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"Estudo da atividade biológica da macroprolactina humana em células Nb2 e em células Ba/F-03 transfectadas com o receptor de prolactina humano forma longa" ; Human macroprolactin biological activity study in Nb2 cells and in Ba/F-03 cells expressing human long prolactin receptor

Glezer, Andrea
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 23/01/2006 PT
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37.44%
A macroprolactinemia é condição freqüente na hiperprolactinemia e em geral, sem impacto clínico. Os dados sobre a atividade biológica da macroprolactina (bbPRL) são controversos e baseados em bioensaio heterólogo com células de rato Nb2. A atividade biológica da bbPRL é observada in vitro e não in vivo, provavelmente porque seu alto peso molecular evita sua passagem pelos capilares. A bioatividade da bbPRL talvez varie de acordo com a especificidade do receptor de prolactina (PRLR). Avaliamos a bioatividade da bbPRL de indivíduos macroprolactinêmicos (Grupo I, n = 18) e da PRL monomérica (mPRL) de pacientes hiperprolactinêmicos sem bbPRL (Grupo II, n = 5) em Nb2 e em células Ba/F-LLP, transfectadas com o PRLR humano. Enquanto ambos ensaios apresentam resultados similares para a atividade de mPRL, nossos resultados indicam que a atividade da bbPRL é presente em ensaio heterólogo e não em ensaio homólogo. O ensaio Ba/F-LLP é sensível e apresenta melhor correlação com a atividade in vivo da bbPRL; Macroprolactinemia is a frequent finding in hyperprolactinemic individuals, usually without clinical impact. Data on biological activity of macroprolactin (bbPRL) is mostly based on a heterologous bioassay (Nb2 cell). Biological activity of bbPRL observed in vitro but not in vivo maybe due to its high molecular weight preventing its passage through capillary barrier. Alternatively...

Utilização de células CHO cultivadas na presença de cicloheximida para obtenção e caracterização de prolactina humana glicosilada (G-hPRL) recombinante; UTILIZATION OF CHO CELLS CULTIVATED IN PRESENCE OF CYCLOHEXIMIDE FOR OBTAINMENT AND CHARACTARIZATION OF RECOMBINANT HUMAN GLYCOSYLATED PROLACTIN (G-hPRL)

Heller, Susana da Rocha
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/09/2008 PT
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37.71%
A Prolactina humana hPRL é um hormônio protéico com 199 aminoácidos (MM ~ 23.000 Da) com um amplo espectro de atividades biológicas, sendo mais conhecido por estimular a lactação e regular o crescimento e diferenciação da glândula mamária. Além de quebra proteolítica, a maioria dos variantes de prolactina podem ser resultantes de outros processos pós-traducionais como polimerização, fosforilação, desamidação, sulfatação e glicosilação. Essa proteína contém apenas um sítio potencial de glicosilação por ligação à asparagina, localizada no aminoácido 31, que é parcialmente ocupado (10%) quando a proteína é sintetizada em células eucariotas. Apesar da atividade biológica in vitro da prolactina glicosilada (G-hPRL) ser muito menor (~4 vezes) quando comparada à não glicosilada, sua função fisiológica ainda não é bem definida e a porção de carboidrato parece ter um importante papel na biossíntese, secreção, atividade biológica, e clearance plasmático do hormônio. Com o objetivo de melhor caracterizar e estudar esta variante hormonal, foi realizada sua purificação em escala laboratorial a partir de células de ovário de hamster chinês (CHO) modificadas geneticamente, utilizando meio de cultura suplementado com cicloheximida...

