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Análise de ácido clorogênico em amostras de pêssego - Prunus persica (l.) Batsch : otimização e validação de método; Chlorogenic acid analysis in peach – Prunus persica (L.) Batsch : method optimization and validation

Souza Júnior, Dimas Henrique
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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O pêssego é o nome popular do fruto produzido por Prunus persica (L.) Batsch, e é amplamente cultivado na região sul do Brasil. Seu cultivo é economicamente muito importante para o local, e o desenvolvimento de técnicas que garantam o controle de qualidade desta matéria-prima e seus produtos industriais são interessantes. No presente trabalho foi feita uma revisão de literatura acerca de análises realizadas por CLAE-UV com o pêssego, realizada uma otimização das técnicas de extração do ácido clorogênico e do sistema cromatográfico, validado este método e utilizado para quantificar 13 diferentes cultivares de pêssegos fornecidos pela EMBRAPA Clima Temperado, cultivados em Pelotas, RS. O resultado é um método rápido, econômico e prático que foi otimizado e validado, excelente para análises rotineiras de controle de qualidade deste material. As quantidades de ácido clorogênico foram comparadas entre si, e identificou-se que as cultivares Morro Redondo e Sunblaze apresentaram os maiores teores desta substância, sendo promissoras para serem empregadas pela indústria como alimento funcional.; Peach is the common name of the fruit produced by Prunus persica (L.) Batsch, widely cultivated in the southern of Brazil. Its cultivation is economically important to the local market...

UTILIZACION DE ISOENZIMAS DE EXTRACTOS DE HOJAS EN LA CARACTERIZACION DE CULTIVARES DE DURAZNERO (Prunus persica (L) Batsch)

ALTUBE,HECTOR ABEL; URQUIZA,MONICA ONTIVERO; RIVATA,RAQUEL SUSANA; TABORDA,RICARDO JORGE
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2001 ES
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La caracterización de cultivares de duraznero (Prunus persica (L) Batsch) se hace por medio de la descripción de caracteres agronómicos y morfológicos codificados por organizaciones internacionales, los cuales están fuertemente influenciados por el ambiente. Se han buscado métodos alternativos de caracterización y las isoenzimas han sido utilizadas por su independencia de las condiciones del ambiente, además de identificar individuos en etapas tempranas de su desarrollo. El objetivo del presente estudio es caracterizar cultivares de duraznero mediante el análisis isoenzimático de catecol oxidasas, fosfatasas ácidas, esterazas y peroxidazos en extractos de hojas. Los cultivares de duraznero analizados presentaron bajo polimorfismo isoenzimático, las esterazas caracterizaron diez cultivares, las catecol oxidasas un cultivar agrupándose el resto en cinco modelos, las fosfatasas ácidas caracterizaron dos cultivares agrupándose los otros en siete modelos y las peroxidazos formaron tres grupos. Ello puede explicarse ya que el duraznero es una especie autofértil y presenta una base genética muy reducida. Los evidentes límites discriminatorios de este tipo de análisis hacen que su aporte sea sólo complementario a los métodos de los caracteres agronómicos y morfológicos.

Reação de clones de umezeiro (Prunus mume Sieb. et Zucc.) e cultivares de pessegueiro [Prunus persica (L.) Batsch] ao nematóide anelado Mesocriconema xenoplax (Nemata: Criconematidae)

Mayer,Newton Alex; Santos,Jaime Maia dos; Pereira,Fernando Mendes
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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Com o objetivo de avaliar a reação de clones de umezeiro (Prunus mume Sieb. et Zucc.) e cultivares de pessegueiro [Prunus persica (L.) Batsch] ao nematóide anelado Mesocriconema xenoplax (Raski) Loof & de Grise, realizou-se o presente estudo em casa de vegetação do Departamento de Fitossanidade da FCAV/UNESP, Câmpus de Jaboticabal-SP. As plantas foram mantidas em vasos de cerâmica com 6 litros de capacidade, contendo uma mistura de solo e areia (1:1, v/v), previamente autoclavada a 121°C e 1kgf.cm-2 por 2 horas. Cada planta foi inoculada com 10mL de uma suspensão de 200 M. xenoplax por mL. Com os resultados obtidos, após 105 dias da inoculação, pode-se concluir que os Clones 05; 10 e 15 de umezeiro e as cultivares Okinawa e Aurora-1 de pessegueiro são suscetíveis a M. xenoplax. A cultivar Aurora-1 apresentou maior Fator de Reprodução (93,06).

