Página 1 dos resultados de 1008 itens digitais encontrados em 0.006 segundos

Avaliação do stresse hídrico em videiras submetidas a diferentes regimes hídricos

Ribeiro, A.C.; Sá, A.; Andrade, João Verdial
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
POR
Relevância na Pesquisa
56.68%
Nas regiões de clima mediterrânico onde as videiras são plantadas sem rega, verificam-se com frequência no Verão situações de elevado stresse hídrico para a planta. Estas surgem como consequência das baixas reservas hídricas do solo, devido às baixas precipitações estivais, elevada temperatura e elevado défice de pressão de vapor. A aplicação de diferentes regimes de rega pode alterar substancialmente a fisiologia da videira afectando desta forma a produção e a composição da uva, sendo, por isso, necessária a sua avaliação. Este estudo, enquadrado num projecto mais amplo de estudo das relações hídricas da vinha, teve como objectivo avaliar, em condições de stresse hídrico acentuado, duas metodologias indicadoras do estado hídrico de videiras submetidas a diferentes regimes hídricos: o potencial hídrico foliar e a temperatura da canópia. Os resultados mostram que potencial hídrico foliar mostrou ser o método mais fiável para avaliar o estado hídrico na videira em condições de stresse hídrico severo evidenciando uma melhor correlação com os parâmetros fisiológicos. A temperatura do copado tende a aumentar com o incremento do stresse hídrico em consequência do encerramento estomático mostrando uma correlação significativa com o potencial hídrico foliar mas correlações não significativas com os parâmetros fisiológicos.; In regions with a Mediterranean type of climate...

Fotossíntese, condutância estomática e potencial hídrico foliar em árvores jovens de andiroba (Carapa guianensis)

Costa,Gracilene Fernandes da; Marenco,Ricardo A.
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
Relevância na Pesquisa
66.6%
O potencial hídrico da folha é um dos fatores mais importantes que afetam o funcionamento dos estômatos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da variação diurna na irradiância e déficit de pressão de vapor (DPV) na fotossíntese (A), condutância estomática (g s) e potencial hídrico da folha (psi) em Carapa guianensis (Aubl.). Os dados foram coletados de 07:00 às 17:00 h. A taxa fotossintética atingiu um valor máximo (2,5 µmol m-2 s-1) às 10:00 h, depois declinou até atingir um mínimo de 1 µmolm-2 s-1 às 16:00 h. A condutância estomática oscilou durante o dia, de 0,04 molm-2s-1 (ao meio dia) para 0,02 molm-2s- 1 no final da tarde. O potencial hídrico da folha foi máximo nas primeiras horas do dia (-0,3 MPa) e mínimo (-0,75 MPa) no meio da tarde (14:30 a 15:00 h). Após ter alcançado um mínimo, o psi aumentou até -0,64 MPa no fim da tarde. A taxa fotossintética aumentou linearmente em função do g s (P < 0,01). Também houve uma relação positiva entre psi e g s (P < 0,01). A taxa fotossintética declinou durante o dia após ter alcançado um pico no início da manhã, demonstrando que os fatores ambientais que afetam o psi têm efeito significativo na assimilação do carbono de C. guianensis.

Curso diário e sazonal das trocas gasosas e do potencial hídrico foliar em aceroleiras

NOGUEIRA,REJANE JUREMA MANSUR CUSTÓDIO; MORAES,JOSÉ ANTÔNIO PROENÇA VIEIRA DE; BURITY,HÉLIO ALMEIDA
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2000 PT
Relevância na Pesquisa
56.6%
Este trabalho objetivou avaliar o curso diário e sazonal das trocas gasosas, da temperatura foliar e do potencial hídrico da acerola (Malpighia emarginata D.C.), no campo. O experimento realizou-se no município de Paudalho, PE. Os valores da transpiração e do potencial da água foram, de modo geral, mais elevados no início da manhã e no final da tarde; os da resistência difusiva e temperatura foliar foram menores no início da manhã e no final da tarde. Houve uma limitação das trocas gasosas com o ambiente, em decorrência da redução da transpiração nas horas mais quentes do dia, sendo mais acentuada na estação seca e na matriz UFRPE 7. Os valores mínimos do potencial ocorreram na época seca, variando de -3,4 MPa (UFRPE 7) a -4,3 MPa (UFRPE 8), enquanto os valores máximos da resistência variaram de 16,30 s cm-1 (UFRPE 7) a 22,10 s cm-1 (UFRPE 8) na mesma estação. O potencial hídrico e a resistência difusiva mostraram forte correlação com o déficit de pressão de vapor. A maior capacidade fotossintética foi verificada em folhas maduras da matriz UFRPE 8. Os mecanismos fisiológicos apresentados pelas plantas demonstram que elas podem resistir a períodos de estresse hídrico quando estes se manifestam. A matriz UFRPE 8 é mais adaptada a períodos de estiagem do que a UFRPE 7.

