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Imunofluorescência utilizando isolados brasileiros no diagnóstico sorológico de infecção por lentivírus em caprinos; Immunofluorescence using Brazilian isolates for serological diagnosis of lentivirus infection in goats

Reischak, Dilmara; Ravazzolo, Ana Paula; Moojen, Valeria
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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18.45%
Os lentivírus de pequenos ruminantes (SRLV) têm distribuição mundial e causam infecções persistentes em ovinos e caprinos. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um teste de imunofluorescência indireta (IFA), utilizando isolados brasileiros de SRLV, para o diagnóstico sorológico de infecção por estes agentes em caprinos. A técnica de IFA foi comparada, quanto à sensibilidade e à especificidade, ao teste de AGID com antígeno do vírus Maedi-Visna WLC-1. Cultivos celulares secundários de membrana sinovial ovina infectadas com dois isolados de SRLV de origem caprina (CAEV Br/UFRGS-2 e CAEV Br/UFRGS-5) foram utilizados para o teste de IFA. Duzentas e trinta e nove amostras de soro caprino foram submetidas aos dois testes. O teste de AGID detectou 129 (53.9%) amostras de soro caprino com anticorpos para SRLV. O teste de IFA detectou mais amostras reagentes, sendo que resultados diferentes foram observados de acordo com o isolado de SRLV empregado. Quando o isolado CAEV Br/UFRGS-2 foi utilizado como antígeno, 216 (90.3%) amostras de soro caprino foram reagentes, enquanto que o isolado CAEV Br/UFRGS-5 detectou 213 (89.1%) amostras de soro positivas. Não houve diferença estatisticamente significativa entre esses dois isolados. O teste de IFA desenvolvido teve sensibilidade de 94.6% e 96.9% e especificidade 14.5% e 20%...

Estudo da infecção pelos lentivírus dos pequenos ruminantes em caprinos de Trás-os-Montes e Alto Douro

Pereira, Maria Juliana
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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18.36%
Dissertação de Mestrado em Ciências Veterinárias; Os lentivírus dos pequenos ruminantes (SRLV) infectam os caprinos e os ovinos e pode causar uma doença inflamatória multisistémica persistente, especialmente localizada nas articulações, glândula mamária, pulmão e SNC, caracterizada pelo seu longo período de incubação. O presente estudo teve como objectivos a detecção serológica e cálculo de prevalência da infecção por SRLV em caprinos de Trás-os-Montes, pertencentes às raças Serrana e Bravia e também a caracterização sumária dos efectivos de caprinos, particularmente no que respeita à existência de condições para o controlo ou erradicação da doença. Foram inquiridas 44 explorações e destas foram recolhidas amostras de forma aleatória em caprinos de 27 rebanhos, 10 de raça Bravia e 17 da raça Serrana, num total de 351 fêmeas com mais de 1 ano. Foi utilizado como método de diagnóstico serológico o teste cELISA. Foi detectada a presença de anticorpos para SRLV em 119/351 (33,9%) caprinos. A prevalência foi estimada em 36,15% na população estudada (9,10% na raça Bravia e 52,07% na Serrana). A percentagem de rebanhos com pelo menos um animal positivo foi 59,26% (82,35 % na raça Serrana e 20...

Lentivírus de pequenos ruminantes (CAEV e Maedi-Visna): revisão e perspectivas

Callado,Ana Karina Cunha; Castro,Roberto Soares de; Teixeira,Maria Fátima da Silva
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2001 PT
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18.11%
Os lentivírus de pequenos ruminantes (SRLV), cujos protótipos são os vírus da Artrite-Encefalite Caprina (CAEV) e Maedi-Visna, são patógenos amplamente distribuidos, os quais causam doenças degenerativas progressivas lentas em caprinos e ovinos, determinando importantes perdas econômicas. Estes vírus causam infecções persistentes com período de incubação longo e causam inflamatórias e degenerativas. As lesões são induzidas em tecidos específicos do hospedeiro como articulações, pulmões, CNS e glandulas mamárias devido à replicação viral em células da linhagem monocítico-fagocitária que são as principais células-alvo. A infecção ocorre principalmente durante os primeiros meses de vida, através da ingestão de vírus no leite ou colostro de cabras ou ovelhas infectadas. A indução da resposta imunológica é variável e não protege contra a infecção. O diagnóstico é baseado primariamente na detecção de anticorpos para SRLV, geralmente por imunodifusão em gel de agar (AGID) e enzyme linked immunosorbent assay (ELISA). O diagnóstico e separação ou descarte dos animais soropositivos associado ao uso de certas práticas de manejo, especialmente das crias, são os principais meios implementados para prevenir a disseminação de SRLV...