Resistência de clones de umezeiro e cultivares de pessegueiro a Meloidogyne incognita (nemata: Heteroderidae)

Mayer,Newton Alex; Pereira,Fernando Mendes; Santos,Jaime Maia dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2005 PT
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86.59%
O presente estudo teve por objetivo avaliar a reação dos Clones 05; 10 e 15 de umezeiro (Prunus mume Sieb. et Zucc.) e das cultivares Okinawa, Aurora-1 e Dourado-1 de pessegueiro [Prunus persica (L.) Batsch] a Meloidogyne incognita (Kofoid and White) Chitwood, em condições de casa de vegetação. As plantas foram mantidas em vasos de cerâmica contendo uma mistura de solo e areia (1:1, v/v), previamente autoclavada a 121ºC e 1kgf.cm-2 por 2 horas. Aos 60 dias após o plantio, cada planta foi inoculada com 2.000 ovos e juvenis de segundo estádio de Meloidogyne incognita. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com 6 tratamentos (genótipos) e 9 repetições. Transcorridos 116 dias após a inoculação, as plantas foram colhidas para avaliação do sistema radicular. Foi possível verificar que o número de galhas por sistema radicular, o número de ovos e juvenis por 10g de raízes e por sistema radicular foi nulo ou praticamente nulo em todos os clones e nas cultivares estudadas, de forma que os respectivos fatores de reprodução foram todos inferiores a 1. Conclui-se que os Clones 05; 10 e 15 de umezeiro, assim como as cultivares Okinawa, Aurora-1 e Dourado-1 de pessegueiro são resistentes a Meloidogyne incognita.

Concentrações de carboidratos em tecidos de pessegueiro (Prunus persica (L.) Batsch) cv. jubileu em plantas com ou sem sintomas de morte-precoce durante o período de dormência

Marafon,Anderson Carlos; Herter,Flávio Gilberto; Bacarin,Marcos Antônio; Rodrigues,Alexandre Couto; Veríssimo,Valtair
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
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O objetivo deste trabalho foi determinar as concentrações de amido e açúcares solúveis em tecidos de gemas e base de gemas de plantas de pessegueiro (Prunus persica (L.) Batsch) cultivar Jubileu, com e sem sintomas da Morte-Precoce-do-Pessegueiro, durante o período de repouso. Os ramos foram coletados em quatro épocas durante a dormência (11-06, 11-07, 29-07 e 05-08), no inverno de 2003. Foram conduzidos dois experimentos separadamente, um para cada pomar. A elevada concentração de amido nos tecidos das plantas sem sintomas de morte-precoce na fase da saída de dormência propiciou um adequado suprimento energético para que a brotação e a floração destas plantas ocorressem de maneira uniforme e regular. Por outro lado, a antecipação na quebra de dormência das plantas com sintomas da morte-precoce, provocada pelo desencadeamento da síndrome, intensificou a degradação do amido e do sorbitol em ambos os tecidos na saída de dormência, possivelmente, para o fornecimento de glicose e frutose.