Adaptação de células CHO secretoras de prolactina humana e seus antagonistas para o crescimento em suspensão; Adaptation of CHO cells secreting human prolactin and their antagonists to growth in suspension

Arthuso, Fernanda dos Santos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/02/2011 PT
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37.56%
O Grupo de Hormônios do Centro de Biotecnologia do IPEN desenvolveu várias linhagens de células de ovário de hamster chinês (CHO) modificadas geneticamente e comprovadamente eficientes na expressão de proteínas heterólogas, dentre elas a prolactina humana (hPRL) e os análogos antagonistas de prolactina (S179D-hPRL e G129R-hPRL). No entanto, todas as linhagens para expressão são cultivadas em monocamadas e dependentes da presença de soro fetal bovino (SFB) no meio de cultivo para um crescimento eficiente. As células em suspensão apresentam um grande interesse industrial-farmacêutico, tanto pela facilidade de cultivo e ampliação de escala, como pela produtividade volumétrica. Desenvolvemos um protocolo para adaptação de células CHO para o crescimento em suspensão e também processos de produção em frascos spinners. Nesse trabalho foi realizada a adaptação das linhagens produtoras de hPRL; S179D-hPRL e G129R-hPRL para o crescimento em suspensão e em meio livre de SFB. Realizamos também a produção em escala laboratorial com as três linhagens adaptadas, assim como a correspondente purificação e caracterização de quatro proteínas heterólogas, incluindo a prolactina humana glicosilada (G-hPRL).; The Hormone Group of the Biotechnology Center of IPEN has developed different cells lines of genetically modified chinese hamster ovary cells (CHO) for the expression of heterologus protein like human prolactin (hPRL) and its analogs/antagonists (S179D-hPRL and G129R-hPRL). All cell lines for expression are however cultured in monolayer culture dish and depend on fetal bovine serum (FBS) in the medium for an efficient growth. Cells in suspension show a great industrial-pharmaceutical interest...

Síntese e caracterização de prolactina de camundongo (mPRL) e deu seu análogo (S177D-mPRL); Synthesis and characterization of mouse prolactin (mPRL) and of its analog (S177D-mPRL)

Suzuki, Miriam Fussae
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/01/2011 PT
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37.64%
A prolactina é um neurohormônio que faz parte da superfamília das citocinas e está envolvida em inúmeros processos biológicos. Devido à sua ação endócrina, autócrina e parácrina, a prolactina está muitas vezes relacionada ao desenvolvimento de patogenias humanas como carcinomas e doenças autoimunes. Considerando-se que: a) diferença de 41% encontrada na sequência de aminoácidos da prolactina de camundongo em relação à humana, b) diferenças na glicosilação, fosforilação, e ligação ao receptor e, c) o fato que os modelos animais utilizados em ensaios in vivo com prolactina humana são geralmente ratos ou camundongos (modelos heterólogos), fica evidente que esses fatores podem interferir na interpretação dos resultados. Portanto, experimentos em sistemas homólogos seriam desejáveis. Esse trabalho descreve a obtenção pela primeira vez da mPRL no espaço periplásmico bacteriano, portanto na sua forma autêntica, ou seja, sem a metionina inicial, com expressão de 0,1 ± 13,2% g/mL/A600. Para isso um vetor de expressão baseado no promotor lPL foi construído e utilizado como promotor constitutivo, com ativação a 37° C. Um processo de fermentação em biorreator, com rendimentos de expressão de até 2...

Expressão gênica da prolactina e seus receptores na hipófise e no útero de camundongo fêmea tratado com metoclopramida; Gene expression of prolactin and its receptors in the pituitary and uterus of the metoclopramide-treated female mouse

