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Posição e conhecimento dos Médicos Obstetras sobre a associação entre Periodontite e Parto Pré-termo

Rocha, Raquel Mesquita Pinto da
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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66.4%
Projeto de Pós Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Medicina Dentária.; Introdução: Offenbacher et al. (1996) foram os primeiros a introduzir a hipótese de que a periodontite poderia ser um fator de risco para o parto pré-termo. Apesar da controvérsia que ainda existe em volta desta temática, são já muitos os estudos que confirmam a associação. Sendo a periodontite uma doença que pode ser não só tratada, mas também prevenida, a atenção odontológica para com a grávida reflete-se em benefícios para o feto, promovendo uma melhor qualidade de vida para ambos. Torna-se, então, imprescindível direcionar programas de prevenção ou de diagnóstico precoce. Neste contexto, dada a sua proximidade com a grávida, o médico obstetra poderá assumir um papel importante. Objetivos: Analisar e compreender a posição e o conhecimento dos médicos obstetras sobre a relação existente entre periodontite e parto pré-termo. Materiais e Métodos: Realizou-se um estudo observacional, mediante a aplicação de um questionário a 33 médicos especialistas em obstetrícia do Centro Hospitalar de São João; do Centro Hospitalar do Porto - Maternidade de Júlio Dinis e do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/ Espinho. Resultados/Conclusões: Grande parte dos médicos obstetras assume saber da possível relação entre periodontite e parto pré-termo. Contudo...

Indicadores emocionais de ansiedade, disforia e depressão e verbalizações maternas acerca do bebê, da amamentação e da maternidade em mães de bebês nascidos pré-termo de muito baixo peso, durante a hospitalização do bebê e após a alta, compraradas a mães de bebês nascimentos a termo; Emotional indicators of anxiety, dysphoria and depression, and maternal verbalizations about the baby, the breastfeeding and the maternity in mothers of preterm and very low birthweight neonates, during the baby?s hospitalization and after discharge, compared to mothers of fullterm neonates

Padovani, Flavia Helena Pereira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/10/2005 PT
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66.46%
O presente estudo teve por objetivo: a) avaliar os indicadores de ansiedade, disforia e depressão em um grupo de mães de bebês nascidos pré-termo de muito baixo peso (GPT) e comparar esses indicadores com os de um grupo de mães de bebês nascidos a termo (GAT); b) comparar indicadores de ansiedade, disforia e depressão de mães de bebês nascidos prétermo de muito baixo peso avaliados em dois momentos distintos, durante o período de hospitalização do bebê e após a sua alta hospitalar; c) comparar os conteúdos verbais acerca do bebê, da amamentação e da maternidade expressos pelo grupo de mães de bebês pré-termo de muito baixo peso e pelo grupo de mães de bebês a termo. O GPT foi formado por 50 mães de bebês nascidos pré-termo de muito baixo peso (?1.500 gramas), enquanto que o GAT foi composto por 25 mães de bebês nascidos a termo com peso de nascimento igual ou superior a 2.500g. Foram utilizados os seguintes instrumentos e materiais: Entrevista Clínica Estruturada para DSM III?R (SCID/NP), Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE), Inventário de Depressão de Beck (BDI), Roteiro de Entrevista, Escala de Eventos Vitais e Prontuários médicos dos bebês. Primeiramente, aplicou-se a SCID/NP para a identificação das mães com antecedentes psiquiátricos...

Detecção de risco para problemas no desenvolvimento de bebês nascidos pré-termo no primeiro ano; Identification of risk factors for developmental problems during the first year of life in preterm infants

Formiga, Cibelle Kayenne Martins Roberto
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/03/2009 PT
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66.4%
Diversos fatores de risco biológicos e ambientais estão envolvidos na trajetória de desenvolvimento de bebês pré-termo. O presente estudo teve por objetivos avaliar os indicadores de risco ou atraso para problemas no desenvolvimento de bebês nascidos pré-termo e baixo peso, focalizando o desenvolvimento neurocomportamental na fase neonatal, desenvolvimento pessoal-social, linguagem e motor nos oito primeiros meses de idade pós-natal; identificar o melhor modelo de predição para os indicadores de risco ou atraso na trajetória de desenvolvimento dos bebês, baseado nas variáveis biológicas e socioeconômicas; analisar a trajetória de desenvolvimento dos bebês nascidos pré-termo por meio do acompanhamento longitudinal desde o período neonatal até oito meses de idade cronológica corrigida (ICC); avaliar os parâmetros psicométricos de validade concorrente do Teste de Denver II e avaliação do desenvolvimento motor e validade preditiva do NAPI e Teste de Denver II. A amostra foi constituída por 190 bebês nascidos pré-termo com baixo peso ao nascimento, provenientes da UTIN do Hospital Materno Infantil em Goiânia (GO). Na avaliação utilizou-se os instrumentos Neurobehavioral Assessment of Preterm Infant (NAPI) na fase neonatal...

