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Revis??o sistem??tica sobre encadeamento ou linkage de bases de dados secund??rios para uso em pesquisa em sa??de no Brasil

Silva, Jo??o Paulo Lyra da; Travassos, Claudia Maria de Rezende; Vasconcellos, Miguel Murat de; Campos, Linair Maria
Fonte: Universidade Federal do Rio de Janeiro/N??cleo de Estudos de Sa??de Coletiva Publicador: Universidade Federal do Rio de Janeiro/N??cleo de Estudos de Sa??de Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Objetivo: Tra??ar um panorama da utiliza????o da t??cnica de encadeamento de arquivos na ??rea de Sa??de P??blica no Brasil de modo a gerar subs??dios para seu aprimoramento e melhor emprego. M??todo: revis??o sistem??tica de publica????es de estudos sobre o Brasil na ??rea de Sa??de P??blica que empregaram essa t??cnica. Inclu??dos estudos com Sistemas de Informa????o em Sa??de do Sistema ??nico de Sa??de (SIS-SUS) que objetivaram agregar, ?? informa????o dispon??vel em um banco de dados sobre um indiv??duo, outros dados sobre este mesmo indiv??duo. Exclu??dos estudos em que o SISSUS foi encadeado somente a bases com agrega????o de dados de ??mbito geogr??fico e de avalia????o da qualidade dos dados a partir de fontes de dados dependentes. A unidade de an??lise foi o estudo. Neles foram analisados o desenho, os objetivos, as bases de dados encadeadas e em rela????o ao encadeamento os programas de computa????o utilizados, quest??es metodol??gicas relevantes, informa????es sobre sua validade e a qualidade dos dados nos bancos nele utilizados. Resultados: Identificadas 71 publica????es referentes a 40 estudos. 28 estudos classificados como epidemiol??gicos. Predominaram o desenho de coorte, o uso de arquivos do SIM, do SINASC...

Organiza????o espacial, sa??de e qualidade de vida: an??lise espacial e uso de indicadores na avalia????o de situa????es de sa??de

Barcellos, Christovam de Castro; Sabroza, Paulo Chagastelles; Peiter, Paulo; I??iguez Rojas, Luisa
Fonte: Centro Nacional de Epidemiologia/ Funda????o Nacional de Sa??de/ Minist??rio da Sa??de Publicador: Centro Nacional de Epidemiologia/ Funda????o Nacional de Sa??de/ Minist??rio da Sa??de
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Christovam de Castro Barcellos Departamento de Informa????es em Sa??de/FIOCRUZ Paulo Chagastelles Sabroza Escola Nacional de Sa??de P??blica/FIOCRUZ Paulo Peiter Departamento de Geografia/UFRJ Luisa I??iguez Rojas Centro de Estudios de Salud y Bienestar Humano/Universidad de La Habana; O espa??o ?? uma categoria de s??ntese e converg??ncia onde se expressam os diversos processos envolvidos nas condi????es de vida, ambiente e sa??de das popula????es. Ao longo desses processos, os resultados obtidos pela an??lise de indicadores s??o sens??veis ?? sele????o desses indicadores, das fontes de informa????o, da escala de an??lise, de unidades espaciais de refer??ncia e dos m??todos de an??lise espacial. O objetivo deste trabalho ?? levantar o papel da an??lise espacial na avalia????o das situa????es de sa??de, que engloba a descri????o de perfis epidemiol??gicos, de qualidade de vida e de condi????es ambientais. Conhecer a estrutura e a din??mica espacial da popula????o ?? o primeiro passo para a caracteriza????o de situa????es de sa??de. Al??m disso, permite o planejamento de a????es de controle e aloca????o de recursos. A an??lise espacial propicia o restabelecimento do contexto no qual um evento de sa??de ocorre, contribuindo para o entendimento dos processos socioambientais envolvidos.