Atividade da peroxidase durante o período hibernal de plantas de pessegueiro (Prunus persica (L.) Batsch.) cv. jubileu com e sem sintomas da morte precoce

Marafon,Anderson Carlos; Herter,Flávio Gilberto; Bacarin,Marcos Antonio; Hawerroth,Fernando José
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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106.62%
A morte precoce do pessegueiro (Prunus persica (L.) Batsch) é uma síndrome caracterizada por um colapso da planta durante a floração ou no início da brotação, após drástica redução da temperatura. O objetivo do presente trabalho foi determinar a atividade da peroxidase (UE min-1 g-1 MF) durante o período hibernal, em gemas e ramos de plantas de pessegueiro cv. Jubileu, com e sem sintomas de morte precoce. Foram conduzidos dois experimentos separadamente, um para cada tipo de tecido, em dois pomares próximos, ambos com quatro anos de implantação, situados na região colonial de Pelotas - RS, nas localidades de Santa Helena e Cascata. As amostras foram constituídas por dois tipos de tecidos (gemas e ramos) e foram coletadas em quatro datas (11-06, 11-07, 29-07 e 05-08) durante o inverno de 2003. As determinações da atividade da peroxidase nos tecidos foram realizadas no Laboratório de Fisiologia Vegetal da Embrapa Clima Temperado. As plantas com sintomas de morte precoce apresentaram, durante a dormência, maior atividade da peroxidase nos dois tipos de tecidos, quando comparadas com as plantas sem sintomas da síndrome. Provavelmente, o desencadeamento da síndrome provoca alterações na dormência das plantas afetadas...

Yield and fruit quality of peach scion by using rootstocks propagated by air layering and seed

Picolotto,Luciano; Fachinello,José Carlos; Bianchi,Valmor João; Manica-Berto,Roberta; Pasa,Mateus da Silveira; Schmitz,Juliano Dutra
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 EN
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In rootstock propagation, several methods can be used; however few practices are adopted due to the lack of information about the behavior of stionic combinations at field. The work aimed to compare the propagation method by air layering with the traditional propagation system by seeds using the scion peach [Prunus persica (L.) Batsch] cultivar Granada. The following variables were measured: yield, fruit weight and size, skin color, flesh firmness, total soluble solids content (TSS) and titatrable acidity (TA), TSS/TA ratio, total phenols, trunk diameter and pruning mass. Yield, total phenols and titatrable acidity were higher when using the air layering propagation. There was no difference between propagation methods regarding color and diameter of fruit, flesh firmness and total soluble solid and TSS/TA ratio. Depending on propagation method, the fruit weight did not differ, nevertheless using the seed propagated Capdeboscq rootstock fruit weight was heavier. Plant behavior in each propagation method depended on the rootstock used. Scion cultivar (cv.) Granada on air layering rootstock-derived keeps similar or superior yield and same attributes of fruit quality, better than using rootstocks derived from seeds.

Cold acclimation in genetically related (sibling) deciduous and evergreen peach (Prunus persica [L.] Batsch). II. A 60-kilodalton bark protein in cold-acclimated tissues of peach is heat stable and related to the dehydrin family of proteins.

Arora, R; Wisniewski, M E
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /05/1994 EN
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In several plant species, certain cold-regulated proteins share unique properties. These proteins are (a) heat stable and (b) hydrophilic and are related to the Group 2 late embryogenesis abundant or dehydrin family of proteins. Our previous work with sibling deciduous and evergreen peach genotypes demonstrated a correlation between the level of accumulation of certain bark proteins and cold-acclimation potential of these tissues. Here we identify a 60-kD bark protein in peach (Prunus persica [L.] Batsch), PCA60 ("peach cold acclimation"), that is accumulated during cold acclimation and is heat stable. Immunological studies indicated that this protein is related to the dehydrin family of proteins and accumulates at much higher levels in the bark tissues of the deciduous genotype than in the evergreen. Amino acid composition indicated that the 60-kD protein has a compositional bias for glycine (24%), glutamic acid/glutamine (11.4%), aspartic acid/asparagine (10%), and threonine (9.6%), contains relatively low levels of aromatic amino acids (phenylalanine and tyrosine), and is rich in hydrophilic amino acids. A novel characteristic of the 60-kD cold-acclimation protein is the presence of a repeating nine-amino acid sequence. A five-amino acid stretch...