Fatores associados ao nascimento pré-termo em Campina Grande/PB, Brasil: um estudo de caso-controle; Factors for preterm birth in newborn of hospital deliveries by mothers, residents in the city of Campina Grande/PB, Brazil: the study design was a case-control

Assunção, Paula Lisiane de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/08/2010 PT
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66.46%
Introdução: A prevalência de nascimento pré-termo vem aumentando nos últimos anos e é atualmente um problema de saúde pública mundial, sendo responsável por significante mortalidade neonatal e morbidades infantil e na vida adulta. As causas são multifatoriais e estão relacionadas às dimensões socioeconômica, psicossocial e biológica que se interrelacionam e se sobrepõem. Os fatores de risco diferem entre as populações e grupos étnicos, no entanto, ainda não estão claros quais e como os determinantes etiológicos estão envolvidos. As estratégias de cuidado pré-natal desenvolvidas tem sido insuficientes para a prevenção. Objetivo: estudar os fatores de risco para o nascimento pré-termo em crianças nascidas de partos hospitalares de mães residentes no município de Campina Grande/PB, Brasil. Métodos: O desenho foi um caso-controle de base populacional, que foi realizado no período de junho de 2008 a maio de 2009. Os casos foram nascidos com menos de 37 semanas gestacionais e os controles os nascidos com 37 semanas ou mais. A idade gestacional foi definida em semanas utilizando-se critérios de seleção baseados na acurácia da estimativa. Foram realizadas entrevistas com as mães e coleta de registros hospitalares. Foram selecionados 341 casos e 424 controles. A análise foi baseada em modelo de regressão múltipla hierarquizada. Resultados: os fatores de risco para nascimento pré-termo foram: filho anterior pré-termo (OR=2...

Desenvolvimento neurocomportamental em neonatos pré-termo hospitalizados relacionado com indicadores de estresse e dor; Neurobehavioral development in preterm neonates hospitalized in relation to stress and pain indicators.

Gorzilio, Daniela Moré
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/05/2013 PT
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66.45%
O nascimento prematuro constitui-se em um fator de risco ao desenvolvimento. Por um lado a hospitalização em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) pode proteger o bebê nascido pré-termo, por outro lado este sobrevive em um ambiente adverso, em que é exposto a estímulos estressores e dolorosos inerentes aos cuidados intensivos. Os objetivos do estudo foram: a) caracterizar e comparar o desenvolvimento neurocomportamental de bebês nascidos pré-termo, diferenciados pela idade gestacional; b) examinar associações entre os eventos estressores da UTIN e o desenvolvimento neurocomportamental. A amostra foi composta por 45 recém-nascidos pré-termo (RNPT) nascidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, distribuídos em três grupos: G1, 10 RNPT de 23 a 28 semanas de idade gestacional (IG); G2, 10 RNPT de 29 a 32 semanas de IG; G3, 25 RNPT de 34 a 37 semanas de IG (grupo controle). Apenas os neonatos G1 e G2 foram internados na UTIN. Os neonatos foram avaliados pela Neurobehavioral Assessment of the Preterm Infant (NAPI), antes de atingir 37 semanas de idade pós-concepcional (IPC). Os neonatos G1 e G2 foram avaliados em dois momentos (aos 32 e 35 semanas de IPC) e os G3 foram avaliados apenas nesta última idade. Na avaliação dos eventos estressores da UTIN foram realizadas a observação direta dos bebês e a análise diária do prontuário dos pacientes...