Estudo da desigualdade na utiliza????o de servi??os de sa??de por idosos em tr??s regi??es da cidade do Rio de Janeiro

Pinheiro, Rejane Sobrino; Travassos, Claudia Maria de Rezende
Fonte: Escola Nacional de Sa??de P??blica, Funda????o Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Sa??de P??blica, Funda????o Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Neste trabalho, foi analisada a desigualdade social na utiliza????o de servi??os de sa??de e a influ??ncia que a ??rea de resid??ncia exerce nessas desigualdades. Com informa????es baseadas em um question??rio multidimensional aplicado a uma amostra de idosos da cidade do Rio de Janeiro, foi estudada a associa????o do uso de servi??os de sa??de com fatores s??cio-demogr??ficos, condi????o social, necessidade e oferta de servi??os m??dicos. O desenho amostral complexo levou a viola????es de pressupostos do modelo de regress??o log??stica, que foram tratadas na fase de an??lise dos dados, com base no c??lculo do efeito do desenho. O fator mais importante na explica????o da varia????o no uso de servi??os de sa??de por idosos foi necessidade. Por??m, ser do sexo feminino, renda, ??rea de moradia e ter direito de usar servi??o privado tamb??m mostraram efeito positivo no consumo de servi??os de sa??de. O modelo apontou ainda para a exist??ncia de intera????o entre ??rea de resid??ncia e renda. A ??rea de alto padr??o de vida, representada neste estudo por Copacabana, n??o apresentou desigualdades internas no uso de servi??os de sa??de, sendo o efeito da renda mais importante em locais classificados em n??veis de padr??o de vida m??dio e menor (M??ier e Santa Cruz...

Desigualdades geogr??ficas e sociais na utiliza????o de servi??os de sa??de no Brasil

Travassos, Claudia Maria de Rezende; Viacava, Francisco; Fernandes, Cristiano; Almeida, C??lia Maria de
Fonte: Associa????o Brasileira de P??s-Gradua????o em Sa??de Coletiva Publicador: Associa????o Brasileira de P??s-Gradua????o em Sa??de Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Resumo O consumo de servi??os de sa??de ?? fun????o das necessidades e do comportamento dos indiv??duos em rela????o a seus problemas de sa??de, bem como das formas de financiamento dos servi??os e recursos dispon??veis para a popula????o. A Constitui????o brasileira de 1988 estabelece o Sistema ??nico de Sa??de (SUS) com base na institucionaliza????o da universalidade da cobertura e do atendimento. O sistema foi implementado em 1990 e pode ser traduzido como igualdade de oportunidade de acesso aos servi??os de sa??de para necessidades iguais. Este trabalho estuda a eq??idade no uso de servi??os de sa??de a partir de duas dimens??es: a geogr??fica e a social. Os dados utilizados s??o de pesquisas realizadas em 1989 e 1996-1997, pelo IBGE. Para avaliar as desigualdades geogr??ficas no consumo de servi??os de sa??de foram calculadas taxas padronizadas de utiliza????o de servi??os. Comparou-se tamb??m a dimens??o do gasto privado domiciliar com medicamentos e com planos de sa??de. Para avaliar as desigualdades sociais, estimou-se a raz??o de odds para tr??s grupos de renda e para as pessoas com e sem cobertura de plano de sa??de. Observou-se pequena redu????o dos n??veis de desigualdades no per??odo analisado (1989-1996/1997)...

Os inqu??ritos domiciliares e o Sistema Nacional de Informa????es em Sa??de

Viacava, Francisco; Dachs, Norberto; Travassos, Claudia Maria de Rezende
Fonte: Associa????o Brasileira de P??s-Gradua????o em Sa??de Coletiva Publicador: Associa????o Brasileira de P??s-Gradua????o em Sa??de Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
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1 Centro de Informa????o Cient??fica e Tecnol??gica, Departamento de Informa????es em Sa??de, Fiocruz. Av. Brasil 4.365, Manguinhos. 21045-900 Rio de Janeiro RJ. viacava@cict.fiocruz.br 2 N??cleo de Estudos de Pol??ticas P??blicas,Unicamp. F Viacava, N Dachs e C Travassos participaram igualmente de todas as etapas da elabora????o do artigo.; Neste artigo apresenta-se um breve hist??rico dos inqu??ritos domiciliares em sa??de de abrang??ncia nacional, que foram desenvolvidos no Brasil ao longo dos ??ltimos 20 anos. Discutem-se alguns problemas metodol??gicos importantes envolvidos na concep????o e no desenho amostral dos inqu??ritos de base populacional e faz-se uma breve revis??o dos aspectos contemplados pelos suplementos de sa??de da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic??lios (PNAD), que foram a campo em 1981, 1986, 1998 e 2003. Tendo em vista o compromisso j?? assumido pelo Minist??rio da Sa??de e pelo IBGE quanto ?? inclus??o de um novo suplemento na PNAD de 2008, abre-se um debate sobre as vantagens e as limita????es da PNAD como instrumento capaz de gerar dados de base populacional sobre morbidade, acesso e utiliza????o de servi??os de sa??de. Finalmente destaca-se a necessidade de formula????o de pol??tica para a gera????o de informa????es a partir de inqu??ritos de base populacional e sua incorpora????o ao Sistema Nacional de Informa????es em Sa??de. Os inqu??ritos devem ser realizados periodicamente e os recursos financeiros para sua realiza????o garantidos.