The peach (Prunus persica L. Batsch) genome harbours 10 KNOX genes, which are differentially expressed in stem development, and the class 1 KNOPE1 regulates elongation and lignification during primary growth

Testone, Giulio; Condello, Emiliano; Verde, Ignazio; Nicolodi, Chiara; Caboni, Emilia; Dettori, Maria Teresa; Vendramin, Elisa; Bruno, Leonardo; Bitonti, Maria Beatrice; Mele, Giovanni; Giannino, Donato
Fonte: Oxford University Press Publicador: Oxford University Press
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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86.55%
The KNOTTED-like (KNOX) genes encode homeodomain transcription factors and regulate several processes of plant organ development. The peach (Prunus persica L. Batsch) genome was found to contain 10 KNOX members (KNOPE genes); six of them were experimentally located on the Prunus reference map and the class 1 KNOPE1 was found to link to a quantitative trait locus (QTL) for the internode length in the peach×Ferganensis population. All the KNOPE genes were differentially transcribed in the internodes of growing shoots; the KNOPE1 mRNA abundance decreased progressively from primary (elongation) to secondary growth (radial expansion). During primary growth, the KNOPE1 mRNA was localized in the cortex and in the procambium/metaphloem zones, whereas it was undetected in incipient phloem and xylem fibres. KNOPE1 overexpression in the Arabidopsis bp4 loss-of-function background (35S:KNOPE1/bp genotype) restored the rachis length, suggesting, together with the QTL association, a role for KNOPE1 in peach shoot elongation. Several lignin biosynthesis genes were up-regulated in the bp4 internodes but repressed in the 35S:KNOPE1/bp lines similarly to the wild type. Moreover, the lignin deposition pattern of the 35S:KNOPE1/bp and the wild-type internodes were the same. The KNOPE1 protein was found to recognize in vitro one of the typical KNOX DNA-binding sites that recurred in peach and Arabidopsis lignin genes. KNOPE1 expression was inversely correlated with that of lignin genes and lignin deposition along the peach shoot stems and was down-regulated in lignifying vascular tissues. These data strongly support that KNOPE1 prevents cell lignification by repressing lignin genes during peach stem primary growth.

The effects of foliar fertilization with iron sulfate in chlorotic leaves are limited to the treated area. A study with peach trees (Prunus persica L. Batsch) grown in the field and sugar beet (Beta vulgaris L.) grown in hydroponics

El-Jendoubi, Hamdi; Vázquez, Saúl; Calatayud, Ángeles; Vavpetič, Primož; Vogel-Mikuš, Katarina; Pelicon, Primož; Abadía, Javier; Abadía, Anunciación; Morales, Fermín
Fonte: Frontiers Media S.A. Publicador: Frontiers Media S.A.
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 20/01/2014 EN
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86.52%
Crop Fe deficiency is a worldwide problem. The aim of this study was to assess the effects of foliar Fe applications in two species grown in different environments: peach (Prunus persica L. Batsch) trees grown in the field and sugar beet (Beta vulgaris L. cv. “Orbis”) grown in hydroponics. The distal half of Fe-deficient, chlorotic leaves was treated with Fe sulfate by dipping and using a brush in peach trees and sugar beet plants, respectively. The re-greening of the distal (Fe-treated) and basal (untreated) leaf areas was monitored, and the nutrient and photosynthetic pigment composition of the two areas were also determined. Leaves were also studied using chlorophyll fluorescence imaging, low temperature-scanning electron microscopy microanalysis, scanning transmission ion microscopy-particle induced X-ray emission and Perls Fe staining. The distal, Fe-treated leaf parts of both species showed a significant increase in Fe concentrations (across the whole leaf volume) and marked re-greening, with significant increases in the concentrations of all photosynthetic pigments, as well as decreases in de-epoxidation of xanthophyll cycle carotenoids and increases in photochemical efficiency. In the basal, untreated leaf parts, Fe concentrations increased slightly...