Amaral, Vinícius Cestari do
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/07/2012 PT
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37.9%
INTRODUÇÃO: A prolactina é um hormônio polipeptídico, que possui reconhecida ação sistêmica, principalmente na fisiologia da reprodução, porém, seu desequilíbrio, em especial a hiperprolactinemia, é cada vez mais frequente na prática clínica. Apesar de ser um distúrbio relativamente comum, ainda existem dúvidas quanto aos efeitos moleculares da hiperprolactinemia no trato genital, particularmente no útero, e também na hipófise. O presente estudo teve por objetivo verificar os efeitos da hiperprolactinemia induzida pela metoclopramida na expressão gênica da prolactina e de seus receptores no útero e na hipófise de camundongo fêmea. MÉTODOS: Utilizaram-se 49 camundongos fêmeas (Wistar), randomicamente divididas em 7 grupos contendo 7 animais cada: 1) SS não ovariectomizadas que receberam solução salina (veículo); 2) M não ovariectomizadas tratadas com metoclopramida; 3) OSS ovariectomizadas tratadas com solução salina (veículo); 4) OM ovariectomizadas tratadas com metoclopramida; 5) OME ovariectomizadas tratadas com metoclopramida e 17-estradiol; 6) OMP ovariectomizadas tratadas com metoclopramida e progesterona micronizada; 7) OMEP ovariectomizadas tratadas com metoclopramida, 17-estradiol e progesterona micronizada. Após 50 dias os animais foram sacrificados sendo retirados o útero e a hipófise de cada animal para extração do ácido ribonucleico total...

Avaliação do nível sérico de prolactina e CA 125 como marcadores diagnósticos de endometriose

Bilibio, João Paolo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.86%
Existe um atraso no diagnóstico de endometriose de cerca de 8 anos, provavelmente devido ao fato de seu diagnóstico ser cirúrgico e seus sintomas inespecíficos e com vários graus de intensidade. Devido a isso a procura por marcadores de endometriose é de interesse de todos os ginecologistas. Já foi demonstrado que a prolactina está aumentada neste grupo de pacientes. O objetivo deste estudo é avaliar a prolactina e o CA 125 com marcadores no diagnóstico de endometriose. Conduzimos ao longo desta dissertação um estudo transversal com um total de 97 pacientes divididas em dois grupos: 1- Grupo de estudo: pacientes sintomáticas com endometriose (sintomas de infertilidade ou dor), 2- Grupo controle: grupo de pacientes assintomática sem endometriose (pacientes que realizaram laparoscopia para ligadura tubária). Foram coletados amostra de plasma em ciclos menstruais anteriores a cirurgia durante a fase secretora do ciclo menstrual sendo dosado a prolactina (poll de 3 amostras) e o CA 125. Encontramos que a prolactina está aumentada no grupo de pacientes com endometriose, seja em pacientes inférteis, pacientes com dor, estágios I e II ou estágios III e IV. Comparando os dois marcadores, a prolactina (sensibilidade de 21% e especificidade de 99%) e Ca 125 (sensibilidade de 27% e especificidade de 97%) apresentam sensibilidade e especificidade semelhantes (P=0.58). Quando utilizamos estes dois marcadores juntos a sensibilidade foi de 44% e especificidade de 99%. Quando utilizamos...

Prolactina potencializa a secreção de insulina via formação do complexo SNARE em ilhotas pancreaticas; Prolactin modulates the insulin secretion by SNARE complex formation in neonatal rat islets

Daniel Andrade da Cunha
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/09/2006 PT
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37.88%
Prolactina induz a maturação da resposta secretória das células B pancreáticas em ilhotas de ratos neonatos in vitro. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar se a maturação na resposta a glicose, induzida pela prolactina, está associada a alterações na expressão, associação e fosforilação de proteínas envolvidas na mobilização e extrusão dos grânulos de insulina. Para isso, ilhotas pancreáticas de ratos neonatos foram cultivadas por cinco dias em presença de prolactina e após extração do RNA e proteína total foram realizados RT-PCR e western blot. Observamos aumento na expressão gênica e protéica da MAP-2 e cinesina em ilhotas cultivadas com prolactina. Analisamos também a associação e fosforilação através de imunoprecipitação seguido de western blot de proteínas SNARE e MAP-2/cinesina em ilhotas estimuladas agudamente (20 min) com prolactina. Prolactina aumentou a associação entre proteínas SNARE e MAP-2/cinesina e reduziu a ligação entre sintaxina IA/munc-I8. Fosforilação em resíduos serina das proteínas SNAP-25, sintaxina IA, munc-I8 e MAP-2 encontravam-se aumentadas enquanto que da cinesina foi diminuída, em ilhotas estimuladas com prolactina. Ainda, foi observado aumento na formação do complexo SNARE em ilhotas agudamente estimuladas com prolactina...