Valores de Referência de Robustez Óssea: Avaliados Próximo ao Nascimento por Ultrassonografia Quantitativa em Recém-Nascidos de Termo e Pré-Termo

Pereira-da-Silva, L; Brito Costa, A; Pereira, L; Filipe, AF; Virella, D; Moreira, AC; Mendes, L; Serelha, M
Fonte: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos Publicador: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 POR
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66.48%
Objectivo: Estabelecer valores de referência da robustez óssea nos primeiros dias de vida, em recém-nascidos de termo e pré-termo adequados para a idade de gestação nascidos em Portugal. Métodos: Foi medida a velocidade do som (VdS) (m/s) por ultrassonografia quantitativa, numa amostra sistemática de recém-nascidos adequados para a idade de gestação, de termo e pré-termo, respectivamente nos primeiros dois e cinco dias após o nascimento. Foi avaliada a homogeneidade de valores entre géneros e entre grupos de idade de gestação. Resultados: A amostra constou de 158 recém-nascidos, 34 de termo e 124 pré-termo (idade de gestação entre 26 a 41 semanas), com peso de nascimento de 595 g a 4195 g, 84 do sexo masculino (53,2%) e 20 gémeos (10,8%). A média da VdS aumenta significativamente com a idade de gestação. São providenciados valores de referência da VdS para os percentis 10, 25, 50, 75 e 90, para grupos de idade de gestação, sem distinção para o género. Conclusão: São disponibilizados valores de referência de VdS nos primeiros dias de vida, de recém-nascidos adequados para a idade de gestação, de termo e pré-termo, nascidos em Portugal. Estes valores reflectem a robustez óssea intrauterina e servem de referência basal para estudos evolutivos realizados em Portugal.

Parto Pré-Termo. Será Possível Definir a Etiologia?

Pinto, G; Baleiras, C; Soares, C; Gaspar, G
Fonte: Maternidade Dr. Alfredo da Costa Publicador: Maternidade Dr. Alfredo da Costa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1999 POR
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66.48%
A prevenção do parto pré-termo continua a ser um dos maiores desafios da obstetrícia. Só quando os factores responsáveis pelo parto prematuro forem claramente compreendidos se poderão estabelecer estratégias eficazes de prevenção. Foram estudados 878 casos de parto com idade gestacional inferior a 37 semanas ocorridos na Maternidade Dr. Alfredo da Costa entre Janeiro de 1996 e Agosto de 1998. Avaliaram-se também 478 partos de termo ocorridos no mesmo período de tempo, que foram utilizados como grupo controlo. Para a análise estatística dos resultados utilizou-se um teste não-paramétrico de comparação de frequências com uma significância de 5% (α=0,05). Verificámos que 80% dos partos ocorreram de forma espontânea, enquanto que nos restantes 20% a gravidez foi interrompida por indicação médica. Avaliámos os partos pré-termo espontâneos. A incidência das causas conhecidas de parto pré-termo na população de estudo foi: RPM em 43,7% dos casos, corioamnionite em 14,7%, infecção urinária em 12,3%, infecção genital em 27,7% e parâmetros laboratoriais de infecção em 37,8% dos casos. A malformação uterina foi encontrada em 1,9% e a incompetência cervico-ístmica em 3,1%. A incidência de gravidez múltipla foi de 12...

Valores de Referência de Robustez Óssea: Avaliados Próximo ao Nascimento por Ultrassonografia Quantitativa em Recém-Nascidos de Termo e Pré-Termo

Pereira-da-Silva, L; Brito Costa, A; Pereira, L; Filipe, AF; Virella, D; Moreira, AC; Mendes, L; Serelha, M
Fonte: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos Publicador: Centro Editor Livreiro da Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2011 POR
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66.48%
Objectivo: Estabelecer valores de referência da robustez óssea nos primeiros dias de vida, em recém-nascidos de termo e pré-termo adequados para a idade de gestação nascidos em Portugal. Métodos: Foi medida a velocidade do som (VdS) (m/s) por ultrassonografia quantitativa, numa amostra sistemática de recém-nascidos adequados para a idade de gestação, de termo e pré-termo, respectivamente nos primeiros dois e cinco dias após o nascimento. Foi avaliada a homogeneidade de valores entre géneros e entre grupos de idade de gestação. Resultados: A amostra constou de 158 recém-nascidos, 34 de termo e 124 pré-termo (idade de gestação entre 26 a 41 semanas), com peso de nascimento de 595 g a 4195 g, 84 do sexo masculino (53,2%) e 20 gémeos (10,8%). A média da VdS aumenta significativamente com a idade de gestação. São providenciados valores de referência da VdS para os percentis 10, 25, 50, 75 e 90, para grupos de idade de gestação, sem distinção para o género. Conclusão: São disponibilizados valores de referência de VdS nos primeiros dias de vida, de recém-nascidos adequados para a idade de gestação, de termo e pré-termo, nascidos em Portugal. Estes valores reflectem a robustez óssea intrauterina e servem de referência basal para estudos evolutivos realizados em Portugal.