Fotossíntese e potencial hídrico foliar de plantas jovens de andiroba submetidas à deficiência hídrica e à reidratação

Gonçalves,José Francisco de Carvalho; Silva,Carlos Eduardo Moura da; Guimarães,Diogo Gato
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 PT
Relevância na Pesquisa
56.6%
O objetivo deste trabalho foi investigar o desempenho fotossintético de plantas jovens de andiroba (Carapa guianensis), submetidas à deficiência hídrica e à reidratação. As plantas foram irrigadas diariamente, em casa de vegetação, durante 15 dias. Após aclimatação, as plantas foram separadas em dois tratamentos: plantas irrigadas e não irrigadas. Quando a resposta fotossintética das plantas não irrigadas alcançou valores próximos a zero, as plantas foram reidratadas. A cada sete dias, durante 21 dias, foram realizadas as determinações das trocas gasosas e da fluorescência da clorofila a. O potencial hídrico foliar foi determinado no início e no fim do experimento. As taxas de fotossíntese líquida, condutância estomática e transpiração se reduziram em 88, 89 e 89%, respectivamente, após 21 dias de supressão da irrigação. Quanto às variáveis da fluorescência da clorofila a, observaram-se reduções de 27 a 58%. O potencial hídrico foliar das plantas foi reduzido em mais de quatro vezes, após 21 dias de deficiência hídrica. De quatro a oito dias após a reidratação, as plantas recuperaram as características fotossintéticas e o potencial hídrico foliar, o que indica que plantas jovens de andiroba apresentaram alta plasticidade fisiológica em relação ao estresse hídrico.

Influência do déficit hídrico na germinação de sementes e no desenvolvimento inicial de três espécies de Pleurothallidinae (Orchidaceae)

Barbero,Angelica Patricia Pavezzi; Barros,Fábio de; Silva,Emerson Alves da; Suzuki,Rogerio Mamoru
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
Relevância na Pesquisa
56.62%
A subtribo Pleurothallidinae possui cerca de 4.100 espécies em 36 gêneros, e ocorre somente nas Américas. Acianthera teres (Lindl.) Borba é rupícola e exposta a luz e a altas temperaturas. Octomeria gracilis Lood. ex Lindl. e Octomeria crassifolia Lindl. são epífitas de florestas, porém, a primeira ocorre em áreas úmidas e a segunda em locais mais secos. A disponibilidade de água influencia o metabolismo nas diversas etapas do desenvolvimento vegetal. Objetivou-se com este trabalho avaliar a influência do déficit hídrico, induzido pela adição de polietileno glicol 6000 (PEG) ao meio de cultura, na germinação e desenvolvimento inicial em A. teres, O. crassifolia e O. gracilis. A semeadura foi efetuada em meio MS/2, sob quatro tratamentos: controle (sem adição de PEG), e com 50 g L-1, 100 g L-1 e 200 g L-1 de PEG, induzindo potenciais hídricos de -0,53, -0,70, -0,86 e -1,60 MPa, respectivamente. Foram realizadas análises aos 45, 120 e 180 dias de cultivo. Em A. teres, observou se que o menor potencial hídrico do meio resulta em menor taxa de germinação e maior retardo do desenvolvimento inicial das plantas. Em O. crassifolia, quanto menor o potencial hídrico do meio, maior a taxa de germinação, contudo, o desenvolvimento foi semelhante entre os tratamentos aos 180 dias. Octomeria gracilis possui certa tolerância a redução do potencial hídrico até 120 dias...

