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Agricultores inovadores, SAFS, sustentabilidade e educação básica: pontos e contrapontos.

OLIVEIRA, J. S. R.; KATO, O. R.
Fonte: In: ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA, 19., São Paulo, 2009. Formação e contemporaneidade da diversidade sócio-espacial no campo: anais. São Paulo: USP, 2009. p. 1-14. Publicador: In: ENCONTRO NACIONAL DE GEOGRAFIA AGRÁRIA, 19., São Paulo, 2009. Formação e contemporaneidade da diversidade sócio-espacial no campo: anais. São Paulo: USP, 2009. p. 1-14.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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O trabalho ressalta experiências inovadoras realizadas por 78 agricultores familiares do qual expandiram seus tradicionais sítios ou quintais para outras parcelas produtivas das suas Unidades de Produção Familiar ? UPFs na forma de Sistemas Agroflorestais ? SAFs, localizados no Nordeste Paraense Amazônia Oriental, nos municípios de Irituia, Mãe do Rio, São Domingos do Capim e Concórdia do Pará, área territorial do programa PROAMBIENTE2. Os referidos sistemas têm garantido diversidade produtiva ao longo do ano, segurança alimentar, inserção no mercado consumidor, menor penosidade do trabalho e serviços ambientais auxiliando na solução dos problemas relacionados ao meio ambiente local. Estes agricultores não tiveram inicialmente intervenções do aporte científico da pesquisa e extensão e nem a contribuição direta da educação básica.; 2009

Tipologia da piscicultura familiar no Nordeste Paraense.

CORREA, R.; MOTA, D.; MEYER, G.
Fonte: Agrotrópica, Ilhéus, BA, v. 22, n. 2, p. 75-88, maio/ago. 2010. Publicador: Agrotrópica, Ilhéus, BA, v. 22, n. 2, p. 75-88, maio/ago. 2010.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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O objetivo do artigo é traçar a tipologia da piscicultura de base familiar no Nordeste paraense. A metodologia constou de abordagens qualitativas e quantitativas com uso de questionário, entrevistas e observações nos espaços onde são desenvolvidas as atividades relativas ao cultivo de peixes num recorte do território do Nordeste Paraense constituído pelos municípios de Mãe do Rio, Aurora do Pará, Irituia e São Domingos do Capim. No total, quinze estabelecimentos foram visitados, sendo tanto de gestão individual como de coletiva. Os principais resultados mostram que coexistem diferentes experiências que se diferenciam segundo a forma de gestão, o tipo de sistema e as espécies cultivadas. Os principais problemas enfrentados são a falta de assistência técnica contínua, o elevado custo da ração e a ocorrência de doenças que, em geral, ocasionam a mortalidade dos peixes. Mesmo assim, os agricultores insistem no cultivo e buscam diferentes alternativas para viabilizá-lo visando tanto o consumo quanto o mercado; 2010