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Detecção molecular de bocavírus humano e metapneumovirus humano associados à infecção respiratória aguda

Pilger, Diogo Andre
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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86.28%
Introdução: os vírus são responsáveis por 50 a 90% das infecções respiratórias agudas (IRAs) em crianças pequenas, sendo a maioria das infecções atribuídas ao vírus respiratório sincicial (VRS), vírus influenza A e B, vírus parainfluenza 1, 2 e 3, rinovirus e adenovirus. Mais recentemente, com o advento de métodos moleculares, novos agentes foram identificados e relacionados com IRA, como o metapneumovirus humano (hMPV) e bocavirus humano (hBoV). O reconhecimento da importância da determinação do agente etiológico das IRAs em crianças está aumentando porque permite a implementação de medidas de controle de infecção adequadas e, eventualmente, uso de terapia anti-viral. Objetivos: o objetivo principal deste trabalho é verificar a presença do hMPV e hBoV em amostras respiratórias de crianças com sintomas de infecção respiratória aguda do trato respiratório inferior através de método molecular. Além disso, verificar sua associação com outros patógenos respiratórios, distribuição sazonal, associação com variáveis climáticas e comparar a metodologia de PCR em Tempo real com a imunofluorescência direta (IFD) para identificação destes outros patógenos respiratórios. Métodos: foram avaliadas 455 amostras de crianças com sintomas sugestivos de infecção respiratória aguda do trato respiratório inferior no período de maio de 2007 a junho de 2008. A presença de patógenos respiratórios foi analisada por PCR em Tempo Real e IFD. Resultados: hMPV e hBoV foram identificados na população analisada em uma prevalência de 14.5% e 13.2%...

Suscetibilidade genética na lesão pulmonar aguda e síndrome da angústia respiratória aguda

Dias,Fernando Suparregui; Alho,Clarice Sampaio; Henkin,Caroline Schwartz; Coelho,Juliano Cé; Paganella,Mateus Chissini; Siqueira,Rodrigo Morais de; Stringhi,Fernanda; Eidt,Michelle; Távora,Virgínia
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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56.59%
A lesão pulmonar aguda e sua forma mais grave, a síndrome da angústia respiratória aguda, são o denominador comum de várias doenças que podem provocar uma inflamação exagerada nos pulmões. Nos últimos anos, essa variabilidade tem sido atribuída, pelo menos em parte, a fatores genéticos. O presente estudo tem por objetivos revisar o papel dos principais genes envolvidos na suscetibilidade, morbidade e mortalidade na lesão pulmonar aguda e na síndrome da angústia respiratória aguda. Através de pesquisa nas bases de dados PubMed e LiLACS, empregando-se os unitermos lesão pulmonar aguda, síndrome da angústia respiratória aguda e síndrome da angústia respiratória do adulto em combinação com polimorfismos genéticos, foram selecionados 69 artigos, dos quais 38 foram incluídos nesta revisão. Foram também considerados artigos relevantes extraídos das referências bibliográficas nos artigos selecionados das bases de dados. Os polimorfismos genéticos são variantes gênicas presentes em pelo menos 1% da população. A presença destas variantes genéticas pode influenciar a expressão de mediadores da resposta inflamatória, afetando diretamente a suscetibilidade à lesão pulmonar aguda, a intensidade da inflamação no parênquima pulmonar...

Ventilação oscilatória de alta frequência em crianças com síndrome da angústia respiratória aguda: experiência de um centro de tratamento intensivo pediátrico

Pinzon,Anelise Dentzien; Rocha,Taís Sica da; Ricachinevsky,Cláudia; Piva,Jefferson Pedro; Friedman,Gilberto
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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66.38%
OBJETIVO: Descrever os efeitos da aplicação da ventilação de alta frequência oscilatória como suporte ventilatório de resgate em uma série de pacientes pediátricos com síndrome da angústia respiratória aguda (SARA). MÉTODOS: Participaram do estudo 25 crianças(> 1mês e < 17 anos) internadas em uma UTI pediátrica universitária com SARA e submetidas à ventilação de alta frequência oscilatória (VAFO) por um mínimo de 48 horas, após falha da ventilação mecânica convencional. RESULTADOS: A taxa de mortalidade foi de 52% (13/25) 28 dias após o início da SARA. Ao longo de 48 horas, a aplicação da VAFO reduziu o índice de oxigenação [38 (31-50) vs. 17 (10-27)] e aumentou a relação pressão arterial parcial de O2/fração inspirada de O2 [65 (44-80) vs. 152 (106-213)]. A pressão arterial parcial de CO2 [54 (45-74) vs. 48 (39-58) mmHg] manteve-se inalterada. A pressão média de vias aéreas oscilou entre 23 e 29 cmH2O. A VAFO não comprometeu a hemodinâmica e observou-se uma redução da frequência cardíaca (141 ± 32 vs. 119 ± 22 bat/min), a pressão arterial média (66 ± 20 vs. 71 ± 17 mmHg) e o escore inotrópico [44 (17-130) vs. 20 (16-75)] mantiveram-se estáveis nesse período. Nenhum sobrevivente ficou dependente de oxigênio. CONCLUSÃO: VAFO melhora a oxigenação de pacientes pediátricos com SARA grave e hipoxemia refratária ao suporte ventilatório convencional.