Alterações fisiológicas no amendoim submetido ao estresse hídrico

Nogueira,Rejane Jurema Mansur Custódio; Santos,Roseane Cavalcanti dos
Fonte: Departamento de Engenharia Agrícola - UFCG Publicador: Departamento de Engenharia Agrícola - UFCG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 PT
Relevância na Pesquisa
56.58%
Analisaram-se os efeitos da deficiência hídrica sobre o comportamento estomático de quatro cultivares de amendoim (BR 1, BRS 151 L 7, Senegal e CNPA Havana) em casa de vegetação. As plantas foram cultivadas em potes com suprimento hídrico normal, até os 15 dias após o plantio, quando houve diferenciação do tratamento hídrico. Para um grupo de plantas, as regas continuaram normalmente, enquanto para outro foram suspensas por 45 dias e, após este período, procedeu-se à reirrigação. A cada 15 dias e após 48 h da irrigação, foram avaliados o potencial da água da folha (ψw), a transpiração (E) e a resistência difusiva (Rs) em folhas adultas completamente expandidas, situadas no terço superior da haste principal. Observaram-se diferenças entre as cultivares nas características de tolerância ao estresse hídrico. A cv. BR 1 manteve menor resistência estomática, apresentando valores mais negativos de potencial hídrico foliar e revelando-se como mais tolerante ao estresse hídrico.

Crescimento de espécies do gênero Brachiaria, sob déficit hídrico, em casa de vegetação

Mattos,Jorge Luiz Schirmer de; Gomide,José Alberto; Martinez y Huaman,Carlos Alberto
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
Relevância na Pesquisa
56.62%
Avaliaram-se as características morfogênicas, fisiológicas e produtivas de espécies de Brachiaria, durante e após período de estresse hídrico. Os tratamentos foram arranjados em um esquema fatorial 4 x 5 quatro espécies de Brachiaria (B. decumbens, B. brizantha, B. humidicola e B. mutica) e cinco níveis de potencial hídrico do solo (-0, 01, -0, 03, -0, 1, -0, 5 e -1, 5 MPa) em um delineamento experimental de blocos ao acaso, com três repetições. O experimento foi instalado em casa de vegetação, em colunas de PVC com 40 cm de altura e 30 cm de diâmetro. Os déficits hídricos foram impostos durante 23 dias e, após este período, um grupo de plantas foi mantido sob condições normais de disponibilidade de água no solo, durante, aproximadamente, uma semana, para se avaliar a capacidade de recuperação das plantas. A taxa de alongamento das lâminas foliares foi comprometida em B. brizantha e a taxa de senescência de lâminas foliares em B. mutica foi aumentada com o decréscimo do potencial hídrico no solo, denotando a maior sensibilidade destas duas espécies ao déficit hídrico. Observou-se controle estomático sobre as trocas gasosas em folhas de todas as espécies. O déficit hídrico reduziu a fotossíntese líquida em todas espécies...

Potencial hídrico e atividades de invertases em videiras submetidas a diferentes manejos de irrigação e porta-enxertos

SILVA, F. F. S. da; RIBEIRO, P. R. de A.; LÚCIO, A. A.; PEREIRA, M. S.; LOPES, A. P.; VIANA, L. H.; LIMA FILHO, J. M. P.; SOUZA, C. R. de; DANTAS, B. F.; BASSOI, L. H.
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 115-120. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 115-120.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
Relevância na Pesquisa
66.41%
Objetivando avaliar o efeito de diferentes manejos de irrigação e porta-enxertos no potencial hídrico e atividade de invertases em videiras Moscato Canelli e Syrah, este trabalho foi conduzido no Campo Experimental do Bebedouro e no Laboratório de Sementes/ Fisiologia Vegetal da Embrapa Semi-Árido, Petrolina-PE, de setembro a dezembro de 2005. A aplicação de água no PRD partial rootzone drying e no RDI ?regulated déficit drying? foi feita por meio da irrigação por gotejamento, com emissores espaçados 2.5 e 0.5 m, respectivamente. Os efeitos dos dois sistemas de irrigação foram avaliados nas variedades Moscato Canelli e Syrah enxertadas sobre dois porta-enxertos (IAC 572 e 1103 Paulsen), plantados em setembro de 2002. O PRD foi aplicado logo após o pegamento dos frutos, e o RDI após o início da maturação. Para cada variedade estudada, o experimento foi montado em esquema fatorial 2x2 (irrigação x porta-enxertos) e o delineamento experimental utilizado foi DBC, com cinco blocos. As videiras Moscato Canelli e Syrah se apresentaram menos estressadas quando submetidas ao manejo de irrigação com PRD e ao portaenxerto IAC 572, apresentando também menores atividades de invertase.; 2006

Potencial hídrico e atividade da redutase do nitrato em videiras submetidas a diferentes manejos de irrigação e porta-enxertos.