Imunofluorescência utilizando isolados brasileiros no diagnóstico sorológico de infecção por lentivírus em caprinos

Reischak,Dilmara; Ravazzolo,Ana Paula; Moojen,Valéria
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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18.22%
Os lentivírus de pequenos ruminantes (SRLV) têm distribuição mundial e causam infecções persistentes em ovinos e caprinos. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um teste de imunofluorescência indireta (IFA), utilizando isolados brasileiros de SRLV, para o diagnóstico sorológico de infecção por estes agentes em caprinos. A técnica de IFA foi comparada, quanto à sensibilidade e à especificidade, ao teste de AGID com antígeno do vírus Maedi-Visna WLC-1. Cultivos celulares secundários de membrana sinovial ovina infectadas com dois isolados de SRLV de origem caprina (CAEV Br/UFRGS-2 e CAEV Br/UFRGS-5) foram utilizados para o teste de IFA. Duzentas e trinta e nove amostras de soro caprino foram submetidas aos dois testes. O teste de AGID detectou 129 (53.9%) amostras de soro caprino com anticorpos para SRLV. O teste de IFA detectou mais amostras reagentes, sendo que resultados diferentes foram observados de acordo com o isolado de SRLV empregado. Quando o isolado CAEV Br/UFRGS-2 foi utilizado como antígeno, 216 (90.3%) amostras de soro caprino foram reagentes, enquanto que o isolado CAEV Br/UFRGS-5 detectou 213 (89.1%) amostras de soro positivas. Não houve diferença estatisticamente significativa entre esses dois isolados. O teste de IFA desenvolvido teve sensibilidade de 94.6% e 96.9% e especificidade 14.5% e 20%...

Maedi-Visna Virus and Caprine Arthritis Encephalitis Virus Genomes Encode a Vpr-Like but No Tat Protein

Villet, Stéphanie; Bouzar, Baya Amel; Morin, Thierry; Verdier, Gérard; Legras, Catherine; Chebloune, Yahia
Fonte: American Society for Microbiology Publicador: American Society for Microbiology
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2003 EN
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17.76%
A small open reading frame (ORF) in maedi-visna virus (MVV) and caprine arthritis encephalitis virus (CAEV) was initially named “tat” by analogy with a similarly placed ORF in the primate lentiviruses. The encoded “Tat” protein was ascribed the function of up regulation of the viral transcription from the long terminal repeat (LTR) promoter, but we have recently reported that MVV and CAEV Tat proteins lack trans-activation function activity under physiological conditions (S. Villet, C. Faure, B. Bouzar, G. Verdien, Y. Chebloune, and C. Legras, Virology 307:317-327, 2003). In the present work, we show that MVV Tat localizes to the nucleus of transfected cells, probably through the action of a nuclear localization signal in its C-terminal portion. We also show that, unlike the human immunodeficiency virus (HIV) Tat protein, MVV Tat was not secreted into the medium by transfected human or caprine cells in the absence of cell lysis but that, like the primate accessory protein Vpr, MVV and CAEV Tat proteins were incorporated into viral particles. In addition, analysis of the primary protein structures showed that small-ruminant lentivirus (SRLV) Tat proteins are more similar to the HIV type 1 (HIV-1) Vpr protein than to HIV-1 Tat. We also demonstrate a functional similarity between the SRLV Tat proteins and the HIV-1 Vpr product in the induction of a specific G2 arrest of the cell cycle in MVV Tat-transfected cells...

