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O símbolo da noite no 'Cancioneiro' de Fernando Pessoa; The night symbol in the 'Cancioneiro', by Fernando Pessoa

Simiscuka, Monica Imperio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/09/2007 PT
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Considerando a significativa recorrência simbólica da noite e de suas derivações - a escuridão, as sombras, a insônia, o sono e os sonhos - nas composições que integram a obra poética de Fernando Pessoa, este trabalho de pesquisa se propõe a investigar a concepção simbólica do autor, a fim de apreender as variadas possibilidades interpretativas desse símbolo e de levantar uma hipótese global de seu significado no conjunto de poemas ortônimos pessoanos intitulado "Cancioneiro". Discutir-se-á, igualmente, nessa linha de análise, os diálogos travados pelo poeta com o movimento simbolista, ao qual ele estava visceralmente ligado, com a intenção de confirmar, sobretudo quanto ao emprego do elemento simbólico, a intertextualidade pessoana com o Simbolismo, sem perder de vista, no entanto, questões como a ruptura ou a continuidade da tradição lírica portuguesa e a originalidade do poeta.; Considering the significant recurrence of the symbol of the night and its derivations - darkness, shadows, insomnia, sleep and dreams - in Fernando Pessoa's poetic compositions, this research aims to investigate the author's symbolic conception in order to apprehend the various ways of interpreting such symbol, as well as to formulate a general hypothesis of its meaning in the collection of poems by the author entitled "Cancioneiro". Following the same line of analysis...

Os significados da seta: análise do símbolo gráfico em sistemas de sinalização, de esquematização e de identidades visuais; The meanings of the arrow: Analysis of the graphic symbol "arrow" in signage systems, diagrams, and corporate identities

Garcia, Graziela Gallo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/09/2012 PT
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Esta dissertação de mestrado analisa a seta como símbolo gráfico universal da comunicação visual, reconhecido por diferentes povos em diversas épocas e culturas. A pesquisa apresenta a seta como transmissora de informações essenciais por meio de seus vários significados e funções facilitando as interações sociais no mundo contemporâneo, diminuindo as dificuldades geradas por especificidades linguísticas e auxiliando na possibilidade de uma rápida interpretação das mensagens comunicadas, ainda que dentro de limites culturais. O estudo mostra que este símbolo gráfico é utilizado desde os tempos mais remotos, nas pinturas rupestres, até os dias atuais, com usos distintos em vários campos do conhecimento. O objetivo da análise é identificar os significados mais notáveis do símbolo gráfico seta, além de sua função direcional básica e como eles se desenvolveram em três modalidades de aplicação: (1) a seta nos sistemas de sinalização, orientando e dirigindo o fluxo do tráfego humano e suas variantes nos pictogramas e na sinalização viária, algumas vezes com significados distintos como o de "encontro", "indicação" ou "localização"; (2) a seta nos sistemas de esquematização em várias áreas do conhecimento...

Símbolo da Praia de Itaguaçu

Berenhauser, Henrique
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Imagem
PT_BR
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Fotografia P&B; Fotografia da pedra símbolo da Praia de Itaguaçu, Florianópolis, foto antiga, com data aproximada da década de 1940. Ítem da coleção Florianópolis, mais fotos em http://galeria.ufsc.br/BU/florianopolis/

