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Distribuição vertical dos sistemas de polinização bióticos em áreas de cerrado sentido restrito no Triângulo Mineiro, MG, Brasil; Vertical distribution of biotic pollination systems in cerrado sensu stricto in the Triângulo Mineiro, MG, Brazil

Silva, Cláudia Inês da; Araújo, Glein; Oliveira, Paulo Eugênio Alves Macedo de
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Alguns fatores podem influenciar a distribuição dos recursos florais e sistemas de polinização bióticos nos ecossistemas, como por exemplo, o clima, a altitude, a região geográfica, fragmentação de áreas naturais e as diferenças na composição florística na estratificação vertical. Este estudo teve por objetivo avaliar a distribuição dos sistemas de polinização bióticos na estratificação vertical em fragmentos de cerrado sentido restrito no Triângulo Mineiro. Não houve diferença significativa (χ²0,05,9 =14,17; p = 0,12) na riqueza florística geral entre os fragmentos, nem quando comparada em separado para cada estrato (arbóreo, arbustivo, herbáceo e liana), estando o estrato arbustivo mais bem representado. Da mesma forma, não houve diferenças significativas entre fragmentos quanto aos sistemas de polinização (χ²0,05,21 =13,80; p = 0,8778), sendo a polinização por abelhas mais comum, correspondendo ao menos 85% das espécies de plantas em cada fragmento. Em termos relativos, as plantas polinizadas por abelhas foram dominantes em todos os estratos, chegando a 100% das lianas e herbáceas em alguns fragmentos. Neste estudo, com base na composição florística e distribuição dos sistemas de polinização na estratificação vertical...

Produção e qualidade de sementes de berinjela em função do horário de polinização manual

Polverente, Mariana Rios; Fontes, Diego Carneiro; Cardoso, Antonio Ismael Inácio
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 467-472
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); O experimento foi desenvolvido na área experimental do Departamento de Produção Vegetal, setor de Horticultura, da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Câmpus Botucatu, com o objetivo de avaliar a produção e qualidade de sementes de berinjela (cultivar Embu), em função de diferentes horários de polinização. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com sete tratamentos (polinização manual às 7 h; 9 h; 11 h; 13 h; 15 h; testemunha 1 = polinização natural, sem proteção da flor e testemunha 2 = polinização natural com proteção da flor com saco de papel), com quatro repetições e seis plantas por parcela. Obteve-se menor produção e qualidade das sementes quando a flor foi previamente protegida. Com a polinização natural, sem proteção da flor, os resultados foram mais elevados aos das polinizações manuais, com maior massa, comprimento, diâmetro dos frutos e produção de sementes por fruto. A polinização natural, sem proteção da flor, possibilitou, ainda, a obtenção de sementes com similares germinação e vigor em relação aos demais processos.; The experiment was carried out at Vegetal Production Department...

Produção e qualidade de sementes de abóbora utilizando polinização manual com botões florais armazenados

Salata, Ariane da Cunha
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: ix, 42 f. : il. color., grafs., tabs.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Horticultura) - FCA; O objetivo desse trabalho foi estudar a influência do armazenamento de botões florais masculinos por diferentes períodos, na produção e qualidade de sementes de abóbora cultivar Piramoita utilizando polinização manual das flores femininas. O experimento foi conduzido no período de agosto a dezembro de 2005, na Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Campus de Botucatu, SP. os botões florais masculinos foram colhidos em fase de pré-antese e armazenados em geladeira a 7 graus C. Foram avaliados seis tratamentos: polinização manual com botões armazenados por um a quatro dias, flores em armazenamento e polinização natural (por insetos). O delineamento foi em blocos ao acaso, com quatro repetições e cinco palntas por parcela. As flores femininas foram amarradas com fio de lã em pré-antese, na tarde anterior ao cruzamento e, após a polinização, foram portegidas para não ocorrer polinização por insetos. Em cada planta foram deixados até dois frutos. As características avaliadas foram: taxa de frutificação; peso, comprimento e diâmetro dos frutos; produção (em massa e número) de sementes por fruto; massa de 100 sementes; produção em massa e número de sementes por polinização realizada e qualidade das sementes (germinação...

