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Medidas e determinantes da mobilidade dos rendimentos do trabalho no Brasil ; Measures and drivers of the earnings mobility in Brazil

Nascimento, Marcos Aurelio do
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/07/2005 PT
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96.12%
Este estudo realiza uma análise da evolução da mobilidade dos rendimentos reais do trabalho no Brasil para o período de 1984 a 2001. A partir dos dados da PME, Pesquisa Mensal de Emprego, calcula-se a evolução temporal de cinco indicadores de mobilidade dos rendimentos reais do trabalho, destacando suas principais diferenças entre subgrupos da amostra (gênero, faixa etária, faixa de educação e região metropolitana). Através do Método de Efeitos Fixos, aplicado a indicadores de mobilidade calculados para células da amostra, compostas por indivíduos de características semelhantes, estima-se os determinantes econômicos e demográficos da mobilidade dos rendimentos reais do trabalho no Brasil. Dentre as variáveis econômicas, o rendimento médio real, a taxa básica de juros real e o salário mínimo real afetam positivamente a mobilidade dos rendimentos; a taxa inflação, quando controlada pelos outros fatores econômicos, apresenta apenas efeitos distributivos sobre os rendimentos, fato corroborado pelo efeito negativo do Plano Real sobre os indicadores de mobilidade baseados nas trocas entre os indivíduos; a taxa de desemprego também desempenha um papel importante na determinação da mobilidade, apresentando impactos diferentes...

Efeitos dos setores econômicos e da escolaridade sobre o rendimento do trabalho no Rio Grande do Sul

Stülp,Valter José
Fonte: Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural Publicador: Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2006 PT
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76.03%
O artigo analisa os efeitos dos setores da atividade econômica e da escolaridade dos trabalhadores sobre a sua probabilidade de auferirem maiores rendimentos do trabalho, ao nível dos municípios do Rio Grande do Sul. Como o setor agrícola deste estado emprega 20% do total da mão de obra ocupada, especial ênfase é dada ao mesmo. A base de dados é o Censo Demográfico de 2000 do IBGE. A análise estatística dos dados é realizada através do modelo Logit. Verificou-se que são limitadas as possibilidades de o setor agrícola, enquanto gerador do produto primário, aumentar a probabilidade dos trabalhadores de um município de auferirem maiores rendimentos do trabalho. Para maiores rendimentos é indispensável que o município agregue outros setores como, por exemplo, os que são responsáveis pela industrialização, armazenagem e transporte do produto. Aliada à esta agregação de setores, a qualificação do trabalhador para poder assumir as novas funções é importante, contribuindo para maiores rendimentos do trabalho.

Elasticidades dos rendimentos do trabalho em relação ao salário mínimo: a experiência de um período recente de crescimento do salário mínimo

Saboia,João
Fonte: Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas Publicador: Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 PT
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96.11%
Na última década, o salário mínimo (SM) passou por um período de forte crescimento, ao mesmo tempo em que a remuneração média do trabalho sofreu queda. Esse resultado, aparentemente incoerente, motivou este artigo sobre a evolução dos rendimentos do trabalho no período 1995/2006 e o cálculo das elasticidades de tais rendimentos em relação ao SM. Foi verificado que o SM manteve sua representatividade como referência mínima legal no período, sem que houvesse queda da parcela de pessoas ocupadas recebendo 1 SM. Apesar disso, houve aumento do percentual de trabalhadores abaixo do SM, usualmente pertencentes ao setor informal da economia. Ao desagregar os trabalhadores segundo sua posição na ocupação, notou-se que as elasticidades são sistematicamente mais elevadas para os valores de rendimentos no entorno do valor do SM, tanto acima quanto abaixo. Portanto, o aumento do SM foi transferido, mesmo que parcialmente, para faixa importante da população ocupada de baixos rendimentos. Entretanto, na medida em que nos afastamos do valor do SM, as elasticidades se reduzem, muitas vezes tornando-se negativas nas duas extremidades dos rendimentos. Os resultados do artigo corroboram, para o período recente de forte crescimento do SM...