Direct Evidence for Natural Transmission of Small-Ruminant Lentiviruses of Subtype A4 from Goats to Sheep and Vice Versa

Shah, Cyril; Huder, Jon B.; Böni, Jürg; Schönmann, Marietta; Mühlherr, Janine; Lutz, Hans; Schüpbach, Jörg
Fonte: American Society for Microbiology Publicador: American Society for Microbiology
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /07/2004 EN
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18.11%
Small-ruminant lentiviruses (SRLV), which include the caprine arthritis-encephalitis and the maedi-visna virus, cause persistent inflammatory infections in goats and sheep. SRLV are mainly transmitted from mother to offspring through milk. Transmission after prolonged contact between adult animals has also been observed. The observation that certain SRLV subtypes are found in both goats and sheep suggests that interspecies transmission has occurred on several occasions in the past. We investigated seropositive goats and sheep that were kept together in small mixed herds. Phylogenetic analysis of long proviral sequences in gag and pol, combined with epidemiologic information, demonstrated natural sheep-to-goat transmission of the recently identified SRLV subtype A4 in two instances and goat-to-sheep transmission of the same subtype in one instance. In a further mixed cluster, the direction of the interspecies transmission could not be determined. These findings present for the first time direct evidence that natural interspecies transmission of SRLV is ongoing in both directions. The findings are of relevance to virus eradication programs in both species.

Genetic control of radiation leukemia virus-induced tumorigenesis II. Influence of Srlv-1, a locus not linked to H-2

Fonte: The Rockefeller University Press Publicador: The Rockefeller University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 01/10/1977 EN
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28.11%
A single locus, tentatively denoted Srlv-1 (susceptibility to radiation leukemia virus [RadLV]-1), confers dominant susceptibility to RadLV- induced leukemogenesis. Srlv-1 is not linked to H-2, and appears to be distinct from Fv-1 and Fv-2. Preliminary data suggest that Srlv-1 affected virus proliferation. A striking feature of this system is that Srlv-1 overrides the protection afforded by the H2D-associated dominant resistance to RadLV-induced neoplasia.

Identification of the ovine mannose receptor and its possible role in Visna/Maedi virus infection

Crespo, Helena; Reina, Ramsés; Glaria, Idoia; Ramírez, Hugo; de Andrés, Ximena; Jáuregui, Paula; Luján, Lluís; Martínez-Pomares, Luisa; Amorena, Beatriz; de Andrés, Damián F
Fonte: BioMed Central Publicador: BioMed Central
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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18.11%
This study aims to characterize the mannose receptor (MR) gene in sheep and its role in ovine visna/maedi virus (VMV) infection. The deduced amino acid sequence of ovine MR was compatible with a transmembrane protein having a cysteine-rich ricin-type amino-terminal region, a fibronectin type II repeat, eight tandem C-type lectin carbohydrate-recognition domains (CRD), a transmembrane region, and a cytoplasmic carboxy-terminal tail. The ovine and bovine MR sequences were closer to each other compared to human or swine MR. Concanavalin A (ConA) inhibited VMV productive infection, which was restored by mannan totally in ovine skin fibroblasts (OSF) and partially in blood monocyte-derived macrophages (BMDM), suggesting the involvement of mannosylated residues of the VMV ENV protein in the process. ConA impaired also syncytium formation in OSF transfected with an ENV-encoding pN3-plasmid. MR transcripts were found in two common SRLV targets, BMDM and synovial membrane (GSM) cells, but not in OSF. Viral infection of BMDM and especially GSM cells was inhibited by mannan, strongly suggesting that in these cells the MR is an important route of infection involving VMV Env mannosylated residues. Thus, at least three patterns of viral entry into SRLV-target cells can be proposed...

Mannose receptor may be involved in small ruminant lentivirus pathogenesis

Crespo, Helena; Jauregui, Paula; Glaria, Idoia; Sanjosé, Leticia; Polledo, Laura; García-Marín, Juan F; Luján, Lluís; de Andrés, Damián; Amorena, Beatriz; Reina, Ramsés
Fonte: BioMed Central Publicador: BioMed Central
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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17.97%
Thirty-one sheep naturally infected with small ruminant lentiviruses (SRLV) of known genotype (A or B), and clinically affected with neurological disease, pneumonia or arthritis were used to analyse mannose receptor (MR) expression (transcript levels) and proviral load in virus target tissues (lung, mammary gland, CNS and carpal joints). Control sheep were SRLV-seropositive asymptomatic (n = 3), seronegative (n = 3) or with chronic listeriosis, pseudotuberculosis or parasitic cysts (n = 1 in each case). MR expression and proviral load increased with the severity of lesions in most analyzed organs of the SRLV infected sheep and was detected in the affected tissue involved in the corresponding clinical disease (CNS, lung and carpal joint in neurological disease, pneumonia and arthritis animal groups, respectively). The increased MR expression appeared to be SRLV specific and may have a role in lentiviral pathogenesis.