Territ??rios do Sistema ??nico de Sa??de: mapeamento das redes de aten????o hospitalar

Oliveira, Evangelina X. G. de; Carvalho, Marilia S??; Travassos, Claudia Maria de Rezende
Fonte: Escola Nacional de Sa??de P??blica Sergio Arouca, Funda????o Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Sa??de P??blica Sergio Arouca, Funda????o Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Este trabalho investiga dois tipos de redes estabelecidas pelos fluxos de pacientes para os servi??os de sa??de: a de aten????o hospitalar b??sica, definida pelos procedimentos com maior freq????ncia de interna????o e as de aten????o de alta complexi dade .Agregaram-se os dados do Sistema de Informa????es Hospitalares do Sistema ??nico de Sa??de sobre as interna????es realizadas no ano de 2000 em todo o Brasil ??? segundo o munic??pio de interna????o e o de resid??ncia dos pacientes. Empregou-se o m??todo do fluxo dominante, que define o arcabou??o da rede e os n??veis hier??rquicos dos munic??pios que constituem os n??s. A classifica????o dos fluxos avalia o grau de interconex??o das redes. As redes de aten????o hospitalar b??sica alcan??am quase todo o pa??s; p o u c o s munic??pios est??o fora delas. Nas redes de alta complexidade poucas cidades prestam atendimento e cerc a da metade dos munic??pios bra s i l e i ros est?? desconectad a . O objetivo da Normas Op e racionais de Aten????o ?? S a ?? d e , de garantir o acesso aos servi??os de sa??de de uso mais freq??ente perto da resid??ncia dos cidad??os, p a rece alcan????vel em curto prazo. A organiza????o das refer??ncias para os outros n??veis de aten????o, entretanto...

Efeito da oferta de servi??os de sa??de no uso de interna????es hospitalares no Brasil

Castro, M??nica Silva Monteiro de; Travassos, Claudia Maria de Rezende; Carvalho, Marilia S??
Fonte: Faculdade de Sa??de P??blica da Universidade de S??o Paulo Publicador: Faculdade de Sa??de P??blica da Universidade de S??o Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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OBJETIVO: Analisar o uso de servi??os hospitalares no Brasil, incorporando informa????es sobre a oferta de servi??os de sa??de. M??TODOS: Foram analisados dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic??lios, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat??stica (IBGE) em 1998, e tamb??m de outras fontes. Foram utilizados modelos hier??rquicos, sendo a pessoa o primeiro n??vel e a unidade da federa????o de resid??ncia, o segundo. Dois modelos foram ajustados separadamente para adultos e crian??as: regress??o log??stica, para modelar ter ou n??o ter tido uma admiss??o, e regress??o de Poisson, para modelar o n??mero das admiss??es, sendo que o ??ltimo modelo considerou apenas pessoas que tiveram pelo menos uma admiss??o. RESULTADOS: O principal fator associado ??s admiss??es hospitalares foi necessidade da sa??de. As pessoas de menor renda tiveram maior chance de serem internadas, quando controlado por necessidade de sa??de e fatores capacitantes (cobertura por seguro da sa??de e exist??ncia de servi??o de sa??de de uso regular). Somente de 1 a 3% da varia????o da utiliza????o das admiss??es hospitalares foi atribu??do ??s diferen??as na oferta de servi??os de sa??de no n??vel da unidade da federa????o. Nos modelos log??sticos...

