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Ernesto Korrodi

Santos, Regina Margarida
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Todo o cidadão possui muitas relações com algumas partes da sua cidade e a sua imagem está impregnada de memórias e significações.”1 Ao percorrer Leiria, deparamos-mos com diversos elementos físicos que se destacam na imagem da cidade, pela sua presença urbana. A cidade é povoada por diversos edifícios significativos, caracterizados pelo seu desenho arquitectónico que tiveram um determinado autor, tempo, e espaço de concretização. No entanto, muitas vezes, os edifícios que nos despertam a atenção são ao mesmo tempo identidades desconhecidas, das quais não temos qualquer informação ou conhecimento relativos a quem os projectou. Apesar da diferente percepção de cada indivíduo, alguns desses elementos acabam por marcar a imagem e consequente identidade da cidade. Actualmente, ao recordar Leiria, a primeira imagem que nos surge é a do paço acastelado no alto do morro. Mas este castelo nem sempre apresentou a imagem que tem hoje e, até à sua reconstrução no início do século XX, apresentava-se em ruínas. Ernesto Korrodi «[…] foi o grande responsável pela imagem de Leiria, ao fixar, idealmente, a reconstituição das ruínas do seu castelo.»2 Mas a sua intervenção na cidade não se limitou aos estudos histórico-arqueológicos do castelo. Ernesto Korrodi (1870-1944)...

Ensaio de reconstituição arquitetónica do mosteiro cisterciense medieval de S. João de Tarouca

Sebastian, Luís; Bernardes, P.
Fonte: Associação dos Amigos do Mosteiro de São Cristóvão de Lafões Publicador: Associação dos Amigos do Mosteiro de São Cristóvão de Lafões
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2014 POR
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Tendo-se realizado uma completa intervenção arqueológica no Mosteiro de S. João de Tarouca entre Abril de 1998 e Novembro de 2007, integrado num amplo projeto de reabilitação ainda em curso, os vestígios materiais então produzidos vieram pela primeira vez permitir proceder-se ao ensaio da completa reconstituição arquitetónica do complexo monástico medieval original. Tendo 1154 como data de início da sua construção, esta torna-o quase indiscutivelmente a primeira construção cisterciense em território português. A esta primazia junta-se ainda o facto de o resultado da sua reconstituição apontar para uma linguagem perfeitamente integrada na conceção arquitetónica Bernardina, tornando a construção original do Mosteiro de S. de Tarouca um dos melhores exemplos de arquitetura cisterciense em Portugal.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

O castelo português de Alcácer Ceguer: transformações morfológicas nos sécs. XV e XVI; The portuguese castle of Alcácer Ceguer: morphological transformations in the 15th and 16th centuries

Cruz, João Sérgio Sequeira Rodrigues Braga da
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2015 POR
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Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura (área de especialização em Cultura Arquitectónica); A vila de Alcácer Ceguer, ou Qsar es-Seghir, foi um local estratégico para a Expansão Portuguesa nos séculos XV e XVI. No contexto específico de uma praça norte-africana de carácter predominantemente militar, o estudo do seu castelo permite distinguir modos de atuação particulares, seja em termos bélicos, edificativos ou urbanísticos. Estendendo-se por quatro reinados e quase um século, a ocupação portuguesa (1458-1550) corresponde a um período de aperfeiçoamento da tecnologia bélica e da arquitetura militar, onde o crescente domínio da pólvora e a evolução do poder de fogo tiveram um papel determinante. As transformações morfológicas ocorridas no castelo de Alcácer Ceguer exigiram uma investigação à luz dessa conjuntura de transição, tentando identificar de que modo a sua arquitetura foi assimilando, quer as sucessivas políticas régias, quer as inovações na arte da guerra e de fortificar. De todas as suas fases evolutivas, destacaram-se as intensas reformas no reinado de D. Manuel I, quando assomaram à praça os mestres Diogo Barbudo, Martim Lourenço, Francisco Danzilho e Diogo Boitaca. O recurso à documentação coeva e a elaboração de modelos planimétricos e tridimensionais foram essenciais para a reconstituição do que poderão ter sido as diferentes fases construtivas do castelo. Através da análise e especulação...

Uma primeira proposta de reconstituição arquitectónica do Mosteiro Cisterciense de S. João de Tarouca

Sebastian, Luís; Castro, Ana Sampaio e
Fonte: Edições Colibri / Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL Publicador: Edições Colibri / Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2007 POR
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Revista do IHA, N.4 (2007), pp.142-171; Tendo-se iniciado a intervenção arqueológica no Mosteiro de S. João de Tarouca em Abril de 1998,integrado num amplo projecto de reabilitação deste Monumento Nacional por parte do Instituto Português do Património Arquitectónico, a evolução dos trabalhos permite já, a pouco menos de dois anos da sua finalização, uma primeira proposta de reconstituição arquitectónica do complexo monástica medieval original. À parte a polémica que rodeia ainda o momento da entrada da Ordem de Cister em território nacional, o início da edificação do cenóbio tarouquense, em 1154, torna-o quase indiscutivelmente a primeira construção cisterciense no então jovem reino ibérico. Este primado ganha renovada força à luz dos novos dados resultantes da intervenção em curso, onde a conformidade do traçado e técnicas construtivas, apontam para um rápido processo construtivo.

Santuário da Nossa Senhora do Cabo: morfologia e rito: fundamentos para um projecto de recuperação

Dias, Paulo
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
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O Santuário de Nossa senhora do Cabo, erguido sobre o planalto do Cabo Espichel, localizado a oeste da Vila de Sesimbra, pouco depois da povoação da Azoia, apresenta-se hoje com uma estrutura muito complexa e, por estranho que pareça, em claro abandono. Mas nem sempre assim foi. Desde sempre, vários foram os devotos que se dirigiam a este local, quer este fosse assinalado por uma complexa estrutura, no século XVIII, ou por uma simples ermida, no século XV. Esta realidade encontra-se retratada num manuscrito de 1854 (cuja autoria aqui se atribui a Francisco Ildefonso dos Santos) pertencente a Biblioteca Nacional de Portugal com a designação de Memórias sobre a antiguidade das Romarias.. e que, ineditamente, e publicado e transcrito integralmente nesta tese. Este documento revelou-se fundamental para uma compreensão do sítio do Espichel, e descobriram-se inúmeros aspectos ate aqui desconhecidos. Com base na descrição deste manuscrito, relatos de época e gravuras, este trabalho de investigação propõe uma hipotética reconstituição da evolução morfológica do santuário ao longo dos tempos, bem como uma possibilidade de intervenção arquitetónica. Assim, este estudo não só contribui para o conhecimento sobre a estrutura arquitectónica do Santuário do Cabo Espichel...