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Imagens de Roland Barthes no Brasil; The images of Roland Barthes in Brazil

Brandini, Laura Taddei
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/10/2013 PT
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Roland Barthes nunca colocou os pés em território brasileiro. O que não quer dizer que ele nunca tenha estado no Brasil: seus escritos, carregados com suas ideias, suas noções, seus paradoxos e suas idas e vindas, trataram de assegurar sua presença na história da crítica literária brasileira do século XX. As relações entre Barthes e os intelectuais constituem o tema deste trabalho, que tem por objetivo encontrar, descrever e problematizar as imagens do escritor francês, produtos de sua recepção no Brasil, de 1953, data da publicação do primeiro livro de Barthes, Le Degré zéro de lécriture, até o momento atual. Efeitos de um processo de refração, tais imagens não se limitam a reproduzir a dinâmica do pensamento barthesiano, mas também evidenciam as particularidades do contexto e dos intelectuais que delas se apropriaram. Pois a periodização estudada compreende um momento de transição na história da crítica brasileira que a recepção à obra do escritor torna evidente: a consolidação das instituições universitárias, nos anos 50 e 60, abriu um novo espaço para os debates literários, antes limitados aos jornais. A crítica literária e as discussões teóricas, até esse momento, dominadas por críticos de formação autodidata...

Jacob Roland: um jesuíta flamengo na América Portuguesa

Ambires,Juarez Donizete
Fonte: Associação Nacional de História - ANPUH Publicador: Associação Nacional de História - ANPUH
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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Este artigo procura recuperar a figura do jesuíta flamengo Jacob Roland que, na América Portuguesa, foi missionário e, depois, apoio paulista na solicitação de administração direta do índio.

Lição crítica: Roland Barthes e a semiologia do impasse

Silva,Marcio Renato Pinheiro da
Fonte: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ Publicador: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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Compreendendo por semiologia a ciência que se dedica ao estudo da significação no seio da vida social, este artigo desenvolve, em um primeiro momento, uma possível função social de tal ciência, de acordo com Roland Barthes. Em seguida, considera a hipótese, segundo a qual a conjunção dessa função com o estudo sistemático da significação acena para um impasse da semiologia, o qual é tanto previsto quanto lido criticamente por Barthes.

Roland Barthes e seus primeiros toques de delicadeza minimalista: sobre O grau zero da escritura

Motta,Leda Tenório da
Fonte: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ Publicador: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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A mais de meio século da publicação de O grau zero da escritura e a trinta anos do desaparecimento de Roland Barthes, ensaia-se aqui um exame da obra princeps, uma das mais radicais da crítica contemporânea e, bem por isso, uma das mais intrigantes. O presente artigo constitui-se de notas para um acercamento das principais influências ativas sobre o primeiro Barthes e das principais literaturas no horizonte desta nova crítica, quando ela principia, em 1953. Trata-se também de uma tentativa de pequena gênese do conceito de "grau zero", estranho ao corte saussuriano da escola das estruturas. Destas notas, espera-se que encaminhem um argumento em defesa da ideia de que, antes que erráticos, os escritos barthesianos são percorridos por uma linha de força representada pelo "grau zero", que nada mais é que o "neutro". A esse conceito sui generis - em sua última versão grafado com maiúscula - seria inteiramente dedicado o penúltimo curso no Collège de France. Podemos dizer que ele fecha um círculo virtuoso.

História das formas e os tons da crítica: uma releitura de O grau zero da escrita, de Roland Barthes

Silva,Márcio Renato Pinheiro da
Fonte: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ Publicador: Programa de Pos-Graduação em Letras Neolatinas, Faculdade de Letras -UFRJ
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Em princípio, pode-se dizer que O grau zero da escrita (1953), primeiro livro do ensaísta francês Roland Barthes (1915-1980), consiste em uma história da literatura moderna de meados do século XIX a meados do XX. Ocorre que, nesse processo, Barthes se vale de pouquíssimos dados relativos tanto à história geral quanto à história da literatura, tornando o livro, ainda hoje, de delicada compreensão. Este artigo pretende se dedicar aos possíveis sentidos dessas lacunas, vinculando-as à particularidade mesma da história visada por Barthes (uma história das formas literárias modernas). Em seguida, será realizada sua contraposição ao tom assumido pela escrita do ensaísta diante da história por ele mesmo narrada, na tentativa de identificar e de discutir suas possíveis ambivalências.