Equidade e o Sistema ??nico de Sa??de: uma contribui????o para debate

Travassos, Claudia Maria de Rezende
Fonte: Escola Nacional de Sa??de P??blica/ Funda????o Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Sa??de P??blica/ Funda????o Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Neste artigo, destacam-se pontos relevantes sobre a quest??o das desigualdades no consumo de servi??os de sa??de e colocam-se em discuss??o alguns de seus determinantes e algumas quest??es para a constru????o, no Pa??s, de um sistema de sa??de socialmente mais justo. Aponta-se a import??ncia de se distinguir o conceito de eq??idade em sa??de do conceito de eq??idade no con- sumo de servi??os de sa??de. A desigualdade geogr??fica ?? apresentada como uma das dimens??es da desigualdade no consumo de servi??os de sa??de, distinta da dimens??o social. Pol??ticas de aloca????o de recursos financeiros entre n??veis de governo atuam no campo das desigualdades geogr??ficas, mas podem ser insuficientes para alterar as desigualdades sociais no uso de servi??os de sa??de. A cria????o de um sistema de tra??o igualit??rio vai depender de uma maior contribui????o ao financiamento do sistema dos indiv??duos de maior poder aquisitivo. Ao princ??pio de igualdade tem-se que associar o princ??pio de solidariedade. A atual situa????o de insufici??ncia de recursos financeiros exige que sejam definidas prioridades. Entretanto, a defini????o de prioridades na disponibilidade de servi??os de sa??de s?? ?? eticamente aceit??vel enquanto estrat??gia de transi????o para uma situa????o de universalidade do acesso com base em necessidades.

Avalia????o das condi????es de atendimento do Programa de Sa??de do Adolescente no Munic??pio do Rio de Janeiro

Ruzany, Maria Helena; Andrade, Carla Louren??o Tavares de; Esteves, Maria Angela Pires; Pina, Maria de F??tima Rodrigues Pereira de; Szwarcwald, Celia Landmann
Fonte: Escola Nacional de Sa??de P??blica/ Funda????o Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Sa??de P??blica/ Funda????o Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
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A pesquisa consistiu no estudo das condi????es b??sicas para a presta????o da aten????o integral aos adolescentes nas Unidades de Sa??de (US) do Munic??pio do Rio de Janeiro. Inicialmente aplicou-se um question??rio estruturado aos coordenadores de 70 centros e postos de sa??de (70/ 78). Em seguida, com os resultados obtidos, criou-se um ??ndice que sintetizava as condi????es b??sicas oferecidas para a presta????o do atendimento e procedeu-se a estratifica????o da rede p??blica ambulatorial. O estudo espacial da concentra????o da popula????o adolescente e de seus principais problemas deu origem a tr??s mapas tem??ticos. Entre as 70 US estudadas, 49 participavam do Programa de Sa??de do Adolescente (PROSAD). Destas, 12% foram classificadas como em "boas" condi????es e 45% como "regulares". O estudo espacial demonstrou que somente seis, das 17 US situadas nas ??reas de maior densidade demogr??fica, estavam em condi????es boas ou regulares. Concluiu-se que, para aumentar a efetividade do PROSAD do Munic??pio do Rio de Janeiro, deve-se melhorar as condi????es dos profissionais para prestar aten????o integral a este grupo et??rio, levando em considera????o os problemas de sa??de em n??vel local, a densidade demogr??fica da popula????o adolescente por ??rea geogr??fica e a demanda de servi??os.

Uma metodologia de avalia????o do desempenho do sistema de sa??de brasileiro

Viacava, Francisco; Almeida, C??lia Maria de; Caetano, Ros??ngela; Fausto, M??rcia; Macinko, James; Martins, M??nica Silva; Noronha, Jos?? Carvalho de; Novaes, Hillegonda Maria Dutilh; Oliveira, Eliane dos Santos; Porto, Silvia Marta; Silva, Ligia M. Viei
Fonte: Associa????o Brasileira de P??s-Gradua????o em Sa??de Coletiva Publicador: Associa????o Brasileira de P??s-Gradua????o em Sa??de Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
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1 Francisco Viacava; 2 C??lia Almeida; 3 Ros??ngela Caetano; 4 M??rcia Fausto; 5 James Macinko; 2 M??nica Martins; 1 Jos?? Carvalho de Noronha; 6 Heligonda Maria Dutilh Novaes; 2 Eliane dos Santos Oliveira; 2 Silvia Marta Porto; 7 Ligia M Vieira da Silva; 1 C??lia Landmann Szwarcwald 1Departamento Informa????es em Sa??de, Centro de Informa????o Cient??fica e Tecnol??gica, Fiocruz. Av. Brasil 4365, Manguinhos, 21045-900, Rio de Janeiro RJ. viacava@cict.fiocruz.br 2 Departamento de Administra????o e Planejamento em Sa??de, ENSP/Fiocruz 3 Instituto de Medicina Social (UERJ) 4 Instituto Fernandes Figueira (Fiocruz) 5 New York University, e Departamento de Administra????o e Planejamento em Sa??de (ENSP/Fiocruz) 6 Departamento de Medicina Preventiva (FM/USP) 7 Instituto de Sa??de Coletiva da UFBA; Este artigo ?? uma s??ntese de alguns dos principais resultados das discuss??es realizadas ao longo de 18 meses entre pesquisadores de diversas institui????es, afiliadas ?? Abrasco, e procura contribuir para a formula????o de uma metodologia que permita: a) compreender quais s??o e como se inter-relacionam os fatores que influenciam a efici??ncia, a efetividade e a eq??idade no desempenho do SUS; b) melhorar a formula????o de pol??ticas e c) monitorar as desigualdades no acesso e na qualidade dos servi??os recebidos pelos diferentes grupos sociais no Brasil. A metodologia desenvolvida nutre-se de elementos utilizados nas propostas de avalia????o de desempenho dos sistemas de sa??de canadense...