O sentido do símbolo de alunos do 10.º ano de escolaridade

Nogueira, Daniela; Viseu, Floriano
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2011 POR
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Na transição para o secundário, muitos alunos sentem-se mais à vontade a trabalhar com situações numéricas do que algébricas, o que tende a dever-se a um maior contacto com os números até ao final do 3.º ciclo. No desenvolvimento do pensamento algébrico, ganha relevância a compreensão do sentido do símbolo. O tema das funções do 10.º ano potencia essa compreensão. Recorrendo quanto possível à resolução de problemas, pretendemos averiguar como alunos do 10.º ano desenvolvem o sentido do símbolo no estudo deste tema. Seguindo uma metodologia qualitativa e interpretativa, com o formato de estudo de caso, analisamos os dados que foram recolhidos através da actividade dos alunos, da transcrição de aulas áudio-gravadas, de entrevistas e notas de campo. O estudo envolve três alunos com diferentes desempenhos de aprendizagem – Sílvia, Rui e Rute –, cuja informação é interpretada segundo as três fases que decorreram antes, durante e após a intervenção pedagógica que orientou o estudo das Funções. Os três alunos revelam capacidade de seleccionar a variável, embora Rute nem sempre seja capaz de rever o seu significado; tendem a aplicar preferencialmente algoritmos conhecidos, o que não os ajuda a afastarem-se do significado individual das variáveis e a analisar a expressão no seu todo. Em relação aos papéis das letras...

O sentido de símbolo em alunos do ensino secundário e a sua relação com a aprendizagem da álgebra

Grossmann, Maria Teresa Santos Graça Rebelo Abranches, 1969-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Tese de mestrado, Educação (Didática da Matemática), Universidade de Lisboa, Instituto de Educação, 2011; Esta investigação tem por objetivo caracterizar o sentido de símbolo de alunos na fase final do ensino secundário e a sua relação com a aprendizagem da Álgebra. Duas questões orientam este trabalho: (i) Que sentido de símbolo revelam esses alunos no modo como resolvem questões envolvendo expressões algébricas, equações, problemas e funções? (ii) Qual a relação entre o desenvolvimento do sentido de símbolo dos alunos e a sua capacidade de realização de questões sobre conteúdos específicos do 12.º ano? A investigação incide num grupo de vinte e um alunos, e aborda com mais profundidade dois alunos do 12.º ano. A recolha de dados é feita através de um teste diagnóstico, duas entrevistas e documentos escritos pelos alunos. Um quadro de referência é a base da caracterização do sentido de símbolo dos alunos, a partir da forma como estes resolvem questões envolvendo expressões algébricas, equações, problemas e funções. A metodologia é essencialmente qualitativa (estudos de caso), complementada por alguns aspetos quantitativos, e insere-se no paradigma interpretativo. O quadro de referência mostrou ser uma ferramenta útil e adequada à caracterização do sentido de símbolo dos alunos. Os resultados indicam uma heterogeneidade quanto ao sentido de símbolo dos diversos alunos...

Símbolo e signo: o dinheiro no capitalismo contemporâneo

Paulani,Leda Maria; Müller,Leonardo André Paes
Fonte: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE Publicador: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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O presente texto busca refletir sobre a natureza do dinheiro no capitalismo contemporâneo, debruçandose particularmente sobre o fato de que, atualmente, não só no plano nacional, mas também no mundial, o objeto que corporifica o dinheiro é inconversível, ou seja, não tem lastro, nem nenhuma relação, por remota que seja, com uma mercadoria de verdade. O enfoque teórico é aquele oferecido pela teoria de Marx, paradigma esse que é tratado a partir de uma leitura hegeliana. Partimos da diferença entre símbolo e signo, para mostrar de que maneira Marx, movendo-se no arcabouço hegeliano, pôde construir uma linguagem das mercadorias, onde o dinheiro - e a autonomia que ele detém ante as coisas que representa - tem papel de destaque, associando, finalmente, essa construção teórica com a natureza do dinheiro no capitalismo contemporâneo.

