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Defining and implementing a national policy for science, technology, and innovation in health : lessons from the Brazilian experience; Definição e implementação de uma Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde : lições a partir da experiência brasileira

Guimarães, Reinaldo; Santos, Leonor Maria Pacheco; Angulo-Tuesta, Antonia; Serruya, Suzanne Jacob
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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76.16%
The need for clearly-defined health research policies and priorities has been emphasized in the international scenario. In Brazil, this process began in 2003, when a group appointed by the National Health Council proposed 20 sub-agendas to account for the various health research specificities. The second step was to identify research priorities for each sub-agenda during national seminars involving 510 researchers and policymakers. The 2nd National Conference on Science, Technology, and Innovation in Health was held in July 2004. During the preparatory phase, 307 cities and 24 States organized local conferences, involving 15,000 participants. Some 360 health sector delegates were appointed during the local conferences, in addition to those from the education and science and technology sectors. During the Conference, the national policy was approved and 3 other sub-agendas were introduced and approved. The national policy and the priority agenda are currently guiding investments by the Ministry of Health for research and development, and to a certain extent those from the Ministry of Science and Technology as well. From 2003 to 2005, 24 calls for proposals were launched; as a result, 3,962 research projects were submitted and 1,300 financed. __________________________________________________________________________________ RESUMO; A necessidade de estabelecer uma política de ciência e tecnologia em saúde e prioridades de pesquisa em saúde foi destacada no cenário internacional. No Brasil...

Avaliação de custo-utilidade como mecanismo de alocação de recursos em saúde: revisão do debate

Pinho,Micaela Moreira; Veiga,Paula Alexandra Correia Veloso
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 PT
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96.16%
Estabelecer prioridades em saúde traduz-se em escolhas entre programas alternativos e/ou entre pacientes ou grupos de pacientes. Tradicionalmente, os economistas da saúde propuseram a agregação dos ganhos de saúde, avaliados em QALYs, como forma de estabelecer prioridades e maximizar o bem-estar social. Isso requer que o valor social dos ganhos de saúde seja um produto dos ganhos em anos de vida, qualidade de vida e número de pessoas tratadas. Resultados da revisão de literatura sugerem que nem os potenciais ganhos de saúde são, por si só, um determinante significativo de valor nem a regra da maximização dos ganhos de saúde parece suficiente. O valor social de um ganho de saúde parece não ser uma função linear dos ganhos de mortalidade e morbidade, nem parece neutral às características dos doentes ou à distribuição final de saúde entre a população. Paralelamente à revisão do debate sobre o papel e limitação dos QALYs para a priorização dos recursos da saúde, o artigo procura justificar a controvérsia de alguns resultados empíricos, em particular, no que se refere à formação e manifestação das preferências sociais.

Um exame dos fluxos financeiros do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento (2003-2005), segundo a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde

Silva,Rondineli Mendes da; Caetano,Rosangela
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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86.16%
O trabalho mapeou a aplicação dos recursos financeiros em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) pelo Ministério da Saúde no período 2003-2005, conforme a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS), estabelecida em 2004. Utilizaram-se dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar esses fluxos de investimento no período. Foi computado apenas o financiamento direto e efetivamente pago em pesquisas, excluindo-se dispêndios com salários. As pesquisas foram categorizadas segundo as 24 subagendas da ANPPS por dois pesquisadores independentes, com as discordâncias resolvidas por consenso. Foram aplicados cerca de R$ 409,7 milhões, com uma concentração nas subagendas: doenças transmissíveis, complexo produtivo da saúde, pesquisa clínica, assistência farmacêutica e doenças não-transmissíveis (79% do total). Todas as subagendas receberam algum financiamento no período. O estudo estabelece um marco zero para avaliações do potencial indutor deste instrumento e da aproximação entre os investimentos em P&D/S e as necessidades sanitárias.