Parto Pré-Termo. Será Possível Definir a Etiologia?

Pinto, G; Baleiras, C; Soares, C; Gaspar, G
Fonte: Maternidade Dr. Alfredo da Costa Publicador: Maternidade Dr. Alfredo da Costa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1999 POR
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66.48%
A prevenção do parto pré-termo continua a ser um dos maiores desafios da obstetrícia. Só quando os factores responsáveis pelo parto prematuro forem claramente compreendidos se poderão estabelecer estratégias eficazes de prevenção. Foram estudados 878 casos de parto com idade gestacional inferior a 37 semanas ocorridos na Maternidade Dr. Alfredo da Costa entre Janeiro de 1996 e Agosto de 1998. Avaliaram-se também 478 partos de termo ocorridos no mesmo período de tempo, que foram utilizados como grupo controlo. Para a análise estatística dos resultados utilizou-se um teste não-paramétrico de comparação de frequências com uma significância de 5% (α=0,05). Verificámos que 80% dos partos ocorreram de forma espontânea, enquanto que nos restantes 20% a gravidez foi interrompida por indicação médica. Avaliámos os partos pré-termo espontâneos. A incidência das causas conhecidas de parto pré-termo na população de estudo foi: RPM em 43,7% dos casos, corioamnionite em 14,7%, infecção urinária em 12,3%, infecção genital em 27,7% e parâmetros laboratoriais de infecção em 37,8% dos casos. A malformação uterina foi encontrada em 1,9% e a incompetência cervico-ístmica em 3,1%. A incidência de gravidez múltipla foi de 12...

Cervicometria na gravidez : sua relevância na prevenção do parto pré-termo

Alves, Liliana Marisa Moreira
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2012 POR
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66.53%
O parto pré-termo continua a ser a principal causa de mortalidade e morbilidade perinatal, apesar das melhorias na prevenção, no diagnóstico e no tratamento. Várias estratégias têm sido tentadas para diminuir a incidência de parto pré-termo mas, infelizmente, todas elas têm sido ineficazes. No entanto, a existência de uma relação inversa entre o comprimento do colo do útero em mulheres grávidas e o risco de parto pré-termo levou a que a Cervicometria (medição do comprimento cervical uterino) se tornasse o método de rastreio de risco de parto pré-termo mais consensualmente aceite. Neste contexto, a avaliação do colo do útero por ecografia transvaginal, entre as 22 e as 24 semanas de gestação, permite identificar as grávidas com alterações do comprimento (colos curtos <25mm e muito curtos <15mm), associadas a risco de parto pré-termo. A detecção destas grávidas com alto risco de parto pré-termo, permite aplicar medidas adequadas a evitá-lo, tais como a suplementação com Progesterona e a Ciclorrafia (Cérclage), e assim prevenir ou atrasar a ocorrência de parto pré-termo nas populações seleccionadas.

Estudo comparativo sobre o desempenho perceptual e motor na idade escolar em crianças nascidas pré-termo e a termo

Magalhães,Lívia de Castro; Catarina,Patrícia Wendling; Barbosa,Vanêssa Maziero; Mancini,Marisa Cota; Paixão,Maria Lúcia
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 PT
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66.42%
O objetivo do estudo foi comparar o desempenho perceptual-motor na idade escolar de crianças nascidas pré-termo e a termo. Participaram do estudo 2 grupos de crianças, com idades entre 5 e 7 anos. O grupo I foi constituído por 35 crianças, de famílias de baixa renda, nascidas até a 34ª semana de gestação e/ou peso abaixo de 1500 g, sem sinais de sequela neuromotora. O Grupo II foi constituído por 35 crianças nascidas a termo, com idade, sexo e nível sócio-econômico equivalentes às crianças do Grupo I. Foram aplicados os testes de Bender, acuidade motora, provas de equilíbrio e tônus postural. As crianças pré-termo obtiveram escores significativamente inferiores na maioria dos testes. Tais resultados reafirmam a importância do acompanhamento da criança pré-termo até a idade escolar e indicam a necessidade de se estimular o controle postural e a coordenação motora fina, mesmo naquelas crianças que não apresentam sequelas neurológicas evidentes.