Niveis de prolactina em pacientes com artrite reumatoide

Pereira, Ivanio Alves
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 129f.| grafs., tabs.+anexos
POR
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37.56%
Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias da Saude; Estudo de mensuração e correlação dos níveis de prolactina em 35 pacientes com artrite reumatóide, comparado com um grupo controle de 35 pacientes com fibromialgia ou osteoartrose atendidos no Hospital Universitário - UFSC. Os níveis de prolactina não foram diferentes em relação ao grupo controle, não houve correlação dos níveis de prolactina com atividade da artrite reumatóide.

Enxaqueca e níveis séricos de Prolactina

Campos, Mariana Rita Martelo de
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2013 POR
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37.71%
Introdução: A enxaqueca é um distúrbio neurovascular que ocorre em indivíduos geneticamente suscetíveis, podendo ser desencadeada por diversos fatores, como alimentos, privação/excesso de sono, stress, entre outros. Carateriza-se por episódios de cefaleias com outros sintomas associados. Para a sua génese foram propostos diversos mecanismos, entre eles a participação do sistema dopaminérgico, estando a dopamina relacionada com alguns dos sintomas experimentados durante uma crise de enxaqueca. A prolactina (PRL), como alvo principal da dopamina, tem sido também implicada na produção da enxaqueca, apoiado pelo facto de diversos fatores que podem afetar a secreção de prolactina também poderem intervir na enxaqueca, como os tumores hipofisários (prolactinomas, etc), stress, a dor, entre outros. Objetivos: Este trabalho teve o propósito de analisar a possível relação entre a enxaqueca e os níveis da prolactina. Métodos: Para a elaboração desta revisão da literatura, efetuou-se uma pesquisa bibliográfica na base de dados Medline (www.pubmed.com). Resultados: Da pesquisa realizada, seis artigos foram analisados e resumidos, onde foram estudadas populações migranosas através da medição dos seus níveis séricos de prolactina...

Efeito do gene receptor de prolactina sobre características quantitativas de interesse econômico em suínos

Alonso,Vivian; Santana,Bárbara Amélia Aparecida; Pirage Junior,Waldesse; Goulart,Luiz Ricardo; Diniz,Heyder da Silva; Machaim,Maurício Franco; Borges,Graciele Segantini Nascimento
Fonte: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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37.56%
O aumento da produtividade e qualidade dos produtos animais vem se tornando de grande interesse econômico. A prolactina (PRL) é um hormônio essencial para o sucesso reprodutivo e seu receptor (RPRL) tem sido detectado em vários tecidos². O gene RPRL foi recentemente mapeado em suínos no cromossomo 16(6). Este trabalho teve como objetivo analisar a frequência genotípica do RPRL em três diferentes raças de suíno, Landrace, Large White e Pietrain e correlacionar os genótipos com características de interesse. Foram analisados um total de 124 animais. O DNA foi extraído de sangue total suíno e submetido a técnica de PCR-RFLP, para determinação do genótipo do gene do receptor da prolactina. As análises estatísticas mostraram que o genótipo RPRL teve efeito sobre peso médio diário na raça Landrace (p<0,0135). As médias de DEPGMD na raça Landrace também foram diferentes em relação ao genótipo (p< 0,0610), confirmando a análise dos dados reais de Ganho de Peso Médio Diário. Métodos de seleção assistida por marcadores, juntamente com métodos de seleção tradicional poderão ser utilizados para potencializar e acelerar o melhoramento de características de interesse econômico em suínos, onde o gene do receptor de prolactina (RPRL) poderá ser utilizado como um marcador molecular para o ganho de peso médio diário real e sua DEP.

