Página 1 dos resultados de 10520 itens digitais encontrados em 0.091 segundos

Secular state, conscientious objection and public health policies; Estado laico, objeção de consciência e políticas de saúde; Estado laico, la objeción de conciencia y las políticas de salud

Diniz, Debora
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
Relevância na Pesquisa
115.82%
A laicidade é importante para as políticas de saúde. Laicidade é mais do que a neutralidade religiosa no governo negócios, é uma condição para a governabilidade em um estado plural e democrática. A preocupação pós-moderna sobre o estatuto da verdade não é suficiente para retirar a ciência de seu valor para a formulação de políticas públicas. Assim, nem tudo no campo moral é motivo justo para as práticas de saúde para os cidadãos de um Estado secular.

O modelo dos múltiplos fuxos de Kingdon na análise de políticas de saúde : aplicabilidades, contribuições e limites; Kingdon’s multiple stream model used to analyze health policies : applicability, contribution and limits

Göttems, Leila Bernarda Donato; Pires, Maria Raquel Gomes Maia; Calmon, Paulo Carlos Du Pin; Alves, Elioenai Dornelles
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo. Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
115.89%
O presente trabalho teve como objetivos identifcar as produções científcas sobre análise de políticas de saúde que utilizaram o modelo dos múltiplos fuxos de Kingdon e examinar as contribuições e os limites do modelo no estudo das políticas públicas de saúde, no contexto do SUS. Realizou-se uma revisão integrativa de publicações disponíveis nas bases de dados ProQuest, Portal de Periódicos e Banco de Teses e Dissertações da Capes e Scientifc Elec- tronic Library Online, com uso das palavras-chave Kingdon Model, multiple streams model (modelo dos múltiplos fuxos) e políticas públicas de saúde. Os critérios de inclusão foram: estudos completos em português e inglês, disponíveis on-line nas bases de dados; e análises de políticas públicas de saúde com uso do modelo Kingdon em experiências nacio- nais ou internacionais. Foram excluídos estudos de revisão e relatos de experiência. Foram levantados 4 teses de doutorado, 6 artigos e 2 dissertações de mestrado, publicados entre 1994 a 2009. O modelo de Kingdon mostrou-se aplicável a análises de políticas de saúde em diferentes sistemas políticos nacional e internacional, em períodos prolongados de tempo e na atuação dos governos. As contribuições desse modelo de análise para o SUS incluem: a) a incorpo- ração da ambiguidade nas decisões; b) a valorização da consistência das ideias contidas nas propostas; c) a análise das diferentes interpretações sobre os problemas complexos da saúde brasileira pelos tomadores de decisão. Dentre os limites...

A institucionalização e o desenvolvimento da enfermagem no Brasil frente às políticas de saúde

Galleguillos,Tatiana Gabriela Brassea; Oliveira,Maria Amélia de Campos
Fonte: Associação Brasileira de Enfermagem Publicador: Associação Brasileira de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2001 PT
Relevância na Pesquisa
115.8%
Realizou-se a recuperação histórica da gênese da enfermagem e seu desenvolvimento no Brasil para elucidar sua influência no ensino e na prática da enfermagem de hoje. Enfatizou-se a participação da Fundação Rockfeller na organização do serviço de Enfermagem em Saúde Pública, a criação da primeira Escola de Enfermagem e a consolidação do ensino e da prática no espaço hospitalar. As políticas públicas na área da saúde também foram contempladas, dadas sua influência no desenvolvimento da profissão. A enfermagem manteve-se científica e politicamente neutra na implementação das políticas de saúde vigentes, possivelmente em decorrência da formação acrítica resultante da adoção do modelo flexneriano de ensino, em sua vinculação à medicina.