O territ??rio no programa de sa??de da fam??lia

Pereira, Martha Priscila Bezerra; Barcellos, Christovam de Castro
Fonte: HYGEIA - Revista Brasileira de Geografia M??dica e da Sa??de Publicador: HYGEIA - Revista Brasileira de Geografia M??dica e da Sa??de
Tipo: Artigo de Revista Científica
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1 Martha Priscila Bezerra Pereira, 2 Christovam Barcellos 1 Doutoranda em Geografia, FCT/ UNESP, Bolsista CAPES mpbcila@yahoo.com.br 2 Pesquisador do Departamento de Informa????es em Sa??de/ CICT/FIOCRUZ xris@cict.fiocruz.br; O Programa Sa??de da Fam??lia (PSF) tem se configurado como um dos mais importantes referenciais da organiza????o da Aten????o B??sica no Brasil. A adscri????o de clientela, mencionada pelo programa como uma grande inova????o desse modelo, tem suscitado o debate sobre o conceito de territ??rio. Este artigo busca reaver o conceito de territ??rio e suas rela????es com a sa??de coletiva atrav??s de uma revis??o bibliogr??fica, bem como sua incorpora????o na pr??tica de trabalho atrav??s da an??lise de documentos oficiais do PSF. Foi poss??vel observar que o entendimento sobre o conceito de territ??rio varia nos ??mbitos federal, estadual e municipal, assim como ?? diferenciado dentro da pr??pria Equipe de Sa??de da Fam??lia. Partindo do PSF, a transforma????o da realidade local est?? diretamente relacionada ?? multiterritorialidade, organizada atrav??s da intersetorialidade dentro da Secretaria da Sa??de, entre a Secretaria da Sa??de e outras Secretarias, e do poder municipal com a comunidade e outras institui????es que abrangem escalas geogr??ficas diferenciadas. A delimita????o de ??reas e micro??reas de atua????o...

Desigualdades geogr??ficas e sociais no acesso aos servi??os de sa??de no Brasil: 1998 e 2003

Travassos, Claudia Maria de Rezende; Oliveira, Evangelina X. G. de; Viacava, Francisco
Fonte: Associa????o Brasileira de P??s -Gradua????o em Sa??de Coletiva Publicador: Associa????o Brasileira de P??s -Gradua????o em Sa??de Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
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C Travassos e F Viacava colaboraram na concep????o do estudo, an??lise dos resultados e reda????o do artigo. EXG Oliveira colaborou na an??lise dos dados e na reda????o do artigo.; Este estudo objetivou avaliar o padr??o das desigualdades geogr??ficas e sociais no acesso aos servi??os de sa??de em 2003 e compar??-lo com o padr??o existente em 1998, usando os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic??lios (PNAD). A popula????o estudada foi de crian??as e adultos residentes em ??reas urbanas que referiram restri????o de atividades nos ??ltimos 15 dias nas duas pesquisas. A vari??vel dependente foi o uso de servi??os de sa??de nos 15 dias que antecederam a entrevista. Os modelos de uso de servi??os de sa??de testados foram controlados por idade e sexo, e inclu??ram renda familiar per capita, escolaridade, grande regi??o e alguns estados da federa????o. O estudo reafirmou o padr??o de que no Brasil o acesso ?? fortemente influenciado pela condi????o social das pessoas e pelo local onde residem. Este padr??o existe tanto para os adultos como para as crian??as. Houve alguma diminui????o das desigualdades sociais no acesso, mas as desigualdades geogr??ficas no acesso aumentaram no per??odo de estudo. Na regi??o Sul, uma das mais desenvolvidas do pa??s...