Small Ruminant Lentiviruses: Genetic Variability, Tropism and Diagnosis

Ramírez, Hugo; Reina, Ramsés; Amorena, Beatriz; de Andrés, Damián; Martínez, Humberto A.
Fonte: MDPI Publicador: MDPI
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 23/04/2013 EN
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18.22%
Small ruminant lentiviruses (SRLV) cause a multisystemic chronic disease affecting animal production and welfare. SRLV infections are spread across the world with the exception of Iceland. Success in controlling SRLV spread depends largely on the use of appropriate diagnostic tools, but the existence of a high genetic/antigenic variability among these viruses, the fluctuant levels of antibody against them and the low viral loads found in infected individuals hamper the diagnostic efficacy. SRLV have a marked in vivo tropism towards the monocyte/macrophage lineage and attempts have been made to identify the genome regions involved in tropism, with two main candidates, the LTR and env gene, since LTR contains primer binding sites for viral replication and the env-encoded protein (SU ENV), which mediates the binding of the virus to the host’s cell and has hypervariable regions to escape the humoral immune response. Once inside the host cell, innate immunity may interfere with SRLV replication, but the virus develops counteraction mechanisms to escape, multiply and survive, creating a quasi-species and undergoing compartmentalization events. So far, the mechanisms of organ tropism involved in the development of different disease forms (neurological...

Small ruminant lentivirus genetic subgroups associate with sheep TMEM154 genotypes

Sider, Lucia H; Heaton, Michael P; Chitko-McKown, Carol G; Harhay, Greg P; Smith, Timothy PL; Leymaster, Kreg A; Laegreid, William W; Clawson, Michael L
Fonte: BioMed Central Publicador: BioMed Central
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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18.29%
Small ruminant lentiviruses (SRLVs) are prevalent in North American sheep and a major cause of production losses for the U.S. sheep industry. Sheep susceptibility to SRLV infection is influenced by genetic variation within the ovine transmembrane 154 gene (TMEM154). Animals with either of two distinct TMEM154 haplotypes that both encode glutamate at position 35 of the protein (E35) are at greater risk of SRLV infection than those homozygous with a lysine (K35) haplotype. Prior to this study, it was unknown if TMEM154 associations with infection are influenced by SRLV genetic subgroups. Accordingly, our goals were to characterize SRLVs naturally infecting sheep from a diverse U.S. Midwestern flock and test them for associations with TMEM154 E35K genotypes. Two regions of the SRLV genome were targeted for proviral amplification, cloning, sequence analysis, and association testing with TMEM154 E35K genotypes: gag and the transmembrane region of env. Independent analyses of gag and env sequences showed that they clustered in two subgroups (1 and 2), they were distinct from SRLV subtypes originating from Europe, and that subgroup 1 associated with hemizygous and homozygous TMEM154 K35 genotypes and subgroup 2 with hemi- and homozygous E35 genotypes (gag p < 0.001...

Immunization against Small Ruminant Lentiviruses

Reina, Ramsés; de Andrés, Damián; Amorena, Beatriz
Fonte: MDPI Publicador: MDPI
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 02/08/2013 EN
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17.76%
Multisystemic disease caused by Small Ruminant Lentiviruses (SRLV) in sheep and goats leads to production losses, to the detriment of animal health and welfare. This, together with the lack of treatments, has triggered interest in exploring different strategies of immunization to control the widely spread SRLV infection and, also, to provide a useful model for HIV vaccines. These strategies involve inactivated whole virus, subunit vaccines, DNA encoding viral proteins in the presence or absence of plasmids encoding immunological adjuvants and naturally or artificially attenuated viruses. In this review, we revisit, comprehensively, the immunization strategies against SRLV and analyze this double edged tool individually, as it may contribute to either controlling or enhancing virus replication and/or disease.