Políticas de saúde e crise do Estado de Bem-Estar: repercussões e possibilidades para o Sistema Único de Saúde

Pires,Maria Raquel Gomes Maia; Demo,Pedro
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
Relevância na Pesquisa
115.87%
A institucionalização do Sistema Único de Saúde (SUS), orientada por princípios universalistas e solidários, pode ser vislumbrada sob a influência das tensões entre mercado e cidadania no contexto de redemocratização que o país viveu, ambientado nas lutas políticas que balançaram o país na elaboração da Constituição de 1988, na crise econômica que caracterizou a década perdida e no arrefecimento do Estado desenvolvimentista. Trata-se de um estudo teórico, que parte da premissa que o cenário econômico mundial transnacionalizado, com a conseqüente exigência de flexibilização das garantias sociais que o capital financeiro vem impondo aos Estados de bem-estar, traz repercussões estruturais para países em desenvolvimento ou periféricos, como o Brasil, pondo em risco a implementação dos princípios e diretrizes do SUS. Objetiva-se: a- Analisar a conformação das políticas sociais no capitalismo e o delineamento da crise do Estado de Bem-Estar social; b- Contextualizar as políticas de saúde do Brasil nas atuais transformações do capitalismo e redefinição do papel do Estado, analisando as repercussões para a implementação do SUS; e c- Apontar possibilidades para o enfrentamento da implementação do SUS no contexto em foco por meio da politicidade do cuidado - gestão da ajuda-poder para a (re)construção da autonomia de sujeitos. Diante das ambigüidades de um sistema de saúde que se pretende equânime...

O "Sonho de Rose": políticas de saúde pública em assentamentos rurais

Soares,Diego
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
Relevância na Pesquisa
115.8%
Este artigo partiu de uma breve reflexão sobre a tensão entre os princípios de universalidade e a especificidade cultural dos usuários das políticas de saúde pública, procurando inserir a discussão sobre saúde coletiva em assentamentos rurais dentro deste eixo reflexivo. Apresenta dados etnográficos sobre um projeto de extensão universitária realizado no assentamento "19 de Setembro", localizado nas imediações da região metropolitana de Porto Alegre (RS). A partir da experiência de implementação de uma "farmacopéia popular" nesse assentamento, discute-se um modelo dialógico de intervenção no campo da saúde pública, um modelo esteja mais apropriado ao diálogo com a alteridade e com a inclusão de práticas terapêuticas alternativas ao modelo biomédico. Para finalizar, desenvolve algumas reflexões iniciais sobre os usos diferenciados dos dispositivos institucionais a partir de uma contraposição entre a análise de Foucault sobre as tecnologias de poder e as observações críticas introduzidas por Michel de Certeau, o qual analisa os usos dos dispositivos, as artes de fazer que subvertem os modelos disciplinares.

O modelo dos múltiplos fluxos de Kingdon na análise de políticas de saúde: aplicabilidades, contribuições e limites

Gottems,Leila Bernarda Donato; Pires,Maria Raquel Gomes Maia; Calmon,Paulo Carlos Du Pin; Alves,Elioenai Dornelles
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
Relevância na Pesquisa
115.9%
O presente trabalho teve como objetivos identificar as produções científicas sobre análise de políticas de saúde que utilizaram o modelo dos múltiplos fluxos de Kingdon e examinar as contribuições e os limites do modelo no estudo das políticas públicas de saúde, no contexto do SUS. Realizou-se uma revisão integrativa de publicações disponíveis nas bases de dados ProQuest, Portal de Periódicos e Banco de Teses e Dissertações da Capes e Scientific Electronic Library Online, com uso das palavras-chave Kingdon Model, multiple streams model (modelo dos múltiplos fluxos) e políticas públicas de saúde. Os critérios de inclusão foram: estudos completos em português e inglês, disponíveis on-line nas bases de dados; e análises de políticas públicas de saúde com uso do modelo Kingdon em experiências nacionais ou internacionais. Foram excluídos estudos de revisão e relatos de experiência. Foram levantados 4 teses de doutorado, 6 artigos e 2 dissertações de mestrado, publicados entre 1994 a 2009. O modelo de Kingdon mostrou-se aplicável a análises de políticas de saúde em diferentes sistemas políticos nacional e internacional, em períodos prolongados de tempo e na atuação dos governos. As contribuições desse modelo de análise para o SUS incluem: a) a incorporação da ambiguidade nas decisões; b) a valorização da consistência das ideias contidas nas propostas; c) a análise das diferentes interpretações sobre os problemas complexos da saúde brasileira pelos tomadores de decisão. Dentre os limites...

