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Conceitos em relações internacionais; Concepts in international relations

Cervo, Amado Luiz
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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86.44%
As teorias de relações internacionais não são isentas nem imparciais, visto que estão vinculadas a interesses, valores e padrões de conduta das sociedades onde são elaboradas e descartam esses fatores de outras sociedades. As teorias que servem ao primeiro mundo não são necessariamente convenientes para os países emergentes. O artigo propõe substituir teorias por conceitos aplicados ao estudo das relações internacionais. Os conceitos expõem o lastro nacional ou regional sobre os quais se assentam. A experiência brasileira corresponde ao campo de observação desta pesquisa. O conjunto de conceitos elaborados sugere outros estudos de caso. A nova abordagem das relações internacionais visa prover explicação, orientar projetos de pesquisa e formar a inteligência dirigente. ___________________________________________________________________________________________ ABSTRACT; Theories of International Relations are neither free from bias nor impartial. They are linked to specific interests, values, and patterns of conduct in certain societies which constitute their field of observation. They discard these factors of other societies. So, the theories which serve the First World are not convenient...

A questão da "Internacional Fascista" no mundo das relações internacionais: a extrema direita entre solidariedade ideológica e rivalidade nacionalista

Bertonha,João Fábio
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2000 PT
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86.33%
O objetivo do presente artigo é discutir a tensão entre a disputa nacionalista/solidariedade ideológica no relacionamento entre Estados e movimentos fascistas no período entre as duas guerras mundiais e como essa polaridade afetou as relações internacionais naquele período. A questão da chamada "Internacional fascista" (organização criada pelo fascismo italiano para articular e coordenar a relação inter-fascismos) é especialmente enfocada, por indicar exemplarmente os paradoxos dessa polaridade e seus efeitos no sistema internacional.

Sob o signo neoliberal: as relações internacionais da América Latina

Cervo,Amado Luiz
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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86.39%
As relações internacionais da América Latina são vistas sob o ângulo da transição da diplomacia do desenvolvimento para a diplomacia neoliberal. Os estudos de relações internacionais, particularmente no Brasil e na Argentina, fundamentam a interpretação do autor sobre benefícios e malogros do paradigma neoliberal, visto como uma opção ideológica. A noção de Estado logístico é sugerida como alternativa estratégica ao Estado normal.

Terrorismo e relações internacionais

Procópio,Argemiro
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 PT
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86.33%
Análise do terrorismo como variável das relações internacionais. Refere-se o fenômeno aos atentados sofridos pelos Estados Unidos em 11 de setembro de 2001. Considera-se a reação norte-americana e os bombardeios do Afeganistão como estratégia inadequada de combate ao terrorismo, por desconsiderar suas causas, que repousam nas desigualdades entre as nações e nos descontentamentos sociais.

Relações internacionais do Brasil: um balanço da era Cardoso

Cervo,Amado Luiz
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2002 PT
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Desde 1990, particularmente durante os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, as relações internacionais do Brasil foram caracterizadas por ausência de estratégia de inserção no mundo da interdependência global, visto que a abertura foi eleita como ideologia de mudança. O Brasil empenhou-se junto aos órgãos multilaterais para estabelecer um ordenamento mundial nas áreas do comércio, meio ambiente, finanças e segurança. Atribuiu importância ao processo de integração do Cone Sul. As relações internacionais apresentaram resultados medíocres no comércio exterior, induziram forte dependência financeira e abalaram o núcleo nacional da economia.

Instituições, atores e dinâmicas do ensino e da pesquisa em Relações Internacionais no Brasil: o diálogo entre a história, a ciência política e os novos paradigmas de interpretação (dos anos 90 aos nossos dias)

Lessa,Antônio Carlos
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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86.48%
No artigo se analisa o processo de rearticulação dos esforços de pesquisa e de ensino na grande área de Relações Internacionais no Brasil, especialmente considerando o dialogo entre a história das relações internacionais e a politologia internacional, que teriam produzido novos paradigmas de interpretação para a disciplina.

Conceitos em Relações Internacionais

Cervo,Amado Luiz
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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As teorias de relações internacionais não são isentas nem imparciais, visto que estão vinculadas a interesses, valores e padrões de conduta das sociedades onde são elaboradas e descartam esses fatores de outras sociedades. As teorias que servem ao primeiro mundo não são necessariamente convenientes para os países emergentes. O artigo propõe substituir teorias por conceitos aplicados ao estudo das relações internacionais. Os conceitos expõem o lastro nacional ou regional sobre os quais se assentam. A experiência brasileira corresponde ao campo de observação desta pesquisa. O conjunto de conceitos elaborados sugere outros estudos de caso. A nova abordagem das relações internacionais visa prover explicação, orientar projetos de pesquisa e formar a inteligência dirigente.

