Página 1 dos resultados de 2 itens digitais encontrados em 0.001 segundos

O mundo começava nos seios de Jandira

Pedro, Renata Lopes
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
35.93%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura.; Este estudo objetiva investigar as teorias do erotismo frente à leitura de poemas de Murilo Mendes e da obra Les Fleurs du Mal, de Charles Baudelaire. Num primeiro tempo, efetua-se um mapeamento teórico, tomando textos de Sigmund Freud, Jacques Lacan, Michel Foucault, e de ficcionistas tais como George Bataille e Marquês de Sade; no segundo, analisamos alguns textos de acento erótico do poeta Murilo Mendes, constituindo os blocos interpretativos o corpo feminino e a sexualidade, o sagrado e o profano e sexo e eternidade, os quais invocam conceitos do quadro teórico; no terceiro capítulo, refletimos sobre alguns poemas da obra de Baudelaire, formando outros blocos: o corpo do desejo, as imagens do profano e sexo e morte. O direcionamento é para a relação dos autores em torno de pontos tais como a moral, imagens da mulher e a religiosidade.

Cesário Verde “lido” por Klossowski:Tableux Vivantsdoi:10.5007/2176-8552.2010n10p127

Cortez, António Carlos; Fundação Calouste Gulbenkian
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2010 POR
Relevância na Pesquisa
15.94%
Pretende-se, neste ensaio, interrogar a poesia de Cesário Verde segundo a leitura de Pierre Klossowski, ou melhor, equacionar até que ponto a poética cesárica não confirma, na transição do século XIX para o século XX, uma sensibilidade que é avant la lettre uma sensibilidade klossowskiana, tal qual a podemos definir ao reler Pierre Klosssowski, teórico do sadismo e autor de Sade Meu Próximo (1993). Recuperando as teses de Helder Macedo sobre o erotismo de humilhação e as relações entre bucolismo e sexualidade, pretendemos postular que: 1) A poesia de Cesário e a obra de Klossowsski podem interagir enquanto “linguagens” correlatas de uma mesma mundividência – moderna, capitalista, sexualizada, apocalíptica, para além da evidente interpretação histórica do antibritanismo no Portugal do século XIX; 2) que a reflexão de Klossowski sobre a “Moeda viva” e a  representação moderna da cidade e das relações masculino/ feminino relaciona-se com o advento de uma lógica mercantilista das relações eróticas com base numa crise da modernidade que é, antes de tudo, uma crise da forma e função do eros; 3) que essa crise se traduz numa linguagem poética – a de Cesário Verde – na qual encontramos um tratamento novo do real urbano...