O trabalho precoce e as políticas de saúde do trabalhador em Natal

Feitosa,Izabel Christina do N.; Gomes,Maria Aparecida de França; Gomes,Munich Vieira Santana; Dimenstein,Magda
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
Relevância na Pesquisa
115.85%
Este estudo objetivou investigar como é contemplada a questão do trabalho precoce pelas políticas de saúde do trabalhador em Natal. Para tal, fez-se um levantamento dos relatórios do Núcleo de Saúde do Trabalhador (NST) da Secretaria Municipal de Saúde e entrevistas semi-estruturadas com os técnicos do Núcleo e do Programa de Saúde do Trabalhador (PST). Quanto ao PST, constatou-se grandes dificuldades para a concretização, principalmente em virtude do descompromisso das autoridades políticas locais. Atualmente, é um tema que parece ter sido silenciado, sobre o qual técnicos e outros profissionais, antes envolvidos, não se dispõem mais a atuar nessa área ou, até mesmo, a falar sobre o assunto. Verificou-se que, com o mesmo silêncio, tem sido tratada a questão da saúde do trabalhador precoce, que ao longo da trajetória não se encontra nenhuma medida ou intervenção para que este trabalhador passe a ocupar um lugar frente às políticas de saúde do trabalhador.

Duas questões permanentes em um século de políticas de saúde no Brasil republicano

Luz,Madel Therezinha
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
Relevância na Pesquisa
115.86%
Este artigo discute o tema da centralização versus descentralização das políticas de saúde do Estado brasileiro no século XX. Desenvolve como hipótese central a idéia de que a questão centralização/descentralização de serviços e funções nas políticas públicas, incluindo a de saúde, exprime no Estado a concentração do poder social na sociedade brasileira. A dicotomia centralização/descentralização seria a transposição institucional da concentração/desconcentração do poder social e sua tradução na ordem política. A centralização no Estado materializa a estrutura de concentração do poder institucional, que as políticas públicas exprimem, durante quase todo o século XX, apesar das interferências de vários movimentos da sociedade civil. Analisando as políticas de saúde em diversas conjunturas, e destacando a progressiva diversificação de atores políticos que nelas intervêm, o artigo conclui pela existência de um processo de efetiva descentralização nas políticas na década de 1990, embora sem uma verdadeira desconcentração do poder político.

As agências internacionais e as políticas de saúde nos anos 90: um panorama geral da oferta de idéias

Mattos,Ruben Araújo de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
Relevância na Pesquisa
125.85%
Este texto apresenta um panorama da atuação de algumas agências internacionais, no que se refere às políticas de saúde da década de 1990. Essas agências integram a comunidade internacional de ajuda ao desenvolvimento, constituída pelas agências e fundos das Nações Unidas, pelo Banco Mundial, pelos bancos regionais de desenvolvimento e pelas agências governamentais de cooperação internacional. O artigo destaca que as agências internacionais têm-se dedicado cada vez mais à oferta de idéias sobre quais seriam as políticas mais adequadas aos países em desenvolvimento. O texto defende a tese de que a oferta de idéias pode ser melhor compreendida no contexto da dinâmica de competição/cooperação entre os membros daquela comunidade. Com a publicação do documento "Investindo em saúde" (1993), o Banco Mundial alcançou um lugar proeminente no cenário do debate internacional acerca das políticas de saúde. Desde os últimos anos da década, contudo, a OMS vem tentando obter um lugar mais relevante quanto ao oferecimento de conselhos para os governos dos países-membros, sobre as reformas em seus sistemas nacionais de saúde. São apresentados os principais eixos das propostas feitas ao longo da década pelo Banco Mundial e pela OMS...

Pessoas com deficiência e políticas de saúde no Brasil: reflexões bioéticas

Bernardes,Liliane Cristina Gonçalves; Maior,Izabel Maria Madeira de Loureiro; Spezia,Carlos Humberto; Araujo,Tereza Cristina Cavalcanti Ferreira de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 PT
Relevância na Pesquisa
125.8%
O artigo propõe reflexões, à luz da bioética, acerca do dilema da alocação de recursos públicos para a assistência à saúde das pessoas com deficiência no Brasil. Para tanto, o conceito de deficiência e o marco legal brasileiro de assistência às pessoas com deficiência são apresentados; faz-se uma análise sobre a escassez de recursos; discutem-se referenciais teóricos atinentes e destaca-se o aporte da bioética de proteção e da bioética de intervenção. Conclui-se que, em razão de sua vulnerabilidade, as pessoas com deficiência devem ser protegidas pelo Estado e recursos devem ser empregados para garantir seu acesso aos serviços de saúde. Enfatiza-se, também, que apesar da previsão legal já existente, a efetiva destinação de recursos depende de outros fatores, tais como a participação sociopolítica das pessoas com deficiência na " pactuação" das políticas de saúde.