Prokinetic Activity of Prunus persica (L.) Batsch Flowers Extract and Its Possible Mechanism of Action in Rats

Han, Wei; Xu, Jing Dong; Wei, Feng Xian; Zheng, Yong Dong; Ma, Jian Zhong; Xu, Xiao Dong; Wei, Zhen Gang; Wang, Wen; Zhang, You Cheng
Fonte: Hindawi Publishing Corporation Publicador: Hindawi Publishing Corporation
Tipo: Artigo de Revista Científica
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86.93%
The peach tree, Prunus persica (L.) Batsch, is widely cultivated in China, and its flowers have been used for centuries in traditional Chinese medicine to treat gut motility disorders. But few studies have explored the pharmacological effect of Prunus persica (L.) Batsch flowers on gastrointestinal motility. In this study, the activities of different extracts from Prunus persica (L.) Batsch flowers on the smooth muscle contractions were evaluated using isolated colon model, and the ethyl acetate extract (EAE) showed the strongest effects in vitro. EAE (10−8–10−5 g/mL) caused a concentration-dependent stimulatory effect in rat colonic tissue. Additionally, ketotifen (100 µM), cimetidine (10 µM), and pyrilamine (1 µM) produced a significant inhibition of contractions caused by EAE. Furthermore, immunofluorescence and toluidine blue staining revealed increased numbers of mast cells in the EAE group, and EAE increased histamine release from the colonic tissues. These data indicate that EAE has significant prokinetic activity and acts by a mechanism that mainly involves mast cell degranulation. Our study provides a pharmacological basis for the use of an extract of Prunus persica (L.) Batsch flowers in the treatment of gut motility disorders.

Avalia????o bioagron??mica de pessegueiro (Prunus persica (L.) Batsch) submetido a diferentes porta-enxertos; Bioagronomical evaluation of different rootstocks for peach (Prunus persica (L.) Batsch).

PICOLOTTO, Luciano
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de P??s-Gradua????o em Agronomia; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de P??s-Gradua????o em Agronomia; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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106.94%
In Horticulture, differently from most annual crops, the use of rootstocks is a very common practice used among growers. So, the knowing of the scion/rootstock interaction on the scion is very important to the orchard management. This work aimed to evaluate the influence of rootstock on the vegetative, phenological, and productive development, and on fruit quality of peach tree (Prunus persica (L.) Batsch). Three peach cultivars were used: Chimarrita, Granada and Maciel. For each cultivar interaction it was evaluated trunk diameter, canopy volume, pruning weight, budburst time, flowering time, flower density, chlorophyll amount, leaf specific area, scaffold branches length, yield, fruit weight, fruit color, fruit flesh firmness, total soluble solid content (SST), titratable acidity (TA), SST/TA ratio, total phenols and ripening time. The results were: I) For the cv. Chimarrita, the rootstocks Capdeboscq , Okinawa and Tsukuba 1 showed better performance regarding trunk diameter, branches lengths, canopy volume, pruning weight, chlorophyll content. The largest number of flowers in the branches was only observed in trees raised on Capdeboscq . Red color was more intensity in fruits of trees grafted on GF 305 and red-yellow whether grafted on Okinawa . The fruit quality was altered by the rootstocks Capdeboscq ...

Desenvolvimento do pessegueiro 'Flordaprince' sob duas intensidades de poda verde; 'Flordaprince' peach behaviour after two intensities of green pruning