Proposta de metodologia para selecionar indicadores de desigualdade em saúde visando definir prioridades de políticas públicas no Brasil

Drachler,Maria de Lourdes; Côrtes,Soraya M. Vargas; Castro,Janice Dorneles de; Leite,José Carlos de Carvalho
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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76.17%
Promover a saúde com eqüidade é um grande desafio para os gestores públicos. A magnitude das desigualdades sociais em saúde e os recursos escassos impõem que as prioridades para a gestão pública se fundamentem no conhecimento da situação de saúde e do impacto de políticas, programas, projetos e ações sobre a saúde e seus determinantes. Este artigo apresenta a proposta metodológica de construção e seleção de indicadores de desigualdades em saúde utilizada pela Pesquisa Avaliativa de Desigualdades em Saúde no Rio Grande do Sul (PADS-RS) para auxiliar a definição de prioridades para a gestão pública. Os indicadores foram construídos visando avaliar desigualdades em saúde como diferenças na qualidade de vida e capacidades humanas socialmente determinadas. A metodologia baseia-se em princípios de promoção ativa da eqüidade que orientam (1) o Sistema Único de Saúde Brasileiro, (2) as pesquisas avaliativas de desigualdades em saúde realizadas no Reino Unido e (3) o método RAWP (Resources Allocation Working Party) de alocação de recursos financeiros públicos em saúde entre regiões e considera as peculiaridades dos sistemas oficiais de informação no Estado e no Brasil.

Análise dos investimentos do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento do período 2000-2002: uma linha de base para avaliações futuras a partir da implementação da agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde

Caetano,Rosângela; Vianna,Cid Manso de Mello; Sampaio,Mariana Miranda Autran; Silva,Rondineli Mendes da; Rodrigues,Rodolfo Rego Deusdará
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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76.16%
O trabalho examinou os investimentos em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) do Ministério da Saúde (MS) durante 2000-2002, buscando confrontá-los com os itens da Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde, de modo a estabelecer uma linha de base que possibilite posteriores avaliações de seu papel indutor. Utilizaram-se os dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar os recursos investidos em P&D/S no país no período, sendo considerados apenas os investimentos oriundos do próprio MS. As pesquisas foram categorizadas, independentemente, por dois pesquisadores, segundo as 24 subagendas que compõem a agenda. O volume de recursos aplicados no período foi de R$ 199,3 milhões. A maior proporção de dispêndios esteve relacionada a pesquisas nas áreas de doenças transmissíveis (31,5%), sistemas e políticas de saúde (16,3%), e comunicação e informação em saúde (8,6%). Condições que representam significativa carga de doença (doenças não transmissíveis, saúde mental, violência, acidentes e traumas) receberam volumes relativamente pequenos de financiamento. O trabalho pretende estabelecer um marco zero, a partir do qual os gestores da política científico-tecnológica possam avaliar a progressiva capacidade indutora da agenda e a redução dos desequilíbrios identificados.

Identificação de prioridades em saúde: uma alternativa técnica de apoio à tomada de decisão

Battesini,Marcelo; Fischmann,Airton; Weise,Andreas Dittmar
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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96.25%
O objetivo deste estudo é propor e discutir a aplicação de um Índice de Priorização em Saúde (IP Saúde). O IP Saúde é um critério objetivo que evidencia a magnitude de problemas e determinantes de saúde em situações de planejamento. O IP Saúde foi utilizado na identificação de prioridades de saúde nas diferentes nas regiões de administrativas do Rio Grande do Sul (RS), durante o desenvolvimento do Plano Estadual de Saúde 2009-2011. O cálculo do IP Saúde permitiu expressar os indicadores analisados em um mesmo intervalo (0 a 1) utilizado na identificação de prioridades regionais (insuficiente, 0 a 0,4; médio, 0,41 e 0,69; e adequado, 0,7 a 1). A aplicação do Índice auxiliou na identificação da magnitude relacional de problemas de saúde com base em uma referência interna aos territórios analisados. O emprego do índice representou uma opção técnica na identificação de prioridades que proporcionou uma simplificação na linguagem utilizada para expressar problemas e determinantes de saúde. Sua capacidade discricionária e a singeleza intuitiva de sua leitura demonstraram que o IP Saúde é uma ferramenta promissora, ao proporcionar respostas objetivas a questões frequentemente postas em contextos de planejamento em saúde.