Arlette : opèrette en 3 actes / musique de Jane Vieu ; paroles de Claude Roland et L. Bouvet.; Arlette. Vocal score

Vieu, Jane ; Roland, Claude (1872 - 1946); Bouvet, Louis
Fonte: C. Joubert Publicador: C. Joubert
Tipo: Musical Score Formato: Number of Pages:vocal score (256 p.); Dimensions:28 cm
FRE
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Autograph presentation copy to Albert Gérard from Claude Roland. --- Instrumentation indicated.

Le sentiment de la nature dans la "Chanson de Roland": quelques considérations à propos du vers 814

Paredes Núñez, Juan
Fonte: Universidad de Alcalá. Servicio de Publicaciones Publicador: Universidad de Alcalá. Servicio de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
FRA
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En el Cantar de Mio Cid apenas encontramos algunos esbozos de paisaje que, sin embargo, parecen cumplir una función expresiva muy importante, inextricablemente unida a la acción. La Chanson de Roland, con su proverbial fantasía geográfica, no parece caminar en la misma dirección. Con lodo, el cuadro espacio-temporal se erige como elemento esencial en el ámbito de la sublimación épica que el poema representa como transfiguración de un elemento histórico. La descripción parece cumplir una función expresiva que deja transparentar la presencia del juglar. El verso 814, con su estructura bipolar, interpretada incluso como expresión de la dualidad de la mentalidad y el espacio medievales, ofrece un gran interés. En un primer estadio las descripciones tienen un carácter formulario, pero a veces van más lejos. Es lo que ocurre en el episodio de la afrenta de Corpes o en la descripción del paisaje lumínico de Valencia, en el cantar cidiano o, por encima del estereotipo infernal, en la descripción de la tierra de Chernubles, en el pasaje de la muerte de Roland o en la escena de la llegada de las tropas de Baligant, en el cantar francés. En estos casos, las descripciones sobrepasan el límite referencial y se cargan on unas connotaciones emotivas...

La poésie graphique : Christian Dotremont, Roland Giguère, Henri Michaux et Jérôme Peignot

Pelard, Emmanuelle
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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L’objet de cette thèse est de définir un type de poésie visuelle moderne (XXe-XXIe), que nous avons nommé la poésie graphique et qui attache une importance considérable à l’expérimentation plastique du signe graphique, qui manifeste une conscience aiguë des ressources visuelles de la graphie et entend réaliser la poésie dans la matérialité des formes de l’écriture. Cette pratique graphique et plastique du poème s’inscrit dans la continuité, mais également dans un certain renouveau des avant-gardes poétiques et artistiques du XXe siècle, notamment du surréalisme. La poésie graphique désigne une pratique de la poésie à caractère spécifiquement graphique, qui recouvre tant une peinture du signe qu’un travail typographique de la lettre pour élaborer le poème. La particularité des poètes graphiques est leur double vocation, celle d’écrivain et celle de plasticien. Ils expérimentent l’écriture dans sa dimension linguistique et dans sa dimension graphique, en considérant que l’activité de scription ou de linotypie — c’est-à-dire la peinture ou le dessin du mot, du signe graphique, la typographie et l’édition — est déjà littérature. Autrement dit, ils envisagent que la création et la matérialisation du poème procèdent du même geste. Les logogrammes de Christian Dotremont...

Translation, adaptation and validation of the Roland-Morris questionnaire - Brazil Roland-Morris

Nusbaum,L.; Natour,J.; Ferraz,M.B.; Goldenberg,J.
Fonte: Associação Brasileira de Divulgação Científica Publicador: Associação Brasileira de Divulgação Científica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2001 EN
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The purpose of the present study was to translate the Roland-Morris (RM) questionnaire into Brazilian-Portuguese and adapt and validate it. First 3 English teachers independently translated the original questionnaire into Brazilian-Portuguese and a consensus version was generated. Later, 3 other translators, blind to the original questionnaire, performed a back translation. This version was then compared with the original English questionnaire. Discrepancies were discussed and solved by a panel of 3 rheumatologists and the final Brazilian version was established (Brazil-RM). This version was then pretested on 30 chronic low back pain patients consecutively selected from the spine disorders outpatient clinic. In addition to the traditional clinical outcome measures, the Brazil-RM, a 6-point pain scale (from no pain to unbearable pain), and its numerical pain rating scale (PS) (0 to 5) and a visual analog scale (VAS) (0 to 10) were administered twice by one interviewer (1 week apart) and once by one independent interviewer. Spearman's correlation coefficient (SCC) and intraclass correlation coefficient (ICC) were computed to assess test-retest and interobserver reliability. Cross-sectional construct validity was evaluated using the SCC. In the pretesting session...