A Polytropic Caprine Arthritis Encephalitis Virus Promoter Isolated from Multiple Tissues from a Sheep with Multisystemic Lentivirus-Associated Inflammatory Disease

Adedeji, Adeyemi O.; Barr, Bradd; Gomez-Lucia, Esperanza; Murphy, Brian
Fonte: MDPI Publicador: MDPI
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 15/08/2013 EN
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18.11%
Caprine arthritis encephalitis virus (CAEV) is a lentivirus that infects both goats and sheep and is closely related to maedi-visna virus that infects sheep; collectively, these viruses are known as small ruminant lentiviruses (SRLV). Infection of goats and sheep with SRLV typically results in discrete inflammatory diseases which include arthritis, mastitis, pneumonia or encephalomyelitis. SRLV-infected animals concurrently demonstrating lentivirus-associated lesions in tissues of lung, mammary gland, joint synovium and the central nervous system are either very rare or have not been reported. Here we describe a novel CAEV promoter isolated from a sheep with multisystemic lentivirus-associated inflammatory disease including interstitial pneumonia, mastitis, polyarthritis and leukomyelitis. A single, novel SRLV promoter was cloned and sequenced from five different anatomical locations (brain stem, spinal cord, lung, mammary gland and carpal joint synovium), all of which demonstrated lesions characteristic of lentivirus associated inflammation. This SRLV promoter isolate was found to be closely related to CAEV promoters isolated from goats in northern California and other parts of the world. The promoter was denoted CAEV-ovine-MS (multisystemic disease); the stability of the transcription factor binding sites within the U3 promoter sequence are discussed.

Retroviral Infections in Sheep and Goats: Small Ruminant Lentiviruses and Host Interaction

Larruskain, Amaia; Jugo, Begoña M.
Fonte: MDPI Publicador: MDPI
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 19/08/2013 EN
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17.76%
Small ruminant lentiviruses (SRLV) are members of the Retrovirus family comprising the closely related Visna/Maedi Virus (VMV) and the Caprine Arthritis-Encephalitis Virus (CAEV), which infect sheep and goats. Both infect cells of the monocyte/macrophage lineage and cause lifelong infections. Infection by VMV and CAEV can lead to Visna/Maedi (VM) and Caprine Arthritis-Encephalitis (CAE) respectively, slow progressive inflammatory diseases primarily affecting the lungs, nervous system, joints and mammary glands. VM and CAE are distributed worldwide and develop over a period of months or years, always leading to the death of the host, with the consequent economic and welfare implications. Currently, the control of VM and CAE relies on the control of transmission and culling of infected animals. However, there is evidence that host genetics play an important role in determining Susceptibility/Resistance to SRLV infection and disease progression, but little work has been performed in small ruminants. More research is necessary to understand the host-SRLV interaction.

Evolution of Specific Antibodies and Proviral DNA in Milk of Small Ruminants Infected by Small Ruminant Lentivirus

Barquero, Nuria; Gomez-Lucia, Esperanza; Arjona, Alvaro; Toural, Cristina; las Heras, Alfonso; Fernández-Garayzabal, José F.; Domenech, Ana
Fonte: MDPI Publicador: MDPI
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 22/10/2013 EN
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17.76%
The diagnosis of Small Ruminant Lentivirus (SRLV) is based on clinical signs, pathological lesions and laboratory testing. No standard reference test for the diagnosis of maedi visna has been validated up to the present, and it is puzzling that tests which detect antibodies against the virus and tests which detect the proviral genome may render opposite results. The aim of this study was to evaluate the presence in milk throughout a lactation period of specific antibodies by ELISA and of SRLV proviral DNA by a PCR of the highly conserved pol region. A six-month study was conducted with the milk of 28 ewes and 31 goats intensively reared. The percentage of animals with antibodies against SRLV increased throughout the study period. Seroprevalence in sheep was 28% at the beginning of the study and by the end it had increased up to 52.4%. In goats, initial seroprevalence of 5.6% increased to 16%. The percentage of PCR positive ewes was stable throughout the study period. Of the positive sheep, 21.4% were PCR-positive before antibodies could be detected and most of them became PCR-negative shortly after the first detection of antibodies. This might suggest that antibodies have a neutralizing effect. In addition, an equal percentage of sheep were always PCR-negative but either became ELISA-positive or was always ELISA-positive...