A política de atenção básica do Ministério da Saúde: refletindo sobre a definição de prioridades

Borges,Camila Furlanetti; Baptista,Tatiana Wargas de Faria
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Publicador: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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76.2%
O artigo busca problematizar o discurso do gestor nacional, que declara a Atenção Básica em Saúde como prioridade desde os anos 1990, e analisar esta política a partir da perspectiva de sua institucionalidade. Para empreender essa análise, recorreu-se tanto aos discursos sobre atenção básica presentes em textos oficiais como àqueles apresentados em artigos científicos, utilizando-se como referencial metodológico a análise de discurso proposta por Foucault. A Atenção Básica em Saúde desponta na agenda de prioridades do governo como estratégia de reestruturação do modelo de atenção em meados dos anos 1990, tendo como carro-chefe a Estratégia de Saúde da Família. Desde a entrada da Atenção Básica em Saúde na agenda de prioridades, essa política incorporou gradativa institucionalidade, mobilizando recursos e incluindo milhares de novos atores na disputa política de organização do sistema de saúde. Ainda assim, a prioridade enunciada para essa política se contrapõe a um cenário de fragilidades na atenção à saúde, especificamente na atenção básica, apontando para a necessidade de análise da direcionalidade e da construção de viabilidade da mesma.

Indicadores utilizados em saúde bucal no Brasil; Indicators used in oral health in Brazil

França, Mary Anne de Souza Alves
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (PRPG); Pró-Reitoria de Pós-graduação (PRPG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (PRPG); Pró-Reitoria de Pós-graduação (PRPG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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85.96%
After 25 years of the establishment of the Unified Health System (SUS, acronym in Portuguese) in Brazil, this system managers and servants have concentrated efforts to overcome the challenges concerning the provision of health services with fairness and efficiency. Planning can contribute with the management in order to avoid that actions are implemented randomly or not adequately with the reality of the population; or without prioritization. Therefore, the SUS’ managers require health indicators designed to facilitate the evaluation, measurement and representation of health status, as well as the performance of a health system. The aim of this study was to analyze the indicators used in oral health in Brazil present in the government policies and scientific articles published in the period between the years 2000 and 2012. The study was configured as a literature review in the Lilacs and SciELO database and a documentary research on the website of Brazilian Ministry of Health. The indicators that emerged from the scientific articles analyzes (n=221), were categorized into: oral health conditions, socio-economics, demographics and management. In 34% of these articles management indicators were identified, in the following topics: supply...

Que Soluções para o Financiamento da Inovação?; What Solutions for the Financing of Innovation?

Portela, Maria da Conceição Constantino; Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde. Instituto de Ciências da Saúde. Universidade Católica Portuguesa. Lisboa. Portugal.; Fernandes, Adalberto Campos; Gestão em Saúde e de Políticas de Saúd
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 31/08/2015 POR
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86.04%
Palavras-chave: Alocação de Recursos; Prioridades em Saúde; Racionalização de Cuidados de Saúde; Tecnologia Biomédica.; Keywords: Biomedical Technology; Health Care Rationing; Health Priorities; Resource Allocation.