Síndrome respiratória aguda grave causada por influenza A (subtipo H1N1)

Ribeiro,Sandra Aparecida; Brasileiro,Graziela Sgreccia; Soleiman,Luciana Novaes Campello; Silva,Cristiano Cruz; Kavaguti,Cláudio Shoki
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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126.48%
Frente à pandemia causada por um novo vírus, influenza A (H1N1), descrevemos o caso de um paciente de 56 anos com síndrome respiratória aguda grave causada por influenza A (H1N1) sem fatores de risco importantes. Os resultados dos exames laboratoriais e de imagem (radiografia e TC de tórax) são apresentados aqui. O paciente teve boa evolução e recebeu alta hospitalar em 14 dias.

Influenza: atualização do manejo clínico

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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76.3%
Curso a distância, autoinstrucional, com enfoque prático, baseado na análise de 4 casos clínicos que incluem a determinação de ações importantes para o correto manejo da influenza, de acordo com protocolos atualizados do Ministério da Saúde, que inclui a indicação do uso de medicação antiviral e a atenção especial aos casos de síndrome respiratória aguda e grave.

Caso Maria Aparecida: análise de caso clínico da influenza

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde; Moura, Alexandre Sampaio
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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56.21%
Caso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Influenza, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Esse caso aborda o manejo de um caso clínico de infecção respiratória em uma paciente de 72 anos, institucionalizada. Como a paciente não apresentava sinais de agravamento ou de descompensação de doença de base, o processo é conduzido inicialmente como um caso de síndrome gripal, sendo indicado corretamente o tratamento com oseltamivir e optado pelo manejo ambulatorial. No retorno, a paciente apresenta um quadro de pneumonia grave e é internada em unidade de terapia intensiva.

Caso Eduardo e Frederico: análise de caso clínico da influenza

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde; Moura, Alexandre Sampaio
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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66.21%
Caso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Influenza, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Esse caso aborda o manejo clínico de síndrome respiratória em duas crianças, uma (4 anos) com quadro mais grave que a outra (1 ano e 6 meses). Orienta também quanto à forma correta de preparação da solução de oseltamivir a partir da apresentação em cápsula, bem como sua associação ao antiviral no caso de pneumonia adquirida na comunidade (PAC).

Síndrome gripal / SRAG: classificação de risco e manejo do paciente [fluxograma da Influenza]

Brasil. Ministério da Saúde
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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96.37%
Apresenta o fluxograma de atendimento da Influenza para casos suspeitos de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), de acordo com o protocolo vigente do Ministério da Saúde. Incluído sinais, sintomas, fatores de risco a considerar, bem como a indicação de tratamento do Oseltamivir e do Zanamivir, em cada caso.

Influenza

Universidade Aberta do SUS da Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS/UFMA
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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86.34%
Material da unidade 3 do Curso Autoinstrucional de Capacitação em Atenção Integral à Saúde da Criança II, produzido pela UNA-SUS/UFMA e voltado para médicos que atuam na Atenção Básica. Aborda os principais sintomas da influenza, bem como a diferença entre Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Avaliação da detecção de vírus respiratórios em pacientes hospitalizados com e sem notificação para síndrome respiratória aguda grave