Inconfessadamente ditoso: trânsitos do eu nas escritas de Roland Barthes e de Ana Cristina Cesar; Unconfessedly joyful: displacements of the written I in works by Roland Barthes and Ana Cristina Cesar

Oliveira, Priscila Pesce Lopes de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/08/2015 PT
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Ana Cristina Cesar e Roland Barthes são frequentemente caracterizados por uma dicção intimista e subjetiva, que o estudo especializado averigua ser resultado de articulações muito específicas do eu em seus textos. Esta dissertação inscreve-se nesses estudos, traçando a movimentação entre os espaços de intersecção, os de autonomia e o trânsito entre escritor e locutor em escritos de Ana C. e de Barthes. Examina a inclusão deliberada de determinados dados biográficos dos escritores no espaço textual da obra, pensando um arraigamento da escrita na biografia como projeto em Barthes e como inquietação em Ana C.. Discute os diários como espaço de modulação do eu na escrita, e também de correlatos como subjetividade e identidade, visto que os dois autores trabalham o gênero com finalidades literárias, operando nele certos deslocamentos. São também investigados modos de relação entre os meticulosos eus textuais e o Outro, em duas frentes: imagens fotográficas em livros dos autores e o anseio pelo outro, como interlocutor em Ana C. e como matéria e motivo de um narrar em Barthes. A análise se concentra sobre A teus pés, Crítica e Tradução e a iconografia de Inéditos e Dispersos de Ana C., e de Barthes...

Com Roland Barthes, de Leyla Perrone-Moisés

Araujo, Rodrigo da Costa
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 29/11/2012 POR
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O presente texto é uma resenha crítica do livro "Com Roland Barthes", de Leyla Perrone-Moisés/ Editora Martins Fontes

Roland Barthes in The camera lucida, the infidel semiologist; Roland Barthes em A câmara clara, o semiólogo infiel

Tenório da Motta, Leda; Fontanari, Rodrigo
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Peer-reviewed Article Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 11/12/2012 POR
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In Camera lucida, Roland Barthes forms a critical reflection on photography. In thiswork, the semiotician denouncing the myths of the photograph is the poet of hauntingimages to an invitation to the difficult task of recognizing the natural riches that may beperpetuated in a photographic image. We fear there another look toward the imagingtechniques, and other than that coming from the well-thinking tradition, with his vetoof the simulacra. We played with the hypothesis that the thesis of Camera lucida wouldbenefit from being perceived as a sui generis thinking about the photographic sign.; Em A câmara clara, Roland Barthes inscreve uma reflexão decisiva sobre a fotografia. Nessa obra, o semioticista que denuncia os mitos da fotografia passa a poeta das imagens pungentes, a um convite à difícil tarefa de reconhecer as riquezas singulares que podem vir a ser eternizadas em uma imagem fotográfica. Temo aí um outro olhar em direção à imagens técnicas, bem diverso daquele vindo da tradição bem-pensante, com seu veto ao aos simulacros. Nesse sentido, jogamos com a hipótese de que as teses de A câmara clara ganhariam se fossem entendidas como um pensamento sui generis sobre o signo fotográfico.

Roland Barthes diante do signo fotográfico; Roland Barthes in front of the photographic sign

Motta, Leda Tenório da; Fontanari, Rodrigo
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2012 POR
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Em A câmara clara, Roland Barthes elabora uma reflexão decisiva sobre a fotografia. Nessa obra, o semioticista que denuncia os mitos da fotografia passa a poeta das imagens pungentes, em um convite à difícil tarefa de reconhecer as riquezas singulares que podem vir a ser eternizadas em uma imagem fotográfica. Temos aí outro olhar em direção a imagens técnicas, bem diverso daquele vindo da tradição bem- -pensante, com seu veto aos simulacros. Nesse sentido, jogamos com a hipótese de que as teses de A câmara clara ganhariam se fossem entendidas como um pensamento sui generis sobre o signo fotográfico.; In The camera lucida, Roland Barthes forms a critical reflection on photography. In this work, the semiotician denouncing the myths of the photograph is the poet of haunting images to an invitationto the difficult task of recognizing the natural riches that may be perpetuated in a photographic image. I fear there another look toward the imaging techniques, and other than that coming from the well-thinking tradition, with his veto of the simulacra. We played with the hypothesis that the theses of the camera clearly benefit from being perceived as a sui generis thinking about the photographic sign.