Políticas de saúde para adolescentes mulheres: uma visão feminista

Faleiros, Vicente de Paula; Pós-graduação em Psicologia da Universidade Católica de Brasília. Professor Emérito da Universidade de Brasília.
Fonte: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém Publicador: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 27/07/2013 POR
Relevância na Pesquisa
115.85%
Este trabalho tem como questão a mudança de paradigma na consideração da saúde reprodutiva da adolescente nas políticas de saúde. Objetivo: articular políticas de saúde para as adolescentes com a questão de dominação de gênero, protagonismo e respeito à adolescência. Método: qualitativo com levantamento e análise de documentos de 2000 a 2010 pela internet. Análise: interpretativa, tendo como marcadores a consideração das políticas nos paradigmas de protagonismo, conforme os direitos assegurados e as estratégias desenvolvidas. Resultados: as políticas de saúde para adolescentes assumem, no discurso, a garantia de direitos reprodutivos articulados com as questões de gênero e protagonismo na perspectiva da intersetorialidade, embora não se mencionem recursos para sua implementação. Este trabalho resulta de uma pesquisa realizada no Cecria- Centro de Estudos Referências e Ações sobre Crianças e Adolescentes com apoio do UNICEF.

A interface entre as políticas públicas de saúde mental e promoção da saúde; The interface between the mental health and health promotion public policies

CAÇAPAVA, Juliana Reale; COLVERO, Luciana de Almeida; PEREIRA, Isabel Maria Teixeira Bicudo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
115.78%
Este estudo tem por objetivo analisar as estratégias de produção de cuidado em saúde mental de um Centro de Convivência e Cooperativa (CECCO) - serviço da rede de atenção à saúde mental do município de São Paulo - na perspectiva de seu alinhamento às políticas de saúde mental e promoção da saúde, verificando as potencialidades da interação entre elas, no cotidiano das práticas de saúde. A análise baseou-se no material empírico obtido por meio de entrevista semiestruturada junto ao gerente do serviço estudado, assim como nos achados da literatura e nos documentos oficiais do Ministério da Saúde. Verificou-se que, por meio de ações intersetoriais, que visam ao fortalecimento da participação social, do empoderamento de indivíduos e comunidade e da equidade, o CECCO articula pressupostos da saúde mental e da promoção da saúde, produzindo autonomia e cidadania e tornando-se um lugar que constrói sentido de vida às pessoas.; This study aimed at analyzing the mental health care production strategies of a 'Centro de Convivência e Cooperativa' (CECCO) - a service of the mental health care network of the city of São Paulo - in the perspective of their alignment with the mental health and health promotion public policies...

Políticas de saúde bucal no Brasil e seu impacto sobre as desigualdades em saúde; Dental health policies in Brazil and their impact on health inequalities; Políticas de salud bucal en Brasil y su impacto sobre las desigualdades en salud

ANTUNES, José Leopoldo Ferreira; NARVAI, Paulo Capel
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
115.84%
Sistematiza-se o conhecimento disponível sobre o estágio atual de efetivação das principais políticas de saúde bucal no Brasil e seu impacto sobre as desigualdades em saúde. Embora a fluoretação da água de abastecimento público no Brasil seja uma determinação legal, sua implantação tem sofrido marcantes desigualdades regionais. São apresentados dados sobre o grau de efetivação da medida e são revisados estudos que avaliaram seu impacto sobre a ampliação da desigualdade na experiência de cárie dentária. A oferta de atendimento público odontológico, ampliada consideravelmente após a implantação do Sistema Único de Saúde, também é discutida em relação à provisão do serviço e seu impacto sobre a redução da desigualdade no acesso a tratamento dentário. A discussão do efeito diferencial dessas medidas propiciou a proposição de estratégias focais (direcionar a fluoretação para as áreas com maiores necessidades), visando a reduzir a desigualdade na experiência de cárie no País.; This text systematizes available knowledge about the main dental health policies in Brazil in regards to their current degree of implementation and their impact on health inequalities. Although the fluoridation of publicly distributed water is legally mandated in Brazil...