A informação e sua dimensão política na agenda de pesquisa em saúde no Brasil: uma análise a partir da produção acadêmica da Fiocruz

Martins, Eduardo Vieira
Fonte: Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia; BR; Ciência da Informação; Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação; UFRJ/ECO - IBICT Publicador: Universidade Federal do Rio de Janeiro / Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia; BR; Ciência da Informação; Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação; UFRJ/ECO - IBICT
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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76.16%
Science s accentuated development since 1950 resulted in a new structure of scientific research, which switched from an individual to a multidisciplinary activity, using more sophisticated technologies. The transformation of the scientific enterprise increased significantly the costs of scientific research in a way that, by the end of the 20th century, it is financed either by governments or large financial groups. The economic environment established in the world since the late 80s replace the international economic system s based in a model of material goods, which was predominant since the beginning of the capitalism, to a model based on immaterial goods, where a nation s wealth is measured by its capacity to generate knowledge and technology. This new knowledge based model is called Knowledge Society or Information Society since the basic instrument for its feasibility is the Information. In this context, the formulation of research agendas became, since the last decades of the 20th century, an essential issue for governments and research institutions that give important resources to scientific and technological research. In Brazil some enterprises have been trying, since the 90s, to establish research agendas. In the health sector these enterprises...

Agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde. 2. ed.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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76.14%
68 p.; Apresenta a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS), composta por 24 subagendas de pesquisas em saúde. A articulação em torno da ANPPS é a ação mais importante na legitimação deste instrumento na Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde no País, e permitirá que prioridades de pesquisa em saúde estejam em consonância com os princípios do SUS.

Matriz Combinada: um instrumento para definição de prioridades de pesquisa em saúde; The Combined Approach Matrix: a priority-setting tool for health research; Matriz Combinada: un instrumento para definición de las prioridades de investigación en salud

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Livro
POT
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86.11%
89 p. Documento de Governo; A presente publicação apresenta a ferramenta Matriz Combinada (CAM), elaborada pelo Global Forum for Health Research, que auxilia no processo de definição de prioridades.

Prioridades de pesquisa em saúde: Ministério da Saúde - Decit 2006: caderno 1 - editais temáticos

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento de governo
POT
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76.16%
Documento em HTML.; Registra os resultados da Oficina de Prioridades de Pesquisa em Saúde, realizada em Brasilia, nos dias 08 e 09 de março. A oficina de trabalho discutiu prioridades de pesquisa nas áreas de Comunicação e Informação em Saúde; Gestão do Trabalho; Gestão da Educação; Avaliação de Tecnologias em Saúde; Kits Diagnóstico; Genética Clínica; Saúde e Ambiente; Saúde da População Negra; Saúde da Pessoa com Deficiência; Envelhecimento Populacional e Saúde da Pessoa Idosa; Saúde da População Masculina; Determinantes Sociais e Fármacos. Este caderno 1 trata dos editais temáticos.

Processo de definição de prioridades de pesquisa em saúde: a experiência brasileira

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Saúde (MS) Publicador: Ministério da Saúde (MS)
Tipo: Documento técnico
POT
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86.06%
44 p.; Esta publicação apresenta a experiência brasileira, liderada pelo Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia, em definir prioridades de pesquisa em saúde. A sistematização desse exercício busca descrever detalhadamente o processo desenvolvido, identificando as lições aprendidas e os desafios que ainda precisam ser superados. O presente relatório foi publicado também em inglês e espanhol contribuindo, assim, com o esforço internacional.

A prática educativa em saúde nas consultas de enfermagem e nos encontros com grupos