PEREIRA, M. S.; SILVA, F. F. S. da; LÚCIO, A. A.; LOPES, A. P.; RIBEIRO, P. R. de A.; VIANA, L. H.; SOUZA, C. R. de; DANTAS, B. F.; BASSOI, L. H.; LIMA FILHO, J. M. P.
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 171-176. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 171-176.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
Relevância na Pesquisa
66.52%
Objetivando avaliar o efeito do manejo de irrigação na atividade da redutase do nitrato e potencial hídrico em videiras submetidas a diferentes manejos de irrigação e porta- enxertos no Vale do Submédio São Francisco, este trabalho foi conduzido no Campo Experimental do Bebedouro e no Laboratório de Sementes/Fisiologia Vegetal da Embrapa Semi-Árido, Petrolina-PE. A aplicação de água no PRD (partial rootzone drying) secamento parcial do sistema radicular) e no RDI (regulated defict irrigation) foi feita por meio da irrigação por gotejamento, com emissores espaçados de 2.5 e 0.5 m, respectivamente. Os efeitos dos dois sistemas de irrigação foram avaliados nas variedades de videira Moscato Canelli e Syrah enxertadas sobre os porta-enxertos IAC 572 e 1103 Paulsen, plantados em setembro de 2002. O PRD foi aplicado logo após o pegamento dos frutos, e o RDI após o início da maturação. As duas cultivares enxertadas sobre IAC 572 apresentaram valores de potencial hídrico e atividade de redutase do nitrato superior aos das videiras enxertadas sobre 1103/P.; 2006

Fotossíntese e potencial hídrico foliar de plantas jovens de andiroba submetidas à deficiência hídrica e à reidratação.

GONÇALVES, J.F. de C.; SILVA, C.E.M. da; GUIMARÃES, D.G.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.44, n. 1, p. 8-14, jan. 2009. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.44, n. 1, p. 8-14, jan. 2009.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
Relevância na Pesquisa
56.6%
O objetivo deste trabalho foi investigar o desempenho fotossintético de plantas jovens de andiroba (Carapa guianensis), submetidas à deficiência hídrica e à reidratação. As plantas foram irrigadas diariamente, em casa de vegetação, durante 15 dias. Após aclimatação, as plantas foram separadas em dois tratamentos: plantas irrigadas e não irrigadas. Quando a resposta fotossintética das plantas não irrigadas alcançou valores próximos a zero, as plantas foram reidratadas. A cada sete dias, durante 21 dias, foram realizadas as determinações das trocas gasosas e da fluorescência da clorofila a. O potencial hídrico foliar foi determinado no início e no fim do experimento. As taxas de fotossíntese líquida, condutância estomática e transpiração se reduziram em 88, 89 e 89%, respectivamente, após 21 dias de supressão da irrigação. Quanto às variáveis da fluorescência da clorofila a, observaram-se reduções de 27 a 58%. O potencial hídrico foliar das plantas foi reduzido em mais de quatro vezes, após 21 dias de deficiência hídrica. De quatro a oito dias após a reidratação, as plantas recuperaram as características fotossintéticas e o potencial hídrico foliar, o que indica que plantas jovens de andiroba apresentaram alta plasticidade fisiológica em relação ao estresse hídrico.; 2009

Curso diario e sazonal das trocas gasosas e do potencial hidrico foliar em aceroleiras.