Ação dos ácidos graxos poliinsaturados essenciais na síndrome de tensão pré-menstual e as repercussões sobre a prolactina e o colesterol total

Alves Pereira da Rocha Filho, Edilberto; Carlos de Lima, José (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.56%
A deficiência de ácidos graxos essenciais (AGE) tem sido relacionada como um fator contributivo para a síndrome de tensão prémenstrual (STPM) por determinar menor concentração sérica de prostaglandina E1 (PGE1). Vários estudos demonstram uma menor concentração intracelular de AGE e de PGE1 em mulheres com SMTP. Assim, alguns pesquisadores sugerem que a administração de ácidos graxos essenciais pode determinar melhora sintomática na STPM. OBJETIVO: Comparar a efetividade dos ácidos graxos essenciais no tratamento da síndrome de tensão pré-menstrual, comparando-o com placebo, e verificar se há diferenças na melhora dos sintomas quando é administrado o dobro da dose convencional. Observar se o uso da medicação determina alterações séricas nos níveis de prolactina e colesterol total. MÉTODO: Após dois meses de observação, mulheres com ciclo menstrual regular (de 25-35 dias) que possuíam STPM (diagnosticada pelo Prospective Record of the Impact and Severity of Menstrual Symptoms calendar calendário PRISM) [n = 45] foram randomizadas e submetidas a seis meses de tratamento controlado com placebo em estudo duplo-cego, com um ou dois gramas de ácidos graxos essenciais. Amostras sanguíneas foram colhidas antes do tratamento e com 3 e 6 meses de uso do fármaco. RESULTADOS: Ao serem avaliados os dados de pontuação proveniente do calendário PRISM...

Efeitos protetores da prolactina em cultivo glial de c?rtex de ratos expostos ao metilmerc?rio

SANTOS, Andr?a Cristina Monteiro dos
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.56%
O metilmerc?rio (MeHg) ? um composto comprovadamente neurot?xico cujos mecanismos degenerativos ainda n?o est?o bem esclarecidos. No sistema nervoso central o MeHg ? seq?estrado do interst?cio preferencialmente por astr?citos diminuindo a carga de exposi??o neuronal. Estudos in vitro demonstraram que a prolactina (PRL) possui efeitos mitog?nicos sobre astr?citos, al?m de regular a express?o de citocinas pr?-inflamat?rias. Este estudo teve por objetivo investigar efeitos protetores da prolactina sobre dist?rbios provocados por MeHg na viabilidade, morfologia, express?o de GFAP (glial fibrillary acidic protein), mitog?nese e libera??o de interleucina-1? (IL-1 ?) em cultivo glial de c?rtex cerebral de ratos neonatos focalizando as c?lulas astrogliais. A exposi??o a diferentes concentra??es de MeHg (0,1, 1, 5 e 10 ?M) a diferentes intervalos de tempo (2, 4, 6, 18 e 24 h) ocorreu em cultivos com 10% de soro fetal bovino (SFB). Os resultados obtidos demonstraram diminui??o progressiva de 20% e 62% da viabilidade celular ap?s exposi??o ?s concentra??es de 5 e 10 ?M MeHg no tempo de 24 h, respectivamente, pelo m?todo do 3-4,5-dimetiltiazol-2-yl)-2,5-difenil tetraz?lio bromide (MTT) e dist?rbios na express?o e distribui??o de GFAP. Diferentes concentra??es de prolactina (0.1...