Inqu??ritos em Sa??de no Brasil: relev??ncia e fluxo informacional dos question??rios

Abranches, Luciana Ribeiro
Fonte: Instituto de Comunica????o e Informa????o Cient??fica e Tecnol??gica em Sa??de Publicador: Instituto de Comunica????o e Informa????o Cient??fica e Tecnol??gica em Sa??de
Tipo: Dissertação
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As informa????es contidas nos Sistemas de Informa????es existentes no Brasil s??o insuficientes para identificar as necessidades da popula????o no setor sa??de. Os inqu??ritos de sa??de tem papel fundamental na elabora????o de informa????es para formula????o de pol??ticas p??blicas essenciais para a popula????o brasileira. O presente trabalho utiliza as informa????es obtidas sobre preval??ncia auto-referida de diabetes e hipertens??o arterial, obtidas em inqu??ritos nacionais peri??dicos, para avaliar tr??s quest??es: 1 -Como a mudan??a na pergunta sobre estas doen??as de um per??odo para o outro afeta as estimativas de preval??ncia?; 2- Como estas estimativas, em n??vel nacional, se relacionam com as portarias e os programas do governo relacionados a diabetes e hipertens??o?; 3 ??? Como uma revis??o sistem??tica de inqu??ritos pode ajudar a compreender de forma mais ampla a preval??ncia na mudan??a na forma de perguntar sobre hipertens??o e diabetes nos question??rios utilizados por cada pesquisa? A op????o em trabalhar com o diabetes e a hipertens??o arterial deve-se ao fato destas doen??as serem as que mais acometem a popula????o brasileira e que acarretam maior gasto para os cofres p??blicos, de acordo com dados do Minist??rio da Sa??de. Ser??o analisados dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic??lios e do VIGITEL. Ser?? realizada uma busca das portarias e dos programas do governo federal relacionados a estas doen??as. O presente trabalho proporciona a reflex??o sobre a import??ncia de um reposit??rio ??nico para organizar os dados coletados pelas pesquisas e a necessidade de relatos sobre as experi??ncias de campo das pesquisas.

Avalia????o da evolu????o da demanda de sa??de bucal atrav??s do uso de sistemas de informa????o em sa??de; Assessment the trends of demand for oral health through the use of the information systems of health; Evaluaci??n de la evoluci??n de la demanda de salud oral a trav??s del uso de sistemas de informaci??n en salud

Teixeira, Nail?? Dam??; Facchini, Luiz Augusto; Castilhos, Eduardo Dickie de
Fonte: JOURNAL OF NURSING AND HEALTH / REVISTA DE ENFERMAGEM E SA??DE (JONAH / REnS) Publicador: JOURNAL OF NURSING AND HEALTH / REVISTA DE ENFERMAGEM E SA??DE (JONAH / REnS)
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Avaliar a evolu????o da demanda de sa??de bucal no munic??pio de Amaral Ferrador ??? Rio Grande do Sul, atrav??s de uma s??rie hist??rica, contemplando o per??odo entre 2000 e 2007, e contribuir para o dimensionamento do esfor??o para universaliza????o da cobertura de sa??de bucal em pequenos munic??pios. Este ?? um estudo de avalia????o de dados secund??rios, contidos em base de dados do Minist??rio da Sa??de do Brasil. A popula????o de refer??ncia foram os moradores da localidade estudada. A coleta de dados para caracteriza????o da demanda atendida foi feita pela utiliza????o de indicadores de sa??de bucal. Houve um aumento r??pido e consider??vel no n??mero de Procedimentos Individuais B??sicos e no indicador de 1?? Consulta Odontol??gica Program??tica. Observou-se uma redu????o relativa no indicador de Propor????o de Exodontias, embora o n??mero de procedimentos anuais tenha se mantido est??vel ao longo do per??odo. Tamb??m foi observada uma variabilidade na freq????ncia de Procedimentos Coletivos. Houve um aumento constante da cobertura populacional das a????es de Sa??de Bucal, em boa parte devido ao aumento de procedimentos individuais.