Biologia da polinização em campos de altitude no Parque Nacional da Serra da Bocaina, SP

Leandro Freitas
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/03/2002 PT
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Este estudo apresenta informações sobre a biologia da polinização em uma área de campos de altitude no estado de São Paulo. Campos de altitude são formações frias e úmidas com vegetação aberta, as quais ocorrem nas partes mais altas das serras costeiras do sudeste e sul do Brasil. Atributos florais e a fenologia de floração foram registrados em 124 espécies pertencentes a 37 famílias e os agentes de polinização foram determinados em 107 destas espécies. Flores pequenas que secretam néctar predominaram na comunidade. Abelhas e vespas, seguidas por sirfideos, foram os principais agentes polinizadores da comunidade, sendo que a maioria das espécies foi polinizada por mais de um grupo funcional. As tendências gerais das interações planta-polinizador nos campos estudados se assemelham àquelas em ecossistemas com afinidades biogeográficas, tais como o "morichal" venezuelano, campos cerrados e campos rupestres. Entretanto, o grau de generalização dos sistemas de polinização tende a ser mais elevado nos campos de altitude em comparação com estes outros ecossistemas, o que reflete a predominância de espécies da família Asteraceae na área estudada. A polinização por diversos agentes (sistemas de polinização generalista) pode ser vantajosa para plantas de campos de altitude...

Biologia da polinização em orquideas nativas da região sudeste do Brasil

Rodrigo Bustos Singer
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em //2001 PT
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Estudou-se a biologia da polinização em vários grupos de orquídeas nativas da região sudeste brasileira. De um modo geral, as orquídeas terrestres da tribo Cranichideae (localmente representada pelas subtribos Goodyerinae, Prescottinae e Spiranthinae) mostraram-se autocompatíveis, mas polinizador-dependentes. Relata-se pela primeira vez a ocorrência de protandria na subtribo Prescottinae (Prescottia stachyodes), bem como em algumas espécies nativas das subtribos Spiranthinae (Sauroglossum elatum) e Goodyerinae (Erythrodes arietina). Foi verificada a polinização por beija-flores em Stenorrhynchos lanceolatus (Spiranthinae). A polinização por mariposas foi documentada em Sauroglossum elatum (Spiranthinae), bem como em Prescottia plantaginea e Prescottia stachyodes (prescottinae). A polinização por abelhas foi documentada para algumas espécies dos gêneros Cyclopogon, Pelexia e Sarcoglottis (Spiranthinae), bem como para Aspigogyne longicornu, Erythrodes arietina (Goodyerinae) e Prescottia densiflora (prescottinae). Documentou-se. a polinização por mariposas e Tipulideos (Diptera) em Habenaria parviflora (Habenarinae). Esta ultima espécie mostrou-se também autocompatível, mas polinizador-dependente. Tanto em Habenaria parviflora quanto nas orquídeas da tribo Cranichideae estudadas...

Biologia floral, reprodução e filogenia do genêro Cirrhaea Lindl. (Orchidaceae) e evolução dos sistemas de polinização em Stanhopeinae; Floral biology, reproduction and phylogeny of genus Cirrhaea Lindl. (Orchidaceae) and the evolution of pollination sytems in Stanhopeinae

Ludmila Mickeliunas Pansarin
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2011 PT
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O gênero Cirrhaea Lindl. (Orchidaceae) inclui sete espécies distribuídas principalmente pela região Sudeste do Brasil. Neste trabalho foram estudadas a fenologia, a biologia floral e reprodutiva das espécies de Cirrhaea, bem como a morfologia e a anatomia de suas estruturas secretoras. Para isso, observações de campo foram realizadas para investigar os polinizadores e os mecanismos de polinização. Flores frescas foram coletadas e fixadas para os estudos morfo-anatômicos e tratamentos de polinização manual foram feitos para verificar o sistema reprodutivo. Também foi determinada a quantidade de sementes potencialmente viáveis obtidas em cada tratamento e analisadas as fragrâncias. Os estudos de filogenia de Cirrhaea e de evolução dos sistemas de polinização de Stanhopeinae foram realizados a partir do seqüenciamento das regiões trnL-F e matK do DNA de cloroplasto e ITS do DNA nuclear. Os dados obtidos para as espécies de Cirrhaea foram acrescidos aos publicados para os demais gêneros de Stanhopeinae para a elaboração de um estudo sobre a evolução dos sistemas de polinização da subtribo. A filogenia das Stanhopeinae foi comparada com uma hipótese filogenética de abelhas da tribo Euglossini (Apidae) a fim de obter informações sobre a evolução dos sitemas de polinização para a subtribo. Cirrhaea...