Damasio, Guilherme Augustto Costa
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: 69f. : il. algumas color., grafs., tabs.; application/pdf
PORTUGUêS
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126.48%
Orientadora : Profª Drª Sonia Mara Raboni; Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Microbiologia, Parasitologia e Patologia Básica). Defesa: Curitiba, 29/10/2014; Inclui referências; Área de concentração; Resumo: As infecções do trato respiratório (ITR) possuem etiologias distintas e variam de processos agudos como bronquites e pneumonias, podendo agravar condições crônicas como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O Serviço de Epidemiologia Hospitalar do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná implantou como rotina, desde a pandemia por influenza em 2009, o sistema de notificação de casos de pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Dada a importância das diferentes infecções respiratórias já mencionadas, bem como a significativa interferência dessas na qualidade de vida dos pacientes, afetando questões cruciais como morbimortalidade, é importante que sejam realizados trabalhos de vigilância epidemiológica e acompanhamento de todos os casos suspeitos de pacientes hospitalizados com infecções respiratórias apresentando ou não SRAG. O presente estudo teve como objetivo avaliar a detecção de vírus respiratórios em pacientes hospitalizados com e sem notificação para SRAG no período de 1 ano...

Factores de riesgo asociados al síndrome de dificultad respiratoria aguda en una unidad de cuidados intensivos pediátrica

Brito Brito, Thirsa Libanesa
Fonte: Facultad de medicina Publicador: Facultad de medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 15/03/2010 SPA
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66.38%
El Síndrome de Dificultad Respiratoria Aguda (SDRA), es un complejo sindrómico que fue descrito por primera vez a finales de los años 60, afecta pacientes críticamente enfermos y se asocia con una alta morbimortalidad, considerándose como una enfermedad grave.Objetivo: Identificar los factores de riesgo demográficos, los niveles de PaO2/FIO2, presencia de desnutrición, enfermedad pulmonar crónica y prematurez de SDRA, en los pacientes de la UCI pediátrica de la Clínica Infantil Colsubsidio en la ciudad de Bogotá, entre Enero de 2003 a Diciembre de 2008. Materiales y métodos: Se realizó un estudio analítico de casos y controles, con una relación control y caso de 2:1. El grupo control lo conformaron 62 pacientes y los casos 31. Resultados: Se encontró asociado significativamente los tres principales factores de riesgo Sepsis (33.9% vs. 15.6%; p=0.0002; OR=5.6; IC95%= 2.20, 14.03); Neumonía (p= 0.6380; OR=0.80; IC 95% = 0.32, 2.00) y Bronquiolitis (p=0.0515; OR= 0.395; IC 95% = 0.157, 1.01). Estancia hospitalaria 14.7±16.3 vs. 7.4±4.7 días (p=0.001); tiempo de ventilación mecánica 11.7 ±14.1 vs. 5.3±2.8 días (p=0.002) y mortalidad 45.2% vs. 3.2% (p<0.001; OR = 25; IC 95% = 5.1, 125). Conclusiones: Los factores de riesgo significativos son la presencia de sepsis...

Influenza: atualização do manejo clínico

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Roda sob a plataforma moodle, versão 1.9.11. Créditos de produção do curso: Produção executiva: Bárbara Bontempo de Menezes; Designer Instrucional: Bárbara Bontempo de Menezes; Roteirista: Mariella Freitas; Designer gráfico e ilustrações: Lauro
PT_BR
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76.3%
Curso a distância, autoinstrucional, com enfoque prático, baseado na análise de 4 casos clínicos que incluem a determinação de ações importantes para o correto manejo da influenza, de acordo com protocolos atualizados do Ministério da Saúde, que inclui a indicação do uso de medicação antiviral e a atenção especial aos casos de síndrome respiratória aguda e grave.; Versão 1.0; Ministério da Saúde

Caso Eduardo e Frederico: análise de caso clínico da influenza

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde; Moura, Alexandre Sampaio
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Roda sob a plataforma moodle, versão 1.9.11. Créditos de produção do curso: Produção executiva: Bárbara Bontempo de Menezes; Designer Instrucional: Bárbara Bontempo de Menezes; Roteirista: Mariella Freitas; Designer gráfico e ilustrações: Lauro
PT_BR
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66.21%
Caso clínico do Curso de Atualização do Manejo Clínico da Influenza, ofertado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNASUS. Esse caso aborda o manejo clínico de síndrome respiratória em duas crianças, uma (4 anos) com quadro mais grave que a outra (1 ano e 6 meses). Orienta também quanto à forma correta de preparação da solução de oseltamivir a partir da apresentação em cápsula, bem como sua associação ao antiviral no caso de pneumonia adquirida na comunidade (PAC).; Versão 1.0; Ministério da Saúde

Síndrome gripal / SRAG: classificação de risco e manejo do paciente [fluxograma da Influenza]