Gulliver na Amazônia e as aventuras do indigenismo nas Relações Internacionais

Procópio,Argemiro
Fonte: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais Publicador: Instituto Brasileiro de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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86.33%
Este artigo discute as políticas de proteção dos povos indígenas e a epístola do ecologismo dos excluídos nos países amazônicos. Aborda a Declaração das Nações Unidas sobre o Direito dos Povos Indígenas e a Resolução da Assembléia Geral da ONU que qualifica os efeitos das mudanças climáticas como uma ameaça à segurança internacional. Ambas levam a uma construção cognitiva por parcerias pela justiça social. O texto relembra a invasão de terras pela desordenada imigração. Descortina o potencial analítico oferecido pelo estudo das relações internacionais para aclarar perspectivas tanto da mitigação das mudanças climáticas por meio da Responsabilidade de Proteger (R2P) quanto do convívio das maiorias excluídas com as minorias indígenas protegidas.

O Crescimento da área de relações internacionais no Brasil

Herz,Mônica
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2002 PT
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86.42%
O artigo analisa a produção acadêmica brasileira no campo das relações internacionais nos anos 90, ressaltando as mudanças qualitativas ocorridas durante o período. Um breve histórico da disciplina no âmbito global é oferecido para que seja possível contextualizar a experiência brasileira. As principais tendências, características e ausências da bibliografia produzida no país durante esse período são consideradas. Os temas contemplados são: política externa dos Estados, instituições internacionais, natureza do sistema internacional e da política internacional e estratégia e política de defesa.

As implicações do 11 de Setembro para o estudo das relações internacionais

Buzan,Barry
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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86.44%
É lugar-comum dizer que o estudo das relações internacionais é fortemente influenciado por acontecimentos correntes. Assim, quais as implicações do 11 de setembro na maneira como se estuda Relações Internacionais? O evento de 11 de setembro é transformador, como a Segunda Guerra Mundial, ou algo menor, como a crise dos mísseis de Cuba? Particularmente, como o 11 de setembro afeta os argumentos das principais teorias de RI e o equilíbrio de poder entre elas? Este artigo revê os argumentos do neo-realismo, globalismo, regionalismo e construtivismo, tomando-os como um conjunto de verdades parciais que, coletivamente, constituem a estrutura básica de debate sobre relações internacionais. O autor afirma que cada linha teórica tem defendido a relevância da mesma para explicar o 11 de setembro e suas conseqüências imediatas, e que essas alegações são ampla e genericamente válidas. Conclui que nenhuma das principais teorias foi invalidada, que não é necessária uma nova teoria para preencher as lacunas expostas pelo 11 de setembro e que nem o equilíbrio de argumentos nem a natureza das tensões entre essas teorias se modificaram. Isto não significa defender uma idéia de complacência com o estado da teoria de RI em geral. Assim como a crise dos mísseis de Cuba...

Ética e violência na teoria das relações internacionais: uma reflexão a partir do 11 de Setembro

Nogueira,João P
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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86.33%
Os atentados de setembro de 2001 representaram a mais significativa expressão de emprego da violência contra um estado soberano por um agente não-estatal na história do sistema internacional moderno. Esta constatação, por si mesma, deveria convidar ao debate sobre o estatuto do estado soberano na política mundial hoje, bem como dos fundamentos éticos constitutivos do sistema internacional. Lamentavelmente, boa parte da discussão se concentrou na resposta norte-americana e suas conseqüências, circunscrevendo-a aos parâmetros convencionais da lógica da anarquia. As condenações ao ato terrorista em si reproduziram, freqüentemente, a dualidade entre avaliação ética e análise política e caíram, inevitável e rapidamente, na irrelevância. Este trabalho levanta algumas questões sobre o uso da força na política internacional, de maneira a contribuir para uma reflexão sobre os fundamentos éticos da economia da violência no mundo, como parte de um esforço mais amplo de reformulação da teoria de relações internacionais.