Walking through the flower fields : the role of time and space on the evolution of pollination strategies; Caminhando entre flores : o papel de variações no tempo e espaço na evolução de estratégias de polinização

André Rodrigo Rech
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/03/2014 PT
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Os padrões encontrados em ecologia são resultado de processos contemporâneos interagindo com uma longa história de contingência. No entanto, poucos estudos têm buscado entender o papel relativo de fatores contemporâneos e pretéritos sobre padrões reprodutivos de plantas. No decorrer dessa tese foram consideradas essas duas dimensões (temporal e espacial) em estudos sobre polinização. A amplitude do estudo em relação ao tempo foi de horas até milênios, da mesma forma que para o espaço, para o qual se considerou desde metros até variações entre diferentes continentes na escala planetária. Os capítulos estão organizados em uma escala crescente de tempo e espaço. No primeiro capítulo foi considerada a variação fina de horas e metros no estudo sobre a polinização de algumas espécies de Davilla; nesse capítulo também são apresentados outros aspectos da história natural na família Dilleniaceae e uma abordagem filogenética para a evolução de algumas características florais. No capítulo 2, ao longo de vários anos, foi verificada a habilidade de visitantes florais depositar pólen, sua frequência e a importância de cada grupo de visitante nas flores de Knautia arvensis nesse período. O capítulo 3 demonstra variações no espaço tanto na morfologia floral e foliar como no crescimento do tubo polínico em diferentes testes de polinização...

Ecologia da polinização de Fragaria x ananassa Duchesne CV aromas (rosaceae) em sistemas de produção orgânico e convencional, sob proteção de túneis baixos, em Rancho Queimado, SC, Brasil

Barbosa, José Felinto
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 70 f.| il., grafs.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2009.; O sistema de produção agrícola convencional, geralmente, é considerado como fator importante no declínio da biodiversidade em paisagens agrícolas, e na tentativa de diminuir osefeitos adversos desse sistema a produção orgânica esta sendo uma opção para várias culturas, entre elas, a do morangueiro. O morangueiro, Fragaria (Rosaceae), é caracterizado como uma herbácea perene, prostrada e estolonífera. Devido suas características morfológicas e fisiológicas, suas flores podem se autopolinizar, porém, raramente o pólen atinge espontaneamente a totalidade dos estigmas, e se o óvulo não for fecundado não há crescimento local do receptáculo, gerando morangos deformados. Os diversos cultivares apresentam variações em sua capacidade de autopolinização. O objetivo desse trabalho, dividido em dois capítulos, foi estudar a ecologia da polinização de Fragaria x ananassa cv Aromas cultivado sob túneis baixos em sistema de produção convencional e orgânico no município de Rancho Queimado no Estado de Santa Catarina. No primeiro capítulo considerase a biologia floral e reprodutiva deste cultivar mediante estudo da longevidade floral...

Estudos preliminares de polinização em oliveira (Olea europaea) cv. Galega vulgar

Cabral, Erica Falcato
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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37.42%
Mestrado em Engenharia Agronómica - Instituto Superior de Agronomia; The effect of boron application in flower quality and olive, cv. Galega vulgar fruit set, and the efficiency of different types of pollination: open, self and controlled pollination, were tested in a hedge olive orchard in Santarém. In the boron experiment, 0 mg, 512 mg and 1024 mg of boron was applied in April. Pollen of the cultivars ‘Blanqueta’, ‘Cordovil’, ‘Cobrançosa’, ‘Picual’ and ‘Arbequina’ was collected and used in cross pollinations experiment. The application of different levels of boron had no effect neither in the flower quality nor in the fruit set, possibly due to the boron deficiency that the trees presented which was not suppressed with the boron application. Fruit set wasn’t statistically different when the different cultivars were used to pollinate cv. Galega. The fruit set was superior with open pollination when compared with controlled pollination, since the microperforated plastic bags that were used have proved to be inadequate due to lack of moisture permeability. Fruit set in open pollination, was 93.6 fruits per 100 inflorescences and 55.8 fruits per 100 inflorescences in June and July, respectively, corresponding to fruit set rates of 5.5% and 3.3%...