Brasil. Ministério da Saúde
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Texto Formato: 1 diagrama, color.
PT_BR
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96.37%
Apresenta o fluxograma de atendimento da Influenza para casos suspeitos de Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), de acordo com o protocolo vigente do Ministério da Saúde. Incluído sinais, sintomas, fatores de risco a considerar, bem como a indicação de tratamento do Oseltamivir e do Zanamivir, em cada caso.; Ministério da Saúde

Influenza

Universidade Aberta do SUS da Universidade Federal do Maranhão - UNA-SUS/UFMA
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Material interativo em formato HTML contendo imagens coloridas e botões de ação.
PT_BR
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86.37%
Material da unidade 3 do Curso Autoinstrucional de Capacitação em Atenção Integral à Saúde da Criança II, produzido pela UNA-SUS/UFMA e voltado para médicos que atuam na Atenção Básica. Aborda os principais sintomas da influenza, bem como a diferença entre Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).; Ministério da Saúde

Optimización de la mecánica respiratoria en el tratamiento de soporte ventilatorio de pacientes con insuficiencia respiratoria aguda grave

Morán Chorro, Indalecio
Fonte: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf
Publicado em //2013 SPA; SPA
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76.47%
Esta tesis se articula como compendio de publicaciones. En ella se incluyen tres estudios originales y una revisión que se enmarcan en una misma línea de investigación clínica enfocada a analizar la implementación de diferentes estrategias durante la ventilación mecánica invasiva de pacientes con insuficiencia respiratoria aguda grave. Las maniobras estudiadas se han dirigido a la optimización individual de los parámetros ventilatorios, a la mejora del intercambio de gases y a la minimización los efectos de la carga mecánica asociados a la humidificación de los gases inspirados en el transcurso de la ventilación mecánica. En concreto, nos hemos centrado principalmente en tres aspectos. En primer lugar hemos estudiado los efectos fisiológicos agudos de las maniobras de reclutamiento alveolar (RM) a altas presiones de vía aérea en pacientes con lesión pulmonar aguda (LPA) y síndrome de distrés respiratorio agudo (SDRA). En segundo lugar, hemos evaluado los efectos en la mecánica respiratoria y el intercambio de gases del empleo de diferentes dispositivos de humidificación en la LPA y el SDRA. En tercer lugar hemos comparado los efectos de estos diferentes tipos de humidificación sobre la resistencia al flujo aéreo del tubo endotraqueal y el consecuente aumento del trabajo respiratorio durante la retirada de la ventilación mecánica. Los principales resultados obtenidos muestran que: - El uso de RM realizadas a altas presiones puede mejorar la oxigenación de los pacientes en fase precoz de la LPA y el SDRA. Sin embargo...

Análisis de efectividad de la ventilación de alta frecuencia oscilatoria en pacientes pediátricos con insufciencia respiratoria aguda en un centro de alta complejidad

Taffarel,Pedro; Bonetto,Germán; Jorro Barón,Facundo; Selandari,Jorge; Sasbón,Jorge
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 ES
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66.36%
Introducción. La ventilación de alta frecuencia oscilatoria (VAFO) es un recurso terapéutico ante la hipoxemia refractaria a la asistencia respiratoria mecánica convencional (ARMc), y en el tratamiento del síndrome de escape aéreo. Un metaanálisis reciente concluyó que la VAFO parece disminuir la mortalidad en niños posneonatales y adultos. En este contexto, es importante la evaluación de los resultados en el uso rutinario de esta tecnología. Objetivos. Principal: Analizar la efectividad de la VAFO en la práctica rutinaria en un centro que no dispone de oxigenación por membrana de circulación extracorpórea. Secundarios: Describir los datos demográfcos y las causas de insufciencia respiratoria grave de los pacientes que requirieron VAFO. Examinar la relación entre factores predictores potenciales y la ocurrencia de mortalidad. Población y métodos. Estudio retrospectivo en el cual se analizaron las historias clínicas de los pacientes que requirieron VAFO en las Unidades de Cuidados Intensivos de un hospital pediátrico terciario en el período 01/01/2008 - 01/07/2010. Resultados. Se analizaron 76 ingresos a VAFO en 69 pacientes. El 80% de tales ingresos tenían diagnóstico de infección respiratoria aguda baja o sepsis. El 62...

