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Fístula linfática após tratamento cirúrgico de síndrome do desfiladeiro torácico à direita; Chylothorax after surgical treatment of right-sided thoracic outlet syndrome

Araujo, Luiz Felipe Lopez; Moreschi, Alexandre Heitor; Macedo, Guilherme Baroni de; Moschetti, Laura; Machado, Eduardo Lopes; Saueressig, Mauricio Guidi
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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A fístula linfática como complicação de correção de síndrome do desfiladeiro torácico é um evento muito raro. Relatamos um caso de fístula linfática à direita e apresentamos uma breve revisão do tratamento de quilotórax pós-cirúrgico.; Chylothorax as a complication of the surgical treatment of thoracic outlet syndrome is a quite rare event. We report a case of right-sided chylothorax and present a brief review on the treatment of postoperative chylothorax.

Abordagem do tratamento quiroprático para pacientes com Síndrome do Desfiladeiro Torácico

Simoni, Diego Piegas
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência Formato: application/pdf
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Síndrome do desfiladeiro torácico - ressecção de costela cervical por videotoracoscopia

Ghefter, Mario Claudio; Yoshida, Winston Bonetti; Cataneo, Daniele Cristina; Hasimoto, Erica Nishida; Yoshida, Ricardo Alvarenga; Boscardim, Paulo Cesar Buffara; Cataneo, Antonio José Maria
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 219-225
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A base do tratamento cirúrgico da Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) é a ressecção da primeira costela, podendo associar-se à escalenectomia ou ainda à ressecção de costela cervical. Esta última é feita tradicionalmente por meio de um acesso supraclavicular ou mesmo axilar, o qual é tecnicamente mais trabalhoso. Pode ser realizada também por meio de acesso paraescapular. Embora tecnicamente atrativa e associada à menor invasividade e maior segurança, com ótimo resultado estético, a ressecção da primeira costela torácica, por intermédio de cirurgia videoassistida transaxilar ou pela técnica videotoracoscópica, é pouco relatada na literatura, e nenhuma referência foi encontrada sobre ressecção de costela cervical mediante essa técnica. Neste artigo, apresentamos essa inovação cirúrgica realizada com sucesso para ressecção de costela cervical em duas pacientes.; The basis of Thoracic Outlet Syndrome (TOS) surgical treatment is the first rib resection and may be associated with scalenectomy or cervical rib resection. The latter is traditionally done through a supraclavicular or axillary access, which is the most technically challenging. It can also be achieved through parascapular access. Although technically attractive and associated with less invasiveness and increased security...

Neurogenic Thoracic Outlet Syndrome Associated with Cervical Rib

Millan, G; Casal, D; Sagaribay, A; Marques, V; Estrela Martins, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Reumatologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 ENG
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46.05%
A true neurogenic thoracic outlet syndrome (TOS) associated with a cervical rib is considered extremely rare. The authors present their experience with 5 cases of true neurogenic TOS associated with a cervical rib. All patients were female and had a cervical rib confirmed radiographically pre-operatively. Average age was 34,8 years. Although all patients had been treated with several combinations of diverse drugs and a rehabilitation program before referral to surgery, all described their pain as intense and debilitating before surgical treatment. All patients had pre-operative electromyographic abnormalities. Patients were operated on via a supraclavicular approach and the cervical rib was resected. No intra-operative or postoperative complications were noted. Two years postoperatively, all patients mentioned improvement. However, only 2 were symptomless, and on no medication. In one patient there was significant improvement, and in the remaining 2 patients some residual pain persisted that had to be dealt with pharmacologically. All patients were able to resume their daily life activities. Recovery was poorer in the 2 patients that had been referred to surgery after a longer period of time since the beginning of symptoms.