Small ruminant macrophage polarization may play a pivotal role on lentiviral infection

Crespo, Helena; Bertolotti, Luigi; Juganaru, Magda; Glaria, Idoia; de Andrés, Damián; Amorena, Beatriz; Rosati, Sergio; Reina, Ramsés
Fonte: BioMed Central Publicador: BioMed Central
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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18.11%
Small ruminant lentiviruses (SRLV) infect the monocyte/macrophage lineage inducing a long-lasting infection affecting body condition, production and welfare of sheep and goats all over the world. Macrophages play a pivotal role on the host’s innate and adaptative immune responses against parasites by becoming differentially activated. Macrophage heterogeneity can tentatively be classified into classically differentiated macrophages (M1) through stimulation with IFN-γ displaying an inflammatory profile, or can be alternatively differentiated by stimulation with IL-4/IL-13 into M2 macrophages with homeostatic functions. Since infection by SRLV can modulate macrophage functions we explored here whether ovine and caprine macrophages can be segregated into M1 and M2 populations and whether this differential polarization represents differential susceptibility to SRLV infection. We found that like in human and mouse systems, ovine and caprine macrophages can be differentiated with particular stimuli into M1/M2 subpopulations displaying specific markers. In addition, small ruminant macrophages are plastic since M1 differentiated macrophages can express M2 markers when the stimulus changes from IFN-γ to IL-4. SRLV replication was restricted in M1 macrophages and increased in M2 differentiated macrophages respectively according to viral production. Identification of the infection pathways in macrophage populations may provide new targets for eliciting appropriate immune responses against SRLV infection.

Mutations in Ovis aries TMEM154 are associated with lower small ruminant lentivirus proviral concentration in one sheep flock

Alshanbari, F A; Mousel, M R; Reynolds, J O; Herrmann-Hoesing, L M; Highland, M A; Lewis, G S; White, S N
Fonte: Blackwell Publishing Ltd Publicador: Blackwell Publishing Ltd
Tipo: Artigo de Revista Científica
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18.51%
Small ruminant lentivirus (SRLV), also called ovine progressive pneumonia virus or maedi-visna, is present in 24% of US sheep. Like human immunodeficiency virus, SRLV is a macrophage-tropic lentivirus that causes lifelong infection. The production impacts from SRLV are due to a range of disease symptoms, including pneumonia, arthritis, mastitis, body condition wasting and encephalitis. There is no cure and no effective vaccine for preventing SRLV infection. However, breed differences in prevalence and proviral concentration indicate a genetic basis for susceptibility to SRLV. Animals with high blood proviral concentration show increased tissue lesion severity, so proviral concentration represents a live animal test for control post-infection in terms of proviral replication and disease severity. Recently, it was found that sheep with two copies of TMEM154 haplotype 1 (encoding lysine at position 35) had lower odds of SRLV infection. In this study, we examined the relationship between SRLV control post-infection and variants in two genes, TMEM154 and CCR5, in four flocks containing 1403 SRLV-positive sheep. We found two copies of TMEM154 haplotype 1 were associated with lower SRLV proviral concentration in one flock (P < 0.02). This identified the same favorable diplotype for SRLV control post-infection as for odds of infection. However...

Transmissão interespécies de lentivírus de caprinos para ovinos.

SOUZA, T. S.
Fonte: 2014. Publicador: 2014.
Tipo: Teses/dissertações (ALICE) Formato: 123 f.
PT_BR
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18.22%
Resumo: A artrite-encefalite caprina (CAE) e a maedi-visna (MV) acometem caprinos e ovinos, respectivamente. Durante anos, os agentes etiológicos dessas enfermidades foram considerados como específicos a cada espécie animal. Entretanto, análises filogenéticas têm demonstrado a heterogeneidade desse vírus, reunindo diferentes genótipos e subtipos em um grupo denominado de lentivírus de pequenos ruminantes (LVPR). Sendo assim, o principal objetivo deste trabalho foi avaliar a transmissão interespecífica do lentivírus de caprinos para ovinos, a partir de quatro grupos experimentais. O primeiro (grupo colostro) foi formado por nove cordeiros que receberam colostro de cabras positivas para LVPR. O segundo (grupo leite) foi estabelecido por nove cordeiros que receberam leite dessas cabras. O terceiro foi um grupo controle, constituído por dez cordeiros que mamaram colostro e leite de suas mães negativas. Já o quarto grupo (grupo contato) foi formado por oito ovinos adultos confinados com duas cabras naturalmente infectadas, propiciando a análise de transmissão horizontal. Os grupos foram monitorados por immunoblotting (IB), ensaio imunoenzimático (ELISA), imunodifusão em gel de agarose (IDGA) e reação em cadeia da polimerase do tipo nested (nPCR). Todos os cordeiros que mamaram colostro e leite de cabras infectadas e seis ovinos do grupo contato apresentaram resultados positivos na nPCR...