Interface com outras políticas de saúde

Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde - UNA-SUS; Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Backup Moodle em HTML do livro 4 da unidade 2 do módulo Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
PT_BR
Relevância na Pesquisa
125.85%
Interface com outras políticas de saúde é o quarto livro da unidade 02 do curso Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "O estudo da Política LGBT e seus marcos". Neste livro é abordada a relação da Política de Saúde Integral LGBT com outras políticas de saúde.; 1.0; Ministério da Saúde do Brasil

Políticas de saúde e crise do Estado de Bem-Estar: repercussões e possibilidades para o Sistema Único de Saúde; Health policies and crisis of the Welfare State: repercussions and possibilities for the Unified Health System

Pires, Maria Raquel Gomes Maia; Demo, Pedro
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2006 POR
Relevância na Pesquisa
115.86%
A institucionalização do Sistema Único de Saúde (SUS), orientada por princípios universalistas e solidários, pode ser vislumbrada sob a influência das tensões entre mercado e cidadania no contexto de redemocratização que o país viveu, ambientado nas lutas políticas que balançaram o país na elaboração da Constituição de 1988, na crise econômica que caracterizou a década perdida e no arrefecimento do Estado desenvolvimentista. Trata-se de um estudo teórico, que parte da premissa que o cenário econômico mundial transnacionalizado, com a conseqüente exigência de flexibilização das garantias sociais que o capital financeiro vem impondo aos Estados de bem-estar, traz repercussões estruturais para países em desenvolvimento ou periféricos, como o Brasil, pondo em risco a implementação dos princípios e diretrizes do SUS. Objetiva-se: a- Analisar a conformação das políticas sociais no capitalismo e o delineamento da crise do Estado de Bem-Estar social; b- Contextualizar as políticas de saúde do Brasil nas atuais transformações do capitalismo e redefinição do papel do Estado, analisando as repercussões para a implementação do SUS; e c- Apontar possibilidades para o enfrentamento da implementação do SUS no contexto em foco por meio da politicidade do cuidado - gestão da ajuda-poder para a (re)construção da autonomia de sujeitos. Diante das ambigüidades de um sistema de saúde que se pretende equânime...

O "Sonho de Rose": políticas de saúde pública em assentamentos rurais; Rose's Dream: public health policies in rural land settlements

Soares, Diego
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2006 POR
Relevância na Pesquisa
115.79%
In this paper, there is a reflection on the tension between the principle of universality and the cultural specificity of users of the Public Health system, inserting the discussion about collective health in rural land settlements in this axis. After presenting some statistical data about health conditions in rural land settlements, ethnographic data on a project of university extension accomplished in a rural settlement located in the metropolitan area of Porto Alegre (RS) is presented. A dialogic model of intervention in the field of public health, respecting cultural differences and including alternative therapeutic practices to the biomedical model is discussed. As conclusion, some reflections are made on the different uses of the institutional devices starting from an opposition between the analysis of Foucault about the technologies of power and the critical observations introduced by Michel de Certeau, more concerned with analyzing the uses of the devices, the arts of doing that subvert the models of discipline.; Este artigo partiu de uma breve reflexão sobre a tensão entre os princípios de universalidade e a especificidade cultural dos usuários das políticas de saúde pública, procurando inserir a discussão sobre saúde coletiva em assentamentos rurais dentro deste eixo reflexivo. Apresenta dados etnográficos sobre um projeto de extensão universitária realizado no assentamento "19 de Setembro"...

Duas questões permanentes em um século de políticas de saúde no Brasil republicano

Luz,Madel Therezinha
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
Relevância na Pesquisa
115.86%
Este artigo discute o tema da centralização versus descentralização das políticas de saúde do Estado brasileiro no século XX. Desenvolve como hipótese central a idéia de que a questão centralização/descentralização de serviços e funções nas políticas públicas, incluindo a de saúde, exprime no Estado a concentração do poder social na sociedade brasileira. A dicotomia centralização/descentralização seria a transposição institucional da concentração/desconcentração do poder social e sua tradução na ordem política. A centralização no Estado materializa a estrutura de concentração do poder institucional, que as políticas públicas exprimem, durante quase todo o século XX, apesar das interferências de vários movimentos da sociedade civil. Analisando as políticas de saúde em diversas conjunturas, e destacando a progressiva diversificação de atores políticos que nelas intervêm, o artigo conclui pela existência de um processo de efetiva descentralização nas políticas na década de 1990, embora sem uma verdadeira desconcentração do poder político.