A desigualdade de rendimentos do trabalho no período pós-Real: o papel da escolaridade e do desemprego

Ramos,Lauro
Fonte: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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76.01%
Esse trabalho investiga a evolução da desigualdade de rendimentos do trabalho com base nas PNADs de 1995 a 2005, descrevendo o comportamento das distribuições individual e domiciliar per capita, a influência das mudanças na escolaridade da força de trabalho ocupada sobre a primeira e variações da taxa de desemprego sobre a segunda. Por meio de indicadores baseados no índice T de Theil para a desigualdade e perfil de rendimentos associados à educação, fica claro que essa teve um desempenho importante para a queda da desigualdade de rendimentos individuais na presente década, embora as evidências sejam ambíguas para a década anterior. Quanto ao papel da taxa de desemprego para a desigualdade domiciliar per capita, exercícios de microsimulação, que impõem tanto a taxa de desemprego de 1995 quanto uma taxa nula para todos os anos, indicam uma redução no coeficiente de Gini. Essa redução, todavia, não é muito substantiva, revelando que outros fatores, incluindo aqueles ligados ao aparato institucional que regula o mercado de trabalho brasileiro, têm de ser mais bem examinados.

A retenção do imposto de renda sobre os rendimentos do trabalho assalariado pagos por pessoas jurídicas à pessoas físicas : procedimentos de retenção

Giusti, Jordana Silveira
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
PT_BR
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85.98%
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Ciências Contábeis, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.; O Imposto de Renda foi instituído pela Lei 4.625, de 31 de dezembro de 1922, sendo este o tributo de maior arrecadação em âmbito Federal. Além de ser de grande importância no orçamento da união, o Imposto de Renda também é um instrumento de intervenção econômica do Poder Publico. Este é cobrado sobre a renda e proventos dos contribuintes, porém, a lei determina que poderá ser atribuído à fonte pagadora a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam, a esta operação dá-se o nome de retenção na fonte. Em decorrência dessa obrigatoriedade a fonte pagadora fica responsável por descontar, nos pagamentos ou créditos, determinadas quantias que serão deduzidas pelo beneficiário nos tributos por ele apurados, e posteriormente, repassar este valor aos cofres competentes. O Imposto de Renda Retido na Fonte não é um novo tributo. Foi tão somente criado para facilitar e antecipar o recolhimento dos impostos para a União. Atualmente são várias as hipóteses de incidência do Imposto de Renda na fonte. O objeto de estudo deste trabalho trata da incidência do IRRF sobre os rendimentos do trabalho assalariado. Esta tem por objetivo geral identificar os procedimentos de retenção do imposto adotados tanto pela fonte pagadora...

Estrutura setorial-ocupacional do emprego no Brasil e evolução do perfil distributivo nos anos 90; Texto para Discussão (TD) 655: Estrutura setorial-ocupacional do emprego no Brasil e evolução do perfil distributivo nos anos 90

Cardoso Jr., José Celso
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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75.98%
O texto apresenta parte dos resultados de uma pesquisa mais ampla, destinada a investigar as novas inserções de ordem setorial e ocupacional que têm se materializado no país com grande intensidade desde o início da década de 90. A idéia central é que o perfil de repartição pessoal dos rendimentos do trabalho seja um fenômeno estreitamente relacionado às características de cada setor de atividade e ao tipo de inserção ocupacional que neles predominam. Estes aspectos são vistos como resultado, em primeira instância, do “estilo” de desenvolvimento econômico vigente – portanto, fruto dos fatores que determinam a renda e o emprego agregados na economia – e apenas secundariamente como resultado das forças que atuam no âmbito restrito ao mercado de trabalho. Assim, num primeiro momento, mostram-se alguns aspectos gerais das mudanças setoriais na composição do emprego no Brasil, culminando com um confronto entre a distribuição pessoal dos rendimentos do trabalho em dois momentos do tempo (1992 e 1996), segundo os grandes segmentos e principais complexos da atividade econômica. Conclui-se que a distribuição pessoal é mais desigual no terciário que na indústria, sendo isto particularmente preocupante diante da importante função absorvedora que vem sendo desempenhada pelas atividades do comércio e serviços em período recente. Num segundo momento...