Teoria crítica em relações internacionais

Silva,Marco Antonio de Meneses
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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Este artigo tem por objetivo apresentar a tradição da teoria crítica em Relações Internacionais. Entende-se que haja uma lacuna nos debates teóricos com a reduzida atenção dedicada a essa tradição no Brasil. O revigoramento dos debates teóricos contribui para o enfraquecimento das tradições teóricas convencionais. O papel da teoria crítica nessa tendência é primordial. A teoria crítica da Escola de Frankfurt é examinada como precursora filosófica e metateórica da teoria crítica em Relações Internacionais. Em seguida, as bases epistemológicas dos desafios da teoria crítica às teorias convencionais são apresentadas, com ênfase especial dedicada ao trabalho de Robert W. Cox. O pensamento neogramsciano é inspecionado à luz da busca pela transformação social nas relações internacionais. A vertente da teoria crítica internacional é vista como fonte de inspiração para muitos autores que trabalham com a emancipação. Examina-se a produção de Andrew Linklater por representar a busca por transformação das comunidades políticas por meio da expansão de suas fronteiras morais. Em seguida, busca-se uma avaliação crítica dos impactos trazidos pela teoria crítica ao campo de estudos das Relações Internacionais. Conclui-se que a teoria crítica tem méritos na guinada das discussões teóricas em direção a questionamentos ontológicos e epistemológicos...

Dom Quixote reencontra Sancho Pança: relações internacionais e direito internacional antes, durante e depois da Guerra Fria

Souza,Igor Abdalla Medina de
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
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86.5%
Este artigo aborda a relação histórica entre as disciplinas acadêmicas de Relações Internacionais e do Direito Internacional a fim de proporcionar compreensão mais acurada acerca do atual debate interdisciplinar. Dessa forma, concepções convencionais sobre as principais teorias de Relações Internacionais - realismo e liberalismo - são discutidas, sendo estas teorias apresentadas sob novo enfoque. O liberalismo é concebido no contexto da convergência observada entre os estudiosos da política internacional e os juristas internacionais até o desenvolvimento de uma visão cética no campo do Direito Internacional, que é responsável pela criação do realismo em Relações Internacionais. O debate interdisciplinar pós-Guerra Fria é abordado por meio de três teorias distintas: institucionalismo, liberalismo e construtivismo. Argumenta-se que o construtivismo oferece maiores oportunidades para cooperação mais profunda entre estudiosos da política internacional e juristas internacionais. Isso se deve às conexões entre o construtivismo e a teoria crítica, o que permite unir construtivistas e teóricos legais críticos em uma Agenda Crítica para Relações Internacionais e Direito Internacional neste começo do século XXI.

O tema da guerra na Escola Inglesa das Relações Internacionais

Trento,Maikel
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 PT
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86.48%
A guerra tem um papel importante na construção histórica da Inglaterra, influenciando diretamente as reflexões teóricas produzidas em seu mundo acadêmico. À luz desta questão, este artigo estuda o tema da guerra dentro da "Escola Inglesa das Relações Internacionais", a partir da análise do pensamento de Carr, Butterfield, Wight e Bull. Este artigo argumenta que, embora Carr tenha sido um "outsider" da Escola Inglesa das Relações Internacionais, suas críticas contra a noção de harmonia internacional de interesses e seu apelo para a construção de uma nova moral internacional possibilitaram mais tarde o desenvolvimento de pesquisas sobre a sociedade internacional. Butterfield, Wight e Bull vêem a guerra com um prisma racionalista, fruto de um descontentamento com explicações dialéticas ou antitéticas das Relações Internacionais: realismo x idealismo. Nesse contexto, a guerra é, em primeira análise, um elemento permanente das Relações Internacionais, tendo como objetivo primordial promover a ordem e não manter a paz. Em uma segunda análise, a guerra é, de um lado, um instrumento da política de poder e, de outro, uma ameaça a ser contida. Nestas análises, há uma sofisticação, tanto do ponto de vista das idéias quanto metodológico...

A pós-graduação em relações internacionais no Brasil

Santos,Norma Breda dos; Fonseca,Fúlvio Eduardo
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 PT
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Este trabalho trata dos programas de pós-graduação em Relações Internacionais no Brasil, cujo número tem crescido de forma expressiva, passando de dois, na década de 1980, para oito, em 2008. Em sua primeira parte, são abordados a evolução, o crescimento e as políticas de indução para a criação e a consolidação dos programas na área. A segunda parte trata da avaliação desses programas pela Capes e busca mapear, de forma aproximativa, a situação da área com relação ao fomento à pesquisa na Capes e no CNPq.