RODRIGUES, Alessandro; ARAUJO, João Paulo Campos de; GIRARDI, Eduardo Augusto; SCARPARE FILHO, João Alexio
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Pessegueiros 'Flordaprince' [Prunus persica (L.) Batsch] foram submetidos a duas intensidades de poda verde (leve e de renovação), 45 dias após a colheita, com o objetivo de verificar seu efeito sobre o desenvolvimento, a produção, qualidade de frutos e as concentrações de carboidratos solúveis totais em raízes e ramos. O experimento foi realizado em condições de campo, em Piracicaba (SP), durante a safra 2003/2004, utilizando-se 48 plantas em espaçamento de 3,0 m x 1,2 m, sob sistema de líder central. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, constituído de dois tratamentos e doze repetições. A parcela experimental correspondeu a duas plantas, nas quais foram analisados o florescimento efetivo, a densidade de brotação, o crescimento de ramos após a poda verde e após a poda de frutificação, o desenvolvimento, a produção e a qualidade dos frutos e as concentrações de carboidratos solúveis totais presentes em raízes e ramos. A poda de renovação acarretou menor concentração de carboidratos solúveis totais nas raízes durante o período de dormência. Essa poda também reduziu a fixação de frutos e o teor de sólidos solúveis, embora tenha acarretado maior massa individual de frutos. As intensidades de poda verde não influenciaram na concentração de carboidratos solúveis totais em ramos...

Intensidade de poda verde em pessegueiro para controle da ferrugem Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov; Rust Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel and Litvinov control by green pruning in peach

RODRIGUES, Alessandro; SCARPARE FILHO, João Alexio; ARAÚJO, João Paulo Campos de; GIRARDI, Eduardo Augusto; SCARPARE, Fábio Vale
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Com o objetivo de se avaliar o controle da ferrugem [Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov] em pessegueiro 'Flordaprince' [Prunus persica (L.) Batsch], duas intensidades de poda verde foram realizadas aos 45 dias após a colheita: poda leve e poda de renovação. O experimento foi realizado em condições de campo, no Departamento de Produção Vegetal da ESALQ-USP, em Piracicaba-SP, entre novembro de 2004 e janeiro de 2005. O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, com dois tratamentos e doze réplicas. A parcela experimental correspondeu a duas plantas em espaçamento 3,0 x 1,2 m e conduzidas sob sistema de líder central. A avaliação de incidência e severidade de ferrugem foi realizada em folhas de quatro brotações por parcela, sendo duas por planta. As avaliações foram conduzidas de 33 a 81 dias após a poda verde, em intervalos de sete dias, utilizando-se de escala diagramática adaptada para a ferrugem. Os dados referentes à incidência e severidade de ferrugem foram submetidos, respectivamente, ao teste exato de Fisher e ao teste de Wilcoxon. A incidência e a severidade de ferrugem aumentaram com a idade das folhas, independentemente do tipo de poda verde empregada, atingindo, respectivamente...

Pegamento e crescimento inicial de enxertos do pessegueiro 'Aurora-1' em clones de umezeiro (Prunus mume Sieb. et Zucc.) e 'Okinawa' [Prunus persica (L.) Batsch] propagados por estacas herbáceas

Mayer,Newton Alex; Pereira,Fernando Mendes; Barbosa,José Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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86.59%
O presente estudo teve por objetivo avaliar o pegamento e o crescimento inicial de enxertos do pessegueiro 'Aurora-1' em clones de umezeiro (Prunus mume Sieb. et Zucc.) e 'Okinawa' [Prunus persica (L.) Batsch] propagados por estacas herbáceas. Realizaram-se dois experimentos, adotando-se a enxertia de borbulhia por escudo (março) e borbulhia por escudo modificada (julho). Com os resultados obtidos, pode-se concluir que é viável a realização da enxertia do 'Aurora-1' nos Clones 05; 10 e 15 de umezeiro e no 'Okinawa', tanto em março quanto em julho, com as metodologias utilizadas. O 'Okinawa' induz crescimento mais rápido ao enxerto, de forma que o ponto máximo do comprimento é atingido em tempo menor.