Sabóia,Vera Maria; Valente,Geilsa Soraia Cavalcanti
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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Síntese reflexiva sobre atividades educativas desenvolvidas com estudantes de Graduação em Enfermagem no Hospital Universitário Antônio Pedro, Universidade Federal Fluminense - UFF no Programa de Extensão “Educação em Saúde com Diabéticos”. Objetivos: descrever a prática de educação em saúde na consulta de Enfermagem e nos encontros com o grupo de diabéticos do HUAP-UFF e discutir a dinâmica do trabalho educativo-participativo, sob a ótica dos acadêmicos de Enfermagem. Método: Pesquisa-ação. Utilizou-se a observação dos estudantes em sala de aula, campo de estágio e encontros grupais, procurando captar as relações que estabelecem com a clientela, problemas que desafiam e a percepção que os mesmos têm da situação e das possibilidades de mudança. Utilizou-se outros procedimentos de coleta de dados como produtos pedagógicos, frutos de trabalhos de avaliação, dinâmicas desenvolvidas em classe e monografias elaboradas ao final do curso. Os cenários foram a Escola de Enfermagem e o Hospital Universitário. A análise dos dados foi realizada através de categorização temática. Resultados: Os conteúdos emergidos das análises favoreceram a construção e a discussão da categoria analítica denominada “um outro modo de fazer educação em saúde”. Conclusão: Evidenciou-se a importância da formação de enfermeiros...

Proposta de metodologia para selecionar indicadores de desigualdade em saúde visando definir prioridades de políticas públicas no Brasil

Drachler,Maria de Lourdes; Côrtes,Soraya M. Vargas; Castro,Janice Dorneles de; Leite,José Carlos de Carvalho
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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76.17%
Promover a saúde com eqüidade é um grande desafio para os gestores públicos. A magnitude das desigualdades sociais em saúde e os recursos escassos impõem que as prioridades para a gestão pública se fundamentem no conhecimento da situação de saúde e do impacto de políticas, programas, projetos e ações sobre a saúde e seus determinantes. Este artigo apresenta a proposta metodológica de construção e seleção de indicadores de desigualdades em saúde utilizada pela Pesquisa Avaliativa de Desigualdades em Saúde no Rio Grande do Sul (PADS-RS) para auxiliar a definição de prioridades para a gestão pública. Os indicadores foram construídos visando avaliar desigualdades em saúde como diferenças na qualidade de vida e capacidades humanas socialmente determinadas. A metodologia baseia-se em princípios de promoção ativa da eqüidade que orientam (1) o Sistema Único de Saúde Brasileiro, (2) as pesquisas avaliativas de desigualdades em saúde realizadas no Reino Unido e (3) o método RAWP (Resources Allocation Working Party) de alocação de recursos financeiros públicos em saúde entre regiões e considera as peculiaridades dos sistemas oficiais de informação no Estado e no Brasil.

Análise dos investimentos do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento do período 2000-2002: uma linha de base para avaliações futuras a partir da implementação da agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde

Caetano,Rosângela; Vianna,Cid Manso de Mello; Sampaio,Mariana Miranda Autran; Silva,Rondineli Mendes da; Rodrigues,Rodolfo Rego Deusdará
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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76.16%
O trabalho examinou os investimentos em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) do Ministério da Saúde (MS) durante 2000-2002, buscando confrontá-los com os itens da Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde, de modo a estabelecer uma linha de base que possibilite posteriores avaliações de seu papel indutor. Utilizaram-se os dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar os recursos investidos em P&D/S no país no período, sendo considerados apenas os investimentos oriundos do próprio MS. As pesquisas foram categorizadas, independentemente, por dois pesquisadores, segundo as 24 subagendas que compõem a agenda. O volume de recursos aplicados no período foi de R$ 199,3 milhões. A maior proporção de dispêndios esteve relacionada a pesquisas nas áreas de doenças transmissíveis (31,5%), sistemas e políticas de saúde (16,3%), e comunicação e informação em saúde (8,6%). Condições que representam significativa carga de doença (doenças não transmissíveis, saúde mental, violência, acidentes e traumas) receberam volumes relativamente pequenos de financiamento. O trabalho pretende estabelecer um marco zero, a partir do qual os gestores da política científico-tecnológica possam avaliar a progressiva capacidade indutora da agenda e a redução dos desequilíbrios identificados.