Diagnóstico do parto pré-termo pela medida ultrassonográfica do comprimento do colo uterino

Novaes,Carlos Eduardo Ferreira; Koch,Hilton Augusto; Montenegro,Carlos Antônio Barbosa; Rezende Filho,Jorge Fonte de
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
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66.44%
OBJETIVO: Medir o comprimento do colo uterino, utilizando a ultrassonografia transvaginal, em pacientes com quadro clínico compatível com ameaça de parto pré-termo, e correlacionar a medida do colo uterino, em cada caso, com a interrupção espontânea da gravidez dentro de sete dias. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram realizados exames ultrassonográficos em 72 pacientes com quadro clínico compatível com ameaça de parto pré-termo. RESULTADOS: A sensibilidade do exame foi de 90,5%, a especificidade, de 98%, o valor preditivo positivo, de 95%, e o valor preditivo negativo, de 96%. A análise foi realizada utilizando-se a medida de 15 mm de comprimento do colo uterino como valor preditivo do parto pré-termo. CONCLUSÃO: Parece ser possível prever o parto pré-termo em pacientes com colo uterino menor que 15 mm. Tal observação poderá trazer contribuição para a administração mais oportuna de corticoides, com o intuito de acelerar a maturidade pulmonar fetal.

Avaliação da medida do comprimento do colo e da ausência do eco glandular endocervical para predição do parto pré-termo

Pires,Claudio Rodrigues; Moron,Antonio Fernandes; Mattar,Rosiane; Kulay Júnior,Luiz
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 PT
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66.52%
OBJETIVO: verificar a prevalência do sinal eco glandular endocervical (EGE) e o comprimento cervical menor ou igual a 20 mm em gestantes entre a 21ª e a 24ª semana e comparar estes sinais ecográficos como fatores indicadores de parto pré-termo espontâneo. MÉTODOS: estudo prospectivo transversal no qual foram incluídas 361 gestantes da população geral, para realização de exame ultra-sonografico em idade gestacional entre a 21ª a 24ª semana. Os critérios de exclusão do estudo foram malformações müllerianas, gestações múltiplas, malformações fetais, óbito fetal, alterações da quantidade de líquido amniótico, placenta com inserção segmentar, antecedentes de cirurgia no colo uterino (conização, amputação, cerclagem) e procedimentos cirúrgicos durante a gestação. Após a realização do exame ultra-sonográfico obstétrico morfológico efetuado por via abdominal, seguiu-se o exame ecográfico por via vaginal para observação de uma faixa hipoecóica ou hiperecóica adjacente ao canal endocervical correpondente às glândulas do epitélio endocervical (EGE) e mensuração do comprimento cervical. As variáveis qualitativas são representadas por freqüência absoluta e relativa, ao passo que as variáveis quantitativas...

Desenvolvimento psicológico na fase escolar de crianças nascidas pré-termo em comparação com crianças nascidas a termo

Linhares,Maria Beatriz Martins; Chimello,Juliana Thomazatti; Bordin,Maria Beatriz Machado; Carvalho,Ana Emília Vita; Martinez,Francisco Eulógio
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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66.4%
O presente estudo objetivou avaliar indicadores do desenvolvimento psicológico na fase escolar de crianças nascidas pré-termo com muito baixo peso e compará-los aos de crianças nascidas a termo, quanto às áreas intelectual, emocional e comportamental. A amostra foi composta por 40 crianças de 8 a 10 anos, subdivididas em 2 grupos: Pré-termo (PT), 20 crianças nascidas <37 semanas de idade gestacional e peso <1.500 g e A Termo (AT), 20 crianças nascidas a termo com peso >2.500g. Foram utilizados o Raven, o Desenho da Figura Humana e a Escala Comportamental Infantil. As crianças PT apresentaram mais freqüentemente nível intelectual inferior à média e problemas comportamentais em comparação às AT. Não houve diferença entre os grupos quanto aos aspectos emocionais. Os problemas de enurese, medo, tiques, impaciência e dificuldade de permanência nas atividades foram significativamente mais freqüentes no PT do que no AT. Verificou-se que, no grupo PT, quanto menor o nível intelectual das crianças, mais problemas de comportamento elas apresentavam.