Pessoas com deficiência e políticas de saúde no Brasil: reflexões bioéticas

Bernardes,Liliane Cristina Gonçalves; Maior,Izabel Maria Madeira de Loureiro; Spezia,Carlos Humberto; Araujo,Tereza Cristina Cavalcanti Ferreira de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 PT
Relevância na Pesquisa
125.8%
O artigo propõe reflexões, à luz da bioética, acerca do dilema da alocação de recursos públicos para a assistência à saúde das pessoas com deficiência no Brasil. Para tanto, o conceito de deficiência e o marco legal brasileiro de assistência às pessoas com deficiência são apresentados; faz-se uma análise sobre a escassez de recursos; discutem-se referenciais teóricos atinentes e destaca-se o aporte da bioética de proteção e da bioética de intervenção. Conclui-se que, em razão de sua vulnerabilidade, as pessoas com deficiência devem ser protegidas pelo Estado e recursos devem ser empregados para garantir seu acesso aos serviços de saúde. Enfatiza-se, também, que apesar da previsão legal já existente, a efetiva destinação de recursos depende de outros fatores, tais como a participação sociopolítica das pessoas com deficiência na " pactuação" das políticas de saúde.

O (não) lugar do homem jovem nas políticas de saúde sobre drogas no Brasil: aproximações genealógicas

Granja,Edna; Gomes,Romeu; Medrado,Benedito; Nogueira,Conceição
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2015 PT
Relevância na Pesquisa
115.86%
O estudo buscou problematizar as negociações e as condições de possibilidade para inclusão ou exclusão dos homens jovens no processo de formulação das políticas de saúde sobre drogas no Brasil. Inscrito no campo de estudos sobre gênero e propondo-se a discutir a relação entre masculinidades e uso de drogas, numa perspectiva interseccional, o marco referencial considera que: a maior vulnerabilidade de homens jovens a problemas no uso de drogas e as dificuldades de acesso e/ou vinculação aos serviços também precisam ser compreendidos a luz das leituras sobre gênero e saúde; e a forma como as discussões de gênero se fazem presentes nas políticas, seja nos documentos oficiais, seja na compreensão das pessoas ligadas à elaboração e/ou implementação destas, influencia, direta ou indiretamente, na forma como esses homens são reconhecidos, acessam e são acolhidos pelos serviços do Sistema Único de Saúde. A partir de três entrevistas episódicas e semiestruturadas com gestores que participaram da elaboração das políticas de saúde sobre drogas, nas esferas municipal, estadual e federal, e do estudo dos documentos citados durante as entrevistas, elaboramos um texto genealógico que procura recontar a história das políticas de drogas no Brasil...

As agências internacionais e as políticas de saúde nos anos 90: um panorama geral da oferta de idéias

Mattos,Ruben Araújo de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2001 PT
Relevância na Pesquisa
125.85%
Este texto apresenta um panorama da atuação de algumas agências internacionais, no que se refere às políticas de saúde da década de 1990. Essas agências integram a comunidade internacional de ajuda ao desenvolvimento, constituída pelas agências e fundos das Nações Unidas, pelo Banco Mundial, pelos bancos regionais de desenvolvimento e pelas agências governamentais de cooperação internacional. O artigo destaca que as agências internacionais têm-se dedicado cada vez mais à oferta de idéias sobre quais seriam as políticas mais adequadas aos países em desenvolvimento. O texto defende a tese de que a oferta de idéias pode ser melhor compreendida no contexto da dinâmica de competição/cooperação entre os membros daquela comunidade. Com a publicação do documento "Investindo em saúde" (1993), o Banco Mundial alcançou um lugar proeminente no cenário do debate internacional acerca das políticas de saúde. Desde os últimos anos da década, contudo, a OMS vem tentando obter um lugar mais relevante quanto ao oferecimento de conselhos para os governos dos países-membros, sobre as reformas em seus sistemas nacionais de saúde. São apresentados os principais eixos das propostas feitas ao longo da década pelo Banco Mundial e pela OMS...