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Justiça e revolta em Albert Camus

Laurindo, Marja Mangili
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 83 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Curso de Graduação em Direito; O presente trabalho estudará os conceitos de revolta e justiça a partir do entendimento de Albert Camus. Para isso, far-se-á uma análise cronológica que abarca, nos três capítulos, os temas absurdo, revolta e justiça, respectivamente. No primeiro capítulo, a questão do absurdo é colocada sobretudo a partir das obras O estrangeiro e O mito de Sísifo, a fim de introduzir o pensamento do autor estudado. No segundo capítulo, o conceito de revolta passa a ser o objeto de estudo a partir do ensaio O homem revoltado, o qual dá os indicativos mais sólidos para o terceiro capítulo, que se propõe a compreender o tema justiça em Albert Camus. Neste último capítulo, se demonstrará que o entendimento camusiano de justiça está inteiramente associado a sua ideia daquilo que se pode chamar de revolta autêntica e às suas implicações.

A revolta no Egito

Kandil,Hazem
Fonte: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento Publicador: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2011 PT
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Esta entrevista enfoca a derrubada do regime autoritário egípcio em 11 de fevereiro de 2011, quando o presidente Hosni Mubarak renunciou ao posto após três décadas no poder: as razões que levaram à revolta popular, os segmentos sociais que compuseram o movimento e a forma como se deu sua mobilização, as forças que constituíam a estrutura de poder do regime deposto, o cenário sociopolítico do Egito no período de transição subsequente e as perspectivas de democratização do país.

Em louvor a "Sant’Anna": notas sobre um plano de revolta escrava em São Matheus, norte do Espírito Santo, Brasil, em 1884

Martins,Robson L. M.
Fonte: Universidade Cândido Mendes Publicador: Universidade Cândido Mendes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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Este artigo ressalta o papel da imprensa e o da polícia ante a denúncia de um plano de revolta escrava. Planejado para ocorrer em meio às comemorações em louvor a Sant’Anna, no dia 27 de julho de 1884, em São Matheus, norte da Província do Espírito Santo, com a finalidade de promover a emancipação geral dos escravos do município. Ao longo do século XIX, os escravos aproveitavam o momento das comemorações religiosas para planejar grandes revoltas. Os fatos verificados em São Matheus elucidam um pouco mais este costume, bem como o papel da imprensa, ao ocultar os eventos capazes de promover o pânico na sociedade da época.

Do marinheiro João Cândido ao Almirante Negro: conflitos memoriais na construção do herói de uma revolta centenária

Almeida,Silvia Capanema P. de
Fonte: Associação Nacional de História - ANPUH Publicador: Associação Nacional de História - ANPUH
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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O artigo discute a consolidação da Revolta da Chibata (Rio de Janeiro, 1910) como um tema da memória nacional brasileira, pela análise de diferentes momentos e tentativas de recuperação, apropriação e comemoração do levante. Discute como a edificação do marinheiro negro João Cândido como herói nacional foi, ao longo do século XX, um processo complexo, que revela valores de diferentes temporalidades, contextos e lugares sociais. Analisando três níveis de memória - coletiva, nacional e individual -, busco compreender como as celebrações relacionadas a essa revolta revelam também violências, silêncios e esquecimentos, ao mesmo tempo em que embates são travados na procura por reconhecimento e legitimação de um ícone na época da celebração de seu centenário.

"A Revolta dos Pingüins" e o novo pacto educacional chileno

Zibas,Dagmar M. L.
Fonte: Editora Autores Associados Publicador: Editora Autores Associados
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
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O artigo resulta de pesquisa desenvolvida no Chile, entre novembro e dezembro de 2007. Traça um amplo painel do atual debate educacional chileno, estudando algumas características da mobilização estudantil de 2006 (conhecida como "a revolta dos pingüins") e seus desdobramentos legais, políticos e institucionais, de forma a trazer subsídios para a reflexão sobre a nossa própria realidade educacional. Os procedimentos incluíram levantamento de documentos oficiais, pesquisa bibliográfica e de material publicado na mídia, bem como entrevistas com agentes do atual processo de mudança política: líder do movimento estudantil, assessora do sindicato docente, especialista do Ministério da Educação, pesquisadores das políticas educacionais, vinculados a universidades e a outros organismos, e diretores de escolas. Os resultados indicam que o atual vigor do debate chileno, rigorosamente focado no questionamento do modelo educacional vigente - considerado por muitos analistas como altamente mercantilizado e segmentado - tem características de vanguarda e de fina sintonia política com a realidade social e educacional do país, o que pode acabar por impor evidências, vencer ou convencer os resistentes, passando a orientar políticas de diminuição das desigualdades.