NOGUEIRA, R.J.M.C.; MORAES, J.A.V. de; BURITY, H.A.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.35, n.7, p.1331-42, jul.2000. Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.35, n.7, p.1331-42, jul.2000.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
Relevância na Pesquisa
56.6%
Este trabalho objetivou avaliar o curso diário e sazonal das trocas gasosas, da temperatura foliar e do potencial hídrico da acerola (Malpighia emarginata D.C.), no campo. O experimento realizou-se no município de Paudalho, PE. Os valores da transpiração e do potencial da água foram, de modo geral, mais elevados no início da manhã e no final da tarde; os da resistência difusiva e temperatura foliar foram menores no início da manhã e no final da tarde. Houve uma limitação das trocas gasosas com o sendo mais acentuada na estação seca e na matriz UFRPE 7. Os valores mínimos do potencial ocorreram na época seca, variando de -3,4 MPa (UFRPE 7) a -4,3 Mpa (UFRPE 8), enquanto os valores máximos da resistência variaram de 16,30 s cm-1 (UFRPE 7) a 22,10 s cm-1 (UFRPE 8) na mesma estação. O potencial hídrico e a resistência difusiva mostraram forte correlação com o déficit de pressão de vapor. A maior capacidade fotossinetica foi verificada em folhas maduras da matriz UFPE8. Os mecanismos fisiologicos apresentados pelas plantas demonstram que elas podem resistir a periodos de estresse hidrico quando estes se manifestam. A matriz UFRPE 8 e mais adaptada a periodos de estiagem do que a UFRPE 7.; 2000

Florescimento da tangerineira 'Ponkan' e da limeira ácida 'Tahiti' submetidas ao estresse hídrico

Cruz,Maria do Céu Monteiro da; Siqueira,Dalmo Lopes de; Salomão,Luiz Carlos Chamhum; Cecon,Paulo Roberto
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
Relevância na Pesquisa
56.48%
Foram realizados dois experimentos com plantas de tangerineira 'Ponkan'e da limeira ácida 'Tahiti' enxertadas sobre o limoeiro 'Cravo', e cultivadas em vasos de cinco litros. O estresse hídrico foi aplicado em plantas conduzidas em câmara de crescimento, sob temperatura controlada (25º C dia/ 20º C noite) e fotoperíodo de 16 horas de luz, com fluxo de fótons fotossintético (FFF) de aproximadamente 170 µmol m-2 s-1. E em plantas conduzidas em casa de vegetação, com temperaturas médias variando de 9,9º C (mínima) a 29,0º C (máxima) e FFF de 427 a 803 µmol m-2 s-1. O estresse hídrico não induziu o florescimento da tangerineira 'Ponkan' e da limeira ácida 'Tahiti' nas condições da câmara de crescimento. No entanto, favoreceu o aumento do florescimento na tangerineira 'Poncã' e na limeira ácida 'Tahiti', nas condições da casa de vegetação. O potencial hídrico foliar reduziu com o estresse hídrico imposto às plantas de tangerineira 'Ponkan' e a limeira ácida 'Tahiti', entretanto foi variável para as cultivares. Os maiores valores foram observados para a limeira 'Tahiti'.

Avaliação do potencial hídrico foliar, umidade do solo e temperatura do ar no período pré- florescimento dos citros

Cruz,Maria do Céu Monteiro da; Rocha,Railene Hérica Carlos; Siqueira,Dalmo Lopes de; Salomão,Luiz Carlos Chamhum
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 PT
Relevância na Pesquisa
66.67%
O trabalho foi conduzido em um pomar de citros localizado no Setor de Fruticultura do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa-UFV/Viçosa-MG, no período de março a setembro de 2004. O objetivo foi avaliar a influência do potencial hídrico das folhas e do solo sobre o florescimento da tangerineira 'Poncã', laranjeira 'Serra d'Água'e limeira ácida 'Tahiti' nas condições climáticas de Viçosa-MG. A temperatura do ar (ºC) e a precipitação pluviométrica (mm) foram avaliadas diariamente durante o período experimental. O potencial hídrico no solo e nas folhas foi avaliado em dois horários (7:00 às 8:00 h manhã e 13:00 às 14:00 h tarde). As cultivares utilizadas foram laranjeira 'Serra d'Água'(Citrus sinensis (L.) Osb.), tangerina 'Poncã' (Citrus reticulata Blanco) e limeira ácida 'Tahiti' (Citrus latifolia Tanaka.), enxertadas sobre limoeiro 'Cravo' (Citrus limonia Osb.). Observou-se que o potencial hídrico foliar dos citros diminuiu sob condições de altas temperaturas e déficit hídrico no solo, entretanto, varia em função dos cultivares, observando-se os maiores valores para a limeira 'Tahiti'. O florescimento ocorreu após um período de baixas temperaturas seguido por uma redução do potencial hídrico do solo. A limeira ácida 'Tahiti' é mais precoce...