Neurogenic Thoracic Outlet Syndrome Associated with Cervical Rib

Millan, G; Casal, D; Sagaribay, A; Marques, V; Estrela Martins, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Reumatologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 ENG
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46.05%
A true neurogenic thoracic outlet syndrome (TOS) associated with a cervical rib is considered extremely rare. The authors present their experience with 5 cases of true neurogenic TOS associated with a cervical rib. All patients were female and had a cervical rib confirmed radiographically pre-operatively. Average age was 34,8 years. Although all patients had been treated with several combinations of diverse drugs and a rehabilitation program before referral to surgery, all described their pain as intense and debilitating before surgical treatment. All patients had pre-operative electromyographic abnormalities. Patients were operated on via a supraclavicular approach and the cervical rib was resected. No intra-operative or postoperative complications were noted. Two years postoperatively, all patients mentioned improvement. However, only 2 were symptomless, and on no medication. In one patient there was significant improvement, and in the remaining 2 patients some residual pain persisted that had to be dealt with pharmacologically. All patients were able to resume their daily life activities. Recovery was poorer in the 2 patients that had been referred to surgery after a longer period of time since the beginning of symptoms.

Diagnóstico das neuropatias periféricas diagnósticos sindrômicos, topográficos e etiológicos: syndromic, topographic and etiological diagnoses

Marques Junior,Wilson; Herrera,Ronaldo Francisco; Trade,Emília Simão; Barreira,Amilton Antunes
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1992 PT
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Por avaliação retrospectiva, discriminam-se no presente estudo os diagnósticos sindrômicos topográficos e etiológicos aos quais se conseguiu chegar em 209 casos de neuropatias periféricas. A anamnese e o exame clínico-neurológico foram fundamentais para a realização dos diagnósticos sindrômicos e topográficos. A eletromiografia teve papel relevante, particularmente no que se refere aos diagnósticos topográficos. Os diagnósticos etiológicos dependeram, adicionalmente, de outros exames complementares, dentre os quais se destacam: glicemia e curva glicêmica; avaliação nutricional; avaliação familiar; biópsias de nervo, pele, faringe e seio maxilar; teste qualitativo para a presença de porfirinas na urina; ácido delta-aminolevulínico e porfobilinogênio urinários; exames radiológicos. As polineuropatias mais frequentemente encontradas foram as: etílico-carenciais, diabéticas, inflamatórias desmielinizantes agudas e hereditárias. As síndromes do túnel do carpo, as lesões traumáticas do VII nervo craniano e as neuralgias do trigêmeo foram os diagnósticos mais frequentes entre os de mono-neuropatias. A hanseníase, as lesões traumáticas! do plexo braquial e a síndrome do desfiladeiro torácico predominaram entre as multineuropatias.

Síndrome do desfiladeiro torácico tipo neurogênico verdadeiro: relato de dois casos

SCOLA,ROSANA HERMINIA; WERNECK,LINEU CESAR; IWAMOTO,FABIO MASSAITI; MAEGAWA,GUSTAVO HENRIQUE; FAORO,LEONARDO NERCOLINI; CALDEIRA,FRANCISCO H.
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1999 PT
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126.71%
A síndrome do desfiladeiro torácico neurogênica verdadeira é entidade rara que resulta da compressão ou estiramento do tronco inferior do plexo braquial por costela cervical, banda fibrosa ou processo transverso da sétima vértebra cervical alongado. Descrevemos os casos de duas mulheres (23 e 19 anos de idade) com história de dor em membro superior direito, fraqueza e atrofia progressiva da musculatura intrínseca da mão. Estudos eletrofisiológicos mostraram diminuição da amplitude do potencial de ação muscular composto do nervo mediano e diminuição da amplitude do potencial de ação do nervo ulnar sensitivo. As velocidades de condução nervosa motora e sensitiva foram normais em ambos os casos. Eletromiografia de agulha mostrou desinervação crônica da musculatura intrínseca da mão direita de ambas as pacientes. Investigação radiológica mostrou costelas cervicais em um caso e processos transversos da sétima vértebra cervical alongados no outro. São revisados os aspectos clínicos, eletrofisiológicos e tratamento da síndrome.