Duração da imunidade passiva para lentivírus de pequenos ruminantes em cordeiros.

SOUZA, T. S. de; COSTA, J. N.; PINHEIRO, R. R.; MELO, F. C. C. de; LIMA, C. C. V. de; ANDRIOLI, A.; AZEVEDO, D. A. A. de; SANTOS, V. W. S. dos; OLIVEIRA, E. L. de; COSTA NETO, A. de O.
Fonte: Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 35, n. 2, p. 845-856, mar./abr. 2014. Publicador: Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 35, n. 2, p. 845-856, mar./abr. 2014.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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18.11%
Resumo: Com a finalidade de avaliar a imunidade passiva contra lentivírus de pequenos ruminantes (LVPR), em cordeiros, este estudo foi conduzido a partir de dois grupos experimentais. O primeiro (G1) foi estabelecido por nove cordeiros submetidos à mamada artificial de pool de colostro de cabras positivas para LVPR. O segundo (G2) foi o controle, constituído por dez cordeiros submetidos à mamada natural de colostro das suas mães negativas. Amostras de sangue foram obtidas antes da primeira mamada, após 24h do nascimento e com sete, 15, 30, 50, 70, 90 e 120 dias de vida. Determinaram-se as concentrações de proteína sérica total (PST), albumina (ALB), globulinas (GLOB) e imunoglobulina G (IgG) e anticorpos anti-LVPR foram pesquisados a partir das técnicas de imunodifusão em gel de agarose (IDGA), ensaio imunoadsorvente ligado à enzima (Elisa) e immunoblotting (IB). Em ambos os grupos, as menores médias de PST, GLOB e IgG foram observadas ao nascimento e as maiores médias foram constatadas às 24 horas de vida, devido à absorção de imunoglobulinas colostrais. Para o G1, a transferência de imunidade também pôde ser constatada pelas provas de imunodiagnóstico. Ao nascimento, os animais estavam soronegativos. Com 24 horas...

Avaliação in vitro e in vivo da infecção por Lentivírus de pequenos ruminantes

Karina Cunha Callado, Ana; Lúcia de Menezes lima, Vera (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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18.41%
Os lentivírus de pequenos ruminantes (SRLV) causam doença progressiva multissistêmica crônica, com longo período de incubação, que acomete caprinos e ovinos de todas as raças e idades. Estes vírus podem se manifestar de forma artrítica, respiratória, mamária e nervosa ou mesmo atingir vários órgãos, causando perda de peso e debilidade até a morte do animal. A infecção é persistente apesar da maioria dos animais infectados não desenvolver sintomas clínicos, com risco de disseminar o vírus para outros animais. A principal forma de transmissão do vírus do vírus é através da ingestão de colostro e/ou leite proveniente de animais infectados. Pode ocorrer transmissão horizontal. Os SRLV infectam células do sistema fagocítico-mononuclear e células dendríticas in vivo e infectam e replicam em macrófagos e em células derivadas de vários tecidos in vitro. O cultivo primário de células de membrana sinovial (MS) é amplamente utilizado para isolamento e replicação de SRLV. A capacidade de divisão destas células é limitada até atingir seu estado de senescência celular. Objetivando a otimização da produção, foi celular feito o reaproveitamento de explantes das articulações metacarpianas de feto caprino soronegativos para SRLV. Os explantes foram reaproveitados por seis vezes. As células de MS obtidas mantiveram-se em níveis satisfatórios de produtividade e permissividade à replicação de amostras de SRLV. Estas células de MS foram utilizadas para estudo da replicação de amostras brasileiras de SRLV BrPe1-01 e BrMg2-03...