Estado hídrico y cambios anatómicos en la calabacita (Cucurbita pepo L.) almacenada

Urías Orona,Vania; Muy Rangel,Dolores; Osuna Enciso,Tomás; Sañudo Barajas,Adriana; Báez Sañudo,Manuel; Valdez Torres,Benigno; Siller Cepeda,Jorge; Campos Sauceda,Juan
Fonte: Sociedad Mexicana de Fitogenética A.C. Publicador: Sociedad Mexicana de Fitogenética A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 ES
Relevância na Pesquisa
56.52%
El fruto de calabacita (Cucurbita pepo L.) es una hortaliza que presenta elevada actividad metabólica, alta transpiración y sensibilidad a daños mecánicos en postcosecha. En este estudio se evaluó el efecto de la temperatura de almacenamiento en el estado hídrico, la integridad celular y la calidad postcosecha de frutos de calabacita tipo Zucchini cv. 'Raben'. Frutos cosechados en madurez hortícola se almacenaron por 12 d a 10 y 20 °C, y 85 a 87 % de humedad relativa. Se evaluó pérdida de peso, marchitamiento, contenido relativo de agua (CRA), potencial hídrico (Ψw), potencial osmótico (Ψs), potencial de presión (Ψp) e integridad celular mediante un estudio histológico de los frutos. Los primeros síntomas de marchitez del fruto aparecieron cuando hubo 6 % de pérdida de peso. La plasmólisis celular se presentó entre 81 y 82 % de CRA, con un Ψp igual a cero y con Ψw y Ψs iguales a -0.8 MPa. La integridad del tejido se afectó por la pérdida de adhesión de las células de la zona del endocarpio, que luego progresó hacia el epicarpio del fruto.

Efecto de niveles de humedad en el crecimiento y potencial hídrico de Capsicum chinense Jacq. Y su relación con el desarrollo de Bemisia tabaci Genn

May-Lara,Cesar; Pérez-Gutiérrez,Alfonzo; Ruiz-Sánchez,Esaú; Ic-Caamal,Alex E.; García-Ramírez,Alejandro
Fonte: Universidad Autónoma de Yucatán, Facultad de Medicina Veterinaria Publicador: Universidad Autónoma de Yucatán, Facultad de Medicina Veterinaria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
Relevância na Pesquisa
56.48%
Se evaluó el efecto de niveles de humedad aprovechable en el crecimiento de plantas de Capsicum chinence Jacq., y en la supervivencia y desarrollo de Bemisia tabaci Genn. Se compararon cuatro tratamientos 60%, 50%, 40% y 30% de humedad aprovechable, calculados a partir del valor de la lámina de riego y del área del contenedor de la planta. Se registró la altura y diámetro del tallo, masa seca total, contenido de humedad de sustrato, potencial hídrico y uso eficiente del agua de la planta. Para evaluar el efecto de la condición hídrica de C. chínense en B. tabaci, se contabilizó el número de huevos ovipositados, mortalidad de huevos y ninfas y el tiempo medio de desarrollo de ninfas. Se encontró una correlación directa positiva entre el nivel de humedad aprovechable y el potencial hídrico foliar, ya que las plantas del tratamiento con mayor nivel de humedad aprovechable tuvieron significativamente mayor altura, diámetro de tallo y biomasa seca. Se encontró mayor oviposición y menor tiempo de desarrollo de ninfas de B. tabaci en plantas del tratamiento con 50% de humedad aprovechable. No se observó efecto de los niveles de humedad aprovechable en la mortalidad de huevos y ninfas de B. tabaci.