Influência do peso adicional nos chutes de lactentes pré-termo e de termo

Dionisio,Jadiane; Santos,Gabriela Lopes dos; Landgraf,Jocelene de Fátima; Tudella,Eloisa
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Paraná Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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66.42%
INTRODUÇÃO: O objetivo do estudo foi analisar e comparar padrões de chutes com e sem peso adicional em lactentes pré-termo e de termo aos 3 e 4 meses de idade. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram filmados 26 lactentes aos 3 e 4 meses de idade, divididos em Grupo Experimental, 12 lactentes pré-termo sem idade corrigida; e Grupo Controle, 14 lactentes de termo. O experimento foi subdividido em quatro condições, a saber: 1) Treinamento (T): o pesquisador tocava os pés dos lactentes no painel, elevando-o; 2) Linha de Base (LB): movimentos livres de chutes, podendo o lactente elevar ou não o painel com os pés; 3) Peso (P): acréscimo de tornozeleira pesando 1/3 da massa do membro inferior; 4) Pós-Peso (PP): idêntica à LB. RESULTADOS: Na variável frequência de chutes, constatou-se diferença entre as idades [F(5,72) = 5,620; p = 0,0035] e entre as condições LB-P (p = 0,023) e P-PP (p < 0,001). Na variável frequência de contato, obteve-se diferença entre as condições LB-P (p = 0,002) e P-PP (p < 0,001). Na variável sucesso ao elevar o painel, constatou-se diferença entre os grupos (x²(1) = 4,341; p = 0,0013) e as condições LB-P (p = 0,003), LB-PP (p = 0,002) e P-PP (p = 0,002) aos 3 meses de idade. Na variável duração de chute...

Leite materno e desenvolvimento motor de crianças pré-termo: um estudo de coorte

Rodrigues de Vasconcelos Câmara, Cinthia; Manhães de Castro, Raul (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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66.42%
Apesar da evolução tecnológica ter proporcionado uma maior sobrevida aos lactentes de risco, as condições impostas aos mesmos aumentam o risco do aparecimento de alterações no desenvolvimento motor. O presente estudo trata-se de uma coorte observacional, realizado no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, com 198 lactentes nascidos com idade gestacional (IG) a partir de 29 semanas e com peso ao nascer (PN) a partir de 1500 g. As crianças selecionadas realizaram avaliação do desenvolvimento motor (DM) a partir da utilização da Escala Bayley de Desenvolvimento Infantil, nos seis primeiros meses de vida. Empregou-se o teste t de Student, o teste qui-quadrado de associação de Pearson e modelos de regressão linear, com nível de significância 5%, para a análise de resultados. No artigo Interferência do leite materno no desenvolvimento motor de crianças pré-termo e baixo peso verificouse a associação entre o DM com a IG, PN e com o tempo e uso do leite materno. Mediante os resultados obtidos, conclui-se que a IG e o PN podem ser considerados como fatores preditivos para o DM, entretanto o tempo de uso de leite materno não exerce influência sobre este desenvolvimento. O segundo artigo sob o título Motor skills analysis of pre-term children in the first six months of life ...

Análise geográfica de nascimento pré-termo no estado de São Paulo, na RMSP e no município de São Paulo; Geographic analysis of preterm birth in the state of São Paulo, in the SPMA and São Paulo\'s municipality

Miranda, Marina Jorge de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/10/2014 PT
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66.48%
A prematuridade é um dos grandes problemas de saúde pública, contribuindo com elevados números para a morbi-mortalidade infantil, principalmente em países em desenvolvimento como o Brasil. Conceitua-se o nascido prematuro ou pré-termo como aquele que nasce com menos de 37 semanas de gestação. Os fatores de risco individuais associados à incidência da prematuridade são conhecidos. No entanto, os fatores contextuais que podem influenciar na sua incidência têm sido pouco estudados. Sabe-se que a prematuridade é variável conforme a raça, as condições socioeconômicas, ambientais e culturais em que as mães estão inseridas. Assim, a presente tese teve por objetivo analisar o padrão da distribuição geográfica do risco relativo da prematuridade infantil em diferentes escalas: no estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo e na esfera intra-urbana do município de São Paulo, durante o período de 2002 a 2007 (estado de SP), 2000 a 2010 (RMSP) e 2002 a 2013 (MSP) por meio da análise espacial exploratória. Investigamos como o contexto geográfico tem afetado o risco relativo de nascimentos pré-termo, através de testes de associação espacial global e local (I Moran e LISA) para estado de SP e para RMSP. Pela regressão multivariada global (OLS) e regressão geograficamente ponderada (GWS)...