Revolta e cidadania na Corte regencial

Basile,Marcello
Fonte: EdUFF - Editora da UFF Publicador: EdUFF - Editora da UFF
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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Este artigo analisa a revolta ocorrida no teatro São Pedro de Alcantara, no Rio de Janeiro, em setembro de 1831. Trata-se de um movimento político promovido pela facção dos liberais exaltados, com participação de camadas sociais diversas. Situada no conjunto de outras ações semelhantes, verificadas no início do período regencial, é compreendida como um dos eixos de desenvolvimento de uma cidadania informal e de uma incipiente nacionalidade, construídas de baixo para cima, no âmbito de um emergente espaço público de ação política.

Desrespeito e revolta

Iser,Mattias
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Sociologia - UFRGS Publicador: Programa de Pós-Graduação em Sociologia - UFRGS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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Uma crítica social frutífera precisa questionar, também, se as ações ou condições sociais que inicialmente provocam apenas sentimentos difusos de mal-estar ou de vergonha, não deveriam, de preferência, suscitar revolta. Uma das mais frutíferas propostas teóricas para dar conta dessa tarefa é a Teoria do Reconhecimento de Axel Honneth, com a qual ele pretende substituir a ênfase habermasiana em nossas práticas comunicativas como fundamento da Teoria Crítica. Contudo, nessa abordagem inovadora, é exatamente a forte ênfase de Honneth no autorrelacionamento individual (como núcleo de uma teoria formal do Bem) que conduz a uma incorreta interpretação por parte dele dos principais aspectos da revolta capazes de provocar o avanço. Neste artigo, eu analiso mais precisamente a contribuição que a ideia de uma autorrelação bem-sucedida (como suposto telos) realiza dentro da teoria do reconhecimento, porém, ressaltando suas limitações.

Há duzentos anos: a revolta escrava de 1814 na Bahia

Reis,João José
Fonte: Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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As rebeliões escravas que ocorreram na Bahia na primeira metade do século XIX tiveram significativa participação de africanos escravizados trazidos do Sudão Central, região que desde o começo do Oitocentos se tornara cenário de conflitos políticos de base religiosa, iniciados com o jihad de 1804 liderado por Usuman dan Fodio. Milhares de vítimas dessas guerras abasteceram embarcações negreiras que deixavam a Costa da Mina com destino à Bahia. Foram africanos trazidos dessa região, sobretudo haussás adeptos de vários tipos de devoção islâmica, os protagonistas de diversas conspirações e revoltas entre 1807 e 1816, a mais séria das quais aconteceu em fevereiro de 1814, e envolveu escravos de Salvador e subúrbios litorâneos. Esta revolta é aqui analisada com base no acórdão de sentença dos réus e outros documentos. O artigo discute o papel da religião (Islã), da identidade étnica (haussá) e de outras experiências africanas em ambos os lados do Atlântico, quanto a liderança, organização, mobilização, táticas e objetivos da revolta.

A caserna em polvorosa: a revolta de 1924 em Sergipe

Santos Cruz Maynard, Andreza; Cortez Silva, Sílvia (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.53%
Este trabalho se propõe a analisar o levante militar ocorrido em Sergipe em 1924. A Revolta de 13 de Julho aconteceu em meio às insurreições dos anos 20. Capitães e, sobretudo tenentes, lideraram esses movimentos que exigiam a moralização da política no país e o fim das humilhações que acreditavam estar sofrendo. Em Sergipe, quatro oficiais lideraram uma revolta com o intuito de apoiar os colegas de farda que haviam se rebelado em São Paulo. Nesse sentido, autoridades foram presas, edifícios foram ocupados e os legítimos defensores da república , como se autodenominavam os militares, passaram a ser, os representantes locais do Estado. Ciente das ações dos rebeldes, o governo federal tomou providências para resolver o problema. No dia 2 de Agosto de 1924 o levante militar chegou ao fim em Sergipe. Tratada como um simples reflexo da insurreição de 5 de julho deflagrada em São Paulo, a revolta sergipana aparece sem cores na historiografia, que acredita esgotar o tema a partir do caso paulista. No entanto jornais, relatórios, proclamações, boletins regimentais e correspondências elaboradas à época do levante apontam para aspectos inexplorados do chamado movimento tenentista . As contradições presentes na experiência sergipana indiciam essa nova história sobre o tenentismo . Através da análise da documentação foi possível identificar divergências entre o discurso e a prática dos rebelados...