A estrat??gia de sa??de da fam??lia

Brasil. Minist??rio da Sa??de (MS). Departamento de Aten????o B??sica
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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A Sa??de da Fam??lia ?? uma estrat??gia de reorienta????o do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implanta????o de equipes multiprofissionais em unidades b??sicas de sa??de. Essas equipes s??o respons??veis pelo acompanhamento de um n??mero definido de fam??lias, localizadas em ??rea geogr??fica delimitada. As equipes atuam com a????es de promo????o da sa??de, preven????o, recupera????o, reabilita????o de doen??as e agravos mais frequentes, e na manuten????o da sa??de dessa comunidade. A responsabilidade pelo acompanhamento das fam??lias coloca para as equipes de sa??de da fam??lia a necessidade de ultrapassar os limites classicamente definidos para a aten????o b??sica no Brasil, especialmente no contexto do SUS. A implanta????o da estrat??gia de Sa??de da Fam??lia tem demonstrado significativa melhoria nos indicadores de sa??de do pa??s, em especial na amplia????o do acesso ?? sa??de da popula????o brasileira, tendo se mostrado tamb??m efetiva na redu????o das iniquidades, cumprindo seu papel de porta de entrada do SUS; N??mero de p??ginas: 08 p.; Classifica????o::Administra????o P??blica. Teoria Geral da Administra????o::Desenvolvimento Gerencial::Inova????o; Iniciativa premiada no 15?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal sob responsabilidade de Elisabeth Susana Wartchow...

SIOPS: Sistema de Informa????es sobre Or??amentos P??blicos em Sa??de

Brasil. Minist??rio da Sa??de (MS). Secretaria de Investimentos em Sa??de
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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O SIOPS (Sistema de Informa????es Sobre Or??amentos P??blicos em Sa??de) foi criado em 1999 com o objetivo de consolidar os dados referentes ao gasto e financiamento da ??rea da sa??de nas tr??s esferas de governo. O sistema propicia insumos para a melhoria da gest??o, diagn??sticos do setor e formula????o de pol??ticas p??blicas, al??m de municiar a sociedade civil e os conselhos de sa??de para o exerc??cio do controle social sobre a gest??o p??blica, ao disponibilizar os dados ?? popula????o; N??mero de p??ginas: 5 p.; Classifica????o::Administra????o P??blica. Teoria Geral da Administra????o::Desenvolvimento Gerencial::Inova????o; Iniciativa premiada no 6?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal sob responsabilidade de Marcelo Gouv??a Teixeira; A????es premiadas no 6?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal - Pr??mio H??lio Beltr??o - 2001; ??reas tem??ticas: gerenciamento de informa????es; gest??o da informa????o

Treinamento de ger??ncia regional; Treinamento de ger??ncia regional: avalia????o e controle no Sistema ??nico de Sa??de

Brasil. Minist??rio da Sa??de (MS). Escrit??rio de Representa????o em S??o Paulo
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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s Secretarias Estaduais de Sa??de (SES) t??m tido dificuldade de cumprir o seu papel, principalmente no que se refere ??s medidas que eram antes conduzidas pelo antigo INAMPS. A solu????o para o problema foi encontrada no Treinamento de Ger??ncia Regional, destinado a capacitar os t??cnicos das diretorias regionais de sa??de ??? DIRES, da Secretaria Estadual de Sa??de de S??o Paulo e das Secretarias de Sa??de dos munic??pios em gest??o semiplena, para o desenvolvimento de atividades de avalia????o e controle, em n??vel regional, e para apoiar a implementa????o destas atividades nos munic??pios de sua regi??o, tendo como refer??ncia a estrat??gia de descentraliza????o das a????es de sa??de no SUS. A iniciativa alcan??ou a constru????o de um novo marco conceitual sobre avalia????o e controle, a abertura de um canal de comunica????o entre o minist??rio da Sa??de, as DIRES da SES-SP e os munic??pios participantes, o est??mulo ao interc??mbio de pr??ticas e ?? articula????o regional, em conseq????ncia da intera????o de membros do governo estadual e municipal no treinamento, onde foram discutidas as compet??ncias exclusivas e concorrentes de cada gestor, a reciclagem dos auditores federais, todos oriundos do antigo INAMPS, que substitu??ram a concep????o centralizadora pela perspectiva de articula????o entre diferentes gestores para o desenvolvimento de a????es de coopera????o t??cnica e o estabelecimento...