Cervicometria na gravidez : sua relevância na prevenção do parto pré-termo

Alves, Liliana Marisa Moreira
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2012 POR
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66.53%
O parto pré-termo continua a ser a principal causa de mortalidade e morbilidade perinatal, apesar das melhorias na prevenção, no diagnóstico e no tratamento. Várias estratégias têm sido tentadas para diminuir a incidência de parto pré-termo mas, infelizmente, todas elas têm sido ineficazes. No entanto, a existência de uma relação inversa entre o comprimento do colo do útero em mulheres grávidas e o risco de parto pré-termo levou a que a Cervicometria (medição do comprimento cervical uterino) se tornasse o método de rastreio de risco de parto pré-termo mais consensualmente aceite. Neste contexto, a avaliação do colo do útero por ecografia transvaginal, entre as 22 e as 24 semanas de gestação, permite identificar as grávidas com alterações do comprimento (colos curtos <25mm e muito curtos <15mm), associadas a risco de parto pré-termo. A detecção destas grávidas com alto risco de parto pré-termo, permite aplicar medidas adequadas a evitá-lo, tais como a suplementação com Progesterona e a Ciclorrafia (Cérclage), e assim prevenir ou atrasar a ocorrência de parto pré-termo nas populações seleccionadas.

Massagem no recém-nascido pré-termo: é um cuidado de enfermagem seguro?

Freitas,Otília Maria; Lopes,Emanuel Moreira; Figueiredo,Maria do Céu; Cunha,Octávio Ribeiro da
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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Introdução: Este estudo experimental de natureza quantitativa avaliou os efeitos da massagem no recém-nascido pré-termo internado em unidades de cuidados intermédios neonatais a nível da estabilidade fisiológica. Material e métodos: A amostra foi constituída por 32 recém-nascidos pré-termo clinicamente estáveis e saudáveis, internados em unidades portuguesas de cuidados intermédios neonatais. Os recém-nascidos pré-termo foram distribuídos aleatoriamente para os grupos controlo e experimental, em número igual de dezasseis. Em várias variáveis basais os grupos não apresentaram diferenças estatisticamente significativas, obtendo-se assim grupos equivalentes. O grupo experimental apresentou em média 30,11 semanas de gestação, 1,326 Kg de peso ao nascer e 20,44 dias de duração do internamento na unidade de cuidados intermédios. O grupo de controlo apresentou em média 30,94 semanas de gestação, 1,409 Kg de peso ao nascer e 17,81 dias de duração do internamento na unidade de cuidados intermédios. Durante o estudo os grupos receberam o mesmo padrão de cuidados neonatais à excepção do grupo experimental que recebeu a massagem. A massagem administrada foi a de Tiffany Field (Touch Research Institute), durante cinco dias consecutivos em três períodos diários. Foi administrada por enfermeiras das respectivas unidades...

Efeitos da massagem no ganho ponderal do recém-nascido pré-termo

Freitas,Otília Maria da Silva; Lopes,Emanuel Ponciano Moreira; Figueiredo,Maria do Céu Aguiar Barbiéri de; Cunha,Octávio Luís Pais Ribeiro da
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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Este estudo quase experimental do tipo pré teste pós teste com grupo de controlo homogéneos, de natureza quantitativo, avaliou os efeitos da massagem no recém-nascido pré-termo internado em unidades de cuidados intermédios neonatais a nível do ganho ponderal. A amostra foi constituída por 32 recém-nascidos pré-termo clinicamente estáveis e saudáveis, internados em unidades de cuidados intermédios neonatais portuguesas. Os recém-nascidos pré-termo foram distribuídos aleatoriamente para os grupos controlo e experimental, em número igual de dezasseis, e nas diversas variáveis basais os grupos não apresentaram diferenças estatisticamente significativas, obtendo-se assim grupos equivalentes. O grupo experimental apresentou em média 30,11 semanas de gestação, 1,326 kg de peso ao nascer e 20,44 dias de duração do internamento na unidade de cuidados intermédios. O grupo de controlo apresentou em média 30,94 semanas de gestação, 1,409 kg de peso ao nascer e 17,81 dias de duração do internamento na unidade de cuidados intermédios. Durante o estudo os grupos receberam o mesmo padrão de cuidados neonatais à excepção do grupo experimental que recebeu a massagem. A massagem administrada foi a de Field utilizada no Touch Research Institute...