Efectos del decúbito prono en el tratamiento del síndrome de dificultad respiratoria aguda en pacientes pediátricos

Blanco,Ana C; Moreno,Rodolfo P
Fonte: Archivos argentinos de pediatría Publicador: Archivos argentinos de pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2006 ES
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66.43%
Introducción. El síndrome de dificultad respiratoria aguda es una de las entidades que ocasiona mayor mortalidad o morbilidad grave en los pacientes internados en unidades de cuidados intensivos pediátricos. El tratamiento actual de esta entidad se basa en la ventilación mecánica con bajos volúmenes y la aplicación de presión positiva al final de la espiración (PEEP). Muchos pacientes persisten hipoxémicos a pesar de la aplicación adecuada de estas medidas y ello ha obligado a la utilización de alternativas terapéuticas destinadas a mejorar la oxigenación. Una de ellas es la ventilación en posición de decúbito prono. Objetivos. Revisar los principales mecanismos a través de los cuales actúa el decúbito prono, así como sus efectos en pacientes con síndrome de dificultad respiratoria aguda. Conclusiones. La ventilación en decúbito prono es una técnica segura y eficiente para mejorar la oxigenación en aproximadamente dos tercios de los pacientes con SDRA. Ha probado ser una medida eficaz en las estrategias ventilatorias actuales y debe ser repetida diariamente, al menos en los pacientes que responden. La ausencia de empeoramiento del intercambio gaseoso y la hemodinamia en los pacientes que no responden debe estimular subsecuentes intentos. No se demostró una disminución de la mortalidad de los pacientes con SDRA.

Enfermedad respiratoria grave en terapia intensiva durante la pandemia por el virus de influenza A (H1N1) 2009

Aquino-Esperanza,José; Rodríguez,Pablo O.; Boughen,Santiago; Raimondi,Alejandro; Attie,Shiry; Maskin,Patricio; Bonelli,Ignacio; Valentini,Ricardo
Fonte: Medicina (Buenos Aires) Publicador: Medicina (Buenos Aires)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 ES
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56.35%
Se describen pacientes hospitalizados en una unidad de terapia intensiva por enfermedad respiratoria aguda grave con características de influenza durante los primeros meses de la pandemia por influenza A(H1N1) 2009 en la Argentina. Evaluamos datos clínicos, scores de gravedad, pruebas de laboratorio, microbiología y radiología torácica al ingreso, evolución y mortalidad hospitalaria, comparando pacientes con y sin confirmación de H1N1 por test de reacción de polimerasa en cadena, transcriptasa reversa (RT-PCR). Entre junio y julio de 2009 se internaron 31 pacientes adultos con una mediana de edad de 54 años (percentilo 25-75: 33-66). Presentaron test positivo para H1N1, 17 pacientes. Tenían al menos una condición concurrente 16 pacientes. La expresión radiográfica más frecuente fue infiltrados intersticio-alveolares bilaterales en 20 casos; 5 tenían consolidación lobar unilateral. La coinfección bacteriana (aislamiento de bacterias o IgM positiva para infecciones bacterianas), se demostró en 21 pacientes. Requirieron ventilación mecánica 23 pacientes y 18 desarrollaron síndrome de distrés respiratorio agudo (SDRA). La linfopenia y elevación de creatinina-fosfoquinasa fue frecuente (83% y 65%, respectivamente). Los 6 pacientes que murieron (19%) eran mayores de 75 años o tenían cáncer o inmunodepresión. El tratamiento antiviral temprano (≤ 48 horas) se asoció a menor necesidad de ventilación mecánica (54% vs. 89%; p: 0.043). No hubo diferencia significativa en las variables analizadas entre el grupo H1N1 positivo y el negativo...

Decúbito prono en pacientes con hipertensión endocraneal e insuficiencia respiratoria aguda grave

Domínguez-Berrot,A.M.
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/11/2009 SPA
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66.31%
La ventilación mecánica en decúbito prono (DP) se ha utilizado como maniobra para mejorar el intercambio gaseoso en pacientes con insuficiencia respiratoria aguda (IRA) grave. Los pacientes neurocríticos se han excluido de este tipo de tratamiento por sus potenciales efectos sobre la presión intracraneal. Sin embargo, estos pacientes son especialmente vulnerables a la hipoxemia. Su pronóstico empeora drásticamente cuando la IRA complica su evolución. Presentamos tres casos de pacientes neurocríticos (2 traumatismos craneoencefálicos y una hemorragia cerebral) con IRA muy grave, en los que se decidió adoptar la maniobra de DP. Los resultados obtenidos en cuanto a su evolución neurológica y respiratoria no fueron desfavorables. Aportamos asimismo una somera revisión de la literatura médica al respecto.