Produtividade e qualidade de fruto de pessegueiro utilizando porta-enxertos propagados por alporquia aérea e semente; Yield and fruit quality of peach scion by using rootstocks propagated by air layering and seed

Picolotto, Luciano; Fachinello, José Carlos; Bianchi, Valmor João; Manica-Berto, Roberta; Pasa, Mateus da Silveira; Schmitz, Juliano Dutra
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2010 ENG
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86.74%
Na propagação de porta-enxertos vários métodos podem ser usados, no entanto alguns são pouco utilizados devido à falta de informação sobre o comportamento das plantas a campo. Avaliou-se o método de propagação de porta-enxertos por alporquia comparado ao sistema tradicional de propagação por meio de sementes no pêssego [Prunus persica (L.) Batsch] cv. copa Granada. Avaliaram-se as seguintes variáveis: produtividade, peso de fruto, coloração da epiderme, firmeza de polpa, teor de sólidos solúveis totais (SST) e acidez titulável (AT), relação SST/AT, tamanho de fruto, fenóis totais, diâmetro de tronco, e peso de poda. A produtividade, fenóis totais e acidez titulável foram maiores quando utilizado o método de propagação por alporquia. Não houve diferenças entre os métodos de propagação para coloração e diâmetro de fruto, firmeza de polpa e sólidos solúveis totais e relação sólidos solúveis totais e acidez titulável. Dependendo do médoto de propagação, o peso do fruto não se diferencia entre os porta-enxertos. Para o porta-enxerto Capdeboscq os frutos maiores foram obtidos com a propagação com sementes. O comportamento dentro de cada método de propagação está relacionado com o tipo de porta-enxerto utilizado. A cultivar (cv.) copa Granada...

DIFFERENT POTTING MIX ON FORMATION OF WITHIN-PACKAGE SEEDLINGS OF PEACH; DIFERENTES MISTURAS DE SUBSTRATOS NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE PESSEGUEIRO, EM EMBALAGEM

PICOLOTTO, Luciano; UFPR; BIANCHI, Valmor João; UFPel; GAZOLLA NETO, Alexandre; UFPel; FACHINELLO, José Carlos; UFPel
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 03/08/2007 ENG
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86.52%
In Brazil, most of the nursery peach trees marketed sold to the fruit growers has been as bare-root plants during their dormancy during the winter. However, potted nursery trees may be a high potential choice for different planting time during the year. This research aimed to assess the influence of different substrates on development of peach rootstocks and cultivar ‘Maciel’ raised in package. The tested substrates were equal volume combinations: Plantmax®HT + húmus + sand; Plantmax® HT + húmus; Plantmax® HT + húmus + calcined rice hulls. The rootstock seeds were treated with Pro-Gibb® at 200mg.L-1 concentration during 16 hours, previously to their planting in the pots with the referred substrates. After 180 days the seedlings were evaluated about the following variables: trunk diameter; tallness; canopy volume and dry mass per plant. At the budding time (180 days after the beginning of seed germination), the larger trunk diameter averages were observed on Okinawa, reaching 5,9 mm in pots with Plantmax®HT + húmus+calcined rice hulls and 5,8 mm in pots with Plantmax®HT + húmus + sand substrates, whereas in “Aldrighi” seedlings were 5,5 mm with Plantmax®HT + húmus + sand and 5...

Enmiendas orgánicas y durazno, Prunus persica (L.) Batsch, en el mejoramiento de una capa endurecida, tepetate tipo duripán

Flores-Román,David; Muñiz-Irigoyen,Carla Guadalupe; Galicia-Palacios,María del Socorro; Ferrera-Cerrato,Ronald; Zenteno,Gerardo
Fonte: Sociedad Geológica Mexicana, A.C. Publicador: Sociedad Geológica Mexicana, A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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Con el fin de mejorar la calidad productiva de los tepetates y con ello su habilitación, el objetivo de este estudio fue evaluar el efecto del durazno (Prunus persica (L)Batsch), abonos orgánicos y micorriza en las características físicas, químicas y bioquímicas de un tepetate fragmentado. Este trabajo se realizó en invernadero en el Instituto de Geología, Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). El tepetate se recolectó en el municipio de Tetela del Volcán, Morelos, se roturó (2 a 10 mm diámetro) y se colocó en macetas sin perforaciones, adicionándose las enmiendas: estiércol bovino, composta y micorriza. Las plantas de durazno se trasplantaron de tres meses de edad; al final del experimento (un año) se cortaron, se sacó el tepetate de la maceta y se secó al aire para su análisis en el laboratorio. El diseño experimental fue completamente al azar con dos factores y tres niveles cada uno (9 tratamientos), con cuatro réplicas (36 unidades experimentales). Con los datos se hizo un análisis de varianza y se usó la prueba de Tukey (p ≤ 0.05) en las medias. Los valores de agregación presentaron el mayor porcentaje en la fracción de 5 a 10 mm y la de menor porcentaje fue la > 10 mm; sin embargo, en las distribuciones de los tratamientos relativas a la distribución original del material utilizado...