Qual o lugar da democracia nas Relações Internacionais?: Uma narrativa teórica

Casarões,Guilherme Stolle Paixão e
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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Este trabalho tem dois objetivos fundamentais. O primeiro deles é verificar, valendo-se da narrativa tradicional da evolução disciplinar, como os regimes políticos, mais especificamente o caráter democrático de certos Estados, foram incorporados no debate teórico das RI, especialmente na tradição sistêmica-positivista norte-americana. A ideia é realizar uma leitura crítica da forma como as correntes teóricas de Relações Internacionais encaram este elemento particular, bem como suas diferenças e suas implicações. Argumenta-se, nesse sentido, que a consideração da variável regime político nas relações entre Estados foi perdendo força à medida que se consolidaram as abordagens de "terceira imagem" no centro do debate disciplinar. O segundo objetivo, atrelado ao primeiro, é sugerir que a consideração da democracia como variável não é incompatível com as abordagens sistêmicas da política internacional, especialmente ao olharmos para o conceito de identidades do construtivismo wendtiano. Pelo contrário, ao considerar clivagens como democracia versus autoritarismo no plano relacional, as teorias podem ganhar poder explicativo na compreensão dos fenômenos correntes.

Reflexões sobre o lugar do esporte nas relações internacionais

Suppo,Hugo
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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As obras clássicas da disciplina Relações Internacionais praticamente ignoram a questão do esporte. A maioria dos trabalhos sobre as relações entre o esporte e as relações internacionais foi produzida por estudiosos do esporte ou por historiadores das relações internacionais, geralmente sem uma proposta teórica explícita, com primazia das abordagens descritivas e empíricas e com propostas normativas. Apenas recentemente essa "negligência" dos especialistas de Relações Internacionais pelo esporte, mesmo entre aqueles autores que consideravam relevantes os fatores culturais nas suas análises, começou a ter fim. O presente ensaio analisa criticamente os principais temas relativos aos vínculos do esporte com as relações internacionais que foram explorados nos últimos anos, suas implicações e as perspectivas de futuras pesquisas sobre o assunto.

A fundamentação moral das relações internacionais pré-jurídicas a partir de Kant

Lima,Francisco Jozivan Guedes
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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Esta pesquisa pretende apresentar uma fundamentação moral para as relações internacionais pré-jurídicas a partir de Kant, especificamente a partir dos artigos preliminares de À paz perpétua . Esses artigos constituem as condições morais mínimas através das quais os indivíduos, os Estados e os povos são protegidos contra os abusos oriundos do estado de natureza. Sem eles, as relações internacionais ficam sujeitas ao direito positivo ou ao realismo político. Seus elementos morais constituem os princípios fundamentais através dos quais as relações internacionais em Kant têm sua legitimidade.

Através dos olhos do dragão: um estudo sobre o campo das Relações Internacionais na China

Leite,Alexandre César Cunha; Máximo,Jéssica Cristina Resende
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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Este trabalho procura apresentar o desenvolvimento recente do campo de Relações Internacionais na China, através de uma revisão bibliográfica crítica de obras sobre o desenvolvimento dos estudos de RI na China e de obras chinesas acerca das relações internacionais. Dessa forma, busca-se delinear a história da evolução do campo por meio da análise do contexto intelectual, social, econômico e político no qual o mesmo se desenvolveu. Não obstante, são abordados os principais temas de pesquisa e orientações teóricas chinesas, assim como contribuições nativas próprias para a teorização no campo.

O mundo fora do armário: Teoria Queer e Relações Internacionais

Santos Vieira de Jesus, Diego
Fonte: Revista Ártemis Publicador: Revista Ártemis
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 04/08/2014 POR
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O objetivo é examinar as principais contribuições da teoria queer à área de Relações Internacionais. O argumento central aponta que a teoria queer permite observar que: 1) Estados e nações são construções históricas que regulam as atividades sexuais a fim de garantir a sua reprodução biológica e social; 2) a (in)visibilidade de certos corpos em estratégias de segurança é uma forma de violência discursiva que tem a função de reforçar as ortodoxias e as hierarquias de gênero, sexo e sexualidade; 3) a globalização permitiu o surgimento de “sexualidades fluidas” apolíticas, marcando a comoditização do corpo e da identidade no nível internacional e a domesticação da sexualidade sob a lógica do consumo; 4) a sexualidade está na interseção com a etnicidade e outras categorias, desempenhando um papel constitutivo de hierarquias nos processos de militarização, nacionalização e redefinição de identidades estatais no nível internacional.