Densidad estomatal y potencial hídrico en plantas de tomate (Physalis ixocarpa Brot.), propagadas por cultivo de meristemos

Bazaldúa-Muñoz,C.; Ventura-Zapata,E.; Salcedo-Morales,G.; Maldonado Amaya,U.; López García,A.
Fonte: Universidad Autónoma Chapingo Publicador: Universidad Autónoma Chapingo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 ES
Relevância na Pesquisa
66.6%
El tomate de cáscara es una Solanácea de origen mexicano, que se desarrolla en forma silvestre o cultivada. La propagación in vitro por cultivo de meristemos apicales es una alternativa para producir plantas en forma masiva y libres de patógenos, pero en muchas ocasiones la aclimatación ha sido el factor limitante para lograr este objetivo. Existen pocos reportes sobre micropropagación de esta especie y este es el primero en el que se evalúan los cambios en la densidad estomatal y el potencial hídrico durante la aclimatación de plantas de tomate, obtenidas por cultivo de meristemos. Plantas de 30 días de edad y de tamaño uniforme se colocaron en sistemas hidropónicos individuales, con cubiertas plásticas, durante siete semanas. Las cubiertas se abrieron gradualmente cada siete días y se registró la temperatura y la humedad relativa para calcular el potencial hídrico en la cámara de crecimiento y el sistema de aclimatización, en la sexta semana los valores de este parámetro fueron muy cercanos (-107.8 y -102.2 ± 4.91, respectivamente). Por otro lado, se evaluó la densidad estomatal a los 15, 30 y 45 días de aclimatación, se observaron diferencias significativas entre el haz y el envés de las hojas y entre edades de las plantas. Al relacionar los datos de potencial hídrico y densidad estomatal se observó una correlación elevada. Después del periodo de aclimatación la sobrevivencia de plantas fue del 100%.

Efecto del estrés hídrico en Pinus cooperi Blanco durante su preacondicionamiento en vivero

Prieto-Ruíz,José Ángel; Almaraz Roldán,René Javier; Corral-Rivas,José Javier; Díaz Vázquez,Antonio
Fonte: Instituto Nacional de Investigaciones Forestales, Agrícolas y Pecuarias Publicador: Instituto Nacional de Investigaciones Forestales, Agrícolas y Pecuarias
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2012 ES
Relevância na Pesquisa
56.6%
El preacondicionamiento mediante estrés hídrico favorece los mecanismos de resistencia a la sequía de los árboles una vez plantados. Se realizó un ensayo con el objetivo de determinar el efecto de tres condiciones de estrés hídrico a través de riego cada 48, 144 y 288 horas, en el preacondicionamiento de plantas de nueve meses de Pinus cooperi producidas en vivero, en contenedores de 170 mL y con sustrato compuesto por turba (55%), vermiculita (24%) y agrolita (21%). Los tratamientos se distribuyeron en un diseño experimental completamente al azar, con tres repeticiones y 108 individuos en total. El ensayo constó de tres ciclos de doce días cada uno y se realizaron cuatro evaluaciones de potencial hídrico por ciclo; además, 36 días después del inicio, se registró el crecimiento morfológico de las plantas. El potencial hídrico mostró diferencias estadísticas significativas (p<0.05) entre tratamientos: en la condición de riego de cada 48 horas fluctuó de -0.17 a -0.29 MPa, en la de intervalos de 144 h varió de -0.17 a -0.59 MPa y en la de cada 288 h fue de -0.26 a -3.24 MPa. Sólo existieron diferencias estadísticas (p<0.05) en las variables altura e índice de robustez. Los individuos sometidos a estrés hídrico hasta por 12 días no disminuyeron su crecimiento en forma significativa. Las plantas sin riego hasta por 144 h presentaron potenciales asociados a un nivel bajo de estrés hídrico.

Potencial hídrico xilemático en cuatro especies arbustivas nativas del noreste de México

González Rodríguez,Humberto; Cantú Silva,Israel; Ramírez Lozano,Roque Gonzalo; Gómez Meza,Marco Vinicio; Pando Moreno,Marisela; López Hernández,Juan Manuel
Fonte: Universidad Autónoma Chapingo, Coordinación de Revistas Institucionales Publicador: Universidad Autónoma Chapingo, Coordinación de Revistas Institucionales
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 ES
Relevância na Pesquisa
66.52%
Dado que el estrés hídrico es el principal factor limitante en esta región, el estudio tuvo como objetivo determinar cómo el potencial hídrico xilemático (Ψ) de especies arbustivas nativas tales como Celtis pallida (Ulmaceae), Acacia amentacea (Leguminosae) Forestiera angustifolia (Oleaceae) y Parkinsonia texana (Leguminosae) es influido por el contenido de humedad del suelo, la temperatura del aire, la humedad relativa y la precipitación. El estudio se llevó a cabo en un área localizada en el municipio de China, Nuevo León. Usando una bomba de presión tipo Scholander los Ψ fueron estimados a intervalos de 15 días entre enero 15 y septiembre 28 de 2009, en cinco plantas de cada especie a las 06:00 h (pre-amanecer) y 14:00 h (mediodía). En el periodo más húmedo, el 4 al pre-amanecer varió de -0.30 (C. pallida) a -0.90 MPa (P. texana); en cambio, en el periodo más seco, el Ψ al pre-amanecer fluctuó de -2.18 (P. texana) a -3.94 MPa (F. angustifolia). Al mediodía, P texana y F. angustifolia tuvieron el mayor (-1.14 MPa) y menor (-3.38 MPa) valor, respectivamente. El contenido promedio de humedad en el suelo en el perfil de profundidad de 0-50 cm explicó entre 82 y 33 % de la variación del 4 al pre-amanecer. El Ψ del mediodía...