Uma decomposição da desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil: 1984-2005; Texto para Discussão (TD) 1247: Uma decomposição da desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil: 1984-2005; A income inequality decomposition of labor in Brazil: 1984-2005

Foguel, Miguel Nathan; Azevedo, João Pedro
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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96.04%
Este estudo decompõe algumas medidas de desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil para o período 1984-2005. Essa decomposição permite uma análise das contribuições de três componentes: a) quantidade, a qual está associada a características (produtivas) observáveis dos trabalhadores (por exemplo, educação e experiência); b) preço, o qual mede os retornos a essas características observáveis; e c) residual, que capta a parcela atribuída a fatores não-observáveis que afetam a remuneração dos trabalhadores. Os resultados dessa decomposição foram obtidos com base numa modificação simples da metodologia proposta por Juhn, Murphy e Pierce (1993). A finalidade dessa modificação é permitir uma interpretação de natureza contrafactual dos efeitos dos três componentes mencionados sobre a variação temporal na desigualdade de rendimentos do trabalho. As bases de dados utilizadas são as Pnads disponíveis durante o período de análise. Os resultados mostram que a contribuição dos fatores não-observáveis parece ter sido a mais importante para o período como um todo. Entretanto, no período mais recente (2001-2005), ambos os componentes preço e não-observáveis desempenham os papéis mais relevantes.; 27 p. : il.

Segmentação no mercado de trabalho e desigualdade de rendimentos no Brasil: uma análise empírica; Texto para Discussão (TD) 1261: Segmentação no mercado de trabalho e desigualdade de rendimentos no Brasil: uma análise empírica; Segmentation in the labor market and income inequality in Brazil: an empirical analysis

Ulyssea, Gabriel
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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76.09%
O objetivo deste artigo é analisar os determinantes da evolução da desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil ao longo do período 1995-2005 e, em particular, no período 2001-2005. O artigo se concentra no papel desempenhado por três formas básicas de segmentação no mercado de trabalho: espacial, setorial e formal-informal. Para tanto, utiliza-se uma metodologia simples de análise contrafactual, baseada em um método paramétrico que remonta à literatura relacionada ao trabalho de Juhn, Murphy e Pierce (1993). Os resultados mostram que o efeito-preço total teve um papel importante na queda da desigualdade de rendimentos observada no período como um todo, sendo que esse efeito acentuou-se no período mais recente. Dentre os aspectos relativos à segmentação do mercado de trabalho, aquele que certamente apresenta maior importância relativa é o diferencial existente entre trabalhadores formais e informais.; 31 p. : il.

Um retrato de duas décadas do mercado de trabalho brasileiro utilizando a Pnad

Ulyssea, Gabriel; Barbosa, Ana Luiza Neves de Holanda
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Comunicados do Ipea
PT-BR
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76%
Oferece um panorama do mercado de trabalho brasileiro nas duas últimas décadas a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Analisa‐se a evolução, entre 1992 e 2012, dos principais indicadores do mercado de trabalho brasileiro, tais como taxa de desemprego, participação, ocupação e informalidade. A análise é feita tanto para o Brasil como um todo quanto para os recortes por regiões, gênero e idade. Em seguida analisamos mais detidamente a evolução dos rendimentos do trabalho, sua distribuição entre os ocupados e as diferenças salariais entre homens e mulheres, brancos, negros e pardos, e entre trabalhadores formais e informais. A Seção 2 apresenta a análise dos principais indicadores do mercado de trabalho nos últimos 20 anos, enquanto que a Seção 3 analisa apenas os rendimentos do trabalho, sua evolução, distribuição e diferenciais. A Seção 4 analisa as três questões colocadas acima e a Seção 5 conclui.; 30 p. : il.

As fontes de rendimentos dos ricos no Brasil; Texto para Discussão (TD) 1014: As fontes de rendimentos dos ricos no Brasil; The income sources of the rich in Brazil

Medeiros, Marcelo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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76.04%
Neste trabalho, descreve-se a composição, segundo fontes de renda, da população mais rica do Brasil e analisa-se como a desigualdade na distribuição dos rendimentos de cada fonte na população brasileira contribui para a constituição de um estrato rico e para a diferenciação das famílias neste estrato. Isso é feito a partir da avaliação do efeito de simulações sobre uma classe de indicadores decomponíveis de riqueza desenvolvida para esse propósito. Conclui-se que as desigualdades na distribuição dos rendimentos do trabalho são o principal determinante do posicionamento de uma família no estrato rico, que aposentadorias e pensões não são rendimentos relevantes para tornar as famílias muito ricas, que os aluguéis agem como um complemento da renda dos mais ricos e que juros, dividendos e outros são mais importantes para diferenciar as pessoas dentro do grupo dos ricos do que para justificar a inclusão de uma pessoa nesse estrato.; 28 p. : il.