Ações imunomoduladoras da prolactina durante a fase aguda da Doença de Chagas experimental; The immunomodulatory effects of prolactin during the acute phase of experimental Chagas\' disease

Filipin, Marina Del Vecchio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/04/2013 PT
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37.64%
Durante a infecção por Trypanosoma cruzi, o sistema endócrino exerce importante influência no direcionamento da resposta imune do hospedeiro. A prolactina é um dos diversos hormônios envolvidos em uma série de complexas interações com o sistema imunológico, participando diretamente do processo de imunorregulação. As pesquisas relacionadas com a administração de hormônios em modelos experimentais infectados por T. cruzi visam comprovar a modulação dos mecanismos de defesa por estas substâncias e contribuem para a busca de novas terapias auxiliares e melhorias no tratamento convencional da Doença de Chagas. O objetivo deste trabalho foi elucidar o papel da prolactina na modulação do sistema imune durante a fase aguda da doença de Chagas experimental, através da administração desta substância em ratos Wistar jovens infectados com a cepa Y de T.cruzi. O envolvimento e o perfil de ativação das células de defesa durante a infecção aguda foram analisados, utilizando-se ensaios de linfoproliferação, apoptose de linfócitos e análise de marcadores celulares. Além disso, outros parâmetros imunológicos também foram avaliados, entre eles, citocinas intracelulares IFN-?, TNF-?, IL-4 e IL-10, quimiocina MCP-1 e óxido nítrico. Os animais submetidos ao tratamento com prolactina apresentaram redução significativa na parasitemia sanguínea...

Enxaqueca e níveis séricos de Prolactina

Campos, Mariana Rita Martelo de
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2013 POR
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37.71%
Introdução: A enxaqueca é um distúrbio neurovascular que ocorre em indivíduos geneticamente suscetíveis, podendo ser desencadeada por diversos fatores, como alimentos, privação/excesso de sono, stress, entre outros. Carateriza-se por episódios de cefaleias com outros sintomas associados. Para a sua génese foram propostos diversos mecanismos, entre eles a participação do sistema dopaminérgico, estando a dopamina relacionada com alguns dos sintomas experimentados durante uma crise de enxaqueca. A prolactina (PRL), como alvo principal da dopamina, tem sido também implicada na produção da enxaqueca, apoiado pelo facto de diversos fatores que podem afetar a secreção de prolactina também poderem intervir na enxaqueca, como os tumores hipofisários (prolactinomas, etc), stress, a dor, entre outros. Objetivos: Este trabalho teve o propósito de analisar a possível relação entre a enxaqueca e os níveis da prolactina. Métodos: Para a elaboração desta revisão da literatura, efetuou-se uma pesquisa bibliográfica na base de dados Medline (www.pubmed.com). Resultados: Da pesquisa realizada, seis artigos foram analisados e resumidos, onde foram estudadas populações migranosas através da medição dos seus níveis séricos de prolactina...

La disrupción específica del receptor dopaminérgico D2 en lactotropos devela un rol de la prolactina en el control de la ingesta y el metabolismo; Selective disruption of dopamine D2 receptors in pituitary lactotropes reveals a role of prolactin in metabolism and food intake regulation

Luque, Guillermina María
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: Tesis Doctoral Formato: text; pdf
Publicado em //2015 03 12 ESPAñOL
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37.88%
La prolactina es una hormona altamente versátil secretada principalmente por los lactotropos de la hipófisis anterior. Su función en la reproducción y fertilidad ha sido muy estudiada, pero poco se sabe de su acción en la regulación del peso corporal y el metabolismo. Altos niveles de prolactina se observan durante la preñez y la lactancia, estados en los que se favorece la hiperfagia. Durante la preñez, los mecanismos normales que regulan el apetito son modificados para generar un balance energético positivo, incrementando la ingesta y los reservorios grasos para abastecer el requerimiento del feto en crecimiento, y ser utilizados posteriormente en la lactancia. Existen numerosos resultados que apoyan la hipótesis de que la prolactina posee un rol significativo en la regulación del peso corporal. Por ejemplo, el ratón deficiente del receptor de prolactina presenta peso corporal y depósitos de grasa disminuidos, la administración de prolactina estimula la ingesta de alimento, y niveles elevados de esta hormona de manera crónica (como ocurre durante la preñez) incrementan la ingesta posiblemente por la inducción de una resistencia a leptina. Sin embargo, ratones macho conteniendo hipófisis ectópicas muestran sólo un mínimo incremento en el peso corporal con un descenso en el tejido adiposo...