Polinização artificial da atemóia com diversas fontes de pólen comparada com a natural

Melo,Marcelo Rosa; Pommer,Celso Valdevino; Kavati,Ryosuke
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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Para estudar a polinização da atemóia (Annona squamosa L. x A. cherimola) e determinar a técnica de polinização que produz frutos em maior quantidade e melhor qualidade, montou-se um experimento de polinização. O experimento foi realizado com a cultivar Gefner, no período de novembro de 2000 a março de 2001, em pomar comercial, localizado em Lins (SP), a 424 metros de altitude. As plantas apresentavam 13 anos de idade. Empregou-se o delineamento de blocos ao acaso, com cinco tratamentos e seis repetições. Os tratamentos foram os seguintes: 1) polinização manual (pólen de A. squamosa L.); 2) polinização manual (pólen da atemóia cultivar Gefner); 3) polinização manual (pólen da atemóia cultivar African Pride); 4) polinização manual (pólen da atemóia cultivar PR-3); 5) polinização natural ou aberta. A avaliação do vingamento dos frutos ocorreu dez dias após a polinização e da quantidade dos frutos com conformação perfeita ou defeituosa, aos 40 dias. Os frutos foram colhidos 120 dias após a polinização e pesados individualmente. Amostraram-se, também, três frutos para as seguintes determinações: massa de sementes e da polpa, número de sementes por 100 gramas de polpa, teor de sólidos solúveis totais...

Produção e qualidade de sementes de berinjela em função do horário de polinização manual

Polverente,Mariana Rios; Fontes,Diego Carneiro; Cardoso,Antonio Ismael Inácio
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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O experimento foi desenvolvido na área experimental do Departamento de Produção Vegetal, setor de Horticultura, da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA), Universidade Estadual Paulista (UNESP), Câmpus Botucatu, com o objetivo de avaliar a produção e qualidade de sementes de berinjela (cultivar Embu), em função de diferentes horários de polinização. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com sete tratamentos (polinização manual às 7 h; 9 h; 11 h; 13 h; 15 h; testemunha 1 = polinização natural, sem proteção da flor e testemunha 2 = polinização natural com proteção da flor com saco de papel), com quatro repetições e seis plantas por parcela. Obteve-se menor produção e qualidade das sementes quando a flor foi previamente protegida. Com a polinização natural, sem proteção da flor, os resultados foram mais elevados aos das polinizações manuais, com maior massa, comprimento, diâmetro dos frutos e produção de sementes por fruto. A polinização natural, sem proteção da flor, possibilitou, ainda, a obtenção de sementes com similares germinação e vigor em relação aos demais processos.

Polinização natural e artificial da cherimóia (Annona cherimola Mill.) no Estado de São Paulo

Melo,Marcelo Rosa; Pommer,Celso Valdevino; Kavati,Ryosuke; Tokunaga,Takanoli
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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Para estudar o método de polinização da cherimóia (Annona cherimola Mill.) que produza frutos em maior quantidade e melhor qualidade, instalou-se experimento em Pedra Bela - SP, a 1150 metros de altitude. As plantas eram de pé-franco, de 20 anos de idade. O experimento foi realizado em dois períodos, tendo o primeiro se iniciado em novembro de 1999 e finalizado em junho de 2000; o segundo iniciou-se em novembro de 2000 e encerrado em junho de 2001. A montagem do experimento foi efetuada no delineamento de blocos ao acaso, com 3 tratamentos e 12 repetições. Os tratamentos foram os seguintes: 1) polinização natural; 2) polinização manual cruzada; 3) autopolinização (flores ensacadas). As plantas dos blocos foram polinizadas em diferentes dias. Avaliaram-se o vingamento dos frutos 10 dias após a polinização e a quantidade dos frutos com conformação perfeita ou defeituosa aos 40 dias. Após a colheita, os frutos foram pesados individualmente. Foram também amostrados dois frutos de cada bloco (em 1999) e três (em 2000), para as seguintes determinações: massa das sementes e da polpa, número de sementes por 100 gramas de polpa. A polinização artificial proporcionou maior vingamento de frutos (61,2% e 50,4%) em relação à polinização natural (19...