A Distribuição dos rendimentos do trabalho e a queda da desigualdade de 1995 a 2009

Soares, Sergei
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
PT-BR
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95.97%
Este trabalho documenta a queda do coeficiente de Gini, o qual mede a desigualdade, da renda domiciliar per capita, com ênfase nos rendimentos do trabalho.; p. 35-40 : il.

Diferenciais de rendimentos do trabalho por posição na ocupação entre 2002 e 2007

Fontes, Adriana; Pero, Valéria
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
PT-BR
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76%
Esta nota analisa os diferenciais de rendimentos por posição na ocupação no mercado de trabalho brasileiro, explorando as diferenças por nível de escolaridade dos trabalhadores. Apresenta a base de dados e os conceitos utilizados. Descreve a estratégia empírica adotada para analisar os diferenciais de rendimentos por posição na ocupação com base nos dados longitudinais das PMEs entre 2002 e 2007. Por fim, analisa os resultados encontrados sobre a estimação dos diferenciais de renda decorrentes das transições entre as posições na ocupação.; p. 35-42 : il.

A Desigualdade de rendimentos do trabalho segundo a PNAD de 2007

Vaz, Fábio Monteiro
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
PT-BR
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96%
Esta nota tem por objetivo analisar especificamente a desigualdade de rendimentos do trabalho a partir dos dados da Pnad.; p. 15-19 : il.

Uma análise dos rendimentos do trabalho entre indivíduos com ensino superior no Brasil; Texto para Discussão (TD) 2110 : Uma análise dos rendimentos do trabalho entre indivíduos com ensino superior no Brasil

Reis, Maurício Cortez; Machado, Danielle Carusi
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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96.12%
Este texto tem como objetivo analisar o mercado de trabalho para indivíduos que concluíram o ensino superior no Brasil, usando dados do Censo de 2010. A desigualdade de rendimentos entre os trabalhadores brasileiros de nível superior é extremamente elevada. De acordo com os resultados encontrados, um dos fatores que contribui para isso é a acentuada disparidade nos rendimentos do trabalho entre as áreas de formação profissional. Além disso, uma parcela dos trabalhadores com nível superior no Brasil atua em ocupações sem relação com a área de formação, e as evidências indicam que quanto maior o grau de desajuste entre a formação e a ocupação maior tende a ser a penalidade sobre os rendimentos. Os resultados mostram também que a influência desses fatores varia substancialmente ao longo da distribuição de rendimentos do trabalho.; 42 p. : il.

Ensino profissional e rendimentos do trabalho : uma análise para o Brasil

Aguas, Marina Ferreira Fortes
Fonte: Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
PT-BR
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95.98%
Esta nota tem como objetivo ampliar a análise do efeito da escolaridade nos rendimentos do trabalho a partir da inclusão de variáveis que captem a educação profissionalizante. Ou seja, são acrescentadas informações sobre os indivíduos que frequentaram ou estão frequentando cursos de qualificação profissional ou de nível técnico.; p. 17-28

Mudanças no desemprego e nos rendimentos do trabalho por nível de qualificação no Brasil

Reis, Maurício Cortez
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
PT-BR
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75.96%
A partir da década de 1990 a taxa de desemprego dos trabalhadores qualificados diminuiu em relação à dos semiqualificados e não-qualificados, enquanto os rendimentos do trabalho dos qualificados aumentaram quando comparados aos dos semiqualificados. Este artigo procura decompor as variações relativas na taxa de desemprego e nos rendimentos do trabalho, utilizando um modelo teórico que considera elementos relacionados à demanda e à oferta de trabalho. Para isso, são usados dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) para o período 1981-2003. De acordo com os resultados encontrados, os trabalhadores qualificados foram favorecidos pelo aumento da produtividade desse grupo em relação aos demais. Parte desse efeito, porém, parece ter sido amenizado pelo aumento na participação dos qualificados na força de trabalho.; p. 39-72 : il.

