em áreas rurais como urbanas. A saúde ambiental está numa encruzilhada, em que novos modelos e parcerias são necessários. Este artigo explora essas questões especificamente em relação aos países latino-americanos e caribenhos.; There has been undeniable progress in addressing health, environment and sustainable development in recent decades. Yet, global gains have not been distributed equally, leaving major populations groups excluded, with negative consequences to health. We are also beginning to recognize emerging global problems with significant local impacts, mostly in impoverished populations, both in rural and urban settings. Environmental health is at the crossroads, where new models and partnerships are required. This paper explores these issues with specific reference to the Latin American and Caribbean countries.

Public slaughterhouses and environmental health in Sergipe; Matadouros públicos e saúde ambiental em Sergipe

Silva, Genival Nunes; Madi, Rubens Riscala; Melo, Cláudia Moura de; Fonseca, Vania
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2012 POR
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76.21%
The incorporation of environmental issues to the public health field resulted, more recently, in the flourishing of the term environmental health, which is related to environmental degradation on a global scale, as a result of human activity whose consequences affect population's health. Food production for human consumption affects the environment and can also affect human health through the production and marketing processes. Cattle slaughter, a major source of animal protein used in Brazil, in spite of regulatory legislation, is often an activity that degrades the environment and jeopardizes the health of workers employed in the production chain and consumers. This study aimed to identify and evaluate risks to the environment and to human health due to the implantation and operation of public slaughterhouses in all the 75 municipalities of the state of Sergipe. To achieve this goal, a census was made of the municipal slaughterhouses operating in the state, their physical, sanitary and technological conditions were examined, as well as livestock slaughtering and meat storage conditions and, the existence of environmental licensing and veterinary supervision. Data were gathered by direct observation in the field and through the existing registers at Sergipe's Environment Administration offices (Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe). The study concluded that there is significant damage to natural environment...

Saúde Ambiental & Saúde dos Trabalhadores: uma aproximação promissora entre o Verde e o Vermelho

Rigotto,Raquel Maria
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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76.15%
As relações entre saúde e ambiente e as possibilidades de uma aproximação teórica e prática entre os campos disciplinares da Saúde Ambiental e da Saúde dos Trabalhadores constituem o tema deste artigo. A primeira parte oferece uma visão panorâmica da relação saúde-ambiente, examinando algumas de suas abordagens e enfatizando o modo de produção e consumo e o modelo de desenvolvimento por ele delineado em cada sociedade como ponto-chave para a articulação entre as categorias trabalho, ambiente e saúde. Discute a identificação dos agravos à saúde relacionados ao ambiente e as dificuldades no estabelecimento destas relações, assim como alguns desafios epistemológicos e metodológicos que se apresentam para a investigação neste campo hoje. A segunda parte postula uma abordagem integrada entre produção, trabalho, ambiente e saúde, enquanto categorias fundamentais na definição do padrão de saúde e qualidade de vida da população, tendo como ponto de partida a incorporação sistêmica destas inter-relações nas políticas de desenvolvimento. A análise integrada dos processos produtivos na tríplice perspectiva de suas relações com o trabalho, o ambiente e a saúde é vislumbrada como um dos pontos de articulação das políticas públicas nestes campos...

Saúde ambiental e saúde do trabalhador na atenção primária à saúde, no SUS: oportunidades e desafios

Dias,Elizabeth Costa; Rigotto,Raquel Maria; Augusto,Lia Giraldo da Silva; Cancio,Jacira; Hoefel,Maria da Graça Luderitz
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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76.2%
O texto busca contribuir para a discussão dos entrecruzamentos entre os campos da saúde ambiental e da saúde do trabalhador, referenciada no cenário brasileiro das relações produção/trabalho, ambiente e saúde e nas mudanças na organização do SUS, com destaque para o papel da atenção primária à saúde (APS), e se destina a contribuir para as discussões no processo de preparação da 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (1ª CNSA), prevista para ser realizada em dezembro de 2009. São descritos, de modo sintético, aspectos históricos e conceituais desses campos, algumas das características compartilhadas e as ações esperadas do sistema de saúde, com destaque para o papel da APS e a importância do diálogo com o movimento social. Finalizando, são identificados pontos para uma agenda de trabalho comum.