Luzes e sombras no dia social: o símbolo ritual em Victor Turner

Cavalcanti,Maria Laura Viveiros de Castro
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - IFCH-UFRGS Publicador: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - IFCH-UFRGS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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O tema do ritual é marcante na obra de Victor Turner, em especial nos trabalhos diretamente baseados em sua experiência de campo entre os lunda-ndembus realizada nos anos 1950. O artigo examina as formulações do autor nessa fase de sua obra, tomando como fio condutor o conceito de símbolo ritual, que condensa aspectos centrais da abordagem dos rituais. O conceito de símbolo ritual é examinado "em ação", ou seja, é enfocado através de diferentes textos e visto como um dos lugares da obra turneriana onde o esforço de teorização se associou à apreensão etnográfica dos sentidos do ritual. Com essa noção, ao articular reflexões sobre as dimensões cognitivas e experienciais da vida social, Turner buscou abranger dimensões inconscientes do pensamento e da ação. O exame de sua hermenêutica do símbolo indica uma solução de compromisso entre duas direções de pensamento turneriano: a tendência metafísica e religiosa e sua aproximação de formulações psicanalíticas freudianas.

Alegoria e símbolo em torno do Fausto de Goethe

Mazzari,Marcus V.
Fonte: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo Publicador: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 PT
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Este ensaio enfoca o Fausto de Goethe, mais particularmente sua Segunda Parte, à luz da longa tradição de reflexões teóricas sobre a alegoria e o símbolo. Essa tradição - que remonta, pelo menos, a Quintilianus (Institutio Oratoria, 95 a. C.) - tem nas clássicas sentenças publicadas por Goethe no volume Máximas e reflexõesum momento culminante, que servirá de parâmetro a teorizações posteriores, por mais diferentes que possam ser (como ilustram as posições de Walter Benjamin e Georg Lukács). Embora Goethe tenha condenado a alegoria durante o classicismo de Weimar, o Fausto II, "ocupação principal" (Hauptgeschäft) de seus últimos anos de vida, é considerado uma das obras mais alegóricas da literatura alemã. O ensaio busca discutir essa aparente contradição estruturando a argumentação crítica em três passos: o contexto em que Goethe desenvolveu suas concepções de símbolo e alegoria; os momentos da insólita recepção que coube ao Fausto II; a mudança de paradigma que se deu com a interpretação marxista que Heinz Schlaffer dedicou à Segunda Parte do drama enquanto "alegoria do século XIX". O ensaio acena ainda com a possibilidade de superar exegeses fundamentadas na relação antitética entre símbolo e alegoria recorrendo à ideia de "fórmula ético-estética"...

Símbolo e signo: o dinheiro no capitalismo contemporâneo

PAULANI, Leda Maria; MÜLLER, Leonardo André Paes
Fonte: Instituto de Pesquisas Econômicas da FEA-USP Publicador: Instituto de Pesquisas Econômicas da FEA-USP
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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36.89%
O presente texto busca refletir sobre a natureza do dinheiro no capitalismo contemporâneo, debruçandose particularmente sobre o fato de que, atualmente, não só no plano nacional, mas também no mundial, o objeto que corporifica o dinheiro é inconversível, ou seja, não tem lastro, nem nenhuma relação, por remota que seja, com uma mercadoria de verdade. O enfoque teórico é aquele oferecido pela teoria de Marx, paradigma esse que é tratado a partir de uma leitura hegeliana. Partimos da diferença entre símbolo e signo, para mostrar de que maneira Marx, movendo-se no arcabouço hegeliano, pôde construir uma linguagem das mercadorias, onde o dinheiro - e a autonomia que ele detém ante as coisas que representa - tem papel de destaque, associando, finalmente, essa construção teórica com a natureza do dinheiro no capitalismo contemporâneo.; This paper aims to reflect about money in contemporary capitalism, particularly about the question related to the fact that, nowadays, even in the world level, the thing that embodies money (the American dollar) is inconvertible, i.e., doesn't have ballast, doesn't have any relationship, even remote, with a true commodity. The theoretical approach is that offered by Marxian monetary theory...