Efeito do gene receptor de prolactina sobre características quantitativas de interesse econômico em suínos; Effect of prolactin receptor gene on the quantitative characteristics of economic interest on pigs

Alonso, Vivian; Santana, Bárbara Amélia Aparecida; Pirage Junior, Waldesse; Goulart, Luiz Ricardo; Diniz, Heyder da Silva; Machaim, Maurício Franco; Borges, Graciele Segantini Nascimento
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2003 POR
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37.56%
O aumento da produtividade e qualidade dos produtos animais vem se tornando de grande interesse econômico. A prolactina (PRL) é um hormônio essencial para o sucesso reprodutivo e seu receptor (RPRL) tem sido detectado em vários tecidos². O gene RPRL foi recentemente mapeado em suínos no cromossomo 16(6). Este trabalho teve como objetivo analisar a frequência genotípica do RPRL em três diferentes raças de suíno, Landrace, Large White e Pietrain e correlacionar os genótipos com características de interesse. Foram analisados um total de 124 animais. O DNA foi extraído de sangue total suíno e submetido a técnica de PCR-RFLP, para determinação do genótipo do gene do receptor da prolactina. As análises estatísticas mostraram que o genótipo RPRL teve efeito sobre peso médio diário na raça Landrace (p<0,0135). As médias de DEPGMD na raça Landrace também foram diferentes em relação ao genótipo (p< 0,0610), confirmando a análise dos dados reais de Ganho de Peso Médio Diário. Métodos de seleção assistida por marcadores, juntamente com métodos de seleção tradicional poderão ser utilizados para potencializar e acelerar o melhoramento de características de interesse econômico em suínos, onde o gene do receptor de prolactina (RPRL) poderá ser utilizado como um marcador molecular para o ganho de peso médio diário real e sua DEP.; The productivity and quality increase of the animal products is coming to be of big economic interest. The prolactin (PRL) is an essencial hormone for the reproductive sucess and its receptor (PRLR) has been detected in several tissues (Kelly et al....

La prolactina en el sistema inmunológico: aspectos de síntesis y efectos biológicos

Méndez,Isabel; Cariño,Cecilia; Díaz,Lorenza
Fonte: Instituto Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición Salvador Zubirán Publicador: Instituto Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición Salvador Zubirán
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 ES
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37.64%
La prolactina es una hormona que fue considerada durante mucho tiempo de origen exclusivamente hipofisario, y cuya función más importante era la promoción de la lactancia. Sin embargo, la prolactina no sólo se sintetiza en diversos sitios del organismo, sino que también participa en una amplia variedad de procesos biológicos. Dentro de los sitios de síntesis extrahipofisarios de esta hormona se encuentran diversas células del sistema inmunológico. A este nivel, la prolactina actúa afectando desde la proliferación celular hasta el estado inmune del individuo. En esta revisión presentamos algunos aspectos relativos a la prolactina de origen linfocitario tales como su síntesis, su participación en el sistema inmunológico y su relación con estados de autoinmunidad.

Participación de la prolactina en la respuesta inmune

Blanco-Favela,Francisco; Legorreta-Haquet,María Victoria; Huerta-Villalobos,Yunuen Rocío; Chávez-Rueda,Karina; Montoya-Díaz,Eduardo; Chávez-Sánchez,Luis; Zenteno-Galindo,Edgar
Fonte: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez Publicador: Instituto Nacional de Salud, Hospital Infantil de México Federico Gómez
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 ES
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37.56%
Existen evidencias de la relación entre el sistema inmune y el endocrino vía múltiples factores de comunicación, como citocinas, neuropéptidos, neurotransmisores y hormonas. Se ha demostrado la participación de la hormona prolactina en la respuesta inmune innata y adaptativa. Además de ser producida por la glándula pituitaria, también es producida y secretada por las células del sistema inmunológico. El objetivo de esta revisión fue puntualizar acerca de la participación de la prolactina secretada por estas células en la respuesta inmune.