Angiografia como método de diagnóstico da síndrome do desfiladeiro torácico neurovascular: a propósito de um caso

Cruz,Margarida; Matos,António Alves de; Saldanha,Tiago; Branco,Jaime C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 PT
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126.87%
O termo síndrome do desfiladeiro torácico (SDT) é usado para descrever o quadro clínico atribuível à compressão do plexo braquial, artéria e veia subclávias na região designada por desfiladeiro torácico. Até hoje, nenhum exame foi considerado gold standard para o diagnóstico. Os autores descrevem o caso de uma adolescente de 16 anos observada na consulta de Reumatologia por omalgia direita com 3 meses de evolução, acompanhada de disestesias do antebraço e mão homolaterais, desencadeadas por movimentos de abdução do ombro. Na observação, a manobra de hiperabdução do membro superior direito desencadeava os sintomas e um enfraquecimento significativo do pulso radial e da pressão arterial, que não sucediam no membro superior contralateral, tendo sido diagnosticada síndrome do desfiladeiro torácico à direita. Foi realizada tomografia axial computorizada (TAC) da região torácica, que não revelou massas infra-claviculares nem axilares à direita. O ecodoppler do membro superior mostrou uma onda trifásica na artéria subclávia, realizou-se também angiografia das artérias subclávia e axilar do membro superior direito. Esta apresentou-se normal em posição neutra, mas, com o braço em abdução máxima, observou-se uma redução do contraste no interior da artéria axilar. Os autores propõem que...

Estudo por imagem da síndrome do desfiladeiro torácico

Francisco,Marina Celli; Yang,Je Hoon; Barella,Simone Maluf; Francisco,Fabiano Celli; Natour,Jamil; Fernandes,Artur da Rocha Corrêa
Fonte: Sociedade Brasileira de Reumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Reumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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Trombose venosa dos membros superiores

Silva,Waldemy
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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Foi realizada uma revisão da evolução clínica de 52 pacientes portadores de trombose venosa axilar e/ou subclávia. Na opinião do autor, até o presente não se tem evidência do esforço na patogenia dessa forma topográfica de trombose venosa. A terminologia síndrome de Paget-Schrötter pode ser usada quando existe um trombo, conforme sugeriram esses autores. No que diz respeito aos pacientes cujo quadro clínico têm como fator preponderante uma compressão extrínseca dos troncos venosos, deve-se levar em consideração uma outra síndrome, como a do desfiladeiro torácico. Para a confirmação de uma suspeita clínica de trombose venosa profunda, a flebografia é o padrão-ouro. O tratamento ideal da oclusão venosa axilo-subclávia não foi ainda estabelecido, mas o anticoagulante tem a preferência. A eficácia do efeito trombolítico in situ é contestada em publicações da literatura médica. O acesso cirúrgico direto para a trombectomia pode ser feito somente em condições especiais.

Complicações arteriais da síndrome do desfiladeiro torácico

Thomazinho,Fernando; Sardinha,Wander Eduardo; Silvestre,Jose Manoel da Silva; Morais Filho,Domingos de; Motta,Fernando
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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As manifestações clínicas da síndrome do desfiladeiro torácico são predominantemente neurológicas, sendo as complicações arteriais raras, mas potencialmente graves. Entre elas, devemos citar os aneurismas com complicações embólicas e a trombose. Os autores relatam o caso de uma mulher de 37 anos com costela cervical bilateral que apresentou embolia no membro superior direito originada de um aneurisma pós-estenótico da artéria subclávia direita, além de apresentar ectasia da subclávia esquerda também por compressão.