A Desigualdade de rendimentos do trabalho segundo a PNAD de 2008

Vaz, Fábio Monteiro
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
PT-BR
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96.04%
Esta nota técnica tem por objetivo analisar a desigualdade de rendimentos do trabalho de acordo com os dados da PNAD 2008. Na análise que segue, são focadas apenas as pessoas ocupadas de 15 anos ou mais com rendimentos positivos.; p. 21-25 : il.

A desigualdade de rendimentos do trabalho no período pós-Real: o papel da escolaridade e do desemprego

Ramos, Lauro
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de RP Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de RP
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2007 POR
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76.01%
This study evaluates the evolution of earnings inequality in Brazil based on the 1995 to 2005 national household surveys - PNADs. It describes the behavior of both size and per capita household distributions, assessing the influence of changes related to labor force schooling on the former and of unemployment rate variations on the latter. Synthetic indicators, based on the Theil T index, for schooling inequality and earnings profile show that the role of education was quite important for the fall in inequality along the current decade, although the indications are ambiguous for the previous one. Regarding the unemployment rate, microsimulations exercises that impose either the 1995 rate or zero unemployment lead to a decrease in the Gini coefficient. However, the reduction is not very significant, meaning that the role of unemployment is limited. Taking together, the findings point to the need of a more detailed investigation of other factors, including those related to the labor market institutional framework, in order to develop a better understanding of the recent changes in Brazilian earnings inequality.; Esse trabalho investiga a evolução da desigualdade de rendimentos do trabalho com base nas PNADs de 1995 a 2005, descrevendo o comportamento das distribuições individual e domiciliar per capita...

Rendimentos do trabalho e de outras rendas e a queda da concentração de renda no Paraná

Souza, Solange de Cássia Inforzato de; UEL; Ferreira, Carlos Roberto; UEL
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 17/10/2012 POR
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85.91%
Este trabalho tem como objetivo estudar a influência do rendimento do trabalho e de outras rendas na queda da concentração de renda no estado do Paraná. A análise revela que houve (i) uma manutenção da estrutura das fontes de renda no estado, liderada pelo trabalho e pelas aposentadorias e pensões, (ii) aumento da participação dos rendimentos do trabalho e redução da importância das transferências condicionadas na renda domiciliar no quadriênio, contrariamente ao que se observa desde a década de 1990, (iii) e queda do índice de concentração de renda no estado.

Elasticidades dos rendimentos do trabalho em relação ao salário mínimo: a experiência de um período recente de crescimento do salário mínimo

Saboia, João
Fonte: Universidade Estadual de Campinas - Instituto de Economia - Setor de Publicações Publicador: Universidade Estadual de Campinas - Instituto de Economia - Setor de Publicações
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares; Formato: application/pdf
Publicado em 06/01/2016 POR
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96.11%
Na última década, o salário mínimo (SM) passou por um período de forte crescimento, ao mesmo tempo em que a remuneração média do trabalho sofreu queda. Esse resultado, aparentemente incoerente, motivou este artigo sobre a evolução dos rendimentos do trabalho no período 1995/2006 e o cálculo das elasticidades de tais rendimentos em relação ao SM. Foi verificado que o SM manteve sua representatividade como referência mínima legal no período, sem que houvesse queda da parcela de pessoas ocupadas recebendo 1 SM. Apesar disso, houve aumento do percentual de trabalhadores abaixo do SM, usualmente pertencentes ao setor informal da economia. Ao desagregar os trabalhadores segundo sua posição na ocupação, notou-se que as elasticidades são sistematicamente mais elevadas para os valores de rendimentos no entorno do valor do SM, tanto acima quanto abaixo. Portanto, o aumento do SM foi transferido, mesmo que parcialmente, para faixa importante da população ocupada de baixos rendimentos. Entretanto, na medida em que nos afastamos do valor do SM, as elasticidades se reduzem, muitas vezes tornando-se negativas nas duas extremidades dos rendimentos. Os resultados do artigo corroboram, para o período recente de forte crescimento do SM...