Polinização natural, manual e autopolinização no pegamento de frutos de pinheira (Annona squamosa L.) em Alagoas

Campos,Rousseau da Silva; Lemos,Eurico Eduardo Pinto de; Oliveira,Jaqueline Figueredo de; Fonseca,Fernanda Karina Pereira da; Santiago,Antônio Dias; Barros,Pericles Gabriel
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 PT
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A pinheira (Annona squamosa L) é cultivada no Estado do Alagoas há mais de um século, sendo a principal cultura de valor econômico para centenas de pequenos agricultores. Um dos principais entraves para melhorar a produtividade da cultura é o baixo índice de polinização das flores e a conseqüente produção de frutos. Embora sejam morfologicamente perfeitas, as flores da pinheira apresentam dicogamia protogínica, fenômeno no qual a maturação dos carpelos acontece antes da maturação dos estames, inviabilizando a autofecundação. O presente trabalho objetivou estudar o efeito da polinização natural, manual e da autopolinização no número de frutos fixados em pinheiras. Foram utilizadas plantas de 4 anos de idade oriundas de pés-francos da variedade local "Crioula". As flores foram selecionadas na porção média das árvores em toda a sua circunferência. Foram utilizados os seguintes tratamentos: flores em polinização natural; flores cobertas para induzir a autopolinização; flores polinizadas com pincel usando pólen puro; flores polinizadas com pincel usando 75 % de pólen e 25 % de amido de milho; flores polinizadas com pincel usando 50 % de pólen e 50 % de amido de milho; flores polinizadas com pincel usando 25 % de pólen e 75 % de amido de milho; flores polinizadas com bomba usando pólen puro; flores polinizadas com bomba usando 75 % de pólen e 25 % de amido de milho; flores polinizadas com bomba usando 50 % de pólen e 50 % de amido de milho; flores polinizadas com bomba usando 25 % de pólen e 75 % de amido de milho. Os resultados obtidos mostraram que o uso da polinização artificial com pincel ou com bomba polinizadora aumentou em até 10 vezes o número de frutos fixados em polinização natural ou em autopolinização. A adição do amido de milho seco como veículo para o pólen não reduziu a percentagem de frutos fixados e pode ser utilizado em até 50% da mistura sem reduzir a eficiência na polinização com pincel e em até 75% com bomba.

Influência da polinização com variedades de laranja-doce sobre o número de sementes de tangelo Nova

Ferraro,Aline Enila; Pio,Rose Mary; Azevedo,Fernando Alves de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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O objetivo deste trabalho foi estudar a influência da polinização sobre o número de sementes de tangelo Nova. O experimento foi conduzido no Pólo de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Sudoeste Paulista/DDD, em Capão Bonito (SP), na safra 2004-2005. Flores de plantas de tangelo Nova, com nove anos, foram tratadas durante o florescimento em 2004, como segue: 1. Polinização com laranja Valência; 2. Polinização com laranja Natal; 3. Polinização com laranja Pêra; 4. Isolamento de flores emasculadas; 5. Isolamento de flores completas, e 6. Testemunha (flor livre). Em maio de 2005, os frutos foram colhidos. Embora não tenha existido diferença estatística entre os resultados, em valores absolutos, a maior porcentagem de frutos colhidos foi observada no tratamento com laranja Pêra (42%). Nos tratamentos 4 e 5 não houve frutos colhidos, o que sugere que este tangelo não desenvolveu frutos partenocárpicos nas condições deste estudo. Nos tratamentos com polinização cruzada, observaram-se entre 20 e 23 sementes nos frutos, o que mostra a influência da polinização nas características dos frutos. Não se observaram diferenças significativas nas qualidades do fruto.