A sa??de cidad??: uma experi??ncia democr??tica de controle social

Brasil. Minist??rio da Sa??de (MS). Centro Psiqui??trico Pedro II (CPP-II)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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Ao longo da ??ltima d??cada, o CPP-II enfrentou os mesmos problemas que atingiram a sa??de p??blica em todo o pa??s, agravados pelo fato de lidar com a sa??de mental, ??rea normalmente relegada a segundo plano em termos de investimentos. Em 1988, servidores comprometidos com a consecu????o de um servi??o p??blico eficiente e de boa qualidade, idealizaram um sistema de realiza????o de congressos internos no CPP-II ???com a participa????o de funcion??rios, usu??rios e a comunidade em geral ??? visando formular normas, procedimentos e pol??ticas duradouras para a institui????o. A iniciativa alcan??ou maior participa????o institucional mediante ampla discuss??o das propostas, descentraliza????o e horizontaliza????o das decis??es, maior envolvimento dos usu??rios e da comunidade em geral, estabelecimento de pol??ticas mais duradouras, geridas conjuntamente por servidores, usu??rios e comunidade, melhor qualidade da assist??ncia prestada e alian??a com os usu??rios para a obten????o de recursos para a institui????o e sua adequada destina????o e utiliza????o; N??mero de p??ginas: 2 p.; Classifica????o::Administra????o P??blica. Teoria Geral da Administra????o::Desenvolvimento Gerencial::Inova????o; Iniciativa premiada no 1?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal sob responsabilidade de Jo??o Paulo Bastos Hildebrandt. A????es premiadas no 1?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal ??? 1996. ??reas tem??ticas: parcerias e gest??o participativa

Programa interativo de sa??de ocupacional

Brasil. Minist??rio da Ind??stria, do Com??rcio e do Turismo. Instituto Nacional de Metrologia, Normaliza????o e Qualidade Industrial (INMETRO). Setor de Sa??de Ocupacional
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
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Em seu campus laboratorial de Xer??m, Duque de Caxias/RJ, o INMETRO herdou, do antigo Instituto Nacional de Pesos e Medidas, um t??mido servi??o de assist??ncia m??dica ??? composto por um m??dico e uma assistente social ??? insuficiente para atender aos seus 1.200 servidores e respectivos dependentes. Assim foi criado o Programa Interativo de Sa??de Ocupacional do INMETRO, baseado na explora????o de parcerias, na educa????o para a sa??de e no interc??mbio com ag??ncias governamentais. O check up anual tem se mostrado um dos itens mais importantes do programa, fundamental para o desenvolvimento de uma abordagem preventiva da sa??de. Os servidores t??m manifestado elevado grau de satisfa????o com a melhoria substancial da sua qualidade de vida, refletindo-se na qualidade dos servi??os da institui????o. Os servidores t??m-se envolvido intensamente nos eventos educativos promovidos no ??mbito do programa, como a Semana da Sa??de, com impacto sobre a comunidade em geral; N??mero de p??ginas: 2 p.; Classifica????o::Administra????o P??blica. Teoria Geral da Administra????o::Desenvolvimento Gerencial::Inova????o; Iniciativa premiada no 1?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal sob responsabilidade de Val??ria Pereira Mucks . A????es premiadas no 1?? Concurso Inova????o na Gest??o P??blica Federal ??? 1996. ??reas tem??ticas: parcerias e gest??o participativa

Institucionaliza????o da gest??o e incorpora????o de tecnologias no Sistema ??nico de Sa??de

Brasil. Minist??rio da Sa??de (MS). Departamento de Gest??o e Incorpora????o de Tecnologias em Sa??de
Fonte: Escola Nacional de Administração Pública Publicador: Escola Nacional de Administração Pública
Tipo: Relato de Experi??ncia
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O avan??o tecnol??gico das ??ltimas d??cadas proporcionou melhorias na qualidade da sa??de da popula????o e redu????o nas taxas de mortalidade de um n??mero consider??vel de doen??as. Entretanto, grande oferta dessas novas tecnologias torna necess??rio que, al??m dos benef??cios, seus riscos e custos sejam avaliados no processo de tomada de decis??o para disponibiliz??-las ao sistema de sa??de, promovendo o uso racional de tecnologias. Com a necessidade de institucionalizar um modelo de processo de incorpora????o de tecnologias em sa??de que fosse amparado legalmente, foi publicada a Lei 12.401/2011, que cria a Comiss??o Nacional de Incorpora????o de Tecnologias no SUS (Conitec), com o papel de assessorar o Minist??rio da Sa??de quanto ?? incorpora????o, exclus??o ou altera????o de novas tecnologias no SUS. A nova legisla????o fixa um prazo para a tomada de decis??o, inclui a an??lise baseada em evid??ncias e cria mecanismos de participa????o social e transpar??ncia, contribuindo para a melhoria da sa??de da popula????o; N??mero de p??ginas: 13 p.; Classifica????o::Administra????o P??blica. Teoria Geral da Administra????o::Desenvolvimento Gerencial::Inova????o; Iniciativa sob responsabilidade de Clarice Alegre Petramale; ??rea tem??tica: Arranjos institucionais para coordena????o e implementa????o de pol??ticas p??blicas