Variación estacional del estado hídrico y crecimiento de Pinus taeda L. bajo diferente manejo silvícola en el noreste de Uruguay

Gándara,José; Viega,Luis; Ross,Silvia; Munka,Carolina; Bentancourt,Óscar
Fonte: Agrociencia Uruguay Publicador: Agrociencia Uruguay
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 ES
Relevância na Pesquisa
56.48%
El raleo y la poda afectan la disponibilidad hídrica y en consecuencia el crecimiento de las plantaciones forestales, aunque no es claro que el manejo silvícola afecte de igual manera a plantaciones con diferentes grados de disponibilidad hídrica en los suelos. En un rodal de Pinus taeda L. de cinco años en Tacuarembó (Uruguay, 31º 38’S, 55º 41’W) se evaluaron los efectos del primer raleo (40 %) y poda (50 %) (mayo/2008) sobre el potencial hídrico y el crecimiento posterior. En tres sitios, dos sobre suelos profundos y uno sobre suelos superficiales, se instalaron parcelas con sus respectivas áreas testigo. En cada parcela se midió: potencial hídrico foliar base (Yb) y mediodía (Ymd), diámetro a la altura del pecho y altura de fuste cada seis semanas entre julio/2008 y enero/2010. Se calculó el déficit de presión de vapor (Dpv) del rodal y la evapotranspiración relativa (ETR) por sitio. El tratamiento redujo el Yb durante los meses con mayor déficit de ETR y este efecto fue más prolongado sobre suelos superficiales. El Ymd fue menor en suelos profundos (-2,51 vs -2,09 ± 0,34 MPa), posiblemente por una mayor actividad transpiratoria (DYw). Ymd y Yb se relacionaron linealmente hasta valores de Yb próximos a -1...

Estudio comparativo sobre dos métodos para determinar el potencial hídrico en el cultivo del guayabo (Psidium guajava L.) en la Planicie de Maracaibo

Urdaneta,T; Araujo,F. J.; Lugo,L
Fonte: Facultad de Agronomía. Universidad del Zulia Publicador: Facultad de Agronomía. Universidad del Zulia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 ES
Relevância na Pesquisa
56.67%
Para definir la técnica de medición de potencial hídrico en el cultivo del guayabo (Psidium guajava L.) se llevó a cabo una investigación en la finca "Los Cienegos" del estado Zulia. Se seleccionaron 8 plantas de guayabo sembradas a pié franco y 8 plantas injertadas de 3 años de edad, sembradas a distancia de 5 m x 5 m, con manejo agronómico similar. Las variables estudiadas fueron el potencial hídrico del tallo (Yt) y el potencial hídrico de la hoja (Yh). Para la medición del potencial hídrico del tallo se utilizaron los criterios empleado por Begg y Turner (1970) en el cultivo del tabaco (Nicotina tabaco L.) y McCutchuam y Shackeland (1992) en el cultivo del durazno (Prunus domestica L). Para la medición del potencial hídrico de la hoja, se empleó el criterio establecido para plantas vasculares por Scholander (1965). Los resultados demostraron que existe poca diferencia entre los potenciales hídricos del tallo y de la hoja para las primeras horas de la mañana, mientras que se registraron diferencias de mayor magnitud en horas del mediodía, entre las 12 y las 14 horas. La variabilidad en los potenciales de la hoja durante este último periodo, también fue mayor que los potenciales del tallo. Después de las 14 horas...