Requerimentos de polinização da goiabeira

Alves,José Everton; Freitas,Breno Magalhães
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 PT
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A goiabeira (Psidium guajava) é uma planta muito cultivada no Nordeste brasileiro, onde seus frutos têm elevada importância econômica, porém poucas pesquisas referem-se aos seus requerimentos de polinização. Estes requerimentos, quando conhecidos, podem ajudar no direcionamento do manejo de pomares e de agentes polinizadores visando a melhorar a produtividade das culturas. Assim sendo, o presente trabalho tem por objetivo investigar os requerimentos de polinização da goiabeira. O estudo foi desenvolvido com a cultivar "paluma" e constou de tratamentos de polinização livre, polinização restrita, autopolinização manual, polinização cruzada manual com pólen da mesma e de outra cultivar. Os resultados mostraram que a goiabeira produz frutos principalmente quando visitadas por agentes bióticos, pois, dentre as flores que foram protegidas das visitas desses agentes polinizadores, somente 15,09% delas produziram frutos. Apesar de vingarem frutos quando autopolinizada, a goiabeira beneficia-se mais da polinização cruzada, pois incrementa sua produção em até 39,5%. Conclui-se que a presença nos pomares de agentes bióticos promovendo polinização cruzada é necessária para maximizar a produtividade da cultura.

Eficiência da polinização manual e controlada em linhas diplóides de melancia.

SANTOS, M. H. dos; DIAS, R. de C. S.; PAIVA, L. B. de; MEDEIROS, K. N. de; SILVA, C. M. de J.
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 189-193. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 189-193.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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A polinização manual e controlada em melancia, que é uma espécie alógama, é indispensável aos trabalhos de melhoramento genético, pois através dela é possível controlar a identidade dos parentais. A metodologia de polinização de melancia desenvolvida pela Embrapa Semi-Árido é simples, prática e tem sido adotada em muitos programas de melhoramento genético da melancia e do melão. Com o objetivo de avaliar a polinização manual e controlada (PMC) entre plantas irmãs de linhas de melancia resistentes ao oídio e na cv Crimson Sweet, foi conduzido um ensaio no Campo Experimental da Embrapa Semi-Árido, em Bebedouro, município de Petrolina-PE. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, utilizando-se sete genótipos de melancia (6 linhas e a cv. Crimson Sweet), quatro repetições, 25 plantas/parcela, cultivadas no espaçamento de 3,0×0,8 m. As PMC(s) foram realizadas a partir dos 34 dias do plantio, utilizando-se como dispositivo de isolamento das flores, antes da antese e até 48-72 h após a polinização, um copo plástico descartável, cor branca (250 ml), grampeado em uma estaca de madeira branda (cedro, virola ou louro-canela), cujas dimensões foram de 20 x 3 x 0,7cm. No mesmo dia da abertura das flores...

A POLINIZAÇÃO MANUAL DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandiflorum)

VENTURIERI,Giorgini Augusto; RIBEIRO FILHO,Alexandre Antunes
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1995 PT
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O cupuaçu (Theobroma grandiflorum,Sterculiaceae) é uma frutífera da Amazônia usada na fabricação de sucos, sorvetes, doces e chocolate. A sua popularidade vem aumentando e atualmente é considerada uma das culturas mais lucrativas da região Amazônica. O cupuaçu é uma espécie predominantemente alógama e muitas flores não chegam a dar frutos mesmo quando polinizadas com póíen compatível. A taxa de polinização natural é baixa (estimado em 1,6% para pístílos polínízados com mais de 60 grãos de pólen). No presente trabalho, foram estudados alguns aspectos da sua polinização. Polinizações manuais foram feitas próximo à antese (entre 17-18:00 h) e na manhã seguinte após a antese, da seguinte maneira: retiraram-se três estaminódios da flor que iria ser polinizada para facilitar o acesso ao pistilo; da flor doadora de pólen retirou-se um estame, cujas anteras foram passadas nos braços estigmáticos. O maior êxito foi obtido nas polinizações feitas próximas à antese, atribuído ao maior número de grãos depositados durante as polinizações. Polinizações controladas entre plantas compatíveis mostraram que as flores que receberam 60 grãos de pólen tiveram 20% de probabilidade de formar fruto; as flores que receberam mais de 400 grãos de pólen...