Quem é quem na saúde ambiental brasileira? Identificação e caracterização de grupos de pesquisas e organizações da sociedade civil

Freitas,Carlos Machado de; Tambellini,Ana Maria Testa; Schultz,Gabriel Eduardo; Bertolini,Valéria Andrade; Franco Netto,Francisco de Abreu
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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Neste artigo, apresentamos os resultados da primeira fase do projeto "Quem é quem na saúde ambiental brasileira". O objetivo deste projeto é identificar e caracterizar grupos de pesquisas e organizações da sociedade civil atuantes no campo da saúde ambiental, em condições de contribuir tanto ao fortalecimento de suas bases técnicas e científicas quanto a facilitar o diálogo com a sociedade civil organizada. A identificação ocorreu através informações disponíveis no CNPq (diretório dos grupos de pesquisas), na Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), no Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável (FBOMS) e na Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA). Os resultados foram apresentados e discutidos tendo como base a evolução temporal, a distribuição geográfica e as áreas de pesquisa e de atuação. As considerações finais apontam para o grande potencial de diálogo entre especialistas e não especialistas, governamentais e não governamentais, para criar as bases de uma comunidade ampliada de pares capaz de combinar políticas, conhecimentos, tecnologias e ações para a compreensão e busca de soluções para a constituição de uma saúde como pré-requisito e como resultado do bem estar e da vida plena.

Considerações sobre o uso da epidemiologia nos estudos em saúde ambiental

Câmara,Volney de Magalhães; Tambellini,Anamaria Testa
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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No Brasil, a Saúde Ambiental incorporou como situações de risco questões como saneamento, água para consumo humano, poluição química, pobreza, eqüidade, condições psicossociais e a necessidade de um desenvolvimento sustentável para preservar as gerações futuras. As metodologias para estudos epidemiológicos e ações de vigilância que dizem respeito à relação da saúde com estas questões são necessariamente mais diversas e complexas do que nas outras áreas da Saúde Coletiva. Neste documento são discutidas as informações sobre as características da exposição e dos efeitos à saúde que constituem os principais substratos para a definição do desenho e da factibilidade dos estudos epidemiológicos voltados para o campo da Saúde Ambiental. Também é enfatizado o uso da Epidemiologia no desenvolvimento de ações de vigilância através da definição de indicadores de saúde para um sistema de informação, e do desenvolvimento de atividades de monitoramento dos impactos das ações de mitigação e controle. Finaliza realçando a necessidade de um trabalho integrado interdisciplinar e intersetorial, os preceitos éticos que devem nortear estes estudos, e as principais características que devem influir na definição dos recursos humanos para a formação das equipes científicas e técnicas.

Política de informação em saúde ambiental

Augusto,Lia Giraldo da Silva; Branco,Alice
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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É imprescindível uma política de informação em saúde ambiental capaz de monitorar as políticas públicas, os processos produtivos e todas as atividades econômicas, bem como as ações de intervenção que visem melhorar as condições ambientais e de saúde das populações. Este artigo busca discutir os princípios norteadores de uma política de informação em saúde ambiental que permite monitorar o desenvolvimento sustentável. Para tal as autoras partem de uma revisão bibliográfica referente às questões conceituais e controversas do desenvolvimento sustentável e às perspectivas metodológicas para o desenvolvimento de uma política de informação em saúde ambiental. Para as autoras, além da necessidade de se criar sistemas e serviços de informação e comunicação que proporcionem o alerta e o suporte indispensáveis às políticas intersetoriais, é fundamental que estas incorporem os elementos das ações sociais e da participação das comunidades na definição dos indicadores voltados para o monitoramento do desenvolvimento humano.

Os desafios da geração do conhecimento em saúde ambiental: uma perspectiva ecossistêmica

Weihs,Marla; Mertens,Frédéric
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2013 PT
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76.15%
O artigo explora as oportunidades e as limitações da geração de conhecimento no campo da saúde ambiental. Argumenta que a compreensão da complexidade dos fatores que condicionam a saúde humana e dos ecossistemas demanda redefinições na tradicional distribuição de papéis e responsabilidades na pesquisa científica. Estas práticas de pesquisa encerram enfoques inter e transdisciplinares e a aplicação de uma abordagem ecossistêmica (ecosaúde). Desafios e oportunidades da aplicação da inter e transdisciplinaridade a problemáticas de saúde ambiental são discutidos e ilustrados por meio de dois estudos de caso que utilizam uma abordagem ecosaúde: uma experiência brasileira que trata da contaminação e exposição ao mercúrio na Amazônia, e outra nepalense, sobre a transmissão urbana de equinococose. Concluímos apresentando o potencial de uma abordagem ecosaúde na superação dos limites das práticas unidisciplinares e na valorização dos saberes e da participação local.