O símbolo contra o texto : pseudo-dionísio areopagita e irrepresentabilidade divina

Marques Samyn, Henrique
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2007 POR
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Para o Pseudo-Dionísio Areopagita a divindade permanece sempre necesariamente além de toda possibilidade de representaçao sensível e conceitual; a própria estrutura da Criaçao, hierarquicamente ordenada, opera de modo a establecer formas de revelaçao divina que, adequando-se aos limites perceptivos e cogbiscutuvis das criaturas, nao permite que essas possuam qualquer conhecimento imediato de Deus. Desse modo, o método exegético construido pelo Pseudo-Dionísio funciona a partir do reconhecimento de uma clivagem fundamental entre os símbolos aplicados à divindade e a divindade em si mesma: apenas a partir de negaçao do símbolo é possível proceder à sua superaçao e alçar uma compreensao, sempre parcial, de aspectos da divindade.; According to Pseudo-Dionysius the Areopagite, God remains beyond all possibilities of sensible and conceptual representation. The Creation itself, hierarchly structured, works to establish diverse ways of divine revelation, adapted to the perceptual and cognitive limitations of all creatures, so that they cannot have any immediate knowledge of God. For this reason, the exegetical method employed by Pseudo-Dionysius lies in the acknowledgement of a fundamental gap between symbols applied to God and God itself: only the negation of the symbols makes possible its transcendence and the reaching of a knowledge...

Hacia una propuesta semiótica y cultural del símbolo a partir de la Crítica del Juicio y las posibilidades de una ‘antropología del símbolo’ en el escenario de las Humanidades

Ballén Rodríguez, Juan Sebastián
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2012 SPA
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A partir del horizonte filosófico de la tercera crítica kantiana, se propone hacer un acercamiento a la ‘teoría semiótica’ del símbolo que enlazaría dos ámbitos estructurales: el semiótico y el cultural o estético. Acompañado de las observaciones del filósofo y escritor italiano Humberto Eco, pretendemos igualmente actualizar las posturas kantianas sobre el símbolo dentro de los nuevos derroteros de la teoría semiótica general. Ubicados en el contexto teórico de la ‘semiótica general’, proponemos asumir una definición de lo humano a partir de la categoría filosófica del símbolo, tal y como la propone Ernst Cassirer en su Antropología filosófica, explorando, al mismo tiempo, las posibilidades metodológicas para una ‘antropología del símbolo’, propicia en el mundo actual en el que predomina, paradójicamente la seducción de la retórica de la imagen con la constitución ontológica de los mundos virtuales. Finalmente, mostraremos las incidencias de la propuesta de una ‘antropología simbólica’ en lo que se ha dado llamar (particularmente en España) bajo el título de antropología educativa.; One to depart from the philosophical horizon of the third Kantian critique, proposes him to make one an approximation ‘ theory semiótica ‘ of the symbol that would connect two structural areas: the semiotic and cultural or aesthetic. Accompanied of the observations of the philosopher and Italian writer Humberto Eco...

A CASA COMO SÍMBOLO: A RELAÇÃO MÃE-CRIANÇA; THE HOUSE AS SYMBOL: THE MOTHER-CHILD RELATIONSHIP

Rahinovich, Elaine Pedreira
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 19/06/1997 POR
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Este artigo é parte de um estudo em que foram propostas dimensões para análise da moradia - simbolo; corporiedade; temporalidade, poética; brasilidade - a partir de três estudos decaso de moradias populares urbanas; rurais e de moradias nas ruas. Neste artigo é proposto o estudo da casa como simbólica da maternagem, ou seja, como substituto do útero sócio-historicamente construído. A relação mãe-bebê é vista como origem da capacidade simbólica entendida como “re-união” de partes separadas. Esta acepção implica em funções psiquicas associadas à proteção mágica, remetendo a uma suposta origem religiosa-mitica do habitar humano.; This article is part of astudywherethe followingdinnensions for the analysis ofthe dwelling were proposed: symbol; corporality; temporality; poetics; brazility - based on three case studies of urban popular houses, rural houses and homeless dwvellings. In this article I propose the study of the dwelling as symbolic of mothering, that is, as a substitute of a sociohistorica~lyconstructed uterus. The mother-child relationship is seen as the origin ofthe syrnbolic ability understood as the rejoint of previously separated parts. This conception implicates in psychologicalfunctions associated to magical protection...