Ecologia da polinização da amoreira-preta (Rubus sp.) (Rosaceae) em Timbó, SC, Sul do Brasil

Mello Júnior, Leônidas João de
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xii, 51 f.| il., grafs., tabs.
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais; Estudou-se a ecologia da polinização da amoreira-preta (Rubus sp.), da família Rosaceae, por meio de testes de polinização, análise da produção de néctar e da amostragem de visitantes florais em área de cultivo comercial. Objetivou-se, especificamente, confirmar a síndrome de polinização de Rubus sp, através da análise de sua biologia floral e alocação de recursos florais para os insetos. Objetivou-se, também, avaliar a importância das abelhas como vetores de pólen e se esta associação influencia positivamente no sucesso reprodutivo de Rubus sp. Os experimentos foram realizados em uma área de cultivo de amoreira-preta, durante a florada no município de Timbó, SC (Latitude 26°46'38,5'' S e Longitude 49°15'42,0'' W). Para a avaliação do potencial polinizador de Rubus sp., foram introduzidos, próximo ao cultivo das amoreiras, oito ninhos de abelhas "sem-ferrão" (Apidae, Meliponineae), sendo dois de cada espécie: Melipona marginata, Melipona quadrifasciata, Plebeia droryana e Plebeia remota. Constatou-se que a maior taxa de frutificação (48,3 % ± 3...

Polinização do mirtilo (Vaccinium corymbosum L.) (Ericaceae) cultivares Misty e O'neal no município de Itá, Oeste de SC.

Sezerino, André Amarildo
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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TCC (graduação em Agronomia) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, 2007; O mirtilo (Vaccinium spp.) (Ericaceae), também conhecido como blueberry, em inglês ou arándano, em espanhol é uma espécie recentemente introduzida em Santa Catarina a relativamente pouco tempo e vem ganhando importância econômica devido a demanda pelos seus frutos. Para uma produção comercial satisfatória, o mirtilo necessita que pelo menos 80% das flores frutifiquem. Para tanto, os insetos polinizadores são essenciais. Objetivou-se neste trabalho elucidar alguns aspectos da ecologia da polinização de duas cultivares de mirtilo (Vaccinium corymbosum cultivares Misty e O'neal), família Ericaceae, por meio de testes de polinização, análise da produção de néctar e do levantamento dos visitantes florais em uma área de cultivo comercial. Os experimentos foram realizados em um pomar de mirtilo com as cultivares Misty e O'neal, no município de Itá, região Oeste de Santa Catarina (Latitude 27º 17' 34'' S e Longitude 52º 22' 02'' W). A cultivar Misty apresentou uma média de 1604,126 ± 374,4 flores por planta, sendo que 40% delas apresentaram danos no tubo da corola provocados por Trigona spinipes. Já a cultivar O'neal apresentou uma média de 571...

Influência da polinização sobre o número de sementes do tangor-'Murcote'

AZEVEDO,FERNANDO ALVES DE; PIO,ROSE MARY
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2002 PT
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O objetivo deste trabalho foi estudar a influência da polinização sobre o número de sementes do tangor-'Murcote'. O experimento foi conduzido no Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, Cordeirópolis (SP), na safra 1999/2000. Flores de plantas de tangor-'Murcote', com 13 anos, foram tratadas durante o florescimento em 1999, como segue: 1. Polinização com laranja-'Valência'; 2. Polinização com laranja-'Natal'; 3. Polinização com laranja-'Pêra'; 4. Polinização com tangerina-'Poncã'; 5. Isolamento de flor completa; 6. Isolamento de flor emasculada; e 7. Testemunha (flor livre). Em outubro de 2000, os frutos foram colhidos. A maior porcentagem de frutos colhidos foi observada nos tratamentos com as laranjas-'Natal' (20%) e 'Valência' (16%). No tratamento 6, não houve frutos colhidos, o que sugere que este tangor não desenvolva frutos partenocárpicos. Um acréscimo no número de sementes ocorreu nos tratamentos 1 (12/fruto) e 2 (10,3/fruto) em relação à testemunha (9,1/fruto) e uma redução ocorreu nos tratamentos 3 (6,8/fruto), 4 (6,3/fruto) e 5 (5,9/fruto), o que mostra a influência da polinização nesta característica dos frutos. Não se observaram diferenças significativa na acidez e sólidos solúveis do suco. Estes resultados sugerem que pomares de 'Murcote' poderiam ser colocados próximos ou intercalados aos de laranja-'Pêra' e tangerina-'Poncã' ou...