Odo of Bayeux At War: Linking The Bayeux Tapestry And ???The Song Of Roland???

Jameson, Carl
Fonte: University of Delaware Publicador: University of Delaware
Tipo: Undergraduate Thesis
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Daniel F. Callahan; In 1066 England was conquered by Duke William of Normandy, and during the next ten years a magnificent work of art was created to glorify the conquest: the Bayeux Tapestry. Curiously, although William???s brother Bishop Odo of Bayeux is scarcely mentioned by the chroniclers who recorded the events of the Norman Conquest, the Tapestry features him in a leading role. This can be explained by the fact that Odo was almost certainly the Tapestry???s sponsor, but a more intriguing possibility arises when examining the contemporary great work The Song of Roland. In its epic verses the tale of Charlemagne???s Spanish campaign in 778 is magnified into a world-spanning struggle between the forces of Christianity and Islam, and in the midst of it all is a character who bears remarkable resemblance to Odo in the Tapestry: Archbishop Turpin of Rheims. Given Turpin???s legendary status, Odo could have masterminded his image in the Tapestry to liken himself to the archbishop, enhancing his prestige far more extensively while legitimizing his warlike tendencies in the eyes of his contemporaries by endowing himself with the image of a holy warrior. This thesis examines the links between Bishop Odo, the Tapestry, and The Song of Roland...

SCRAPES OF WRITING: ROLAND BARTHES AND HENRI MICHAUX’S ENGRAVINGS ON THE EAST; GOLPES DE ESCRITA: TRAÇADOS DE ROLAND BARTHES E HENRI MICHAUX SOBRE O ORIENTE

Volker, Camila Bylaardt
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2015 POR
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The paper attempts to approximate Roland Barthes and Henri Michaux’s works, through the texts on the East written by these authors, specifically A Barbarian in Asia and Empire of signs. The authors’ observations on eastern society come along  with a deep reflection on the crystallization of language with regard to the shaping of writing of the lived experience. ; O artigo faz aproximações entre os trabalhos de Roland Barthes e Henri Michaux a partir da observação de como suas experiências com o Oriente afetaram suas percepções do trabalho com a escrita, respectivamente, em O império dos signos e Um bárbaro na Ásia. As observações dos autores sobre a sociedade oriental são acompanhadas de uma reflexão intensa sobre a cristalização da linguagem para configuração escrita da experiência vivida.

OSCAR MASOTTA AND ROLAND BARTHES. STRUCTURAL HOMOLOGIES OF AN AVANT-GARDE CRITICISM; Oscar Masotta y Roland Barthes. Homologías estructurales de una crítica de vanguardia

Nácher, Max Hidalgo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2015 SPA
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The article proposes a comparative reading of the works of Oscar Masotta and Roland Barthes up to the 1970s. In these authors Beatriz Sarlo and Pierre Bourdieu have respectively seen a symptom of the age. Thus, rather than setting our attention on the content of their works, we propose reading based on the discovery of a structural homology: Masotta and Barthes share the same position as enunciators. As will be shown in the article, this position is tied to the precariousness of their institutional stand and a resolute commitment to the intellectual avant-garde.; El artículo propone una lectura comparada de la obra de Oscar Masotta y de Roland Barthes hasta los años setenta. Beatriz Sarlo y Pierre Bourdieu han visto en estos autores, respectivamente, un síntoma de la época. Así, más que fijarnos en sus contenidos, proponemos una lectura en movimiento a partir del descubrimiento de una homología estructural: Masotta y Barthes comparten una misma posición de enunciación. Como podrá verse en el artículo, ésta va ligada, a su vez, a la precariedad de su posición institucional y a una apuesta decidida por la vanguardia intelectual.