Avaliação de custo-utilidade como mecanismo de alocação de recursos em saúde: revisão do debate

Pinho,Micaela Moreira; Veiga,Paula Alexandra Correia Veloso
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 PT
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96.16%
Estabelecer prioridades em saúde traduz-se em escolhas entre programas alternativos e/ou entre pacientes ou grupos de pacientes. Tradicionalmente, os economistas da saúde propuseram a agregação dos ganhos de saúde, avaliados em QALYs, como forma de estabelecer prioridades e maximizar o bem-estar social. Isso requer que o valor social dos ganhos de saúde seja um produto dos ganhos em anos de vida, qualidade de vida e número de pessoas tratadas. Resultados da revisão de literatura sugerem que nem os potenciais ganhos de saúde são, por si só, um determinante significativo de valor nem a regra da maximização dos ganhos de saúde parece suficiente. O valor social de um ganho de saúde parece não ser uma função linear dos ganhos de mortalidade e morbidade, nem parece neutral às características dos doentes ou à distribuição final de saúde entre a população. Paralelamente à revisão do debate sobre o papel e limitação dos QALYs para a priorização dos recursos da saúde, o artigo procura justificar a controvérsia de alguns resultados empíricos, em particular, no que se refere à formação e manifestação das preferências sociais.

Identificação de prioridades em saúde: uma alternativa técnica de apoio à tomada de decisão

Battesini,Marcelo; Fischmann,Airton; Weise,Andreas Dittmar
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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96.25%
O objetivo deste estudo é propor e discutir a aplicação de um Índice de Priorização em Saúde (IP Saúde). O IP Saúde é um critério objetivo que evidencia a magnitude de problemas e determinantes de saúde em situações de planejamento. O IP Saúde foi utilizado na identificação de prioridades de saúde nas diferentes nas regiões de administrativas do Rio Grande do Sul (RS), durante o desenvolvimento do Plano Estadual de Saúde 2009-2011. O cálculo do IP Saúde permitiu expressar os indicadores analisados em um mesmo intervalo (0 a 1) utilizado na identificação de prioridades regionais (insuficiente, 0 a 0,4; médio, 0,41 e 0,69; e adequado, 0,7 a 1). A aplicação do Índice auxiliou na identificação da magnitude relacional de problemas de saúde com base em uma referência interna aos territórios analisados. O emprego do índice representou uma opção técnica na identificação de prioridades que proporcionou uma simplificação na linguagem utilizada para expressar problemas e determinantes de saúde. Sua capacidade discricionária e a singeleza intuitiva de sua leitura demonstraram que o IP Saúde é uma ferramenta promissora, ao proporcionar respostas objetivas a questões frequentemente postas em contextos de planejamento em saúde.

Um exame dos fluxos financeiros do Ministério da Saúde em pesquisa e desenvolvimento (2003-2005), segundo a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde

Silva,Rondineli Mendes da; Caetano,Rosangela
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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86.16%
O trabalho mapeou a aplicação dos recursos financeiros em pesquisa e desenvolvimento em saúde (P&D/S) pelo Ministério da Saúde no período 2003-2005, conforme a Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde (ANPPS), estabelecida em 2004. Utilizaram-se dados procedentes de pesquisa realizada com a finalidade primária de mensurar esses fluxos de investimento no período. Foi computado apenas o financiamento direto e efetivamente pago em pesquisas, excluindo-se dispêndios com salários. As pesquisas foram categorizadas segundo as 24 subagendas da ANPPS por dois pesquisadores independentes, com as discordâncias resolvidas por consenso. Foram aplicados cerca de R$ 409,7 milhões, com uma concentração nas subagendas: doenças transmissíveis, complexo produtivo da saúde, pesquisa clínica, assistência farmacêutica e doenças não-transmissíveis (79% do total). Todas as subagendas receberam algum financiamento no período. O estudo estabelece um marco zero para avaliações do potencial indutor deste instrumento e da aproximação entre os investimentos em P&D/S e as necessidades sanitárias.