Marinheiros em luta: a Revolta da Chibata e suas representações

Sousa, Cláudio Barbosa de
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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O tema desta dissertação é a Revolta da Chibata, o levante de marinheiros de baixa patente da Marinha de Guerra do Brasil, deflagrado em novembro de 1910 contra os castigos físicos, a extensa jornada de trabalho e os baixos salários, entre outras reivindicações. O movimento será aqui enfocado partindo do pressuposto de que há uma estreita relação entre a resistência dos marujos e o contexto mais geral da luta por direitos civis e sociais – pondo em evidência formas de enfrentamento da repressão violenta sofrida pela parcela mais pobre da população – tolhidos que eram na sua participação política naquele período. Este estudo se apoiou em uma seleção de materiais que compreendem, na imprensa, textos jornalísticos e iconográficos, bem como na análise de produções culturais, que incluem músicas, textos teatrais e literários, sem falar de monumentos e celebrações que deram sentido às tentativas de construção/destruição do significado histórico da Revolta da Chibata, alvo de verdadeiras batalhas travadas em torno da memória desse evento em meio a constantes processos de dessignificação e ressignificação. ________________________________________________________________________________ ABSTRACT; The theme of this dissertation (work paper) is the Revolta da Chibata...

Mem?rias de uma revolta esquecida: o Baixo-Amazonas na revolu??o constitucionalista de 1932

OLIVEIRA, Walter Pinto de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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A proposta desta disserta??o ? discutir a forma??o do primeiro movimento armado de rea??o ao tenentismo e ao Governo Provis?rio no Estado do Par?, materializado numa revolta de civis e militares, liderada por sargentos de uma pequena unidade do Ex?rcito na cidade de ?bidos, interior da Amaz?nia, em 1932, com o objetivo de analisar os seus significados, as experi?ncias dos sujeitos, as estrat?gias de luta e a rela??o da revolta com a Revolu??o Constitucionalista de S?o Paulo. Oitenta anos depois, o acontecimento, que teve tr?gico desfecho na batalha naval de Itacoatiara, ainda permanece um dos cap?tulos amaz?nicos mais desconhecidos da hist?ria do Brasil. Em busca de resposta, o trabalho examina o discurso oficial do interventor paraense no sentido de invalidar a legitimidade da a??o rebelde e seu reflexo na sociedade da ?poca.; ABSTRACT: The purpose of this dissertation is to discuss the establishment of the first armed movement in reaction to the Tenentismo and to the provisional government in the extreme north, materialized in a civilian and military rebellion, led by sergeants of a small army unit in the city of ?bidos, country of Amaz?nia, in 1932, with the aim of analyze their meanings, subjects experiences, fight strategies and the relation between the rebellion and the Constitutionalist Revolution of S?o Paulo. Eighty years after...

O amor do mundo e o sentimento de absurdo: enunciações da Revolta em Hannah Arendt e Albert Camus

Vaz, Ricardo Vieira
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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Esta dissertação se propõe a pensar o nosso tempo. Trata-se de uma reflexão sobre o amor do mundo, sobre o (não)sentido da vida e sobre a importância da política. Ela se fundamenta nas obras de dois pensadores do século XX, contemporâneos dos campos de concentração e extermínio: Albert Camus (1913-1960) e Hannah Arendt (1906- 1975). Pretendemos construir uma interpretação do amor ao mundo em Camus e Arendt a partir da ideia de revolta do homem moderno. Voltar-se contra uma morte sem sentido que derramaria a inutilidade sobre todas as coisas são noções presentes em ambos os autores. Por que apostar no mundo, se fluindo na direção da morte a vida do homem arrastaria consigo todas as coisas humanas para a ruína e a destruição? Se toda nossa vida nada mais é do que uma corrida em direção à morte? Camus defende que a revolta é o próprio movimento da vida. Arendt acredita que os homens, embora tenham de morrer, não foram feitos para morrer, mas para começar algo novo. A finalidade principal deste diálogo (im)pertinente é questionar nossa atual situação política, sobretudo da inação do homem contemporâneo. Este vive uma vida insignificante, dedicada somente ao trabalho, ao consumo e à diversão, e substitui a ação livre e espontânea pelo comportamento. Contra esta existência entorpecida...