Roland Barthes, da História ao Haicai; ROLAND BARTHES, FROM HISTORY TO HAIKU

Silva, Marcio Renato Pinheiro da
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2015 POR
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The first part of The Preparation of the Novel, the last course held by Roland Barthes at the Collège de France, is almost entirely dedicated to the Eastern haiku. More precisely, the haiku is elected as a formal model for his writing to come. This paper sustains the hypothesis that, in such process, Barthes reviews the connections between writing, history and subjectivity, common to his work, through a different perspective from his early writings, in which history was emphasized. There are two reasons for this. Firstly, the way the essayist sketches a different kind of knowledge, characteristic to writing. Secondly, the temporality of the haiku itself, very close to Nietzsche’s second Untimely Meditation. ; A Preparação do Romance, último curso de Roland Barthes ministrado no Collège de France, promove, em sua primeira parte, um singular apropriação do haicai oriental como forma modelar a partir da qual o ensaísta pretende estruturar sua escrita por vir. Este artigo parte da hipótese segundo a qual, neste processo, Barthes revê as relações entre escrita, história e subjetividade, extremamente recorrentes à sua trajetória intelectual, por um viés bastante distinto de seus primeiros escritos, nos quais a história era a instância privilegiada. Dois aspectos concorrem a isso. Primeiramente...

ROLAND BARTHES IN LÍNGUA E LITERATURA (USP) JOURNAL; Roland Barthes na revista Língua e Literatura (USP)

Brandini, Laura Taddei
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2015 POR
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This article aims to describe and analyze the reception to the works of Roland Barthes in São Paulo’s academic criticism. To achieve this goal, we study articles published in University of São Paulo’s magazine Língua e Literatura, established in 1972 and still in circulation. The selection of Barthes’ concepts in articles from the magazine highlights the dynamics that governs the perception of the image of the French writer in every Brazilian historical moment: from leader of structuralism, in the 70s, to the post-modern libertarian in the 2000s, we can not only see a difference in the appreciation of his writings, but also a change of the profile of academic critics. ; Este artigo visa a descrever e analisar a recepção às obras de Roland Barthes na crítica universitária paulista tendo como corpus a revista uspiana Língua e Literatura, criada em 1972 e ainda em circulação. A seleção dos conceitos barthesianos presentes nos artigos da revista evidencia a dinâmica que rege a percepção da imagem de Barthes a cada momento histórico brasileiro: de líder do estruturalismo, nos anos 70, a libertário pós-moderno, nos anos 2000, apontando não só para uma diferença de valorização de seus escritos, como também para a mudança de perfil dos críticos acadêmicos.

Roland Barthes: from the death of the author to its return; Roland Barthes: Da morte do autor ao seu retorno

Figueiredo, Eurídice
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 09/06/2014 POR
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O artigo propõe um percurso que passa pela leitura de artigos de Maurice Blanchot e Michel Foucault para chegar à trajetória de Roland Barthes no que concerne ao debate sobre a figura do autor, desde o célebre artigo “A morte do autor” até seu curso A preparação do romance II, ministrado no Collège de France e publicado postumamente. A análise que se faz aqui privilegia o livro Roland Barthes por Roland Barthes que já anunciava a vaga autobiográfica que iria surgir nos anos subsequentes. ; This article proposes a path that involves the reading of two articles by Maurice Blanchot and Michel Foucault in order to apprehend Roland Barthes’s trajectory  concerning the debate regarding the nature of authorship, from the well-known article “The death of the author” until the course The preparation of the Novel II that he gave at Collège de France, published posthumously. This analysis focuses on the book Roland Barthes by Roland Barthes which was a precursor of the autobiographical wave that was to appear his written production in in the following years.

Roland Barthes in Brazil, by translations; Roland Barthes no Brasil, via traduções

Brandini, Laura Taddei; Universidade Estadual de Londrina
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa Histórica; Estética da recepção; Teoria do Polissistema Literário; Formato: application/pdf
Publicado em 04/12/2014 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/2175-7968.2014v2n34p120This article studies the reception to the work of Roland Barthes in Brazil by the translations of his books and essays. More specifically, and according to the Theory of Literary Polisystem, by Itamar Even- Zohar, it retraces the history of the translations of Barthes in its relations with the most important Brazilian intellectuals scenarios for his work, the '70s and 2000s: at first the works of the French writer that best corresponded to the desire of Brazilian intellectuals by theories came from linguistic studies, versatile enough to serve as an analytical basis for reading the most varied objects, were translated; in the second time, interest in Barthes found in the canonization imposed by the postmodernity thought his justification for a review of his work. Both in the first and the second moment, the translations of barthesians texts reflect different images of the French writer, built by Brazilian intellectuals, which show the characteristics of each of these historic cultural moments.; http://dx.doi.org/10.5007/2175-7968.2014v2n34p120Este artigo tematiza a recepção à obra de Roland Barthes no Brasil pelo viés das traduções de seus livros e ensaios. Mais especificamente...