Comparación entre los niveles de prolactina de madres en relactancia y madres con lactancia materna exclusiva

Cluet de Rodríguez,Isabel; Rossell-Pineda,María del Rosario; Álvarez de Acosta,Thais; Chirinos,Rosanny
Fonte: Sociedad Latinoamericana de Nutrición Publicador: Sociedad Latinoamericana de Nutrición
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 ES
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Estudio no experimental, prospectivo, comparativo y longitudinal, realizado con el objetivo de comparar los niveles de prolactina en 15 madres (Grupo estudio) con más de dos semanas de haber suspendido la lactancia materna y entrenadas para relactar según método recomendado por Organización Mundial de la Salud: Estimulación del pezón y del pecho, Técnica de chorrear y gotear y Extracción mecánica y manual y en 25 madres (grupo control) que lactaban en forma exclusiva, cuyos hijos menores de seis meses, fueron hospitalizados por diversas patologías, en la División Pediátrica del Servicio Autónomo Hospital Universitario de Maracaibo, desde noviembre 2010 a octubre 2011. Las madres tuvieron entre 15 y 25 años de edad en ambos grupos (p=0,58); la causa principal del abandono de la lactancia fue escasa producción láctea (46,67%).El tiempo de aparición de la secreción láctea fue de 6+1,60 días.Los niveles de prolactina de madres del grupo estudio en las primeras 24 horas del ingreso del lactante fue 35,58+18,04 ng/ml y en el grupo control 129,83+35,01 ng/ml, estadísticamente significativo (p=0,01). Iniciada la secreción láctea fue de 121,20+16,90 ng/ml, estadísticamente significativo (p=0,01) comparado con el valor inicial del grupo estudio...

Determinación de prolactina y tirotrofina en un grupo heterogéneo de pacientes

Fernández - Michelena,Marianela; Ramirez,Lisbeth; García,Victor; Paz Araviche,Vinicio; Velásquez,Nelson
Fonte: Sociedad de Obstetricia y Ginecología de Venezuela Publicador: Sociedad de Obstetricia y Ginecología de Venezuela
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 ES
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Objetivos: Conocer las concentraciones de prolactina y tirotrofina en el suero y líquido cefalorraquídeo en un grupo heterogéneo de pacientes. Métodos: Cincuenta y un pacientes de ambos sexos, diferentes edades, sin patología endocrina aparente fueron sometidos a punción lumbar por patología existente. Diecisiete hombres, 17 mujeres no embarazadas y 17 embarazadas a término. Para las determinaciones hormonales se utilizó el método de electroquimioluminescencia, procesadas en un Analizador tipo Elecys 1010/2010. Los resultados fueron analizados estadísticamente mediante ANOVA y coeficientes de correlación (r). Ambiente: Departamento de Reproducción Humana del Hospital Chiquinquirá de Maracaibo y de Medicina Nuclear del Hospital Clínico de Maracaibo. Resultados: Se demostró la presencia de prolactina y tirotrofina en líquido cefalorraquídeo en todos los pacientes. Hubo correlación entre los valores de tirotrofina y prolactina en el líquido cefalorraquídeo en los hombres (r)=0,63 y en mujeres no embarazadas (r)=0,95. También hubo correlación entre las concentraciones de prolactina y tirotrofina en el líquido cefalorraquídeo de mujeres embarazadas. Conclusiones: Existen muy bajas concentraciones de prolactina y tirotrofina en el líquido cefalorraquídeo de todos los pacientes estudiados. Las concentraciones más altas de prolactina se obtuvieron en embarazadas...