A palmatória : "Orleans já teve um tempo perigoso" : revolta social em área de imigração no sul de Santa Catarina na República Velha

Silva, Elias Manoel da
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de História, 2006.; Pouco se tem estudado, dentro do contexto de imigração sul catarinense, o desenvolvimento da consciência política e dos conflitos que a cosmovisão política dos imigrantes enfrentou no confronto com a política de modelo oligárquico da República Velha e suas peculiaridades nessa região. A partir de um estudo de caso, intencionamos descrever e interpretar uma revolta civil armada, acontecida no município de Orleans, ex-colônia Grão Pará, que constituía parte do dote de casamento dado à Princesa Isabel e ao seu marido Conde d´Eu. Revolta ocorrida em 1923 e promovida por imigrantes e seus descendentes, cuja tradição oral nomeou de “a palmatória. Procuramos entender a dinâmica da formação dessas comunidades em nível econômico, social, político e cultural, mostrando como esse processo criou uma nova visão política que se tornou fonte de conflitos diante da política de modelo oligárquico da Velha República. Esse conflito deflagrou uma revolta armada da comunidade forçando a deposição do superintendente, sendo reprimida por forças do governo estadual. Devido ao fato de a revolta civil não ser conhecida pela historiografia...

A revolta activa - Os conflitos identitários no contexto da luta de libertação nacional

Peres, Fátima d'Alva Penha Salvaterra
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /03/2010 POR
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Dissetação de Mestrado em História Contemporânea; A Revolta Activa é, portanto, uma dissidência que tem início num contexto conturbado e de crise profunda no interior do MPLA, ameaçando a sua unidade interna. Esta tendência não surgiu de forma isolada, mas antes enquadrada num contexto amplo de dissensões internas, tendo como protagonistas intelectuais - entre estes, membros fundadores do MPLA - e impulsionadores do movimento nacionalista moderno angolano que despontou a partir dos anos cinquenta do século XX. É dentro deste enquadramento que se justifica a importância das suas propostas, com destaque para as preocupações com a luta pela democracia interna e a unidade do movimento nacionalista angolano de um modo geral.

Conta la crisi i l'Europa capitalista, anem a totes el 7-J vota Revolta Global-Esquerra Anticapitalista (IZAN-RG) ...

Revolta Global-Esquerra Anticapitalista
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Image; Cartells polítics Formato: image/jpeg
Publicado em //[2009] CAT; CAT
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Contra la crisis y la Europa capitalista, vamos en serio el 7-J vota Izquierda Anticapitalista Revolta Global (IZAN-RG) ...

Izquierda Anticapitalista-Revolta Global
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Image; Cartells polítics Formato: image/jpeg
Publicado em //[2009] SPA; SPA
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Contra la crisis y la Europa capitalista, vamos en serio el 7-J vota Izquierda Anticapitalista Revolta Global (IZAN-RG) ...

Izquierda Anticapitalista-Revolta Global
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Image; Cartells polítics Formato: image/jpeg
Publicado em //[2009] SPA; SPA
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Cartell-pauta per a l'anunci d'actes públics

¿Apostarías por la expropiación del sector energético para luchar contra el cambio climático? nosotros, nosotras, sí, el 7-J vota Izquierda Anticapitalista Revolta Global (IZAN-RG) ...

Izquierda Anticapitalista-Revolta Global
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Image; Cartells polítics Formato: image/jpeg
Publicado em //[2009] SPA; SPA
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¿Prohibirías los despidos? nosotros, nosotras, sí, el 7-J vota Izquierda Anticapitalista Revolta Global (IZAN-RG) ...

Izquierda Anticapitalista-Revolta Global
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Image; Cartells polítics Formato: image/jpeg
Publicado em //[2009] SPA; SPA
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Una lectura alternativa de la Revolta dels Angelets (v. 1663-¿2004?)

Jané Checa, Oscar
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Article; info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2004 CAT
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La historiografia catalana ha tingut més present revoltes i revolucions com la dels Segadors de 1640, sens dubte per la seva rellevància. Però la Revolta dels Angelets (1663-1673) és el millor exemple per observar sobre les relacions francocatalanes després del Tractat dels Pirineus (1659). Aquest treball és un estudi complementari del paper que van tenir els soldats de la gabella, els recaptadors d'impostos o altres persones lligades a les polítiques portades a terme per França al Rosselló, amb la intenció d'analitzar la importància que aquesta revolta tingué per a França o per a Espanya. Les dates corresponen a l'extensió que fem de la lectura interpretativa de la Revolta en el temps: des dels que hi van participar fins als historiadors actuals.; La historiografía catalana ha tenido más en cuenta revueltas y revoluciones como la de los Segadors de 1640, sin duda por su relevancia. Pero la Revuelta de los Angelets (1663-1673) es el mejor ejemplo para observar las relaciones franco-catalanas tras el tratado de los Pirineos (1659). Este trabajo representa un estudio complementario del papel que tuvieron los soldados de la gabela, los recaudadores de impuestos u otras personas relacionadas con las políticas llevadas a cabo por Francia en el Rosellón...