Um estudo sobre o símbolo, com base na semiótica de Peirce; A Study about the Symbol Based on Peirce’s Semiotics

Ribeiro, Emílio Soares
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 07/06/2010 POR
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Vivemos rodeados por símbolos, são eles desde o aceno de mãos em uma despedida ao alfabeto que utilizamos para falar e escrever. Embora a literatura sobre o simbólico se utilize de diversas definições reducionistas para a palavra "símbolo", é certo que, ao explicarmos o simbólico, sempre resta algo intraduzível, pois o símbolo aponta para algo que está ausente, representando-o, mas sem apreender todas as suas possibilidades. A redução ou especialização extrema do sentido de um símbolo costuma ter como consequência a degradação do significado, tornando-o uma insignificância alegórica ou atributiva (Cirlot, 1984, p. 5). Além disso, a percepção do símbolo é também pessoal, visto que, em seu processo de formação, o ser humano acrescenta às experiências pessoais valores culturais e sociais herdados da humanidade que o precedeu até então. Nesse sentido, o presente artigo discute o simbólico com base em Charles Sanders Peirce, buscando mostrar como tal signo é constituído e entendido na semiótica criada pelo referido autor americano. Anteriormente, porém, na primeira parte do trabalho, foi necessário fazer algumas considerações gerais sobre o termo "símbolo", suas origens e os vários significados que a ele são atribuídos. Em seguida...

Símbolo e signo: o dinheiro no capitalismo contemporâneo

Paulani, Leda Maria; Müller, Leonardo André Paes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2010 POR
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36.89%
This paper aims to reflect about money in contemporary capitalism, particularly about the question related to the fact that, nowadays, even in the world level, the thing that embodies money (the American dollar) is inconvertible, i.e., doesn't have ballast, doesn't have any relationship, even remote, with a true commodity. The theoretical approach is that offered by Marxian monetary theory, paradigm that is read in a Hegelian way. We depart from the difference between symbol and sign to show how Marx, moving within the Hegelian framework, could construct a commodities language, in which money - and the autonomy it has in face of the things it represents - has a detached role. Finally we indicate the relation we see between this theoretical construct and the nature of money in contemporary capitalism.; O presente texto busca refletir sobre a natureza do dinheiro no capitalismo contemporâneo, debruçandose particularmente sobre o fato de que, atualmente, não só no plano nacional, mas também no mundial, o objeto que corporifica o dinheiro é inconversível, ou seja, não tem lastro, nem nenhuma relação, por remota que seja, com uma mercadoria de verdade. O enfoque teórico é aquele oferecido pela teoria de Marx, paradigma esse que é tratado a partir de uma leitura hegeliana. Partimos da diferença entre símbolo e signo...

RITUAL E SÍMBOLO NA POLÍTICA; RITUAL E SÍMBOLO NA POLÍTICA

Barreira, Irlys Alencar Firmo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1996 POR
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37.03%
The political rituals, existing mostly in the electoral campaign situations, serve as a broad reference to the reflection about the so called "Citizenship Caravan" (Caravana da Cidadania) performed by the "Workers Party" at the moment when Luis Ignácio "Lula" da Silva ran for elections to President of Brazil. From of the observation of newspapers reports, videos, photography images, and books, it was considered in this article that such campaign ritual enclose interesting aspects, from which the subjects of culture and politics, are articulated. In this sense, the "Citizenship Caravan" has been analyzed from the following questions: a) the production of identification mechanisms between the "people"  and the candidate; b) The symbology of the event its attempt of knowledge and "discovery" of Brazil; c) The symbols and images construction as the expression of the interest conflicts.; Os rituais da política, presentes sobretudo em situações de campanha eleitoral, servem de referência ampla à reflexão sobre a "Caravana da Cidadania", realizada pelo Partido dos Trabalhadores no momento da candidatura de Luís Inácio Lula da Silva à presidência da República. A partir da observação de reportagens, vídeos, imagens fotográficas e livros...