Síndrome do desfiladeiro torácico - ressecção de costela cervical por videotoracoscopia

Ghefter,Mario Claudio; Yoshida,Winston Bonetti; Cataneo,Daniele Cristina; Hasimoto,Erica Nishida; Yoshida,Ricardo Alvarenga; Boscardim,Paulo Cesar Buffara; Cataneo,Antonio José Maria
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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126.67%
A base do tratamento cirúrgico da Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) é a ressecção da primeira costela, podendo associar-se à escalenectomia ou ainda à ressecção de costela cervical. Esta última é feita tradicionalmente por meio de um acesso supraclavicular ou mesmo axilar, o qual é tecnicamente mais trabalhoso. Pode ser realizada também por meio de acesso paraescapular. Embora tecnicamente atrativa e associada à menor invasividade e maior segurança, com ótimo resultado estético, a ressecção da primeira costela torácica, por intermédio de cirurgia videoassistida transaxilar ou pela técnica videotoracoscópica, é pouco relatada na literatura, e nenhuma referência foi encontrada sobre ressecção de costela cervical mediante essa técnica. Neste artigo, apresentamos essa inovação cirúrgica realizada com sucesso para ressecção de costela cervical em duas pacientes.

Fístula linfática após tratamento cirúrgico de síndrome do desfiladeiro torácico à direita

Araujo,Luiz Felipe Lopes; Moreschi,Alexandre Heitor; Macedo,Guilherme Baroni de; Moschetti,Laura; Machado,Eduardo Lopes; Saueressig,Maurício Guidi
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
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126.69%
A fístula linfática como complicação de correção de síndrome do desfiladeiro torácico é um evento muito raro. Relatamos um caso de fístula linfática à direita e apresentamos uma breve revisão do tratamento de quilotórax pós-cirúrgico.

Angiografia no Síndrome do Desfiladeiro; Angiography in Thoracic Outlet Syndrome

Bogalho, L; Seixas, I; Martins, JM; Pisco, JM
Fonte: Centro Editor e Livreiro da Ordem dos Médicos Publicador: Centro Editor e Livreiro da Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1998 POR
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The thoracic outlet syndrome is a changeable clinical syndrome caused by compression of the neurovascular bundle of the upper extremity, within the cervicoaxillary channel. From April 1980 through May 1995, 24 patients with clinical thoracic outlet syndrome were evaluated by selective arteriography. The diagnosis was confirmed in seven patients, in 14 the exam was normal and in the last three cases another arterial pathology was detected--subclavian artery occlusion, subclavian artery kinking and vertebral steal syndrome. The authors' aim is to emphasize arteriography as a diagnostic exam for thoracic outlet syndrome, very useful in the detection and localization of arterial compression. It also allows the diagnosis of other arterial entities.

Relatório de estágio em terapia manual ortopédica

Albuquerque, Cátia
Fonte: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto Publicador: Instituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Tecnologia da Saúde do Porto
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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pacientes ao longo dos anos. Especialmente na área de músculo-esquelético e terapia manual, há uma panóplia de técnicas e métodos ao dispor dos Fisioterapeutas. Com todas estas técnicas, o Fisioterapeuta tem que saber seleccioná-las para cada situação clínica que lhe surge, na tentativa de obter os melhores resultados possíveis na reabilitação do paciente. Este trabalho destina-se a elaborar um relatório de estágio, onde vão ser abordados os conhecimentos transmitidos e adquiridos no decorrer da parte curricular do Mestrado. Assim, vão ser dadas a conhecer informações clínicas dos pacientes, recolhidas as devidas avaliações, elaborado um plano de tratamento, apresentadas as técnicas aplicadas e os resultados que essas técnicas têm nos pacientes em estudo. Desta forma, tive a oportunidade de utilizar o conhecimento teórico-prático adquirido durante as aulas de Mestrado e aplicá-lo a situações reais. Esta vertente técnico-prática decorreu durante um período de quatro meses, na clínica MediCastelo, localizada na cidade de Mangualde. Os pacientes da área de medicina física e reabilitação são predominantemente do foro músculo-esquelética, nas suas mais diversas patologias. Nestes quatro meses...