Fenología, producción y características de fruto de selecciones de durazno (Prunus persica L. Batsch.) Ana en Aguascalientes

Gutiérrez-Acosta,F.; Padilla-Ramírez,J. S.; Reyes-Muro,L.
Fonte: Universidad Autónoma Chapingo Publicador: Universidad Autónoma Chapingo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 ES
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El durazno (Prunus persica L. Batsch.) de la variedad Ana fue obtenido de un árbol proveniente de hueso en la huerta comercial "San Carlos" en Aguascalientes, y tiene las características de alta producción y fruto con buena aceptación en el mercado. La selección es un método de fitomejoramiento de especies frutícolas, que consiste en identificar individuos sobresalientes, teniendo como base las plantas que provienen de semilla y la preferencia de alguna característica deseada como criterio de selección. Los objetivos de esta investigación fueron caracterizar y evaluar selecciones de durazno Ana. La investigación se realizó del 2000 a 2004, en la huerta comercial "San Carlos" ubicada en el municipio de Asientos, Ags. Se seleccionaron 21 árboles provenientes de hueso, a los que se les evaluó la fenología, rendimiento y la calidad del fruto. Para el análisis de la producción y número de frutos se utilizó un diseño de bloques al azar; para las características del fruto, un diseño de bloques al azar con arreglo en parcelas divididas con diez repeticiones, y para la comparación de medias, se utilizó la DMS (P<0.05). El comportamiento fenológico promedio de los cinco años de evaluación fue el siguiente: las épocas de inicio de floración...

Irrigation scheduling of peach trees (Prunus persica L.) by continuous measurement of soil water status

Mounzer,Oussama H.; Vera,Juan; Tapia,Luis M.; García-Orellana,Yelitza; Conejero,Wenceslao; Abrisqueta,Isabel; Ruiz-Sánchez,Ma. Carmen; Abrisqueta-García,José Ma.
Fonte: Colegio de Postgraduados Publicador: Colegio de Postgraduados
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 EN
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Continuous real time soil moisture measurements facilitate the control of soil water availability for plants. The aim of this research was to study soil water content in two irrigation treatments and its effect on the physiological response of young peach trees (Prunus pérsica (L.) Batsch cv. Flordastar) during one growing season. The irrigation treatments were: T-1, scheduled to fulfil crop water requirements (100% ETc, according to FAO, Penman-Monteith methodology), and T-2, in which irrigation doses and frequency are adjusted continuously to maintain the water content in the main root zone (0-50 cm depth) at +10% to -5% field capacity, as indicated by the continuous measurement of the soil water content by capacitance Frequency Domain Reflectrometry (FDR) probes. After irrigation, the different phases of soil water depletion in the root zone were defined according to the evaporation and root absorption processes. The first two phases, which occurred during daylight, included a rapid decrease in the soil water content (149 to 129 mm a third phase of slower soil water depletion (129 to 127 mm 0.5 m-1) occurred during the night, and a fourth involved a rapid decrease (127 to 122 mm 0.5 m-1), followed by a slight recovery, also during the night. A comparative study of the soil-plant water status patterns observed in the two treatments during one growing season was made. The irrigation treatment scheduled according to capacitance probe measurements provided a saving of 18% of irrigation water with respect to the conventional scheduled treatment and had no effect on total yield or vegetative growth of young peach trees.