Consideraciones en torno al concepto de "símbolo" desde el punto de vista de Ernst Cassirer

González,Roberto Andrés
Fonte: Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey, División de Humanidades y Ciencias Sociales Publicador: Instituto Tecnológico y de Estudios Superiores de Monterrey, División de Humanidades y Ciencias Sociales
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 ES
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En el presente me he propuesto la factura de un atisbo acerca del concepto de "símbolo" en la obra de Cassirer. Para éste la huella del "símbolo" puede rastrearse a través de tres momento marcados: en primer lugar, como el elemento común entre las diferentes formas simbólicas; en segundo lugar, como el nexo necesario entre el hombre y la naturaleza; y en tercer lugar, la concepción del "símbolo" tiene que distinguirse conceptualmente, contrastándose, respecto de la noción de "signo".

Figuras y narrativas míticas del símbolo: Del laberinto entre los o'odham, hopi y yuma

Amador Bech,Julio
Fonte: Escuela Nacional de Antropología e Historia Publicador: Escuela Nacional de Antropología e Historia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 ES
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En este artículo se investiga el origen del símbolo: el hombre en el laberinto y las narrativas míticas que han surgido, a partir del mismo, entre las diversas comunidades o'odham de Sonora y Arizona. Para tal efecto se sigue su uso en diversas manifestaciones de la cultura material, las funciones sociales que cumplen y los múltiples significados que se le atribuyen. Se sitúan, tanto al símbolo como a las narrativas, en relación con las tradiciones orales, recopiladas por la etnografía norteamericana de principios del siglo XX y se confrontan con ejemplos semejantes en el arte rupestre de los hopi y los yuma.

Gilbert Durand, imagen y símbolo o hacia un nuevo espíritu antropológico

Solares Altamirano,Blanca
Fonte: UNAM, Facultad de Ciencias Políticas y Sociales, División de Estudios de Posgrado Publicador: UNAM, Facultad de Ciencias Políticas y Sociales, División de Estudios de Posgrado
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 ES
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36.89%
En este artículo, la autora analiza algunos de los elementos básicos que Gilbert Durand denomina el "nuevo espíritu antropológico", particularmente la noción de símbolo (homo symbolicus), punto de inflexión clave para la apertura al punto de vista hermenéutico de este autor.

Cassirer y Gadamer: El arte como símbolo

Montero Pachano,Patricia Carolina
Fonte: Centro de Estudios Filosóficos Adolfo García Díaz Publicador: Centro de Estudios Filosóficos Adolfo García Díaz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 ES
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Se recogen en este estudio algunas observaciones relativas a la naturaleza referencial del arte como símbolo, partiendo de las consideraciones de Cassirer y Gadamer. La inquietud es determinar si la abstracción le resta a la obra de arte su carácter mimético y por tanto, su naturaleza simbólica; dado que el símbolo se ha asumido en ocasiones como un indicador del mundo conocido.

Las interpretaciones del simbolo “X” en los polinomios

Quintero,Roy; Ruiz,Deyse; Terán,Ruperto
Fonte: Universidad de los Andes Publicador: Universidad de los Andes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 ES
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Este artículo contiene el análisis de los hallazgos de una investigación que tuvo como propósito indagar acerca de la interpretación que tanto profesores como estudiantes atribuyen al símbolo “X”, el cual es utilizado en los ambientes escolarizados para representar los conceptos “Variable”, “Indeterminada” e “Incógnita” dentro del tema de polinomios de octavo grado de Educación Básica. El mismo símbolo representa objetos matemáticos diferentes, esto es, “X” es usada para representar la indeterminada en la “Definición de Polinomio”; la incógnita, en una “Ecuación Polinómica”, y la variable, en una “Función Polinómica”. Para lograr dicho propósito, el abordaje metodológico se realizó desde el enfoque de la etnografía.